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O silêncio na mansão dos Jung nunca fora pacífico; era um silêncio de vidro, pronto para quebrar sob o peso das regras de Ji-a. Para você, cada passo dado fora do trajeto quarto-cozinha parecia uma transgressão. Mas naquela manhã, após a SUV preto de Hoseok cruzar o portão e o pequeno Jiwoo ser deixado na escola, a casa parecia, pela primeira vez, sua.

Ao entrar no quarto do menino para organizar o caos lúdico de brinquedos, algo fora do lugar atraiu seu olhar. Sobre a poltrona de veludo, repousava a camisa de linho azul-marinho que ele usara na noite anterior. O tecido ainda guardava o vinco dos ombros largos dele.

Sem pensar, você a tomou nas mãos. O perfume dele — uma mistura inebriante de sândalo, bergamota e o cheiro metálico de poder — invadiu seus sentidos. Foi um gatilho. A solidão, o desejo reprimido por um homem que mal te dirigia o olhar e a negligência afetiva daquela casa culminaram em um impulso incontrolável. Você levou o tecido ao rosto, inspirando profundamente, sentindo o rastro da pele dele impregnado na fibra.

O que você não sabia era que o destino joga com cartas marcadas. No andar de baixo, o escritório de carvalho escuro já não estava vazio. Hoseok retornara para buscar documentos esquecidos, mas, ao sentar-se à mesa, o monitor da babá eletrônica ganhou vida. O sensor de movimento detectara sua presença.

Hoseok travou. Ele deveria ter desligado a tela, mas seus dedos hesitaram. Através da resolução nítida da câmera, ele viu você — a mulher que ele tentava ignorar para manter a paz doméstica — pressionando a camisa dele contra o próprio corpo com uma urgência quase dolorosa.

Ele viu quando você se sentou no sofá, os olhos fechados em um transe de luxúria solitária. Viu suas mãos subirem pelas coxas, levantando o tecido do uniforme até que a pele alva fosse revelada. O CEO, acostumado a comandar impérios, sentiu-se um escravo daquela imagem. A respiração dele tornou-se pesada, o nó da gravata subitamente apertado demais.

Enquanto você mordia a gola da camisa dele para abafar um gemido, imaginando que eram as mãos de Hoseok que percorriam suas curvas, ele abria o cinto no escritório. O contraste era torturante: o ambiente infantil de Jiwoo sendo o cenário de uma libertação erótica, e o escritório austero transformado em um confessionário de pecados.

Pequena transgressora… — ele murmurou, a voz falhando enquanto sua mão envolvia o próprio membro, ditando um ritmo que acompanhava os seus espasmos na tela.

Ele não conseguia desviar o olhar. A distância de Ji-a, o casamento de aparências e a tensão sexual acumulada por meses explodiram. Ele observava cada detalhe: a forma como você apertava os próprios seios, a ponta dos seus dedos desaparecendo entre suas pernas, o arqueamento súbito de suas costas. Ele queria estar lá. Ele queria arrancar aquela camisa das suas mãos e substituí-la pelo corpo dele, mas o perigo daquela descoberta o mantinha ancorado à cadeira.

O clímax veio como uma tempestade de verão, súbita e devastadora. No quarto, você atingiu o ápice com o nome dele vibrando em suas cordas vocais, o corpo tremendo em ondas de prazer enquanto se afundava no cheiro do linho. No escritório, Hoseok atingiu o seu próprio limite segundos depois, os olhos fixos nos seus movimentos frenéticos, sentindo uma descarga de adrenalina que nenhuma fusão bilionária jamais lhe proporcionara.

O silêncio retornou, mas agora era um silêncio cúmplice.

Você, no andar de cima, abraçava a camisa com o coração disparado, sem saber que o rastro do seu prazer fora testemunhado. Hoseok, no andar de baixo, limpava-se com uma lentidão calculada, a mente em chamas. Ele fechou o laptop e o monitor da babá eletrônica com um estalo seco.

