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O ar condicionado da sala de ensaio principal da Hybe operava na potência máxima, mas o suor ainda escorria pelo pescoço de Jungkook, encharcando a gola da sua camiseta preta oversize. A música tinha parado há mais de dez minutos, e os outros membros do grupo já se espalhavam pelo chão de taco claro, buscando garrafas de água, toalhas e alguns minutos de descanso antes de repassarem a coreografia pela última vez no dia.

Jungkook permaneceu de pé no centro do estúdio, os braços apoiados nas cadeiras, o peito subindo e descendo em uma frequência rápida e pesada. O espelho gigante que cobria a parede frontal refletia sua imagem descabelada, mas os olhos dele não estavam fixos no próprio reflexo. Eles buscavam, com uma insistência doentia, a figura de Yoongi, que estava sentado em um dos bancos de couro do canto da sala, bebendo água em goles lentos e encarando a tela do próprio celular.

SORRY KKKK

A mente de Jungkook era um tribunal em chamas.

Cada nota da música que dançara nas últimas duas horas tinha sido abafada pelo eco daqueles gemidos abafados que ouvira através da porta do quarto de S/N mais cedo. A memória do som da voz dela — manhosa, arrastada, trêmula de prazer — e a visão do nome Yoongi brilhando no visor do celular dela formavam um nó cego e sufocante no meio do seu peito.

Jungkook pegou a toalha sobre a bancada, secou o rosto com uma brutalidade desnecessária e caminhou devagar até a área dos bancos. Ele sentou-se a duas cadeiras de distância de Yoongi, soltando uma respiração pesada, ajeitando as pernas compridas para frente.

— O ensaio rendeu hoje — disse Jungkook, a voz saindo casual, embora o maxilar travado denunciasse o esforço que fazia para manter o tom neutro.

Yoongi nem ergueu os olhos da tela de início. Apenas soltou um murmúrio gutural de concordância, os dedos deslizando ágeis pela interface do aparelho.

— É. A transição do segundo bloco tá encaixando melhor — Yoongi respondeu, a voz calma, baixa, como sempre.

Jungkook inclinou o corpo ligeiramente para a frente, apoiando os cotovelos nos joelhos. Ele encarou o perfil de Yoongi, tentando ler qualquer traço de culpa, de segredo ou de triunfo na expressão impassível do mais velho.

— Você… tem falado muito com a S/N ultimamente? — a pergunta escapou da boca de Jungkook antes mesmo que ele pudesse filtrar, o tom tentando soar despretensioso, como uma mera curiosidade entre colegas.

Desta vez, Yoongi congelou os dedos sobre a tela. Ele não se assustou; apenas virou a cabeça devagar, os olhos pequenos e afiados cravando-se em Jungkook com uma lucidez desconcertante. O silêncio que se instalou entre os dois durou três segundos inteiros, pontuado apenas pelo som distante dos risos de Jimin e Hoseok no outro lado da sala.

— Ela me manda mensagem de vez em quando — Yoongi respondeu, a voz descendo meio tom, caindo naquela gravidade lenta e medida. — E eu respondo. Por quê? Algum problema no acompanhamento do contrato?

A pergunta de Yoongi veio como uma provocação sutil, um aviso velado de que ele sabia exatamente onde aquela conversa estava tentando chegar.

Jungkook apertou a toalha entre os dedos com tanta força que as juntas das mãos descoloriram. O ciúme rugiu dentro do seu estômago como um animal faminto. Ele queria perguntar o que diabos Yoongi tinha dito a ela pelo telefone; queria exigir saber por que ela suspirava daquele jeito no quarto; queria gritar que ela era sua e que aquele território era minado. Mas ele não podia. Ele não tinha o direito.

— Não — Jungkook disse, ajeitando a postura bruscamente, o olhar duro travado no chão. — Problema nenhum. Só achei que você estivesse ocupado demais com a produção das faixas pra ficar batendo papo.

