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As luzes de Manhattan raramente brilhavam tanto quanto naquela noite no Rockefeller Center. O ar no estúdio de TV estava carregado com a eletricidade de sete presenças que dominavam o mundo, mas para Kim Namjoon, o peso era diferente. Era o lançamento de seu novo álbum solo, um projeto de alma e poesia, e ter seus seis irmãos ao lado no palco trazia um conforto que ele raramente demonstrava precisar.

Ele ajustou o paletó de linho, os dedos longos traçando a lapela enquanto o sinal de “No Ar” piscava em vermelho.

No silêncio luxuoso da suíte presidencial do hotel, a tela da TV de 85 polegadas era a única fonte de luz. Você estava encolhida no sofá, uma taça de vinho esquecida na mesa de centro. Quando a trilha sonora do programa subiu e a câmera focou no corredor de entrada, seu coração deu aquele salto familiar.

Namjoon apareceu primeiro. Ele parecia um deus moderno — o cabelo levemente bagunçado de propósito, o sorriso sereno que escondia o gênio. Mas a serenidade durou três segundos.

A apresentadora, famosa por seu estilo invasivo, não seguiu o roteiro. No momento em que Namjoon pisou no palco, ela soltou um grito agudo de “fangirl” e correu. O impacto foi direto. Ela envolveu o pescoço dele em um abraço apertado, quase tirando o equilíbrio do líder do BTS.

Pela TV, você viu o exato momento em que a postura de Namjoon travou.

— Ah, meu Deus! — você bufou, as sobrancelhas subindo em descrença. — Sério isso?

Na tela, a reação dos outros membros foi o que realmente entregou o perigo. Jimin cobriu a boca com a mão, os olhos arregalados buscando a câmera como se pedisse desculpas a você. Hoseok soltou uma risada nervosa, limpando a garganta e desviando o olhar para o teto, enquanto Jungkook e Taehyung trocaram um olhar de “ele está morto”. Eles sabiam. Eles conheciam o temperamento protetor da mulher que esperava por ele no hotel.

Namjoon, sendo o epítome da educação, não a empurrou. Suas mãos subiram, mas em vez de retribuir o abraço, ele segurou os ombros da apresentadora com firmeza, criando uma barreira de dez centímetros entre seus corpos.

— Wow, que recepção calorosa, NYC! — A voz dele saiu profunda, mas com uma nota de hesitação.

Ele sorriu, mas era aquele sorriso específico — o que não mostrava as covinhas por completo, o sorriso de “estou tentando ser profissional enquanto entro em pânico”. Ele a afastou gentilmente, mantendo os braços esticados até que ela finalmente desse um passo atrás.

— É um prazer estar aqui — ele continuou, ajeitando o microfone na lapela, o olhar fugindo por um milésimo de segundo para a lente da câmera principal. Ele sabia que você estava assistindo.

Sentados nos sofás de couro, a entrevista começou, mas a tensão só aumentava. A apresentadora mal conseguia olhar para os outros seis; seus olhos estavam fixos em Namjoon como se ele fosse o único oxigênio na sala.

— Então, RM… — ela começou, inclinando-se tanto para frente que seu cabelo quase roçava o joelho dele. — O álbum fala muito sobre solidão e encontrar um lar em alguém. Eu me voluntario para ser esse lar. Alguma chance de você estar procurando uma guia turística particular em Nova York esta noite?

Um silêncio sepulcral caiu sobre o palco. Jin soltou um estalido com a língua, sussurrando algo no ouvido de Yoongi, que apenas balançou a cabeça com um sorriso de “boa sorte no funeral, Kim Namjoon”.

Namjoon soltou uma risada seca, cruzando as pernas de forma elegante para criar mais distância física.

— Eu acho que meu cronograma está bem cheio com os ensaios, mas agradeço a hospitalidade — ele respondeu, a voz perfeitamente controlada.

— Ah, vamos lá! — ela insistiu, tocando levemente o antebraço dele. — Um homem como você não deveria passar as noites de Nova York sozinho. Você parece o tipo de homem que precisa de alguém que entenda sua mente… e seu corpo.

