Meu motorista
por FanfiqueiraA chuva batia leve no teto da SUV preta enquanto as luzes da rodovia passavam como borrões dourados. No banco de trás, você estava exausta. A reunião em Daegu tinha se estendido mais do que o previsto e você tinha um jantar de gala em Seul em menos de duas horas.
— Namjoon — você chamou, sua voz soando mais rouca do que o normal pelo cansaço. — Eu vou me trocar aqui atrás. Não temos tempo de parar em um hotel.
Pelo retrovisor, você viu os olhos dele. Aqueles olhos inteligentes, focados, que sempre pareciam ler seus pensamentos antes mesmo de você falar.
— Como desejar, Senhora — ele respondeu, a voz num barítono profundo que vibrou pelo estofamento.

Você começou a se despir. O som do zíper do seu vestido executivo descendo ecoou no silêncio do carro. Você deslizou o tecido pelos ombros, ficando apenas de lingerie de renda preta. Você sabia que ele estava olhando; era impossível não olhar. O movimento das suas pernas, o brilho da sua pele sob as luzes intermitentes dos postes de luz… era uma provocação silenciosa.
Namjoon apertou o volante com tanta força que as juntas dos dedos ficaram brancas. O pomo de adão dele subiu e desceu enquanto ele engolia em seco. Ele tentava manter os olhos na estrada, mas a imagem de sua chefe, a mulher que ele servia com tanta disciplina, seminua a poucos centímetros dele, estava destruindo sua sanidade.
— Senhora… — ele começou, a voz falhando, carregada de um desejo sombrio.
— Algum problema, Namjoon? — você perguntou, deslizando propositalmente a mão pela coxa enquanto alcançava o vestido longo de seda.
Ele não respondeu com palavras. Em um movimento brusco e preciso, ele jogou o carro para o acostamento de terra, sob a sombra de um viaduto abandonado. O motor rosnou antes de ser desligado, deixando apenas o som da chuva e a respiração pesada de ambos.
Namjoon destravou o cinto de segurança e saiu do carro. Antes que você pudesse processar, a porta traseira se abriu. O ar frio da noite entrou, mas o calor que emanava dele era avassalador. Ele não parecia mais o motorista obediente. O terno escuro, perfeitamente ajustado aos ombros largos, agora parecia a armadura de um predador.
— O jogo acabou — ele disse, entrando no banco de trás e fechando a porta com um estrondo seco. — Você passou meses testando meu limite. Olhando para mim como se eu fosse apenas parte do cenário enquanto desfila com esse poder todo.
Ele se aproximou, encurralando você contra o couro do banco. A mão dele, grande e firme, envolveu seu pescoço sem apertar, apenas reivindicando espaço.
— Aqui dentro, você não é a CEO — ele sussurrou contra o seu ouvido, os lábios roçando na sua pele sensível. — Aqui dentro, eu sou o único que dita as ordens. E eu vou te mostrar exatamente o que eu queria fazer cada vez que ajustei esse retrovisor para te observar.
Ele puxou a gravata de seda preta com uma mão só, desfazendo o nó com uma agilidade pecaminosa, enquanto a outra mão subia perigosamente pela sua cintura.
O som da gravata de seda deslizando pelo colarinho dele foi o último vestígio de civilidade naquele carro. Namjoon a enrolou rapidamente em uma das mãos, os nós dos dedos roçando na sua nuca, enquanto a outra mão — aquela mão grande, calejada nos lugares certos e absurdamente firme — apertou sua cintura, puxando seu corpo contra o dele com uma possessividade que fez seu fôlego sumir.
— Olhe para mim — ele ordenou, a voz agora um rosnado baixo, desprovido de qualquer formalidade.
Quando você obedeceu, encontrou as pupilas dele dilatadas, devorando cada detalhe da sua pele exposta sob a renda preta. Ele não esperou. Namjoon atacou seus lábios com uma fome contida por meses. Não era um beijo delicado; era uma reivindicação. A língua dele invadiu sua boca com autoridade, explorando cada canto enquanto uma de suas mãos descia, apertando sua coxa e puxando-a para cima, forçando você a abrir as pernas para que ele se encaixasse no meio delas.