Ele não saiu do escritório imediatamente. Ficou ali, saboreando o gosto da culpa e o peso da descoberta. Ele sabia que, ao cruzar com você no corredor mais tarde, a dinâmica de “patrão e babá” estaria morta. Ele agora conhecia a profundidade do seu desejo, e você, sem saber, acabara de abrir as portas de um jogo onde ele não aceitaria ser apenas um espectador.

Poucos minutos depois…

O coração ainda martelava contra as costelas quando você dobrou a camisa de linho com dedos trêmulos, deixando-a em um canto estratégico do quarto. Exausta pela descarga de adrenalina, você se jogou naquele sofá que era, por imposição de Ji-a, o seu único refúgio. Na ausência da patroa, aquele estofado tornava-se sua cama improvisada; a hostilidade da dona da casa era tanta que nem os quartos de hóspedes, vastos e vazios, lhe eram permitidos.

O silêncio foi interrompido pelo toque do celular. Era a avó paterna de Jiwoo. — Vou buscar o menino na escola, ele passará a noite comigo — a voz firme da senhora Jung não admitia contestações.

Você desligou o aparelho, sentindo um frio súbito na espinha. Pela primeira vez em três anos de serviço, você estaria sozinha naquela mansão com ele. Apenas você e o CEO implacável, sem o escudo da criança entre os dois.

Tomada por uma coragem repentina e pela necessidade de apagar os vestígios do seu pecado, você pegou a camisa azul e decidiu levá-la à lavanderia. O problema? O corredor que levava à área de serviço passava inevitavelmente pela porta do escritório de Hoseok.

Você caminhava com passos de feltro, o linho apertado contra o peito, quando a porta de carvalho se abriu abruptamente.

O impacto foi inevitável.

O corpo sólido e quente de Hoseok chocou-se contra o seu. O cheiro dele — o mesmo que você acabara de devorar no quarto — agora era real, emanando dos poros dele. Você recuou um passo, o rosto queimando instantaneamente.

— O que faz aqui? — a voz dele saiu mais grave do que o normal, uma vibração que pareceu ressoar diretamente no seu baixo ventre.

— S-senhor Jung… eu… — você gaguejou, baixando os olhos, a culpa latejando. — A Dona Ji-a me proibiu de circular, eu sei… mas encontrei sua camisa no quarto do Jiwoo e ia levar para a lavanderia. Me perdoe.

Hoseok não se moveu. Ele a observava com uma intensidade predatória que você nunca vira. Ele não via apenas a babá assustada; ele via a mulher que, minutos antes, se contorcia no monitor dele. Seus olhos desceram para a peça de roupa nas suas mãos.

— Me dê isso — ele ordenou, estendendo a mão.

Com os dedos trêmulos, você entregou o linho. Ao pegar a camisa, os dedos de Hoseok roçaram propositalmente nos seus, um toque elétrico que fez seus pelos se eriçarem. Ele desdobrou o tecido lentamente, como se estivesse analisando uma prova de um crime.

E então, ele viu.

Bem na gola da camisa, o tecido estava úmido e amassado, exibindo a marca clara dos seus dentes de quando você a morder para não gritar o nome dele. Era uma assinatura de luxúria inegável.

Hoseok sentiu o sangue ferver. Ele deslizou o polegar sobre a marca da mordida, os olhos fixos nos seus, que agora transbordavam pânico e desejo. Ele sabia que você estava mentindo, e você sabia que ele era o dono daquela camisa… e, naquele momento, de você.

— Você mordeu minha camisa — ele constatou, a voz num sussurro perigoso, dando um passo à frente e encurralando-a contra a parede do corredor. — Por que uma babá tão obediente faria algo assim com as roupas do patrão?

O silêncio da casa agora não era de vidro; era de fogo. Ji-a estava longe, o filho estava com a avó, e Hoseok acabara de encontrar o pretexto que precisava para atravessar a última linha que restava.

