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O relógio na parede marcava 02:15. O único som na casa era o zumbido baixo da geladeira, até que o clique metálico da fechadura ecoou pelo hall. Isabel entrou na ponta dos pés, segurando os saltos em uma das mãos, respirando fundo para manter o equilíbrio.

Ela achou que estava segura, até que o estalo de um interruptor quebrou a escuridão. A luz suave do abajur revelou a silhueta de Jin no sofá. Ele não parecia nada feliz; os braços estavam cruzados sobre o peito largo, e o olhar era uma mistura de alívio e irritação.

— Você está cinco horas atrasada, Isabel — a voz dele saiu rouca, profunda, preenchendo o vazio da sala.

Isabel soltou um suspiro longo, derrotada. Em vez de subir correndo ou inventar uma desculpa, ela caminhou lentamente até ele. A saia do vestido curto subiu um pouco enquanto ela se aproximava. Sem dizer nada, ela se sentou ao lado dele, sentindo o calor que o corpo de Jin emanava.

— Ué… você está acordado? — ela murmurou, a voz manhosa pelo cansaço. — Deveria estar dormindo a essa hora, Jin…

Jin respirou fundo, abrindo a boca para soltar a bronca que tinha ensaiado a noite toda sobre responsabilidade e segurança. Mas, antes que a primeira palavra saísse, Isabel se inclinou. Ela virou o corpo totalmente para ele e, com uma naturalidade que fez o coração dele errar uma batida, deitou a cabeça no colo dele.

— Deixa eu ficar aqui só um pouquinho, irmão… — ela pediu, fechando os olhos.

O toque dela no colo dele agiu como um choque elétrico. Jin sentiu o perfume de Isabel — uma mistura de baunilha e algo cítrico da festa — invadir seus sentidos. Ele olhou para baixo, observando o rosto dela sob a luz âmbar. Ela parecia tão vulnerável, mas ao mesmo tempo, a forma como as pernas dela roçavam as dele não tinha nada de inocente.

Jin passou a mão pelo rosto, tentando manter o foco. — Você me deixou louco de preocupação. Seus pais me matariam se algo acontecesse.

— Mas nada aconteceu — ela sussurrou, pegando a mão dele que estava sobre o sofá e levando-a até o próprio cabelo. — Eu só queria aproveitar um pouco. E agora só quero que você não brigue comigo.

Os dedos de Jin, quase por vontade própria, começaram a acariciar os fios de cabelo de Isabel. A pele dela estava quente. A diferença de cinco anos entre eles sempre pareceu um abismo, mas ali, sozinhos naquela casa silenciosa, o abismo parecia ter desaparecido.

Isabel sentiu a mão dele hesitar e depois se firmar, os dedos longos se enroscando em suas mechas. Ela deu um leve suspiro de satisfação e se aninhou mais, sentindo o músculo da coxa dele sob sua bochecha.

— Jin… — ela chamou baixinho, abrindo os olhos e olhando para ele de baixo para cima. — Você ainda está bravo?

Jin sentiu o corpo retesar. A pergunta dela, feita daquela forma, olhando-o de baixo para cima com os olhos ligeiramente brilhantes, era um teste de resistência para qualquer autocontrole que ele ainda tentasse manter.

Ele pigarreou, tentando recuperar a voz firme que um “irmão mais velho” deveria ter, embora seus dedos continuassem, quase involuntariamente, traçando o contorno da orelha dela.

— Eu deveria estar — ele respondeu, a voz soando mais grave do que o planejado. — Você sabe que não pode sumir assim. Meus pais me confiaram a chave da casa e a sua segurança, Isabel. Minha vontade era te deixar de castigo até eles voltarem da casa da sua avó.

Ele tentou endurecer o olhar, mas o contato da bochecha dela contra sua coxa estava criando um calor que subia por seu abdômen. Isabel deu um sorrisinho de canto, nada arrependida, e se ajeitou ainda mais no colo dele, o que fez o tecido da calça de Jin esticar.

— Castigo? — ela murmurou, com um tom de desafio divertido. — Acho que sou um pouco crescida demais para isso, Jin. Além do mais… a festa não foi só perda de tempo.

Ela fez uma pausa, observando a expressão confusa e atenta dele.

— Aprendi uma coisa bem legal hoje… foi legal fazer… — ela soltou a frase, deixando as palavras flutuarem no ar pesado da sala.

