Jacuzzi
por FanfiqueiraO ar noturno de Seul carregava aquela eletricidade típica de encontros inevitáveis. Tudo começou há seis meses, com um “like” despretensioso dele em uma de suas fotos de campanha em Paris. O que parecia ser apenas uma interação entre duas figuras públicas logo se transformou em uma troca frenética de mensagens diretas. Eram madrugadas inteiras discutindo desde conceitos artísticos e livros obscuros até confissões sobre o peso da fama. O flerte era uma corda bamba esticada entre continentes, mas hoje a distância finalmente havia colapsado.
Você estava no corredor silencioso do último andar, segurando o cartão magnético que um segurança dele havia lhe entregue discretamente no saguão, sob o pretexto de ser um “envelope de documentos”. O peso do plástico entre seus dedos era o passaporte para o que vocês vinham ensaiando em palavras por tanto tempo.
Ao abrir a porta da suíte presidencial, o som suave de um jazz ambiente e o aroma de sândalo te envolveram. Namjoon não estava na sala, mas o rastro de suas roupas — um blazer descartado sobre a poltrona de couro — indicava o caminho. Você seguiu até a área da jacuzzi privativa, onde o vapor subia em ondas lentas, emoldurado pelas luzes da cidade que brilhavam através das imensas paredes de vidro.
Ele estava lá.
Namjoon estava encostado na borda de mármore da hidromassagem, a água batendo na altura do peito, os braços musculosos descansando na lateral. Quando ele te viu, um sorriso lento e covarde surgiu, mas seus olhos — profundos e analíticos — devoraram cada detalhe do seu rosto.

— Você finalmente saiu da tela do meu celular — ele disse, a voz num barítono baixo que vibrou no seu peito. — Chega mais perto.
Você caminhou até a borda, sentindo o calor da água atingir sua pele antes mesmo de tocá-la. Namjoon estendeu a mão, os dedos longos e firmes envolvendo seu tornozelo em um convite mudo. Não havia mais espaço para metáforas ou citações de livros; apenas a urgência de dois corpos que se conheciam perfeitamente em teoria, mas que agora, sob o vapor e o silêncio do vigésimo andar, estavam prestes a descobrir a prática.
O toque dele em seu tornozelo era firme, uma âncora em meio à névoa de vapor que subia da jacuzzi. Namjoon exerceu uma pressão suave, mas inegável, fazendo com que você desse o passo final até a borda. O calor da água começou a molhar a bainha da sua roupa, mas a temperatura que realmente te queimava vinha do olhar dele, que subia por suas pernas até encontrar seus olhos.
Com um movimento ágil, ele a puxou para frente, obrigando-a a se ajoelhar no mármore úmido enquanto ele se erguia parcialmente na água, reduzindo a distância entre seus rostos a poucos centímetros. A mão dele subiu do seu tornozelo para a sua nuca, os dedos se embrenhando em seus cabelos com uma possessividade que as mensagens de texto nunca conseguiram transmitir totalmente.
— Passei noites imaginando se o seu perfume era tão viciante quanto as suas palavras — ele sussurrou, a respiração quente batendo contra seus lábios, o tom de voz carregado de uma luxúria intelectual que agora se tornava puramente física. — Eu não pretendo deixar você sair deste quarto antes de decorar cada centímetro da sua realidade.
Você sentiu um calafrio percorrer sua espinha, o contraste entre o ar fresco da suíte e o calor que emanava dele sendo quase inebriante. Você levou as mãos aos ombros largos de Namjoon, sentindo a pele molhada e a estrutura sólida de quem carregava o mundo, mas que agora só queria carregar você.
— Então é melhor começar logo — você respondeu em um fôlego curto, um sorriso audacioso brincando em seus lábios. — Porque eu cansei de ser apenas uma imagem na sua galeria, Namjoon. Eu quero que você sinta o que não pode ser fotografado.
Namjoon não esperou por uma segunda permissão. O som da água transbordando pelas bordas da jacuzzi ecoou pelo mármore quando ele te puxou, o calor da hidromassagem envolvendo seu corpo instantaneamente enquanto ele te acomodava entre suas pernas e o peito largo. O choque térmico foi apenas um detalhe diante do fogo que emanava do contato das peles.
