Capítulo 4 – Vadia de luxo
por FanfiqueiraO silêncio do Green Valley às 16h era absoluto, interrompido apenas pelo som rítmico dos aspersores de água que giravam nos campos vizinhos. Kim Taehyung estava encostado em uma das colunas de mármore do terraço superior, uma posição que lhe dava uma visão panorâmica e privilegiada de toda a entrada do clube e do caminho que levava ao picadeiro de hipismo.
Ele estava à espreita. Não havia outra palavra para descrever a forma como seus olhos escuros e gélidos escaneavam cada veículo que cruzava o portão. Por fora, ele era a imagem da perfeição aristocrática: uma nova camisa polo de seda em tom azul-petróleo, o relógio de platina brilhando discretamente e os cabelos negros perfeitamente alinhados. Mas, por dentro, o “boneco de porcelana” estava em chamas.
Sua mente era um cinema particular de pecados. Enquanto esperava, ele projetava mentalmente cada segundo do que faria com S/N assim que ela deixasse Hanna sob os cuidados do instrutor de montaria. Ele imaginava o momento em que a puxaria para trás de um dos estábulos, o cheiro de feno e couro misturando-se ao perfume dela. Ele planejava como calaria a boca atrevida dela com um beijo que teria gosto de punição por tê-lo feito esperar. Ele visualizava suas mãos calejadas apertando aquela bunda com uma força que deixaria marcas, lembrando-a de que, embora ela achasse que estava jogando, as regras do jogo eram ditadas por ele.
“Duas horas de atraso, S/N… cada minuto vai custar caro para você”, ele pensou, sentindo a ereção pulsar contra o tecido caro da calça de alfaiataria. A antecipação era uma droga, e ele estava completamente sob o efeito dela.
O relógio marcou 16h10. Depois 16h20.
A agitação no setor de montaria começou a diminuir. Taehyung viu, de longe, o Tenente Marcos — o instrutor de Hanna — saindo da arena de areia. O homem levava o pônei que deveria ser da menina de volta para a estrebaria, retirando a sela e limpando o suor do animal. O horário da aula de montaria estava oficialmente encerrado.
Ela não tinha vindo.
Uma onda de fúria fria lavou o corpo de Taehyung. Ele se sentiu estúpido. Pela primeira vez em sua vida meticulosamente planejada, ele havia sido enganado. Ele, o homem que dominava Green Valley com um olhar, passou a tarde inteira como um adolescente ansioso, esperando por uma mulher que sequer se deu ao trabalho de aparecer.
— Patético — ele sibilou para o vento, a voz carregada de um desprezo que era direcionado tanto a ela quanto a si mesmo.
Ele desceu as escadarias do terraço com passos pesados. A máscara de desinteresse estava mais firme do que nunca, mas seus olhos queimavam. Ele atravessou o estacionamento privativo, ignorando os cumprimentos de outros sócios que passavam. Sua única meta era entrar em seu carro e dirigir até que a imagem de S/N desaparecesse de sua mente.
Ele chegou ao seu veículo — um esportivo preto fosco, tão imponente e sombrio quanto seu dono. Mas, ao se aproximar da porta do motorista, ele estancou.
Lá estava ela.
S/N não estava no carro dela. Ela estava encostada no dele.
Ela vestia um vestido de seda leve, num tom de esmeralda que fazia seus olhos brilharem sob a luz do pôr do sol, e o contraste com a lataria preta do carro era absurdo. Ela não parecia a mãe cansada e trabalhadora de ontem; ela parecia uma mulher que sabia exatamente o poder que exercia.
Ela sustentava um sorriso ladino, um toque de escárnio e triunfo dançando em seus lábios.
— Não acredito que você ficou aqui me esperando até agora, Taehyung — ela disse, a voz melodiosa e carregada de uma ironia deliciosa.
