O Ápice da Festa
por FanfiqueiraA iluminação do corredor do condomínio de luxo era de um tom sutil de dourado, mas nada comparado à eletricidade que corria sob a sua pele. O ajuste nas alças do vestido foi milimétrico, apenas para garantir o caimento do tecido que moldava as curvas do corpo com uma precisão que beirava a audácia. Duas horas de preparação pareceram poucas diante do frio que insistia em revirar o estômago; uma oscilação constante entre a pressa de quem já estava atrasada e o capricho quase cirúrgico de quem sabia exatamente quem estaria do outro lado daquela porta.
O visor do celular indicava quase uma hora de atraso. Um sorriso involuntário surgiu, um misto de desculpa ensaiada e uma pitada de puro charme. Conhecendo a roda de amigos e, principalmente, o anfitrião, o som já devia estar alto o suficiente para ecoar pelo saguão, e os brindes provavelmente já teriam ultrapassado a primeira rodada.
Na noite anterior, a conversa no bar ainda ecoava com uma nitidez perigosa na memória. Seokjin — ou Jin, para os íntimos, embora o peso curto e magnético de seu nome fosse o preferido para os pensamentos mais secretos — estava sentado no centro do sofá de couro, cercado pelo grupo de sempre. Ele exalava aquela autoconfiança silenciosa que pouquíssimos homens conseguem sustentar sem parecerem arrogantes. Quando o assunto de uma reunião na noite seguinte surgiu, ele apenas ergueu os olhos escuros, fixando-os diretamente em uma única direção.
“Vou dar uma festa lá em casa amanhã à noite. Vocês podiam aparecer”, ele dissera de forma casual para o grupo. Mas, antes que o barulho das confirmações gerais abafasse o momento, o corpo dele se inclinou ligeiramente. O tom de voz caiu uma oitava, tornando-se um segredo compartilhado em público: “Mas eu faço questão absoluta que você vá. Se você for… bem, aí sim teremos o ponto principal da festa.”
Na hora, a reação foi apenas um riso contido, uma tentativa de disfarçar o calafrio que subiu pela espinha com um gole longo de bebida. Ninguém mais parecia ter notado o duplo sentido implícito, a promessa velada que se escondia sob os cílios longos dele. Mas o recado foi entregue. E o dia seguinte inteiro foi consumido por aquela expectativa.
Agora, diante da imponente porta de madeira escura do apartamento dele, o ar foi preso nos pulmões por um instante. Uma última checada na postura, e os nós dos dedos tocaram a superfície firme.
A resposta foi quase imediata. A porta se abriu com um clique suave, revelando a silhueta que, por um segundo, fez o mundo exterior simplesmente desaparecer.
Jin não estava vestindo roupas casuais de quem recebe amigos para uma noite descontraída de jogos e conversas banais. Ele usava um terno preto sob medida, perfeitamente alinhado aos ombros largos que eram sua marca registrada. A camisa branca por baixo tinha os dois primeiros botões abertos, quebrando o formalismo com uma sensualidade fria e calculada. O cabelo estava levemente desalinhado, caindo de forma fluida sobre a testa. Em sua mão direita, ele segurava uma taça de cristal com um vinho tinto de cor intensa, quase negra.
Um sorriso lento, de canto, desenhou-se nos lábios cheios dele.
— Você veio — a voz de Jin era um barítono macio, ressonando no espaço entre os dois. Ele deu um passo para o lado, abrindo espaço. — Pode entrar. Estava esperando por você.
Um sorriso tenso foi a resposta enquanto o espaço do hall de entrada era invadido. A bolsa foi deixada sobre o aparador de vidro enquanto as desculpas começavam a fluir de forma automática:
— Jin, me desculpa o atraso! Eu sei que estou quase uma hora atrasada, o trânsito estava horrível e eu acabei me envolvendo com os detalhes do vestido, mas…
As palavras morreram no ar. O silêncio que se instalou foi imediato e ensurdecedor.