As mãos dele, grandes e habilidosas, desceram pelas suas costas molhadas com uma urgência controlada. Ele interrompeu o beijo por apenas um segundo para trilhar um caminho de carinhos úmidos pelo seu pescoço, encontrando o ponto exato onde sua pulsação martelava frenética.
— Você não tem ideia do perigo que é me desafiar assim — ele rosnou contra a sua pele, a voz agora mais rouca, despida de qualquer polidez.
Abaixo da superfície da água, as pernas de vocês se entrelaçaram, e você pôde sentir cada músculo tenso dele reagindo à sua proximidade. Namjoon segurou seu rosto com ambas as mãos, forçando-a a encará-lo. O brilho nos olhos dele não era mais apenas de admiração artística; era o olhar de um homem que finalmente tinha o que desejava ao alcance das mãos.
— Eu li cada entrelinha do que você me escreveu — ele continuou, os polegares acariciando suas bochechas. — E agora, eu vou traduzir cada uma daquelas palavras em algo que você nunca vai esquecer.
O beijo que se seguiu foi uma resposta avassaladora a meses de contenção. Namjoon não era mais o homem polido das entrevistas ou o filósofo das mensagens; ele era puro instinto, reivindicando seus lábios com uma fome que te fez perder o fôlego. Suas mãos desceram do seu rosto para a sua cintura, apertando-a contra ele enquanto as línguas se buscavam em uma dança desesperada e quente, misturando o gosto de ambos ao vapor que os cercava.
Entre um beijo e outro, a urgência se tornou insuportável. Em um movimento fluido e impaciente, ele ajudou você a se livrar daquelas peças de roupa que agora pareciam meros obstáculos incômodos. Ele mesmo se desfez do que restava da sua sobriedade, deixando que as roupas caíssem no chão de mármore, esquecidas.
Dentro da água, a gravidade parecia não existir, mas a tensão entre vocês era pesada e tangível. Namjoon segurou suas coxas e, com uma força impressionante, elevou o seu corpo, pegando-a no colo dentro da jacuzzi. Você instintivamente entrelaçou as pernas ao redor da cintura dele, sentindo a pele dele — quente, firme e molhada — em um contato total que arrancou um suspiro baixo dos seus lábios.
Ele te encaixou perfeitamente contra o peito dele, o coração dele batendo com a mesma força que o seu. Namjoon encostou a testa na sua por um breve segundo, os olhos escuros e dilatados, antes de sussurrar contra a sua boca:
Namjoon inclinou o rosto, os lábios roçando o lóbulo da sua orelha, onde o vapor da água condensava em pequenas gotas de suor e desejo. A voz dele baixou para um tom perigosamente rouco, uma vibração que parecia vir do fundo do peito e que se espalhou por cada terminação nervosa sua, deixando-a completamente entregue.
— Eu passei meses imaginando a profundidade do seu olhar pessoalmente — ele sussurrou, a respiração quente causando arrepios que o calor da jacuzzi não conseguia explicar. — Mas o que eu realmente quero descobrir agora… é se você é tão apertada e quente quanto o tom da sua voz nas mensagens de madrugada me sugeria. Eu não vou ter pressa, mas eu vou ser profundo.
Antes que você pudesse processar a audácia daquelas palavras, ele mordeu o lábio inferior, puxando-o levemente com os dentes antes de te calar com um beijo que não era mais um pedido, mas uma tomada de posse. Era intenso, faminto, as línguas se enroscando com uma urgência que fazia o oxigênio faltar. Enquanto mantinha o beijo, Namjoon ajustou sua posição no colo dele. As mãos grandes seguravam suas coxas com uma força que deixaria marcas, posicionando-a exatamente onde ele queria.
Sem aviso, ele se impulsionou para cima, entrando em você com tudo, em uma estocada única e profunda que preencheu cada espaço vazio. O impacto fez você soltar um gemido mudo contra a boca dele, as costas arqueando enquanto seu corpo tentava se acomodar àquela invasão poderosa. O prazer foi imediato e avassalador, uma onda de choque que fez sua visão embaçar por um segundo.