Jin parou o carinho no cabelo dela instantaneamente. O coração dele deu um solavanco. Mil imagens passaram por sua cabeça — Isabel dançando com alguém, alguém tocando-a, ela aprendendo algo que não deveria com outro cara. O ciúme, que ele sempre camuflou como “proteção de irmão”, queimou seu peito.

Ele segurou o queixo dela com uma das mãos, obrigando-a a encará-lo com mais intensidade.

— Aprendeu o quê? — ele perguntou, os olhos estreitados, a voz agora cortante. — Com quem você estava, Isabel?

Ele estava tentando manter a postura de autoridade, mas a mão que segurava o queixo dela tremia levemente. Ele estava perdendo o controle da situação e sabia disso. A ideia de que ela pudesse ter tido experiências novas longe dele o deixava irracional.

— O que foi que você fez de tão “legal” que te deixou com esse sorriso agora? — ele insistiu, inclinando o tronco para frente, diminuindo a distância entre seus rostos até que suas respirações se misturassem.

Isabel soltou um risinho travesso, aquele tipo de som que sempre desarmava o Jin, mas que agora parecia apenas colocar lenha na fogueira.

— Eu estava com… o J-Hope… — ela disse devagar, saboreando a reação dele. — Aquele garoto da minha sala que estava estudando no meu quarto há dois dias, lembra? Ele me mostrou umas coisas…

Ouvir aquele nome foi o estopim. Jin sentiu o sangue subir para o rosto e, de repente, o “modo irmão mais velho protetor” entrou em colapso, disparando palavras como se fosse um metralhadora, sem espaço para ela respirar:

— O quê? O J-Hope? Aquele moleque que mal consegue segurar um lápis e você diz que estava “aprendendo” coisas com ele? Isabel, você perdeu o juízo por acaso? Eu te deixo sair uma noite e você acha que pode sair por aí com qualquer um, ainda mais aquele garoto que eu já cansei de dizer que tem cara de quem não quer nada com a vida, e o que seu pai diria se soubesse disso, hein? Eu fico aqui plantado igual um idiota, preocupado, achando que você foi sequestrada ou coisa pior, e você chega às duas da manhã falando de “coisas legais” com um sujeito que eu nem queria ter deixado entrar no seu quarto pra começo de conversa porque eu sou o responsável por você e se acontecer alguma coisa a culpa cai em cima de mim porque eu sou o mais velho e você deveria ter mais respeito pela minha preocupação e pela confiança que os nossos pais depositaram em…

Ele parou de falar bruscamente. Não porque tinha acabado o assunto, mas porque Isabel o interrompeu de uma forma que ele nunca poderia prever.

Com um movimento ágil, ela puxou a barra da camiseta de Jin para cima, expondo o abdômen definido dele, e colou os lábios ali. Antes que ele pudesse protestar, ela deu um beijo de língua longo e úmido diretamente na pele dele, subindo em direção ao umbigo.

— Isabel! — ele exclamou, mas a voz saiu mais como um gemido sufocado do que uma bronca.

Ela fechou os olhos, passando as mãos pelas costas dele, sentindo os músculos de Jin se contraírem sob seu toque. Enquanto o beijava com uma vontade crescente, ela moveu a cabeça, esfregando-se deliberadamente contra a ereção dele que já marcava a calça, latejando pelo contato.

Jin agarrou o ombro dela, tentando afastá-la, mas suas mãos não tinham força. O conflito interno o estava destruindo.

— Para… Isabel, para agora! — ele disse, a respiração tão curta que ele mal conseguia formar as frases. — Eu sou seu irmão, eu… eu tenho que cuidar de você, isso é errado, a gente não pode… se os nossos pais chegam agora… você está bêbada? Só pode estar louca! Isabel, me escuta, eu sou o responsável aqui e eu estou mandando você parar…

Mas, enquanto ele falava essas palavras de “responsável”, seus dedos se enterraram nos ombros dela, não para empurrar, mas prendendo-a contra si, e o som que saía de sua garganta entre uma frase e outra era o de um homem que estava perdendo a batalha contra o próprio desejo.

— Você não sabe o que está fazendo… — ele tentou uma última vez, embora sua cabeça já tivesse caído para trás e seus olhos estivessem fechados, entregando-se ao prazer que a boca dela causava em seu abdômen.