No sofá do hotel, você apertou a almofada contra o peito. — Ela não disse isso. Ela realmente não disse isso ao vivo.

Namjoon percebeu que a linha do profissionalismo estava sendo estraçalhada. Ele respirou fundo, olhou diretamente para a câmera 2 e deu um sorriso de lado — o sorriso que ele só usava quando queria te provocar ou te acalmar.

— Eu nunca estou realmente sozinho — ele disse, com uma intensidade que fez a apresentadora finalmente recuar um pouco. — Tenho pessoas em casa que ocupam cada espaço da minha mente. Especialmente uma pessoa que, tenho certeza, está achando essa entrevista… muito interessante agora.

Ele piscou. Foi rápido, quase imperceptível para o público leigo, mas para você, foi um grito de guerra e um pedido de desculpas.

Atrás dele, os membros relaxaram visivelmente. Jimin soltou um suspiro de alívio que foi captado pelo microfone, e Yoongi deu um tapinha encorajador no ombro de Namjoon, como quem diz: “Boa jogada, mas você ainda vai ter que se explicar quando chegar no hotel”.

Você desligou a TV, o silêncio do quarto substituindo o caos do estúdio. O vinho agora parecia necessário. Dez minutos depois, o som da chave eletrônica ecoou.

A porta se abriu e Namjoon entrou, tirando o paletó antes mesmo de fechar a porta. Ele parou, encontrando seu olhar no escuro.

— Antes que você diga qualquer coisa… — ele começou, a voz rouca de cansaço e nervosismo.

— Você está muito ferrado, Kim Namjoon — você disse, embora o canto dos seus lábios estivesse começando a trair sua postura brava.

Ele suspirou, um som baixo e exausto, e começou a caminhar em sua direção. O passo era lento, deliberado. Ele não parecia com medo, mas sim resignado a enfrentar a tempestade que sabia que viria.

— S/N, por favor. Vamos conversar — ele disse, com aquela calma irritante que ele sempre mantinha nas discussões, como se ele fosse o adulto e você a criança birrenta.

Isso só te irritou mais. Você descruzou os braços e começou a gesticular freneticamente com as mãos, cada movimento pontuando suas palavras.

— Conversar? Sobre o quê? Sobre como ela se jogou em você como se você fosse um pedaço de carne? Ou sobre como ela basicamente te convidou para o quarto dela ao vivo para o mundo inteiro ver? “Um homem como você não deveria passar as noites sozinho…” — você imitou a voz da apresentadora com um escárnio nada sutil. — Eu estava assistindo daqui, Namjoon! Parecia que… que vocês estavam…

Você travou, a raiva travando sua garganta. Você deu dois passos rápidos para trás, entrando na área da cozinha compacta da suíte, buscando distância.

Namjoon continuou avançando, sem pressa. Ele parou a poucos centímetros de você, o calor do corpo dele irradiando no espaço entre vocês.

— Eu sei como pareceu — ele disse, a voz suave, mas firme. — E eu sinto muito que você tenha tido que ver aquilo. Mas você viu o que eu fiz, não viu? Eu a afastei. Eu mantive meus braços esticados. Eu disse que tinha pessoas em casa… — Ele fez uma pausa, os olhos fixos nos seus. — Eu disse que tinha uma pessoa em casa que ocupava toda a minha mente.

— Você disse aquilo só para consertar as coisas! — você rebateu, ainda gesticulando, as mãos quase tocando o peito dele agora. — Mas e se ela não tivesse parado? E se ela…

Antes que você pudesse terminar a frase, em um movimento rápido e preciso, Namjoon segurou seus dois pulsos. Ele não os apertou, mas os mobilizou, interrompendo sua gesticulação. Com um leve empurrão, ele te pressionou contra a borda de mármore frio da bancada da cozinha. O impacto foi suave, mas te pegou de surpresa, silenciando suas palavras.

— Eu não me importo com o que ela faria — ele sussurrou, o rosto agora a centímetros do seu. — Eu me importo com o que eu faço. E o que eu quero fazer agora…

Ele soltou seus pulsos e, antes que você pudesse protestar ou se mover, suas mãos longas e quentes subiram para emoldurar seu rosto. Ele se inclinou e a beijou.