Namjoon não parou. Ele começou um ritmo cadenciado, estocando de baixo para cima com uma precisão cirúrgica, aproveitando a resistência da água para tornar cada movimento mais denso. Você cravou as unhas nos ombros largos e molhados dele, sentindo a musculatura rígida sob seus dedos, deixando marcas vermelhas que contrastavam com a pele clara. Em resposta, ele afundou o rosto no seu ombro, cravando os dentes ali em uma mordida firme, marcando-a enquanto soltava um rosnado baixo de satisfação.
— Isso… — ele arfou, o ritmo acelerando conforme ele batia contra você, o som da água agitada ecoando pelas paredes de mármore. — Você é perfeita. Exatamente como eu projetei na minha mente, mas mil vezes mais real.
— Namjoon… mais… — você suplicava, sua voz saindo em um fio quebrado enquanto acompanhava o movimento dele, subindo e descendo com o quadril para encontrar cada investida. — Não para… eu quero sentir tudo.
— Você vai sentir — ele prometeu, a voz falhando pelo esforço. — Eu vou te dar cada parte de mim que eu guardei nessas mensagens.
Namjoon segurou seu rosto com as duas mãos, os dedos longos e fortes prendendo suas bochechas de forma firme, forçando-a a manter o contato visual. Ele não queria apenas o corpo; ele queria a reação, a entrega total que transparecia em suas pupilas dilatadas.
— Olha para mim — ele ordenou, a voz como um trovão baixo. — Eu quero ver exatamente a expressão que você faz quando eu te domino assim. Eu quero cada detalhe dessa carinha que eu imaginei por meses.
O ritmo dele se tornou impiedoso. Cada estocada era profunda, atingindo o fundo da sua consciência, fazendo com que o prazer subisse como uma maré incontrolável. Você sentia que suas pernas, presas à cintura dele, começavam a tremer. O mundo ao redor — o luxo do hotel, as luzes de Seul, o som do jazz — desapareceu, restando apenas o calor do corpo de Namjoon e a pressão avassaladora entre suas pernas.
— Namjoon… eu… eu não aguento… — você balbuciou, a voz sumindo enquanto o clímax se aproximava como uma tempestade.
— Aguenta sim. Você é minha, lembra? — ele rosnou, aumentando a velocidade.
O prazer explodiu. Foi uma onda elétrica que percorreu sua espinha, fazendo seus olhos revirarem enquanto sua cabeça tombava para trás, expondo a linha da garganta sob a luz suave da suíte. Seus músculos internos se contraíram freneticamente ao redor dele, e você soltou um grito abafado contra o ombro dele, perdendo completamente os sentidos por alguns segundos enquanto o orgasmo te levava ao limite.
Namjoon assistiu a tudo com uma satisfação predatória. Ele sentiu cada contração sua e soltou um palavrão baixo, a voz carregada de uma luxúria sombria:
— Puta que pariu… você é ainda mais quente do que eu pensei. Ver você gozar assim é a coisa mais excitante que eu já vi na minha vida.
Ele não te deu tempo para se recuperar. Enquanto você ainda tentava recuperar o fôlego, sentindo o corpo mole e sensível, Namjoon a girou com facilidade na água, posicionando-a de bruços contra a borda de mármore da jacuzzi. A frieza da pedra no seu peito contrastava com o calor que emanava das mãos dele, que agora desciam para a sua bunda.
Ele se afastou um pouco, os olhos devorando a visão das suas curvas molhadas e avermelhadas pelo esforço. Namjoon deu um tapa firme em cada nádega, o som ecoando na jacuzzi, seguido por uma mordida forte na lateral do seu quadril que te fez soltar um gemido agudo de surpresa e desejo renovado.
— Você achou que eu ia parar no básico? — ele murmurou, a voz agora perigosamente baixa.
Ele se inclinou, beijando a pele macia da sua bunda, descendo até a entrada mais estreita e sensível. Você sentiu a língua dele, quente e experiente, traçar círculos lentos ali, explorando um território que até então era apenas uma promessa velada nas mensagens mais ousadas de vocês. Você jogou a cabeça para trás novamente, os dedos arranhando o mármore, enquanto o prazer elétrico voltava a subir.
— Nam… o que você está fazendo? — você ofegou, o corpo todo arrepiado.
Ele parou por um segundo, olhando para cima com um sorriso sombrio nos lábios molhados.
