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O som metálico da porta se fechando ecoou pela sala de ensaio, deixando para trás um silêncio denso, preenchido apenas pelo zumbido baixo do ar-condicionado que não dava conta do calor ali dentro. As luzes principais estavam apagadas; apenas os refletores laterais permaneciam acesos, banhando o chão de madeira em tons de âmbar.

Você guardou seu iPad na mochila, pronta para encerrar o dia, quando o viu pelo reflexo. Jimin não tinha saído com os outros. Ele estava parado no centro da sala, a camiseta de algodão cinza colada ao corpo pelo suor, revelando o contorno dos músculos do peito e do abdômen a cada inspiração profunda.

— Eu ainda não sinto que a transição do segundo refrão está natural — a voz dele saiu rouca, grave, vibrando no espaço vazio. — O movimento do quadril… parece travado.

Você se virou, tentando manter o profissionalismo, embora seu coração tivesse acelerado no instante em que os olhos dele encontraram os seus através do espelho. — Jimin, você executou perfeitamente. Foram seis horas de ensaio, você está exausto.

Ele deu um passo à frente. O som do tênis rangendo no chão de madeira pareceu um trovão. — Eu não quero “perfeito”. Eu quero que seja visceral — ele disse, diminuindo a distância entre vocês até que você pudesse sentir o calor que emanava da pele dele. — Mostre-me de perto. Como você disse? “Mais encaixado, mais profundo”?

Sem esperar sua resposta, Jimin se posicionou atrás de você. Antes que você pudesse protestar, sentiu as mãos dele — quentes e levemente úmidas de suor — envolverem sua cintura com uma firmeza que te fez prender o fôlego. Os dedos dele se fecharam sobre sua cintura, puxando seu corpo para trás até que suas costas tocassem o peito dele.

— Me guia — ele sussurrou contra a curva do seu pescoço, o hálito quente causando um arrepio imediato que percorreu sua espinha. — Mostra exatamente onde eu devo encostar.

Pelo espelho à frente, você viu o olhar dele. Não era o olhar do “idol” gentil que o mundo conhecia; era o olhar de um homem que sabia exatamente o efeito que estava causando em você, e que não tinha a menor intenção de parar.

A sua tentativa de manter o profissionalismo era quase louvável, mas o calor que emanava do corpo de Jimin tornava qualquer pensamento lógico impossível. Você respirou fundo, tentando estabilizar a voz.

Screenshot

— Tudo bem, Jimin. Preste atenção no encaixe… — você começou, colocando suas mãos sobre as dele, que ainda rodeavam sua cintura.

Você iniciou o movimento de forma lenta, movendo os quadris em um arco fluido e controlado, desenhando um oito imaginário no ar. No entanto, em vez de apenas observar, Jimin acompanhou o ritmo. Ele colou o corpo totalmente ao seu, eliminando qualquer milímetro de ar que restava. O tecido fino da calça de moletom dele não era obstáculo suficiente para esconder a reação óbvia e rígida que o contato despertava.

— Assim? — ele murmurou, a voz agora reduzida a um som gutural, enquanto ele forçava o movimento para ser mais lento, mais profundo, mais… pecaminoso.

As mãos dele, antes apenas apoiadas, começaram a subir. Uma delas deslizou por baixo da sua blusa, a palma áspera e quente encontrando sua pele nua. O contraste do toque dele contra sua barriga fez seus joelhos fraquejarem. Você tentou explicar a técnica, mas o que saiu foi apenas um suspiro entrecortado quando ele enterrou o rosto na curva do seu ombro, distribuindo beijos úmidos e lentos ali.

— Você está tremendo, coordernadora — ele provocou, o sorriso dele encostando na sua pele. — É assim que você quer que eu me mova? Com essa intensidade?

Ele não esperou a resposta. Com um movimento ágil, Jimin te girou nos braços dele, prensando suas costas contra o espelho frio. O choque térmico do vidro nas suas costas e o calor do corpo dele na sua frente criaram um curto-circuito nos seus sentidos.