O impacto foi imediato. No primeiro segundo, você endureceu o corpo. A raiva ainda estava lá, uma barreira que você tentava manter. Você tentou virar o rosto, mas ele segurou firme, a boca dele pressionando a sua com uma urgência que você não esperava. Você tentou não ceder, fingir que não queria, mas o cheiro dele, o calor, a familiaridade de como seus lábios se encaixavam perfeitamente… a barreira começou a desmoronar.

O beijo se intensificou rapidamente. Seus lábios se abriram em um suspiro que soou mais como uma rendição, e no momento em que suas línguas se tocaram, toda a raiva se transformou em pura necessidade.

Suas mãos, que antes estavam prontas para empurrá-lo, agora subiram para se agarrar desesperadamente ao tecido da camisa dele. Você o puxou para mais perto, querendo anular qualquer espaço restante entre vocês. Ele soltou um gemido baixo contra sua boca, a mão dele descendo para apertar sua cintura com força, te prendendo ainda mais contra a bancada fria, que agora parecia queimar sob você.

O beijo não era mais uma conversa ou um pedido de desculpas; era um incêndio. Namjoon, sempre tão comedido e analítico, parecia ter deixado o líder racional do BTS no estúdio de TV, trazendo para aquela cozinha apenas o homem que precisava desesperadamente recuperar o território que era seu.

Ele interrompeu o beijo por apenas um segundo, o suficiente para segurar suas coxas e, com um impulso firme, elevar você para cima da bancada de mármore. O choque do frio da pedra contra suas pernas durou apenas um milésimo de segundo, logo substituído pelo calor avassalador do corpo dele se encaixando entre seus joelhos.

As mãos de Namjoon, ágeis e impacientes, desceram para os botões da própria camisa, abrindo-os com uma pressa que você nunca tinha visto. Ao mesmo tempo, ele buscava sua pele, os dedos trêmulos encontrando o fecho da sua roupa.

— S/N… — ele sussurrou contra o canto da sua boca, a voz tão grave que você sentiu a vibração no peito. — Olha para mim.

Você abriu os olhos, a respiração curta, encontrando as pupilas dele dilatadas, escuras de desejo e uma possessividade suave.

— Você é, e sempre vai ser, a única mulher para mim. A única que eu quero que me toque. A única que eu quero tocar.

Suas unhas cravaram-se nos ombros largos dele enquanto a última gota de raiva se dissolvia em puro fogo. Você sentiu um arrepio violento percorrer sua espinha quando ele finalmente se livrou das camadas de tecido que os separavam. A visão do peito dele subindo e descendo, a pele quente encontrando a sua, fez seus sentidos latejarem.

Ele voltou a selar seus lábios, mas o beijo agora tinha um gosto de posse e alívio. Você se rendeu completamente, arqueando as costas contra a bancada, as mãos perdidas nos fios curtos do cabelo dele, puxando-o para mais perto, querendo fundir sua pele à dele.

Namjoon soltou um rosnado baixo de satisfação e começou a descer. Ele abandonou sua boca, deixando-a ansiosa por mais, enquanto traçava um caminho de beijos úmidos e mordidas leves pelo seu pescoço. Você jogou a cabeça para trás, os olhos fechados, sentindo o mundo girar.

— Namjoon… — você murmurou, o nome dele saindo como uma prece.

Ele não parou. A boca dele desceu mais, explorando a curva da sua clavícula antes de encontrar o caminho para seus seios. Quando a língua dele traçou o contorno da sua pele, você sentiu um choque elétrico que a fez perder o fôlego.

Ele envolveu um de seus seios com a palma da mão, sentindo o peso e a firmeza, enquanto a boca dele trabalhava com uma precisão torturante. O som de sua respiração pesada misturava-se aos estalos úmidos dos beijos dele. Quando ele finalmente abocanhou o mamilo, sugando com uma pressão que fez você arquear as costas violentamente, um gemido agudo escapou de sua garganta.

