Demitida!
por FanfiqueiraO visor digital acima da porta indicava que ainda faltavam dez andares para o estacionamento. Dez andares de um silêncio tão denso que eu podia ouvir a minha própria respiração e o pulsar acelerado do meu coração — embora eu preferisse morrer a deixar transparecer o quanto a presença dela ali, colada ao meu lado naquele cubículo de metal, me afetava.
Uma semana. Foram sete dias infernais fingindo que ela era apenas mais uma funcionária cruzando os corredores da minha empresa, e não a mulher que, até poucos dias atrás, adormecia no meu peito. A discussão de duas semanas atrás ainda queimava na minha mente, as palavras rípidas que trocamos deixando um rastro de destruição que culminou no nosso término.
Olhei fixamente para as portas de aço escovado à minha frente, recusando-me a virar o rosto na direção dela. O perfume doce que ela usava inundava o espaço, destruindo metodicamente cada uma das minhas defesas. Eu precisava acabar com aquilo. Precisava manter a distância para não ceder e puxá-la para os meus braços ali mesmo, quebrando meu próprio orgulho.
Sete segundos se passaram. Sete segundos de pura tortura.
Prendi o ar por um instante, deixando minha voz sair fria, severa e cortante, sem desviar os olhos do reflexo metálico da porta:
— Deixe de trabalhar na minha empresa.
— Ham? O que? Você… — Um riso seco e desacreditado escapou dos seus lábios, quebrando o silêncio pesado do elevador. — Eu não acredito… que você vai misturar trabalho e vida pessoal, Min Yoongi!
Aquelas palavras me atingiram como um soco direto no estômago, mas eu não demonstrei. Continuei olhando para a frente, embora meus punhos estivessem fechados com tanta força dentro dos bolsos da calça social que minhas unhas quase perfuravam a pele. Ouvir meu nome sair da boca dela daquela forma, carregado de mágoa e desdém, fez meu sangue ferver.
O elevador continuava descendo devagar, como se o próprio tempo estivesse contra nós.
Virei o rosto lentamente na direção dela, sustentando o olhar com uma frieza que eu precisei extrair do fundo da minha alma para manter. Dei um passo curto e calculado em sua direção, diminuindo o espaço entre nós e forçando-a a encarar a intensidade dos meus olhos.
— Eu não estou misturando nada — respondi, minha voz um tom mais baixa, porém ainda mais perigosa e rouca. — Estou separando. Enquanto você estiver andando pelos meus corredores com esse perfume e me olhando desse jeito, a minha mente não foca no trabalho. Então, sim… por bem ou por mal, você está fora.
— Como não? Yoongi, eu trabalho aqui há cinco anos… nunca fiz nada de errado!
Sua voz tremeu levemente no final, um misto de indignação e mágoa que fez meu peito contrair. O som característico do elevador ecoou pelo cubículo metálico e as portas de aço escovado se abriram, revelando a penumbra do estacionamento subsolo. O caminho estava livre para ela ir embora. Mas ela não se mexeu. Continuou ali, fincando os pés no chão, recusando-se a aceitar a minha imposição.
Aquela teimosia me dava nos nervos ao mesmo tempo em que me deixava completamente sem defesas.
Aproveitando que as portas iam começar a se fechar automaticamente, estiquei o braço rapidamente e apertei o botão para mantê-las trancadas. O baque surdo do metal se chocando e voltando a se abrir cortou o espaço. Dei mais um passo à frente, encurralando-a contra a parede espelhada do elevador. Minha respiração já estava pesada, e a proximidade com o corpo dela estava me enlouquecendo.
— Cinco anos de uma conduta impecável, eu sei. Você é a melhor profissional dessa empresa — bati a mão na parede de metal, logo acima da cabeça dela, inclinando meu corpo para que meus olhos ficassem na mesma altura que os seus. — Mas o problema nunca foi o seu trabalho. O problema é que eu passo pelas salas e a única coisa que consigo pensar é em como a sua pele é macia, em como a sua boca se encaixa na minha e no inferno que tem sido passar as noites sozinho naquela cama gigante sem você.
