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Índice do Capítulo

O tilintar dos talheres contra a porcelana barata e o zunido baixo do refrigerador antigo eram os únicos sons que quebravam o silêncio na lanchonete de esquina. Localizada em uma ruela residencial e pouco movimentada de Seul, o estabelecimento era o esconderijo perfeito. Longe dos letreiros de neon espalhafatosos de Hongdae ou das avenidas vigiadas por paparazzis, o local exalava apenas o cheiro de café passado e fritura.

Em uma das mesas de canto, protegidos pela penumbra e por bonés estrategicamente abaixados, estavam Jeon Jungkook e Mia.

Para o resto do mundo, eles eram a definição absoluta de perfeição. Ele, o homem que arrastava multidões; ela, uma idol solista no topo absoluto de sua carreira. No entanto, por trás das câmeras, a realidade cobrava o seu preço. Nas últimas quarenta e oito horas, fotos granuladas de um encontro privado dos dois haviam vazado, e a internet estava prestes a colapsar. A pressão das agências e o escrutínio dos fãs pesavam sobre os ombros de ambos como chumbo.

Jungkook tamborilava os dedos longos na mesa de fórmica, os olhos fixos na xícara de café intocada. Ele soltou um suspiro pesado, ajeitando a máscara preta no queixo.

— Mia, eu sei que isso soa completamente absurdo… bizarro, na verdade — ele começou, a voz grave saindo num sussurro tenso. Ele olhou nos olhos dela, demonstrando uma preocupação genuína. — Mas se as empresas realmente exigirem esse contrato de fachada… acho que é a nossa única saída viável. É a única forma de desviar o foco de nós dois e proteger o grupo.

Mia, que até então encarava a janela embaçada, voltou-se para ele. O rosto impecável carregava marcas nítidas de exaustão.

— Eu também passei a noite em claro pensando nisso, Kook — ela respondeu, a voz suave, mas firme. — É uma medida extrema, eu sei. Mas é temporária. Se a mídia morder a isca de que você está em um relacionamento sério com outra pessoa, o escândalo sobre nós dois morre instantaneamente. Isso dá oxigênio para as nossas carreiras.

Jungkook concordou com a cabeça, embora uma ruga de insegurança se formasse entre suas sobrancelhas. A ideia de arrastar um terceiro elemento para aquele turbilhão o deixava desconfortável.

— Tudo bem. Mas… quem? — ele perguntou, cruzando os braços. — Alguém da indústria estaria visado demais. Uma trainee? Uma modelo iniciante? Qualquer uma delas usaria isso para subir, ou pior, venderia a história para um tabloide na primeira oportunidade.

Mia não respondeu de imediato. Seus olhos castanhos começaram a escanear a lanchonete quase vazia. Passaram pelas mesas limpas e, finalmente, pararam na figura de uma jovem que recolhia algumas xícaras sujas do outro lado do salão.

Era S/N.

Ela era visivelmente estrangeira, o que por si só já a destacava naquele cenário. Mas o que realmente chamou a atenção de Mia foi a postura da garota. Seus ombros estavam caídos pelo cansaço de quem provavelmente emendava turnos duplos e, naquele exato momento, o gerente da lanchonete passava por ela, proferindo palavras ásperas em coreano sobre uma bandeja mal lavada. S/N apenas abaixou a cabeça, engoliu o orgulho e continuou a limpar a mesa, sendo tratada com um descaso doloroso.

Mia analisou-a por longos segundos.

— Aquela garota ali — disse Mia, indicando sutilmente com o olhar. — Ela parece ser perfeita para o que precisamos.

Jungkook piscou, surpreso. Ele se virou ligeiramente na cabine de madeira, os olhos escuros focando na garçonete.

— Você ficou maluca, Mia? — ele hesitou, a voz preenchida por dúvida. — Ela é uma civil. Uma desconhecida. Você realmente acha que ela toparia entrar em um jogo corporativo desse tamanho?