Hoseok não desviou o olhar. O polegar dele continuava a traçar o contorno da marca úmida na gola, um gesto que parecia carregar uma promessa sombria. Sem dizer uma palavra, ele girou sobre os calcanhares e abriu a porta do escritório, indicando o interior com um aceno de cabeça imperioso.

— Entre — ordenou ele. A voz não era um pedido; era um decreto.

Você estancou, o coração batendo tão forte que parecia querer romper as costelas.

— Senhor Jung… eu não posso. A Dona Ji-a foi muito específica… eu não tenho permissão para entrar no seu escritório. Se ela souber, eu perco o meu emprego — você protestou, a voz saindo em um fio, enquanto tentava manter a fachada de profissionalismo.

Hoseok soltou um riso seco, sem humor, e deu um passo em sua direção, forçando-a a recuar para dentro do ambiente impregnado com o cheiro dele. Ele fechou a porta atrás de você, e o clique da fechadura ecoou como um veredito.

— Ji-a não manda nesta casa quando eu estou nela — ele disse, aproximando-se até que o calor do corpo dele emanasse contra o seu. Ele ergueu a camisa, jogando-a sobre a mesa de carvalho. — Agora, explique-me isso. Uma mordida, no linho caro. Você tem o hábito de destruir as roupas de quem te paga o salário?

Você sentiu o rosto arder, as palavras morrendo na garganta. — Eu… eu só estava limpando, senhor. Devia haver algo preso no tecido e eu… — a mentira morreu antes de ser concluída sob o olhar gélido dele.

— Mentirosa — ele sussurrou, a mão subindo repentinamente para segurar sua nuca com uma firmeza que a fez suspirar. — Eu vi você. Cada movimento. Cada suspiro. Eu vi o que você fez no quarto do meu filho enquanto segurava essa peça de roupa.

O pânico foi substituído por uma onda de choque. Ele sabia. Ele tinha visto tudo. A humilhação e o desejo se misturaram, deixando-a sem defesas.

Hoseok não esperou por uma resposta. Ele a virou de costas para ele com uma agilidade brusca, prensando seu corpo contra a beirada da mesa de carvalho. Ele pegou a camisa de linho, agora o símbolo do pecado de ambos, e a enrolou em uma das mãos.

— Já que você gosta tanto de morder o meu linho para esconder seus gemidos… — ele rosnou ao pé do seu ouvido, a respiração quente causando arrepios por toda a sua espinha.

Ele puxou a gola da sua blusa, expondo a curva do seu pescoço, onde ele enterrou o rosto, inspirando o seu cheiro com uma fome desesperada. Com a outra mão, ele alcançou a barra da sua saia, subindo-a sem cerimônia.

— Morda — ele ordenou, pressionando a camisa dobrada contra a sua boca enquanto a outra mão dele encontrava o centro da sua intimidade, já úmida e pulsante. — Se você quer tanto o que é meu, vai ter que aprender a gemer no meu ritmo.

Você sentiu o linho entre os dentes, o gosto dele, o cheiro dele. Quando os dedos de Hoseok penetraram você com uma possessividade violenta, você mordeu o tecido com força, abafando um grito de puro prazer. Ele não estava mais sendo o CEO polido; era um homem reivindicando o que fora secretamente oferecido.

Ele desabotoou a própria calça, a urgência vencendo qualquer resquício de moralidade. Ele a preparou com toques rudes e precisos, antes de segurar seus quadris com as mãos largas, cujos dedos deixariam marcas na sua pele clara.

— Olhe para o monitor — ele comandou, a voz rouca de desejo, apontando para a tela que ainda mostrava o quarto vazio de Jiwoo. — Foi lá que você começou isso. É aqui que eu vou terminar.

Hoseok entrou em você em um único estocada profunda, preenchendo-a de uma forma que seus dedos jamais conseguiram. O impacto fez você morder o linho até os maxilares doerem, enquanto ele iniciava um ritmo frenético e possessivo, cada estocada arrancando um abafado e desesperado som de prazer de trás do tecido. Naquele escritório proibido, as regras de Ji-a foram reduzidas a cinzas.

