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O salão de mármore do hotel Shilla estava saturado com o murmúrio polido da elite de Seul e o tilintar constante de taças de cristal. O ar cheirava a perfumes caros e couro novo. No centro de tudo, sob as luzes de LED que imitavam constelações, estava Jungkook. Ele era o rosto da marca, a “escultura” em um terno sob medida que todos queriam tocar, mas sua postura entregava o desconforto habitual de quem prefere o silêncio ao palco.

Você estava do outro lado, perto de uma coluna de espelho. Como atriz convidada pela marca, você conhecia o jogo: sorrir, posar, ser vista. Você estava observando-o interagir com um executivo entusiasmado, notando como ele parecia “desligar” mentalmente enquanto mantinha a educação impecável.

Foi quando o radar dele te encontrou.

Em meio ao caos de rostos e flashes, os olhos dele travaram nos seus com uma precisão magnética. Não houve o desvio de olhar tímido que ele costuma ter com fãs; foi algo diferente. Uma audácia silenciosa tomou conta dele.

Enquanto o executivo continuava a falar sobre mecanismos de turbilhão, Jungkook parecia ter isolado você do resto da sala.

Primeiro, ele olhou profundamente no seu olho esquerdo, uma ancoragem intensa que fez o barulho do salão desaparecer para você. Lentamente, como se estivesse traçando um mapa de interesse, o olhar dele desceu para a sua boca. Foi um segundo longo demais para ser acidental, um foco que denotava uma curiosidade puramente instintiva. Por fim, ele subiu para o seu olho direito, finalizando o convite geométrico.

Para qualquer pessoa de fora, ele era apenas o embaixador ouvindo atentamente um convidado. Para você, foi uma declaração de intenção.

A reação dele à própria audácia foi sutil. Ele levou a taça de champanhe aos lábios, mas não bebeu. Em vez disso, usou o movimento para esconder o início de um sorriso que curvava o canto de sua boca — um segredo que só você recebeu.

Com uma sutileza de mestre, ele inclinou a cabeça minimamente na direção do corredor que levava à área das suítes privadas, longe da área de imprensa. Em seguida, ajustou o relógio no pulso esquerdo, verificando as horas de forma deliberada.

Jungkook então se voltou para o executivo com uma reverência polida para pedir licença e começou a caminhar na direção oposta à sua, circulando pelo salão com a calma de quem não tem pressa, mas com a determinação de quem já sabe exatamente onde a noite vai terminar.

O salão continuava vibrando, mas para você, tudo parecia ter entrado em câmera lenta no momento em que os olhos de Jungkook se desviaram dos seus e ele começou a caminhar, calmo e deliberado, para o lado oposto.

Você travou. A mão que segurava a base da taça de champanhe apertou o cristal com um pouco mais de força do que o necessário. Não é possível, você pensou, sentindo o sangue subir para as maçãs do rosto. Eu devo ter imaginado isso. O cansaço, a luz… ou ele só estava olhando para alguém atrás de mim.

Discretamente, sem mover muito a cabeça, você olhou para trás. Uma coluna de espelho vazia. Olhou para os lados. Um grupo de investidores estrangeiros ria alto perto de uma mesa de canapés, totalmente alheios. Certamente não foi comigo.

Tentando sacudir a sensação de irrealidade, você respirou fundo e interceptou um garçom que passava, trocando sua taça vazia por uma cheia, apenas para ter algo para fazer com as mãos. Quase imediatamente, uma estilista de renome que você conhecia de vista se aproximou, elogiando seu vestido. Você sorriu, engajando na conversa polida, mas sua mente estava a quilômetros dali. As palavras dela pareciam distantes, abafadas por um zumbido estranho em seus ouvidos.

A tensão estava se tornando insuportável. Eu preciso sair daqui por um minuto, você pensou, sentindo o ar condicionado do salão de repente insuficiente.

— Por favor, me dê licença um momento — você disse à estilista, forçando um sorriso desculpável. — Preciso retocar o batom.

Você se afastou, seguindo as placas que indicavam o “Restroom”. O corredor que levava aos banheiros e à área de serviço era o oposto do salão principal: silencioso, com iluminação suave e tapetes grossos que abafavam o som.

Você entrou no banheiro feminino, que estava vazio. Olhou-se no espelho grande. Seu rosto estava levemente corado. Você respirou fundo três vezes, tentando acalmar o coração que batia num ritmo frenético. Ele é o Jungkook. Você é uma atriz. Isso foi apenas um… um momento de má interpretação.

Depois de ajeitar o cabelo e passar um gloss rápido, você decidiu voltar. Eu vou voltar, falar com mais três pessoas e ir embora. Foi tudo coisa da minha cabeça.

Você abriu a porta pesada do banheiro e começou a caminhar de volta pelo corredor comprido. O som dos seus saltos altos contra a faixa de mármore exposta entre os tapetes ecoava no silêncio, um clique-clique ritmado que parecia amplificar sua ansiedade.

Faltavam poucos metros para a curva que te levaria de volta ao salão principal, quando você o viu.

Ele não estava mais “em exibição”. Estava encostado na parede de mármore, perto da porta cinza de uma saída de incêndio e do elevador privativo, uma área quase na penumbra. O terno impecável estava desfeito: ele segurava o paletó escuro em uma das mãos, pendurado descuidadamente, enquanto a outra mão estava espalmada na parede, sustentando parte de seu peso. O primeiro botão da camisa branca estava aberto, e a gravata estava ligeiramente frouxa.