— Olhe para ela, Jungkook — Mia insistiu, mantendo o tom baixo. — Ela parece precisar desesperadamente de dinheiro. E, sendo uma estrangeira aqui, ela está isolada. Ela não tem vínculos com a mídia coreana, não tem conexões com fã-clubes e provavelmente só quer sobreviver. Vai ser muito mais fácil para ela manter o profissionalismo se o retorno financeiro mudar a vida dela.

Jungkook ponderou as palavras de Mia. Ele olhou novamente para a jovem. Havia uma dignidade silenciosa na forma como ela trabalhava, apesar do cansaço evidente. Após um longo momento, ele soltou o ar que prendia, cedendo.

— Ok. Mas com extremo cuidado, Mia. Isso precisa ser estritamente profissional. Não podemos estragar a vida de alguém só para salvar as nossas.

— Deixe comigo — Mia disse, ajustando o próprio boné antes de deslizar para fora do banco.

S/N sentia suas pernas latejarem. Aquela altura do campeonato, ela já não sabia se a dor pior era nas costas ou no orgulho, depois de passar o dia ouvindo reclamações de clientes impacientes e do gerente mal-humorado. Tudo o que ela queria era que o relógio corresse mais rápido para que pudesse ir para o seu cubículo de goshiwon.

— Oi, você tem um momento?

A voz suave fez S/N erguer os olhos do balcão que esfregava. Diante dela estava uma mulher jovem, vestida de forma simples, mas que exalava uma elegância que não combinava com aquele lugar. Atrás dela, na mesa de canto, um rapaz alto mantinha o rosto parcialmente coberto.

S/N endireitou o corpo, adotando uma postura defensiva.

— Gostaria de conversar com você sobre uma proposta — continuou a mulher, oferecendo um sorriso amigável.

S/N semicerrou os olhos, segurando o pano de limpeza com mais força. A desconfiança era nítida em sua voz:

— Uma proposta? Que tipo de proposta? O que você quer?

— É uma proposta de trabalho. Totalmente legal e altamente lucrativa — explicou Mia, mantendo a calma. — Nenhuma pressão, juro. Só uma conversa de cinco minutos. Se você não se interessar, fingimos que isso nunca aconteceu.

S/N olhou da mulher para o rapaz misterioso na mesa de canto. Ela sentiu um frio na barriga, mas o cansaço acumulado pesou mais alto. Com relutância, ela jogou o pano sobre o balcão.

— Tá bom. Vou ouvir o que você tem a dizer. Mas tenho exatamente cinco minutos antes que o meu gerente venha gritar comigo de novo.

Mia assentiu e gesticulou para que S/N a acompanhasse até a mesa de canto. S/N acomodou-se, mantendo uma distância segura. Jungkook observava tudo em silêncio absoluto.

— Você deve ter visto algo sobre nós na mídia recentemente, ou pelo menos reconhece nossos rostos — começou Mia, indo direto ao ponto. — A nossa situação pública ficou extremamente complicada nas últimas horas. Uma mentira perigosa está circulando, e nós pensamos em uma solução drástica. Precisamos de alguém para fingir estar em um relacionamento com o Jungkook. Como parte de um contrato formal. É só uma farsa pública, nada pessoal.

S/N piscou, processando as palavras. Ela sabia quem eles eram, mas nunca imaginou que faria parte daquela engrenagem. Ela olhou ao redor, observou as paredes descascadas da lanchonete e refletiu sobre sua própria realidade: o aluguel atrasado e a conta bancária zerada. O que ela tinha a perder?

Ela respirou fundo e fixou o olhar em Mia.

— Eu topo — respondeu S/N, a voz firme. — Não tenho nada a perder aqui.

Jungkook e Mia trocaram olhares rápidos. O alívio que se seguiu foi quase palpável.

— Você teria que assinar um contrato de confidencialidade e prestação de serviços. Será algo temporário e profissional — explicou Mia, retirando uma pasta de couro de dentro de sua bolsa.

— Ok. Confio que vocês manterão tudo no âmbito profissional. Quando começamos?

— Assim que você assinar — respondeu Mia, deslizando os papéis e uma caneta pela mesa.

S/N pegou a caneta e, após encarar as cláusulas escritas em coreano e inglês, assinou seu nome na última linha.