O ritmo no escritório tornou-se selvagem. Hoseok a mantinha prensada contra a mesa, as mãos grandes apertando seus quadris com uma força que certamente deixaria marcas arroxeadas. A cada estocada profunda, ele desferia tapas estalados na sua bunda, o som ecoando no ambiente silencioso e carregado de pecado.

— Você gosta disso, não gosta? — ele rosnou contra o seu ouvido, a voz impregnada de uma luxúria sombria. — Gosta de ser usada pelo homem que você vigiava pelas frestas? Gosta de sentir o peso do meu corpo enquanto morde a porra da minha camisa?

Você não conseguia responder, apenas emitia sons abafados contra o linho, os olhos revirando enquanto o prazer subia em ondas avassaladoras. Hoseok não tinha pressa; ele queria que cada centímetro de você entendesse a quem pertencia naquele momento. Ele movia-se com uma cadência poderosa, alternando entre estocadas lentas e profundas e movimentos rápidos que faziam sua cabeça latejar.

O ápice veio como um terremoto. Você sentiu os músculos internos se contraírem violentamente ao redor dele, e Hoseok, soltando um rosnado animal, acompanhou seu ritmo, despejando-se dentro de você em um orgasmo duplo que deixou ambos trêmulos e sem fôlego.

Ainda conectado a você, sentindo as últimas pulsações do prazer, ele afastou delicadamente os fios de cabelo que grudavam no seu rosto suado. O olhar dele, antes frio e impessoal, agora ardia com uma posse absoluta.

— Já que o Jiwoo está na casa da minha mãe… — ele começou, a voz voltando ao tom de comando habitual — …quero que suba agora, tome um banho e me espere nua na minha cama. Na minha cama, não naquele sofá imundo.

Você piscou, a mente ainda nublada pelo prazer, tentando processar as palavras. O pânico e a confusão tomaram conta do seu rosto. — Como… como o senhor sabe que ele foi para a casa da avó? Eu acabei de receber a ligação… eu nem tive tempo de avisar…

Hoseok soltou um riso curto, quase predatório, ao ver sua expressão confusa. Ele se retirou de dentro de você com uma lentidão torturante, fazendo-a suspirar com o vazio repentino. Ele a virou de frente, segurando seu rosto com as duas mãos, obrigando-a a encarar a verdade nos olhos dele.

— Eu mandei minha mãe buscar meu filho para passar o fim de semana com ela — ele confessou, um sorriso de canto surgindo nos lábios. — Eu queria ter tempo de sobra para foder a babá dele sem interrupções. Eu planejei cada segundo desde que vi você com aquela blusa no monitor.

O choque a calou. Ele arquitetou tudo a saída do filho… tudo para ter você ali.

Hoseok começou a se vestir com a elegância impecável de um CEO, mas, antes de fechar a camisa, ele a puxou para perto e deu uma chupada faminta e marcada em um de seus seios, fazendo você arquear as costas. Ele então segurou seu queixo com firmeza, os olhos cravados nos seus.

— Eu só não fico aqui agora para te fuder até você não aguentar mais andar porque tenho uma reunião inadiável em dez minutos — ele disse, a voz rouca de promessa. — Mas se prepara. Quando eu voltar, você só sai do meu quarto carregada. Entendeu?

Sem esperar resposta, ele deu um último beijo castigador em seus lábios, ajustou o paletó e saiu do escritório com a mesma postura imponente de sempre, deixando você trêmula, desarmada e completamente à mercê do que aconteceria naquela noite.

A noite caiu sobre a mansão como um manto de segredos. O silêncio, antes opressor, agora parecia vibrar com a expectativa do que estava por vir. Você subiu para o santuário de Hoseok — o quarto principal, um vasto domínio de luxo onde Ji-a exercia seu controle frio.

