Jantar em família
por FanfiqueiraO som dos saltos de Karine contra o piso de mármore parecia um ruído profano naquela casa mergulhada em penumbra. Ele não estava na sala, nem no escritório. Ela o encontrou no terraço, de costas, observando a cidade sob a chuva fina. Namjoon não precisava de muito para dominar um espaço; a largura de suas costas sob o suéter de cashmere preto e a postura ereta já diziam tudo o que Karine precisava saber sobre quem mandava ali.
Ao ouvir os passos dela, ele não se virou de imediato. Terminou de virar o resto do uísque no copo, o gelo estalando no silêncio antes que ele falasse.
— Você demorou — a voz dele cortou o ar, baixa, vibrante, carregada daquela autoridade natural que fazia Karine sentir um frio súbito no ventre.
— Eu não achei que você estivesse com pressa — ela respondeu, tentando manter um tom de desafio que sabia que ele adorava esmagar.
Namjoon se virou lentamente. O rosto dele era uma escultura de sombras. Ele deixou o copo sobre a mureta e caminhou em direção a ela. Não era uma caminhada comum; era o movimento de um predador que sabe exatamente o que quer. Quando parou a centímetros dela, o calor que emanava de seu corpo era quase sufocante. Sem dizer nada, ele levou a mão até a nuca de Karine.
O toque foi pesado, os dedos longos e fortes se fechando com uma precisão que a fez perder o fôlego. No instante em que ele apertou a base do crânio dela, forçando seu olhar para cima, Karine sentiu que seus joelhos teriam cedido se ele não a estivesse segurando. Era uma possessão silenciosa.
— Eu não gosto de repetir ordens — ele murmurou, aproximando o rosto do dela. O olhar, geralmente focado em teorias e estratégias, estava fixo na boca dela. — Você está trêmula. É medo ou é a percepção de que, nesta casa, nada sobrevive à minha vontade?
Antes que ela pudesse formular uma resposta, ele a puxou pelo pescoço, colando os corpos. A mão livre dele desceu com força, agarrando a cintura dela e a suspendendo para que sentisse sua rigidez.
— Vamos para dentro — ele ordenou. — Hoje eu não quero palavras. Quero ver quanto tempo você aguenta antes de implorar para que eu pare de ser gentil.
Ele a arrastou para o quarto principal, onde a penumbra era quebrada apenas pela luz fraca do corredor. Com um movimento bruto, Namjoon a jogou sobre a cama macia. O impacto fez o corpo de Karine quicar levemente no colchão enquanto ele já levava as mãos à cintura, desfazendo o cinto de couro com um estalo metálico que ecoou como um tiro.
— Onde você estava? Por que não veio mais cedo? — ele questionou, a voz mais rouca, enquanto o cinto chicoteava para fora das alças da calça. — Sabe que o jantar com nossas famílias começa em dez minutos. Estão todos nos esperando na sala de jantar agora mesmo.
Karine tentou se apoiar nos cotovelos, o cabelo bagunçado sobre o rosto. — Namjoon, eles vão notar se… — Eles vão notar o que eu permitir que notem — ele a interrompeu, a voz carregada de uma dominância absoluta.
Ele se livrou das roupas com uma agilidade assustadora, revelando um corpo que era pura força bruta e disciplina. O som do metal da fivela do cinto de Namjoon batendo no chão foi o sinal de que a Karine não teria saída.
— Você acha que pode me fazer esperar e sair impune? — Ele rosnou, as mãos grandes subindo para apertar os seios dela por cima do tecido fino, os dedos pressionando com uma força que flertava entre o prazer e a dor.