Aproximei meu rosto do pescoço dela, sentindo o calor que emanava da sua pele, o perfume invadindo meus sentidos sem qualquer piedade. Minha voz desceu para um sussurro rouco, quase implorante, contra o ouvido dela:
— Você quer falar de profissionalismo? Então me diz… como eu fico profissional quando tudo o que eu quero agora é trancar essa porta e tirar esse seu vestido bem aqui?
— O que? — Sua voz mal conseguiu sair, não passando de um sopro trêmulo contra os meus lábios. — Voc…
Ela interrompeu a própria frase, capturando o lábio inferior entre os dentes. Aquele gesto. O maldito gesto que ela sempre fazia quando estava nervosa, confusa ou completamente rendida. Ver os dentes dela pressionando a carne macia da boca foi o estopim para que a pouca racionalidade que ainda me restava evaporasse por completo.
— Não faz isso — roguei, a voz extremamente rouca, meus olhos fixos no movimento da boca dela. — Não morde o lábio desse jeito na minha frente se não quiser arcar com as consequências.
Pressionei meu corpo ainda mais contra o dela, sentindo cada curva se moldar à minha anatomia. Minha mão livre desceu pela parede de metal e encontrou a sua cintura, os meus dedos apertando a pele por cima do tecido do vestido com uma possessividade que eu não conseguia — e nem queria — controlar. O calor que emanava dela parecia me queimar.
Com o polegar da outra mão, toquei delicadamente o queixo dela, forçando-a a soltar o lábio e a olhar direto nos meus olhos. Dava para ver o reflexo do painel do elevador brilhando nas suas pupilas dilatadas.
— Uma semana inteira sem te tocar foi o meu limite — sussurrei, roçando meu nariz no dela, deixando que ela sentisse o quanto a minha respiração estava descompassada. — Você ainda me quer? Porque basta você me dizer um “não” agora, e eu juro que me afasto. Mas se você não disser…
Deixei a frase morrer no ar, colando minha boca milimetricamente perto da sua, esperando apenas pelo menor sinal verde para tomá-la para mim ali mesmo.
Antes mesmo que eu pudesse terminar a frase, você encurtou a distância que nos separava e colou seus lábios nos meus. O impacto da sua boca na minha foi tão violento e cheio de urgência que o som surdo da sua bolsa caindo no chão de metal do elevador ecoou pelo espaço, mas nenhum de nós se importou.
Aquele beijo era tudo o que eu precisava.
Um rosnado baixo e faminto escapou da minha garganta quando minhas mãos agarraram sua cintura com força, puxando seu corpo contra o meu com tanta intensidade que não restou um milímetro de ar entre nós. Eu guiei o beijo, invadindo sua boca com a minha língua em movimentos profundos, possessivos, descontando cada segundo dos sete dias infernais que passei longe de você.
Você tinha gosto de saudade, de fogo e de algo que era inteiramente meu.
Minhas mãos subiram pelas suas costas, puxando você para ainda mais perto, se é que isso era possível, enquanto você se entregava ao ritmo frenético que eu impunha. Eu a prensei contra a parede espelhada do elevador, sentindo o contraste do vidro gelado nas suas costas e o calor sufocante do meu corpo esmagando o seu. Minha boca desceu da sua para a sua mandíbula, deixando trilhas de beijos molhados e mordidas leves que fizeram você arfar alto.
— Você não tem ideia do quanto eu esperei por isso — sussurrei com a voz completamente arranhada, roçando meus lábios na pele quente do seu pescoço, sentindo seu pulso acelerado bater contra a minha boca.
Passei minhas mãos para a sua bunda, apertando a carne firme ali e suspendendo seu corpo levemente, incitando você a enlaçar as pernas na minha cintura enquanto as portas do elevador continuavam ameaçando fechar.