— Temos um acordo — disse Mia, relaxando os ombros. — Vamos fazer isso funcionar para todos nós.

Jungkook finalmente quebrou o silêncio, a voz ressonando baixa e aveludada.

— A gente só precisa fazer parecer real diante das câmeras — ele disse, olhando diretamente nos olhos dela. — Não vai ter pressão, nem exigências além do que for rigidamente combinado. Só queremos resolver essa crise sem machucar ninguém. Especialmente você.

S/N respirou fundo, tentando assimilar o impacto daquela assinatura.

— Tudo bem. Eu entendi. Faço o que for preciso para que acreditem, mas espero que isso acabe logo.

— Vai acabar, sim — Mia tentou tranquilizá-la. — E até lá, você pode contar com a gente. Não vamos te deixar sozinha no meio desse tiroteio.

S/N puxou o ar, cruzando os braços sobre o avental de trabalho. Ela precisava verbalizar a loucura daquilo para ter certeza de que não estava alucinando.

— Então, deixa eu ver se entendi direito… Eu vou fingir ser a namorada do Jungkook, uma estrangeira com quem ele vem se envolvendo em segredo há alguns meses. A história oficial é que a gente se conheceu aqui neste café, saímos algumas vezes, e agora ele decidiu me “assumir” publicamente para evitar mal-entendidos, já que a mídia acha que vocês dois são um casal. Isso está atrapalhando a carreira de vocês… e, mais para frente, eu vou ter que me mudar para a casa dele para reforçar a história. É isso? Não vai parecer forçado demais?

Mia e Jungkook trocaram um olhar breve, surpresos com a rapidez com que S/N captou a engrenagem.

— Exatamente isso — respondeu Mia. — A ideia é que pareça o mais orgânico possível. A mudança para a casa dele só virá depois, no momento certo do plano. Tudo no seu tempo.

— Nada será forçado, eu te garanto — completou Jungkook, assumindo uma postura mais firme. — Queremos que você se sinta à vontade. Vai ser um passo de cada vez. Se em algum momento a pressão ficar insuportável e você quiser parar, a gente para. É só até a poeira baixar.

S/N engoliu em seco.

— Tudo bem. Eu topo. Vou fazer o meu melhor.

— Antes de prosseguirmos, gostaríamos de apresentar formalmente os termos financeiros e estruturais, para que não haja margem para mal-entendidos — disse Mia, assumindo uma postura corporativa e desdobrando um anexo do contrato.

— Estou ouvindo — respondeu S/N.

— O contrato prevê que você assumirá publicamente o papel de namorada do Jungkook por um período inicial de seis meses — explicou Mia. — Durante esse tempo, será necessário apenas manter a aparência de um relacionamento estável diante da mídia e em eventos específicos. Nenhuma intimidade real ou contato físico forçado será exigido. Sua privacidade e seu espaço pessoal serão respeitados.

— Você irá residir na minha casa durante esse período — interveio Jungkook. — Não haverá qualquer tipo de cobrança de despesas da sua parte. Todas as suas necessidades básicas — alimentação, transporte, vestuário para as aparições públicas, entre outras coisas — serão de nossa total responsabilidade. Queremos que você se sinta segura sob o meu teto.

S/N ouvia tudo, sentindo que estava lendo o roteiro de um filme. Mas a verdadeira reviravolta veio a seguir.

— Quanto à compensação financeira — continuou Mia —, o valor fixado é de ₩8.000.000 mensais. E o primeiro pagamento será efetuado agora, em espécie, assim que formalizarmos a assinatura deste anexo.

S/N sentiu o ar faltar por um segundo. Oito milhões de won por mês. Aquilo era mais do que ela ganhava em quase um ano inteiro de trabalho escravo naquela lanchonete. Era o suficiente para pagar suas dívidas e finalmente respirar. Ela controlou o tremor nas mãos.

— E quanto à minha atual função aqui? Preciso pedir demissão formalmente?

