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Eles foram para a casa dela e, assim que chegaram, SN o puxou pela mão, levando-o até o sofá. Ela o beijou e sorriu com doçura, enquanto subia em seu colo, acariciando a nuca dele com delicadeza.

— Senti sua falta — disse ela, com a voz suave.

Jungkook sentiu o coração acelerar ao vê-la tão próxima. O beijo dela trazia uma calma que o desarmava por completo, mas também despertava nele uma intensidade difícil de controlar. Ele a envolveu com os braços, o toque dela em sua nuca despertando arrepios sutis.

— Senti sua falta também — murmurou ele, num tom baixo e sincero, os olhos presos nos dela.

Um sorriso tímido escapou de seus lábios antes que voltasse a se inclinar, agora com mais seriedade. Ele deslizou as mãos pelas costas dela, puxando-a para mais perto, enquanto seus lábios voltavam a se encontrar, num beijo mais profundo e carregado de emoções não ditas.

SN afastou-se devagar, o rosto ainda próximo ao dele. Ela o encarou por alguns segundos em silêncio antes de perguntar, a voz quase num sussurro:

— Você tem certeza que sou eu que você quer?

Jungkook permaneceu calado por alguns instantes. Seus olhos se fixaram nos dela, e aquela pergunta parecia ecoar com força dentro dele. Suas mãos apertaram suavemente a cintura dela, como se tentassem buscar firmeza através do toque.

— Eu tenho certeza — respondeu ele, agora com a voz mais firme. — Não sou perfeito… mas é você que eu quero.

O olhar dele se manteve intenso, como se quisesse transmitir algo mais profundo do que palavras. Era mais do que uma resposta — era uma promessa silenciosa.

SN hesitou, mordendo levemente o lábio inferior. Sua expressão se fechou um pouco, e ela soltou a pergunta seguinte com um tom mais baixo, mas direto:

— Então… o que você vai fazer com aquela gaveta cheia de calcinhas?

Jungkook arregalou levemente os olhos, pego de surpresa. Um leve rubor subiu em seu rosto. Ele olhou para ela, depois desviou o olhar, buscando as palavras.

— Bom… se eu for ser sincero — começou, tentando manter a voz leve — eu não sei exatamente o que fazer ainda… mas acho que talvez seja hora de realmente conversar sobre isso.

Ele se inclinou mais uma vez, pegando a mão dela e entrelaçando os dedos.

— Eu não quero que você se sinta invadida. Se você precisar de espaço, eu respeito… Mas com você, eu quero ser transparente. Quero mostrar que estou aqui, pronto pra ouvir o que você realmente sente.

O clima parecia se acalmar, mas SN manteve o olhar firme, seus olhos mergulhados nos dele. A expressão dela agora era de incômodo contido. Ela respirou fundo antes de falar novamente, com um tom mais direto:

— Você… não sabe o que fazer? Com uma gaveta cheia de calcinhas de mulheres com quem você já dormiu?

Jungkook desviou o olhar para o chão, o peso da pergunta se fazendo sentir. Um silêncio se estendeu por alguns segundos. “Ela está certa. Eu devia ter resolvido isso antes…”

Ele levantou os olhos novamente, agora mais sério, mas ainda com um certo desconforto visível.

— Eu sei que parece errado… e entendo como você pode estar se sentindo — disse, com sinceridade. — Eu fiz muitas coisas no passado, SN… Mas com você, é diferente. Eu não estou mais naquele lugar. Eu quero estar com você agora. De verdade.

Ele a encarou com honestidade, o olhar pedindo compreensão — não desculpas.

Ele deu um suspiro, mais profundo do que o esperado.
— Eu sei que o que você viu naquela gaveta pode ter te magoado, mas… estou disposto a mudar e a fazer as coisas de um jeito mais honesto, mais focado em nós dois. Eu quero que você saiba que estou tentando ser a pessoa que você merece.

Ele olhou diretamente para ela, sem desviar o olhar, esperando que ela entendesse a sinceridade por trás de suas palavras.

— Você… ainda não respondeu — disse SN, a voz mais baixa.

Jungkook ficou quieto por um instante, sentindo a tensão no ar. Ele sabia que não podia continuar se esquivando dessa pergunta. Olhou para ela com mais seriedade, a expressão mais firme agora.