— Joonie… por favor… — você suplicou, as mãos perdidas nos fios de cabelo dele, ora puxando, ora pressionando-o contra si.

— Shhh… eu tenho você — ele sussurrou contra sua pele, a voz vibrando diretamente no seu corpo. — Sinta o quanto eu senti sua falta. Sinta o quanto eu te quero.

Ele não esperou. Em um movimento potente, Namjoon a tirou da bancada, mantendo suas pernas entrelaçadas na cintura dele. O trajeto até a suíte master foi um borrão de beijos trocados às pressas e tropeços causados pela pressa de se tocarem. Quando as costas de vocês atingiram os lençóis, o impacto foi suave, mas a intensidade só aumentou.

Na penumbra do quarto, apenas com o brilho neon das torres de Nova York entrando pela janela, Namjoon se posicionou sobre você. Ele era uma montanha de músculos tensos e adoração. As mãos dele desceram, encontrando a umidade que confirmava sua rendição total.

Ele soltou um suspiro pesado, fechando os olhos por um segundo ao sentir o quanto você estava pronta para ele.

— Você é perfeita — ele murmurou, a voz falhando. — Tão apertada, tão quente…

Quando ele finalmente se uniu a você, o preenchimento foi tão profundo que o mundo lá fora — as fãs, a apresentadora, os holofotes — deixou de existir completamente. Você soltou um suspiro longo, as unhas cravando-se nas costas largas dele, sentindo cada centímetro daquela conexão.

O ritmo começou lento, quase uma tortura psicológica. Namjoon movia-se com uma cadência poética, como se estivesse escrevendo uma letra de música em seu corpo. A cada estocada profunda, ele buscava seus lábios, sugando seus gemidos para dentro de si.

— Diga meu nome — ele pediu, a voz um comando rouco entre batidas de coração aceleradas.

— Namjoon… Ah, Namjoon…

Os sons no quarto tornaram-se uma sinfonia de pele contra pele, o som rítmico da cabeceira contra a parede e os sussurros desconexos que só amantes conhecem. A calma dele havia dado lugar a uma urgência faminta. O suor brilhava na pele dele, e o cheiro de desejo era inebriante.

À medida que o prazer se acumulava, tornando-se uma pressão insuportável na boca do estômago, Namjoon acelerou. Ele segurou suas mãos acima da cabeça, entrelaçando os dedos com os seus, fixando o olhar no seu. Ele queria ver o momento exato em que você perderia o controle.

— Olha para mim, S/N — ele ofegou, o rosto retorcido de prazer. — Eu sou seu. Só seu.

O clímax veio como uma onda avassaladora, fazendo seu corpo tencionar e sua visão escurecer por alguns segundos. Você gritou o nome dele, e ele seguiu logo atrás, enterrando o rosto no seu pescoço, soltando um rosnado gutural enquanto se derramava completamente em você.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelas respirações pesadas e pelo som dos corações tentando voltar ao ritmo normal. Namjoon não se afastou; ele desabou sobre você, escondendo o rosto na curva do seu ombro, deixando beijos castos e agradecidos ali.

— Ainda está brava? — ele perguntou minutos depois, a voz agora suave e carregada de um carinho preguiçoso, enquanto acariciava seu cabelo.

Você soltou uma risada fraca, ainda tentando recuperar o fôlego, e o apertou mais forte. — Ainda estou decidindo… talvez você precise se desculpar mais algumas vezes até o amanhecer.

Ele sorriu contra sua pele, as covinhas finalmente aparecendo. — Considere um prazer atender a esse pedido.

O silêncio pós-ápice na suíte era preenchido apenas pelo som das respirações que voltavam ao ritmo, mas o olhar de Namjoon sobre você ainda carregava uma fome que o primeiro round não fora capaz de saciar. Ele continuou ali, sobre você, distribuindo beijos castos e úmidos pela linha do seu maxilar, subindo para a ponta do seu nariz e terminando com um selinho demorado e carinhoso.

— Você me perdoa agora? — ele murmurou, a voz vibrando grave contra seus lábios.