O apartamento era imenso, decorado com um minimalismo sofisticado que misturava arte contemporânea e móveis de design. Mas o que realmente chamou a atenção foi a atmosfera. Não havia o falatório alto do grupo de amigos. Não havia o som de copos batendo, risadas escandalosas ou o ritmo vibrante de uma playlist de festa.
Em vez disso, o ambiente era banhado por uma iluminação indireta e quente, pontuada por algumas velas estrategicamente acesas. Ao fundo, quase como um sussurro, uma melodia suave de jazz dedilhada no piano flutuava pelo ar, preenchendo os espaços vazios com uma intimidade quase palpável.
Um olhar confuso varreu a sala impecável. E completamente vazia.
— Ué… — Uma risada nervosa escapou, tentando dissipar a tensão que de repente começou a brotar no peito. — Cadê o pessoal? Eu… eu fui a primeira a chegar? Nossa, achei que com uma hora de atraso a festa já estaria no ápice.
Jin fechou a porta atrás de si. O som do trinco ecoou como o fechamento de uma fortaleza, isolando os dois do resto do mundo. Ele caminhou devagar, os sapatos de couro nobre fazendo um som abafado contra o tapete espesso. Seus olhos não desviaram por um único segundo, descendo pelo decote do vestido antes de voltarem ao topo, brilhando com uma intensidade predatória e assumidamente divertida.
— Você não chegou cedo — ele disse, parando a menos de um passo de distância. O aroma do perfume amadeirado dele misturado ao toque frutado do vinho invadiu todos os sentidos. — E também não está atrasada. Chegou exatamente na hora certa.
— Mas… e os outros? Onde está todo mundo? — A pergunta saiu quase em um sussurro, enquanto o coração começava a acelerar num ritmo visivelmente diferente da música de fundo.
Jin ergueu a taça de vinho, levando-a aos lábios. Ele tomou um gole lento, mantendo o contato visual de um jeito que fez os joelhos vacilarem de leve. Quando afastou a taça, seus lábios guardavam o brilho úmido da bebida.
— Eu disse que queria uma festa — ele pontuou, a voz baixa, quase um ronronar sedutor. — Mas eu nunca disse que haveria outras pessoas além de mim.
Um passo instintivo para trás foi dado, o choque se misturando a uma onda súbita de calor que subiu pelo pescoço.
— Como assim, Jin? — Uma risada de puro espanto ecoou na sala. Os braços se cruzaram de leve numa tentativa falha de criar uma barreira contra o magnetismo dele. — Eu estava lá ontem! Eu vi você convidar todo mundo. O grupo do celular passou a tarde combinando os horários!
— Sim, eu convidei — Jin admitiu facilmente, eliminando a distância que havia sido criada. Ele estendeu a mão livre, tocando delicadamente a lateral do ombro exposto, deslizando os dedos longos pela pele com uma leveza torturante. — Mas depois eu desmarquei com cada um deles. Inventei uma desculpa qualquer sobre um imprevisto de última hora.
— Você desmarcou a festa inteira? — Os olhos se arregalaram diante da confissão. — Por quê?
Jin soltou um riso baixo, aquele som rouco e charmoso que costumava desarmar qualquer defesa. Ele se inclinou um pouco, o suficiente para que sua respiração quente roçasse a bochecha.
— Porque, como eu te disse ontem à noite… o ápice da festa é você. E eu sou um homem muito egoísta. Não tenho a menor intenção de compartilhar o melhor da minha noite com mais ninguém.
O impacto daquelas palavras fez o estômago dar uma reviravolta deliciosa. A audácia dele era avassaladora. Era preciso lutar para manter a postura, enquanto a mente tentava encontrar o equilíbrio diante daquela emboscada perfeitamente planejada.
— Você planejou isso tudo? — a voz saiu um pouco mais trêmula do que o desejado. — E se eu não viesse? E se eu tivesse desistido no último minuto?