Com o corpo suspenso e o coração parecendo que ia saltar pelo peito, você esticou o braço rapidamente, tateando o painel de metal atrás de mim. O baque firme dos seus dedos acertou os botões, e o som mecânico das portas de aço finalmente se fechando ecoou pelo cubículo, selando o nosso mundo ali dentro. Sem perder tempo, minha mão desceu tateando o painel e apertei o botão de emergência, travando o elevador de vez entre os andares. Ninguém ia nos atrapalhar.
Você segurou o tecido da minha camisa social com força, puxando-a para cima com urgência, querendo o contato direto com a minha pele. Ao mesmo tempo, impulsionou o próprio corpo, envolvendo suas pernas firmemente ao redor da minha cintura e jogando os braços em volta do meu pescoço, colando-se a mim de uma forma que me deixou completamente sem ar.
Voltamos a nos engolir em um beijo desesperado, cru e barulhento. Quando meu quadril pressionou o seu contra o espelho gelado, um gemido baixo e sôfrego escapou da sua garganta ao sentir o volume rígido, pulsante e nitidamente marcado na minha calça, clamando pelo seu corpo.
Você afastou a boca milimetricamente, os olhos brilhando com uma luxúria perigosa. Levou os dentes ao lábio inferior, mordendo-o devagar enquanto suas mãos ágeis desciam direto para o cós da minha calça, abrindo o cinto e o botão com uma pressa deliciosa. Olhando no fundo dos meus olhos, sua voz saiu em um sussurro provocante:
— Vamos então relembrar os velhos tempos?
Aquelas palavras, combinadas com o toque dos seus dedos quentes invadindo o tecido da minha cueca e envolvendo a minha intimidade já completamente ereta e latejante, foram o meu fim.
Um gemido rouco e grave rasgou a minha garganta. Eu não conseguia mais pensar em orgulho, em empresa, em brigas… nada disso importava. Segurei suas coxas com ainda mais força, cravando meus dedos na sua pele enquanto descia minha boca para o seu pescoço, distribuindo mordidas intensas ali enquanto meu quadril dava um leve impulso para frente, roçando meu pau duro direto na sua intimidade por cima da calcinha, arrancando outro som sôfrego de você.
— Os velhos tempos não eram nada perto do que eu vou fazer com você aqui dentro hoje — sussurrei, a voz completamente arranhada pelo tesão, enquanto minha mão livre descia com pressa, puxando o tecido do seu vestido para cima, subindo pelas suas coxas até encontrar a lateral da sua calcinha.
Afastei o tecido fino para o lado com os dedos trêmulos de urgência, sentindo que você já estava completamente molhada e quente, implorando pelo meu toque tanto quanto eu implorava pelo seu.
Eu não conseguia mais respirar direito. O calor ali dentro era sufocante, alimentado pelo desejo bruto e por aquela saudade acumulada que finalmente quebrava todas as nossas barreiras.
Minha mão desceu com pressa pelo seu quadril, agarrando a carne firme da sua bunda com força, apertando com uma possessividade que fez você arfar contra o meu ouvido. Eu não queria delicadeza, e você também não. Desferi um tapa firme e estalado na sua nádega, o som ecoando alto nas paredes de metal, arrancando de você um gemido agudo de surpresa e puro tesão que acendeu ainda mais o meu sangue.
— Yoongi… ah, por favor… — você implorou, jogando a cabeça para trás contra o espelho gelado do elevador, expondo completamente a linha do seu pescoço enquanto suas mãos cravavam as unhas nos meus ombros.
Ver você daquele jeito, totalmente entregue e implorando por mim, me enlouqueceu. Subi a mão que estava na sua bunda direto para a frente do seu vestido, puxando o decido para baixo sem qualquer cerimônia, expondo os seus seios fartos. Eu não esperei. Abocanhei um dos seus mamilos rigidamente eretos, envolvendo-o com a minha boca quente e sugando com força, enquanto minha língua trabalhava em círculos famintos.
— Ahhh! — Seu grito abafado ecoou pelo cubículo quando você arqueou as costas, o prazer intenso fazendo suas pernas se prenderem ainda mais firme ao redor da minha cintura.