Sem dar tempo para resposta, ele desceu pelo corpo dela com uma rapidez predatória. Namjoon abriu as pernas de Karine com uma brutalidade possessiva, encaixando-se entre elas. Ele não pediu licença. Ele mergulhou o rosto entre as coxas dela, a língua ávida e habilidosa encontrando o centro da sua sensibilidade. Karine arqueou as costas, as mãos enterradas nos cabelos escuros dele, enquanto ele a chupava com uma voracidade que parecia querer devorá-la. O som molhado do contato da língua dele com a pele dela preenchia o quarto, e cada sucção forte fazia Karine perder o fôlego, até que ela estivesse à beira do primeiro abismo.
Mas ele parou. Ele subiu o corpo novamente, o olhar brilhando com uma inteligência cruel. Ele selou os lábios nos dela em uma troca de saliva profunda, uma invasão faminta onde ele dominava a língua dela com a mesma força que dominava o corpo.
— Agora, o seu castigo — ele sussurrou contra os lábios dela.
Namjoon a tomou com uma estocada profunda, sem qualquer aviso. O impacto foi tão seco e potente que a cabeceira da cama bateu contra a parede com um estrondo. Karine soltou um gemido agudo, mas antes que o som pudesse escapar totalmente, a palma da mão dele, grande e quente, abafou sua boca.
— Silêncio. Eles estão lá embaixo — ele ordenou, os olhos fixos nos dela.
Ele começou a castigá-la com o ritmo. Eram estocadas lentas, deliberadas, que pareciam alcançar o fundo da alma dela, fazendo-a arquear as costas em busca de ar. Logo em seguida, ele mudava para investidas rápidas, rítmicas e impiedosas. A cada movimento, Namjoon desferia tapas estalados nas nádegas dela, a pele de Karine ficando marcada pelo calor da mão dele.
— Olhe para mim, Karine — ele comandou, os dedos apertando a nuca dela novamente com aquela precisão que a desarmava. — Sinta o que acontece quando você me faz esperar.
A primeira vez que ela gozou foi violenta. O corpo dela se contraiu desesperadamente ao redor dele, os músculos internos prendendo-o enquanto ela tentava gritar contra a palma da mão dele. Namjoon não parou; ele observava cada espasmo, cada lágrima de prazer que escapava do canto dos olhos dela, mantendo o controle absoluto.
Ele a virou de lado, puxando sua coxa para o alto e voltando a penetrá-la com uma força que fazia a cama ranger ritmicamente. Ele apertava um de seus seios com força, o polegar esmagando o bico ereto, enquanto a outra mão continuava firme na sua nuca. O segundo orgasmo veio como uma onda, deixando Karine sem sentidos, entregue totalmente à brutalidade dele.
— De joelhos. Agora — ele disse, a voz sendo um comando que ela não podia ignorar.
Karine ficou de quatro, os braços trêmulos. Namjoon pegou sua gravata de seda, dobrou-a e a prendeu entre os próprios dentes, o tecido abafando seus rosnados enquanto ele agarrava o cabelo de Karine, puxando a cabeça dela para trás com força. Ele a penetrou por trás com uma selvageria que fazia Karine morder o lábio para não gritar. Ele a usava como se ela fosse sua propriedade mais valiosa e, ao mesmo tempo, seu brinquedo mais resistente.
Quando ele sentiu que estava prestes a gozar, a disciplina de Namjoon falou mais alto. Ele saiu de dentro dela bruscamente, o som do desencaixe sendo a única coisa ouvida no quarto. Ele a puxou pelos quadris, trazendo-a para a beira da cama, e se ajoelhou no chão.
— Eu disse que você ia implorar — ele murmurou, a voz rouca de desejo.
Ele voltou a usar a boca nela, mas desta vez com uma intensidade técnica e devastadora. Ele a lambia e sugava com um foco inabalável, os dedos dele abrindo-a para que ele pudesse alcançar cada milímetro. Karine agarrou os lençóis, o corpo sacudindo violentamente enquanto o terceiro orgasmo a atingia, muito mais longo e profundo que os outros. Ela desmoronou no colchão, o peito subindo e descendo com força.
