A noiva em fuga
por FanfiqueiraO vento açoitava o tecido fino do vestido de noiva de Yrys enquanto ela corria desesperada pelo asfalto quente. O barulho de um motor potente ecoou pela estrada deserta e, sem pensar duas vezes, ela se jogou na frente da máquina.
A moto era uma fera de metal preto, e o piloto parecia parte dela. Ele vestia uma jaqueta de couro preta ajustada, que marcava os ombros largos e a postura imponente. Luvas de couro sem dedos revelavam tatuagens que subiam pelo dorso da mão, e a calça jeans escura, gasta nos joelhos, completava o visual rebelde. Antes que ele pudesse levantar a viseira, Yrys pulou na garupa, segurando firmemente em sua cintura.
— Tira-me daqui! Agora! — ela gritou, sentindo o coração disparar ao ver os carros da família surgindo no horizonte.
O homem soltou uma risada grave, que vibrou através das costas dele até as mãos de Yrys. Sem dizer uma palavra, ele acelerou, transformando o mundo em um borrão de velocidade.
Minutos depois, ele parou no acostamento de uma rota cercada por árvores, longe de qualquer civilização. Ele desligou o motor e removeu o capacete. Yrys perdeu o fôlego. Não era um homem qualquer; o rosto era esculpido, com olhos intensos e um sorriso ladino que carregava um perigo magnético.
— Então… por que a noiva está fugindo? — ele perguntou, a voz aveludada.
— Eu não vou me casar com aquele homem! — Yrys começou a tagarelar, gesticulando freneticamente. — Meus pais querem uma fusão de empresas, mas eu me recuso a ser troféu de um velho problemático. Aquele CEO deve ser um fóssil! Como alguém está no topo há tanto tempo sem ter pelo menos cinquenta anos? Ele fundou a empresa com o quê? Dezoito anos? É impossível ele ser novo, deve ser um ranzinza que…
Ele soltou uma risada anasalada, interrompendo-a. Um brilho divertido, quase ofendido, surgiu em seu olhar. — Velho? Problemático? — Ele arqueou uma sobrancelha. — Você tem uma imaginação fértil, querida.
— É a lógica! — ela insistiu, andando de um lado para o outro. — Ele é um…
Antes que ela terminasse a frase, ele estendeu o braço e a puxou pela cintura, colando o corpo dela ao dele enquanto ainda estava sentado na moto. Sem aviso, seus lábios tomaram os dela em um beijo voraz, úmido e dominador.
Yrys sentiu os joelhos fraquejarem. O gosto dele era de menta e perigo. Ela ficou anestesiada, os sentidos entorpecidos pela audácia daquele estranho. Quando ele se afastou apenas alguns milímetros, ela murmurou, a voz trêmula: — Porra… sua boca é deliciosa…
— Você fala demais — ele sussurrou, mordendo o lábio inferior dela antes de dar outro beijo curto e estalado. — Senta aqui.
Dominada pelo desejo súbito, ela obedeceu, sentando-se de frente para ele, com as pernas abertas sobre o tanque da moto, o vestido de noiva subindo pelas coxas. Ele deslizou a mão enluvada pelas costas dela, subindo lentamente até a nuca, onde os dedos se enroscaram em seu cabelo, puxando-o levemente para trás.
— Se você fosse a minha noiva e fugisse com um homem qualquer… eu teria que te punir por tentar escapar de mim — ele sussurrou no ouvido dela, a respiração quente causando arrepios.
— Você me trouxe aqui de propósito… — ela gemeu, sentindo a mão dele apertar seu seio por cima do cetim do vestido.
— Você queria fugir do seu noivo — ele sorriu, os olhos escurecendo. — Mas olha ele aqui. Prazer, Jeon Jungkook.
O choque durou apenas um segundo, pois a mão de Jungkook já descia, mergulhando por baixo do vestido até encontrar a calcinha de renda já úmida.