Eu alternava entre mordidas leves e sucções profundas no seu seio, ouvindo seus gemidos sôfregos encherem o elevador, enquanto minha mão livre desceu de volta para a sua intimidade. Meus dedos, já ensopados de você, deslizaram pela sua fresta quente, penetrando dois dedos de uma vez em um movimento rápido e profundo.
— Meu Deus, Yoongi… mais rápido, vai! — você gemia alto, jogando a cabeça de um lado para o outro, completamente sem controle enquanto eu movimentava meus dedos dentro de você, sentindo as paredes da sua vagina apertarem a minha mão rigidamente.
— Você está tão apertada… tão molhada para mim… — resmunguei com a voz absurdamente rouca, deixando a minha boca subir até a sua orelha, mordendo o lóbulo antes de continuar: — Passou a semana inteira pensando em mim assim, não foi? Diz!
— Sim… ah!… sim, eu queria você… eu só queria você! — você confessou entre os dentes, chorando de prazer enquanto rebolava contra a minha mão.
Eu não aguentei mais. Tirei meus dedos de dentro de você e segurei seu quadril com as duas mãos, erguendo seu corpo um pouco mais. Alinhei a cabeça do meu pau de encontro à sua entrada completamente exposta, pulsando e lubrificada. Olhei bem no fundo dos seus olhos, sustentando seu olhar carregado de luxúria antes de descer o meu corpo de uma vez, penetrando você por inteiro em um único estoco profundo.
— Aahhhh, Yoongi! — Seu grito saiu rasgado, a sensação de preenchimento fazendo seus olhos revirarem enquanto sua cabeça batia de leve no vidro atrás de você.
— Porra… — Um gemido grave e gutural escapou do fundo do meu peito quando senti o aperto surreal da sua intimidade me esmagando.
Comecei a estocar sem qualquer piedade. O ritmo era rápido, violento, ditado pela urgência de uma semana de separação. O som dos nossos corpos se chocando com força preenchia o elevador, misturado com os estalos molhados da penetração e o ranger sutil do metal. A cada estocada profunda, minha mão subia para a sua bunda, apertando e desferindo tapas fortes que deixavam a pele quente, estimulando ainda mais o seu clímax.
Você cravava os dedos nas minhas costas por baixo da camisa, acompanhando o meu ritmo, jogando a cabeça para trás e deixando os gemidos fluírem livres, completamente entregue ao prazer e à intensidade daquele reencontro.
O ritmo ali dentro se tornou completamente caótico, impulsionado pelo tesão acumulado e por aquela necessidade possessiva de marcar território. Eu não queria mais apenas possuir o seu corpo, eu queria o controle absoluto.
Apertei minhas mãos nas suas coxas e mudei o ângulo, socando fundo, enterrando meu pau até a raiz a cada estocada agressiva contra o espelho do elevador. O impacto fazia o metal vibrar.
— Aah- Yoongi! Devagar… porra, tá muito fundo! — você gemeu alto, a voz embargada, os olhos marejados enquanto o prazer te atingia em cheio.
— Aguenta, porra. Você passou uma semana longe de mim, agora vai tomar cada centímetro — rosnei perto do seu ouvido, a voz absurdamente grave e rouca.
Subi minha mão direita direto para o seu pescoço, apertando com firmeza texturizada, sem sufocar, mas o suficiente para prender a sua cabeça contra o vidro. Ao mesmo tempo, enfiei meu polegar esquerdo entre os seus lábios, forçando a abertura da sua boca enquanto continuava a foder forte, ouvindo os estalos molhados lá embaixo.
— Chupa. Chupa meu dedo com força enquanto eu te quebro no meio — mandei, a voz ditando as regras. Você obedeceu imediatamente, fechando os lábios molhados ao redor do meu dedo, os olhos fixos nos meus, completamente rendida ao meu controle enquanto gemia abafado a cada estocada violenta que eu dava.
Fiquei ali por alguns minutos, martelando o seu corpo, sentindo a parede da sua vagina contrair em pequenos espasmos até que eu decidi mudar o jogo. Eu precisava de mais.
