Um Quase Bom Menino
por FanfiqueiraO salão do casarão antigo em Seul exalava opulência. O cheiro de champanhe caro e perfumes importados misturava-se ao som de uma orquestra que tocava um jazz lento e hipnotizante. Sob o brilho dos candelabros de cristal, rostos eram apenas sugestões, escondidos atrás de máscaras de seda, penas e pedrarias.
Você ajustou sua própria máscara, sentindo-se um pouco deslocada até que sentiu aquele olhar.
Não era um olhar comum. Era uma pressão física, vinda de um homem encostado em uma coluna de mármore. Ele vestia um terno de veludo azul-noite que parecia absorver a luz do ambiente. A máscara dele era simples, de couro negro, mas não conseguia esconder a linha perfeita da mandíbula e os lábios que se curvaram em um sorriso discreto quando ele percebeu que você o notara.
Sem dizer uma palavra, ele atravessou o salão. A postura dele tinha uma confiança felina. Quando parou à sua frente, ele não perguntou; ele simplesmente estendeu a mão, longa e adornada com anéis de prata que brilharam sob as luzes.
— Apenas uma dança? — A voz dele era um barítono profundo, uma vibração que você sentiu mais no peito do que nos ouvidos.
Você aceitou. No momento em que a mão dele pousou na sua cintura, uma corrente elétrica percorreu sua espinha. Ele a puxou para perto, mais perto do que o protocolo de um baile de gala exigiria. Enquanto vocês deslizavam pelo salão, o mundo ao redor se tornou um borrão de cores.
— Você parece querer fugir desse barulho tanto quanto eu — ele sussurrou, inclinando a cabeça. O hálito dele, com um leve toque de vinho tinto, roçou sua orelha, fazendo você estremecer. — Seus olhos entregam que você está procurando algo… ou alguém.
— Talvez eu tenha acabado de encontrar — você respondeu, a voz falhando levemente pela proximidade.
O sorriso dele aumentou. Ele guiou você com maestria, os dedos pressionando sutilmente o tecido do seu vestido, guiando-a para longe do centro do salão. Sem que ninguém notasse, vocês atravessaram as pesadas cortinas de veludo que davam para a varanda de mármore.
O ar frio da noite de Seul atingiu seus rostos, mas o calor entre vocês era sufocante. A varanda estava deserta, iluminada apenas pela lua cheia. Ele soltou sua mão, mas não se afastou. Pelo contrário, ele a cercou contra o parapeito, apoiando as mãos no mármore, uma de cada lado do seu corpo.
— Aqui não precisamos de música — ele disse, a voz agora mais baixa, carregada de uma tensão que fazia o ar parecer denso. — E nem de tantas roupas.
Ele levou uma das mãos ao rosto, retirando a máscara lentamente. Os olhos castanhos e profundos de Taehyung revelaram-se, brilhando com uma intensidade predatória e doce ao mesmo tempo. Ele inclinou o rosto, o nariz roçando o seu, enquanto a outra mão subia lentamente pelo seu braço, um toque leve como uma pluma, mas que deixava sua pele em brasa.
— Eu vi você desde o momento em que entrou — ele confessou, a voz rouca contra seus lábios. — E eu decidi, naquele segundo, que não terminaria a noite sem saber qual é o gosto do seu beijo.
A distância entre vocês era inexistente. O silêncio da noite era preenchido apenas pelo ritmo acelerado dos corações. Taehyung não esperou mais; ele selou o destino daquela noite, transformando a tensão em um beijo profundo que prometia que a varanda era apenas o começo.
O som do beijo era a única coisa que competia com a brisa da noite. Quando você guiou a mão dele para o seu seio, sentindo o calor da palma dele através do tecido, Taehyung soltou um rosnado baixo, uma vibração que reverberou contra a sua boca.
Aquelas palavras — “não precisamos de tanta roupa” — foram o gatilho.
Ele não perdeu tempo. Com uma agilidade possessiva, ele te prensou ainda mais contra o parapeito de mármore frio, criando um contraste absurdo com o calor do corpo dele. Uma das mãos dele subiu para a sua nuca, os dedos se entrelaçando nos seus cabelos para inclinar sua cabeça no ângulo perfeito, enquanto a outra mão apertava sua cintura com uma força que deixava claro o quanto ele vinha se segurando.