Sabendo que o jogo havia mudado, você não apenas o esperou nua. Você abriu o closet da patroa, encontrando, no fundo de uma gaveta, uma peça que gritava negligência: uma lingerie de renda francesa vermelha, tão fina que parecia tecida por fadas, ainda com a etiqueta de uma boutique de Paris. Ji-a nunca a usara; talvez por falta de interesse, talvez porque o fogo entre ela e Hoseok tivesse se apagado antes mesmo daquela peça ser comprada.

Quando o som do motor do carro ecoou na garagem, seu corpo todo estremeceu. Minutos depois, a porta do quarto se abriu.

Hoseok entrou, jogando o paletó sobre uma poltrona, desfazendo o nó da gravata com uma mão só. Ele parou abruptamente quando seus olhos encontraram você, sentada no centro da imensa cama de dossel, envolta na renda vermelha que destacava cada curva sua.

— Você tem coragem… — ele sussurrou, a voz carregada de uma mistura de fúria e luxúria. — Sabe perfeitamente de quem é essa peça.

Ele caminhou até a cama, a aura de poder emanando dele como uma força física. Ele segurou o tecido da lingerie entre os dedos, puxando-a levemente para ver a pele por baixo.

— Ela nunca usou isso — ele constatou, os olhos escurecendo. — Comprou para me provocar e depois a esqueceu, assim como esqueceu como é ser uma mulher de verdade para mim.

Você sustentou o olhar dele, sentindo-se mais poderosa do que nunca. Levou as mãos ao peito dele, desabotoando os primeiros botões da camisa com uma lentidão provocante.

— Então parece que eu estou fazendo um favor a ela, não é? — você sussurrou, deslizando a língua pelo lábio inferior. — Já que ela não quer, venha e coma a babá do seu filho na cama onde você deveria comer sua mulher… me foda exatamente onde ela te nega prazer.

O rosnado que saiu da garganta de Hoseok foi puramente animal. Ele a jogou de costas nos travesseiros de seda, rasgando a renda cara sem a menor hesitação. O som do tecido se partindo foi o sinal para o caos.

— Você é uma vadia petulante — ele rugiu, prendendo seus pulsos acima da cabeça com uma das mãos, enquanto a outra descia para abrir o próprio cinto. — Quer ser tratada como ela? Quer que eu finja que você é a senhora desta casa?

— Não… — você arqueou as costas, provocando-o. — Eu quero que você lembre que é a babá que está gemendo o seu nome enquanto ela está a quilômetros daqui. Eu quero que você se perca em mim e esqueça que ela existe.

Hoseok a possuiu com uma violência faminta, preenchendo-a com estocadas que faziam a estrutura da cama de carvalho ranger contra a parede. Não havia ternura, apenas uma necessidade bruta e acumulada de anos.

— É isso que você queria? — ele dizia, as palavras saindo sujas e roucas contra o seu pescoço. — Sentir o seu patrão te marcando na cama da esposa dele? Sinta como eu fico dentro de você… nenhuma seda francesa chega perto do calor dessa sua pele.

Ele a virou de quatro, segurando seus cabelos com força o suficiente para que você olhasse para o próprio reflexo no enorme espelho dourado à frente da cama.

— Olhe para você — ele ordenou, desferindo um tapa seco e forte na sua nádega, que deixou uma marca vermelha instantânea. — Olhe como a babá fica linda sendo fodida como uma rainha. Você vai lembrar desse momento toda vez que servir o café dela, não vai? Vai lembrar que eu estava enterrado em você nesta mesma cama.

Você soltou um grito de prazer puro, o corpo tremendo sob o impacto dele. A provocação só o deixava mais insano. Ele aumentou o ritmo, as mãos percorrendo seu corpo como se estivesse mapeando um território conquistado.

O clímax foi devastador. Hoseok a pressionou contra o colchão, o peso do corpo dele esmagando o seu enquanto ambos atingiam o limite em um grito uníssono que ecoou por toda a mansão vazia. Ele se derramou dentro de você com uma intensidade que o deixou exausto, a testa encostada na sua nuca, a respiração vindo em soluços pesados.