Você ia responder com uma provocação, mas não teve tempo. Antes mesmo de você formular a frase, Namjoon se moveu com uma agilidade que te pegou de surpresa. Ele deslizou para fora de você, mas apenas para te puxar pelos quadris. Com um movimento firme e possessivo, ele te ergueu no colo, suas pernas instintivamente circulando a cintura larga dele.

— Pronta para mais uma? — Ele nem esperou a resposta. O sorriso dele era puramente pecaminoso enquanto ele caminhava em direção ao banheiro de mármore iluminado por luzes embutidas e espelhos do chão ao teto.

Assim que entraram no banheiro, Namjoon te colocou de pé contra o grande espelho. O contato da sua pele quente com o vidro gelado arrancou um suspiro agudo de seus lábios, e o contraste foi o combustível que ele precisava. Ele ligou o chuveiro, e em poucos segundos o vapor começou a embaçar o vidro, isolando vocês dois em um mundo de umidade e calor.

— Eu quero ver cada reação sua — ele sussurrou no seu ouvido, a mão descendo com força para apertar sua nádega, puxando seu corpo contra a ereção dele que já estava pulsando novamente.

Ele te virou de costas para ele, pressionando seu peito contra o espelho embaçado. Namjoon se posicionou atrás de você, as mãos grandes mapeando suas curvas com uma possessividade renovada. Ele não era mais o líder gentil; era o homem que queria marcar cada centímetro da sua pele.

— Olha para você, S/N… — ele ordenou, a voz rouca. — Olha como você fica quando eu te toco assim.

Pelo reflexo distorcido no vapor, você viu as mãos dele encontrarem seu centro, trabalhando com uma destreza que te fez perder o equilíbrio. O som dos dedos dele se movendo contra sua umidade, misturado ao som da água caindo, era inebriante. Você soltou um gemido alto, a testa encostada no vidro, enquanto ele usava a outra mão para puxar seu cabelo levemente para o lado, expondo seu pescoço para as mordidas famintas dele.

Namjoon não esperou mais. Ele segurou seus quadris com firmeza e se enterrou em você de uma vez só, um estocada profunda que fez você gritar o nome dele, o som ecoando nas paredes de azulejo. O ritmo agora era diferente da cama: era rápido, visceral, quase selvagem.

A cada batida do corpo dele contra o seu, o som da carne se encontrando era abafado apenas pelos seus gemidos suplicantes. Ele era incansável. As mãos dele subiram para apertar seus seios, enquanto ele mantinha um movimento rítmico e potente que te fazia deslizar contra o vidro molhado.

— Mais… Joonie, mais! — você implorava, a cabeça jogada para trás, encontrando o ombro dele.

— Eu não vou parar… — ele ofegou, o suor misturando-se às gotículas de vapor na pele dele.

Ele te puxou para debaixo da água morna do chuveiro. A água batia em seus ombros, escorrendo pelos seus corpos unidos. O sexo tornou-se mais escorregadio, mais intenso. Namjoon te levantou novamente, prendendo suas costas contra a parede fria do box, e você cruzou as pernas ao redor dele, permitindo que ele te penetrasse com uma profundidade que parecia atingir sua alma.

O prazer estava se tornando insuportável, uma eletricidade que percorria cada nervo. Os sons que saíam de Namjoon eram agora rosnados baixos, quase animais, enquanto ele buscava o fim daquela jornada. Ele acelerou, as estocadas curtas e frenéticas, os olhos fixos nos seus, transmitindo uma adoração que transcendia o físico.

— Agora, S/N! Comigo! — ele comandou, a voz falhando pelo esforço.

Você sentiu as paredes internas se contraírem em espasmos violentos. O gozo veio como uma explosão de cores atrás das suas pálpebras, um tremor que começou no centro do seu ser e se espalhou até as pontas dos dedos. Segundos depois, Namjoon soltou um grito abafado contra seu ombro, o corpo dele retesando completamente enquanto ele se derramava em você com uma intensidade que o fez tremer nos seus braços.

Eles ficaram ali, abraçados sob a água corrente por um longo tempo, os corações batendo no mesmo ritmo frenético, enquanto o vapor escondia o resto do mundo. Namjoon beijou sua têmpora, a respiração ainda curta.