— Agora vou te foder aqui na minha moto para você aprender a lição — ele sentenciou, a voz rouca. — Para você entender de quem você é. E o que é meu, fica comigo.
Ele inseriu dois dedos de uma vez, movimentando-os com uma pressão impiedosa. Yrys arqueou as costas, gritando o nome dele na estrada deserta. — Isso… geme pra mim, porra! — ele ordenou, enquanto a outra mão apertava seu mamilo com força.
Ele a levava ao limite com uma perícia absurda, atingindo o ponto certo a cada estocada dos dedos. Quando ela sentiu que o ápice estava chegando, ele retirou a mão abruptamente. Yrys soltou um gemido de pura frustração, os olhos implorando por mais. Jungkook, com um olhar devasso, levou os dedos à boca, lambendo o rastro dela de forma lenta, sem tirar os olhos dos dela.
— Só o começo — ele disse.
Ele abriu o zíper da calça, libertando-se. Ajustou a calcinha dela para o lado e, segurando-a firmemente pelo quadril, a baixou de uma vez sobre seu membro. Yrys soltou um grito abafado, sentindo-se preenchida de forma avassaladora.
Jungkook a penetrava com força, e o som dos seus corpos se chocando preenchia o ar. Ele puxava seus cabelos com uma mão, a cabeça dela inclinada para trás enquanto ele explorava seu pescoço com beijos ávidos. A outra mão desceu para o seio, apertando-o com devoção, os dedos ágeis atiçando o mamilo já ereto.
Um tapa estalado reverberou na coxa de Yrys, fazendo-a ofegar e rebolar ainda mais. Ele sorriu contra a pele dela. Seus dedos então encontraram o clitóris, massageando-o com precisão enquanto ele continuava a estocá-la por dentro. A cada toque, a cada estocada, Yrys sentia seu corpo se contrair em ondas de prazer.
De repente, Jungkook ligou a moto com a mão livre, e o ronco do motor se juntou à sinfonia de seus gemidos. Ele começou a acelerar lentamente, com Yrys ainda montada nele, sentindo cada centímetro da ereção dele. Ele acelerava e freava de leve, propositalmente, fazendo com que cada impacto o penetrasse mais fundo, roubando-lhe o ar.
— Não para, Yrys. Rebola para mim — ele comandava, os dedos apertando suas nádegas com firmeza.
Yrys estava completamente entregue, seus gemidos se misturando ao som do vento e do motor. Quando estavam à beira do clímax, ele parou novamente no meio da estrada deserta. Jungkook a fodeu com selvageria implacável. Ele abaixou a cabeça, chupando um de seus seios com avidez, mordiscando-o suavemente enquanto a outra mão voltava a massagear seu clitóris. Ele pausava a estimulação clitoriana por breves segundos, apenas para atiçar ainda mais a loucura dela, e entre um puxão de cabelo e uma mordida, ele murmurava:
— Você estava fugindo do seu noivo e ia trepar com outro na moto dele, é, hum? Fala pra mim, sua putinha…
Yrys só conseguia gemer e choramingar, seu corpo se contorcendo sob o dele. Ela tentou formar palavras, mas apenas sons incoerentes saíam de sua garganta, a mente completamente nublada pelo prazer.
— Ah, Jungkook… eu… eu… eu… — ela gritou, sentindo um orgasmo poderoso rasgá-la por dentro.
— Isso, porra! — ele rosnou, liberando seu próprio gozo em um jorro quente e espesso dentro dela.
Quando Yrys finalmente desceu do pico do prazer, ela estava mole e fraca, as pernas bambas. Jungkook a puxou para si, mantendo-a presa contra o peito dele, sem sair de dentro dela. Ela o abraçou pela cintura, o rosto enterrado na curva do pescoço dele.
Ele ligou a moto novamente, o motor ronronando. — Já que você fugiu do nosso casamento — ele disse, a voz ainda rouca de desejo enquanto a moto voltava a se mover pela estrada. — Vamos direto para a nossa lua de mel.