Jungkook estava com os olhos fechados, a cabeça encostada na pedra fria da parede. Ele parecia estar recuperando o fôlego, a respiração ligeiramente acelerada, como se tivesse corrido ou como se o peso daquela pressão toda no salão tivesse finalmente caído sobre ele no momento em que ficou sozinho. Ele parecia vulnerável, exausto e, ao mesmo tempo, incrivelmente humano.

Você parou. O som dos seus saltos cessou, e no silêncio do corredor, ele abriu os olhos lentamente. O olhar dele não estava mais focado ou sedutor como no salão. Estava cansado, mas no momento em que se fixou em você, uma clareza imediata e intensa substituiu a exaustão. Ele não parecia surpreso ao te ver ali. Ele estava esperando.

O silêncio do corredor era quase ensurdecedor comparado ao zumbido que ainda ecoava nos seus ouvidos vindo do salão. Por alguns segundos, nenhum dos dois se moveu. Jungkook continuou ali, parado, com a luz suave do teto destacando a linha da sua mandíbula e o leve brilho de suor no pescoço, resultado da adrenalina e do calor das luzes lá fora.

Ele soltou um suspiro longo, o tipo de suspiro de quem finalmente pode soltar o ar que estava prendendo a noite toda. Ele te encarou, e aquela dúvida que você sentiu no salão — de que “não era com você” — morreu no instante em que ele endireitou o corpo, mas sem sair de perto da parede.

— Eu achei que você não viria — ele disse. A voz dele soou mais rouca e baixa do que nas entrevistas, sem aquele tom projetado para o público. Era uma voz que parecia feita para a distância curta entre vocês.

Ele deu um passo à frente, ainda segurando o paletó. A timidez que o mundo conhecia estava lá, presente no jeito que ele desviou o olhar por meio segundo para o chão, mas a “audácia silenciosa” do salão ainda vencia a disputa.

— Aquela conversa sobre relógios… — ele murmurou, balançando a cabeça com um sorriso de canto, genuíno e meio cansado. — Eu não aguentava mais cinco minutos falando sobre engrenagens.

Ele olhou para os dois lados do corredor, garantindo a privacidade, e então voltou o foco total para você. O olhar dele repetiu o movimento do salão, mas de forma mais lenta, sem a pressão das câmeras.

— Você é uma ótima atriz — ele continuou, a voz diminuindo ainda mais o volume, forçando você a prestar atenção em cada sílaba. — Mas no salão, quando eu olhei para você… você não estava atuando, estava?

Jungkook inclinou a cabeça, observando sua reação. Ele estava a poucos passos de distância agora. O cheiro do perfume dele — algo que lembrava pele limpa e um toque de âmbar — preencheu o espaço entre vocês. Ele esticou o braço livre e, com as pontas dos dedos, pressionou o botão do elevador privativo atrás dele, sem tirar os olhos dos seus.

Ding.

A porta se abriu silenciosamente, revelando o interior espelhado e vazio. Ele não entrou de imediato. Ele apenas segurou a porta aberta com o ombro, esperando.

— A festa vai durar mais duas horas — ele disse, em um tom de desafio suave. — E meu carro está na garagem do subsolo. Ou… a gente pode subir e ver se a vista da suíte é realmente tão boa quanto o gerente do hotel prometeu.

Ele estendeu a mão na sua direção, não de forma autoritária, mas com a palma voltada para cima, oferecendo a escolha.

Você sentiu o peso da escolha no ar, uma vibração que parecia eletrizar o carpete sob seus pés. O convite estava ali, estendido na palma da mão dele, e a realidade do que aquilo significava atingiu você com força.

Seus olhos desceram para a mão dele — grande, com as veias levemente marcadas e as tatuagens espreitando sob o punho da camisa branca — e voltaram para o rosto dele. Jungkook observava cada microexpressão sua com uma intensidade que beirava o insuportável.

Inconscientemente, você levou os dentes ao lábio inferior, mordendo-o com força suficiente para sentir o pulsar do sangue. Foi um gesto de puro nervosismo, uma tentativa física de processar a loucura daquela situação. Você era uma atriz, sabia o que os tabloides fariam com uma imagem de vocês dois, sabia o risco profissional… mas, ao olhar para ele ali, tão desarmado, sem o paletó e com o olhar carregado de uma expectativa quase vulnerável, a lógica pareceu uma voz muito distante.

Você hesitou por um segundo eterno. Seu corpo pendeu levemente para trás, em direção ao salão, ao seguro, ao conhecido. Mas então, você soltou o lábio, expirando o ar que nem sabia que estava prendendo.

Com um movimento decidido, você estendeu a mão e fechou os dedos ao redor da mão dele.

O contato foi imediato e quente. No momento em que suas peles se tocaram, os dedos de Jungkook se fecharam firmemente nos seus, como se ele estivesse garantindo que você não mudaria de ideia. Ele não disse nada, mas o alívio cruzou o rosto dele em um suspiro curto.

Ele te puxou para dentro do elevador com uma suavidade firme. Assim que seus saltos tocaram o piso metálico e o espaço fechado se tornou real, Jungkook soltou a porta e pressionou o botão do andar superior.

As portas de metal polido deslizaram, fechando-se e isolando o mundo exterior. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som suave do motor do elevador subindo e pelo ritmo das respirações de vocês dois. No reflexo do espelho da cabine, você viu Jungkook soltar o paletó no chão do elevador, sem tirar os olhos de você. Ele deu um passo à frente, diminuindo o espaço que restava, enquanto o visor digital começava a contagem dos andares.