— Você é minha — ele sussurrou, a afirmação final. — Em qualquer lugar do mundo, em qualquer palco… eu sempre volto para você.

23 Comentários

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  1. Marcela
    Mar 30, '26 at 11:03 am

    A apresentadora, famosa por seu estilo invasivo, não seguiu o roteiro. No momento em que Namjoon pisou no palco, ela soltou um grito agudo de “fangirl” e correu. O impacto foi direto. Ela envolveu o pescoço dele em um abraço apertado, quase tirando o equilíbrio do líder do BTS.

    Sota sota sota
    Ridícula elaaa

  2. Marcela
    Mar 30, '26 at 11:41 am

    [quote]Um silêncio sepulcral caiu sobre o palco. Jin soltou um estalido com a língua, sussurrando algo no ouvido de Yoongi, que apenas balançou a cabeça com um sorriso de “boa sorte no funeral, Kim Namjoon”.

    Kkkkkkkkk os amigos, sempre “ajudando”

  3. Marcela
    Mar 30, '26 at 12:01 pm

    — Ah, vamos lá! — ela insistiu, tocando levemente o antebraço dele. — Um homem como você não deveria passar as noites de Nova York sozinho. Você parece o tipo de homem que precisa de alguém que entenda sua mente… e seu corpo.

    Aaaaaah raparigaaa
    Tá merecendo duas maozadas na cara

  4. Marcela
    Mar 30, '26 at 12:02 pm

    [quote]— Eu nunca estou realmente sozinho — ele disse, com uma intensidade que fez a apresentadora finalmente recuar um pouco. — Tenho pessoas em casa que ocupam cada espaço da minha mente. Especialmente uma pessoa que, tenho certeza, está achando essa entrevista… muito interessante agora.

    Bem interessante msm.
    PALHACADA KKK

  5. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 30, '26 at 1:40 pm

    Namjoon apareceu primeiro. Ele parecia um deus moderno — o cabelo levemente bagunçado de propósito, o sorriso sereno que escondia o gênio. Mas a serenidade durou três segundos.

    Ai, esse homem… sempre achando um jeito de lascar cm meu juízo

  6. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 30, '26 at 1:40 pm

    — Ah, meu Deus! — você bufou, as sobrancelhas subindo em descrença. — Sério isso?

    Vou ter q agredir

  7. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 30, '26 at 1:42 pm

    Na tela, a reação dos outros membros foi o que realmente entregou o perigo. Jimin cobriu a boca com a mão, os olhos arregalados buscando a câmera como se pedisse desculpas a você. Hoseok soltou uma risada nervosa, limpando a garganta e desviando o olhar para o teto, enquanto Jungkook e Taehyung trocaram um olhar de “ele está morto”. Eles sabiam. Eles conheciam o temperamento protetor da mulher que esperava por ele no hotel.

    Eles sabem a possessividade q tenho cm meu Nam

  8. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 30, '26 at 1:43 pm

    Sentados nos sofás de couro, a entrevista começou, mas a tensão só aumentava. A apresentadora mal conseguia olhar para os outros seis; seus olhos estavam fixos em Namjoon como se ele fosse o único oxigênio na sala.

    Mas é a cct msm

  9. Thamiris
    Mar 31, '26 at 8:05 am

    Namjoon apareceu primeiro. Ele parecia um deus moderno — o cabelo levemente bagunçado de propósito, o sorriso sereno que escondia o gênio. Mas a serenidade durou três segundos.

    “deus moderno” amei essa descrição

  10. Thamiris
    Mar 31, '26 at 8:08 am

    Na tela, a reação dos outros membros foi o que realmente entregou o perigo. Jimin cobriu a boca com a mão, os olhos arregalados buscando a câmera como se pedisse desculpas a você. Hoseok soltou uma risada nervosa, limpando a garganta e desviando o olhar para o teto, enquanto Jungkook e Taehyung trocaram um olhar de “ele está morto”. Eles sabiam. Eles conheciam o temperamento protetor da mulher que esperava por ele no hotel.