Ela ainda estava mole em seus braços, o corpo exausto e trêmulo, mas Jungkook não parava. Ele continuava a acelerar e frear de vez em quando, apenas para sentir a penetração gostosa dentro dela e ouvi-la gemer baixinho, um som que era música para seus ouvidos.
— Você é minha, Yrys. Toda minha — ele sussurrou, a voz rouca e possessiva, apertando-a ainda mais contra ele enquanto a moto deslizava pela estrada.
Minutos depois, eles emergiram da floresta e uma visão deslumbrante apareceu. À frente, em uma clareira isolada e cercada por árvores altas que pareciam tocar o céu, estava um chalé de luxo, inteiro feito de vidro. As paredes transparentes revelavam um interior elegante e moderno, com luzes suaves que convidavam à intimidade. Não havia viva alma por perto, apenas o silêncio da natureza e o chalé que parecia flutuar no ar.
Yrys ergueu a cabeça, os olhos arregalados de surpresa e admiração. A visão era de tirar o fôlego, um contraste total com a fuga frenética e o sexo selvagem que acabara de experimentar.
— Onde… onde estamos? — ela perguntou, a voz ainda um sussurro.
Jungkook desligou o motor, o silêncio da floresta engolindo o som. Ele desceu da moto, ainda a segurando com cuidado, e a colocou no chão, mas não antes de dar um beijo lento e profundo nela.
— Bem-vinda à nossa lua de mel, noiva fugitiva. Prepare-se, porque a diversão está apenas começando.
Jungkook a pegou no colo sem esforço, os braços fortes apertando-a contra o peito. Seus olhos encontraram os dela, um sorriso malicioso brincando em seus lábios. Enquanto ele caminhava em direção ao chalé de vidro, suas mãos desceram para a barra do vestido de noiva. Com um puxão decisivo e um rasgo satisfatório, o tecido branco se partiu, revelando as coxas e parte da calcinha.
— Esse vestido já cumpriu sua função — ele murmurou, a voz rouca, antes de rasgá-lo completamente, deixando o tecido em farrapos sobre o chão.
Ele a levou diretamente para dentro, onde o interior do chalé, completamente aberto e transparente, amplificava a sensação de exposição e liberdade. O banheiro, sem paredes opacas, era uma extensão do quarto, revelando um chuveiro espaçoso com paredes de vidro e um jato de água luxuoso.
Yrys ofegou quando ele a colocou de pé sob o chuveiro, a água morna começando a cair sobre seus corpos. — Vamos limpar essa sujeira… e depois te sujar de novo — ele sussurrou em seu ouvido, um beijo molhado em seu pescoço.
Jungkook começou a passar o sabonete pelo corpo de Yrys, as mãos grandes deslizando pela pele macia, removendo os vestígios da estrada. Mas o contato da água quente com as curvas dela e o cheiro da pele molhada foram demais. O membro dele pulsou, batendo contra a barriga dela, rígido e impaciente.
— Ah, foda-se a limpeza… — ele rosnou, a voz vibrando de luxúria.
Ele a segurou pelos ombros e a pressionou suavemente para baixo. Yrys entendeu o comando e se ajoelhou no chão de mármore do box, sob a água que caía. Ela envolveu a ereção dele com os lábios, trabalhando com a língua para lubrificá-lo enquanto olhava para cima, encontrando o olhar predatório de Jungkook. Ele gemia baixo, as mãos enterradas nos cabelos molhados dela, guiando o ritmo.
— Isso… usa essa boquinha deliciosa, Yrys. Me deixa pronto para você.
Depois de alguns minutos de uma tortura prazerosa, ele desligou o chuveiro abruptamente. Ele a puxou pela mão até a hidromassagem gigante que ficava estrategicamente posicionada diante das paredes de vidro. A água já estava morna e as bolhas borbulhavam, criando um cenário de puro pecado.