O visor do elevador marcava os andares subindo rapidamente, mas dentro da cabine espelhada, o tempo parecia ter estagnado. O som do motor era apenas um zumbido abafado, engolido pela batida surda do seu coração.

Jungkook não se afastou. Pelo contrário, ele usou o movimento do elevador para se aproximar, as costas agora apoiadas no espelho frio, enquanto mantinha a sua mão presa na dele. Ele a trouxe para cima, não para beijá-la, mas para encostar os seus nós dos dedos contra o próprio peito, logo acima do coração. Você sentiu através da camisa fina de algodão: o ritmo dele estava tão errático quanto o seu.

— Você está tremendo — ele sussurrou, e não era uma acusação, era uma observação carregada de uma curiosidade quase terna.

Ele soltou sua mão lentamente, mas apenas para levar os dedos até o seu queixo, erguendo seu rosto para que você não pudesse desviar o olhar. A iluminação embutida do elevador era cruelmente nítida, revelando a dilatação das pupilas dele. O Jungkook “tímido” tinha ficado lá embaixo, no mármore do salão. Aqui, no espaço confinado de três metros quadrados, ele parecia muito mais consciente do poder que exercia.

— Eu passei a última hora tentando adivinhar se o seu perfume era tão doce quanto parecia de longe — ele continuou, a voz agora um fio de som que vibrava diretamente na sua pele.

Ele inclinou a cabeça, o nariz roçando levemente o seu pescoço, bem na linha onde o seu pulso batia acelerado. Ele inspirou profundamente, fechando os olhos por um segundo.

— É melhor.

O elevador soltou um bipe suave e as portas se abriram para o corredor silencioso da cobertura. O tapete aqui era tão espesso que engoliu o som dos seus passos quando ele finalmente te guiou para fora. Ele não pegou o paletó do chão; deixou-o lá, uma peça descartada de uma vida que ele não queria levar para dentro daquele quarto.

Ele caminhou até a porta da suíte, passou o cartão magnético e o clique da fechadura soou como um ponto final para qualquer chance de volta.

Ao entrarem, a única luz vinha das imensas janelas de vidro que iam do chão ao teto, revelando as luzes de Seul como um tapete de diamantes lá embaixo. Jungkook fechou a porta atrás de você e, sem acender as luzes, encostou a testa na sua.

A escuridão da suíte era cortada apenas pelo brilho frio e azulado dos arranha-céus de Seul que entrava pelas vidraças. O silêncio durou apenas o tempo de a fechadura eletrônica estalar.

Antes que você pudesse processar a vastidão do quarto, Jungkook agiu. Com uma urgência que ele claramente veio acumulando desde o primeiro contato visual no salão, ele envolveu sua cintura e a prensou contra a porta de madeira pesada. O impacto não foi bruto, mas firme, selando qualquer espaço entre seus corpos.

As mãos dele, grandes e quentes, subiram rapidamente para o seu rosto, emoldurando sua mandíbula com uma possessividade que contrastava com a imagem de “bom garoto” da mídia. Ele não pediu permissão; ele apenas inclinou a cabeça e tomou seus lábios em um beijo profundo.

Foi um choque térmico. O beijo tinha gosto de champanhe e de um desejo contido por tempo demais. A língua dele explorava a sua com uma intensidade faminta, e você sentiu o metal frio da porta nas suas costas enquanto o calor do corpo dele te envolvia pela frente. Suas mãos subiram instintivamente para o pescoço dele, os dedos se perdendo nos cabelos da nuca, puxando-o para mais perto, se é que isso era possível.

Vocês só se separaram quando os pulmões começaram a queimar. O som da respiração ofegante de ambos era a única coisa que preenchia o quarto. Jungkook não se afastou; ele manteve o nariz roçando o seu, as testas coladas, enquanto tentava recuperar o fôlego.

— Eu não consegui… focar em uma palavra que aquele homem disse — ele confessou entre arfadas, a voz num sussurro rouco que arrepiou cada centímetro do seu corpo. — Tudo o que eu conseguia pensar era no quanto eu queria te tirar daquela luz e te trazer para o escuro.

Ele desceu os beijos pelo seu pescoço, encontrando o ponto exato onde seu pulso martelava contra a pele.

— Você está fazendo meu coração sair pela boca — você murmurou, a voz trêmula, apertando os ombros dele. — Eu achei que era loucura da minha cabeça, Jungkook. Que você nunca olharia assim para alguém como eu no meio de tantas pessoas.

Ele parou o movimento, voltando a encarar seus olhos. Mesmo na penumbra, o brilho nos olhos dele era feroz.

— Pois pare de achar — ele rebateu, a mão descendo para a sua nuca, os dedos se entrelaçando nos seus fios de cabelo com uma pressão firme. — No momento em que você entrou naquele salão, o evento acabou para mim.

Ele te olhou de um jeito que fez o “triângulo” do salão parecer uma brincadeira de criança. Era um olhar de quem finalmente tinha o que queria nas mãos.

— Me diz — ele sussurrou, a boca a milímetros da sua de novo. — Você quer que eu pare? Ou quer ver o quanto essa noite pode ser real?

Você não respondeu com palavras. Em vez disso, você selou a distância entre os dois, puxando-o pela nuca para um segundo beijo, ainda mais intenso que o primeiro, sentindo as mãos dele descerem das suas costas para as suas coxas, elevando a temperatura do quarto para um nível irreversível. Jungkook não esperou mais nenhuma resposta verbal; o seu beijo era o único consentimento de que ele precisava.