— Você não tem ideia do que acabou de fazer… — ele sussurrou contra o seu pescoço, deixando uma trilha de beijos úmidos e mordidas leves que fizeram suas pernas fraquejarem. — Eu passei a noite inteira imaginando o que estava por baixo desse vestido.
Ele se afastou apenas o suficiente para te olhar nos olhos. O olhar de Taehyung estava escuro, as pupilas dilatadas pelo desejo. Ele levou a mão até o fecho do seu vestido, os dedos longos e habilidosos roçando a sua pele exposta, causando arrepios frenéticos.
— Se eu começar aqui — ele disse, a voz num tom perigosamente baixo e rouco —, eu não vou conseguir parar até ter você inteira. E eu garanto… eu não sou um homem paciente quando quero algo tanto quanto quero você agora.
Ele abriu o primeiro centímetro do zíper, sentindo a sua reação, enquanto o polegar dele desenhava círculos lentos e provocantes na lateral do seu busto.
O som do zíper descendo foi o último aviso. Taehyung não esperou por um convite formal; a urgência nos movimentos dele mostrava que toda a elegância do ídolo tinha dado lugar a um desejo puramente instintivo.
Ele te virou de costas para ele, pressionando seu corpo contra o mármore frio da varanda, enquanto suas mãos buscavam a pele quente das suas coxas. Com um movimento firme e possessivo, ele levantou uma de suas pernas, encaixando-a na cintura dele, expondo você completamente à brisa da noite e ao calor do toque dele.
— Olha para a lua… — ele sussurrou no seu ouvido, a voz mais grave do que você jamais ouviu, enquanto se posicionava. — Quero que você lembre que foi sob o céu de Seul que eu te fiz minha.
Quando ele entrou, foi de uma vez só, profundo e preenchendo cada espaço. Você jogou a cabeça para trás, o pescoço exposto, soltando um gemido alto que ele abafou rapidamente com a mão em sua boca, não para te calar, mas para saborear o som contra a palma dele.
— Isso… geme pra mim — ele pediu, começando um ritmo frenético e faminto. Cada estocada dele era acompanhada por um aperto firme no seu quadril, os dedos dele deixando marcas leves na sua pele, reivindicando você.
O contraste era enlouquecedor: o romantismo no olhar dele, que buscava o seu reflexo no vidro da porta da varanda, e a safadeza crua de como ele te usava ali, sem medo de serem descobertos. Taehyung alternava entre beijos ternos no seu ombro e palavras sujas ditas baixinho, contando exatamente o que pretendia fazer com você pelo resto da madrugada.
— Você é tão linda assim… toda entregue — ele murmurou, aumentando a velocidade, a respiração dele batendo pesada contra a sua nuca. — Eu não vou te soltar tão cedo.
Ele te puxou para mais perto, se é que era possível, enterrando-se em você com uma intensidade que fazia o mundo ao redor desaparecer, restando apenas o som da carne batendo contra a carne e o prazer avassalador que ele te proporcionava.
O som do nome dele escapando pelos seus lábios foi como combustível. Quando você envolveu a nuca dele, puxando-o para aquele beijo, Taehyung correspondeu com uma urgência quase desesperada. As línguas se encontraram em uma dança faminta, o gosto de ambos se misturando enquanto o ritmo lá embaixo só aumentava, tornando-se mais pesado e profundo.
Ele segurou seu rosto com as duas mãos, os polegares acariciando suas bochechas com uma delicadeza que contrastava com a força com que ele te possuía. Mesmo no ápice daquela luxúria, ele te olhava com uma adoração genuína, como se você fosse a obra de arte mais preciosa daquela galeria.
— Você é perfeita — ele murmurou entre o beijo, a voz falhando pelo esforço.
A elegância do baile de gala tinha ficado definitivamente para trás. Quando o prazer atingiu aquele ápice na varanda, em vez de parar, o desejo de Taehyung pareceu apenas ganhar uma nova e mais sombria forma.