Ele mandou ela entrar e entrou logo em seguida. Sem perder tempo, Jungkook a puxou para o seu colo, fazendo-a sentar de costas para ele, de frente para a floresta escura lá fora. Ele massageava os seios dela com uma mão enquanto a outra descia para o clitóris, usando a pressão da água da hidro para intensificar o toque.
— Olha para lá, Yrys. O mundo inteiro poderia estar te vendo agora… mas só eu posso te tocar assim — ele sussurrou, mordendo o lóbulo da orelha dela antes de penetrá-la por trás em um ângulo perfeito.
O ritmo dentro da hidromassagem tornou-se frenético, transformando a água morna em um turbilhão de espuma e luxúria. Jungkook não tinha pressa de acabar; ele queria marcar cada centímetro de Yrys, garantindo que ela nunca esquecesse a quem pertencia.
Ele a virou de quatro na borda da hidro, as mãos dela espalmadas contra o vidro gelado enquanto o corpo sentia o calor abrasador dele por trás. Jungkook segurou o quadril dela com tanta força que seus dedos deixariam marcas claras na pele alva. A cada estocada profunda, o peito de JK batia contra as costas dela, e o som do impacto era abafado apenas pelos gemidos ruidosos que ela soltava.
— Olha para o vidro, Yrys… olha como eu estou te fodendo — ele ordenou, a voz vibrando de forma gutural no ouvido dela.
Ele desceu uma das mãos, encontrando o clitóris dela que já estava pulsando de sensibilidade. Enquanto a fodia com um ritmo de tirar o fôlego, ele começou a massagear com o polegar, em círculos rápidos e firmes. Yrys revirou os olhos, a cabeça pendendo para trás, encontrando o ombro dele.
— Jungkook… ah! Mais forte… por favor! — ela suplicava, o corpo todo em espasmos.
Em resposta, ele desferiu um tapa ardido em sua nádega direita, o som ecoando por todo o chalé vazio. O ardor da palmada misturado ao prazer da penetração fez Yrys soltar um grito agudo. Ele aproveitou o momento para segurar o cabelo dela com força, puxando sua cabeça para trás para que pudesse morder a junção do seu pescoço com o ombro, deixando uma marca arroxeada ali.
— Você quer mais forte? — ele rosnou, aumentando a velocidade das estocadas até que o som da água transbordando fosse constante. — Então aguenta, porque eu não vou ter pena de você.
Ele a puxou novamente para o seu colo, mas desta vez ele estava sentado em um dos bancos submersos da hidro e ela estava de frente para ele, com as pernas entrelaçadas em sua cintura. Jungkook a segurava pela nuca, forçando-a a olhar fixamente em seus olhos escuros e dilatados.
— Você ia se casar com um velho, Yrys? — ele perguntou, dando uma estocada tão profunda que a fez perder o ar. — Diz pra mim… quem é que está te fodendo agora? De quem é essa buceta?
— É sua… — ela ofegou, as unhas cravando no ombro tatuado dele. — É toda sua, Jungkook! Por favor, não para…
— Isso, garota… fode meu pau com essa força toda — ele incentivava, dando tapas rítmicos em suas coxas enquanto a ajudava a quicar sobre ele.
Ele alternava entre sugar os mamilos dela com uma força que a fazia arquear o corpo e sussurrar obscenidades sobre como ela era viciante. Cada vez que ele sentia que as paredes internas dela se apertavam, sinalizando o orgasmo iminente, ele parava o movimento clitoriano e diminuía as estocadas, deixando-a à beira do abismo, implorando por mais.
— Ainda não… — ele sussurrou, a voz carregada de uma malícia perigosa. — Eu quero que você sinta cada centímetro antes de eu te deixar vir de vez. Você é minha noiva agora, e essa é a sua primeira lição: eu decido quando você goza.
