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A manhã de sexta-feira em Green Valley nasceu com uma neblina fina que logo foi dissipada pelo sol escaldante, mas para Kim Taehyung, o mundo ainda parecia envolto em uma névoa de adrenalina e obsessão. Ele estava parado na varanda interna do segundo andar do casarão principal, onde ficavam as salas administrativas. Dali, através das paredes de vidro fumê, ele tinha uma visão tática de todo o pátio.

Ele não estava apenas olhando; ele estava vigiando.

Quando o SUV cinza de S/N surgiu no horizonte, os dedos de Taehyung apertaram o parapeito de mármore. Ele a observou estacionar exatamente na mesma vaga de sempre. Ele viu quando ela saltou do carro, vestindo um vestido de alças finas que parecia leve demais, perigoso demais para a sua sanidade. Ela estava distraída, rindo de algo que a pequena Hanna dizia, enquanto ajeitava a mochila de montaria da filha.

“Ela age como se nada tivesse acontecido”, ele pensou, sentindo uma pontada de irritação misturada com um desejo possessivo. “Como se o meu rastro não estivesse marcado na pele dela.”

Ele a viu caminhar em direção ao picadeiro de equitação. O movimento do quadril dela, a forma como o tecido do vestido acompanhava cada passo… era uma tortura deliberada. Taehyung pegou o celular no bolso da calça. Ele não precisava pedir o número dela. Como instrutor-chefe e herdeiro informal de parte das ações do clube, os registros dos sócios eram o seu playground pessoal.

Ele digitou rapidamente, com um sorriso de canto que não chegava aos olhos:

“O vestido verde era bom, mas esse azul me faz imaginar o quão fácil é deslizar essas alças pelos seus ombros. Minha sala. Agora. Ou eu vou buscar você no meio da aula de montaria.”

Lá embaixo, ele a viu parar bruscamente. S/N pegou o aparelho na bolsa, leu a mensagem e olhou para os lados, confusa, com uma expressão de incredulidade que o fez soltar uma risada curta e rouca. Ela digitou algo rapidamente.

O celular dele vibrou:

“Como você conseguiu meu número, seu stalker de porcelana? E quem disse que eu recebo ordens de instrutores de golfe?”

Taehyung respondeu na mesma moeda:

“Eu sou o dono deste lugar, S/N. Eu consigo o que eu quiser. E você tem exatamente cinco minutos após deixar a Hanna antes que eu perca a paciência. Sala 204. A porta vai estar destravada apenas para você.”

S/N deixou Hanna com o instrutor — aulas de equitação para crianças iniciantes costumam durar cerca de 45 minutos, o tempo perfeito para um pecado bem executado. Ela caminhou pelo corredor administrativo com o coração batendo na garganta. A audácia dele a irritava, mas o frio na barriga era inegável.

Ao chegar na porta 204, ela mal teve tempo de bater. Assim que sua mão tocou a madeira nobre, a porta foi aberta com um solavanco. Antes que pudesse dizer “olá”, uma mão firme envolveu seu pulso e a puxou para dentro.

O impacto das costas de S/N contra a porta fechada ecoou na sala ampla e luxuosa. Taehyung a prensou ali mesmo, o corpo dele agindo como uma barreira de calor e músculos.

— Você está muito atrevida hoje — ele rosnou, o rosto a milímetros do dela. O cheiro de perfume caro e café forte que emanava dele era inebriante.

— E você é um maníaco — ela rebateu, mas sua respiração já estava curta. — Como conseguiu meu número?

— Eu já disse… — ele desceu a boca para o pescoço dela, mordendo a pele macia logo abaixo da orelha, fazendo-a soltar um gemido baixo. — Eu consigo tudo o que eu quero. E agora, eu quero silenciar essa sua boca.

Taehyung não deu espaço para discussões. Ele a beijou com uma fome agressiva, a língua explorando a dela com uma autoridade que exigia rendição. Suas mãos não ficaram paradas; uma delas subiu para apertar o seio de S/N por cima do vestido, enquanto a outra desceu para a nádega dela, puxando-a para cima, forçando o quadril dela contra a sua ereção já pulsante.