— Você viria — ele afirmou, com uma certeza absoluta que fez a garganta secar. — Eu vi como você olhou para mim ontem no bar. Você queria saber o que aconteceria se aceitasse o meu convite. E aqui está.
Jin se afastou apenas o suficiente para caminhar até o bar de canto. Ele pousou sua taça e, com movimentos lentos e perfeitamente calculados, pegou uma segunda taça de cristal, preenchendo-a com o mesmo líquido rubi denso. O som do vinho caindo no cristal parecia amplificado pelo silêncio cúmplice do apartamento.
Ele voltou, estendendo a taça cheia.
— Um brinde? — ele ofereceu, os olhos brilhando sob a luz difusa. — À nossa festa particular.
A hesitação durou um segundo, alternando o olhar entre a taça e o homem imponente à frente. Havia um perigo fascinante em aceitar aquilo, uma linha invisível que, uma vez cruzada, não teria volta. Os dedos se estenderam, e a ponta dos dedos roçou a dele ao pegar o vidro. O choque térmico da pele quente dele contra a sua fez o pulso saltar.
— Você é inacreditável, Seokjin — a frase foi dita como uma rendição implícita, aceitando o brinde.
As taças se encostaram com um tilintar cristalino. O primeiro gole foi generoso. O vinho era encorpado, quente, descendo pela garganta e espalhando uma coragem líquida por todo o corpo.
— Se eu soubesse que era uma armadilha, talvez tivesse pensado duas vezes — o blefe veio na tentativa de recuperar um pouco do controle, enquanto as costas encontravam o apoio lateral do sofá grande de linho.
Jin sorriu, deixando a própria taça de lado em uma mesa de apoio. Ele começou a caminhar na mesma direção, com a calma torturante de quem sabe que o tempo estava totalmente a seu favor.
— Não é uma armadilha se você queria estar aqui tanto quanto eu — ele rebateu, a voz perigosamente mansa. Ele parou bem em frente, encurralando a silhueta sutilmente contra o apoio do estofado. — Se eu dissesse a verdade… se eu dissesse explicitamente que queria você aqui, sozinha, neste apartamento, para que eu pudesse ter cada segundo da sua atenção só para mim… você teria vindo?
A garganta secou de vez. A honestidade crua dele era a maior de todas as armas. O olhar caiu sobre os lábios bem desenhados de Jin, sentindo a tensão sexual entre os dois esticar-se como uma corda prestes a romper.
— Talvez… talvez eu ficasse com um pouco de medo — a confissão veio em um sussurro, sustentando o olhar dele.
— Medo de mim? — ele perguntou, erguendo uma das sobrancelhas, uma expressão imensamente sedutora cruzando suas feições perfeitas.
— Medo do que você me faz sentir — a audácia finalmente venceu a última barreira de timidez.
O olhar de Jin mudou instantaneamente. A diversão deu lugar a uma fome escura, profunda e avassaladora. Ele deu o último passo, eliminando qualquer vestígio de espaço restante entre os corpos. Suas mãos subiram devagar, contornando a cintura com firmeza, puxando o corpo para junto do seu. O tecido estruturado do terno dele era áspero contra a pele sensível dos braços expostos, criando um contraste deliciosamente provocante.
— Então você não tem ideia do perigo em que se encontra agora — ele sussurrou, a voz áspera de desejo, os lábios quase tocando a pele da orelha. — Porque eu esperei tempo demais por essa noite. E agora que tenho você exatamente onde queria… eu não vou ter pressa nenhuma.
O som suave do jazz que vinha da sala parecia se perder na imensidão da cobertura, deixando apenas o barulho sutil da água se movendo e a respiração ritmada dos dois.
O terno de Jin já não estava tão impecável. O paletó fora deixado de lado em algum momento sobre uma das espreguiçadeiras, e as mangas da camisa branca estavam dobradas até os antebraços, revelando veias marcadas e uma força silenciosa. Ele mantinha a taça de vinho entre os dedos longos, mas sua atenção estava totalmente voltada para o corpo à sua frente, que se apoiava timidamente contra o parapeito de vidro da cobertura.