Ele te ergueu ligeiramente, pressionando o seu corpo ainda mais contra a porta, e você sentiu o volume rígido dele contra a sua coxa, uma promessa clara do que estava por vir. As mãos dele, que antes emolduravam seu rosto, desceram com uma pressa possessiva. Você sentiu o toque das mãos grandes dele na barra do seu vestido de festa. Com um movimento ágil, ele começou a subir o tecido fino, os dedos roçando sua pele nua, subindo pelas panturrilhas, joelhos, até alcançar as suas coxas.

O contraste do ar condicionado frio do quarto com o calor das palmas das mãos dele fez você estremecer. Jungkook soltou um rosnado baixo contra a sua boca, um som gutural que vibrou na sua garganta. Ele separou o beijo apenas o suficiente para olhar para baixo, observando a própria mão subir pelo seu corpo, expondo sua pele sob a luz fraca que vinha da janela.

— Você não tem ideia do quanto eu imaginei isso enquanto fingia ouvir aqueles discursos — ele sussurrou, a voz carregada de uma luxúria que ele não precisava mais esconder.

Ele se afastou apenas alguns centímetros, o suficiente para se livrar da própria camisa. Você ouviu o som do tecido sendo puxado com urgência, os botões que restavam se abrindo sob a pressão dos dedos dele. No segundo seguinte, o peito dele estava nu, os músculos definidos e as tatuagens do braço que iam até o inicio do peitoral, parecendo ganhar vida na penumbra. Ele não parou. Suas mãos foram até o cinto, e o som metálico da fivela se abrindo ecoou no silêncio do quarto como um tiro de largada.

Você, ainda encostada na porta com o vestido amontoado na cintura, sentia-se vulnerável e desejada de uma forma que nunca experimentou. Suas mãos, trêmulas, foram até as alças do seu próprio vestido. Com a ajuda dele, a peça deslizou pelo seu corpo, caindo aos seus pés com um sussurro de seda.

Agora, apenas de lingerie, você viu o olhar dele escurecer ainda mais. Jungkook terminou de se despir com movimentos rápidos, despojando-se da imagem de ídolo global para se tornar apenas um homem faminto. O som das roupas dele atingindo o chão foi seguido pelo som da respiração dele, que ficava cada vez mais pesada.

Ele deu um passo à frente, dominando seu espaço novamente. Ele te pegou no colo com uma facilidade impressionante, suas pernas instintivamente circulando a cintura dele. O contato pele com pele foi imediato e abrasador. Ele te carregou em direção à imensa cama king-size, mas não te deitou suavemente; ele te prensou entre o colchão e o corpo dele, mantendo o controle da situação.

O primeiro contato real foi intenso. Jungkook usou o próprio corpo para te prender, os braços musculosos flanqueando sua cabeça. Ele começou a distribuir beijos molhados e mordidas leves pelo seu pescoço e ombros, o som da sua sucção e dos seus próprios gemidos baixos preenchendo o ambiente.

— Jungkook… — você arfou, o nome dele saindo como uma prece.

— Shh… — ele murmurou contra a sua pele, a voz vibrando. — Apenas sente.

Ele desceu o corpo, a boca encontrando seus seios, a língua traçando círculos que faziam seus dedos se enterrarem nos lençóis de cetim. Você sentia a umidade dele, o calor e, acima de tudo, a firmeza com que ele te manipulava. Ele moveu sua perna, abrindo espaço para que ele pudesse se encaixar perfeitamente entre suas coxas.

Quando ele finalmente se posicionou para a entrada, o mundo pareceu parar. Ele te olhou nos olhos, uma conexão profunda mesmo no meio do caos sensorial. Com um empuxo lento e deliberado, ele se uniu a você. O som do ar escapando dos seus lábios foi um gemido agudo, enquanto Jungkook fechava os olhos, a mandíbula travada enquanto se acostumava ao aperto.

— Tão apertada… — ele rosnou, começando a se mover.

O ritmo era intenso. Jungkook dominava o movimento, as mãos ora prendendo seus pulsos acima da cabeça, ora agarrando seus quadris para ditar a profundidade de cada estocada. O som dos corpos se encontrando — um estalo rítmico e úmido — misturava-se aos gemidos roucos dele e aos seus pedidos por mais.

Ele mudou de posição com uma agilidade que te deixou sem fôlego. Em um momento você estava por baixo, no outro ele te virava, fazendo você se apoiar nos joelhos enquanto ele te tomava por trás, as mãos firmes em sua cintura, deixando marcas que seriam lembranças daquela noite por dias. O ângulo permitia que ele fosse ainda mais profundo, e cada movimento dele era calculado para te levar ao limite.

As sensações eram avassaladoras: o suor que fazia seus corpos escorregarem um no outro, o cheiro de sexo e perfume caro, a visão das costas dele se contraindo sob a luz da lua. Ele não era gentil; era urgente, quase desesperado, como se estivesse tentando recuperar todos os momentos em que teve que ser contido e perfeito diante das câmeras.

— Olha para mim — ele comandou, a voz autoritária.

Você virou o rosto por cima do ombro e o viu: os cabelos suados caindo sobre a testa, o olhar fixo em você com uma intensidade que beirava a possessão. Ele acelerou o ritmo, as estocadas tornando-se curtas e rápidas, o som da respiração dele transformando-se em grunhidos pesados.