Karine estava desfeita sobre o colchão, o corpo ainda vibrando pelo terceiro orgasmo que ele havia arrancado dela com a boca. Mas Namjoon não tinha terminado. Ele se levantou, a figura imponente e nua diante dela, exalando uma masculinidade bruta que contrastava com o intelecto afiado que todos conheciam.
— De joelhos, Karine. Agora — o comando veio baixo, mas com uma autoridade que não admitia hesitação.
Ainda trêmula, ela se arrastou até a borda da cama. Namjoon permaneceu de pé na frente dela, a mão indo direto para tirar a gravata da boca dela e depois indo até a nuca de Karine, os dedos se enterrando com força nos cabelos dela para guiar sua cabeça. Quando ela começou a tomá-lo na boca, ele não foi gentil. Ele segurou o rosto dela com as duas mãos, ditando o ritmo, forçando uma profundidade que a fazia lacrimejar e segurar as coxas dele em busca de equilíbrio.
Ele se movia contra o rosto dela com uma possessividade selvagem. Entre as estocadas bucais, Namjoon tirava o membro da boca dela apenas para esfregá-lo contra suas bochechas e lábios suados, marcando o território de forma humilhante e deliciosa. Ele desferiu tapinhas rítmicos com o próprio pau contra o rosto dela, estalos úmidos que ecoavam no quarto silencioso.
— Olhe para mim enquanto eu faço isso — ele rosnou, a voz falhando enquanto o prazer subia. — Quero que você desça para aquele jantar lembrando exatamente do gosto que tem a minha porra na sua língua.
Ele a puxou novamente para si, intensificando as estocadas contra a garganta dela, os dedos apertando o couro cabeludo de Karine com uma força quase dolorosa. No auge do prazer, ele se afastou apenas o suficiente para gozar com violência, o jato quente atingindo o rosto dela, sujando suas bochechas e o canto dos lábios.
Namjoon soltou um suspiro pesado, os olhos finalmente perdendo aquela frieza analítica por um breve segundo antes de voltarem ao normal. Ele observou Karine ali, de joelhos, marcada por ele, antes de pegar um lenço de seda sobre o criado-mudo e limpar o próprio corpo com uma elegância desconcertante.
Namjoon se levantou com uma calma assustadora. E caminhou até o espelho para se vestir, o sorriso de lado, encantador e impenetrável, voltando ao rosto.
— 5 minutos para se recompor, Karine — ele disse, a voz agora perfeitamente polida, como se não tivesse acabado de quebrar a resistência dela. — Limpe o rosto e tente não mancar quando descer as escadas. Nossos pais não gostam de ser mantidos à espera.
Exatos cinco minutos depois, a porta da sala de jantar se abriu. Karine surgiu impecável. O vestido de seda deslizava por suas curvas, e cada fio de cabelo parecia estar no devido lugar. Ninguém diria que, momentos antes, ela estava de joelhos no chão daquele quarto. Com um sorriso elegante e uma postura que exalava sofisticação, ela cumprimentou os sogros e os pais.
Ela caminhou até o seu lugar, ao lado de Namjoon, e antes de se sentar, inclinou-se para dar um beijo no canto dos lábios dele. Foi um beijo calculado, onde ela deixou a ponta da língua roçar a dele por uma fração de segundo, enviando um choque elétrico o deixando excitado.
— Desculpem a demora — ela disse, com uma voz aveludada, enquanto se acomodava na cadeira. — Não estou me sentindo muito bem… minhas pernas estão tão fracas — ela enfatizou a última parte, lançando um olhar de soslaio para Namjoon que carregava todo o peso da luxúria que haviam compartilhado.
Namjoon, que levava uma garfada de aspargos à boca, travou. Ele teve que fazer um esforço hercúleo para não se engasgar, o pomo de Adão saltando enquanto ele engolia em seco. Os pais, alheios ao subtexto, demonstraram preocupação imediata.
— Oh, querida, deve ser o estresse do trabalho — comentou a mãe de Namjoon. — Você precisa descansar mais.