— Você está sem sutiã… — ele murmurou entre os beijos, a voz rouca de puro tesão. — Você queria que eu percebesse, não queria? Queria me torturar desde o estacionamento.

— Eu queria que você soubesse que não manda em mim — ela disse, arqueando o corpo contra o dele, as mãos puxando o cabelo da nuca de Taehyung com força. — Mas parece que o “boneco” está bem animado hoje.

— Eu vou te foder tanto nessa mesa que você vai esquecer como se caminha até aquele picadeiro — ele sibilou, os olhos escuros brilhando com uma perversidade que Green Valley jamais sonharia existir.

Ele a girou, empurrando-a em direção à grande mesa de carvalho negro que ficava diante de uma imensa janela de vidro do chão ao teto. O risco era absurdo — qualquer um que olhasse do ângulo certo lá embaixo poderia ver vultos — e era exatamente isso que tornava tudo mais excitante.

Taehyung a conduziu até a imensa mesa de carvalho negro com uma urgência que beirava a agressividade. O escritório, banhado pela luz forte que atravessava o vidro do chão ao teto, parecia pequeno demais para a voltagem que emanava deles. Ele a sentou na borda da mesa, derrubando alguns papéis e uma caneta de luxo que rolaram pelo chão, ignorando completamente qualquer protocolo de organização.

— Olha para essa vista, S/N — ele rosnou, as mãos subindo pelas coxas dela e puxando o tecido leve do vestido até a cintura. — Lá embaixo, o clube inteiro acha que eu sou o exemplo de perfeição. Eles não fazem ideia de que eu estou prestes a te abrir no meio em cima da minha mesa de trabalho.

S/N sentiu o frio do tampo de madeira contrastar com o calor abrasador das mãos de Taehyung. Ela olhou para a janela, vendo o movimento distante dos sócios no gramado. O risco era um combustível potente; a ideia de ser vista sendo possuída pelo homem mais cobiçado e enigmático do Green Valley fazia sua umidade dobrar.

— Então para de falar e prova, Taehyung — ela desafiou, a voz saindo entrecortada. — Ou o seu “taco” de ouro só funciona no escuro do estacionamento?

Ele soltou uma risada sombria, um som gutural que vibrou no peito dela. — Você não perde a chance de ser uma vadia atrevida, não é? Vamos ver se você mantém esse tom quando eu estiver enterrado no seu fundo.

Sem qualquer delicadeza, ele puxou as alças do vestido azul dela para baixo. Como ele previra, ela estava sem sutiã. Os seios de S/N saltaram para fora, os mamilos já rígidos pelo tesão e pelo ar-condicionado da sala. Taehyung os encarou com uma fome primitiva, suas mãos grandes envolvendo a carne macia, apertando-as com força enquanto seus polegares esmagavam os bicos.

— Tão lindos… — ele murmurou, a voz rouca. — Eles balançam exatamente como eu imaginei quando vi você andando lá embaixo.

Ele a inclinou para trás na mesa, forçando-a a deitar entre os documentos, e abocanhou um dos seios com uma voracidade que fez S/N arquear as costas e soltar um grito abafado contra o ombro dele. Ele alternava entre mordidas leves e sucções fortes, enquanto sua mão livre descia para o fecho de sua calça. Quando ele se libertou, a ereção pulsou contra a entrada dela, já exigindo passagem.

Taehyung a penetrou com uma estocada única e bruta. O som da carne colidindo e o gemido alto de S/N preencheram o escritório de vidro.

— Porra, S/N… você está muito apertada! — ele xingou, começando um ritmo implacável, seus quadris batendo contra os dela com uma força que fazia a mesa de carvalho ranger. — É assim que você gosta? Sendo fodida no escritório do seu “stalker”?

— Cala a boca… e continua… — ela balbuciou, as unhas cravadas nos braços dele. — Mais forte, Taehyung!