— Você continua tensa — ele observou, a voz como um veludo escuro. Ele deu um passo à frente, a sola dos sapatos de couro estalando suavemente no deque molhado. — O que foi? Ainda está processando o fato de que sequestrei você para uma festa de um homem só?
— Talvez — a resposta veio acompanhada de um sorriso de canto, embora o peito subisse e descesse rapidamente. — É só que… você tem essa pose toda de homem de negócios sério, Seokjin. O mundo inteiro olha para você e vê alguém intocável, focado, quase frio. E de repente, você me traz aqui e faz… isso.
Jin soltou uma risada baixa, aquele som característico e contagiante que quebrava qualquer atmosfera excessivamente dramática. Ele tombou a cabeça ligeiramente para o lado, um brilho travesso surgindo em seus olhos escuros.
— Ah, então você acha que eu sou frio? — ele brincou, dando mais um passo, reduzindo o espaço entre os dois a quase nada. — Claramente você não entende nada de física, querida. Um homem com ombros tão largos quanto os meus precisa acumular uma quantidade imensa de calor interno para manter a postura. É pura ciência. Se eu fosse frio, eu já teria encolhido.
A piada, dita com aquela seriedade cômica que só ele conseguia sustentar, funcionou instantaneamente. Uma risada alta e genuína escapou dos lábios dela, desarmando a rigidez que ainda travava seus ombros. A tensão que antes parecia um peso transformou-se em pura eletricidade acumulada.
— Você é ridículo — ela murmurou, balançando a cabeça, os olhos brilhando de admiração.
— Sou persistente — ele corrigiu em um sussurro, deixando a taça de vinho de lado sem desviar os olhos dos dela.
A atmosfera mudou em um milissegundo. O humor leve evaporou, substituído por uma gravidade física que parecia distorcer o ar ao redor. Jin deu o último passo. Suas mãos, grandes e quentes, subiram pela lateral do corpo dela, os polegares traçando a curva do quadril por cima do tecido fino do vestido. O calor da pele dele parecia queimar mesmo através da barreira da roupa.
— E eu cansei de conversar — ele declarou, a voz áspera, o tom brincalhão completamente extinto.
Antes que houvesse tempo para qualquer resposta, Jin inclinou a cabeça e tomou a boca dela em um beijo faminto.
Não houve hesitação ou delicadeza inicial; foi uma reivindicação pura e absoluta. A boca de Jin era quente, possessiva, a língua dele invadindo o espaço com uma urgência que fez os joelhos dela vacilarem. Suas mãos subiram para os cabelos dele, os dedos se enroscando nos fios escuros e macios enquanto ela se entregava ao ritmo avassalador do beijo. O gosto do vinho tinto se misturava ao calor de suas bocas, criando uma embriaguez que não vinha do álcool.
Jin gemeu baixo contra os lábios dela, um som gutural que vibrou diretamente no peito dela. Ele a puxou para mais perto, colando os corpos com tanta força que ela podia sentir a rigidez dele pressionando contra o seu ventre. O mundo exterior desapareceu; não havia mais cobertura, não havia mais cidade, não havia mais amanhã. Havia apenas o toque dele, o cheiro dele, a boca dele.
Ele interrompeu o beijo por um segundo, apenas para trilhar um caminho de beijos úmidos e famintos pelo maxilar dela, descendo pelo pescoço, sugando a pele sensível ali até arrancar um suspiro trêmulo de seus lábios.
— Jin… — ela sussurrou, a voz arrastada, as mãos apertando os ombros largos dele.
— Você fala demais — ele murmurou contra a pele dela.
Em um movimento rápido e surpreendentemente fluido, Jin passou os braços por baixo das coxas e das costas dela, erguendo-a do chão como se ela não pesasse absolutamente nada. Ela soltou um pequeno grito de surpresa, os braços instintivamente se envolvendo ao redor do pescoço dele para se segurar.
