Capítulo 5 – Rastros de Baunilha
por FanfiqueiraJungkook parou diante da porta 142. O número metálico brilhava sob a luz dicroica do corredor, parecendo zombar da sua urgência. Ele não sabia se ela era uma herdeira, uma artista ou uma fugitiva. Para ele, ela era apenas a “garota da máscara”, a dona da voz que o assombrou durante as poucas horas de sono que teve.
Ele hesitou por um segundo, a mão pairando sobre a madeira escura da porta. Bateu. Três batidas firmes, autoritárias.
— Sou eu — ele disse, a voz num tom baixo, esperando que ela reconhecesse o timbre que sussurrou no seu ouvido na sala de fumo.
Silêncio. Um silêncio que começou a corroer a paciência de Jungkook. Ele bateu novamente, mais forte. A ideia de que ela pudesse estar lá dentro, escondida, fugindo dele novamente, fazia seu sangue ferver.
— Eu sei que você está aí. Abre a porta — ele insistiu, a voz agora carregada de uma irritação possessiva.
Foi então que o som de uma fechadura girando, mas não a da porta 142, ecoou pelo corredor. Uma vizinha de frente, uma senhora elegante usando um robe de seda e segurando um copinho de chá, abriu uma fresta e o encarou com uma mistura de curiosidade e reprovação.
— O senhor vai derrubar o prédio ou só a porta da vizinha? — ela perguntou, os olhos percorrendo o terno caro de Jungkook.
Jungkook se virou, a expressão gélida. Ele odiava ser interrompido, especialmente por estranhos. — Estou procurando a moradora deste apartamento. Ela não atende.
A mulher soltou um risinho anasalado, bebendo um gole do chá. — Pois vai cansar os nós dos dedos, rapaz. Ela saiu faz uns quarenta minutos. Vi quando ela passou pelo corredor, toda produzida, perfumada… um espetáculo.
O estômago de Jungkook deu um nó. — Saiu? Sozinha?
— Ah, eu não sou de fofoca, mas as paredes aqui são finas — a vizinha se inclinou um pouco mais para fora, deliciando-se com a tensão dele. — Ela estava no telefone com uma amiga. Parecia radiante. Ela foi a um encontro.
A palavra “encontro” atingiu Jungkook como um soco no estômago. A fúria subiu por sua garganta. Enquanto ele subornava porteiros e agia como um louco para descobrir onde ela morava, ela estava… indo a um encontro?
— Um encontro? — ele repetiu, a voz perigosamente baixa.
— Sim! E pelo que ouvi ela dizer rindo no corredor, o sujeito é um tal de “Deus Grego”. A amiga dela não parava de gritar no viva-voz sobre como ele era o tipo dela — a vizinha deu de ombros, analisando Jungkook com desdém. — E o senhor? Quem seria? Pela sua cara, não parece ser o “Deus Grego” que ela esperava. Quer deixar um recado? Se bem que, do jeito que ela saiu bonita, duvido que ela chegue cedo hoje…
Jungkook sentiu a mandíbula travar. A imagem dela rindo para outro homem, sendo tocada por esse tal “Deus Grego” em algum lugar da cidade, fez uma onda de possessividade cega tomar conta dele. Ele era um idiota. Estava ali, parado como um invasor em um corredor de luxo, enquanto a mulher que o incendiou estava entregue a outro.
— Não precisa de recado — Jungkook sibilou, virando as costas sem olhar para trás.
Ele caminhou em direção ao elevador com passadas predatórias. Entrou na caixa metálica e socou o botão do térreo com o punho fechado.
— Um encontro… — ele rosnou para o próprio reflexo no espelho, ajeitando o paletó com mãos trêmulas de raiva. — Divirta-se com seu “Deus Grego”.
Ele pegou o celular no bolso. Havia dezenas de notificações de Taehyung, todas implorando para que ele aparecesse no restaurante. Jungkook as ignorou. Ele não tinha a mínima intenção de conhecer a “garota perfeita” do amigo agora.
