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O som metálico da porta de ferro se fechando ecoou pela sala pequena e abafada. O cheiro de café forte e o perfume amadeirado dele preenchiam o espaço, tornando o ar pesado. Você estava sentada, com as mãos algemadas para trás, sentindo o metal frio apertar seus pulsos toda vez que tentava se mexer.

Jungkook não disse nada de imediato. Ele caminhou lentamente até o interruptor, apagando as luzes fluorescentes e deixando apenas a lâmpada amarela pendurada sobre a mesa. O contraste criava sombras profundas em seu rosto, destacando o maxilar trincado.

— Você acha que isso é uma brincadeira? — a voz dele saiu grave, um trovão baixo que vibrou no seu peito.

Ele puxou a cadeira de metal, virando-a ao contrário para sentar de frente para você. Com um movimento lento e deliberado, ele desabotoou o primeiro botão da farda, com uma respiração pesada.

— Eu fiz uma pergunta. — Ele inclinou o corpo para frente, invadindo seu espaço até que você pudesse sentir o calor vindo dele. — Quem te deu as coordenadas daquele racha?

Você soltou uma risada nasalada, desviando o olhar com um sorriso debochado. — Por que não descobre sozinho, oficial? Você parece ser tão… eficiente.

O movimento dele foi mais rápido do que seus olhos puderam acompanhar. Em um segundo, a mão dele envolveu seu pescoço, não para sufocar, mas com uma pressão firme que forçou sua cabeça para trás, obrigando-a a encará-lo.

— Olha para mim quando eu estiver falando! — ele gritou, a voz ecoando nas paredes nuas. A palma da outra mão dele atingiu seu rosto em um estalo seco. Não foi um golpe para machucar, mas um choque de autoridade que fez sua pele arder e seu coração disparar.

O que ele não esperava era o brilho nos seus olhos. Em vez de medo, ele viu o desafio. Você sentiu um calor úmido subindo pelo corpo; a restrição das algemas e a força bruta dele eram como combustível.

Jungkook apertou um pouco mais os dedos em sua garganta, o polegar pressionando o ponto onde sua pulsação estava errática. Ele se aproximou tanto que os lábios dele quase roçaram os seus.

— Você está gostando disso, não está? — ele sussurrou, a voz agora perigosamente baixa, carregada de um desejo sombrio que ele tentava esconder sob a farda. — Você quer que eu perca o controle. Mas se eu perder… você não vai aguentar o que vem a seguir. Confessa. Agora.

Você umedeceu os lábios lentamente, sustentando o olhar sombrio dele.

— E se eu não falar? — sua voz saiu num sussurro rouco, mas carregado de audácia. — O que pretende fazer com esse cacete em mim, hum? Vai me bater até eu abrir a boca… ou vai usar ele para conseguir o que quer à força?

O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor. Jungkook travou o maxilar com tanta força que um músculo saltou em seu rosto. O brilho de autoridade nos olhos dele foi substituído por algo muito mais instintivo e selvagem.

Ele soltou seu pescoço bruscamente, apenas para segurar seus ombros e te empurrar contra o encosto da cadeira com um baque seco.

— Você não tem ideia do perigo que está correndo — ele rosnou, a voz falhando pela raiva e pelo desejo acumulado.

Ele se levantou, a cadeira dele arrastando no chão com um barulho estridente. Jungkook caminhou até a porta e girou a chave, trancando vocês dois naquela penumbra. Ele retirou o cinto tático com um movimento ágil, jogando o metal pesado sobre a mesa de depoimentos.

— Você quer ver o que eu pretendo fazer? — Ele voltou para perto de você, ficando de pé entre as suas pernas, forçando-as a se abrirem enquanto ele se encaixava ali. — Você quer brincar de ser a detida rebelde? Ótimo. Mas aqui dentro, as minhas regras são as únicas que importam.

Ele segurou seu queixo com força, obrigando-a a olhar para cima, para a figura imponente que ele projetava sob a luz focal.

— Você vai implorar para me contar tudo o que eu quero saber antes da manhã chegar. E eu vou adorar ouvir cada palavra saindo dessa sua boca abusada… entre um grito e outro.