— Com certeza — Namjoon interveio, a voz um pouco mais rouca que o normal, tentando recuperar a compostura intelectual. — Karine tem se esforçado… além dos limites ultimamente.
A conversa fluiu para o mundo dos negócios. Os pais de ambos, magnatas do setor imobiliário e têxtil, começaram a discutir a estratégia de fusão para aquela semana. Namjoon assumiu o controle da narrativa, citando projeções de mercado e logística com uma precisão cirúrgica. Ele era o centro das atenções, o gênio estrategista à mesa.
Foi então que Karine levou a mão à orelha. — Ah, meu brinco — ela murmurou, fingindo surpresa.
Antes que alguém pudesse ajudá-la, ela se escorregou para baixo da mesa. Namjoon continuou falando sobre o fechamento da bolsa em Seul, mas seus olhos escureceram quando ele sentiu a mão pequena e firme de Karine pousar sobre sua coxa, subindo perigosamente.
Sob a toalha de linho pesado, Karine não perdeu tempo. Ela abriu o zíper da calça social dele com uma destreza silenciosa. Namjoon sentiu o ar frio por um segundo antes de ser atingido pelo calor da boca dela. Ela o abocanhou com intensidade, a língua circulando o topo de sua sensibilidade com uma fome que o deixou sem fôlego.
— … e os ativos da… da… — Namjoon gaguejou, as mãos fechando-se em punhos sobre a mesa, os nós dos dedos ficando brancos.
— Algum problema, filho? — o pai dele perguntou, arqueando uma sobrancelha.
Namjoon cravou as unhas na palma da mão. Karine estava fazendo um trabalho impecável lá embaixo, usando a sucção para levá-lo ao limite enquanto o barulho da prataria e as vozes dos pais criavam um contraste surreal. Ele sentia a cabeça dela se movendo ritmicamente contra sua virilha.
— Nenhum, pai — Namjoon respondeu, a voz saindo em um tom autoritário, mas tenso, as veias de seu pescoço saltando pela pressão. — Apenas… uma oscilação inesperada nos dados.
Enquanto ele fingia analisar um contrato no tablet sobre a mesa, sua outra mão desceu por baixo da toalha, encontrando o cabelo de Karine. Ele não a afastou; pelo contrário, ele enterrou os dedos nos fios dela, guiando o movimento dela com a mesma força bruta de antes, forçando-a a ir mais fundo enquanto ele mantinha o contato visual frio e profissional com o sogro.
O prazer era agonizante. Ele sentia que ia explodir a qualquer momento, mas o intelecto dele o forçava a manter a máscara de homem de negócios. Karine o provocava, usando os dentes de leve antes de voltar a sugá-lo com força total.
— Karine está demorando lá embaixo, não está? — a mãe dela comentou, começando a se inclinar para olhar.
Namjoon agiu rápido. Ele pressionou a palma da mão contra a nuca de Karine sob a mesa, um sinal mudo para que ela parasse, enquanto dizia em voz alta: — Ela já achou, só está ajustando o sapato também.
Ele deu um último aperto possessivo no cabelo dela antes que ela subisse, emergindo com um sorriso inocente e o rosto levemente corado, enquanto Namjoon tentava desesperadamente normalizar sua respiração, sentindo o pulsar do seu prazer contido sob a mesa de jantar.
Não se passaram nem três minutos desde que Karine emergiu debaixo da mesa quando Namjoon, com os olhos injetados e a mandíbula travada pela luxúria contida, interrompeu o sogro no meio de uma frase sobre investimentos.
— Minha mulher não está nada bem — ele declarou, levantando-se com uma imponência que silenciou a mesa. — Vou levá-la para tomar um remédio e já volto.
Karine abriu a boca para um protesto ensaiado, mas antes que a primeira sílaba saísse, Namjoon a arrancou da cadeira, passando o braço por baixo de seus joelhos e o outro por suas costas, erguendo-a no colo como se ela não pesasse nada.