O elevador chegou ao térreo com um baque surdo, mas a fúria de Jungkook parecia não ter fim. Ele atravessou o lobby do prédio com passadas que faziam os seguranças desviarem o olhar. A imagem daquela porta fechada e o comentário da vizinha sobre o “Deus Grego” queimavam em seu peito como ácido.
Ele entrou no banco de trás do carro e bateu a porta com força. O celular em sua mão não parava de vibrar. Eram 20:55. Quase uma hora de atraso.
Dessa vez, quando o nome de Taehyung brilhou na tela pela trigésima vez, Jungkook não ignorou. Ele atendeu, mas sua voz não era de desculpas; era um rosnado gélido.
— Se você disser mais uma palavra sobre o seu restaurante ou sobre a sua dignidade, Taehyung, eu juro que desligo e jogo este telefone na Coreia do Norte — Jungkook disparou, antes mesmo do amigo abrir a boca.
— Jungkook! Finalmente! Por que você não atende a porra do… — Taehyung parou, respirando fundo, o som de pratos e conversas ao fundo indicando que ele ainda estava no olho do furacão. — Escuta, ela ainda está aqui. A S/N não foi embora. Ela está na mesa, esperando, mas a minha esposa está a um passo de me pedir o divórcio e ela estava quase indo embora. Você tem dez minutos.
Jungkook encostou a cabeça no banco de couro, fechando os olhos. O deboche do destino era fascinante. Ele tinha acabado de ser “trocado” por um encontro misterioso de uma mulher que ele mal conhecia, e agora teria que sentar na frente de outra desconhecida para salvar a pele do amigo.
Talvez fosse o que ele precisava. Um pouco de realidade para apagar o fogo daquela obsessão que só o levou a um corredor vazio e a uma vizinha fofoqueira.
— Eu estou indo — Jungkook sentenciou, a voz exausta e amarga. — Mas não espere que eu seja o “Deus Grego” de ninguém hoje, Tae. Eu vou entrar, pedir uma bebida, pedir desculpas pelo atraso e ir embora. Esse é o acordo. O último, lembra?
— O último! Eu juro! Só vem logo! — Taehyung exclamou, desligando antes que o amigo mudasse de ideia.
Jungkook guardou o celular e olhou para o motorista pelo retrovisor. — Para o restaurante do Taehyung. Agora. E não economize no acelerador.
Enquanto o carro cortava as ruas iluminadas de Seul, Jungkook ajeitava o nó da gravata com dedos impacientes. Ele estava indo para um encontro às cegas, carregando um humor sombrio e o coração ainda acelerado pela frustração de Gangnam. Ele não sabia que, enquanto bufava de raiva no banco de trás, o “Deus Grego” que a vizinha mencionara era, na verdade, a descrição que a amiga de S/N dera sobre ele próprio.
Dez minutos depois, o carro parou em frente ao restaurante. Jungkook desceu, vestindo sua armadura de arrogância e impaciência. Ele entrou no estabelecimento com a aura de quem ia encerrar um contrato, não de quem ia iniciar um romance.
Taehyung o interceptou perto da entrada, com o rosto pálido e o terno levemente desalinhado. — Você veio… Graças a Deus, você veio — Taehyung sussurrou, agarrando o braço de Jungkook e o guiando para os fundos. — Ela está naquela mesa de canto. O vestido vermelho. Não estrague tudo, Jungkook. Por favor.
Jungkook se desvencilhou do aperto do amigo, limpando o paletó invisivelmente. — Já entendi, Tae. Saia da frente.
Ele caminhou em direção à mesa. A iluminação âmbar criava sombras suaves, mas ele já conseguia ver a silhueta da mulher. O vestido vermelho era vibrante, a pele dos ombros brilhava sob as luzes, e o perfume… um rastro familiar de baunilha começou a flutuar no ar, fazendo os pulmões de Jungkook travarem.
Ele parou atrás da cadeira dela, a expressão fechada, pronto para disparar sua desculpa ensaiada.