Isabel parou o movimento bruscamente, deixando apenas o rastro úmido da saliva sobre a pele quente do abdômen de Jin. Ela voltou a deitar a cabeça no colo dele, olhando-o de baixo com uma expressão de falsa inocência, enquanto o dedo dela subia lentamente, traçando o contorno do lábio inferior dele, que estava entreaberto pela respiração acelerada.

— Foi assim que ele me ensinou… — ela sussurrou, a voz carregada de uma malícia que arrepiou cada pelo do corpo de Jin. — Mas ele fez na minha boquinha…

Jin sentiu o sangue latejar nas têmporas. O conflito entre o dever e o instinto era uma tortura física. Isabel, sentindo a rigidez absoluta dele sob sua cabeça, não parou por aí. Ela moveu o rosto propositalmente sobre o volume evidente na calça dele, sentindo o calor e o pulsar do membro de Jin, que parecia querer romper o tecido.

Ele ainda estava com os olhos fechados, a cabeça jogada para trás no encosto do sofá, os nós dos dedos brancos de tanto apertar os ombros dela.

— O que houve, maninho? — ela provocou, soltando um risinho baixo e travesso. — Está passando mal? Seu coração está batendo tão rápido…

Ela deslizou a mão pelas coxas dele, sentindo os músculos de Jin tremendo sob o toque.

— Sabe, Jin… lá na festa eu fui entrar no banheiro, mas ele estava ocupado — ela continuou, a voz como um veneno doce no ouvido dele. — E… eu vi uma coisa pela fresta que me deixou muito curiosa…

Jin soltou um rosnado baixo, uma mistura de negação e agonia. Ele finalmente abriu os olhos, que estavam escuros, a pupila tão dilatada que quase não se via o castanho.

— Isabel, chega… — ele disse, a voz falhando, tentando desesperadamente manter o papel de “irmão responsável”, embora cada fibra do seu ser quisesse o oposto. — Você não tem ideia do fogo com que está brincando. Eu sou o mais velho aqui, eu deveria te colocar no seu quarto e trancar a porta agora mesmo… Mas se você continuar falando… se você continuar me tocando assim…

Ele segurou o pulso dela, mas sua força era mínima, como se ele estivesse implorando para que ela não parasse, ao mesmo tempo em que a razão dizia para ele fugir.

— O que você viu naquele banheiro que te deixou tão “curiosa”, sua pequena insolente? — ele perguntou, a autoridade se perdendo completamente para a luxúria.

O ar na sala parecia ter acabado. Quando Isabel se levantou, Jin achou por um segundo que ela finalmente subiria para o quarto, mas o que ela fez a seguir destruiu qualquer resquício de sanidade que ele ainda tentava preservar.

Ao apoiar uma das pernas no sofá e deixar o vestido subir até a cintura, Isabel escancarou a realidade diante dos olhos de Jin. Ele ficou paralisado, encarando a curva perfeita daquela bunda e o contraste da calcinha encharcada, que brilhava sob a luz do abajur, evidenciando o quanto ela estava excitada com aquela provocação.

— Isabel… pelo amor de Deus… — a voz de Jin sumiu. Ele tentou desviar o olhar, mas era impossível. O papel de “irmão mais velho” estava sendo incinerado pelo desejo bruto.

Ela continuou a narrativa, descrevendo a cena do banheiro enquanto o olhava com uma fome latente. Quando ela pegou a mão dele — a mão que ele usava para protegê-la, para guiá-la — e perguntou o que o rapaz fazia para a menina gritar tanto, o mundo de Jin girou.

Isabel não esperou uma resposta verbal. Ela levou os dedos de Jin à boca, envolvendo-os e chupando-os lentamente, mantendo o contato visual fixo, desafiador e profundo.

Jin sentiu um choque percorrer sua espinha. O som úmido dela sugando seus dedos e o olhar de quem sabia exatamente o poder que tinha sobre ele fizeram o autocontrole de Jin quebrar de vez.

— Você quer saber o que ele estava fazendo? — Jin rosnou, a voz agora completamente dominante, despida de qualquer tom fraternal.

Ele não conseguiu mais se segurar. Em um movimento brusco e possessivo, ele agarrou a cintura dela com a outra mão, puxando-a para mais perto do sofá, os dedos dele se enterrando na carne macia da bunda dela que estava exposta.