— Não se preocupe com isso — respondeu Jungkook prontamente. — Nossa equipe jurídica pode cuidar de toda a burocracia. Não será necessário que você continue trabalhando aqui, a menos que seja um desejo seu. Para a segurança da imagem, o ideal é se afastar.

— Certo. E sobre o sigilo?

— Há uma cláusula de confidencialidade absoluta — disse Mia, séria. — Qualquer vazamento de informação implicará em penalidades severas e processos previstos em lei.

— Entendido. Faz sentido.

— Aqui estão os documentos — disse Mia, entregando a caneta novamente para a garota. — Quando estiver pronta, pode assinar o termo de início.

S/N pegou os papéis. Seus olhos correram pelas linhas por alguns minutos. Sem dizer mais nada, convicta de que aquela era a sua grande chance, posicionou a caneta e assinou.

— Assinado — ela disse, entregando os papéis de volta.

Jungkook, sem hesitar, retirou um envelope pardo, volumoso e pesado de seu casaco e o estendeu sobre a mesa, empurrando-o delicadamente até as mãos de S/N.

— Este é o primeiro pagamento. A partir de agora, você não precisa mais se preocupar com contas. Nós vamos cuidar de todo o resto.

Mia guardou os documentos na pasta e esboçou um sorriso de canto, exausta.

— Bem-vinda ao nosso caos, S/N.

S/N respirou fundo, os dedos apertando o envelope com força. O dinheiro era real. O contrato era real. Ela olhou para o homem que, a partir daquele segundo, seria seu namorado perante o mundo inteiro.

— Ok — S/N sussurrou para si mesma. — Vamos a isso.

21 Comentários

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  1. Karine
    Jan 3, '26 at 3:21 pm

    Jungkook e Mia trocaram olhares surpresos, mas aliviados.

    Nossa, fácil assim kkkk

  2. Karine
    Jan 3, '26 at 3:25 pm

    — Este é o primeiro pagamento, conforme o combinado. A partir de agora, você não precisa se preocupar com mais nada. Vamos cuidar do resto.

    Será q a carne caiu no prato certo ? Kkk

  3. Thamiris Gomes
    Jan 3, '26 at 10:54 pm

    — Eu topo. Não tenho nada a perder.

    Tipo de proposta que eu aceitaria facin

    1. Luana
      @Thamiris Gomes • Mar 2, '26 at 9:31 am

      Não precisa falar 2 vx kkkkk

  4. Thamiris Gomes
    Jan 3, '26 at 10:55 pm

    — A gente só precisa fazer parecer real. Não vai ter pressão, nem exigências além do que for combinado. Só queremos resolver isso sem machucar ninguém.

    Nessa de não querer machucar ninguém, alguém sempre sai ferido

    1. Marcela
      @Thamiris Gomes • Jul 21, '26 at 8:12 pm

      [quote]— Eu topo — respondeu S/N, a voz firme. — Não tenho nada a perder aqui.

      Não julgo, faria o mesmo kkk

  5. Thamiris Gomes
    Jan 3, '26 at 11:06 pm

    — Bem-vinda ao nosso caos.

    Era meu sonho kk

  6. Iasmine
    Feb 21, '26 at 12:03 am

    — Aquela garota ali. Ela parece ser perfeita para isso.

    hummm sinto cheiro de confusão vindo aí

  7. Iasmine
    Feb 21, '26 at 12:04 am

    — Então, deixa eu ver se entendi… Eu vou fingir ser a namorada do Jungkook, que ele vem se envolvendo em segredo há alguns meses. A gente se conheceu aqui no café, saímos algumas vezes, e agora ele decidiu me “assumir” pra evitar mal-entendidos, já que estão achando que vocês dois são um casal. Isso tá atrapalhando a vida pessoal e profissional de vocês… e, mais pra frente, eu vou morar com ele pra reforçar a história. É isso? Não vai parecer forçado?

    Hummm morar com ele, vai vir babado forte por aí ein

    1. Luana
      @Iasmine • Mar 2, '26 at 9:33 am

      Vai não gata ! Só vá

    2. Marcela
      @Iasmine • Jul 21, '26 at 12:34 am

      [quote]— Você ficou maluca, Mia? — ele hesitou, a voz preenchida por dúvida. — Ela é uma civil. Uma desconhecida. Você realmente acha que ela toparia entrar em um jogo corporativo desse tamanho?