Ele apoiou as duas mãos no espelho, uma de cada lado da sua cabeça, cercando você completamente. O suor escorria pelas têmporas dele, e os olhos pequenos estavam escuros, focados fixamente na sua boca.

— A aula acabou — ele sentenciou, a voz vibrando de desejo. — Agora eu quero ver o que acontece quando a gente para de seguir o roteiro.

O som do impacto suave do seu corpo contra o vidro ecoou pela sala, mas logo foi abafado pelo som das respirações pesadas. Jimin não deu tempo para que você recuperasse o fôlego. Com um movimento carregado de uma força que ele raramente demonstrava em público, ele envolveu suas coxas com as mãos firmes e a ergueu do chão.

Instintivamente, você entrelaçou as pernas ao redor da cintura dele, sentindo os músculos poderosos das coxas de Jimin sustentarem seu peso sem qualquer esforço. O contato direto da sua intimidade contra o volume rígido dele, separado apenas por tecidos finos, fez sua cabeça pender para trás, batendo levemente no espelho.

— Jimin… — seu sussurro foi um misto de aviso e súplica.

— Olha para a gente — ele ordenou, a voz rouca e autoritária.

Ele forçou você a olhar para o lado, para o reflexo no espelho monumental. A imagem era devastadora: as luzes laterais desenhavam as silhuetas de vocês, o brilho do suor na pele dele reluzindo como se estivessem cobertos de óleo. Ele parecia um predador devorando a visão de você em seus braços, vulnerável e desejosa.

Com uma das mãos, ele abandonou sua coxa para puxar levemente seu cabelo, forçando você a encará-lo nos olhos enquanto a outra mão descia com urgência, desfazendo o nó da sua calça. Os dedos dele, ágeis e experientes de anos de dança, encontraram exatamente o que buscavam.

— Você está tão quente… tão pronta para mim — ele sibilou, os lábios roçando os seus antes de invadi-los em um beijo profundo, sedento, que tinha gosto de urgência.

Ele se impulsionou para frente, pressionando você ainda mais contra o espelho, o vidro vibrando com o movimento. Jimin não queria apenas o ato; ele queria a entrega total, o controle absoluto de cada reação sua. A cada estocada de seus dedos e o roçar dos corpos, ele observava no espelho o prazer distorcendo suas feições, deliciando-se com o fato de que a coreógrafa impecável estava agora completamente à mercê dele.

— Eu treinei esse movimento o dia todo na minha cabeça — ele sussurrou entre beijos febris no seu pescoço. — Mas a realidade é muito melhor.

O ar na sala parecia ter se transformado em fumaça, pesado e difícil de respirar. Jimin não conseguia mais se satisfazer apenas com o toque dos dedos; ele precisava da consumação total. Com um movimento brusco e carregado de uma força animal, ele afastou o tecido que ainda restava, expondo você completamente ao olhar dele e ao frio do espelho.

Quando ele se posicionou e finalmente se impulsionou para dentro de você, a entrada foi um choque de realidade e prazer tão profundo que sua visão escureceu por um segundo. Ele soltou um rosnado baixo, gutural, que vibrou contra o seu peito enquanto ele preenchia cada espaço vazio do seu corpo com uma firmeza avassaladora.

Ah… você é tão apertada… — ele sibilou entre dentes, os olhos fixos no reflexo para não perder nenhum detalhe da sua expressão de entrega.

O ritmo dele era impiedoso. Jimin usava o conhecimento que tinha sobre o próprio corpo para ditar uma cadência que misturava a precisão de um dançarino com a sede de um homem possuído. A cada estocada longa e profunda, o som úmido e ritmado do impacto entre seus corpos ecoava pela sala vazia, um estalo que parecia marcar o tempo daquela dança erótica.