— Você veio me provocar a noite toda, falando de outros caras, mostrando o que não devia… — ele disse, puxando os dedos da boca dela apenas para substituí-los pelo seu polegar, pressionando o lábio inferior dela para baixo. — Agora você vai aprender que não se brinca com um homem desse jeito, Isabel. Especialmente não comigo.

Ele a puxou para o seu colo de uma vez, sentindo o corpo dela, agora sem a barreira do vestido, colado ao seu. O rosto dele estava a milímetros do dela, a respiração pesada e quente.

— Se você quer saber por que ela estava gritando… eu posso te mostrar exatamente o porquê. Mas depois que eu começar, não vai ter “irmão mais velho” para te salvar de mim.

O som que saiu da garganta de Isabel quando Jin apertou sua bunda foi um gemido agudo, uma mistura de surpresa e puro deleite. A palma da mão dele era quente e grande, cobrindo quase toda a bochecha da sua nádega, e a força com que ele a segurava mostrava que o “irmão” tinha dado lugar ao homem.

— Ahnn… Jin… — ela suspirou, o corpo arqueando em direção ao toque dele. — Foi isso o que ele fez? mas eu pensei que ele estivesse usando a boca para beijar aqui…

Com um olhar carregado de luxúria, Isabel tirou lentamente o dedo de Jin de sua boca. Eles estavam brilhando, completamente encharcados pela saliva dela. Sem desviar os olhos dos dele, ela deslizou essa mão babada para baixo, por baixo da calcinha, e guiou os dedos dele diretamente para o centro da sua intimidade, que estava pulsando e terrivelmente úmida.

Jin soltou um arfar pesado, fechando os olhos por um segundo enquanto sentia a textura sedosa e o calor excessivo de Isabel. O contraste entre a inocência da pergunta e a perversidade do gesto dele o estava levando ao limite.

— Ele beijava ela tão gostoso e dizia o quanto ela era doce… — ela murmurou, a voz falhando enquanto começava a se esfregar nos dedos dele que ela mesma mantinha ali. — Eu sou docinha, Jin?

A pergunta foi o golpe final na sanidade dele. Jin abriu os olhos, agora completamente obscurecidos pelo desejo, e a puxou com força, colando o peito dela no seu.

— Você quer saber se é doce? — ele sussurrou contra os lábios dela, a respiração vindo em lufadas curtas. — Eu passei anos tentando não descobrir isso, Isabel. Tentando ser o cara certo, o “irmão” que cuida de você… Mas você não faz ideia de quantas vezes eu imaginei o gosto que você tem.

Ele deslizou os dedos de dentro dela, sentindo a lubrificação natural que provava o quanto ela o queria, e depois levou esses mesmos dedos ao próprio nariz, sentindo o aroma dela antes de olhar para a boca de Isabel.

— Você é um veneno, isso sim — ele rosnou, a mão na bunda dela apertando com ainda mais possessividade. — E eu vou provar cada gota desse seu doce agora.

Jin estava completamente entregue ao instinto, deixando de lado qualquer resquício de hesitação. Enquanto uma de suas mãos trabalhava com agilidade e vigor entre as pernas de Isabel, fazendo-a arquechar e quicar freneticamente contra suas coxas, ele inclinou o corpo para frente e abocanhou um de seus seios por cima do tecido fino do vestido, usando os dentes com uma pressão que a fazia soltar ganidos agudos de prazer.

Isabel choramingava, em um estado de êxtase puro, sentindo o latejar constante do membro dele sob seu quadril enquanto rebolava sem parar. O som da sala era preenchido apenas pelos gemidos manhosos dela e pela respiração pesada de Jin.

— Você quer que eu te prove, Isabel? — ele rosnou contra a pele dela, a voz vibrando diretamente em seu corpo.

Sem esperar resposta, ele a segurou pela cintura e a deitou bruscamente no sofá. Isabel se espalhou pelo estofado, ofegante, observando-o se posicionar entre suas pernas. Jin puxou a calcinha dela de vez, expondo-a completamente à luz suave do abajur.

Ele mergulhou o rosto ali, devorando-a com uma fome que parecia acumulada por anos. Enquanto sua língua trabalhava com movimentos firmes e profundos, ele manteve dois dedos lá dentro, fodendo-a em um ritmo implacável que a fazia perder o contato com a realidade. Ao mesmo tempo, sua outra mão subiu para o mamilo dela, massageando-o e apertando-o com força, coordenando cada estímulo para levá-la ao limite.