Ele a virou de costas contra a janela, segurando seu pescoço com uma mão enquanto a outra apertava seus seios contra o vidro. Cada estocada a fazia colidir contra a vidraça, e ela conseguia ver o reflexo de seu próprio rosto distorcido pelo prazer proibido.

As pausas eram curtas, apenas o tempo de S/N gozar em espasmos violentos que apertavam Taehyung por dentro, fazendo-o rosnar de prazer. Mas ele não parava. Quando ela achava que tinha terminado, ele mudava a posição, explorando cada centímetro do corpo dela com uma resistência sobre-humana.

— Agora, senta — ele ordenou, sentando-se na cadeira de couro giratória e puxando-a para o seu colo, de frente para ele. — Eu quero você no controle, mas sob as minhas ordens.

Ele a pranchou contra a mesa mais uma vez, mas desta vez ela estava por cima. Taehyung segurou-a pelo cabelo com uma mão, puxando sua cabeça para trás, enquanto a outra mão pressionava a nuca dela.

— Cavalga para mim, S/N. Rebola nesse pau até você não sentir mais as suas pernas — ele sibilou, o rosto tenso. — Eu quero ver você se perdendo por minha causa.

S/N começou a se movimentar, o peso de seu corpo descendo sobre ele, rebolando com uma lascívia que fazia Taehyung fechar os olhos por um segundo. Ele se apoiou na mesa, mantendo-a presa sob seu domínio físico. No ápice da tensão, ele levou o polegar à boca dela, pressionando-o contra seus lábios.

— Chupa — ele comandou, a voz carregada de uma autoridade perversa. — Chupa o meu dedo enquanto eu te arrebento por dentro. Quero ouvir você gemer com a boca cheia.

S/N obedeceu, os olhos fixos nos dele, uma expressão de pura safadeza enquanto envolvia o dedo dele com a língua, mantendo o ritmo frenético nos quadris. Taehyung não aguentou mais. Ele a segurou firme, as estocadas tornando-se curtas e violentas, uma busca cega pelo clímax.

— Eu vou gozar… porra, S/N… eu vou gozar muito dentro de você! — ele rugiu, atingindo o ápice com uma força que o fez estremecer por inteiro.

Eles ficaram ali, emaranhados no escritório, o som apenas de suas respirações pesadas. O tempo de Hanna no picadeiro estava acabando, mas o rastro daquela “aula particular” ficaria marcado na memória de ambos por muito tempo.

Taehyung se afastou lentamente, limpando o suor da testa dela, um brilho de posse ainda mais forte em seus olhos.

— Dez minutos para a aula da Hanna acabar — ele sussurrou, a voz voltando ao controle. — Se arruma. A gente ainda nem começou a explorar o resto deste clube.

15 Comentários

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  1. Marcela
    May 15, '26 at 2:39 am

    [quote]Quando o SUV cinza de S/N surgiu no horizonte, os dedos de Taehyung apertaram o parapeito de mármore. Ele a observou estacionar exatamente na mesma vaga de sempre. Ele viu quando ela saltou do carro, vestindo um vestido de alças finas que parecia leve demais, perigoso demais para a sua sanidade. Ela estava distraída, rindo de algo que a pequena Hanna dizia, enquanto ajeitava a mochila de montaria da filha.

    Alguém da um babador pra ele
    ( Tá precisando)

  2. Marcela
    May 15, '26 at 2:40 am

    [quote]“O vestido verde era bom, mas esse azul me faz imaginar o quão fácil é deslizar essas alças pelos seus ombros. Minha sala. Agora. Ou eu vou buscar você no meio da aula de montaria.”

    Olha msm como ele tá kkkk

  3. Marcela
    May 15, '26 at 2:42 am

    [quote]“Eu sou o dono deste lugar, S/N. Eu consigo o que eu quiser. E você tem exatamente cinco minutos após deixar a Hanna antes que eu perca a paciência. Sala 204. A porta vai estar destravada apenas para você.”