A tortura de Jungkook era implacável. Ele a mantinha naquele limiar insuportável, onde o prazer era tanto que beirava a dor. Yrys soluçava contra o pescoço dele, o corpo tremendo em uma antecipação elétrica enquanto ele continuava a estocá-la com uma lentidão calculada, apenas para mantê-la acesa.
— Por favor, Jungkook… eu não aguento mais… — ela implorou, a voz falhando, as pernas apertando o tronco dele com força desesperada.
Ele sorriu, um som sombrio e vitorioso escapando de sua garganta. Ele a ergueu um pouco mais, saindo levemente da água para que a gravidade e o peso dela aumentassem a fricção.
— Agora, Yrys. Goza para mim.
Ele voltou a atacar o clitóris dela com o polegar, desta vez com uma rapidez furiosa, enquanto retomava as estocadas selvagens. O impacto era bruto, o som da carne se chocando misturado ao chapinhar da água transbordando da hidro. Jungkook não era mais o CEO polido; ele era um predador consumindo sua presa.
Ele segurou o cabelo dela com os dedos entrelaçados, forçando-a a encarar a imensidão escura da floresta através do vidro, enquanto a fodia por trás com uma força que fazia a banheira vibrar.
— Olha como você está se abrindo para mim — ele rugiu no ouvido dela. — É assim que eu vou te marcar todas as noites.
Yrys atingiu o ápice com um grito que ecoou pelo chalé. O orgasmo foi tão violento que sua visão ficou turva; as paredes internas de sua buceta pulsavam ao redor de Jungkook em espasmos frenéticos. Sentindo o aperto esmagador dela, Jungkook soltou um rosnado animal, a cabeça pendendo para trás enquanto ele gozava dentro dela com jatos quentes e profundos, fundindo-os em um só corpo sob a névoa de vapor da hidromassagem.
Eles ficaram ali por longos minutos, apenas o som da respiração pesada e o borbulhar da água preenchendo o silêncio. Jungkook a abraçou por trás, os braços tatuados circulando sua cintura, o queixo apoiado em seu ombro molhado.
— Fugir de mim foi a melhor decisão que você já tomou, Yrys — ele sussurrou, a voz carregada de uma satisfação possessiva. — Porque agora, eu nunca mais vou deixar você ir embora.
Ele a tirou da água, envolvendo-a em uma toalha felpuda, mas seus olhos prometiam que a noite estava longe de acabar.
Isso que dá sair de moto com um desconhecido kkkkk, a sorte é que era um gostoso
Rum kkkkk
Passada, chocada kkkk \o/
Kkkkkkkk ai dad
Aaah os braços tatuados <3
Não aceite carona de desconhecidos !
Yrys :
Kkkkkk
A querida fugindo simplesmente do JK…
Imaginando a Lê escrevendo isso na força do ódio
Nem fale…
Muahahahah
Como a vingança é sweet
Eita na rua mesmo é??!
Aí sim…fugiu do casamento, mas foi capturada pelo noivo gostoso e sem piedade!!!
Só quero!!!
Kkkkkkk
Sabiaaaaaa
A punição dos meus sonhos
Misericórdia,que isso senhor
Que visão dos infernos, minha mente criou agora
Eu não ia dizer nada,mais pensei nisso tbm
Calúnia!
Promete??
Kkkkk
Lá se foi a Yris
Gente, que isso?! Eu amei
— Você queria fugir do seu noivo — ele sorriu, os olhos escurecendo. — Mas olha ele aqui. Prazer, Jeon Jungkook.
Quando ele disse q ia punir ela, logo imaginei q ele era o noivo, kkk, mas é impossível não surtar com essa fala.
Realmente a raiva da Leh escrevendo isso…
Pois estou!!! Mas vou aceitar… pois está bom demais!!!
Me ferrei, amigos e amigas
Que sorte dessa noiva kkkk
Céus ele é o noivo? Pqp
Com certeza a boca Jeon Jungkook é deliciosa
Esse homem com a força que ele, deve muito bom
Aaaah eu não ia reclamar não sr Jeon