Entre uma investida e outra, ele se afastava apenas o suficiente para sussurrar contra a pele interna de suas coxas, com a voz carregada de luxúria:

— Você não faz ideia… do quanto você é doce… É um vício, Isabel. Eu nunca vou conseguir parar depois disso.

Isabel enterrou as mãos nos cabelos de Jin, puxando-o para mais perto, enquanto seus quadris subiam involuntariamente em busca de mais, completamente dominada pela forma como ele a possuía ali, no silêncio daquela madrugada.

O grito de Isabel ecoou pela sala silenciosa enquanto o corpo dela se retorcia sob o domínio de Jin. Ela travou as pernas ao redor da cabeça dele, pressionando o rosto do “irmão” contra sua intimidade enquanto jorrava, o gozo quente inundando a boca e o rosto de Jin.

— Porra… Jin… aaaaah! — ela descarregou, tremendo violentamente até perder as forças.

Jin não parou até sentir que o último espasmo dela havia cessado. Ele levantou o rosto, a pele brilhando com o suco dela, os olhos completamente vermelhos de desejo. Ele limpou o canto da boca com o polegar, olhando para ela como um predador que finalmente decidiu que não vai mais fingir ser manso.

— Agora chega de brincar de casinha, Isabel — ele disse, a voz num tom baixo e perigoso que a fez arrepiar.

Ele a pegou no colo de uma vez, sem esforço, e subiu as escadas em passos largos. Ao entrar no quarto dela, ele a jogou na cama e trancou a porta. O Jin “responsável” tinha ficado lá embaixo; ali dentro, ele era o homem que ia tomar o que era dele.

O quarto de Isabel, que antes era um refúgio de inocência, tornou-se o cenário de uma rendição absoluta. Assim que a porta foi trancada, o som do metal batendo contra a madeira foi o sinal de que não havia mais volta.

Jin não parecia mais o homem que cuidava das finanças da casa ou que a ajudava com as tarefas. Ele arrancou a camisa com uma fúria impaciente, revelando os ombros largos e os músculos das costas que se contraíam a cada movimento. Quando ele abriu o cinto e a calça caiu, o que saltou de dentro da cueca deixou Isabel sem fôlego: o pau dele era grande, de uma cor arroxeada pela pressão do sangue, com veias saltadas que pulsavam no ritmo do coração dele. Estava tão duro que chegava a encostar no abdômen.

— Ajoelha, Isabel. Agora — ele ordenou, a voz saindo como um trovão baixo.

Ele se sentou na beira da cama e ela, hipnotizada pela autoridade dele, desceu ao chão. Jin não esperou. Ele envolveu os dedos nos cabelos dela, perto da nuca, e deu um puxão firme, inclinando a cabeça dela para trás.

— Você disse que aprendeu coisas hoje, não foi? — ele rosnou, aproximando a ponta latejante da boca dela. — Pois agora eu vou te mostrar como se faz de verdade. Engole. Tudo.

Ele guiou a cabeça dela com força, forçando a entrada. No primeiro impacto, Isabel sentiu a glande dele bater no fundo de sua garganta. O tamanho era intimidador; ela sentia as veias dele raspando em seu palato. Jin começou a fodê-la bucalmente, com estocadas rítmicas e impiedosas.

O som era úmido, um slap-slap constante da base dele contra o rosto dela. Isabel tentava acompanhar o ritmo, as mãos agarradas às coxas grossas de Jin para se sustentar. Ele não tinha pena; segurava o cabelo dela com força, puxando a cabeça dela para frente e para trás, ditando a profundidade.

— Isso… abre bem essa boquinha — ele gemia, a cabeça jogada para trás, sentindo o calor e a sucção.

Logo, Isabel estava lacrimejando, o rímel borrando levemente enquanto o ar lhe faltava, mas o prazer de ser dominada pelo “irmão” era tão grande que ela forçava a garganta a relaxar, querendo cada centímetro dele dentro de si. O cheiro de Jin, o gosto salgado e a sensação de preenchimento total a deixavam em transe.

Ele parou por um segundo, apenas para puxá-la pelo cabelo para cima, obrigando-a a olhar para ele enquanto ela ainda recuperava o fôlego, com um fio de saliva escorrendo pelo canto da boca.