— Eu só estou deixando tudo bem lubrificado para o que vem a seguir… — ele sussurrou, antes de mergulhar a boca em você de novo, explorando cada centímetro com uma devoção que te fazia perder a sanidade, preparando o terreno para a invasão que mudaria tudo naquela noite.
O prazer elétrico da língua de Namjoon naquela região tão sensível fez suas pernas fraquejarem, mas ele não permitiu que você caísse. Com um movimento bruto e carregado de uma autoridade que você só conhecia pelas entrelinhas das mensagens, ele segurou seu quadril e a girou novamente. O som da água sendo agitada violentamente preenchia o silêncio da suíte, mas o que dominava seus sentidos era o hálito quente dele contra sua pele.
— Chega de preliminares. Eu quero ver você trabalhar para mim agora — ele rosnou, a voz tão profunda que parecia vibrar dentro dos seus ossos.
Ele se sentou no degrau interno da jacuzzi, a água batendo na altura da cintura dele, e apontou para o próprio colo com um olhar que não aceitava negativas.
— Senta aqui. Eu quero ter a visão privilegiada dessa sua bunda enquanto você quica no meu pau.
Você obedeceu, movida por uma mistura de luxúria e submissão àquela aura dominante que ele exalava. Ao se posicionar de costas para ele, você sentiu a ponta firme e pulsante dele roçando sua entrada. Antes de você descer, Namjoon envolveu a mão em seu cabelo, puxando sua cabeça para trás com força suficiente para expor sua garganta e obrigar você a olhar para o teto luxuoso enquanto ele mordia a curva do seu pescoço.
— Você é gostosa demais, porra… — ele murmurou contra sua pele, soltando um palavrão que fez seu ventre contrair. — Eu passei noites em claro imaginando esse momento. Agora, senta.
Você desceu devagar, sentindo-o preencher cada milímetro de você, uma invasão que te fez soltar um gemido longo e agudo. Namjoon soltou seu cabelo e deu um tapa estalado na sua nádega direita, a marca vermelha surgindo instantaneamente sob a água clara.
— Isso… agora rebola. Não para. Eu quero sentir você tentando me engolir inteirinho.
O ritmo começou frenético. Você apoiava as mãos nos próprios joelhos, quicando e rebolando conforme ele ditava a velocidade com as mãos possessivas em seu quadril. Namjoon estava fora de si; a polidez do ídolo global tinha sido substituída por um homem sedento, que usava palavras sujas para te incentivar.
— Isso, desse jeito… olha como você me aperta — ele dizia, a respiração errática batendo nas suas costas. — Você nasceu para ser minha, não nasceu? Diz pra mim enquanto rebola.
— Sim… Namjoon… sou sua — você conseguiu articular entre gemidos desconexos, jogando a cabeça para trás e encontrando o ombro dele, tentando encontrar um ponto de apoio enquanto o prazer te cegava.
Ele começou a estocar de baixo para cima, encontrando o seu ponto mais sensível a cada movimento. A sensação da água quente entrando e saindo junto com ele criava uma fricção insuportável, um deleite que fazia sua visão escurecer. Ele puxou seu cabelo novamente, aproximando a boca do seu ouvido para sussurrar:
— Você é a mulher mais deliciosa que eu já toquei. Eu vou te foder até você esquecer como se chama, até a única coisa que existir na sua mente ser o meu nome e o que eu estou fazendo com você agora.
Com uma das mãos firmemente enroscada na base do seu cabelo, ele puxou sua cabeça para trás, forçando suas costas a arquear contra o peito sólido dele. A outra mão desceu com força, os dedos longos se abrindo para apertar sua coxa direita, cravando as unhas na sua pele enquanto ele te impulsionava para cima e para baixo.
O som era hipnótico: o chapinhar da água agitada contra as bordas de mármore, seus gemidos agudos ecoando no teto alto da suíte e o estalo seco da palma da mão dele encontrando a sua nádega esquerda. Cada tapa deixava a pele mais quente e sensível, e ele parecia se alimentar da forma como seu corpo saltava sob o toque dele.
— Olha como você fica toda marcada para mim — ele rosnou, a voz vibrando diretamente na sua nuca antes de ele distribuir beijos molhados e mordidas curtas no seu ombro. — Rebola mais, porra! Eu quero sentir cada centímetro desse aperto.