Yoongi deu um meio sorriso seco, quase imperceptível, o canto da boca subindo com um toque de ironia enquanto guardava o celular no bolso da calça de moletom.

— Para as coisas importantes, Jungkook, a gente sempre arranja tempo — soltou Yoongi, levantando-se do banco e dando dois tapinhas fracos no ombro tenso de Jungkook antes de se afastar para o centro do estúdio.

Jungkook ficou estático. O toque de Yoongi em seu ombro pareceu queimar através do tecido da camisa. Ele fechou os olhos, o coração martelando contra a caixa torácica em um ritmo descontrolado. A provocação velada de Yoongi confirmava seus piores pesadelos: havia algo acontecendo ali. Algo que estava escapando do seu controle. E a ideia de perder a atenção de S/N, de vê-la se entregar a outro homem, deixava-o completamente transtornado.

A noite já havia avançado quando Jungkook abriu a porta social da cobertura. O apartamento estava na penumbra, iluminado apenas pelas luzes indiretas do painel da sala e pelo brilho fraco da cidade que atravessava as imensas janelas de vidro da varanda.

O silêncio era esmagador.

Jungkook tirou os sapatos na entrada e caminhou a passos lentos pelo corredor de madeira. Ele trajava uma calça de moletom cinza larga e um casaco preto com o capuz caído sobre os ombros. Seu corpo estava exausto pelo treino rigoroso do dia, mas sua mente continuava em estado de alerta máximo, rodando em uma espiral de paranoias e imagens indesejadas.

Ao se aproximar da cozinha, ele viu um vulto.

S/N estava de pé ao lado da ilha de mármore, vestindo uma camisa de algodão branca oversized e shorts curtos por baixo. Ela segurava um copo de vidro transparente, levando-o aos lábios com movimentos lentos, o olhar perdido na paisagem noturna do lado de fora.

Ao ouvir os passos dele no piso, S/N estancou. O copo parou a poucos centímetros da sua boca. Ela não se virou de imediato, mas toda a sua postura se enrijeceu visivelmente; os ombros subiram um centímetro, a respiração travou na garganta e os dedos apertaram o vidro do copo com urgência.

Jungkook parou a dois metros de distância dela.

A visão dela ali, sob aquela luz suave, fez o estômago dele dar uma volta completa. A lembrança do banheiro, o som do próprio nome rasgando a água do chuveiro, a pele quente, o desejo reprimido, colidiu frontalmente com o eco das frases duras que ouvira antes. Mas o que mais o machucava era aquela barreira de gelo que ela erguera entre os dois. A distância fria e calculada que ela impusera desde a conversa na cozinha.

— S/N… — ele chamou, a voz saindo rouca, cansada, extremamente baixa e despida de qualquer prepotência.

S/N bebeu o último gole de água, colocou o copo sobre o mármore com um estalo seco e deu um passo de lado, pretendendo contornar a ilha e caminhar em direção ao corredor dos quartos sem encará-lo.

— Eu vou me deitar — ela disse, a voz terrivelmente plana, gélida, sem um único resquício de calor. — Tenho coisas para organizar amanhã cedo.

Ela deu dois passos à frente, tentando passar por ele como se ele fosse feito de ar.

Mas Jungkook não deixou.

Em um reflexo puramente instintivo, impulsionado pelo desespero de ser ignorado por mais uma noite, ele deu um passo curto para a frente e ergueu a mão direita. Seus dedos longos e quentes buscaram a pele do antebraço dela, tocando-a com uma delicadeza extrema, quase receosa.

No segundo exato em que os dedos de Jungkook roçaram a pele nua do braço de S/N, foi como se um raio atravessasse a cozinha.

Um Choque. Uma descarga elétrica pura e violenta percorreu o corpo de ambos.

S/N puxou o braço para trás de forma brusca, soltando um arfado curto enquanto dava um passo para trás. A pele onde ele a tocara parecia queimar. Em sua mente, em uma fração de segundo descontrolada, a imagem nítida dele no banheiro veio à tona, a água escorrendo pelo peitoral largo, os músculos contraídos, a mão grande descendo pela barriga e o som rouco dele dizendo o nome dela sob a tempestade do chuveiro.