O ápice veio como uma explosão. Você sentiu os músculos dele se enrijecerem contra você, um tremor que começou na base da coluna dele e se espalhou por todo o corpo. Jungkook soltou um último gemido alto, enterrando o rosto na curvatura do seu pescoço enquanto ambos se perdiam na sensação de êxtase puro.

Minutos depois, o silêncio retornou à suíte, interrompido apenas pelo som de duas respirações tentando voltar ao normal. Jungkook não se afastou imediatamente; ele desabou sobre você, o peso dele sendo um conforto bem-vindo. Ele beijou sua têmpora, um gesto carregado de uma ternura inesperada após tanta intensidade.

O silêncio pós-êxtase na suíte era denso e confortável. Jungkook ainda mantinha o rosto escondido no seu pescoço, sentindo o pulsar da sua carótida contra os lábios dele. Ele soltou um suspiro longo, as mãos subindo lentamente pelas suas costelas até se enterrarem nos seus cabelos, espalhados pelo travesseiro.

— Eu não queria ter que sair desse quarto nunca mais — ele murmurou contra a sua pele, a voz agora doce, despojada de toda aquela agressividade de minutos atrás. — Como eu vou voltar para aquela festa e fingir que sou um embaixador civilizado depois de tudo o que você acabou de despertar em mim?

Você soltou uma risada anasalada, ainda recuperando o fôlego, e passou a mão pelas costas suadas dele, sentindo cada músculo sob a pele.

— Acho que o segredo é o que nos mantém seguros lá fora, Jungkook — você respondeu, puxando-o para um selinho demorado. — Mas confesso que o “Global Ambassador” não chega aos pés de quem você é aqui dentro.

Ele sorriu, aquele sorriso de coelho que o mundo amava, mas que para você tinha um brilho de segredo. Ele ia dizer algo mais, mas o momento foi brutalmente interrompido pelo toque insistente e estridente do seu celular, jogado em algum lugar entre as roupas de seda no chão.

O som pareceu um alerta de incêndio na calmaria. Você deu um pulo, a realidade voltando com um balde de água fria.

— Merda… é minha agente. Eu já devia ter voltado para o salão — você disse, começando a se desvencilhar do peso dele. Você se sentou na borda da cama, os pés buscando o vestido, as mãos tateando o chão para recolher o que podia. — Eu preciso ir, Jungkook. Se me virem sumida por tanto tempo, vão começar as especulações.

Você esticou o braço para pegar o celular, que brilhava no carpete, mas não foi rápida o suficiente.

Antes que sua mão pudesse tocar o aparelho, Jungkook agiu com uma velocidade predatória. Ele se lançou sobre a cama, capturou o telefone e, sem desviar os olhos dos seus, apertou o botão de desligar. Ele o arremessou na direção de uma poltrona de veludo no canto do quarto.

— Jungkook! — você protestou, mas ele já estava em movimento.

— Ela pode esperar. O mundo pode esperar — ele disse, a voz subitamente baixa e carregada de uma nova onda de autoridade.

Ele não permitiu que você levantasse. Com uma força firme e coordenada, ele te manobrou, te debruçando sobre a cama. Seus joelhos se afundaram no colchão e seus braços foram forçados para a frente enquanto ele se posicionava atrás de você.

A mão dele envolveu a nuca e a lateral do seu pescoço, uma pegada que alternava entre a firmeza de quem domina e o carinho de quem protege. Ele te puxou para trás pelo pescoço, forçando sua cabeça a virar apenas o suficiente para que ele pudesse te roubar um beijo faminto, profundo e barulhento, antes de te empurrar de volta contra os lençóis.

— A gente precisa se despedir direito — ele rosnou no seu ouvido, a voz vibrando de luxúria renovada. — E eu ainda não terminei com você.

Sem aviso, ele se encaixou novamente. A entrada foi brusca e profunda, arrancando um grito seu que foi abafado pelo travesseiro. Jungkook começou a te foder em um ritmo frenético, quase selvagem. Uma mão permanecia fixa no seu pescoço, controlando sua inclinação, enquanto a outra mão apertava sua cintura com força, deixando marcas vermelhas na pele clara.

A cada estocada profunda, ele soltava a cintura e, com um estalo que ecoava no quarto, batia na sua bunda com a palma da mão aberta. A ardência do tapa misturada ao prazer da penetração te deixou em um estado de transe.

— Você não vai a lugar nenhum até eu dizer que pode — ele disse entre dentes, o som da carne se chocando ritmicamente sendo a trilha sonora daquela despedida forçada.

O ritmo era impiedoso. Ele te usava com uma intensidade que deixava claro que ele não queria que você esquecesse aquele toque por um segundo sequer. Os gemidos dele eram altos, descontrolados, enquanto ele te puxava novamente pelo pescoço para mais um beijo torto e urgente, as línguas se encontrando em meio ao caos sensorial.

Você sentia cada centímetro dele, a dominação absoluta, a força de um homem que se recusava a deixar a noite acabar. O suor de ambos pingava no lençol enquanto ele acelerava ainda mais, levando os dois para um segundo ápice que prometia ser ainda mais devastador que o primeiro.

O quarto parecia ter se transformado em uma câmara de eco para o som da carne se chocando e as respirações entrecortadas. Jungkook não tinha mais nada do “embaixador” contido; ele era puro instinto. Ele te mantinha debruçada, com o rosto contra o linho fino do travesseiro, enquanto a mão dele no seu pescoço exercia uma pressão que te fazia arfar, uma mistura de entrega e necessidade.