Você sentia o gosto dele — um misto de suor salgado e a doçura do beijo faminto que ele voltava a buscar repetidamente. As mãos dele não estavam mais calmas; ele apertava suas coxas com tanta força que os dedos deixavam marcas brancas que logo se tornariam rubras. Ele te suspendia no ar, forçando você a aguentar o peso dele e o seu próprio prazer, enquanto ele buscava o fundo, o limite, o lugar onde você perdia completamente o controle.

— Olha para você… — ele arfou no seu ouvido, a voz falhando enquanto ele acelerava, transformando as investidas em golpes curtos e rápidos que faziam você clamar por mais. — Olha como você me recebe. Você foi feita exatamente para esse momento.

A sensação era de estar sendo desmantelada por dentro. O calor dele era como lava, e o sentimento de ser dominada por Jimin — o homem que todos viam como delicado, mas que ali era pura potência e safadeza — levava você à loucura. As unhas de você cravaram nas costas suadas dele, puxando-o para ainda mais perto, se é que era possível.

O clímax você sentiu os músculos internos de você se contraírem em ondas violentas ao redor dele, e isso foi o fim para ele. Jimin soltou um grito rouco, enterrando o rosto na curva do seu pescoço enquanto o corpo dele se tornava rígido como pedra, descarregando-se dentro de você em jatos quentes e pulsantes. Ele não parou imediatamente; ele continuou a se pressionar contra você, querendo sentir cada espasmo.

O clima de êxtase é subitamente cortado pelo som de passos ecoando no corredor e o eco de risadas masculinas. O pânico atinge você como um balde de água gelada.

— Tem alguém vindo! — você sussurra, a voz falha.

Você se solta dos braços dele, as pernas bambas, e corre para a pequena sala de administração que fica ao fundo do ateliê, um cubículo cheio de prateleiras e papeladas. Jimin entra logo atrás, fechando a porta silenciosamente. O coração dele bate contra suas costas, tão acelerado quanto o seu.

As vozes ficam mais nítidas. O sangue foge do seu rosto quando você reconhece o tom familiar. É o seu marido.

— Ela deve estar terminando o relatório, eu trouxe flores — você ouve a voz dele do outro lado da porta de madeira.

Você gela. Tenta desesperadamente alcançar sua roupa no escuro, mas a mão de Jimin trava seu pulso com uma força possessiva e fria. Ele não parece assustado; ele parece excitado pelo perigo.

— O que você está fazendo? Solta, ele está ali! — você implora em um fio de voz.

Jimin ignora. Ele te vira de frente para a porta, prensando seu corpo contra a madeira. A porta tem um pequeno visor de vidro fumê: você consegue ver a silhueta do seu marido parado no corredor, segurando um buquê, a apenas dois metros de distância. Ele não consegue ver vocês, mas você vê cada detalhe da espera dele.

— Olha para lá… — Jimin sibilou no seu ouvido, a voz carregada de uma malícia sombria. — Ele nem imagina que você está aqui, sendo marcada por mim, não é? Ele está lá fora bancando o bom marido, e você aqui, sentindo o meu cheiro.

A mão dele desce impiedosamente. Ele não tem pressa. Os dedos longos de Jimin começam a te masturbar com uma destreza cruel, encontrando seu centro já úmido e sensível. Você tenta fechar as pernas, tenta lutar contra a traição do seu próprio corpo, mas o prazer é um incêndio.

Enquanto uma mão te leva ao limite, a outra sobe para apertar seus seios com força, os dedos maltratando os mamilos eretos antes de ele inclinar a cabeça e começar a chupá-los com uma voracidade selvagem. O som da sucção parece um trovão no silêncio da salinha.

— Shh… não faz barulho, ou ele entra — Jimin murmura, selando sua boca com um beijo sujo, profundo, explorando sua língua enquanto você solta um gemido abafado contra os lábios dele.