O volume por baixo das calças sociais dele pressionava diretamente contra a sua intimidade, e o contraste do tecido frio do terno dele contra a sua pele quente era inebriante. Ele interrompeu o beijo por um segundo, descendo o rosto para o seu pescoço, onde deixou uma marca avermelhada, sugando a pele com força.
— Você gosta de mandar, não gosta? — ele sussurrou, a respiração quente causando arrepios por todo o seu corpo. — Gosta que eu abra a porta, que eu siga suas rotas, que eu seja o seu funcionário perfeito…
Ele soltou a gravata e, com uma agilidade impressionante, usou as duas mãos para segurar seus pulsos, prendendo-os acima da sua cabeça contra o banco de couro. O corpo dele pesou sobre o seu, esmagando-os em um encaixe perfeito.
— Mas agora — ele continuou, a voz vibrando contra o seu seio enquanto ele descia os beijos para o seu decote — você vai implorar para que eu não pare. Você vai esquecer quem é a chefe, porque aqui dentro, você é minha.
Com um movimento rápido, ele se afastou apenas o suficiente para abrir o cinto da calça. O som metálico da fivela ecoou no espaço confinado. Ele não tirou o paletó; a imagem dele, ainda meio vestido com o uniforme de motorista, mas com o olhar selvagem e as mãos explorando o seu corpo sem permissão, era a coisa mais erótica que você já tinha visto.
Ele deslizou a mão por baixo da sua calcinha de renda, encontrando você já completamente entregue, úmida e pulsando de desejo. O primeiro toque dos dedos longos dele foi firme, certeiro, fazendo suas costas arquearem contra o banco.
— É isso que você queria quando trocou de roupa na minha frente? — ele provocou, intensificando o ritmo dos dedos, enquanto a outra mão voltava a apertar sua garganta de leve, apenas para manter seu rosto virado para o dele. — Responda, Senhora.
— Responda! — ele rosnou novamente, os dedos mergulhando em você com uma precisão que fez seus dedos do pé encolherem.
— Sim… Namjoon, sim! — você arqueou, a voz saindo em um gemido agudo que pareceu inflamar ainda mais os instintos dele.
Ele soltou seus pulsos apenas para segurar sua nuca com força, puxando sua cabeça para trás para que ele tivesse acesso total ao seu pescoço. Ele não apenas beijava; ele marcava. O som de sucção, seguido por uma leve mordida no lugar onde o ombro encontra o pescoço, fez você soltar um grito abafado. Antes que você pudesse se recuperar, a mão dele subiu e desceu em um tapa estalado na sua coxa, deixando uma marca vermelha que contrastava com a sua pele clara.
— Quero ouvir você me pedindo — ele sussurrou, a voz carregada de uma luxúria sombria.
Ele se livrou das calças com uma agilidade bruta, mantendo o paletó e a camisa preta entreaberta, o que dava a ele um ar de perigo absoluto. Quando ele se posicionou entre suas pernas, você sentiu a ponta quente e pulsante dele roçando na sua entrada. Namjoon parou por um segundo, os olhos fixos nos seus, saboreando a sua antecipação.
— Olhe para mim enquanto eu te tomo — ele ordenou.
Ele entrou de uma vez. Um estocada profunda, possessiva, que fez você perder o fôlego. O preenchimento era total, e o gemido que escapou da garganta dele foi baixo e animal. Ele começou um ritmo lento, mas devastadoramente profundo, cada investida fazendo o carro balançar levemente sobre a suspensão.
As mãos dele não ficavam paradas. Enquanto uma segurava sua cintura com tanta força que os dedos se enterravam na sua carne, a outra subiu para apertar seu seio por cima da renda, o polegar esmagando o mamilo ereto.
— Você é tão apertada… — ele arfou, o suor brilhando na testa dele sob a luz fraca. — Mal consigo me segurar quando você me aperta assim.