O silêncio voltou, mas agora a cama de Ji-a tinha uma nova dona, e o cheiro do pecado de vocês estava impregnado em cada fio daqueles lençóis de mil fios.

29 Comentários

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  1. Keile Lacerda
    Apr 27, '26 at 5:00 pm

    De tirar o fôlego hein

  2. Keile
    Apr 27, '26 at 4:55 pm

    Ele caminhou até a cama, a aura de poder emanando dele como uma força física. Ele segurou o tecido da lingerie entre os dedos, puxando-a levemente para ver a pele por baixo.

    Que calor

  3. Keile
    Apr 27, '26 at 4:37 pm

    Enquanto você mordia a gola da camisa dele para abafar um gemido, imaginando que eram as mãos de Hoseok que percorriam suas curvas, ele abria o cinto no escritório. O contraste era torturante: o ambiente infantil de Jiwoo sendo o cenário de uma libertação erótica, e o escritório austero transformado em um confessionário de pecados.

    Porrr.
    .olha

  4. Iasmine
    Feb 26, '26 at 4:54 pm

    — Olhe para você — ele ordenou, desferindo um tapa seco e forte na sua nádega, que deixou uma marca vermelha instantânea. — Olhe como a babá fica linda sendo fodida como uma rainha. Você vai lembrar desse momento toda vez que servir o café dela, não vai? Vai lembrar que eu estava enterrado em você nesta mesma cama.

    Com certeza é impossível esquecer kkkkkk acho que pra ambos

  5. Iasmine
    Feb 26, '26 at 4:53 pm

    Sabendo que o jogo havia mudado, você não apenas o esperou nua. Você abriu o closet da patroa, encontrando, no fundo de uma gaveta, uma peça que gritava negligência: uma lingerie de renda francesa vermelha, tão fina que parecia tecida por fadas, ainda com a etiqueta de uma boutique de Paris. Ji-a nunca a usara; talvez por falta de interesse, talvez porque o fogo entre ela e Hoseok tivesse se apagado antes mesmo daquela peça ser comprada.

    Aaah mulher tu é corajosa e afrontosa kkkkkk

  6. Iasmine
    Feb 26, '26 at 4:52 pm

    Enquanto você mordia a gola da camisa dele para abafar um gemido, imaginando que eram as mãos de Hoseok que percorriam suas curvas, ele abria o cinto no escritório. O contraste era torturante: o ambiente infantil de Jiwoo sendo o cenário de uma libertação erótica, e o escritório austero transformado em um confessionário de pecados.

    Jesus amado, ele assistindo tudo ui

  7. Iasmine
    Feb 26, '26 at 4:50 pm

    Sem pensar, você a tomou nas mãos. O perfume dele — uma mistura inebriante de sândalo, bergamota e o cheiro metálico de poder — invadiu seus sentidos. Foi um gatilho. A solidão, o desejo reprimido por um homem que mal te dirigia o olhar e a negligência afetiva daquela casa culminaram em um impulso incontrolável. Você levou o tecido ao rosto, inspirando profundamente, sentindo o rastro da pele dele impregnado na fibra.

    O cheiro desse homem deve ser surreal de bom

  8. Karine
    Jan 11, '26 at 3:35 pm

    Polêmico esse conto kkkkk

  9. Karine
    Jan 11, '26 at 3:33 pm

    — Ela nunca usou isso — ele constatou, os olhos escurecendo. — Comprou para me provocar e depois a esqueceu, assim como esqueceu como é ser uma mulher de verdade para mim.

    Pesado

  10. Karine
    Jan 11, '26 at 3:27 pm

    O ápice veio como um terremoto. Você sentiu os músculos internos se contraírem violentamente ao redor dele, e Hoseok, soltando um rosnado animal, acompanhou seu ritmo, despejando-se dentro de você em um orgasmo duplo que deixou ambos trêmulos e sem fôlego.