Taehyung sentiu o sangue subir para o rosto, mas ele era um mestre na arte da dissimulação. Ele parou a um metro dela, ajeitou os punhos da camisa com uma calma gélida e a encarou com um olhar que tentava projetar o mais puro tédio.
— Esperando? — ele soltou uma risada curta, seca, sem nenhum humor. — Você tem uma autoestima fascinante, S/N. Eu terminei meu expediente e estava apenas revisando alguns relatórios na biblioteca do clube. O fato de você estar aqui agora é apenas uma coincidência irritante.
Ele deu um passo à frente, tentando intimidá-la com sua altura, mas ela não recuou um milímetro. Pelo contrário, ela se endireitou, deixando o corpo ainda mais próximo do dele.
— Relatórios? Na biblioteca? — Ela riu, um som cristalino que o irritou profundamente. — O Sr. Lee me contou que você parecia bem interessado no meu cronograma hoje cedo. E o Tenente Marcos disse que viu você “inspecionando” a cerca da montaria várias vezes.
Taehyung travou o maxilar. Ele queria esganá-la e beijá-la ao mesmo tempo.
— Lee fala demais. E o Tenente está ficando velho — ele rebateu, a voz perigosamente baixa. — Se você perdeu a aula da sua filha, o problema é seu. Agora, saia da frente do meu carro. Eu tenho compromissos.
S/N deu um passo para o lado, mas não para se afastar, e sim para contornar a porta do passageiro. Ela se inclinou, sussurrando perto do ouvido dele, repetindo a tática que ele usara ontem.
— E aí, Kim? Vai continuar fingindo que não está louco para me sentir de novo? — Ela passou a mão pelo capô do carro, deslizando os dedos até a maçaneta. — Vai me levar para a sua casa ou… vai fuder essa “vadia de luxo” aqui mesmo, no banco de trás?
Taehyung sentiu o mundo parar. O termo que ele usara no calor da fúria e do prazer ontem voltou para assombrá-lo.
S/N soltou uma gargalhada genuína, afastando-se apenas o suficiente para olhar nos olhos dele, que estavam agora arregalados de surpresa e desejo contido.
— “Vadia de luxo”? — ela repetiu, rindo com vontade, a cabeça jogada para trás. — Sério, Taehyung? Você usou mesmo isso ontem? Eu não acredito! Você assiste muito filme ruim ou é apenas o seu vocabulário de herdeiro mimado saindo nos momentos de tensão? “Vadia de luxo”… você é ridículo!
O deboche dela foi a gota d’água. Toda a tentativa de desinteresse de Taehyung desmoronou. Ele a prensou contra a porta do carro com um movimento brusco, suas mãos segurando os pulsos dela acima da cabeça. A risada dela morreu, substituída por uma respiração curta e pesada quando ela viu a escuridão absoluta nos olhos dele.
— Você acha engraçado, não é? — ele rosnou, o rosto a milímetros do dela. — Você acha que pode brincar com o meu tempo, me deixar esperando como um idiota e depois rir da forma como eu te possuo?
— Eu acho que você está perdendo o controle, Taehyung — ela provocou, embora seu corpo estivesse tremendo contra o dele. — E você odeia perder o controle.
— Você não tem ideia do que eu odeio — ele disse, a voz rouca, a boca roçando a dela. — Mas você está certa sobre uma coisa. Eu não vou te levar para casa. O banco de trás deste carro custa mais do que o seu SUV inteiro, e eu vou garantir que ele fique manchado com o seu prazer hoje.
Ele destravou o carro com um clique agressivo e a empurrou para dentro do couro escuro do banco traseiro, entrando logo em seguida e fechando a porta, isolando-os do mundo de aparências do Green Valley.
O interior do esportivo de Taehyung era um santuário de luxo, mas em segundos, tornou-se uma jaula de luxúria desenfreada. O cheiro de couro novo foi rapidamente substituído pelo aroma inebriante da pele quente de S/N e pela umidade que já começava a se manifestar entre eles. Assim que a porta se fechou com um baque abafado, o silêncio do estacionamento foi substituído pelo som de respirações erráticas e o roçar frenético de tecidos.