— Olha para a janela — ele ordenou, a voz falhando pelo esforço, enquanto desferia mais um tapa firme na sua nádega, o estalo soando nítido no silêncio da suíte. — Olha para Seul lá fora e entende que, agora, ninguém sabe onde você está. Ninguém pode te tirar de mim.

Ele te puxou novamente pela nuca, forçando seu corpo a se curvar para trás até que suas costas encontrassem o peito suado dele. O beijo que se seguiu foi desesperado, um choque de dentes e línguas que buscavam oxigênio e posse ao mesmo tempo. A mão que estava na sua cintura desceu, os dedos se enterrando na sua coxa para te firmar enquanto ele aumentava a velocidade das estocadas, cada uma delas atingindo o fundo, fazendo você soltar gemidos agudos que ele engolia com a própria boca.

O ritmo dele era impiedoso, uma cadência que não dava espaço para recuperação. Você sentia o calor emanando do corpo dele, o cheiro de suor e desejo que agora impregnava o ar. Jungkook estava em transe; ele não te fodia apenas para se satisfazer, ele te fodia como se estivesse tentando gravar a existência dele em você, para que, quando você voltasse para os holofotes, ainda pudesse sentir o peso dele nos seus ossos.

— Jungkook… eu não… — você tentou falar, mas a frase morreu em um grito mudo quando ele atingiu um ponto específico, a mão no seu pescoço te puxando para um último beijo rouco.

— Só mais um pouco — ele rosnou contra os seus lábios, os músculos das costas dele se contraindo violentamente. — Fica comigo só mais um pouco.

Ele soltou o seu pescoço e agarrou seus dois quadris com força, os polegares cravados na sua pele. O movimento dele tornou-se frenético, os olhos fixos na linha da sua coluna, observando como o seu corpo reagia a cada investida. Ele não estava mais no controle da própria força; ele estava entregue ao êxtase.

Com um último empuxo profundo, ele travou o corpo contra o seu. Você sentiu o tremor percorrer cada músculo dele, desde as panturrilhas até os ombros largos. Jungkook soltou um rugido baixo, enterrando o rosto entre as suas escápulas, enquanto o prazer final inundava ambos em ondas avassaladoras.

O silêncio que se seguiu foi pesado, quebrado apenas pelos soluços da respiração de vocês dois. Jungkook não se moveu por um longo tempo, deixando o peso dele te manter contra a cama, os corações batendo em um ritmo sincronizado contra as costas um do outro.

Lentamente, ele começou a se afastar, mas não antes de deixar uma trilha de beijos suaves e lentos pelo seu ombro, um contraste absoluto com a agressividade de segundos atrás. Ele se deitou ao seu lado, puxando você para o abraço dele, o braço tatuado servindo de travesseiro para você.

— Agora — ele sussurrou, a voz voltando ao tom terno e cansado, enquanto ele acariciava o lugar onde a mão dele estivera no seu pescoço. — Agora você pode ir buscar o seu celular. Mas saiba que ele vai tocar de novo… porque eu vou ser o próximo a ligar.

Lentamente, ele desfez o aperto, deixando os braços caírem sobre o lençol enquanto o peito subia e descia, buscando o ar que faltava. Ele não disse para você ficar, nem tentou mais te prender. Em vez disso, Jungkook apenas observou você se afastar para o canto do quarto, o olhar dele acompanhando cada movimento seu na penumbra, como se estivesse memorizando a sua silhueta contra a luz da cidade.

Ele esticou o braço, pegou o seu celular na poltrona e, sem dizer nada, estendeu o aparelho na sua direção. Quando seus dedos tocaram o vidro frio, ele não soltou de imediato. Ele manteve o contato por um segundo a mais, um rastro silencioso de eletricidade que ainda teimava em não dissipar.

Ele deu um sorriso curto, quase imperceptível, apenas um repuxar no canto da boca que dizia mais do que qualquer promessa. Jungkook se recostou nos travesseiros, observando você ajeitar o vestido com os dedos trêmulos, e soltou uma risada baixa, quase um sopro, voltando a olhar para o teto da suíte.

— Boa sorte lá embaixo — ele murmurou, a voz ainda rouca, voltando a fechar os olhos como se estivesse tentando guardar o cheiro daquele momento antes que a porta se abrisse. — O mundo é um lugar bem mais barulhento do que este quarto.

Você caminhou até a porta e, antes de sair, olhou para trás. Ele não estava mais te encarando; parecia apenas um homem exausto aproveitando o resto do silêncio. Mas o jeito que ele apertava o lençol com uma das mãos entregava que, para ele, a noite ainda não tinha terminado de verdade.

28 Comentários

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  1. Thamiris
    Apr 13, '26 at 8:10 am

    O salão de mármore do hotel Shilla estava saturado com o murmúrio polido da elite de Seul e o tilintar constante de taças de cristal. O ar cheirava a perfumes caros e couro novo. No centro de tudo, sob as luzes de LED que imitavam constelações, estava Jungkook. Ele era o rosto da marca, a “escultura” em um terno sob medida que todos queriam tocar, mas sua postura entregava o desconforto habitual de quem prefere o silêncio ao palco.