    (¬‿¬)

  11. Karine
    Jan 11, '26 at 3:21 pm

    — Ji-a não manda nesta casa quando eu estou nela — ele disse, aproximando-se até que o calor do corpo dele emanasse contra o seu. Ele ergueu a camisa, jogando-a sobre a mesa de carvalho. — Agora, explique-me isso. Uma mordida, no linho caro. Você tem o hábito de destruir as roupas de quem te paga o salário?

    Pô que maldade

  12. Karine
    Jan 11, '26 at 3:18 pm

    — Você mordeu minha camisa — ele constatou, a voz num sussurro perigoso, dando um passo à frente e encurralando-a contra a parede do corredor. — Por que uma babá tão obediente faria algo assim com as roupas do patrão?

    Kkkkkk eu não tô me aguentando

  13. Karine
    Jan 11, '26 at 3:13 pm

    O coração ainda martelava contra as costelas quando você dobrou a camisa de linho com dedos trêmulos, deixando-a em um canto estratégico do quarto. Exausta pela descarga de adrenalina, você se jogou naquele sofá que era, por imposição de Ji-a, o seu único refúgio. Na ausência da patroa, aquele estofado tornava-se sua cama improvisada; a hostilidade da dona da casa era tanta que nem os quartos de hóspedes, vastos e vazios, lhe eram permitidos.

    Ah vadia sem coração

  14. Karine
    Jan 11, '26 at 3:11 pm

    O clímax veio como uma tempestade de verão, súbita e devastadora. No quarto, você atingiu o ápice com o nome dele vibrando em suas cordas vocais, o corpo tremendo em ondas de prazer enquanto se afundava no cheiro do linho. No escritório, Hoseok atingiu o seu próprio limite segundos depois, os olhos fixos nos seus movimentos frenéticos, sentindo uma descarga de adrenalina que nenhuma fusão bilionária jamais lhe proporcionara.

    To atrapalhando alguma coisa ?

  15. Karine
    Jan 11, '26 at 3:10 pm

    Enquanto você mordia a gola da camisa dele para abafar um gemido, imaginando que eram as mãos de Hoseok que percorriam suas curvas, ele abria o cinto no escritório. O contraste era torturante: o ambiente infantil de Jiwoo sendo o cenário de uma libertação erótica, e o escritório austero transformado em um confessionário de pecados.

    Que pecado

  16. Karine
    Jan 11, '26 at 3:09 pm

    Ele viu quando você se sentou no sofá, os olhos fechados em um transe de luxúria solitária. Viu suas mãos subirem pelas coxas, levantando o tecido do uniforme até que a pele alva fosse revelada. O CEO, acostumado a comandar impérios, sentiu-se um escravo daquela imagem. A respiração dele tornou-se pesada, o nó da gravata subitamente apertado demais.

    Passada chocada

  17. Karine
    Jan 11, '26 at 3:08 pm

    Hoseok travou. Ele deveria ter desligado a tela, mas seus dedos hesitaram. Através da resolução nítida da câmera, ele viu você — a mulher que ele tentava ignorar para manter a paz doméstica — pressionando a camisa dele contra o próprio corpo com uma urgência quase dolorosa.

    JHOOOOOOOPEEEEE

  18. Karine
    Jan 11, '26 at 3:07 pm

    Sem pensar, você a tomou nas mãos. O perfume dele — uma mistura inebriante de sândalo, bergamota e o cheiro metálico de poder — invadiu seus sentidos. Foi um gatilho. A solidão, o desejo reprimido por um homem que mal te dirigia o olhar e a negligência afetiva daquela casa culminaram em um impulso incontrolável. Você levou o tecido ao rosto, inspirando profundamente, sentindo o rastro da pele dele impregnado na fibra.

    MDs que perigo kkkk

  19. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:45 pm

    — Olhe para você — ele ordenou, desferindo um tapa seco e forte na sua nádega, que deixou uma marca vermelha instantânea. — Olhe como a babá fica linda sendo fodida como uma rainha. Você vai lembrar desse momento toda vez que servir o café dela, não vai? Vai lembrar que eu estava enterrado em você nesta mesma cama.