— Eu… não sei exatamente o que fazer com aquilo. Sabe, eu nunca parei pra pensar muito nisso até agora — ele disse com uma leve hesitação. — Mas, o que eu sei é que, quando estou com você, não faz sentido continuar preso ao meu passado. Eu não quero mais carregar essas coisas… não quando o que eu quero é construir algo com você.

Ele deu um passo em direção a ela, mais decidido dessa vez.

— Eu preciso aprender a lidar com isso, e eu quero fazer isso ao seu lado, se você me der a chance.

SN o observou em silêncio, o coração acelerado.
“Ele escolheu…”

— Por um segundo… por um segundo eu pensei que você fosse querer ficar com a gaveta — disse ela, aliviada, mas com um leve riso irônico no fim da frase.

Jungkook sorriu, aliviado por ver que ela estava mais tranquila. Ele riu suavemente e balançou a cabeça, aproximando-se dela.

— Não. Eu quero ficar com você — ele disse com sinceridade, a voz baixa, mas cheia de convicção. — A gaveta… não significa nada mais pra mim. Você, sim. Você é o que eu quero agora.

Ele a olhou nos olhos, transmitindo toda a verdade contida em seu olhar.

SN envolveu os braços ao redor do pescoço dele e sussurrou com um sorriso:

— Quando você for se livrar daquelas calcinhas…  Não quero que você fique com nenhuma.

Jungkook a olhou com um sorriso suave, tocando levemente o rosto dela antes de responder:

— Eu vou me livrar delas — disse ele com firmeza, puxando-a um pouco mais para perto. — Quero que tudo que eu tenha agora seja com você, SN. Só você.

Ele a beijou suavemente, sentindo a conexão entre eles crescer ainda mais.
“É ela. É com ela que eu quero recomeçar.”
E naquele momento, sabia que estava tomando a decisão certa.

Ela riu, os olhos brilhando com a travessura no ar, e disse com um sorriso no canto dos lábios:

— Podemos fazer uma nova gaveta… mas você vai ter que compensar as minhas… 

SN se aproximou ainda mais, brincando com o dedo na camisa dele, provocativa.

— Peças que você goste que eu use… só pra você.

Jungkook correspondeu ao sorriso, um brilho malicioso nos olhos. Ele se inclinou devagar, com o rosto próximo ao dela, e sussurrou com a voz rouca:

— Eu adoraria fazer isso, SN. Escolher cada peça só pra você… E posso garantir que vou gostar de todas.

Ele selou os lábios dela com um beijo lento, que parecia conter uma promessa silenciosa. Quando se afastou, ainda com os olhos fixos nos dela, havia cumplicidade e desejo naquela troca. “Ela é só minha.”

SN sorriu, ainda com os lábios colados aos dele, e levou a mão dele até a renda que usava, conduzindo o toque com calma, sem pressa. Sussurrou entre os beijos:

— Podemos começar com essa.

Jungkook deixou a respiração escapar com peso, sentindo o calor da pele dela sob a renda fina. Ele a puxou gentilmente pela cintura, colando os corpos, e respondeu no mesmo tom:

— Claro… vamos começar com essa então.

O ambiente parecia suspenso no tempo. As palavras foram ficando mais espaçadas, substituídas por toques, olhares e o silêncio carregado de intenção. Ele a observava como se quisesse gravar cada movimento, cada detalhe. A mão dele se manteve firme, mas carinhosa, guiando os gestos sem apressar.

SN, ainda vestida, passou com cuidado a renda da calcinha sobre o rosto dele, provocando de forma sutil, como se fosse uma dança silenciosa entre desejo e controle.

Os olhos de Jungkook escureceram com a provocação. Ele soltou um riso baixo, surpreso e fascinado pela ousadia dela.

— Você sabe exatamente o que está fazendo, não sabe?

Ele murmurou com os lábios entreabertos, puxando-a com mais firmeza pela cintura, os dedos pressionando a pele por baixo da blusa. O olhar dele era intenso, quase desafiador.

O clima era íntimo, aquecido, mas sem pressa ou exageros. Era só os dois ali, conectados em cada detalhe. A respiração dele se tornava mais pesada, acompanhando os batimentos acelerados, enquanto ela o olhava como se soubesse exatamente onde queria chegar.