Ele se afasta apenas o suficiente para olhar nos seus olhos, um sorriso perverso brincando nos lábios úmidos.

— Olha que vadia gostosa… — ele sussurra, a voz rouca de puro escárnio e desejo. — O marido está bem ali te esperando com um buquê… e você aqui, toda molhada, sendo dominada por um idol. Geme para mim, sua safada… quero ver você gozar bem na frente dele antes de eu comer esse seu cozinho gostoso.

Ele aumenta a velocidade dos dedos, impiedoso, enquanto a outra mão desce para a sua retaguarda, apertando e reivindicando cada centímetro de você, provando que, naquele momento, o homem com as flores não significava nada diante do poder que ele exercia sobre o seu prazer.

A crueldade das palavras de Jimin e a proximidade do seu marido no corredor dilaceram qualquer resquício de controle que você ainda possuía. A batalha entre a culpa e o prazer já estava perdida. Os dedos de Jimin trabalhavam com precisão, levando você para um precipício onde a queda era inevitável e desejada.

Amor? — a voz do seu marido ecoa do corredor, um som doce e inocente que se torna um detonador para o seu corpo.

No mesmo instante, Jimin se inclina e morde seu lábio inferior com ferocidade, abafando o grito que você não conseguiu segurar. Seus quadris se arqueiam sem sua permissão, e você sente as ondas de prazer varrerem seu corpo, culminando em um espasmo profundo e descontrolado. O líquido quente escorre pelas suas coxas, misturando-se com o suor.

— Isso… isso mesmo — ele sibilou, a voz triunfante, enquanto você tremia incontrolavelmente nos braços dele. — Goze para mim, olhando pra ele.

Sem dar tempo para você se recuperar, Jimin se afasta apenas o suficiente para te virar de costas para ele, as mãos descendo com urgência para sua bunda. Ele te ergue ligeiramente e, com um movimento preciso e decidido, se posiciona.

A entrada foi forte, dominante, sem qualquer aviso. O gemido de surpresa misturado com dor e um prazer insano escapa dos seus lábios enquanto ele invade seu cuzinho de uma vez. O choque é brutal, a sensação de preenchimento é tão intensa que você sente um misto de rasgar e expandir, um gozo invertido que te deixa em pânico e em êxtase.

— Você gosta assim, não gosta, sua putinha? — ele rosnou no seu ouvido, começando a se mover com força e ritmo.

O som do couro batendo na sua carne ecoa na pequena sala: TAP! TAP! TAP! O tapa é dolorido, mas a cada um deles, o prazer pulsante lá dentro se intensifica, diluindo a dor em uma onda de puro gozo. Você mal registra o risco de ser ouvida; o mundo se resume ao corpo de Jimin invadindo o seu, aos tapas estalados e à sensação de ser totalmente dele.

Os movimentos dele são profundos, ritmados e selvagens. Ele não alivia. A cada estocada, você sente o corpo dele te empurrando contra a porta, a madeira fria e o vidro fumê testemunhando a sua perdição.

Amor, eu vou entrar! — a voz do seu marido é mais alta agora, mais perto.

Você tenta gritar, mas Jimin te beija com força, impedindo qualquer som. Ele acelera as estocadas, os tapas na sua bunda tornam-se mais frequentes, e você sente que está prestes a explodir novamente. O deleite dele em te possuir de forma tão profana, com o risco de ser descoberto, era a sua perdição final.

— Geme… Geme, sua safada — ele ordena, a voz rouca, antes de se impulsionar para dentro de você com uma força final e devastadora.

Seu corpo treme, e um grito abafado se mistura ao ronco profundo de prazer que escapa de Jimin enquanto ele se derrama dentro de você, quente e espesso, marcando você completamente, por dentro e por fora, enquanto a voz do seu marido chamava por seu nome do outro lado da porta.

O som da maçaneta girando bruscamente foi como um tiro no silêncio tenso da salinha. O seu marido, do outro lado, forçava a entrada, confuso por encontrar a porta trancada.