— Me desculpe pelo atraso — ele disse, sua voz de trovão baixo ecoando no canto reservado, carregada de uma frieza que escondia o caos interno. — Eu tive um imprevisto em Gangnam que levou mais tempo do que eu gostaria.
S/N, que encarava a taça de vinho com um desânimo absoluto, sentiu o mundo parar. Ela conhecia aquele timbre. Aquela vibração. Ela fechou os olhos por um segundo, achando que a exaustão estava criando alucinações auditivas.
Ela se virou lentamente na cadeira.
Quando os olhos de Jungkook encontraram o rosto de S/N — o mesmo rosto que ele tentara imaginar sob a luz da lua, agora perfeitamente iluminado e real — o choque foi tão violento que ele quase cambaleou para trás.
O choque térmico entre a fúria que Jungkook sentia há cinco minutos e a visão diante de seus olhos agora era quase paralisante. Ele travou no lugar, a mão que segurava o encosto da cadeira de S/N apertando a madeira com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos.
S/N virou-se lentamente. O vestido vermelho, o batom impecável, mas, acima de tudo, aqueles olhos. O brilho que ele vira por trás da renda na sala de fumo estava ali, despido de qualquer disfarce, encarando-o com uma mistura de choque e reconhecimento imediato.
Jungkook não disse nada de imediato. Ele agiu por instinto, como se precisasse de uma prova física para convencer seu cérebro de que o destino não estava pregando uma peça cruel. Sobre a mesa, havia um caminho de mesa de organza fina, quase transparente, que decorava o arranjo de velas.
Com um movimento lento e hipnótico, ele pegou a ponta do tecido translúcido. Sem desviar o olhar do dela, ele ergueu o pano e o posicionou horizontalmente diante dos olhos de S/N, simulando a barreira da máscara que os separava na noite anterior.
Através do tecido, as sombras voltaram a dançar no rosto dela. A moldura era a mesma. O mistério era o mesmo. A pulsação de Jungkook, que já estava errática, saltou para a garganta.
— Te achei… — ele sussurrou, a voz saindo como um rosnado de alívio puro, tão profunda que pareceu vibrar no chão do restaurante.
S/N sentiu um arrepio violento percorrer sua espinha. Ela ergueu a mão, baixando suavemente o tecido que ele segurava, revelando seu sorriso — um sorriso que misturava audácia e uma satisfação vitoriosa.
— Estava me procurando, Jungkook? — ela perguntou, a voz aveludada e provocante.
No momento em que ela pronunciou o nome dele, a última peça do quebra-cabeça se encaixou. O timbre era idêntico. Era a voz que implorava por “mais forte” no sofá de couro; a voz que o chamara de “salvador anônimo” no bar.
Jungkook soltou o ar que nem sabia que estava prendendo. O peso da frustração de Gangnam, a raiva da vizinha fofoqueira e o ódio pelo “Deus Grego” sumiram instantaneamente, substituídos por uma leveza que o fez soltar um riso curto e desacreditado. Ele se sentou na cadeira à frente dela, sem tirar os olhos do rosto dela por um segundo sequer, como se temesse que ela evaporasse se ele piscasse.
— Você não faz ideia do que eu fiz para te achar hoje — ele confessou, a intensidade de seu olhar agora carregada de uma promessa perigosa.
S/N arqueou uma sobrancelha, cruzando as pernas e inclinando-se levemente para frente, o batom vermelho destacando o brilho divertido em seus lábios.
— Ah, é? Então você estava me procurando? — Ela fez uma pausa dramática, os olhos percorrendo o rosto dele com uma ironia deliciosa. — Se estava tão desesperado assim para me encontrar… por que me deixou plantada aqui por quase uma hora?
O clima na mesa mudou instantaneamente. A ironia de S/N atingiu Jungkook em cheio, e ele soltou um riso anasalado, passando a mão pelo cabelo, visivelmente desconcertado pela própria obsessão.