Jin olhou nos olhos dela, um sorriso desafiador e intensamente sexy brincando em seus lábios.
— O que você… — ela começou, mas a pergunta foi cortada pelo som do vento.
Com um único passo firme para o lado, Jin se jogou na piscina, levando-a junto.
O impacto com a água morna foi um choque de sensações. O mundo ficou momentaneamente silencioso e azul sob a superfície antes de os dois emergirem, partindo a água com força. O vestido dela, agora completamente encharcado, colou-se ao corpo como uma segunda pele, delineando perfeitamente cada curva sob a luz subaquática. O cabelo de Jin estava totalmente molhado, caindo sobre os olhos de um jeito que o deixava ainda mais devastadoramente bonito.
Ela limpou a água do rosto, respirando fundo, o coração batendo na garganta enquanto a adrenalina corria por suas veias.
— Você enlouqueceu de vez! — ela exclamou, batendo de leve no peito dele, embora estivesse rindo e ofegante.
Jin não respondeu com palavras. Ele a puxou pela cintura sob a água, prendendo as costas dela contra a parede de azulejos da piscina. A água morna batia na altura do peito de ambos. Os olhos dele estavam fixos nos dela, escuros de puro desejo, sem qualquer traço da leveza de antes.
— Eu disse que queria você sem distrações — ele disse, a voz mais baixa e rouca, ecoando de um jeito que fez o corpo dela estremecer por completo. — E roupas são uma distração fantástica.
As mãos de Jin desceram sob a água, encontrando a barra do vestido encharcado. Com movimentos ágeis e decididos, ele subiu o tecido pela cintura dela, revelando a pele arrepiada pelo contraste térmico e pela antecipação. Ela prendeu a respiração quando sentiu os dedos dele traçarem a lateral de suas coxas, subindo até encontrar a calcinha de renda, que ele simplesmente puxou para o lado com uma impaciência deliciosa.
— Jin, espera… o que… — ela tentou falar, a mente nublada pelo prazer que já começava a se acumular entre as pernas.
— Quero você agora — ele interrompeu, a voz firme, sem espaço para discussões. — Aqui.
Ele segurou as coxas dela, erguendo o corpo dela ligeiramente na água para que ela se apoiasse na borda da piscina. Ela jogou a cabeça para trás, o pescoço exposto sob a luz da lua, os dedos cravando-se no deque de madeira molhado atrás de si para manter o equilíbrio.
Com um movimento preciso, Jin desabotoou a calça sob a água e, sem aviso, empurrou o quadril para a frente, penetrando-a de uma vez só.
Um gemido alto e agudo escapou da garganta dela, ecoando pelo espaço aberto da cobertura. A sensação de preenchimento foi imediata, intensa e avassaladora. O calor dele contrastava com a umidade da piscina, criando uma fricção torturante e perfeita a cada movimento.
— Aaaah, Jin… — ela soltou um ganido, a cabeça balançando de um lado para o outro enquanto ele começava a se mover dentro dela.
Os movimentos dele eram ritmados, fortes e profundos. A água ao redor deles agitava-se, batendo contra as paredes da piscina em um ritmo que acompanhava o som dos corpos se encontrando. Jin segurava os quadris dela com firmeza, ditando a velocidade, cada estocada fazendo o corpo dela se curvar de prazer.
— Jin… — ela ofegou, tentando falar entre os gemidos que não conseguia controlar. — Jin… Alguém pode… Ninguém pode ver…
Jin parou por um breve segundo, o corpo ainda profundamente enterrado no dela. Ele se inclinou para a frente, o peito largo pressionando o dela, os olhos brilhando com uma intensidade quase selvagem. O maxilar dele estava travado de determinação.
— Ninguém vai saber de nada, querida — ele sussurrou perto do ouvido dela, a voz enviando calafrios por toda a sua coluna. — Ninguém precisa saber que eu estou te fodendo agora. Só eu e você. Então cala a boca e geme para mim.