Segurei o seu quadril, descendo o corpo até que os pés tocassem o chão de metal. Sem dar tempo para respirar, virei o seu corpo de costas para mim.
— Apoia as mãos no espelho. Empina essa bunda para mim, agora — ordenei com um tapa estalado na nádega direita, que já exibia a marca vermelha dos meus dedos.
Você obedeceu, tremendo, curvando as costas e jogando a bunda redonda na minha direção. Olhar para aquela visão, com a minha porra e o lubrificante natural dela escorrendo pelas coxas, me deixou completamente insano. Mas eu não ia voltar para o mesmo lugar. Deslizei a ponta do meu pau mais para baixo, roçando direto na entrada estreita do cuzinho dela, sentindo o corpo dela dar um sobressalto.
— Yoongi… aí não… — você sussurrou, tentando olhar para trás por cima do ombro.
— Shh… relaxa para mim. Você sabe que eu vou entrar — sussurrei, espalhando um pouco da sua umidade na bordinha do bumbum com os meus dedos.
Prendi meus dedos firmemente no seu cabelo cabelo, puxando os fios para trás com força para expor o pescoço, enquanto a minha outra mão espalmava a sua nuca, mantendo-a presa. Alinhei a ponta e, com uma pressão firme e contínua, empurrei o meu pau para dentro do seu cuzinho de uma vez só.
— AHHHH! — O seu grito saiu rasgado, as mãos arranhando o espelho do elevador enquanto o corpo todo travava pelo preenchimento absurdo.
— Porra… caralho… — Fechei os olhos, o aperto daquele lugar quase me fazendo virar ali mesmo. — Aperta mais… me engole todinho assim…
Comecei a me movimentar devagar, deixando que você se acostumasse com a dor misturada ao prazer extremo, antes de começar a socar com força total. Cada estocada era um baque seco da minha pélvis contra a sua bunda. Você jogava a cabeça para trás, chorando de tesão, os gemidos agudos ecoando alto no cubículo trancado.
No meio do ritmo frenético, soltei a mão do seu cabelo por um segundo e, sem parar de te foder com força, estiquei o braço e bati o painel com força, desativando o botão de emergência e apertando o botão do último andar: a cobertura. Meu escritório.
O elevador deu um leve solavanco e começou a subir de volta, mas eu não diminuí a velocidade das estocadas. Puxei o seu cabelo de novo, colando minha boca na sua orelha, enquanto meu quadril continuava batendo sem piedade.
— Nós vamos subir para a porra da minha sala agora — sussurrei, a respiração quente e ofegante contra a sua pele. — Comprei uma poltrona nova para o meu escritório na semana passada… E você vai passar o resto da noite quicando no meu pau ali em cima até não aguentar mais andar. Entendeu?
O aperto daquele cuzinho estava me levando direto para o limite. Eu sentia cada parede interna se contraindo ao redor do meu pau, me esmagando a cada estocada violenta que eu dava, enquanto você chorava e gemia alto contra o espelho. O clímax estava subindo pelo meu peito como uma onda avassaladora.
— Yoongi… eu vou… ah!… eu vou gozar! — você gritou, o corpo inteiro tremendo, a bunda empinada contra mim recebendo meus impactos brutais.
— Segura… porra, me aperta assim… eu tô quase… — rosnei, desferindo mais três socadas profundas, sentindo meu pau latejar pronto para explodir dentro dela.
De repente, um bipe sonoro ecoou e o elevador deu um solavanco, parando no andar da cobertura. As portas de aço começaram a se abrir devagar, revelando a penumbra do corredor do escritório.
— Não! — soltei um palavrão entre os dentes. No puro reflexo, soltei o seu cabelo por um segundo, estiquei o braço com tudo e bati a mão no painel, esmurrando o botão de fechar e travando o elevador em emergência de novo. As portas se chocaram e fecharam.
Virei seu corpo de frente para mim com brutalidade, prendendo suas costas no metal e puxando suas pernas de volta para a minha cintura. Enfiei meu pau de uma vez só na sua bunda e comecei a socar com um desespero insano, rápido, forte, sem nenhuma piedade.