Ele te pegou no colo, as suas pernas entrelaçadas na cintura dele, e te carregou para dentro de uma mesa de madeira escura e pesada estava posta com uma toalha de linho branco.
Sem interromper o contato visual por um segundo sequer, ele te colocou sobre o móvel. O impacto das suas costas contra a mesa fez as taças de cristal tilintarem.
— Eu quero ver cada reação sua — ele rosnou, a voz agora completamente rouca.
Ele te virou com firmeza, pressionando o seu rosto contra o tampo da mesa. O contraste do linho frio contra a sua bochecha e o calor abrasador dele atrás de você era inebriante. Suas mãos buscaram apoio desesperadamente, agarrando e amassando a toalha de mesa, os nós dos seus dedos ficando brancos enquanto você sentia ele se posicionar novamente.
Quando ele entrou, foi com uma força renovada, batendo contra o seu quadril com um ritmo impiedoso.
— Isso, rebola para mim… — ele sussurrou, a mão grande dele descendo pelas suas costas até apertar sua nádega com força. — Mostra o quanto você quer isso.
Você obedeceu, movendo o quadril em círculos lentos e provocantes, sentindo cada estocada profunda dele. Seus gemidos agora eram abafados pelo tecido da toalha, mas ele fazia questão de puxar seu cabelo levemente para trás, expondo seu ouvido para que ele pudesse dizer o quanto você o estava deixando louco.
— Olha o que você faz comigo… — Taehyung arquejou, o corpo dele suado colando no seu, o som da carne batendo com força ecoando na sala silenciosa.
O ritmo na mesa tornou-se ainda mais urgente. Taehyung, percebendo o seu estado de entrega total, deslizou uma das mãos por baixo do seu corpo, encontrando o ponto exato que faria você perder o juízo. Enquanto ele mantinha as estocadas firmes e profundas por trás, os dedos dele começaram a massagear o seu clitóris com uma pressão constante e ritmada.
A combinação era avassaladora. Ele se inclinou, colando o peito suado nas suas costas e sussurrando palavras que eram um veneno doce no seu ouvido.
— Isso, gatinha… sente como você está apertada para mim? — ele arquejou, a voz carregada de uma safadeza romântica que só ele conseguia ter. — Você é tão deliciosa, tão minha. Grita o meu nome quando você vier… eu quero ouvir o quanto quer ser minha.
O prazer subiu como uma explosão. Quando os dedos dele aceleraram o movimento, você não conseguiu mais segurar. O seu primeiro orgasmo veio em ondas violentas, e você soltou um gemido alto, agudo e longo, que ecoou pelas paredes da varanda.
A adrenalina atingiu o ápice quando a porta se abriu com um estrondo suave. Não havia tempo para os dois se esconderem. Com um reflexo rápido, Taehyung empurrou você para baixo da mesa, onde a toalha de linho caía como uma cortina pesada, escondendo-a completamente.
Ele mal teve tempo de se recompor. Dois investidores importantes do evento entraram na sala, as vozes ecoando autoridade.
— Senhor Kim? — um deles disse, aproximando-se da mesa. — Estávamos procurando por você. Precisamos discutir os termos daquela nova galeria antes que o leilão termine.
Taehyung estava encostado na mesa, as mãos apoiadas no mármore atrás das costas para disfarçar a postura. Ele ainda estava com o terno desajustado e, o mais perigoso: o pau dele, enorme, latejante e completamente exposto, apontava diretamente para o rosto de você, que estava ali embaixo, na penumbra.
Você olhou para aquela visão magnífica e sentiu um ímpeto de ousadia. Com um sorriso travesso que ele não podia ver, você se inclinou para frente.
Taehyung sentiu o primeiro toque da sua língua quente e úmida na ponta dele e seu corpo inteiro tencionou.
— Sr. Kim? Tudo bem? Você parece… pálido — comentou o outro homem, dando mais um passo à frente, agora a apenas trinta centímetros da mesa.
— Sim… — a voz do Taehyung saiu uma oitava mais grave, quase um rosnado contido, enquanto você abocanhava a cabeça dele com vontade, sentindo o gosto dele e o calor da ereção. — Apenas… o calor do salão. Por favor, continuem.