— Tem alguém aí? — a voz dele veio abafada, mas próxima demais. — Eu ouvi um barulho… Amor, é você?

O pânico paralisou seus pulmões, mas Jimin não hesitou. Com uma calma assustadora e um sorriso preverso, ele esticou o braço musculoso e segurou a maçaneta com força, impedindo que ela girasse um milímetro sequer. Enquanto mantinha a porta travada com uma mão, o corpo dele continuava pressionado contra o seu, as coxas dele ainda separando as suas, o calor da união de vocês pulsando entre suas pernas.

— Ei! Quem está aí? — o seu marido insistiu, batendo na madeira.

Jimin aproximou os lábios do seu ouvido, mas projetou a voz para que atravessasse a porta, carregada de um tom de deboche e autoridade:

— Cai fora! — Jimin exclamou, fingindo uma irritação impaciente. — Aqui não tem “amor” nenhum. Eu estou ocupado com uma das minhas dançarinas agora… e a última coisa que eu preciso é de um curioso atrapalhando a minha foda. Procura sua mulher em outro lugar!

Você arregalou os olhos, o coração quase saltando pela boca ao ouvir Jimin mentir com tanta naturalidade. Do outro lado, o silêncio foi imediato. Você quase podia sentir a confusão e o constrangimento do seu marido.

— Ah… desculpe. Eu não sabia… me desculpe, Jimin-ssi — a voz dele veio baixa, humilhada, enquanto o som dos passos dele começava a se afastar apressadamente pelo corredor.

Jimin soltou uma risada nasalada, vitoriosa. Ele não saiu de dentro de você imediatamente; em vez disso, ele começou a massagear seus seios com as duas mãos, apertando-os com força enquanto roçava os lábios nos seus, saboreando o gosto do seu medo misturado ao prazer. Ele deu uma última estocada lenta e profunda, arrancando um soluço trêmulo de você, antes de se retirar devagar, deixando um rastro de calor e vazio.

Ele se recompôs com uma rapidez desconcertante, ajeitando a própria roupa como se nada tivesse acontecido. Antes de abrir a porta, ele te prensou contra a parede uma última vez, segurando seu queixo com firmeza e te dando um beijo castigador, possessivo.

— Te vejo amanhã no mesmo horário — ele sussurrou contra sua boca, os olhos escuros brilhando com a promessa de mais. — E me faça um favor: vem com uma lingerie bem gostosa por baixo. Quero algo que eu possa rasgar.

Ele deu um tapa estalado e forte na sua bunda, fazendo a carne vibrar, e saiu da sala com a confiança de quem acabara de conquistar um território. Você ficou ali, no escuro, ouvindo o silêncio da sala de dança e sentindo o latejar entre suas pernas, marcada pelo segredo que agora te prendia a ele para sempre.

38 Comentários

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  1. Karine
    Jan 14, '26 at 5:34 pm

    Você guardou seu iPad na mochila, pronta para encerrar o dia, quando o viu pelo reflexo. Jimin não tinha saído com os outros. Ele estava parado no centro da sala, a camiseta de algodão cinza colada ao corpo pelo suor, revelando o contorno dos músculos do peito e do abdômen a cada inspiração profunda.

    Jimin-shiii

  2. Karine
    Jan 14, '26 at 5:35 pm

    — Eu ainda não sinto que a transição do segundo refrão está natural — a voz dele saiu rouca, grave, vibrando no espaço vazio. — O movimento do quadril… parece travado.

    Esse quadril vai movimentar muito daqui a pouquinho kkkkk

  3. Karine
    Jan 14, '26 at 5:36 pm

    — Me guia — ele sussurrou contra a curva do seu pescoço, o hálito quente causando um arrepio imediato que percorreu sua espinha. — Mostra exatamente onde eu devo encostar.