Jungkook levou a mão até o rosto, sentindo o toque delicado da renda que SN havia passado ali segundos antes. Os olhos dele subiram até os dela com um brilho escuro, intenso, como se cada provocação dela apenas alimentasse algo que já estava prestes a transbordar.

— Você tá brincando com fogo — murmurou, o tom mais baixo, mais grave, deixando a respiração dela presa no peito por um instante.

“É exatamente isso que eu quero.”

Ela sorriu, sem responder. Os dedos dele deslizaram pelas laterais do corpo dela, com lentidão calculada, como se estivesse descobrindo cada curva pela primeira vez. SN sentiu os arrepios subirem pela espinha quando as mãos dele foram parar sob a barra da blusa que ela usava.

— Posso tirar isso? — ele perguntou, mas os olhos já pediam por ela, por inteiro.

SN assentiu com um leve movimento de cabeça, quase imperceptível, os olhos fixos nos dele.

— Só se você tirar a sua também — respondeu, com a voz baixa, quase um sussurro.

Jungkook sorriu com a provocação e obedeceu. Em poucos segundos, a blusa dele foi ao chão. Ela passou a ponta dos dedos pelo peito dele, explorando devagar, apreciando cada reação, cada leve contração muscular. A conexão era elétrica, quente. Sem pressa.

Quando ele tirou a blusa dela, fez isso com cuidado, quase como se fosse um ritual. Os olhos dele percorreram o corpo dela com reverência, misturada ao desejo que queimava no olhar.

— Você é linda — disse ele, a voz levemente embargada.

Jungkook a puxou para o colo, sentando-se com ela sobre ele. Os corpos colados, as bocas se encontrando com mais urgência agora, como se o controle escapasse pouco a pouco. As mãos dele desceram pelas costas dela, até a base da cintura, segurando com firmeza.

A respiração dos dois se misturava, quente, ofegante. Ele beijava o pescoço dela, subindo até o queixo e descendo pela clavícula, os lábios suaves contrastando com a tensão que crescia entre os dois.

Ela pressionou os quadris contra os dele de forma sutil, provocando um gemido abafado dele contra sua pele.

— SN… — ele sussurrou, como se o nome dela tivesse gosto, como se fosse o ponto fraco dele.

Ela sorriu contra os lábios dele e levou as mãos até a barra da própria calcinha, brincando com o elástico enquanto o olhava nos olhos.

— Ainda quer começar com essa?

Jungkook soltou uma risada baixa, rouca.

— Quero começar, continuar… e terminar com ela.

Ele a virou com delicadeza, colocando-a deitada sob ele. As mãos exploravam com mais liberdade agora, deslizando pelas coxas dela, pela barriga, pelos seios ainda cobertos. O toque dele era firme e atento, como se quisesse memorizar cada detalhe do corpo dela.

— Me diz se for demais — murmurou, os olhos fixos nos dela.

— Nunca vai ser — respondeu SN, entre um suspiro e outro.

O calor era inevitável. Os corpos se encontravam, se buscavam com intensidade e doçura. Ele tirou o último pedaço de tecido que restava nela com cuidado, e depois os próprios, até que não restasse mais nada entre eles — apenas a pele, os olhares e aquela energia que queimava cada vez mais alto.

O corpo de SN se arqueou sob o dele, sensível a cada toque, a cada beijo que Jungkook deixava em sua pele como se estivesse pintando uma obra íntima, feita só para eles dois.

Os lábios dele seguiram um caminho lento pelo pescoço dela, descendo pela clavícula, até os seios — onde ele parou, adorando vê-la reagir a cada toque da língua, a cada leve mordida. Ela gemeu baixinho, os dedos se entrelaçando nos fios escuros do cabelo dele, puxando com delicadeza, mas com desejo crescente.

— Jungkook… — sussurrou, a voz falhando entre o prazer e a entrega.

As mãos dele exploravam as coxas dela, subindo com mais ousadia, provocando arrepios e tremores. O toque era firme, decidido, mas também carregado de carinho, como se quisesse garantir que ela se sentisse segura e desejada a cada segundo.

Ele se posicionou entre as pernas dela, mas não apressou nada. Desceu lentamente, pressionando beijos quentes pela parte interna das coxas, até chegar ao centro do desejo dela. SN suspirou com força, o corpo reagindo com intensidade ao primeiro toque da língua dele, úmido, quente, provocante.