A sobreposição daquela imagem hipersexualizada e crua com a dor dilacerante de saber que ele a considerava apenas uma “palhaçada de seis meses” gerou uma pane em seu sistema nervoso.

O ar entre eles congelou. A intensidade do desejo represado, misturada à mágoa, fez o espaço da cozinha parecer minusculo. O tesão acumulado de semanas de convivência forçada, de beijos cenográficos que ultrapassavam os limites, de toques roubados e de olhares carregados explodiu em uma tensão palpável, densa, que quase podia ser cortada com uma lâmina.

Jungkook encarou a própria mão suspensa no ar, chocando-se com a reação visceral dela. Ele deu um passo para a frente, diminuindo a distância que ela acabara de criar, seus olhos escuros queimando com uma mistura de paixão, raiva e desespero.

— Não faz isso — disse ele, a voz rasgada, a respiração descontrolada batendo contra o rosto dela. — Para de fugir de mim, S/N! Para de agir como se o meu toque te machucasse!

S/N deu outro passo para trás, as costas batendo contra a borda do armário de madeira, os olhos arregalados enquanto tentava processar a aproximação dele.

— Jungkook, me deixa passar… — ela tentou, mas a voz saiu trêmula, sem autoridade alguma.

— Não! — ele deu mais um passo à frente, encurralando-a contra o móvel, embora mantivesse uma distância mínima para não tocar a pele dela sem permissão. Ele estava grande, imponente, o peito largo subindo e descendo freneticamente, a linha do maxilar marcada e os olhos brilhando na penumbra. — Eu não vou te deixar passar enquanto você continuar me tratando como um inimigo! O que foi que eu fiz? Me diz! Se você tá com raiva de mim por algum motivo, se eu disse alguma besteira, se eu agi como um babaca… grita comigo! Me xinga! Bate em mim se você quiser! Mas não se afasta de mim assim! Não me ignora como se eu não fizesse diferença na sua vida!

As palavras dele caíram sobre o peito de S/N como uma avalanche.

Ela o encarou. Aquele homem perfeito, intenso, que estava ali, a poucos centímetros, implorando pela atenção dela com uma vulnerabilidade que ela nunca vira em ninguém. A contradição era dolorosa demais: ele agia como se a quisesse, mas a lembrança da ligação telefônica com Mia ecoava em sua cabeça como uma sentença de morte. Faltam só quatro meses pra essa palhaçada terminar. Falta pouco pra S/N sair da nossa vida.

A dor da rejeição velada, a frustração de gostar desesperadamente dele e a tensão sexual acumulada explodiram de uma só vez dentro do peito de S/N.

Ela sentiu as lágrimas quentes surgirem no canto dos olhos, queimando suas pálpebras. A visão de Jungkook começou a embaçar. S/N ergueu as duas mãos e desferiu um empurrão contra o peitoral largo dele.

— Você é um idiota! — ela gritou, a voz embargada, falhando no meio da palavra.

Jungkook nem se moveu com o impacto. O corpo dele, firme e treinado, absorveu o golpe sem sair do lugar.

— Um idiota! — ela repetiu, dando outro empurrão, e mais outro, as mãos pequenas batendo contra o tecido denso do casaco dele, sem força real, apenas descarregando a mágoa e a confusão que a destruíam por dentro. — Você não entende nada! Você não sabe de nada!

— S/N… — ele murmurou, sem se defender, apenas permitindo que ela desferisse aqueles golpes fracos contra seu peito, os olhos dele acompanhando a dor estampada no rosto dela.

— Eu odeio você! Odeio o jeito que você me olha, odeio o jeito que você me toca, odeio tudo isso! — ela continuou batendo, a voz diminuindo de volume a cada golpe, tornando-se mais fraca, mais desesperada, até que a primeira lágrima pesada rolou pela sua bochecha.