    Passada, eu tinha pensado em outra coisa kkkkkm

  4. Karine
    Jan 14, '26 at 5:38 pm

    As mãos dele, antes apenas apoiadas, começaram a subir. Uma delas deslizou por baixo da sua blusa, a palma áspera e quente encontrando sua pele nua. O contraste do toque dele contra sua barriga fez seus joelhos fraquejarem. Você tentou explicar a técnica, mas o que saiu foi apenas um suspiro entrecortado quando ele enterrou o rosto na curva do seu ombro, distribuindo beijos úmidos e lentos ali.

    Deixa o ministério do trabalho saber disso

    1. @KarineJan 14, '26 at 5:41 pm

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Tu ta andando de mais com a Yrys kkkkk

  5. Karine
    Jan 14, '26 at 5:45 pm

    As vozes ficam mais nítidas. O sangue foge do seu rosto quando você reconhece o tom familiar. É o seu marido.

    Entre ai seu corno

  6. Karine
    Jan 14, '26 at 5:46 pm

    — Ela deve estar terminando o relatório, eu trouxe flores — você ouve a voz dele do outro lado da porta de madeira.

    Ai ce me quebra…flores?? Ele não podia ta bebado ? Kkkk

    1. @KarineJan 14, '26 at 6:29 pm

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  7. Karine
    Jan 14, '26 at 5:49 pm

    — Olha que vadia gostosa… — ele sussurra, a voz rouca de puro escárnio e desejo. — O marido está bem ali te esperando com um buquê… e você aqui, toda molhada, sendo dominada por um idol. Geme para mim, sua safada… quero ver você gozar bem na frente dele antes de eu comer esse seu cozinho gostoso.

    Não acredito no que estou lendo (*/_\)

    1. @KarineJan 14, '26 at 6:29 pm

      kkkkkkkkkkkkkk implicância com a Yrys kkk shhh

  8. Karine
    Jan 14, '26 at 5:52 pm

    A entrada foi forte, dominante, sem qualquer aviso. O gemido de surpresa misturado com dor e um prazer insano escapa dos seus lábios enquanto ele invade seu cuzinho de uma vez. O choque é brutal, a sensação de preenchimento é tão intensa que você sente um misto de rasgar e expandir, um gozo invertido que te deixa em pânico e em êxtase.

    “De rasgar e expandir” kkkk

  9. Karine
    Jan 14, '26 at 5:53 pm

    Você tenta gritar, mas Jimin te beija com força, impedindo qualquer som. Ele acelera as estocadas, os tapas na sua bunda tornam-se mais frequentes, e você sente que está prestes a explodir novamente. O deleite dele em te possuir de forma tão profana, com o risco de ser descoberto, era a sua perdição final.

    Pare com essas brincadeiras gostosas

  10. Karine
    Jan 14, '26 at 5:55 pm

    — Te vejo amanhã no mesmo horário — ele sussurrou contra sua boca, os olhos escuros brilhando com a promessa de mais. — E me faça um favor: vem com uma lingerie bem gostosa por baixo. Quero algo que eu possa rasgar.

    Esse caso é antigo

  11. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:12 am

    Você guardou seu iPad na mochila, pronta para encerrar o dia, quando o viu pelo reflexo. Jimin não tinha saído com os outros. Ele estava parado no centro da sala, a camiseta de algodão cinza colada ao corpo pelo suor, revelando o contorno dos músculos do peito e do abdômen a cada inspiração profunda.

    A visão do paraíso

  12. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:14 am

    — Eu ainda não sinto que a transição do segundo refrão está natural — a voz dele saiu rouca, grave, vibrando no espaço vazio. — O movimento do quadril… parece travado.

    Conheço um ótimo exercício pra soltura do quadril

  13. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:16 am

    — Me guia — ele sussurrou contra a curva do seu pescoço, o hálito quente causando um arrepio imediato que percorreu sua espinha. — Mostra exatamente onde eu devo encostar.