Taehyung não esperou por convites. Ele a prensou contra o banco traseiro, suas mãos grandes e calejadas subindo pelo vestido esmeralda de S/N, rasgando qualquer rastro de hesitação.
— Você gosta de rir, não gosta? — ele rosnou contra a boca dela, sua voz soando como um trovão baixo e perigoso. — Vamos ver se você consegue rir enquanto eu te fodo até você esquecer o seu próprio nome.
Ele a puxou para cima, forçando-a a sentar em seu colo. S/N, com os olhos injetados de desejo e um sorriso desafiador que ainda teimava em não desaparecer, montou nele, sentindo a ereção de Taehyung — rígida e latejante sob o tecido fino da calça — pressionar exatamente onde ela mais precisava.
— Menos conversa, “boneco”… — ela provocou, a voz rouca, enquanto suas mãos mergulhavam nos cabelos negros dele, puxando-os com força para trás. — Mais ação.
Taehyung soltou um palavrão baixo, a mão subindo para a nuca dela e puxando-a para um beijo que não tinha nada de romântico. Era uma batalha de línguas, um intercâmbio de dentes e saliva que deixava claro quem estava no comando. Ele desceu as mãos para as nádegas dela, apertando-as com uma força que deixaria marcas, e desferiu um tapa sonoro que ecoou no espaço confinado do carro.
S/N arqueou as costas, soltando um grito de prazer que foi abafado pela boca de Taehyung.
— Isso… geme pra mim — ele comandou, enquanto abria o cinto e baixava a calça, libertando sua masculinidade que pulsava com uma urgência violenta. — Senta. Agora.
S/N não hesitou. Ela se elevou apenas o suficiente para alinhar o centro de sua feminilidade, que já estava emcharcada, com a ponta dele. Quando ela desceu, a entrada foi lenta, torturante e profunda. Taehyung soltou um rosnado animal ao sentir o aperto dela, as paredes internas de S/N abraçando-o como se tivessem sido feitas sob medida.
Ela começou a cavalgar, um ritmo frenético e desordenado, as mãos apoiadas no peito dele enquanto o vestido esmeralda subia até sua cintura. Taehyung a observava de baixo, os olhos escuros fixos no rosto dela, assistindo a cada careta de prazer, a cada vez que ela mordia o lábio inferior para não gritar.
— Você está tão apertada… porra, S/N — ele arfou, as mãos subindo para os seios dela, apertando-os por cima do tecido fino. — Você foi feita para ser fodida assim. Aqui dentro você é só minha vadia particular.
— Cala… a boca… e me fode! — ela exclamou, aumentando a velocidade das estocadas, sentindo o prazer subir em ondas que ameaçavam desintegrar seu autocontrole.
Taehyung a segurou pelos quadris, assumindo o controle do ritmo. Ele a impulsionava para cima com uma força bruta, fazendo-a colidir contra ele repetidamente. O som da pele batendo contra a pele, o ranger do couro do banco e os gemidos de S/N criavam uma sinfonia de perversão pura.
Em um movimento brusco, ele a virou, colocando-a de quatro no banco traseiro, com o rosto pressionado contra a janela escurecida. Ele se posicionou atrás dela, puxando seu cabelo com força para que ela visse o próprio reflexo borrado no vidro.
— Olha para você — ele sibilou no ouvido dela, enquanto penetrava-a por trás com uma estocada que a fez perder o ar. — Olha como você fica quando eu te possuo. Onde está a mulher abusada agora?
Ele começou a fustigá-la com um ritmo implacável. Eram tapas rítmicos em suas coxas e nádegas, seguidos por puxões de cabelo que forçavam S/N a arquear o corpo, expondo-se ainda mais a ele. O prazer era tão intenso que S/N sentia faíscas atrás de suas pálpebras fechadas.