A crueza daquelas palavras foi o estopim. Qualquer barreira de autocontrole que ela ainda tentava manter ruiu por completo. Jin voltou a se mover, ainda mais rápido, ainda mais profundo. O ritmo era implacável. Ela jogou a cabeça para trás novamente, os gemidos saindo livres e rendidos, entregando-se totalmente ao domínio dele.
A sensação era deliciosa demais, intensa demais. O ponto de tensão entre as pernas dela começou a pulsar, a onda do orgasmo se formando rapidamente, ameaçando desabar sobre ela a qualquer segundo.
— Jin… eu vou… eu vou gozar — ela sussurrou com urgência, a voz embargada, os quadris tentando se ajustar ao ritmo dele para alcançar o ápice.
Em vez de continuar e deixá-la cair no abismo, Jin parou abruptamente. Ele se afastou, saindo de dentro dela com um som úmido que a fez soltar um protesto manhoso.
— Não ainda — ele murmurou, os olhos fixos na expressão frustrada e necessitada dela.
Antes que ela pudesse reclamar, Jin a segurou pela cintura e, com um esforço mínimo de sua força física, a ergueu da água, sentando-a na borda de pedra da piscina. Ela ficou ali, exposta da cintura para baixo, com as pernas abertas dentro da água e o tronco ligeiramente inclinado para trás, apoiada nos cotovelos.
Jin aproximou-se, ficando em pé na parte mais rasa da piscina, com a água batendo na altura de sua cintura. Ele olhou para ela, o peito dele subindo e descendo rapidamente, a camisa branca colada ao corpo revelando a musculatura definida.
— Se alguém pegar a gente, vou ter que fazer algo muito pior com você na próxima oportunidade que tiver — ele avisou, a voz baixa, carregada de uma promessa perigosa e excitante. Ele estendeu a mão esquerda, os dedos longos e úmidos tocando a coxa dela antes de deslizarem para o centro de seu prazer. — Então use isso para abafar o som.
Ele levou a mão direita até a boca dela, pressionando dois dedos firmemente contra os lábios dela, incentivando-a a abri-los. Ao mesmo tempo, ele deslizou os dedos da outra mão para dentro dela, encontrando a umidade natural misturada à água da piscina, e começou a massagear o clitóris dela com movimentos rápidos e precisos.
Ela obedeceu instantaneamente. Seus dentes se fecharam de leve ao redor dos dedos dele na sua boca, abafando os gemidos estrangulados que subiam por sua garganta enquanto o prazer físico a atingia como uma onda de choque. O contraste entre a textura dos dedos dele em sua boca e o toque elétrico dele entre suas pernas era torturante.
Jin a observava com atenção absoluta, cada contração do rosto dela, cada arqueamento de suas costas sendo registrado por aqueles olhos escuros e atentos. Ele acelerou o movimento dos dedos, pressionando exatamente no ponto que a fazia tremer.
— Isso… — ele murmurou, a voz vibrando perto do rosto dela. — Assim. Fica bem quietinha para mim.
O corpo dela entrou em colapso. O orgasmo a atingiu com força total, uma explosão de calor que fez suas paredes internas se contraírem violentamente ao redor dos dedos dele. Ela mordeu os dedos de Jin com mais força, a cabeça jogada para trás enquanto os quadris se erguiam involuntariamente da borda de pedra.
Antes que ela pudesse se recuperar da exaustão do ápice, Jin a segurou pelos quadris e a puxou de volta para dentro da piscina com um movimento firme. A água subiu ao redor deles mais uma vez.
Sem dar tempo para que ela recuperasse o fôlego, Jin a envolveu por trás. Ele a pressionou contra a borda novamente, mas desta vez, ele a penetrou por trás, com movimentos longos, possessivos e ritmados. A sensação de ser preenchida novamente logo após o orgasmo fez a cabeça dela girar de puro prazer.