O som metálico do cinto tático sendo jogado sobre a mesa ainda ecoava quando Jungkook estendeu a mão e empunhou o cacetete de polímero preto. O peso da arma em sua mão parecia dar a ele uma autoridade ainda mais sombria.

Ele se aproximou devagar, o cacetete batendo ritmicamente contra a palma da própria mão esquerda. O som era seco, intimidador. Ele parou entre as suas pernas, que estavam abertas pela posição dele, e começou a descer a ponta do objeto pela sua coxa.

— Você gosta de desafiar a lei, não é? — ele murmurou, a voz agora num tom perigosamente calmo.

Ele começou a bater o cacetete de leve, mas com firmeza, contra a parte interna das suas coxas. A cada batida, você sentia a vibração do material denso contra a sua pele, um lembrete físico de que ele tinha o controle total. O peso do objeto era real, e a promessa de dor misturada ao prazer fazia seus músculos travarem.

— Eu tenho a noite toda… e muitos métodos para extrair o que eu quero. — Ele inclinou o corpo, o rosto a centímetros do seu, o hálito quente atingindo sua boca. — Vou te fazer falar… por um jeito ou por outro.

Com um movimento lento e deliberado, ele deslizou a ponta fria e lisa do cacetete para cima, subindo pela barra do seu short/saia até alcançar o centro da sua intimidade, pressionando o objeto contra o tecido da sua calcinha.

Um suspiro agudo escapou pelos seus lábios e seu corpo deu um solavanco involuntário para frente, mas as algemas te prenderam contra a cadeira, forçando seu peito para fora. O contraste do material frio e rígido contra o seu calor era insuportável de tão bom. Suas pupilas dilataram e você arqueou as costas, buscando mais daquela pressão, enquanto um calafrio percorria sua espinha.

Jungkook soltou um riso baixo, quase um rosnado, ao ver a umidade começando a marcar o tecido onde o cacetete pressionava.

— Olha só para você… — ele zombou, pressionando o objeto com um pouco mais de força, fazendo você soltar um gemido contido. — Tão valente nas ruas, mas aqui na minha mão, você está desmoronando por um pouco de disciplina.

Ele começou a movimentar o cacetete em círculos lentos, massageando o local com a ponta da arma, enquanto a outra mão dele subia para o seu pescoço novamente, apertando apenas o suficiente para você sentir a pulsação dele nos seus dedos.

— Vai confessar agora, ou quer que eu mostre outras utilidades para o meu equipamento de trabalho?

O som do seu quadril batendo contra o cacetete e os seus gemidos sôfregos preenchiam o silêncio, deixando Jungkook com os olhos injetados. Ele via como você se entregava ao atrito, buscando o prazer naquela tortura psicológica, até que, com um movimento brusco, ele parou.

A interrupção abrupta fez você soltar um lamento de frustração, seus olhos se abrindo pesados, implorando pelo retorno do contato. Jungkook soltou um riso sombrio, notando sua carência.

— Calma… eu ainda não autorizei você a gozar — ele sibilou.

Ele deslizou o cacetete, agora brilhante pela sua umidade, subindo pelo seu abdômen até parar no vale entre seus seios, pressionando a carne ali. Depois, subiu mais, passando a ponta molhada nos seus lábios. O gosto de si mesma misturado ao cheiro de borracha do equipamento dele fez seus sentidos girarem.

— Abre a boca — ele ordenou, a voz como um chicote. Quando você obedeceu, ele passou o cacetete pela sua língua, marcando-a com o próprio desejo. — Agora… pro chão. Ajoelha.

Ele soltou as suas algemas da cadeira, mas manteve seus pulsos presos atrás das costas. Você caiu de joelhos entre as pernas dele. Jungkook jogou o cacetete sobre a mesa com um estrondo metálico e, com as mãos trêmulas pela urgência, abriu o cinto e o zíper da farda.

Quando ele se libertou, o impacto foi visual e físico. O pau dele, grande, pulsante e completamente ereto, saltou para fora, batendo contra o seu rosto devido à proximidade. O calor que emanava dele era inebriante.

— Você queria o meu pau, não era? — ele rosnou, segurando seu cabelo com força para firmar sua cabeça. — Abocanha.