— Você é muito gulosa, sabia? — Jin sussurrou, os olhos brilhando de luxúria. Ele deu um tapa leve, mas sonoro, na bochecha dela, apenas para marcar o território. — Sobe nessa cama. Eu vou te foder de um jeito que você nunca mais vai conseguir olhar para aquele moleque da sua sala sem sentir nojo da fraqueza dele.

Ele a virou de frente, segurando seus tornozelos e empurrando as pernas dela para trás até que os joelhos de Isabel tocassem seus próprios ombros, abrindo-a completamente para ele. Sem qualquer cerimônia, Jin se posicionou e afundou nela com uma estocada bruta, preenchendo-a até a raiz.

— Ahnn! Jin! — o grito dela foi abafado pelo som da cabeceira da cama batendo com força contra a parede: Pá! Pá! Pá!

Ele começou um ritmo implacável. Cada vez que ele entrava, o corpo de Isabel deslizava pelo colchão, e ele a puxava de volta pelos quadris, apenas para atingi-la com ainda mais fúria. Jin queria marcar o território dele, queria que o corpo dela memorizasse cada centímetro do seu membro.

Para intensificar o prazer, Jin inclinou-se sobre ela, mantendo o peso do seu corpo firme. Enquanto a fodia com estocadas profundas que faziam Isabel revirar os olhos, ele levou uma das mãos até o seu clitóris novamente, pressionando e massageando com o polegar de forma rítmica e agressiva.

— Você gosta disso, não gosta? — ele rosnou no ouvido dela, a voz carregada de uma possessividade sombria. — Gosta de sentir seu irmão te fodendo assim?

Isabel não conseguia formular palavras. Ela apenas balançava a cabeça, choramingando e arranhando as costas largas de Jin. Quando ele percebeu que ela estava prestes a chegar no limite, ele deu um tapa estalado na coxa dela, deixando a marca de seus dedos na pele clara, e aumentou a velocidade.

— Goza, Isabel! Goza pra mim! — ele ordenou, enterrando os dedos nos cabelos dela e puxando a cabeça dela para trás.

Ela desmoronou. Isabel gozou forte, as paredes da buceta apertando o pau de Jin em espasmos frenéticos que quase o fizeram vir antes da hora. Mas ele não parou. Mesmo com ela tremendo e soluçando de prazer, ele continuou a fodê-la com força, ignorando a sensibilidade extrema dela, querendo extrair cada gota de luxúria daquela “maninha” insolente.

A tensão no corpo de Jin atingiu o ponto de ruptura. Seus músculos estavam retesados como cordas de aço. Ele sabia que estava no limite. Com um movimento ágil, ele saiu de dentro dela e a puxou pelos cabelos, obrigando-a a se ajoelhar no colchão e olhar diretamente para ele, com o rosto corado e os lábios inchados.

— Olha pra mim… olha o que você fez comigo — ele disse, a voz trêmula de excitação.

Ele começou a se masturbar com rapidez diante dos olhos dela e, em segundos, gozou com uma força absurda. Jatos quentes e espessos de porra atingiram o rosto de Isabel, cobrindo suas bochechas, seus olhos e descendo pelo pescoço até os seios deixando-a completamente marcada por ele.

Isabel caiu deitada, exausta, sentindo o peito subir e descer freneticamente. Ela estava entregue, coberta por ele, marcada fisicamente pelo homem que ela tanto provocara.

Jin caiu por cima dela, o peso de seu corpo sendo o único conforto após a tempestade. O cheiro de sexo impregnava os lençóis e o ar ao redor deles. Ele aproximou os lábios do ouvido dela, sentindo o calor que emanava da pele de Isabel.

— Amanhã você vai ter dificuldade de andar, maninha… — ele sussurrou, dando uma mordida possessiva no lóbulo da orelha dela, deixando claro que o jogo tinha mudado para sempre. — E é bom você se acostumar, porque nossos pais vão viajar mais vezes… e eu vou estar aqui para te dar todas as lições que você pedir.

32 Comentários

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  1. IASMINE
    Jan 27, '26 at 11:17 pm

    — Amanhã você vai ter dificuldade de andar, maninha… — ele sussurrou, dando uma mordida possessiva no lóbulo da orelha dela, deixando claro que o jogo tinha mudado para sempre. — E é bom você se acostumar, porque nossos pais vão viajar mais vezes… e eu vou estar aqui para te dar todas as lições que você pedir.