Você sentia o pau dele latejar dentro de você, uma presença massiva que parecia tocar o fundo do seu ventre a cada quicada. O prazer era tão denso que você mal conseguia manter os olhos abertos. Você apoiava as mãos na borda da jacuzzi, os nós dos dedos brancos pela força, enquanto tentava controlar o ritmo, mas Namjoon não deixava. Ele assumiu o controle total, segurando sua cintura com as duas mãos e te jogando contra ele com uma violência deliciosa.
— Você é muito gostosa, sabia? — ele sussurrou, a voz carregada de um desejo sombrio, enquanto uma de suas mãos subia para apertar seu seio com força, o polegar esmagando seu mamilo ereto. — Eu passei meses olhando suas fotos e imaginando se você ia gemer o meu nome desse jeito… com essa voz de quem está perdendo o juízo.
— Nam… mais forte… por favor — você suplicou, jogando a cabeça para trás e encontrando a boca dele em um beijo desajeitado e faminto, enquanto suas línguas se chocavam com a mesma urgência que seus corpos.
As estocadas dele se tornaram curtas, rápidas e brutais. Ele não buscava mais apenas o encaixe, ele buscava o seu limite. Você sentia o atrito da pele dele contra a sua, o calor da água que entrava e saía, tornando tudo mais escorregadio e intenso. Namjoon soltou um palavrão pesado quando sentiu suas paredes internas começarem a pulsar ao redor dele, denunciando que você estava no limite.
A antecipação do segundo orgasmo deixava sua visão turva, mas Namjoon não permitiu que você se perdesse naquelas ondas ainda. Ele tinha planos mais profundos. Com uma agilidade impressionante, ele a ergueu do seu colo, o som da água escorrendo pelos corpos ecoando na suíte silenciosa. Ele a posicionou de bruços, com o peito pressionado contra a borda fria de mármore e o quadril elevado, oferecendo a ele uma visão absoluta da sua entrega.
Namjoon se ajoelhou atrás de você, as mãos grandes separando suas nádegas com uma firmeza possessiva. Ele se inclinou, e você sentiu o contraste do hálito quente dele contra a sua pele úmida. Sem pressa, ele começou a alternar lambidas longas e lentas entre sua intimidade e a entrada mais estreita do seu cuzinho, usando a própria saliva e a água da jacuzzi para garantir que tudo estivesse impecavelmente lubrificado.
— Você está tão sensível… — ele murmurou, a voz abafada contra sua pele. — Eu vou te abrir devagar, para você sentir cada milímetro do que eu vou fazer.
Ele começou a testar sua resistência, deslizando um dedo longo e firme para dentro do seu cuzinho enquanto a outra mão subia para espalmar suas costas, subindo até sua nuca. Você soltou um gemido arrastado, a cabeça pendendo para frente, mas ele logo selou sua boca com a dele em um beijo abafado, sugando seus lábios enquanto o dedo dele trabalhava lá atrás, expandindo você com uma paciência cruel.
— Eu vou te foder tanto por aqui que você nunca mais vai conseguir olhar para as minhas fotos sem sentir esse aperto — ele sussurrou contra seus lábios, as palavras indecentes e cruas agindo como um combustível para o seu desejo.
Ele se posicionou logo atrás, a ponta dele pressionando a entrada que ele acabara de preparar. Com um movimento firme e contínuo, Namjoon mergulhou em você, invadindo seu cuzinho de uma vez só. O impacto arrancou um grito mudo que morreu na boca dele. Enquanto ele começava a se mover, estocando com uma cadência poderosa e ritmada, a mão dele desceu por baixo do seu ventre, encontrando seu clitóris já pulsante.
Ele começou a massagear seu ponto mais sensível com o polegar, coordenando o movimento da mão com as investidas profundas lá atrás. A combinação era insuportável. Você sentia o preenchimento absoluto por trás enquanto a estimulação na frente te levava ao desespero.
— Isso… chora para mim, se desmancha — ele incentivava, o ritmo ficando mais agressivo, o corpo dele batendo contra o seu com um som úmido e carnal. — Goza pra mim. Agora!
— Namu… . por favor! — você gritou, o nome dele saindo como uma prece desesperada.