No segundo em que a lágrima cortou o rosto dela, o coração de Jungkook se despedaçou em mil pedaços.

Ele não esperou por outro empurrão. Em um movimento rápido e fluido, ele deu o último passo à frente e envolveu o corpo de S/N com seus braços compridos. Puxou-a contra o próprio peito com uma força esmagadora, afundando o rosto no pescoço dela, prendendo-a em um abraço firme e protetor.

— Me solta! — S/N protestou, a voz abafada contra o casaco dele. Ela tentou apoiar as mãos contra os ombros dele para empurrá-lo, relutando com todas as forças para não ceder, para não se entregar ao calor reconfortante daquele abraço que ela tanto desejara. — Jungkook, me solta! Me deixa ir!

— Não vou soltar — ele respondeu, a voz rouca, roçando a pele do pescoço dela, os braços apertando-a ainda mais contra seu corpo, colando o peito dele ao dela de forma que ela podia sentir a batida descontrolada do coração dele. — Não vou te soltar.

S/N lutou por mais alguns segundos, empurrando a cintura dele, tentando se esquivar, mas o cansaço emocional e o calor do corpo dele quebraram a última barreira de sua resistência. Suas mãos, que antes batiam no peito dele, fraquejaram. Os dedos dela agarraram o tecido do casaco de Jungkook nas costas dele, cravando as unhas no pano.

Ela escondeu o rosto no peitoral dele e desabou.

Um soluço alto e doloroso escapou da sua garganta, seguido por uma sequência de choros contidos que tremeram seu corpo inteiro. S/N chorou por tudo: pelo contrato falso, por Mia, por Yoongi, pela cena do banheiro, pelo desejo sufocado e pela certeza de que aquele abraço tinha data para terminar.

Jungkook fechou os olhos com força ao ouvir os soluços dela. A mão dele subiu até a nuca de S/N, os dedos longos se enfiando pelos cabelos macios dela, acariciando com uma lentidão desesperada, enquanto a outra mão mantinha a cintura dela presa à dele, sem dar espaço para qualquer distância.

Ele a segurou. Apoiou todo o peso do choro dela em seu próprio corpo, balançando-a levemente de um lado para o outro na penumbra da cozinha, sentindo as lágrimas quentes dela molharem o tecido do seu casaco.

— Tá tudo bem… — ele murmurou, a voz baixinha, um sopro de ar quente que fez os pelos dos braços dela se arrupiarem. Ele pressionou os lábios com força contra o topo da cabeça dela, deixando um beijo demorado entre os fios de cabelo. — Tá tudo bem, S/N… Eu tô aqui.

S/N continuou soluçando contra o peito dele, os braços abraçando a cintura dele com uma força desesperada, como se ele fosse a única coisa mantendo-a de pé no meio daquela tempestade. E, naquele momento, ele realmente era.

Jungkook respirou fundo, absorvendo o cheiro suave do xampu dela, a maciez do corpo dela colado ao seu. O tesão e a raiva de antes tinham evaporado, dando lugar a uma ternura avassaladora e dolorosa. Ele não se importava mais com as dúvidas, com o Yoongi ou com o silêncio dela. Ele só queria proteger a garota que estava em seus braços.

— Se você não quiser me contar o que tá acontecendo, tudo bem… — Jungkook sussurrou, a voz carregada de um carinho tão puro que fez o peito de S/N apertar ainda mais. Ele descansou o queixo sobre a cabeça dela, os braços mantendo o abraço apertado, inquebrável. — Quando você se sentir pronta, você me conta. Eu espero o tempo que for.

S/N não respondeu. Apenas apertou o casaco dele com mais força, os soluços diminuindo gradativamente de intensidade enquanto a respiração de Jungkook, ritmada e quente contra seu pescoço, começava a acalmar o caos que reinava dentro do seu coração.

S/N não respondeu. Apenas enterrou os dedos no tecido do casaco dele, sentindo o compasso desordenado do peito de Jungkook desacelerar aos poucos contra o seu.