    Não ironicamente mas acho que ele na vida real acho que ele deixa de cadeira de rodas a pessoa lkkklkk

    1. @IASMINEJan 27, '26 at 11:32 pm

      kkkkkkkkk

  2. IASMINE
    Jan 27, '26 at 11:16 pm

    Senti uma inveja da Isabel lkkkkkkkk

  3. IASMINE
    Jan 27, '26 at 11:15 pm

    O Jin na escola que ele estudou eu dou aulas kkkkkk

  4. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Jan 6, '26 at 11:29 pm

    Com um movimento ágil, ela puxou a barra da camiseta de Jin para cima, expondo o abdômen definido dele, e colou os lábios ali. Antes que ele pudesse protestar, ela deu um beijo de língua longo e úmido diretamente na pele dele, subindo em direção ao umbigo.

    Tipo DO ND?Tá bêbada ctz kkk

  5. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Jan 6, '26 at 11:23 pm

    O toque dela no colo dele agiu como um choque elétrico. Jin sentiu o perfume de Isabel — uma mistura de baunilha e algo cítrico da festa — invadir seus sentidos. Ele olhou para baixo, observando o rosto dela sob a luz âmbar. Ela parecia tão vulnerável, mas ao mesmo tempo, a forma como as pernas dela roçavam as dele não tinha nada de inocente.

    O “Algo cítrico ” era caipirinha kkkk

    1. @SNdoNamjoon(YrysV)♡Jan 7, '26 at 5:57 am

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  6. Karine
    Jan 5, '26 at 10:43 pm

    Ele começou a se masturbar com rapidez diante dos olhos dela e, em segundos, gozou com uma força absurda. Jatos quentes e espessos de porra atingiram o rosto de Isabel, cobrindo suas bochechas, seus olhos e descendo pelo pescoço até os seios deixando-a completamente marcada por ele.

    Chocada, passada

    1. SNdoNamjoon(YrysV)♡
      @KarineJan 6, '26 at 11:23 pm

      Vc n é a única Kkkkkkk

  7. Karine
    Jan 5, '26 at 10:33 pm

    — Ahnn… Jin… — ela suspirou, o corpo arqueando em direção ao toque dele. — Foi isso o que ele fez? mas eu pensei que ele estivesse usando a boca para beijar aqui…

    Maaaiss geeentee kkkkkk

    1. SNdoNamjoon(YrysV)♡
      @KarineJan 6, '26 at 11:29 pm

      Kkkk

  8. Karine
    Jan 5, '26 at 10:32 pm

    — Você veio me provocar a noite toda, falando de outros caras, mostrando o que não devia… — ele disse, puxando os dedos da boca dela apenas para substituí-los pelo seu polegar, pressionando o lábio inferior dela para baixo. — Agora você vai aprender que não se brinca com um homem desse jeito, Isabel. Especialmente não comigo.

    Aaain agora tomeee

  9. Karine
    Jan 5, '26 at 10:25 pm

    — Eu estava com… o J-Hope… — ela disse devagar, saboreando a reação dele. — Aquele garoto da minha sala que estava estudando no meu quarto há dois dias, lembra? Ele me mostrou umas coisas…

    iiiiih Rafael Monaliso é “pobrema” kkkkk

  10. Karine
    Jan 5, '26 at 10:22 pm

    — Aprendi uma coisa bem legal hoje… foi legal fazer… — ela soltou a frase, deixando as palavras flutuarem no ar pesado da sala.

    Aprendeu com quem será hein kkkk

  11. Isa
    Jan 5, '26 at 6:38 pm

    “arranhando as costas largas de Jin.”

    AINDA BEM QUE SABEMOS COMO É AS COSTAS DELE, A IMAGINAÇÃO VAI LONGE!

  12. Isa
    Jan 5, '26 at 6:36 pm

    “e eu vou estar aqui para te dar todas as lições que você pedir. ”

    TOMARA QUE OS PAIS NÃO VOLTEM !

  13. Isa
    Jan 5, '26 at 6:31 pm

    “que você nunca mais vai conseguir olhar para aquele moleque da sua sala sem sentir nojo da fraqueza dele. ”

    VIXE,O J-HOPE vai ficar sabendo disso kkkkkkklk

  14. THAMIRIS
    Jan 5, '26 at 6:24 pm

    — Amanhã você vai ter dificuldade de andar, maninha… — ele sussurrou, dando uma mordida possessiva no lóbulo da orelha dela, deixando claro que o jogo tinha mudado para sempre. — E é bom você se acostumar, porque nossos pais vão viajar mais vezes… e eu vou estar aqui para te dar todas as lições que você pedir.