    Eita caceta kkk

  11. Thamiris
    Mar 31, '26 at 8:10 am

    Sentados nos sofás de couro, a entrevista começou, mas a tensão só aumentava. A apresentadora mal conseguia olhar para os outros seis; seus olhos estavam fixos em Namjoon como se ele fosse o único oxigênio na sala.

    Eu nem julgo ela
    É o Nanjoon

  12. Thamiris
    Mar 31, '26 at 8:11 am

    — Então, RM… — ela começou, inclinando-se tanto para frente que seu cabelo quase roçava o joelho dele. — O álbum fala muito sobre solidão e encontrar um lar em alguém. Eu me voluntario para ser esse lar. Alguma chance de você estar procurando uma guia turística particular em Nova York esta noite?

    Oxxi,se atire mais !!!?
    Ta pouco

  13. Thamiris
    Mar 31, '26 at 8:13 am

    — Ah, vamos lá! — ela insistiu, tocando levemente o antebraço dele. — Um homem como você não deveria passar as noites de Nova York sozinho. Você parece o tipo de homem que precisa de alguém que entenda sua mente… e seu corpo.

    Mais gente
    Que atrevida

  14. Thamiris
    Mar 31, '26 at 8:15 am

    — S/N, por favor. Vamos conversar — ele disse, com aquela calma irritante que ele sempre mantinha nas discussões, como se ele fosse o adulto e você a criança birrenta.

    Kk,uma coisa que eu ódio,quando fazem isso

  15. Thamiris
    Mar 31, '26 at 8:18 am

    — Você disse aquilo só para consertar as coisas! — você rebateu, ainda gesticulando, as mãos quase tocando o peito dele agora. — Mas e se ela não tivesse parado? E se ela…

    Em partes concordo com ele,ele não tem culpa

  16. Thamiris
    Mar 31, '26 at 8:23 am

    Na penumbra do quarto, apenas com o brilho neon das torres de Nova York entrando pela janela, Namjoon se posicionou sobre você. Ele era uma montanha de músculos tensos e adoração. As mãos dele desceram, encontrando a umidade que confirmava sua rendição total.

    A montanha de músculos que aguentaria pro resto da vida sem reclamar

  17. Thamiris
    Mar 31, '26 at 8:27 am

    — Olha para mim, S/N — ele ofegou, o rosto retorcido de prazer. — Eu sou seu. Só seu.

    That should be me, that should be me …

  18. Thamiris
    Mar 31, '26 at 8:32 am

    — Você é minha — ele sussurrou, a afirmação final. — Em qualquer lugar do mundo, em qualquer palco… eu sempre volto para você.

    Ahhhhh,era meu sonho

  19. Keile
    Apr 23, '26 at 11:19 pm

    — Olha para mim, S/N — ele ofegou, o rosto retorcido de prazer. — Eu sou seu. Só seu.

    Eita

  20. Iasmine
    Jun 28, '26 at 5:23 pm

    — Ah, meu Deus! — você bufou, as sobrancelhas subindo em descrença. — Sério isso?

    Respira, não surta kkkkkk

  21. Iasmine
    Jun 28, '26 at 5:24 pm

    — Ah, vamos lá! — ela insistiu, tocando levemente o antebraço dele. — Um homem como você não deveria passar as noites de Nova York sozinho. Você parece o tipo de homem que precisa de alguém que entenda sua mente… e seu corpo.

    Caraleoo quem não fica puta com uma vaca dessas.. eu atravessava a tv e sentava o cassete nela

  22. Iasmine
    Jun 28, '26 at 5:25 pm

    — Eu não me importo com o que ela faria — ele sussurrou, o rosto agora a centímetros do seu. — Eu me importo com o que eu faço. E o que eu quero fazer agora…

    Viiiiish vai tomando.. ele sabe o quer, ele é decidido fiiii

  23. Iasmine
    Jun 28, '26 at 5:26 pm

    — Você é minha — ele sussurrou, a afirmação final. — Em qualquer lugar do mundo, em qualquer palco… eu sempre volto para você.

    Isso não é um homem, é um príncipe, um gentleman kkkkk

Nota