— Ahhh! Yoongi! — O grito dela foi abafado pela minha boca quando a juntei num beijo bruto.
O clímax nos atingiu juntos, como uma explosão. Ela revirou os olhos e jogou a cabeça para trás, o corpo todo tremendo em espasmos violentos enquanto gozava alto. O aperto surreal me fez dar duas estocadas finais, afundando até a raiz, e eu descarreguei toda a minha porra dentro do seu cuzinho, gemendo alto e gutural contra o seu pescoço. Meu pau latejava lá dentro, injetando jorros quentes que logo começaram a transbordar e escorrer pelas suas pernas.
Ficamos alguns segundos apenas respirando de forma caótica, os nossos peitos subindo e descendo, colados pelo suor e pelo tesão. Deslizei meu pau para fora devagar, arrancando um sussurro sôfrego de você, e arrumei minha calça de qualquer jeito, deixando o zíper aberto. Você desceu do meu colo com as pernas bambas, tentando ajeitar o vestido que estava completamente bagunçado.
Peguei a sua bolsa no chão, destravei o elevador e as portas se abriram de novo para o corredor silencioso.
— Vamos para a minha sala. Agora — sussurrei com a voz ainda trêmula, segurando o seu pulso e te puxando para fora.
O andar estava completamente deserto. Como de costume, nós dois éramos sempre os últimos a sair da empresa, o que significava que todo aquele espaço era nosso. Cruzamos o corredor escuro e entramos na minha sala da diretoria. Assim que você passou, bati a porta pesada de madeira e tranquei a fechadura com um estalo seco.
A pouca iluminação que vinha das janelas de vidro que davam para a cidade iluminava a sua silhueta. Eu não dei nem tempo de você respirar. Te pressionei contra a madeira da porta fechada, jogando meu corpo contra o seu, e tomei a sua boca em um beijo faminto, a minha língua invadindo a sua sem pedir licença. Minhas mãos, possessivas, começaram a te apalpar todinha, descendo pelas suas costelas, apertando a sua cintura e descendo direto para a sua bunda, apertando as duas nádegas com força contra o meu quadril.
Abaixei a cabeça, distribuindo beijos molhados pelo seu queixo até encontrar o decote do vestido, que já estava totalmente arriado. Minha boca abocanhou um dos seus seios, sugando o mamilo rigidamente ereto com força, fazendo-se arfar alto. Enquanto minha língua brincava ali, fazendo círculos e mordiscando a pele sensível, minha mão direita subiu para o seu outro seio, apertando-o e massageando-o sem parar, provocando o mamilo entre os meus dedos.
— Ah, Yoongi… humm… — você gemia baixinho, cravando as unhas nos meus ombros, o seu corpo já acendendo de novo.
Afastei minha boca dos seus seios e desci lentamente pelo seu corpo. Fui escorregando até me ajoelhar no chão, bem entre as suas pernas. Olhei para cima, sustentando os seus olhos brilhantes e cheios de luxúria, antes de puxar a sua calcinha totalmente para o lado.
Sem qualquer aviso, abocanhei a sua buceta, enfiando a minha língua direto no seu clitóris com força. Ao mesmo tempo, enfiei três dedos bem fundo na sua fresta quente, desferindo estocadas rápidas e ritmadas ali dentro.
— A-Ahhh! Meu Deus! — O seu grito saiu agudo, ecoando pela sala vazia.
O estímulo duplo era demais. Totalmente sem forças para ficar de pé, você agarrou os fios do meu cabelo com as duas mãos, puxando-me contra si com força para receber ainda mais da minha boca. Você inclinou o quadril para frente, entregando-se completamente ao meu ritmo, jogando a cabeça para trás enquanto eu te devorava ali mesmo no chão da entrada.