    Ah memórias,elas são horríveis pra se apagar

  20. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:43 pm

    — Então parece que eu estou fazendo um favor a ela, não é? — você sussurrou, deslizando a língua pelo lábio inferior. — Já que ela não quer, venha e coma a babá do seu filho na cama onde você deveria comer sua mulher… me foda exatamente onde ela te nega prazer.

    MDS que abusada
    Adoreiiii

  21. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:42 pm

    — Você tem coragem… — ele sussurrou, a voz carregada de uma mistura de fúria e luxúria. — Sabe perfeitamente de quem é essa peça.

    Coragem, porque noção vocês já perderam

  22. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:39 pm

    — Eu mandei minha mãe buscar meu filho para passar o fim de semana com ela — ele confessou, um sorriso de canto surgindo nos lábios. — Eu queria ter tempo de sobra para foder a babá dele sem interrupções. Eu planejei cada segundo desde que vi você com aquela blusa no monitor.

    Mais que safado

  23. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:38 pm

    — Já que o Jiwoo está na casa da minha mãe… — ele começou, a voz voltando ao tom de comando habitual — …quero que suba agora, tome um banho e me espere nua na minha cama. Na minha cama, não naquele sofá imundo.

    Recuperando a dignidade de uma forma bem gostosa

  24. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:35 pm

    — Olhe para o monitor — ele comandou, a voz rouca de desejo, apontando para a tela que ainda mostrava o quarto vazio de Jiwoo. — Foi lá que você começou isso. É aqui que eu vou terminar.

    Cruz credo
    Que inveja

  25. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:32 pm

    — Mentirosa — ele sussurrou, a mão subindo repentinamente para segurar sua nuca com uma firmeza que a fez suspirar. — Eu vi você. Cada movimento. Cada suspiro. Eu vi o que você fez no quarto do meu filho enquanto segurava essa peça de roupa.

    Misericórdia,já tinha fingindo um desmaio kkk

  26. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:27 pm

    O coração ainda martelava contra as costelas quando você dobrou a camisa de linho com dedos trêmulos, deixando-a em um canto estratégico do quarto. Exausta pela descarga de adrenalina, você se jogou naquele sofá que era, por imposição de Ji-a, o seu único refúgio. Na ausência da patroa, aquele estofado tornava-se sua cama improvisada; a hostilidade da dona da casa era tanta que nem os quartos de hóspedes, vastos e vazios, lhe eram permitidos.

    Mais que vaca

  27. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:26 pm

    Ele não saiu do escritório imediatamente. Ficou ali, saboreando o gosto da culpa e o peso da descoberta. Ele sabia que, ao cruzar com você no corredor mais tarde, a dinâmica de “patrão e babá” estaria morta. Ele agora conhecia a profundidade do seu desejo, e você, sem saber, acabara de abrir as portas de um jogo onde ele não aceitaria ser apenas um espectador.

    Pronto pra ação de verdade

  28. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:23 pm

    Enquanto você mordia a gola da camisa dele para abafar um gemido, imaginando que eram as mãos de Hoseok que percorriam suas curvas, ele abria o cinto no escritório. O contraste era torturante: o ambiente infantil de Jiwoo sendo o cenário de uma libertação erótica, e o escritório austero transformado em um confessionário de pecados.

    Cenário diferentes, vontades iguais

  29. THAMIRIS
    Jan 10, '26 at 11:22 pm

    Enquanto você mordia a gola da camisa dele para abafar um gemido, imaginando que eram as mãos de Hoseok que percorriam suas curvas, ele abria o cinto no escritório. O contraste era torturante: o ambiente infantil de Jiwoo sendo o cenário de uma libertação erótica, e o escritório austero transformado em um confessionário de pecados.

    Jhope no mood sério, é uma perdição

Nota

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