    Que homem

  2. Thamiris
    Apr 13, '26 at 8:12 am

    Primeiro, ele olhou profundamente no seu olho esquerdo, uma ancoragem intensa que fez o barulho do salão desaparecer para você. Lentamente, como se estivesse traçando um mapa de interesse, o olhar dele desceu para a sua boca. Foi um segundo longo demais para ser acidental, um foco que denotava uma curiosidade puramente instintiva. Por fim, ele subiu para o seu olho direito, finalizando o convite geométrico.

    A triangulação perfeita

  3. Thamiris
    Apr 13, '26 at 8:13 am

    Com uma sutileza de mestre, ele inclinou a cabeça minimamente na direção do corredor que levava à área das suítes privadas, longe da área de imprensa. Em seguida, ajustou o relógio no pulso esquerdo, verificando as horas de forma deliberada.

    Eu na escola marcando com o boy só com o olhar kkk

  4. Thamiris
    Apr 13, '26 at 8:27 am

    — Eu passei a última hora tentando adivinhar se o seu perfume era tão doce quanto parecia de longe — ele continuou, a voz agora um fio de som que vibrava diretamente na sua pele.

    Mais é um cadelo mesmo,gostei dessa kk

    1. Marcela
      @ThamirisApr 20, '26 at 11:27 pm

      [quote]O salão continuava vibrando, mas para você, tudo parecia ter entrado em câmera lenta no momento em que os olhos de Jungkook se desviaram dos seus e ele começou a caminhar, calmo e deliberado, para o lado oposto.

      O convite estampado no olhar dele

  5. Thamiris
    Apr 14, '26 at 7:32 am

    — Pois pare de achar — ele rebateu, a mão descendo para a sua nuca, os dedos se entrelaçando nos seus fios de cabelo com uma pressão firme. — No momento em que você entrou naquele salão, o evento acabou para mim.

    Era meu sonho

  6. Thamiris
    Apr 14, '26 at 7:44 am

    Quando ele finalmente se posicionou para a entrada, o mundo pareceu parar. Ele te olhou nos olhos, uma conexão profunda mesmo no meio do caos sensorial. Com um empuxo lento e deliberado, ele se uniu a você. O som do ar escapando dos seus lábios foi um gemido agudo, enquanto Jungkook fechava os olhos, a mandíbula travada enquanto se acostumava ao aperto.

    Meodeus que isso,

  7. Thamiris
    Apr 14, '26 at 7:49 am

    Minutos depois, o silêncio retornou à suíte, interrompido apenas pelo som de duas respirações tentando voltar ao normal. Jungkook não se afastou imediatamente; ele desabou sobre você, o peso dele sendo um conforto bem-vindo. Ele beijou sua têmpora, um gesto carregado de uma ternura inesperada após tanta intensidade.

    Se ele quiser tô pronta pra ele desabar em cima de mim

  8. Thamiris
    Apr 14, '26 at 8:17 am

    quote]A mão dele envolveu a nuca e a lateral do seu pescoço, uma pegada que alternava entre a firmeza de quem domina e o carinho de quem protege. Ele te puxou para trás pelo pescoço, forçando sua cabeça a virar apenas o suficiente para que ele pudesse te roubar um beijo faminto, profundo e barulhento, antes de te empurrar de volta contra os lençóis. [/quote]
    Só faltou ele pisar no pescoço

  9. Thamiris
    Apr 14, '26 at 8:27 am

    — Agora — ele sussurrou, a voz voltando ao tom terno e cansado, enquanto ele acariciava o lugar onde a mão dele estivera no seu pescoço. — Agora você pode ir buscar o seu celular. Mas saiba que ele vai tocar de novo… porque eu vou ser o próximo a ligar.

    Aaaaaahhhhhh
    Casa logo

  10. Iasmine
    Apr 14, '26 at 9:37 am

    O salão de mármore do hotel Shilla estava saturado com o murmúrio polido da elite de Seul e o tilintar constante de taças de cristal. O ar cheirava a perfumes caros e couro novo. No centro de tudo, sob as luzes de LED que imitavam constelações, estava Jungkook. Ele era o rosto da marca, a “escultura” em um terno sob medida que todos queriam tocar, mas sua postura entregava o desconforto habitual de quem prefere o silêncio ao palco.

    Como sempre servindo cunt.. esse homem pessoalmente deve ser um escandalo

  11. Iasmine
    Apr 14, '26 at 9:39 am

    Primeiro, ele olhou profundamente no seu olho esquerdo, uma ancoragem intensa que fez o barulho do salão desaparecer para você. Lentamente, como se estivesse traçando um mapa de interesse, o olhar dele desceu para a sua boca. Foi um segundo longo demais para ser acidental, um foco que denotava uma curiosidade puramente instintiva. Por fim, ele subiu para o seu olho direito, finalizando o convite geométrico.

    Peguei a referência ein dona escritora kkkkkk

    1. @IasmineApr 14, '26 at 10:04 am

      kkkkkkkkkkkkkkkk

      1. Marcela
        @FanfiqueiraApr 20, '26 at 11:23 pm

        [quote]Primeiro, ele olhou profundamente no seu olho esquerdo, uma ancoragem intensa que fez o barulho do salão desaparecer para você. Lentamente, como se estivesse traçando um mapa de interesse, o olhar dele desceu para a sua boca. Foi um segundo longo demais para ser acidental, um foco que denotava uma curiosidade puramente instintiva. Por fim, ele subiu para o seu olho direito, finalizando o convite geométrico.

        Entendedores entenderão kkkkkkkkk
        Adoro

  12. Iasmine
    Apr 14, '26 at 9:46 am

    — Eu achei que você não viria — ele disse. A voz dele soou mais rouca e baixa do que nas entrevistas, sem aquele tom projetado para o público. Era uma voz que parecia feita para a distância curta entre vocês.