Ele mudou a dinâmica, aumentando a velocidade. Os impactos eram úmidos e ruidosos, o som do sexo preenchendo o habitáculo luxuoso. Namjoon inclinou o corpo para frente, esmagando você contra o encosto do banco, e começou a desferir estocadas curtas e rápidas, focadas inteiramente no seu ponto mais sensível.
Com um movimento ágil, você empurrou os ombros largos dele, surpreendendo-o. Aproveitando o espaço limitado, você deslizou por baixo dele e, em um impulso de pura audácia, inverteu as posições, sentando-se sobre o colo dele. Namjoon soltou um rosnado baixo, as costas batendo contra a porta oposta, enquanto você se acomodava sobre suas coxas potentes.
— Quem disse que eu terminei de dar as ordens, Namjoon? — você sussurrou, a voz carregada de uma autoridade perversa.
Você segurou o rosto dele com as duas mãos, forçando-o a olhar para você enquanto começava a cavalgar. O movimento era lento, circular e torturante. Você sentia cada centímetro dele preenchendo-a, e o som da carne se chocando ritmicamente era a única música naquele cubículo de luxo.
Enquanto subia e descia com uma cadência hipnotizante, você começou a brincar com os botões da camisa dele que ainda restavam fechados, arrancando um deles com um puxão seco. Suas unhas arranharam o peito definido dele, descendo até os mamilos dele, que você apertou com força, ouvindo-o arfar com uma mistura de dor e prazer extremo.
Namjoon tentou segurar seu quadril para acelerar o ritmo, mas você deu um tapa firme nas mãos dele.
— Mãos no volante, motorista — você ordenou com um sorriso ladino.
Ele obedeceu, os braços esticados para trás, agarrando o volante acima da cabeça dele com tanta força que o couro rangeu. As veias do braço dele saltaram, a testa banhada em suor, a boca entreaberta enquanto ele observava você dominá-lo com uma fúria elegante. Você aumentou a velocidade, os quicotes tornando-se frenéticos, seus seios balançando livremente enquanto você se entregava ao prazer de vê-lo perder o juízo.
— Por favor… — ele implorou, a voz quebrada, os olhos revirando de prazer. — Você está me matando… anda, mais rápido!
Ele estava no limite. O corpo dele começou a retesar, os quadris dele deram impulsos involuntários para cima, buscando o ápice que estava a milímetros de distância. O som da respiração dele era um galope descompassado. Ele fechou os olhos, o rosto contorcido naquela expressão de “O-face” que você tanto desejava ver.
E então, você parou.
Simplesmente congelou o movimento, mantendo-o totalmente enterrado em você, mas sem um milímetro de fricção.
O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor. Namjoon abriu os olhos, as pupilas tão dilatadas que o castanho quase desaparecera. Ele parecia um homem em agonia física.
— O que… o que você está fazendo? — ele sibilou, a voz trêmula, o corpo inteiro vibrando com a energia acumulada que não tinha para onde ir.
— Eu decidi que a viagem acabou por agora — você disse calmamente, inclinando-se para frente até que seus lábios quase tocassem os dele, sentindo o calor insuportável que emanava da pele dele. — Você parece muito… excitado, Namjoon. Talvez precise de um tempo para se acalmar antes de voltarmos para a estrada.
Ele soltou um som que foi metade soluço, metade rosnado de frustração. As mãos dele abandonaram o volante e agarraram suas coxas, os dedos cravando na sua pele.
— Você não pode fazer isso… — ele gemeu, a cabeça caindo para trás no encosto. — Eu estou quase lá… me deixa terminar, eu imploro… me deixa gozar, senhora!
Você apenas sorriu, sentindo a pulsação dele dentro de você, uma tortura deliciosa que você pretendia estender pelo tempo que quisesse.
O sorriso de satisfação nos seus lábios foi o estopim que restava para destruir o que sobrava da sanidade de Namjoon. A súplica dele rapidamente se transformou em uma determinação bruta. Ele não ia mais pedir permissão; o instinto de dominação dele, agora alimentado pela frustração, explodiu.