— Se você… ah!… se você ainda quer que eu trabalhe amanhã… vai ser difícil assim, Yoongi… — você gemeu entre dentes, a voz completamente arrastada, quebrando em um suspiro sôfregamente alto enquanto rebolava a sua buceta molhada contra a minha boca. — Amor… porra…
Ouvir aquele “amor” no meio do seu delírio de prazer, misturado com o ritmo indecente que você ditava contra a minha língua, quase me fez perder a cabeça ali mesmo no chão.
Prendi o seu quadril com as duas mãos, afundando minha boca uma última vez contra o seu clitóris, sugando com força enquanto meus dedos estocavam fundo dentro de você, arrancando um grito agudo que ecoou pelas paredes da sala. Subi meus lábios pela sua coxa, deixando um rastro de caminhos molhados e quentes pela sua pele até ficar de pé, colando meu corpo ao seu contra a porta novamente.
— Você não vai trabalhar amanhã, nem depois, se eu continuar desse jeito… — sussurrei com a boca colada na sua, a respiração tão caótica quanto a sua, antes de te calar com um beijo brutal, roubando todo o seu ar.
Passei minhas mãos por baixo da sua bunda e te suspendi do chão de uma vez. Você cruzou as pernas ao redor da minha cintura no mesmo segundo, arranhando os meus ombros por puro reflexo. Caminhei a passos largos pela penumbra da sala até a minha mesa, onde a enorme poltrona nova de couro preto nos esperava.
Me joguei nela com você ainda no meu colo. O couro estalou sob o nosso peso, mas eu não perdi tempo. Segurei a sua cintura com firmeza, guiando o seu corpo para cima, deixando a cabeça do meu pau — que já latejava de forma insana, babando de tesão — alinhada perfeitamente com a sua entrada.
— Agora você vai fazer exatamente o que eu passei a porra da semana inteira imaginando você fazer bem aqui — rosnei, olhando bem no fundo dos seus olhos enquanto cravava minhas mãos nos seus quadris. — Senta.
Você soltou um gemido longo, arrastado, e desceu o quadril de uma vez, engolindo cada centímetro do meu pau. Seus olhos reviraram com a sensação de preenchimento e você jogou a cabeça para trás, segurando nos meus braços para encontrar apoio.
— Ahhh… Yoongi… caralho… — você arfou, começando a se movimentar, subindo e descendo no meu colo em um ritmo forte e ritmado.
— Isso… cavalga para mim, amor. Bem gostoso assim — incentivei com a voz totalmente rouca, subindo minhas mãos para os seus seios, apertando-os enquanto assistia você quicar com força em cima de mim, fazendo a poltrona ranger e o som molhado do nosso sexo preencher o escritório deserto.
Você se apoiava nos meus ombros com tanta força que as suas unhas quase perfuravam a minha pele através da camisa. O movimento do seu quadril estava rápido, violento, ditado por uma luxúria que me deixava completamente sem defesas. Você subia e descia com força na poltrona nova, e a cada vez que o seu quadril batia contra o meu, o meu pau afundava até o talo, raspando no fundo da sua parede mais sensível.
— Ah, Yoongi… assiste… assiste o que você faz comigo… — você gemia alto, jogando a cabeça para trás, os cabelos balançando enquanto rebolava com malícia bem na minha raiz, me deixando louco.
— Porra… você tá me deixando doidinho… caralho… — eu rosnava entre os dentes, apertando a sua cintura com força total para ditar o impacto, mas você simplesmente não parava. Você estava no controle daquela cavalgada, e a forma como você prendia o meu pau lá dentro a cada descida estava me fazendo perder completamente a linha.
O som dos nossos corpos se chocando no couro da poltrona era alto, abafado apenas pelos seus gemidos agudos e pela minha respiração totalmente arruinada. Você inclinou o corpo para a frente, colando os seus seios fartos no meu peito, a boca faminta buscando o meu pescoço para morder enquanto o seu quadril aumentava a velocidade de forma insana.
— Eu vou… eu vou gozar, Yoongi! Agora! Ahhh! — o seu grito saiu rasgado contra a minha pele no segundo em que o seu corpo inteiro travou.