      Posso me candidatar?? Quero entrar nesse jogo também kkkk

  8. Iasmine
    Feb 21, '26 at 12:05 am

    — Você irá residir na minha casa durante esse período — disse Jungkook. — Não haverá qualquer cobrança de despesas pessoais. Todas as suas necessidades — alimentação, transporte, vestuário, entre outras — serão de nossa responsabilidade. Queremos que você se sinta segura e confortável.

    Sem pressão amore, vai dormir nos braços do jeykey

  9. Iasmine
    Feb 21, '26 at 12:06 am

    SN respirou fundo, segurando o envelope com firmeza.

    Essa soube aproveitar as oportunidades kkkkk um bofe gato e dinheiro

  10. Marcela
    Jul 21, '26 at 12:36 am

    [quote]— Ok. Mas com extremo cuidado, Mia. Isso precisa ser estritamente profissional. Não podemos estragar a vida de alguém só para salvar as nossas.

    Ao menos tem noção das coisas

    1. Marcela
      @Marcela • Jul 21, '26 at 8:16 pm

      [quote]— Quanto à compensação financeira — continuou Mia —, o valor fixado é de ₩8.000.000 mensais. E o primeiro pagamento será efetuado agora, em espécie, assim que formalizarmos a assinatura deste anexo.

      Sai SN, EU VOU NO LUGAR DELA, EU VOOOU

  11. Marcela
    Jul 21, '26 at 8:14 pm

    [quote]— Então, deixa eu ver se entendi direito… Eu vou fingir ser a namorada do Jungkook, uma estrangeira com quem ele vem se envolvendo em segredo há alguns meses. A história oficial é que a gente se conheceu aqui neste café, saímos algumas vezes, e agora ele decidiu me “assumir” publicamente para evitar mal-entendidos, já que a mídia acha que vocês dois são um casal. Isso está atrapalhando a carreira de vocês… e, mais para frente, eu vou ter que me mudar para a casa dele para reforçar a história. É isso? Não vai parecer forçado demais?

    Mulheeeer, tu vai morar com o Jk, aproveita e tenta tirar uma casquinha kkkk

  12. Rabel
    Aug 22, '26 at 11:52 am

    S/N respirou fundo, os dedos apertando o envelope com força. O dinheiro era real. O contrato era real. Ela olhou para o homem que, a partir daquele segundo, seria seu namorado perante o mundo inteiro.

    É assim alguém vai se lascar no final kkkkkkkkk

  13. Sheila
    Aug 23, '26 at 5:36 pm

    [quote]S/N respirou fundo, os dedos apertando o envelope com força. O dinheiro era real. O contrato era real. Ela olhou para o homem que, a partir daquele segundo, seria seu namorado perante o mundo inteiro. [/quote
    Começando a ler esse caos delicioso!!!
    Kkkk

  14. Sheila
    Aug 23, '26 at 5:38 pm

    — O contrato prevê que você assumirá publicamente o papel de namorada do Jungkook por um período inicial de seis meses — explicou Mia. — Durante esse tempo, será necessário apenas manter a aparência de um relacionamento estável diante da mídia e em eventos específicos. Nenhuma intimidade real ou contato físico forçado será exigido. Sua privacidade e seu espaço pessoal serão respeitados.

    Também aceito, onde assim?! Kkkk

  15. Sheila
    Aug 23, '26 at 5:39 pm

    — Nada será forçado, eu te garanto — completou Jungkook, assumindo uma postura mais firme. — Queremos que você se sinta à vontade. Vai ser um passo de cada vez. Se em algum momento a pressão ficar insuportável e você quiser parar, a gente para. É só até a poeira baixar.

    Que situação difícil, só que não!!! Kkkk

  16. Sheila
    Aug 23, '26 at 5:41 pm

    — Eu topo — respondeu S/N, a voz firme. — Não tenho nada a perder aqui.

    Quem não toparia?! Kkkk

Nota