— Como ela mesma disse, as pernas não estão muito bem — Namjoon completou com um sorriso de lado, aquele sorriso que encantava a todos, mas que Karine sabia que era o prelúdio da sua destruição. — Vou levar minha mulher no colo.
O pai de Karine franziu o cenho, sentindo uma energia bruta e possessiva demais no genro, algo que o deixou desconfortável. Já as mães trocaram olhares suspirando pelo “cuidado” cavalheiro, e o pai de Namjoon deu um tapinha na mesa, orgulhoso: “Esse é meu filho… sempre atento aos detalhes”.
Assim que a porta do quarto foi trancada, o “cavalheiro” desapareceu. Namjoon a colocou no chão por um segundo apenas para agarrar o decote do vestido de seda de Karine. Com um movimento violento de suas mãos grandes, o tecido caríssimo cedeu, rasgando-se de cima a baixo com um som que fez o sangue de Karine ferver.
— Você achou engraçado me fazer de palhaço na frente dos nossos pais? — ele rosnou, jogando-a de costas na poltrona de couro do quarto antes de se posicionar de pé na frente dela. — Agora você vai terminar o que começou lá embaixo.
Ele forçou o pau novamente na boca dela, sem aviso, as mãos prendendo a nuca de Karine com uma força que a obrigava a aceitá-lo por inteiro. Ele a fodia na boca com uma fome agressiva, os olhos fixos nos dela, observando-a engasgar e se entregar. Quando ele sentiu que ela estava no limite, ele a puxou pelos quadris e a colocou na cama.
— Monta — ele ordenou, sentando-se e encostando as costas na cabeceira. — Deixa eu ver o quanto minha mulher me deseja.
Karine subiu nele, cavalgando com uma intensidade desesperada. O contraste era insano: o rosto intelectual de Namjoon, agora transformado em uma máscara de luxúria bruta, enquanto as mãos dele apertavam suas coxas com tanta força que deixariam marcas.
— Isso, Karine… geme mais alto — ele provocava, a voz vibrando no peito dele enquanto ela subia e descia. — Deixa eles ouvirem lá embaixo o quanto você está ‘doente’.
Ele a inverteu, deitando-a e abrindo suas pernas até o limite. Ele a penetrou na buceta com estocadas que pareciam querer atravessar o colchão. O som era carnal, úmido e constante.
— Você quer que eu seja bruto? — ele sussurrou, a mão descendo para o bunda dela e desferindo um tapa estalado que a fez arquear as costas. — Então aguenta.
— É aqui que você aprende a não brincar comigo — Namjoon rosnou, o ritmo se tornando selvagem.
Ele a fodia com uma cadência impiedosa, segurando-a pelos quadris como se fosse quebrá-la. Karine gemia alto, incentivando cada estocada, sentindo a força bruta do homem que, minutos antes, discutia logística de mercado.
No clímax, ele a puxou pelo cabelo, obrigando-a a olhar para ele. — Você é minha, Karine. Embaixo da mesa ou em cima dessa cama. Entendeu?
O ápice foi avassalador. Enquanto Namjoon despejava toda a sua intensidade dentro dela, ele não permitiu que Karine simplesmente se perdesse no prazer. Com uma mão, ele a mantinha firme contra o colchão, e com a outra, enfiava dois dedos profundamente na boca dela, simulando o ato carnal, forçando-a a sugá-los enquanto ela atingia o clímax. O som dos gemidos abafados de Karine, misturado ao estalo úmido dos dedos dele na boca dela, criava uma sinfonia de depravação.
Karine sentiu o corpo entrar em choque, os músculos internos contraindo-se em volta dele em ondas violentas, enquanto Namjoon rosnava contra o pescoço dela, sentindo a própria liberação inundá-la. Ele estremeceu da cabeça aos pés, segurando-a como se quisesse fundir os dois corpos em um só.