Você não esperou um segundo convite. Com uma fome voraz, você abriu a boca e o recebeu por inteiro. O som foi imediato: um barulho molhado e obsceno de sucção que ecoou pela sala de interrogatório. Você o mamava com uma intensidade que o fazia perder o fôlego, subindo e descendo, engolindo cada centímetro enquanto seus olhos o encaravam de baixo, desafiadores e luxuriosos.

Jungkook soltou um palavrão alto, jogando a cabeça para trás enquanto as mãos dele se enterravam nos seus fios, guiando o ritmo.

Cacete… Você é uma vadia condenada — ele arfou, sentindo as paredes da sua boca o apertarem com uma técnica impecável. — Continua assim… mama desse jeito que eu vou esquecer que sou policial e você vai passar a noite inteira aprendendo o que acontece com quem me provoca.

O som da sua sucção era a única coisa que preenchia a sala, um barulho úmido e rítmico que estava destruindo o que restava do profissionalismo de Jungkook. Ele estava com as pernas bambas, as mãos possessivas enterradas no seu cabelo, forçando você a engolir cada centímetro dele.

De repente, ele segurou sua cabeça com força e te puxou para fora dele com um solavanco. O estalo do vácuo foi alto. Antes que você pudesse recuperar o fôlego, a palma da mão dele atingiu seu rosto em um tapa seco, fazendo sua cabeça virar para o lado.

— Fala! — ele rosnou, a voz completamente rouca, o peito subindo e descendo. — Fala, porra! Quem estava no comando daquele racha?

Você soltou um gemido arrastado, a bochecha ardendo, os olhos brilhando de pura excitação com a brutalidade dele. Você voltou a encará-lo, a boca entreaberta e brilhante.

— Eu… — você começou, mas ele não esperou.

Ele segurou sua nuca e estocou o pau profundamente na sua boca de novo, atingindo o fundo da sua garganta, fazendo você engasgar e revirar os olhos. Ele repetiu o movimento duas, três vezes, de forma bruta, antes de te puxar pelos cabelos novamente.

— Vai falar?! — ele exigiu, o pau latejando a centímetros do seu nariz.

Você engoliu em seco, sentindo o gosto dele, e sussurrou apenas uma palavra, o nome do contato que ele tanto queria. O segredo que você jurou guardar saiu como um suspiro de rendição.

Jungkook soltou um riso vitorioso e sombrio. — Isso, sua puta… me engole agora.

Ele te empurrou de volta contra o membro dele, mas dessa vez ele não parou. Ele segurou seu rosto com as duas mãos, ditando um ritmo violento. Você o recebia inteira, sentindo o volume dele preencher sua garganta enquanto ele xingava baixo, louco pelo aperto da sua boca.

Quando ele finalmente saiu, você mordeu o lábio inferior, sentindo um filete de saliva escorrer pelo queixo, completamente entregue. Jungkook limpou o canto da sua boca com o polegar, mas o olhar dele ainda não estava satisfeito. Ele queria mais do que apenas um nome.

Ele segurou seu braço com firmeza e te levantou do chão com um puxão só, fazendo você ficar de pé, as pernas trêmulas e os pulsos ainda presos atrás das costas.

— Você acha que um nome basta para me pagar pelo trabalho que me deu? — ele sussurrou no seu ouvido, a mão descendo para apertar sua bunda por cima da roupa. — Você tem muito mais para confessar… e eu vou tirar cada detalhe de você enquanto te quebro em cima dessa mesa.

Jungkook não tinha mais paciência para jogos mentais. Ele segurou o tecido da sua blusa e, com um puxão violento e preciso, rasgou-a, deixando seus seios expostos e saltando sob a luz amarela da sala.

Ele te jogou por cima da mesa de metal fria, espalhando papéis e relatórios para os lados com um braço, enquanto o outro te mantinha pressionada contra o tampo. Em segundos, ele livrou você do restante da roupa. Jungkook não perdeu tempo: ele soterrou o rosto nos seus seios fartos, abocanhando um mamilo com força, sugando e mordendo, enquanto a outra mão descia brutalmente para a sua intimidade.

Ele afundou dois dedos em você sem aviso, encontrando-a completamente encharcada. O som do atrito era alto na sala silenciosa.