A sua buceta começou a contrair em espasmos violentos, esmagando o meu pau com uma força surreal. Sentir o seu clímax me sugando daquele jeito desfez qualquer pingo de resistência que eu ainda tinha. Segurei o seu quadril com as duas mãos e dei três estocadas brutais para cima, afundando com tudo enquanto um gemido grave e animal saía do fundo do meu peito.
— Porra sua gostosa! — explodi.
Jorrei a minha porra profundamente dentro de você, sentindo os jatos quentes encherem a sua fresta enquanto você chorava de prazer no meu ouvido. Nós dois tremíamos, entregues à intensidade de uma semana inteira de saudade acumulada que finalmente desabava sobre nós.
Ficamos ali por longos minutos. O silêncio da sala escura era quebrado apenas pelas nossas respirações pesadas e pelo som do ar condicionado. Você desabou o corpo cansado contra o meu peito, com a cabeça escondida no meu pescoço, completamente exausta, sem forças nem para descer do meu colo. Minhas mãos continuavam espalmadas nas suas costas, subindo e descendo devagar, sentindo o suor colar as nossas peles.
O meu pau foi amolecendo dentro de você devagar, deslizando para fora com um estalo úmido, deixando o nosso suco misturado escorrer pelo couro da poltrona.
Deixei um beijo demorado e carinhoso na sua têmpora, embora a minha voz ainda estivesse completamente arranhada e rouca quando quebrei o silêncio:
— Olha para mim — pedi baixinho, apertando de leve a sua bunda. Você ergueu a cabeça devagar, com os olhos pesados e os lábios inchados. — Você achou que ia se livrar de mim com essa rodada? Esquece.
Dei um sorriso de canto, aquele bem possessivo que você conhece, e passei o polegar pelo seu lábio inferior.
— Assim que as minhas pernas voltarem a funcionar e a gente conseguir se vestir, eu vou te pegar no colo, te jogar no banco de trás do meu carro e sumir com você. Nós vamos direto para a minha casa, para a minha cama… e eu juro por tudo o que é mais sagrado, amor: você não vai sair debaixo de mim durante o fim de semana inteiro. Vou recuperar cada maldito segundo que passei longe de você.
[quote]— Deixe de trabalhar na minha empresa.
Kkkkkkkkk na tentativa de se controlar
[quote]— Cinco anos de uma conduta impecável, eu sei. Você é a melhor profissional dessa empresa — bati a mão na parede de metal, logo acima da cabeça dela, inclinando meu corpo para que meus olhos ficassem na mesma altura que os seus. — Mas o problema nunca foi o seu trabalho. O problema é que eu passo pelas salas e a única coisa que consigo pensar é em como a sua pele é macia, em como a sua boca se encaixa na minha e no inferno que tem sido passar as noites sozinho naquela cama gigante sem você.
Não consegue esquecer, né?? O chá foi dos bons
Antes mesmo que eu pudesse terminar a frase, você encurtou a distância que nos separava e colou seus lábios nos meus. O impacto da sua boca na minha foi tão violento e cheio de urgência que o som surdo da sua bolsa caindo no chão de metal do elevador ecoou pelo espaço, mas nenhum de nós se importou.
Sexo de reconciliação e dentro de elevador
Geeente, que baixariaaaa
Continueeem kkkkkk
[quote]— Assim que as minhas pernas voltarem a funcionar e a gente conseguir se vestir, eu vou te pegar no colo, te jogar no banco de trás do meu carro e sumir com você. Nós vamos direto para a minha casa, para a minha cama… e eu juro por tudo o que é mais sagrado, amor: você não vai sair debaixo de mim durante o fim de semana inteiro. Vou recuperar cada maldito segundo que passei longe de você.
Durante o fim de semana inteiro ??
Nessa caso, nem hipoglós da jeito
Ja começamos com drama, eu amo que o divo até nos oneshot tem uma história profunda
Porra nenhuma, ema ema ema cada um com seus problema fiii
Gente eu preciso testar essa babado de morder os lábios na frente de um boy babadeiro, sera se da certo?
Ele fez aquele auê todo pra ter prikitinho de novo BABADO EIN