    Já pode trazer a cadeira de rodas
    Mais uma soldada abatida

  15. Thamiris Gomes
    Jan 5, '26 at 6:21 pm

    Isabel não conseguia formular palavras. Ela apenas balançava a cabeça, choramingando e arranhando as costas largas de Jin. Quando ele percebeu que ela estava prestes a chegar no limite, ele deu um tapa estalado na coxa dela, deixando a marca de seus dedos na pele clara, e aumentou a velocidade.

    Ta eu e Isabel sem nenhuma palavra

  16. ISA
    Jan 5, '26 at 6:21 pm

    “— E eu vou provar cada gota desse seu doce agora. ”

    MISERICÓRDIA!

  17. Isa
    Jan 5, '26 at 6:16 pm

    ” Agora você vai aprender que não se brinca com um homem desse jeito, Isabel. Especialmente não comigo. ”

    É AGORA!

  18. Isa
    Jan 5, '26 at 6:12 pm

    “gente não pode ”

    Me poupe , me poupe , Jin , podemos sim!

    1. SNdoNamjoon(YrysV)♡
      @IsaJan 6, '26 at 11:30 pm

      Kkkkkkk

  19. Thamiris Gomes
    Jan 5, '26 at 6:09 pm

    Jin não parecia mais o homem que cuidava das finanças da casa ou que a ajudava com as tarefas. Ele arrancou a camisa com uma fúria impaciente, revelando os ombros largos e os músculos das costas que se contraíam a cada movimento. Quando ele abriu o cinto e a calça caiu, o que saltou de dentro da cueca deixou Isabel sem fôlego: o pau dele era grande, de uma cor arroxeada pela pressão do sangue, com veias saltadas que pulsavam no ritmo do coração dele. Estava tão duro que chegava a encostar no abdômen.

    Que isso irmãozinho

  20. Thamiris Gomes
    Jan 5, '26 at 4:43 pm

    — Você veio me provocar a noite toda, falando de outros caras, mostrando o que não devia… — ele disse, puxando os dedos da boca dela apenas para substituí-los pelo seu polegar, pressionando o lábio inferior dela para baixo. — Agora você vai aprender que não se brinca com um homem desse jeito, Isabel. Especialmente não comigo.

    Se lascou Isabel,de um jeito bem gostoso

  21. Thamiris Gomes
    Jan 5, '26 at 4:31 pm

    — Para… Isabel, para agora! — ele disse, a respiração tão curta que ele mal conseguia formar as frases. — Eu sou seu irmão, eu… eu tenho que cuidar de você, isso é errado, a gente não pode… se os nossos pais chegam agora… você está bêbada? Só pode estar louca! Isabel, me escuta, eu sou o responsável aqui e eu estou mandando você parar…

    Bixin tentando ser responsável,e o cão da menina atentando

  22. Thamiris Gomes
    Jan 5, '26 at 4:27 pm

    — Eu estava com… o J-Hope… — ela disse devagar, saboreando a reação dele. — Aquele garoto da minha sala que estava estudando no meu quarto há dois dias, lembra? Ele me mostrou umas coisas…

    Jhopeeeeeeeeeeeeeeeee
    Olha só o professor

    1. Luana
      @Thamiris GomesFeb 5, '26 at 3:59 pm

      Ele deu aula kkkkk

  23. Thamiris Gomes
    Jan 5, '26 at 4:25 pm

    Ela aprendendo algo novo
    O Jin sendo o diretor da escola

  24. Thamiris Gomes
    Jan 5, '26 at 4:24 pm

    — Aprendi uma coisa bem legal hoje… foi legal fazer… — ela soltou a frase, deixando as palavras flutuarem no ar pesado da sala.

    Imaginando o Jin,abrindo a boca falando ️ epaaaaaa,chegaaa

    1. ISA
      @Thamiris GomesJan 5, '26 at 6:12 pm

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkk

  25. Isa
    Jan 5, '26 at 3:59 pm

    “Ela aprendendo algo que não deveria com outro cara. O ciúme, que ele sempre camuflou como “proteção de irmão”, queimou seu peito.

    AH , JIN, NA ESCOLA QUE VOCÊ ESTUDA, EU DOU AULAS KKKKKK MAL SABE ELE

Nota

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