— Quer gozar, sua putinha? — ele rosnou contra a sua pele, a voz vibrando nos seus pulmões. — Vai ter que confessar tudo primeiro… cada nome, cada lugar…

Mesmo trêmula, você cravou as unhas nos ombros dele e passou as mãos ao redor do pescoço do oficial, trazendo-o para perto até que seus narizes se tocassem. — Vai ter que me foder direito então, seu policial… vai ter que fazer melhor que isso…

Jungkook soltou um rugido baixo. Ele não esperou mais nada. Ele se posicionou e entrou em você com uma estocada única e profunda, fazendo a mesa de metal ranger sob o peso do impacto. Você soltou um grito que foi abafado pela boca dele, que voltou a atacar seus seios, alternando entre um e outro, tentando abocanhar os dois ao mesmo tempo enquanto te fodia com uma fúria rítmica.

— Isso, vadia! Fala! — ele ordenava entre estocadas fundas que faziam seu corpo quicar na mesa. — Quem mais estava lá?!

As batidas eram secas, pele contra pele, o som de um policial perdendo o distintivo por um momento de luxúria pura. O ápice veio como uma onda avassaladora. Você arqueou as costas, seus músculos internos apertando-o com força extrema enquanto você gozava, sentindo o calor do seu próprio prazer banhar o pau dele.

Mas ele não tinha terminado.

Jungkook parou de se mover por um segundo, os olhos escuros e fixos nos seus. Ele esticou o braço até a mesa e pegou o cacetete novamente. Com uma calma aterrorizante, ele tirou uma camisinha do bolso da farda e a desenrolou sobre a ponta do objeto preto e rígido.

Ele te virou de costas na mesa, empinando seu quadril, e posicionou o cacetete onde ele acabara de estar.

— É isso que você quer, sua puta? O meu equipamento em você? — Ele empurrou o objeto para dentro, entrando apenas até onde a camisinha cobria, o material rígido e sem flexibilidade preenchendo você de um jeito que nenhum homem conseguiria.

Ele começou a te foder com o cacetete, estocadas rápidas e precisas que faziam você ver estrelas. — Confessa! — ele gritava, dando um tapa firme na sua bunda a cada estocada. — Confessa!

Você estava perdendo os sentidos, a mistura de dor, preenchimento extremo e a humilhação deliciosa de ser possuída por uma arma da lei te levando ao limite absoluto.

Jungkook jogou o cacetete no chão de metal ecoou como o fim de uma sentença. Jungkook não aguentava mais a barreira física entre vocês; ele precisava sentir o calor direto da sua pele novamente. Ele te puxou pelos quadris, trazendo seu corpo para a ponta da mesa e entrou em você com uma força que fez seus dentes baterem.

As estocadas eram rápidas, viscerais e sem nenhum rastro de hesitação. A farda dele, agora amassada e aberta, roçava contra você a cada movimento. Ele enterrou o rosto no seu pescoço, respirando o seu cheiro misturado ao suor, enquanto você gemia o nome dele, entregue.

— Fala… — ele arfou, a voz falhando enquanto sentia o próprio ápice chegando. — Onde vai ser o próximo racha?

Com o corpo tremendo e as pernas entrelaçadas na cintura dele, você finalmente soltou a informação entre suspiros: — No… no galpão desativado do porto… às duas da manhã de sexta… Ah, Jungkook!

Ao ouvir o que queria, ele soltou um rosnado vitorioso e aumentou o ritmo para uma velocidade frenética. Você sentiu os músculos dele se contraírem ao extremo e, com um grito abafado contra o ombro dele, vocês dois atingiram o ápice juntos. O prazer foi tão intenso que a sala pareceu girar.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pela respiração pesada de ambos. Jungkook se afastou lentamente, limpando o suor da testa com o antebraço. Ele te virou de frente, segurando seu rosto com as duas mãos, e te deu um beijo profundo, possessivo, que ainda tinha o gosto do perigo que vocês acabaram de compartilhar.

— Tá liberada — ele sussurrou contra seus lábios, a voz recuperando um pouco do tom de autoridade, embora o olhar ainda estivesse carregado de desejo.

Ele caminhou até o canto da sala, pegou uma mochila preta e tirou de lá uma blusa branca dele, de reserva, limpa e com o cheiro cítrico de sabão. Ele jogou a peça para você, que ainda tentava se recuperar na mesa.