— Taehyung… meu Deus… eu vou… — ela começou a balbuciar, o ápice aproximando-se como uma avalanche.
— Ainda não — ele ordenou, retirando-se bruscamente, deixando-a suspensa no abismo.
Ele sentou-se novamente e a puxou pela nuca, forçando-a a ajoelhar-se entre suas pernas no espaço reduzido do carro.
— Chupa — ele disse, a voz carregada de uma autoridade sombria. — Eu quero sentir a sua boca em mim até você não aguentar mais. Quero ver essa cara de safada enquanto você me serve.
S/N o olhou de baixo, o cabelo bagunçado, o batom borrado, e uma fome nos olhos que fez Taehyung tremer. Ela o tomou por inteiro, a língua trabalhando com uma perícia que o levava ao limite do suportável. Taehyung enterrou as mãos nos cabelos dela, guiando o movimento, seus quadris movendo-se instintivamente.
— Isso… engula tudo — ele murmurou, a cabeça jogada para trás. — Porque quando eu gozar, S/N… eu quero ver o meu rastro em você. Eu quero gozar nessa sua carinha linda, pra você nunca esquecer quem é que manda aqui.
Ele a puxou de volta para cima, penetrando-a uma última vez em uma posição que permitia que ele visse cada reação dela. O ritmo tornou-se frenético, uma busca desesperada pelo fim. S/N gritava o nome dele, as unhas cravadas nos braços fortes de Taehyung, enquanto ele a fodia com uma selvageria que transcendia qualquer regra social.
— Agora! — ele rugiu, retirando-se no último segundo possível.
O jato quente de sêmen atingiu o rosto de S/N, manchando suas bochechas e seus lábios enquanto ela fechava os olhos, ofegante. Taehyung a observou por um momento, a respiração pesada, o suor escorrendo por seu peito, sentindo uma satisfação que nenhum troféu de golfe jamais lhe proporcionou.
Ele se inclinou, limpando uma gota de sêmen do canto da boca dela com o polegar, antes de dar um beijo casto mas carregado de promessas sombrias.
— Amanhã, S/N — ele sussurrou, a voz voltando ao tom aveludado do instrutor de porcelana. — Teremos outra lição. E eu espero que você não se atrase.
S/N apenas sorriu, um sorriso que dizia que o jogo estava longe de acabar. Ela agora era a dona do segredo mais sujo do Green Valley, e pretendia usá-lo até a última gota.
[quote]— Não acredito que você ficou aqui me esperando até agora, Taehyung — ela disse, a voz melodiosa e carregada de uma ironia deliciosa.
O deboche kkkkk
[quote]— E aí, Kim? Vai continuar fingindo que não está louco para me sentir de novo? — Ela passou a mão pelo capô do carro, deslizando os dedos até a maçaneta. — Vai me levar para a sua casa ou… vai fuder essa “vadia de luxo” aqui mesmo, no banco de trás?
Por essa ele não esperava kkkkk
[quote]— Eu acho que você está perdendo o controle, Taehyung — ela provocou, embora seu corpo estivesse tremendo contra o dele. — E você odeia perder o controle.
O controle ele já perdeu a muito tempo
[quote]S/N apenas sorriu, um sorriso que dizia que o jogo estava longe de acabar. Ela agora era a dona do segredo mais sujo do Green Valley, e pretendia usá-lo até a última gota.
Errada não tá kkkk
Fazia esse “jogo” durar uma eternidade
Aaaaaahhhhh
Pronta pra da o bote
Ela sabe o poder que ela tem kk
Kk,a bonequinha não sabe brincar kk
Kk, mas não foi ele que disse que não tava esperando
Aí é quando a carne cai no prato do carnívoro
MDS que putariaaa
Kkk
Agora pronto, ela não falta mais um dia
Eu tbm não faltaria kkk