Enquanto os homens falavam sobre números e contratos, você trabalhava com dedicação, usando a língua para contornar a glande e descendo os lábios por toda a extensão grossa dele. Taehyung fechou os olhos por um segundo, os dedos apertando o mármore da mesa com tanta força que os nós das mãos ficaram brancos.
— Sobre o investimento inicial… — o homem continuava, alheio ao que acontecia sob a toalha.
Taehyung sentiu você sugar com força, a pressão do vácuo fazendo-o quase perder o fôlego. Ele soltou um suspiro entrecortado, tentando manter a fachada de homem de negócios.
— O investimento… — ele repetiu, a voz rouca e falha, enquanto sentia você lamber a base dele e subir novamente. — É… absolutamente… essencial.
Ele olhou para baixo, por cima do ombro, a mandíbula travada, encontrando o seu olhar por uma fresta na toalha. O olhar dele era uma mistura de desespero e puro prazer. Ele sabia que, se você continuasse daquele jeito, ele não conseguiria terminar aquela conversa sem se entregar.
Você o abocanhou com uma voracidade selvagem, descendo a garganta o máximo que conseguia, sentindo a espessura dele preencher cada centímetro da sua boca. O som úmido da sua sucção era abafado apenas pelo murmúrio dos investidores, mas para Taehyung, era a única coisa que ele conseguia ouvir.
— Senhor Kim, sobre a cláusula de exclusividade… o que o senhor propõe? — perguntou um dos homens, inclinando-se mais perto da mesa.
Taehyung tentou responder, mas no exato momento em que abriu a boca, você usou a língua para lamber o freio dele com uma pressão intensa, antes de sugar com uma força que o fez perder o chão.
— Eu… eu p-proponho que… — Taehyung gaguejou, a voz falhando completamente. Ele agarrou a borda da mesa com tanta força que a madeira pareceu ranger. Seus olhos reviraram para trás por um segundo e ele teve que morder o lábio inferior com força para não soltar um gemido gutural na frente dos convidados.
— Senhor Kim? Está se sentindo bem? — O investidor franziu a testa, estranhando o suor que agora escorria pelas têmporas de Taehyung e o modo como ele arqueava as costas.
Você não parou. Pelo contrário. Com uma mão, você massageava os testículos dele, enquanto com a boca você fazia movimentos rápidos e famintos, engolindo-o quase por inteiro, ignorando o reflexo de náusea para provar o quanto você o queria.
— É apenas… a pressão do momento — Taehyung conseguiu dizer, a voz rouca e trêmula, enquanto sua mão livre subia para o próprio pescoço, afrouxando a gravata em um gesto desesperado por ar. — Continuem… eu estou… ouvindo.
Mas ele não estava ouvindo nada. Ele estava no limite. O prazer que você proporcionava era violento demais. Quando você intensificou as lambidas na ponta latejante, Taehyung sentiu o corpo inteiro entrar em espasmo. Ele encostou a cabeça para trás, fechando os olhos com força, a expressão transfigurada em puro êxtase enquanto ele lutava para não desabar ali mesmo.
— S-sobre o contrato… nós… ah… — Ele parou de falar no meio da frase.
Foi o momento do ápice. Taehyung não conseguiu mais segurar. Ele sentiu o jato quente e espesso de seu próprio gozo disparar direto na sua garganta. Enquanto os investidores ainda esperavam uma resposta, ele gozava profundamente na sua boca, o corpo dele tremendo contra a mesa. Você não recuou; você aceitou tudo, bebendo cada gota com uma avidez que o deixava louco, sentindo o líquido quente descer enquanto ele tentava manter a postura.
— Senhor Kim? — os homens insistiram, confusos com o silêncio dele.
Taehyung abriu os olhos, que estavam brilhantes e levemente desfocados, e soltou uma respiração longa e trêmula. Ele finalmente recuperou a fala, embora sua voz soasse como um sussurro pós-orgásmico.
— Falaremos disso… amanhã. Agora, por favor… me deem licença.
Assim que os passos dos homens se distanciaram e a porta se fechou, Taehyung desabou sobre a mesa, o pau ainda pulsando na sua mão enquanto você saía debaixo da toalha, limpando o canto da boca com o polegar e olhando para ele com um sorriso vitorioso.