— Eu não sabia que “ela” era você — Jungkook confessou, a voz baixando para um tom confessional que ele raramente usava. — Eu passei o dia inteiro rastreando um táxi, subornando um porteiro e quase derrubando a porta do seu apartamento. Eu estava possesso porque uma vizinha me disse, com todas as letras, que a moradora tinha saído para um encontro com um tal “Deus Grego”…
Ele fez uma pausa, os olhos escuros fixos nos dela, brilhando com uma mistura de possessividade e autocrítica.
S/N, que até então mantinha o sorriso sarcástico, sentiu o corpo enrijecer. Seus olhos se arregalaram e ela soltou um arquejo, inclinando-se ainda mais para frente, a diversão sendo substituída por uma surpresa genuína e um pouco de choque.
— Espera… o quê? — ela interrompeu, a voz subindo um tom. — Você foi ao meu apartamento? Como você soube onde eu moro? Nós nem dissemos nossos nomes ontem!
Jungkook sustentou o olhar dela, sem um pingo de remorso.
— Eu usei as câmeras de segurança da mansão e a placa do táxi que você pegou — ele respondeu com uma naturalidade assustadora, como se fosse o procedimento padrão para um encontro de uma noite. — Eu disse que não ia te deixar escapar, S/N. Eu só não esperava que o destino fosse tão sarcástico a ponto de me colocar para correr atrás da própria cauda.
S/N encostou-se no banco, tentando processar a informação. — Você é louco — ela murmurou, mas não havia medo em sua voz, apenas uma faísca de excitação que ela não conseguia esconder. — Você invadiu o meu prédio enquanto eu estava aqui, odiando o Taehyung por me obrigar a conhecer um estranho, sendo que o “estranho” estava batendo na minha porta vazia.
Jungkook estendeu a mão sobre a mesa, fechando os dedos longos e quentes sobre o pulso dela, sentindo o pulso acelerado de S/N sob sua pele.
— Louco é pouco — ele admitiu, inclinando o rosto para mais perto do dela, o cheiro de baunilha agora misturado ao vinho. — Mas agora que eu sei exatamente quem você é, e que não existe “outro” homem… eu não pretendo perder mais nem um segundo dessa noite.
Ele se inclinou para frente, os dedos que envolviam o pulso dela subindo para a nuca de S/N, puxando-a com uma urgência que ignorava o ambiente sofisticado ao redor.
O beijo foi uma colisão de alívio e posse. Tinha o gosto do vinho tinto, do desejo acumulado nas últimas horas e da adrenalina de quem finalmente capturou sua presa. S/N correspondeu com a mesma intensidade, as mãos subindo para os ombros do paletó de Jungkook, puxando-o para mais perto até que o som ao redor sumisse.
O restaurante já estava quase vazio, restando apenas algumas mesas distantes. Perto da entrada da cozinha, Taehyung e sua esposa, observavam a cena com os queixos no chão.
— Olha lá… — Taehyung sussurrou, apontando com o indicador, incrédulo. — E o desgraçado ainda disse que não vinha. Disse que ia “caçar uma mulher” em Gangnam e agora está engolindo a garota que eu apresentei.
A esposa de Taehyung cruzou os braços, os olhos arregalados de surpresa. — Nossa… eu não sabia que a S/N era tão rápida assim. Ela passou o dia inteiro reclamando que esse encontro era uma perda de tempo!
Jungkook interrompeu o beijo, mas não se afastou totalmente. Ele se levantou em um movimento fluido, sem soltar a mão de S/N, guiando-a para fora da cadeira com uma firmeza que não aceitava negativas.
— Estamos indo — Jungkook anunciou em voz alta, sem sequer olhar para os amigos. Ele apenas lançou um aceno vago com a mão livre enquanto puxava S/N em direção à saída, os olhos fixos apenas nela.
— Ei! O jantar nem chegou! — Taehyung gritou, mas foi ignorado.
A amiga de S/N, vendo a pressa predatória com que Jungkook conduzia a amiga para fora, não resistiu. Ela deu um passo à frente e gritou em um tom audível, mas controlado o suficiente para não espantar os últimos clientes:
— Usem camisinha! E se cuidem, crianças!