— Veste isso. E não quero te ver mais aqui, ouviu? — ele disse, voltando a abotoar a própria farda e ajeitar o cinto como se nada tivesse acontecido. — Da próxima vez, não vou ser tão “gentil” no interrogatório.

Você vestiu a blusa dele, que ficou enorme em você, cobrindo quase tudo. Com um sorriso atrevido e ajeitando o cabelo bagunçado, você caminhou até a porta. Antes de sair, parou, olhou por cima do ombro e piscou para o policial, que tentava manter a expressão séria enquanto te observava sair.

— Até semana que vem, oficial Jeon.

Jungkook apenas negou com a cabeça, um sorriso de canto escapando enquanto via você desaparecer pelo corredor da delegacia. Ele sabia que o jogo estava apenas começando.

9 Comentários

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  1. Marcela
    Feb 1, '26 at 8:39 pm

    — Cacete… Você é uma vadia condenada — ele arfou, sentindo as paredes da sua boca o apertarem com uma técnica impecável. — Continua assim… mama desse jeito que eu vou esquecer que sou policial e você vai passar a noite inteira aprendendo o que acontece com quem me provoca.

    Essas provocações, tiveram consequências maravilhosas kkkk

  2. Marcela
    Feb 1, '26 at 8:41 pm

    — Até semana que vem, oficial Jeon.

    Vai querer castigo, toda a semana

  3. IASMINE
    Feb 1, '26 at 10:51 pm

    — Até semana que vem, oficial Jeon.

    Castigo bom né minha filha kkkkkk

  4. Sheila
    Mar 15, '26 at 10:40 pm

    — Eu tenho a noite toda… e muitos métodos para extrair o que eu quero. — Ele inclinou o corpo, o rosto a centímetros do seu, o hálito quente atingindo sua boca. — Vou te fazer falar… por um jeito ou por outro.

    Como resiste essas ameaças gostosas!?
    Eu iria ser criminosa para o resto da minha vida assim?! Kkkk

  5. Sheila
    Mar 15, '26 at 10:44 pm

    Jungkook soltou um rugido baixo. Ele não esperou mais nada. Ele se posicionou e entrou em você com uma estocada única e profunda, fazendo a mesa de metal ranger sob o peso do impacto. Você soltou um grito que foi abafado pela boca dele, que voltou a atacar seus seios, alternando entre um e outro, tentando abocanhar os dois ao mesmo tempo enquanto te fodia com uma fúria rítmica.

    Estou sem comentários aqui…
    Que policial é esse?! Bruto e gostoso ao mesmo tempo!!! Queroooo pra mim!!! Kkkk

  6. Sheila
    Mar 15, '26 at 10:46 pm

    Jungkook jogou o cacetete no chão de metal ecoou como o fim de uma sentença. Jungkook não aguentava mais a barreira física entre vocês; ele precisava sentir o calor direto da sua pele novamente. Ele te puxou pelos quadris, trazendo seu corpo para a ponta da mesa e entrou em você com uma força que fez seus dentes baterem.

    Que tortura difícil em SN?!
    Por vc, ficaria horas e horas nisso né?! Kkkk

  7. Sheila
    Mar 15, '26 at 10:47 pm

    — Tá liberada — ele sussurrou contra seus lábios, a voz recuperando um pouco do tom de autoridade, embora o olhar ainda estivesse carregado de desejo.

    Tá liberada…
    Do que?! Dos seus desejos?!
    Fala serio… se acha mesmo que ela não vai querer ser torturada toda semana?! Eu iria!!! Kkkkk

  8. Sheila
    Mar 15, '26 at 10:48 pm

    — Até semana que vem, oficial Jeon.

    Até os próximos desejos… ai que difícil né SN?! Kkkk

  9. Sheila
    Mar 15, '26 at 10:50 pm

    Jungkook apenas negou com a cabeça, um sorriso de canto escapando enquanto via você desaparecer pelo corredor da delegacia. Ele sabia que o jogo estava apenas começando.

    Sorriso safado … torturando com muito prazer!!!
    Apenas começando… aí que loucura!!! Kkkk

Nota

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