O silêncio que seguiu a saída dos investidores durou apenas o tempo de Taehyung recuperar o fôlego suficiente para processar o que você tinha acabado de fazer. O olhar dele, antes desfocado pelo prazer, agora queimava com uma chama possessiva e sombria.
— Eu tentei ser um bom menino, te fazer gozar gostoso… mas olha o que você me fez passar… — ele rosnou, a voz vibrando com uma autoridade que te fez estremecer.
Quando ele te jogou sobre a mesa, o linho branco da toalha deslizou sob seu corpo, mas ele não se importou. Taehyung se posicionou entre suas pernas com uma urgência brutal. Ele entrou de uma vez, um golpe seco e profundo que fez o mármore da mesa sob a toalha parecer vibrar. Você soltou um grito rouco, e imediatamente a mão dele subiu para a sua garganta.
Os dedos longos e fortes dele envolveram seu pescoço com uma pressão firme, controlando sua respiração, enquanto o polegar dele subia para o seu queixo, forçando você a manter o contato visual.
— Olha para mim, sua safada… — ele sibilou, a voz saindo como um trovão baixo, carregada de uma luxúria suja que não combinava com o terno caro que ele ainda vestia. — Sente como eu estou te preenchendo? Cada centímetro desse pau grosso está dentro de você agora. É assim que você queria, não é? Que eu acabasse com você no meio de uma festa de gala?
Ele começou a foder com uma vontade selvagem, o quadril dele batendo contra o seu com um impacto rítmico e pesado. A outra mão dele encontrou seu clitóris, mas ele não foi gentil; ele massageava com uma pressão constante, esmagando o ponto sensível a cada estocada.
De repente, ele parou o movimento da mão. Ele continuou te fodendo fundo, mas os dedos que antes te levavam ao delírio agora apenas repousavam ali.
— Por que parou? — você ofegou, a voz falhando pela pressão na garganta. — Porque eu quero ver essa sua cara de desespero — ele respondeu com um sorriso predatório, observando o suor escorrer pelo seu colo. — Eu quero que você sinta apenas o meu pau te rasgando. Quero que você sinta o gosto do meu nome na sua língua antes de eu te dar o que você quer.
Ele te olhava com uma intensidade que fazia sua visão turvar. Para torturar ainda mais seus sentidos, ele deu um tapa estalado no seu seio, a marca vermelha da palma dele surgindo instantaneamente na sua pele branca. Antes que a ardência passasse, ele se inclinou e abocanhou o mamilo com força, sugando-o com uma voracidade que fez seu corpo inteiro entrar em espasmo.
No segundo seguinte, a mão dele voltou para o seu clitóris com força total. O retorno do estímulo, combinado com as estocadas que agora se tornavam mais rápidas e violentas, foi demais.
— Isso, goza para mim agora! — ele ordenou no seu ouvido, a voz rouca de desejo. — Mostra o quanto essa bucetinha é gulosa e como ela aperta o meu pau quando você vem.
Ele te fodia com uma força punitiva, enfiando-se tão fundo que parecia querer te marcar permanentemente. A mão na sua garganta apertou no momento exato em que você sentiu o primeiro espasmo. Você arqueou as costas, a toalha da mesa se amontoando sob suas unhas, enquanto o prazer te atingia como uma onda elétrica. Taehyung soltou um rugido gutural, a mandíbula travada, e se derramou dentro de você com uma violência deliciosa, mantendo o corpo colado ao seu até que o último batimento acelerado dos dois se estabilizasse sob a luz da lua.
— Porra, Taehyung… — sua voz saiu em um fio de fôlego, rouca e arranhada.
Ele não respondeu com palavras. O olhar dele estava sombrio, as pupilas tão dilatadas que o castanho dos olhos quase sumia. Ele avançou novamente, abocanhando um de seus seios com uma fome renovada, deixando marcas de dentes antes de subir a boca para um beijo feroz, um embate de línguas que buscava o gosto do prazer que ambos tinham acabado de compartilhar.