S/N sentiu o rosto esquentar, mas Jungkook apenas soltou um riso rouco, apertando mais os dedos dela contra os seus enquanto cruzavam a porta de vidro do restaurante.
Taehyung ficou parado, vendo o carro de Jungkook arrancar em alta velocidade. Ele deu um cutucão na esposa, confuso. — Acho que ele esqueceu completamente a garota mascarada que estava procurando… Ele se apaixonou pela sua amiga em menos de dez minutos de conversa?
A esposa de Taehyung virou-se para ele, arqueando uma sobrancelha com um olhar que prometia consequências se as coisas tivessem sido diferentes. — Você se safou, Kim Taehyung. Foi por muito pouco mesmo. Se o seu amigo tivesse dado um bolo nela, você ia dormir na casinha do cachorro por um mês.
Taehyung engoliu em seco, sentindo o peso do próprio nome completo saindo da boca dela. Ele soltou um suspiro de alívio, passando a mão no peito. — Graças ao bom senso do Jungkook… ou à falta dele. Mas que noite, meu amor. Que noite.

A palavra “encontro” atingiu Jungkook como um soco no estômago. A fúria subiu por sua garganta. Enquanto ele subornava porteiros e agia como um louco para descobrir onde ela morava, ela estava… indo a um encontro?
Que ódiooo kkk
Ele com ciúmes dele msm, isso tudo pq não olhou a porra da foto que o amigo mostrou
[quote]— Sim! E pelo que ouvi ela dizer rindo no corredor, o sujeito é um tal de “Deus Grego”. A amiga dela não parava de gritar no viva-voz sobre como ele era o tipo dela — a vizinha deu de ombros, analisando Jungkook com desdém. — E o senhor? Quem seria? Pela sua cara, não parece ser o “Deus Grego” que ela esperava. Quer deixar um recado? Se bem que, do jeito que ela saiu bonita, duvido que ela chegue cedo hoje…
Essa vizinha é uma peste kkkkk
Não sou de fofoca, corta pra ela ja fazendo fofoca kkkkkkk amo
Absolute cinema lkkkk viu eu disse que ia ter surpresa
[quote]— Eu estou indo — Jungkook sentenciou, a voz exausta e amarga. — Mas não espere que eu seja o “Deus Grego” de ninguém hoje, Tae. Eu vou entrar, pedir uma bebida, pedir desculpas pelo atraso e ir embora. Esse é o acordo. O último, lembra?
AAAEEE PORRA, ATE QUE ENFIM
BINGO achou ela hahaha e quem diria que o Tete que iria proporcionar isso pra ele
Juntou a fome com a vontade de comer, esqueceu ate que tava em lugar público bicho
[quote]— Louco é pouco — ele admitiu, inclinando o rosto para mais perto do dela, o cheiro de baunilha agora misturado ao vinho. — Mas agora que eu sei exatamente quem você é, e que não existe “outro” homem… eu não pretendo perder mais nem um segundo dessa noite.
Já perdeu tempo demais. Tá mais que certo
Até que fim…
Com uma pressa predatória… um que delícia!!! Kkk
Ai, puxando-o para mais perto…
Isso aproveita o que é seu SN!!! Kkk
Agora sim em Jk… achou a mulher da sua vida!!! Que sonho!!!
Raiva à toa… vc é o Deus Grego da SN!!!
Não se preocupe… vcs vão se encontrar!!! E se pegar também!!! Kkkk
Kkk,seria muito eu
A vizinha é amiga ou inimiga?!
Coitado do Tae
Quase chorando kkkk
Ele mesmo fez isso demorar,idiota
Ele sendo um stalker super natural kk
Kkkk Perdeu, Jeon Jungkook
Radiante? Ela foi praticamente arrastada kkk
Q??Chamou o Jungkook, meu JEON JUNGKOOK de feio??Ah, não! Eu n aceito
O tal deus grego kkkkk
O povo tudo olhando
Kk,quase comendo a menina na mesa
Nem te conto,o que ele vai comer
Oh ursinho,quase se lasca