Com um rosnado animal que reverberou por todo o interior do carro, Namjoon cravou as mãos nas suas nádegas com tanta força que você sentiu o calor da palma dele marcar sua pele. Antes que você pudesse rir da provocação, ele impulsionou o quadril para cima com uma violência controlada, fundindo os corpos com um estalo úmido e ensurdecedor.
— Você acha que pode parar agora? — ele sibilou contra seu pescoço, a voz tão grave que fazia seus ossos vibrarem. — Eu te dei o controle por um segundo, Senhora. Mas eu nunca disse que você poderia ficar com ele.
Ele começou a foder você de baixo para cima, estocadas poderosas e rítmicas que faziam seu corpo saltar sobre o dele. A cada subida, ele encontrava o fundo, buscando o seu colo do útero com uma fome que parecia querer devorá-la por inteiro. O carro sacudia violentamente, os pneus rangendo levemente contra a terra do acostamento.
As mãos dele eram imparáveis: uma delas subiu para a sua nuca, puxando seu cabelo com força suficiente para que você olhasse diretamente nos olhos dele — olhos que agora queimavam com uma luxúria sombria e absoluta. A outra mão desceu, apertando a junção de suas coxas, abrindo-as ainda mais para que ele pudesse entrar com tudo.
— Olha o que você fez comigo — ele arfou, o suor pingando do queixo dele direto no seu decote. — Sente como eu estou? Eu vou te foder até você esquecer o próprio nome, até você implorar para eu nunca mais parar esse carro.
O ritmo dele era frenético, sem espaço para respiração. Eram impactos secos, suados e barulhentos. Ele começou a alternar estocadas profundas com movimentos circulares e rápidos, focando no ponto que ele sabia que te levaria à loucura. Você sentia a tensão crescendo novamente, mas desta vez era impossível de conter.
— Namjoon… mais… — você gemeu, a cabeça jogada para trás, a visão ficando turva.
— Mais? — ele deu um tapa estalado na sua coxa, o som preenchendo o espaço. — Eu vou te dar tudo.
Ele a puxou para um beijo desesperado, as línguas lutando por espaço enquanto o quadril dele trabalhava sem descanso. O som do sexo era uma mistura de suor, fluidos e o couro do banco gemendo sob o peso de vocês. Namjoon estava perto, você sentia os músculos das coxas dele tremerem, a rigidez dele dentro de você chegando ao limite insuportável.
Com um último rugido, ele cravou os dentes no seu ombro, marcando-a definitivamente, e descarregou uma sequência de estocadas finais, tão rápidas e brutas que você mal conseguia processar. No momento em que ele gozou, ele te puxou para o peito dele, abraçando-a com uma força possessiva enquanto ambos desabavam em espasmos de prazer puro, o interior do carro agora um santuário de calor e exaustão.
O silêncio que se seguiu ao clímax foi preenchido apenas pelo som da chuva e pelas respirações erráticas. Namjoon ainda mantinha os braços ao seu redor, mas o olhar dele, ao se afastar um pouco, não era de cansaço — era de uma fome renovada, agora mais meticulosa.
Ele deslizou você cuidadosamente do colo dele, deitando-a de costas no banco de couro macio. Suas pernas, ainda trêmulas, foram abertas por ele com uma firmeza inquestionável. Ele se ajoelhou no assoalho do carro, entre seus joelhos, ignorando o espaço apertado. O paletó dele estava aberto, a camisa preta manchada de suor e amassada, mas o foco dele era um só.
— Eu não terminei o meu trabalho, Senhora — ele sussurrou, a voz saindo como um trovão baixo. — Um bom motorista deixa tudo impecável.
Sem esperar por uma resposta, ele avançou.
O primeiro contato da língua quente e áspera de Namjoon contra a sua intimidade, ainda pulsante e banhada pelo rastro do gozo de vocês, fez você soltar um grito abafado contra a palma da sua própria mão. Ele não teve pressa. Ele começou a “limpar” você com lambidas longas e vorazes, subindo da base até o topo, saboreando cada gota do que vocês haviam criado juntos.