Percebendo que as pernas dela mal a sustentavam de tão exausta, Jungkook deslizou suavemente uma das mãos para as costas dela e passou o outro braço por baixo dos joelhos de S/N, erguendo-a do chão em um movimento fluido e sem qualquer esforço. S/N soltou um pequeno suspiro de surpresa, mas não protestou; instintivamente, envolveu os ombros dele com os braços, escondendo o rosto quente no vão do pescoço de Jungkook enquanto ele a carregava pelo corredor silencioso.

A passos calmos, ele atravessou o limiar do quarto de hóspedes. A penumbra do cômodo era cortada apenas pela luz fraca da rua que passava entre as frestas da cortina. Jungkook caminhou até a cama de casal e a depositou sobre o colchão com extrema delicadeza, como se ela fosse feita de cristal.

Ele puxou o edredom macio sobre o corpo dela, cobrindo-a até a altura do peito. Inclinando-se sobre a cama, Jungkook descansou a mão na lateral do rosto dela, afastando alguns fios de cabelo úmidos de choro, e pressionou os lábios com carinho e demora contra a testa de S/N.

— Descansa — ele murmurou baixinho, a voz doce, roçando a pele dela. — Se precisar de qualquer coisa… qualquer coisa mesmo… me chama. Eu tô no quarto ao lado.

Ele começou a se afastar devagar, desfazendo o contato para dar espaço a ela. No entanto, assim que a mão dele se recolheu, a mão pequena de S/N saiu para fora da coberta. Os dedos dela se fecharam com firmeza na barra da blusa preta dele.

Jungkook congelou no lugar, olhando para baixo, para os nós dos dedos dela tensionados no tecido da sua camisa.

— Fica… — o pedido de S/N veio como um sussurro frágil, quase imperceptível, quebrado pela exaustão. — Por favor. Fica comigo.

O coração de Jungkook deu um baque tão forte no peito que pareceu ecoar pelo quarto escuro.

A mente dele travou por um segundo inteiro. A Mia. O contrato. O Yoongi. As regras. Todos os avisos racionais queimaram e se desfizeram em cinzas diante daquele toque e daquela voz implorando por ele. Ele não pensou no amanhã, não pensou nas consequências e nem na confusão que viria depois. A única coisa que importava no universo inteiro era o fato de que S/N queria que ele estivesse ali.

Com o peito aquecido por uma onda avassaladora de proteção e afeto, Jungkook contornou a cama em silêncio. Tirou os sapatos de pano e se deitou ao lado dela, por cima do edredom.

Ele puxou S/N devagar para perto de si. Ela não hesitou por um segundo: acomodando imediatamente contra o peito dele, apoiando a cabeça na curva do seu ombro e repousando uma das mãos sobre o peitoral largo de Jungkook. Ele envolveu a cintura dela com o braço forte, trazendo-a para ainda mais perto, enquanto a outra mão subia até a nuca de S/N, acariciando os fios de cabelo em um ritmo calmo e hipnótico.

Em menos de cinco minutos, embalada pelo som grave e ritmado do coração dele e pelo calor aconchegante do seu abraço, a respiração de S/N pesou e ela adormeceu profundamente.

Jungkook permaneceu acordado na escuridão, encarando o rosto sereno dela a poucos centímetros do seu. Ele ajustou o abraço para não acordá-la, encostando o queixo no topo da cabeça dela, e fechou os olhos, finalmente encontrando a paz que procurara o dia inteiro.

10 Comentários

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  1. Marcela
    Aug 5, '26 at 7:42 pm

    [quote]SORRY KKKK

    Como levar a sério, senhora escritora? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Marcela
    Aug 5, '26 at 7:44 pm

    [quote]— Ela me manda mensagem de vez em quando — Yoongi respondeu, a voz descendo meio tom, caindo naquela gravidade lenta e medida. — E eu respondo. Por quê? Algum problema no acompanhamento do contrato?