Ela se contorceu, os lábios entreabertos soltando gemidos suaves, abafados apenas pelas próprias mãos que cobriam parte do rosto.

— Não se esconde de mim — ele disse, a voz rouca entre um beijo e outro, antes de continuar. — Quero ouvir você.

Os movimentos dele eram precisos, lentos no início, depois ganhando ritmo conforme os quadris dela se moviam por instinto. Ela já não conseguia conter os sons, os olhos fechados, a respiração descompassada, os dedos apertando os lençóis com força.

— Por favor… — ela sussurrou, sentindo o prazer se acumulando como uma onda prestes a romper.

Ele subiu novamente, com o olhar carregado, os lábios molhados com o gosto dela e o peito subindo e descendo com a mesma intensidade.

— Agora… deixa eu sentir você por completo — disse, com a testa encostada na dela, pedindo permissão até mesmo com o olhar.

SN segurou o rosto dele entre as mãos e o beijou profundamente, deixando claro que estava pronta.

— Me mostra que é só meu — ela pediu.

Sem mais palavras, ele a penetrou com lentidão, preenchendo cada centímetro como se aquele momento fosse eterno. Os dois soltaram um suspiro entrelaçado — uma mistura de alívio, entrega e desejo cru. Os corpos se ajustaram como se feitos um para o outro, o ritmo logo se intensificando, junto aos suspiros, gemidos e toques cada vez mais firmes.

— Você é tudo pra mim — ele sussurrou, os movimentos profundos, ritmados, com as mãos segurando firme os quadris dela.

SN envolveu as pernas ao redor dele, puxando-o ainda mais para si, buscando mais, querendo se perder naquela sensação que parecia tirá-la do chão.

Os dois estavam à beira, a respiração irregular, os corpos suando, tremendo, os nomes escapando dos lábios como orações. Até que o ápice veio — como uma explosão silenciosa, um arrepio arrebatador que percorreu todo o corpo de SN ao mesmo tempo em que ele se deixava levar, enterrando o rosto no pescoço dela, gemendo seu nome contra a pele.

O mundo pareceu parar.

Por alguns segundos, tudo era só o som dos corações acelerados, os corpos ainda unidos, e o calor compartilhado sob os lençóis.

Ele continuou ali, sem sair de dentro dela, acariciando seus cabelos com delicadeza, beijando sua testa como se dissesse “obrigado” sem precisar de palavras.

— Eu nunca vou cansar de amar você assim — ele murmurou, com os olhos fechados.

SN sorriu, a respiração finalmente se acalmando, e respondeu, com a voz ainda trêmula, mas cheia de verdade:

— E eu nunca vou querer ser de mais ninguém.

5 Comentários

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  1. Sheila
    Jan 24, '26 at 9:07 pm

    Sem mais palavras, ele a penetrou com lentidão, preenchendo cada centímetro como se aquele momento fosse eterno. Os dois soltaram um suspiro entrelaçado — uma mistura de alívio, entrega e desejo cru. Os corpos se ajustaram como se feitos um para o outro, o ritmo logo se intensificando, junto aos suspiros, gemidos e toques cada vez mais firmes.

    O que dizer aqui?! Me arrepiei toda!!!
    Será que o Jk é assim?! Nossa!!! Que loucura!!! Que delicadeza!!! Que entrega… amei!!!

    1. @SheilaJan 24, '26 at 10:44 pm

      Super imagino..

  2. Sheila
    Jan 24, '26 at 9:13 pm

    — Eu nunca vou cansar de amar você assim — ele murmurou, com os olhos fechados.

    Eu imagino o Jk exatamente assim!!! Com olhos fechados e feliz…
    Ele realmente fez amor com ela e não somente transou!!!
    Será que ele tem isso na vida real?!
    Casos rápidos ou um amor verdadeiro?!

    1. @SheilaJan 24, '26 at 10:45 pm

      Ainda não cheguei na vida dele… então não foi amor ainda kkkkkk

  3. IASMINE
    Jan 30, '26 at 10:32 pm

    — E eu nunca vou querer ser de mais ninguém.

    Nem eu iria querer ser mais de ninguém

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