    “Eu consigo o que eu quiser”
    Inclusive ela haha

  4. Marcela
    May 15, '26 at 2:46 am

    [quote]— Dez minutos para a aula da Hanna acabar — ele sussurrou, a voz voltando ao controle. — Se arruma. A gente ainda nem começou a explorar o resto deste clube.

    Vai ter MT aula ainda kkk
    Lugar n vai faltar

    1. Thamiris
      @MarcelaMay 15, '26 at 2:16 pm

      — Você está sem sutiã… — ele murmurou entre os beijos, a voz rouca de puro tesão. — Você queria que eu percebesse, não queria? Queria me torturar desde o estacionamento.

      Ele sendo fogo e ela gasolina

  5. Thamiris
    May 15, '26 at 2:04 pm

    “O vestido verde era bom, mas esse azul me faz imaginar o quão fácil é deslizar essas alças pelos seus ombros. Minha sala. Agora. Ou eu vou buscar você no meio da aula de montaria.”

    Isso não é pra ser segredo senhor Kim?!

  6. Thamiris
    May 15, '26 at 2:19 pm

    — Então para de falar e prova, Taehyung — ela desafiou, a voz saindo entrecortada. — Ou o seu “taco” de ouro só funciona no escuro do estacionamento?

    Corajosa ela né

  7. Thamiris
    May 15, '26 at 2:24 pm

    — Eu vou gozar… porra, S/N… eu vou gozar muito dentro de você! — ele rugiu, atingindo o ápice com uma força que o fez estremecer por inteiro.

    Esse foi um chá bem dado

  8. Thamiris
    May 15, '26 at 2:25 pm

    — Dez minutos para a aula da Hanna acabar — ele sussurrou, a voz voltando ao controle. — Se arruma. A gente ainda nem começou a explorar o resto deste clube.

    Que as aulas da Hanna não acabe nunca

  9. Iasmine
    May 17, '26 at 2:25 pm

    “Ela age como se nada tivesse acontecido”, ele pensou, sentindo uma pontada de irritação misturada com um desejo possessivo. “Como se o meu rastro não estivesse marcado na pele dela.”

    Ele doidinho pra pegar ela de novo

  10. Iasmine
    May 17, '26 at 2:26 pm

    “O vestido verde era bom, mas esse azul me faz imaginar o quão fácil é deslizar essas alças pelos seus ombros. Minha sala. Agora. Ou eu vou buscar você no meio da aula de montaria.”

    Fico besta como eles ao mesmo tempo que se odeiam, eles sentem um tesao absurdo ne

  11. Iasmine
    May 17, '26 at 2:28 pm

    — Eu já disse… — ele desceu a boca para o pescoço dela, mordendo a pele macia logo abaixo da orelha, fazendo-a soltar um gemido baixo. — Eu consigo tudo o que eu quero. E agora, eu quero silenciar essa sua boca.

    Realmente ele consegue tudo quer, e ela ta adorando isso kkkkkk o taco de golfe deve ser incrível

  12. Iasmine
    May 17, '26 at 2:29 pm

    — Dez minutos para a aula da Hanna acabar — ele sussurrou, a voz voltando ao controle. — Se arruma. A gente ainda nem começou a explorar o resto deste clube.

    Será que ele vai abrir inscrições pra esse tour?

  13. Layza
    Jun 5, '26 at 2:45 am

    — Porra, S/N… você está muito apertada! — ele xingou, começando um ritmo implacável, seus quadris batendo contra os dela com uma força que fazia a mesa de carvalho ranger. — É assim que você gosta? Sendo fodida no escritório do seu “stalker”?

    Bora treinar aquele exercício de aperta e solta pra ficar sempre apertada igual a ela kkkkk!

  14. Layza
    Jun 5, '26 at 2:48 am

    Amei essa fanfic! Com o meu amorzinho, e sendo a primeira da minha vida, nunca vou esquecer essas cenas ! Gratidão

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