Quando o último espasmo cessou, Namjoon retirou os dedos da boca dela e, com uma lentidão calculada, desferiu um tapinha seco e estalado na bochecha corada de Karine. Não foi para machucar, mas para trazê-la de volta à realidade do seu domínio. Antes que ela pudesse respirar, ele a puxou pela nuca e a beijou com uma intensidade feroz, uma troca de saliva carregada com o gosto do prazer deles.
Ele desabou sobre ela por alguns segundos, o suor misturando seus corpos, o peito subindo e descendo contra as costas dela. O silêncio no quarto era denso, quebrado apenas pelas respirações descompassadas. Lentamente, ele se afastou e sentou na beira da cama, observando o estado em que a havia deixado: nua, marcada, com o vestido rasgado ao lado e os olhos ainda nublados.
Ele acariciou o rosto dela com o polegar, um gesto quase terno que contrastava com a agressividade de minutos antes. Um sorriso de lado, genuíno e relaxado, surgiu em seus lábios.
— Olhando para você agora… acho que você não vai conseguir andar e nem sentar depois disso — ele brincou, a voz barítona ainda vibrando de cansaço e satisfação. — Se você conseguisse descer aquelas escadas agora, eu teria falhado miseravelmente na minha missão de te dar uma lição.
Ele soltou uma risada curta, inclinando-se para dar um beijo rápido no ombro dela antes de se levantar para ajeitar o relógio no pulso e limpar o membro corpo com o lençol descartado.
— Então acho melhor você ficar aqui e dormir um pouco enquanto eu desço — ele continuou, recuperando aquela postura impecável de homem de negócios, enquanto vestia uma camisa nova. — Vou avisar aos nossos pais que te dei seu “remédio” e você precisou apagar. Vou dizer que o efeito foi… forte demais.
Ele caminhou até a porta, parando por um segundo para olhar para trás. O olhar impenetrável estava de volta, mas o brilho vitorioso ainda estava lá.
— Descanse, meu amor. Quando eu voltar, continuaremos de onde paramos… e a cama talvez não sobreviva à segunda rodada.
Ele saiu, fechando a porta com um clique suave, deixando-a na penumbra do quarto, completamente entregue ao cansaço e à marca que aquele homem bruto e intelectual havia deixado em sua alma.
Karine,sinta todo peso da minha inveja
ELE VAI ATACAR!
Karine,sabe esse clima ruim? É a nuvem carregada da minha inveja!
Kkkkkkkkk
“Namjoon se virou lentamente. O rosto dele era uma escultura de sombras. Ele deixou o copo sobre a mureta e caminhou em direção a ela. Não era uma caminhada comum; era o movimento de um predador que sabe exatamente o que quer.”
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Eles não cansam não? Não deu 1 hora e ele já tá pensando na terceira rodada ?
Depravados!
Força guerreira kkk
Aoooow brigado Deus kkkkk
Irrroooww
Cade os emojis do calor, suando e com a língua pra fora
Cade as imagens escritora??? Eu precisava ver esse momento kkkk aff
não precisa kkk
Com aquela voz de barítono, Nuuu
Precisava dessa visão também kkkkkkk
Kkkkkkkkkk amei esse diálogo
Boa garota hahaha
Eu vou lendo e vou prendendo a respiração, aí chega no final eu fico com falta de ar kkkk
Eita amiga,aqui ele é king kk
Eita de ladinho que inveja
Eu lendo de perna fechada
Homem é elegante até sujo de krlh
Ela precisa é de uma cadeira de rodas
Chegou a vez da vingança kk
Eu tbm tô doente
Mais ????? Nem a cama nem ela
Ja começou provocando o homem kkkkk
Jesus kkkkkk o homem me deixou com medo aqui na minha casa
po Karine que baixaria é essa kkkkkk na frente dos pais
Não da pra brincar com Nam não gente, ele é bruto demais kkkkk
Uau! Fiquei sem fôlego