O orgasmo te atingiu como uma explosão, fazendo seus olhos revirarem e seu corpo travar em espasmos violentos. Você se desmanchou completamente na mão dele, o clímax sendo tão intenso que suas pernas perderam a força, obrigando-o a segurar seu quadril com mais força para manter você no lugar.
Namjoon sentiu cada contração das suas paredes internas se apertando ao redor dele, um abraço frenético que o levava ao ponto de não retorno. O som dos seus gemidos, agora roucos e arrastados, era o combustível que faltava para a sua própria perda de controle.
Os olhos dele escureceram completamente, focados na linha das suas costas arqueadas. Ele soltou um rosnado animal, um som gutural que vibrou desde o peito dele até o seu, enquanto suas mãos grandes se fechavam com força em seu quadril, os dedos afundando na sua pele para garantir que você não se movesse nem um milímetro para longe.
Ele recuou quase totalmente, sentindo o ar fresco tocar a pele molhada por um segundo, antes de desferir a primeira das três estocadas finais. Foi um golpe bruto, profundo, que fez o som da água transbordando da jacuzzi ecoar pela suíte. Na segunda investida, ele inclinou o corpo para frente, esmagando o peito contra as suas costas, o suor de ambos se fundindo enquanto ele buscava o ângulo mais dolorosamente prazeroso.
Na terceira e última, Namjoon se enterrou em você com uma força definitiva, chegando ao seu limite absoluto. O corpo dele travou. Um palavrão rouco e sujo escapou pelos dentes cerrados dele — um desabafo de pura entrega e alívio.
— Puta que pariu… — ele arfou, a voz sumindo.
Então, você sentiu. O calor intenso e pulsante do sêmen dele começou a preencher seu cuzinho, onda após onda, um contraste térmico avassalador com a água da jacuzzi. Ele não se afastou; pelo contrário, ele se manteve pressionado contra você, o peso do corpo dele te ancorando contra o mármore enquanto ele gozava profundamente.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som das respirações pesadas e pelo bater frenético de dois corações que tentavam encontrar o ritmo normal novamente. Namjoon afundou o rosto no seu pescoço, respirando o seu perfume misturado ao cheiro de sexo e cloro, enquanto as mãos dele relaxavam lentamente sobre seu quadril, ainda trêmulas. O vapor da jacuzzi subia em espirais lentas, isolando vocês dois do resto do mundo, como se o vigésimo andar fosse o único lugar que existisse no universo naquela madrugada.
Que ótimo, agr vou imaginar ele fzd isso com todos q ele deu like
Ah não falar sério
Pois pronto,tô com isso na cabeça agora
Aaaaaaa pode pagar minha terapia kkkkkkk
Amei ❤️
Ah a voz de barítono
U minino ta ignorante
Tudo é muita coisa, será q vc aguenta kkkk
[quote]— Você é gostosa demais, porra… — ele murmurou contra sua pele, soltando um palavrão que fez seu ventre contrair. — Eu passei noites em claro imaginando esse momento. Agora, senta.
Vai descontar toda a vontade que ele passou
Que declaração boa hein
Seu gostosooo
Passada chocada
Eitaaa
Misericórdia
Já imaginamos o tipo de mensagem eles trocavam kkk
Ai q delícia
[quote]— Você finalmente saiu da tela do meu celular — ele disse, a voz num barítono baixo que vibrou no seu peito. — Chega mais perto.
Pedindo desse jeito, como que resiste ??
[quote]— Eu li cada entrelinha do que você me escreveu — ele continuou, os polegares acariciando suas bochechas. — E agora, eu vou traduzir cada uma daquelas palavras em algo que você nunca vai esquecer.
Ele já tava pegando fogo, só pelas mensagens
[quote]— Você achou que eu ia parar no básico? — ele murmurou, a voz agora perigosamente baixa.
Só teve o café da manhã, ainda falta o almoço, lanche e janta haha
Tbm queria 🙁
Nós nunca esperamos por isso
Como assim Brasil?! Aquilo foi só o começo?!
Promete?!
Aahhh creio não
Agora vou ficar com isso na cabeça
Lembro sim, mas eu tô cm medo
Ah, então tá explicada a sua insônia, safado
Já dizia Cap. Nascimento: “Já avisei que vai dar merda isso”