    Treta em andamento … …. …. …. ( Carregando)

  3. Marcela
    Aug 5, '26 at 7:45 pm

    [quote]— Para as coisas importantes, Jungkook, a gente sempre arranja tempo — soltou Yoongi, levantando-se do banco e dando dois tapinhas fracos no ombro tenso de Jungkook antes de se afastar para o centro do estúdio.

    O suficiente para o Jk ficar bufando kkkk

  4. Marcela
    Aug 5, '26 at 7:58 pm

    [quote]— Fica… — o pedido de S/N veio como um sussurro frágil, quase imperceptível, quebrado pela exaustão. — Por favor. Fica comigo.

    Huuurul, bora JK, agora é com você

  5. Marcela
    Aug 5, '26 at 7:59 pm

    [quote]Ele puxou S/N devagar para perto de si. Ela não hesitou por um segundo: acomodando imediatamente contra o peito dele, apoiando a cabeça na curva do seu ombro e repousando uma das mãos sobre o peitoral largo de Jungkook. Ele envolveu a cintura dela com o braço forte, trazendo-a para ainda mais perto, enquanto a outra mão subia até a nuca de S/N, acariciando os fios de cabelo em um ritmo calmo e hipnótico.

    Vai dá bom kkk ops ( JA ESTA DANDO BOM) KKKK

  6. Iasmine
    Aug 5, '26 at 10:56 pm

    — Ela me manda mensagem de vez em quando — Yoongi respondeu, a voz descendo meio tom, caindo naquela gravidade lenta e medida. — E eu respondo. Por quê? Algum problema no acompanhamento do contrato?

    Nenhum problema meu chefe.. só um leve ciumes mesmo nada demais

  7. Iasmine
    Aug 5, '26 at 10:58 pm

    — Não! — ele deu mais um passo à frente, encurralando-a contra o móvel, embora mantivesse uma distância mínima para não tocar a pele dela sem permissão. Ele estava grande, imponente, o peito largo subindo e descendo freneticamente, a linha do maxilar marcada e os olhos brilhando na penumbra. — Eu não vou te deixar passar enquanto você continuar me tratando como um inimigo! O que foi que eu fiz? Me diz! Se você tá com raiva de mim por algum motivo, se eu disse alguma besteira, se eu agi como um babaca… grita comigo! Me xinga! Bate em mim se você quiser! Mas não se afasta de mim assim! Não me ignora como se eu não fizesse diferença na sua vida!

    Puta merda o que foi isso escritora… a tensão sexual fortíssima entre eles aaaaaaaaaa Jorge me segura

  8. Iasmine
    Aug 5, '26 at 10:59 pm

    Percebendo que as pernas dela mal a sustentavam de tão exausta, Jungkook deslizou suavemente uma das mãos para as costas dela e passou o outro braço por baixo dos joelhos de S/N, erguendo-a do chão em um movimento fluido e sem qualquer esforço. S/N soltou um pequeno suspiro de surpresa, mas não protestou; instintivamente, envolveu os ombros dele com os braços, escondendo o rosto quente no vão do pescoço de Jungkook enquanto ele a carregava pelo corredor silencioso.

    Que isso meu rei.. depois dessa eu não ia ter duvida nenhuma pqp

  9. Iasmine
    Aug 5, '26 at 11:00 pm

    — Fica… — o pedido de S/N veio como um sussurro frágil, quase imperceptível, quebrado pela exaustão. — Por favor. Fica comigo.

    CARALHOOO finalmente ela demonstrou algo bicho

  10. Iasmine
    Aug 5, '26 at 11:00 pm

    Ele puxou S/N devagar para perto de si. Ela não hesitou por um segundo: acomodando imediatamente contra o peito dele, apoiando a cabeça na curva do seu ombro e repousando uma das mãos sobre o peitoral largo de Jungkook. Ele envolveu a cintura dela com o braço forte, trazendo-a para ainda mais perto, enquanto a outra mão subia até a nuca de S/N, acariciando os fios de cabelo em um ritmo calmo e hipnótico.

    Gente eles são muito soulmate pqp

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