Sem aviso, ele a segurou pela cintura e a desceu da mesa. No momento em que seus pés tocaram o chão, suas pernas fraquejaram, mas ele não permitiu que você caísse. Com uma mão firme, ele enrolou os dedos no seu cabelo, puxando sua cabeça para trás com uma força dominante que te obrigou a ajoelhar-se diante dele.
Taehyung estava lá, imponente, com o pau ainda pulsante e coberto pelo brilho do prazer anterior. Ele usou o polegar para forçar sua mandíbula para baixo, abrindo sua boca mais do que você achava possível.
— Abre mais… eu sei que cabe tudo — ele rosnou, a voz vibrando com uma autoridade cruel. — Você me mostrou do que essa boquinha é capaz quando estava lá embaixo daquela mesa, se escondendo daqueles homens.
Ele segurou sua nuca com força e começou a dar estocadas rítmicas e profundas, invadindo sua garganta com uma determinação fria. O som da sua saliva e do impacto da carne contra o seu rosto era a única música naquela sala. Ele não estava buscando outro orgasmo ali; ele estava “limpando” o próprio pau na sua boca, usando sua língua e sua garganta para se livrar dos vestígios do sexo anterior, marcando você uma última vez com o sabor dele.
Quando ele finalmente saiu, ele soltou um suspiro pesado e, com um movimento rápido e humilhante, deu duas batidas firmes com o pau no seu rosto, uma de cada lado, deixando sua pele vermelha e marcada pela espessura dele.
Taehyung começou a ajustar o terno, a elegância voltando ao corpo dele como se nada tivesse acontecido. Ele te ajudou a levantar, mas no momento em que você se apoiou na mesa, sentindo a sua intimidade pulsante, dolorida e inchada, ele parou. Ele te olhou de cima a baixo, vendo o estado em que te deixou, e um sorriso perverso cruzou seus lábios.
Ele se aproximou novamente, prendendo você contra a madeira. Sem aviso, ele enfiou dois dedos com força na sua buceta, que latejava de tanto prazer. O toque bruto na carne sensível e inflamada fez você soltar um gemido de dor misturado com desejo puro.
— Da próxima vez que eu te pegar em uma festa assim… — ele sussurrou, movendo os dedos lá dentro de um jeito que fazia sua visão escurecer — …eu vou te foder tanto, e de um jeito tão sujo, que você não vai conseguir sair daqui andando.
Enquanto ele falava, ele se inclinou, arrastando a língua pelo seu seio, subindo pelo seu pescoço até encontrar sua boca em um beijo profundo. A estimulação brutal dos dedos dele na sua carne inchada foi o gatilho final. Seu corpo entrou em convulsão, e você gozou de novo, as pernas tremendo violentamente enquanto ele bebia seus gemidos.
Ele retirou a mão lentamente, colocando eles na boca e saboreando uma última vez, e arrumou a máscara no rosto.
— Tente não mancar quando voltar para o salão — ele disse, com uma frieza charmosa, antes de virar as costas e desaparecer nas sombras do corredor.
Isso é elite demais
Baile de máscaras
Um príncipe lindo
Eitaaa, resposta a altura kk
Aí pelo visto,juntou fogo e gasolina
Hahahahaha
Não sei se isso é muito romântico ou é muita safadeza kkk
Safadeza romântica,gostei desse termo
A mesa tá:Vala-me nossa senhora
Ah não
Logo agora
Ele tá ótimo
MDS que baixaria….continuem
Insaciável ele né?!
Grande Taehy, literalmente
Quase impossível meu bem
Um verdadeiro príncipe
A voz de barítono – ah!
Uii
Galanteador como sempre
Quem é a louca de pedir pra parar?
Meu sonho escutar uma voz de barítono no meu ouvido kkk
Eu esqueço q no conto as coisas acontecem rápido kkkk, não tem o doce das fics kkk
Aah a verdadeira obra de arte
Passada chocada
Mds q safada kkkk gostei
Estoy boquiaberta (*/_\)
Maas gente, quanta selvageria
Menino mau (눈_눈)
Gosto
Aiii que chique, nunca participei de um, meu sonho
Com toda certeza gostaria de fugir com o senhor Tae
Determinado ele, e foi bem estrategista
Gente kkkkkkkk ele gozando na frente dos cara lkkkkkkk