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Capítulo
Capítulo 8 – Território Profanado
O ar dentro do SUV de luxo de Jungkook ficou pesado e denso em segundos. O couro dos bancos rangia sob os meus movimentos enquanto eu puxava Yoongi para o banco de trás. Eu não queria apenas uma fuga; eu queria profanar o território do homem que me ignorou. Eu o empurrei contra o banco e montei nele sem hesitar. Meus dedos, ainda trêmulos de adrenalina, abriram o zíper da calça dele com uma urgência selvagem. Arranquei minha calcinha e a joguei no painel do carro — um troféu de seda deixado no…-
31,1 K • Completed
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Capítulo
Capítulo 8 – Pegação no Elevador
A porta do apartamento se abriu e, de repente, Jungkook surgiu acompanhado de três mulheres. Tae e Namjoon congelaram na hora. — Caralho... — Tae piscou, quase engasgando com a bebida. — Tu saiu pra bater chamar o novo vizinho e volta com duas mulheres? Namjoon franziu o cenho, arregalando os olhos. — Duas? Não... três. Mas Tae nem ouviu. Assim que seus olhos bateram em Jihye, ele se levantou num pulo, o sorriso abrindo de orelha a orelha.— Jihye! — exclamou, indo até ela e…-
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Capítulo
Capítulo 8 – O Último Café
O clima no Velvet Brew naquele dia não tinha o aroma habitual de grãos recém moídos e canela; parecia saturado de uma melancolia agridoce. Para a SN, cada azulejo branco atrás do balcão e cada marca de uso nas mesas de madeira contavam uma história de anos de esforço, madrugadas frias e sorrisos trocados com clientes habituais. O balcão de granito parecia mais frio sob as mãos de SN enquanto ela polia uma xícara pela última vez. Ao seu lado, Hyejin não conseguia mais disfarçar. O som do…-
48,4 K • Completed
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Capítulo
Capítulo 8 – O Som do Silêncio.
O som do elevador fechando ecoou no corredor da cobertura como um tiro de misericórdia. Taehyung permaneceu estático, o lençol de seda branca escorregando por seus ombros, revelando as marcas de unhas que Hana havia deixado em suas costas minutos antes. Ele estava ofegante, o suor esfriando em sua pele, e o gosto do batom dela em sua boca agora parecia cinza. — Taehyung, querido, deixe ela ir — a voz de Hana veio da sala, preguiçosa e vitoriosa. Ela se servia de uma taça de vinho, nua e impune.…-
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Capítulo
Capítulo 8 – O Peso da Incerteza
O campus da universidade parecia estranhamente barulhento para Karine naquela manhã. O som dos estudantes rindo e o aroma de café fresco vindo do refeitório agrediam seus sentidos. Ela caminhava como um fantasma, os ombros encolhidos dentro do blazer que agora parecia pesado demais. Seus olhos estavam vermelhos, não apenas pelo sono, mas pelo sal das lágrimas que ela não conseguiu conter no táxi de volta. Ao abrir a porta do dormitório, o som do trinco pareceu um trovão. Jennie estava sentada…-
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Capítulo
Capítulo 8 – O Gosto da Poesia
O toque de Namjoon dentro da calça de Karine foi o estopim para que qualquer resquício de racionalidade se dissolvesse no ar rarefeito da biblioteca. Ele não era mais apenas o poeta de metáforas sutis; era o homem que reivindicava, com uma posse quase primitiva, cada centímetro daquela descoberta. Ele deslizou dois dedos com firmeza, sentindo o calor fervente que emanava dela, e penetrou a intimidade de Karine em um movimento longo e contínuo. Ela soltou um gemido agudo contra a boca dele,…-
26,4 K • Completed
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Capítulo
Capítulo 8 – Negação
A porta se fechou atrás de Halsey com um clique seco que parecia cortar o ar. O silêncio que caiu sobre o estúdio não era apenas silêncio; era um vazio sufocante, pesado, quase palpável. Jungkook permaneceu imóvel por um instante, encarando a parede à sua frente, mas o vácuo logo se transformou em um nó apertado no peito, queimando, esmagando, lembrando-lhe de cada erro que cometera. As palavras de Halsey ainda ecoavam em sua mente, afiadas como lâminas: "Ela nunca quis te usar... Tudo o que…-
18,5 K • Completed
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O som do metal sendo retorcido rompeu a monotonia da chuva em Incheon. O utilitário preto de vanguarda, pilotado por Jin, colidiu contra os portões de ferro do depósito de distribuição do porto sem ao menos reduzir a marcha. Os cadeados estouraram como projéteis, e o portão desabou para o lado, abrindo caminho para o segundo veículo. Os homens do patriarca Min não tiveram tempo de reagir. Eles esperavam uma patrulha de rotina ou o silêncio da madrugada; em vez disso, receberam uma fuzilaria…-
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Capítulo
Capítulo 8 – Descida ao Inferno
Às seis da manhã em ponto, o som da tranca eletrônica ecoou como um tiro no quarto silencioso. S/N não havia dormido; suas pálpebras estavam pesadas, mas sua mente estava em alerta máximo. Hana entrou, mas não trazia a bandeja de prata ou o olhar de dúvida do dia anterior. Seus movimentos eram mecânicos, desprovidos de qualquer humanidade. Sem dizer uma palavra, Hana puxou o cobertor de seda negra. — Levante-se — ordenou. Ela não esperou que S/N se movesse. Hana segurou o robe cor de…-
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Capítulo
Capítulo 8 – Contrato de Sangue
Ele ficou imóvel no banco do carro, a voz da enfermeira ainda ecoando nos ouvidos. — Senhor... sobre a filha do paciente, senhor Kang... ela ligou há pouco. Disse que só poderá ir buscar o pai amanhã, e que fará o pagamento também amanhã. Mas como o senhor mandou deixar o atendimento dele como pro bono, eu a informei. O silêncio dele pareceu comprimir o ar dentro do veículo. Não deveria significar nada além de alívio. Mais um problema resolvido. Mas, em vez disso, uma sequência…-
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