    Jiminshiiiiiii

  14. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:17 am

    A sua tentativa de manter o profissionalismo era quase louvável, mas o calor que emanava do corpo de Jimin tornava qualquer pensamento lógico impossível. Você respirou fundo, tentando estabilizar a voz.

    Te entendemos kk

  15. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:19 am

    — Assim? — ele murmurou, a voz agora reduzida a um som gutural, enquanto ele forçava o movimento para ser mais lento, mais profundo, mais… pecaminoso.

    Que que isso prof??!

  16. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:21 am

    — A aula acabou — ele sentenciou, a voz vibrando de desejo. — Agora eu quero ver o que acontece quando a gente para de seguir o roteiro.

    Não me diga kk

  17. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:27 am

    Ele se impulsionou para frente, pressionando você ainda mais contra o espelho, o vidro vibrando com o movimento. Jimin não queria apenas o ato; ele queria a entrega total, o controle absoluto de cada reação sua. A cada estocada de seus dedos e o roçar dos corpos, ele observava no espelho o prazer distorcendo suas feições, deliciando-se com o fato de que a coreógrafa impecável estava agora completamente à mercê dele.

    Que homen

  18. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:30 am

    O ritmo dele era impiedoso. Jimin usava o conhecimento que tinha sobre o próprio corpo para ditar uma cadência que misturava a precisão de um dançarino com a sede de um homem possuído. A cada estocada longa e profunda, o som úmido e ritmado do impacto entre seus corpos ecoava pela sala vazia, um estalo que parecia marcar o tempo daquela dança erótica.

    Jimin salgado é o apocalipse da safadeza

  19. THAMIRIS
    Jan 15, '26 at 8:55 am

    O clima de êxtase é subitamente cortado pelo som de passos ecoando no corredor e o eco de risadas masculinas. O pânico atinge você como um balde de água gelada.

    Sempre tem alguém pra estragar

  20. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 7:17 am

    As vozes ficam mais nítidas. O sangue foge do seu rosto quando você reconhece o tom familiar. É o seu marido.

    Ah não creio….
    Jiminshiiiiiii o terror das casadas

  21. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 7:18 am

    — Ela deve estar terminando o relatório, eu trouxe flores — você ouve a voz dele do outro lado da porta de madeira.

    Coitado do corninho
    Ainda é romântico

  22. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 7:20 am

    — Olha para lá… — Jimin sibilou no seu ouvido, a voz carregada de uma malícia sombria. — Ele nem imagina que você está aqui, sendo marcada por mim, não é? Ele está lá fora bancando o bom marido, e você aqui, sentindo o meu cheiro.

    Porra Jimin não atrapalha mais a mente da garota

  23. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 7:22 am

    [quote]— Olha que vadia gostosa… — ele sussurra, a voz rouca de puro escárnio e desejo. — O marido está bem ali te esperando com um buquê… e você aqui, toda molhada, sendo dominada por um idol. Geme para mim, sua safada… quero ver você gozar bem na frente dele antes de eu comer esse seu cozinho gostoso. [/quote
    Que que isso senhor

  24. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 7:23 am

    — Amor? — a voz do seu marido ecoa do corredor, um som doce e inocente que se torna um detonador para o seu corpo.

    Tô com pena dele
    Chama ele pra participar Jimin kk

  25. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 7:25 am

    A entrada foi forte, dominante, sem qualquer aviso. O gemido de surpresa misturado com dor e um prazer insano escapa dos seus lábios enquanto ele invade seu cuzinho de uma vez. O choque é brutal, a sensação de preenchimento é tão intensa que você sente um misto de rasgar e expandir, um gozo invertido que te deixa em pânico e em êxtase.