    Socorro eu acho que desmaiaria ali mesmo

  13. Iasmine
    Apr 14, '26 at 9:46 am

    — Agora — ele sussurrou, a voz voltando ao tom terno e cansado, enquanto ele acariciava o lugar onde a mão dele estivera no seu pescoço. — Agora você pode ir buscar o seu celular. Mas saiba que ele vai tocar de novo… porque eu vou ser o próximo a ligar.

    Por mim pode me ligar todo santo dia kkkkk

  14. Luana
    Apr 19, '26 at 8:19 pm

    Esse homem nunca decepciona

  15. Sheila
    Apr 20, '26 at 11:00 pm

    Que saudade desse homem!!! Nunca me decepciona!!! Amo-te Jk…

  16. Sheila
    Apr 20, '26 at 11:02 pm

    — Agora — ele sussurrou, a voz voltando ao tom terno e cansado, enquanto ele acariciava o lugar onde a mão dele estivera no seu pescoço. — Agora você pode ir buscar o seu celular. Mas saiba que ele vai tocar de novo… porque eu vou ser o próximo a ligar.

    Agora sim, pode ir… mas vou te ligar!!!
    Liga muito, muito… homem delicioso!!! Kkk

  17. Sheila
    Apr 20, '26 at 11:04 pm

    — Só mais um pouco — ele rosnou contra os seus lábios, os músculos das costas dele se contraindo violentamente. — Fica comigo só mais um pouco.

    O que é isso?! JK… do céu!!!
    Que loucura foi essa?!
    Se vc realmente for assim… ninguém te segura homem!!! Kkkk

  18. Sheila
    Apr 20, '26 at 11:08 pm

    — Você não vai a lugar nenhum até eu dizer que pode — ele disse entre dentes, o som da carne se chocando ritmicamente sendo a trilha sonora daquela despedida forçada.

    Quem disse que eu iria algum lugar?! Kkkk
    Que loucura tudo isso?! Que dominação toda é essa?! … que homem?! Que homem?! Kkk

  19. Sheila
    Apr 20, '26 at 11:13 pm

    Primeiro, ele olhou profundamente no seu olho esquerdo, uma ancoragem intensa que fez o barulho do salão desaparecer para você. Lentamente, como se estivesse traçando um mapa de interesse, o olhar dele desceu para a sua boca. Foi um segundo longo demais para ser acidental, um foco que denotava uma curiosidade puramente instintiva. Por fim, ele subiu para o seu olho direito, finalizando o convite geométrico.

    Danada essa escritora…
    Pegando as referências!!!
    De embaixador de relógio a ensinamento de flerte…kkk
    Sabe o que é pior?! Ele ficou realmente encarando uma mulher nesse evento… kkk
    Tomara que não tenha acabado em uma suite!!! Kkkk

  20. Marcela
    Apr 20, '26 at 11:20 pm

    [quote]Em meio ao caos de rostos e flashes, os olhos dele travaram nos seus com uma precisão magnética. Não houve o desvio de olhar tímido que ele costuma ter com fãs; foi algo diferente. Uma audácia silenciosa tomou conta dele.

    Só no olhar, já rolou a química

  21. Marcela
    Apr 20, '26 at 11:40 pm

    [quote]— A festa vai durar mais duas horas — ele disse, em um tom de desafio suave. — E meu carro está na garagem do subsolo. Ou… a gente pode subir e ver se a vista da suíte é realmente tão boa quanto o gerente do hotel prometeu.

    Subindo para a suíte, a última coisa que ele vai ver é a vista kkkkkkk

  22. Marcela
    Apr 20, '26 at 11:44 pm

    [quote]Foi um choque térmico. O beijo tinha gosto de champanhe e de um desejo contido por tempo demais. A língua dele explorava a sua com uma intensidade faminta, e você sentiu o metal frio da porta nas suas costas enquanto o calor do corpo dele te envolvia pela frente. Suas mãos subiram instintivamente para o pescoço dele, os dedos se perdendo nos cabelos da nuca, puxando-o para mais perto, se é que isso era possível.

    Eita porra, vai pegar fogo essa suite

  23. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Apr 24, '26 at 9:04 pm

    O salão de mármore do hotel Shilla estava saturado com o murmúrio polido da elite de Seul e o tilintar constante de taças de cristal. O ar cheirava a perfumes caros e couro novo. No centro de tudo, sob as luzes de LED que imitavam constelações, estava Jungkook. Ele era o rosto da marca, a “escultura” em um terno sob medida que todos queriam tocar, mas sua postura entregava o desconforto habitual de quem prefere o silêncio ao palco.

    Meu sonho or num evento desse

  24. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Apr 24, '26 at 9:05 pm

    Foi quando o radar dele te encontrou.

    Venha, JK, eu tô aqui

  25. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Apr 24, '26 at 9:07 pm

    Primeiro, ele olhou profundamente no seu olho esquerdo, uma ancoragem intensa que fez o barulho do salão desaparecer para você. Lentamente, como se estivesse traçando um mapa de interesse, o olhar dele desceu para a sua boca. Foi um segundo longo demais para ser acidental, um foco que denotava uma curiosidade puramente instintiva. Por fim, ele subiu para o seu olho direito, finalizando o convite geométrico.

    Conheço essa técnica, dizem q é infalível

Nota

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