— Jin… por favor… — ela implorou, os dedos cravados na pedra fria da borda enquanto o corpo dele colidia contra o seu sob a água morna.
— Juntos agora — ele declarou, a respiração dele agora tão ofegante quanto a dela.
O ritmo dele tornou-se frenético, uma busca mútua pelo final daquela tensão acumulada por tanto tempo. Jin enterrava-se nela com uma entrega total, os gemidos dele agora escapando baixos e roucos perto do ouvido dela. Ela acompanhava cada movimento, o prazer subindo novamente em uma velocidade assustadora.
O ápice veio para os dois quase ao mesmo tempo. Com uma última estocada profunda, Jin travou o corpo contra o dela enquanto gozava, os músculos dele se contraindo de forma espasmódica. Ela acompanhou o ritmo dele, entregando-se a um segundo orgasmo que fez sua mente apagar por alguns segundos de pura plenitude.
Eles permaneceram abraçados na água morna por longos minutos, apenas ouvindo o som de suas respirações desacelerando enquanto a água da piscina acalmava-se lentamente ao redor deles, guardando o segredo daquela noite perfeita.
Que que é isso, Seokjin??Chocada estou
Esse homem é um acontecimento
Ai meu marido é um gostoso mesmo
[quote]Jin não estava vestindo roupas casuais de quem recebe amigos para uma noite descontraída de jogos e conversas banais. Ele usava um terno preto sob medida, perfeitamente alinhado aos ombros largos que eram sua marca registrada. A camisa branca por baixo tinha os dois primeiros botões abertos, quebrando o formalismo com uma sensualidade fria e calculada. O cabelo estava levemente desalinhado, caindo de forma fluida sobre a testa. Em sua mão direita, ele segurava uma taça de cristal com um vinho tinto de cor intensa, quase negra.
Beeem o jeitinho do amor da minha vida AAA
Não é somente de vídeo game que esse homem gosta… que orgulho!!! Kkkk
Mãos ágeis?! Jin sabe usa-las muito bem…kkkk
Estou chocada… Que homem deliciosamente mandão!!! Amei!!! Kkkk
Desafio é com vc mesmo né Big Jin?! Kkkk
Amei!!!
[quote]“Vou dar uma festa lá em casa amanhã à noite. Vocês podiam aparecer”, ele dissera de forma casual para o grupo. Mas, antes que o barulho das confirmações gerais abafasse o momento, o corpo dele se inclinou ligeiramente. O tom de voz caiu uma oitava, tornando-se um segredo compartilhado em público: “Mas eu faço questão absoluta que você vá. Se você for… bem, aí sim teremos o ponto principal da festa.”
Vou sim Jin, diga so o endereço que estarei lá 😉
[quote]— Ué… — Uma risada nervosa escapou, tentando dissipar a tensão que de repente começou a brotar no peito. — Cadê o pessoal? Eu… eu fui a primeira a chegar? Nossa, achei que com uma hora de atraso a festa já estaria no ápice.
A festa quem vai fazer é você, vai ser literalmente o ÁPICE KKKKK
[quote]— Porque, como eu te disse ontem à noite… o ápice da festa é você. E eu sou um homem muito egoísta. Não tenho a menor intenção de compartilhar o melhor da minha noite com mais ninguém.
Uma coisa dessa comigo, eu agarro logo no pescoço e puxo kkkkkkk
[quote]— Se alguém pegar a gente, vou ter que fazer algo muito pior com você na próxima oportunidade que tiver — ele avisou, a voz baixa, carregada de uma promessa perigosa e excitante. Ele estendeu a mão esquerda, os dedos longos e úmidos tocando a coxa dela antes de deslizarem para o centro de seu prazer. — Então use isso para abafar o som.
Dedos longos, hein Jin??
Aí ai, digo é nadaaa
“Jin para os mais íntimos”,uau
Ele realmente estava “vestido para matar” , que delícia
Ai,os lábios de mel …