Ele abocanhou você com uma vontade animal. A boca dele era grande, quente e incrivelmente habilidosa. Ele usava a língua para traçar círculos rápidos e precisos no seu clitóris, enquanto as mãos dele prendiam seus quadris no lugar, impedindo que você fugisse da intensidade do prazer.
— Namjoon… ah, meu Deus… para… eu não aguento — você implorou, as costas arqueando violentamente.
— Shh — ele murmurou contra a sua pele úmida, o hálito quente enviando choques pelo seu corpo. — Fique quieta e sinta.
Ele intensificou a sucção, criando um vácuo que parecia puxar sua alma para fora. O som úmido de Namjoon se deliciando com você preenchia o carro. Ele começou a usar dois dedos dentro de você, imitando o ritmo das estocadas de antes, enquanto a boca trabalhava freneticamente por fora.
A tensão acumulou-se em segundos. Você sentiu os músculos das coxas travarem, os dedos das mãos enterrando-se no estofamento. Quando o segundo orgasmo veio, foi mais devastador que o primeiro. Você descarregou completamente na boca dele, seu corpo sacudindo em espasmos incontroláveis.
Namjoon não se afastou. Pelo contrário, ele apertou ainda mais o rosto contra você, bebendo cada gota, engolindo todo o seu prazer com uma possessividade sombria. Ele limpou cada vestígio com a língua até que você estivesse completamente exausta.
Quando ele finalmente levantou o rosto, os lábios dele brilhavam e o olhar era de um triunfo absoluto. Ele passou a língua pelos lábios, saboreando o final, e soltou um sorriso de canto, carregado de uma safadeza que você nunca imaginaria ver no seu motorista “comportado”.
— Agora sim — ele disse, a voz rouca de satisfação. — Você está pronta para o seu jantar.
Ele se levantou, limpando o canto da boca com o polegar, e voltou para o banco do motorista como se nada tivesse acontecido, embora o clima no carro estivesse carregado de um segredo delicioso e pecaminoso.
[quote]Você começou a se despir. O som do zíper do seu vestido executivo descendo ecoou no silêncio do carro. Você deslizou o tecido pelos ombros, ficando apenas de lingerie de renda preta. Você sabia que ele estava olhando; era impossível não olhar. O movimento das suas pernas, o brilho da sua pele sob as luzes intermitentes dos postes de luz… era uma provocação silenciosa.
So faltava chamar ele kkkk
[quote]— Algum problema, Namjoon? — você perguntou, deslizando propositalmente a mão pela coxa enquanto alcançava o vestido longo de seda.
Ela já tava querendo, só não tava sabendo pedir
Só não pode olhar gato
[quote]Ele soltou seus pulsos apenas para segurar sua nuca com força, puxando sua cabeça para trás para que ele tivesse acesso total ao seu pescoço. Ele não apenas beijava; ele marcava. O som de sucção, seguido por uma leve mordida no lugar onde o ombro encontra o pescoço, fez você soltar um grito abafado. Antes que você pudesse se recuperar, a mão dele subiu e desceu em um tapa estalado na sua coxa, deixando uma marca vermelha que contrastava com a sua pele clara.
A pegada que deixa a pessoa molinha haha
Ela não é inocente kkk
Mas gente? Sem perder tempo hein Nam, aiii tem história
Safadinho 😮 😮
Ela tá atrasada moço kkkk ↔️
E com a voz aveludada, senhora, senhora
Assim soa mais poético, gostei
Tem q ser um gênio pra imaginar essas posições acontecendo kkkk
pow sacanagem
— Eu não terminei o meu trabalho, Senhora — ele sussurrou, a voz saindo como um trovão baixo. — Um bom motorista deixa tudo impecável.
Esse motorista tá merecendo ser promovido.
Tá fazendo um ótimo trabalho kkk
Aceito
Que funcionário exemplar, quero o número dele!
Passada
Mas que bandida rapaz kkkkk deu uma dessa
Eu disse eu disse lkkkkkkk ela ja tava nas segundas intenções
Tremi aqui menina, esse homem vai acabar com ela kkkkk
Onde eu contrato o Namjoon por gentileza kkkkk