    MDS Jiminshiiiiiii rasgou a mulher alheia kkk

  26. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 7:28 am

    — Cai fora! — Jimin exclamou, fingindo uma irritação impaciente. — Aqui não tem “amor” nenhum. Eu estou ocupado com uma das minhas dançarinas agora… e a última coisa que eu preciso é de um curioso atrapalhando a minha foda. Procura sua mulher em outro lugar!

    Em choque
    Que diabos o Jimin tá fazendo

  27. THAMIRIS
    Jan 16, '26 at 7:29 am

    — Te vejo amanhã no mesmo horário — ele sussurrou contra sua boca, os olhos escuros brilhando com a promessa de mais. — E me faça um favor: vem com uma lingerie bem gostosa por baixo. Quero algo que eu possa rasgar.

    Outra coisa pra te rasgar né querido kk

  28. Marcela
    Feb 24, '26 at 12:54 am

    — Você está tremendo, coordernadora — ele provocou, o sorriso dele encostando na sua pele. — É assim que você quer que eu me mova? Com essa intensidade?

    Com intensidade é bom, é ótimo haha

  29. Marcela
    Feb 24, '26 at 1:10 am

    [quote]— Olha para lá… — Jimin sibilou no seu ouvido, a voz carregada de uma malícia sombria. — Ele nem imagina que você está aqui, sendo marcada por mim, não é? Ele está lá fora bancando o bom marido, e você aqui, sentindo o meu cheiro.

    Se ela tivesse sentindo só o cheiro era bom kkkkk
    O coitado do corno nem imaginaaaa

  30. Marcela
    Feb 24, '26 at 1:23 am

    Res
    [quote]— Olha que vadia gostosa… — ele sussurra, a voz rouca de puro escárnio e desejo. — O marido está bem ali te esperando com um buquê… e você aqui, toda molhada, sendo dominada por um idol. Geme para mim, sua safada… quero ver você gozar bem na frente dele antes de eu comer esse seu cozinho gostoso.

    Li, reli, li de novo e ainda n tou acreditando no que eu li kkkkkk

  31. Marcela
    Feb 24, '26 at 1:35 am

    — Cai fora! — Jimin exclamou, fingindo uma irritação impaciente. — Aqui não tem “amor” nenhum. Eu estou ocupado com uma das minhas dançarinas agora… e a última coisa que eu preciso é de um curioso atrapalhando a minha foda. Procura sua mulher em outro lugar!

    Mas olha que fdp kkkkk

  32. Iasmine
    Feb 26, '26 at 11:20 am

    Você guardou seu iPad na mochila, pronta para encerrar o dia, quando o viu pelo reflexo. Jimin não tinha saído com os outros. Ele estava parado no centro da sala, a camiseta de algodão cinza colada ao corpo pelo suor, revelando o contorno dos músculos do peito e do abdômen a cada inspiração profunda.

    Oii Mochii, posso te ajudar?

  33. Iasmine
    Feb 26, '26 at 11:22 am

    — A aula acabou — ele sentenciou, a voz vibrando de desejo. — Agora eu quero ver o que acontece quando a gente para de seguir o roteiro.

    Acontece coisas absurdas ein, acho que coisas insanas

  34. Iasmine
    Feb 26, '26 at 11:23 am

    — Olha que vadia gostosa… — ele sussurra, a voz rouca de puro escárnio e desejo. — O marido está bem ali te esperando com um buquê… e você aqui, toda molhada, sendo dominada por um idol. Geme para mim, sua safada… quero ver você gozar bem na frente dele antes de eu comer esse seu cozinho gostoso.

    Meu deus por essa eu não esperava, comedor de mulher casada PASSADA MOCHI

  35. Iasmine
    Feb 26, '26 at 11:24 am

    — Te vejo amanhã no mesmo horário — ele sussurrou contra sua boca, os olhos escuros brilhando com a promessa de mais. — E me faça um favor: vem com uma lingerie bem gostosa por baixo. Quero algo que eu possa rasgar.

    Pronto agora oficialmente tem um amante idol SOCORRO

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