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Índice do Capítulo

A tela da televisão na suíte de Namjoon transmitia o jornal local de Nova York em um volume quase inaudível, mas para Jungkook, aquele brilho azulado era a única coisa que importava no quarto. Sentado na beirada da cama, com os olhos fixos na tarja de notícias no rodapé da transmissão, ele nem piscava. Quando o repórter anunciou que as equipes de limpeza haviam finalizado o desimpedimento da rodovia principal de Bear Mountain e que o tráfego começava a fluir, o mundo de Jungkook deu uma volta completa.

Ele não esperou nem mais um segundo. Ignorando o cansaço, a dor aguda nos punhos e qualquer sinal de prudência, pegou a chave do SUV reserva da equipe sobre a mesa. Saiu da suíte a passos rápidos e silenciosos, usando as escadas de serviço para não cruzar com Namjoon, Jin ou qualquer assessor no saguão.

O ar congelante de Manhattan atingiu o rosto dele como uma chicotada assim que ele pisou no estacionamento subterrâneo. Jungkook vestia apenas uma calça de moletom cinza larga, uma blusa de algodão oversized preta e um par de chinelos trocados nos pés — um de cada cor —, sem ao menos um casaco para protegê-lo do frio abaixo de zero. O cabelo preto estava completamente desalinhado, os olhos vermelhos e fundos de um choro exaustivo e contínuo, e a mão direita, tomada por ataduras manchadas de sangue seco, mal conseguia segurar o volante com firmeza.

Ele deu a partida e acelerou, saindo do prédio como um vulto sob a névoa nova-iorquina.

As ruas da cidade ainda estavam cobertas por uma camada fina e traiçoeira de gelo negro. O carro dava leves derrapadas nas curvas mais fechadas, exigindo que ele cravasse os dedos na direção para manter o controle, mas Jungkook não tirava o pé do acelerador. A urgência de chegar até S/N erguia uma névoa sobre qualquer instinto de preservação. Ele precisava ver o rosto dela. Precisava saber se ela ainda existia para ele.

Com o celular preso no suporte do painel, ele mantinha a discagem automática ligada. Por mais de meia hora, a resposta foi a mesma: a mensagem fria de que o aparelho chamado estava fora da área de cobertura.

Porém, no momento em que o SUV se aproximou dos limites entre a rodovia estadual e o acesso ao pé da montanha, o tom de chamada mudou.

O som do telefone chamando — tu… tu… tu… — ecoou alto pelos alto-falantes do veículo.

O peito de Jungkook deu um salto tão violento que ele freou bruscamente, encostando o SUV de qualquer jeito contra o meio-fio da pista deserta. Ele avançou sobre a tela do celular com os dedos trêmulos. O aplicativo de mensagens atualizou. A foto de S/N apareceu no topo da lista. As barrinhas de confirmação ficaram azuis.

Ela tinha visto. Ela lera cada um dos áudios, cada uma das súplicas, cada uma das confissões desesperadas que ele enviara durante a madrugada.

Jungkook prendeu a respiração, os olhos cravados na tela à espera das reticências indicando que ela estava digitando. Cinco segundos se passaram. Dez. Quinze. Nada. O silêncio dela doeu mais do que qualquer recusa verbal.

O pavor de perdê-la de vez subiu pela sua garganta como veneno. Ele engatou a marcha e acelerou de novo, arrancando com os pneus cantando no asfalto molhado. O carro deu uma derrapada perigosa de lado antes de alinhar na pista, os motores rugindo enquanto ele cruzava muito acima da velocidade permitida.

Sem conseguir digitar enquanto tentava manter o SUV no caminho, Jungkook apertou o botão do microfone no painel e começou a gravar um novo áudio, a voz sufocada pelo pânico:

— S/N! Pelo amor de Deus, fala comigo! Eu sei que você viu! Eu vi que você leu, por favor! — Ele soltou um soluço rasgado, os olhos marejados quase não enxergando a pista à frente enquanto o carro deslizava em uma curva. — Eu não tô aguentando mais… Eu tô indo te buscar. Me diz que você tá bem… me diz que tá viva, que tá com saudade… me xinga, diz que me odeia, mas fala comigo! Eu só preciso ouvir a sua voz… por favor, S/N!

No meio do áudio, o SUV pegou uma placa de gelo acumulado na pista e derrapou feio. A traseira escapou para a esquerda com um ruído alto de borracha cantando no asfalto até que Jungkook conseguisse endireitar o volante à força.

Dentro do táxi que descia a rodovia em velocidade reduzida por segurança, o celular de S/N vibrou em suas mãos.

A tela acendeu com a mensagem de áudio recém-chegada. Com os olhos marejados e o coração prensado na caixa torácica, ela deu o play na gravação do Jungkook. A voz desesperada dele, o choro descontrolado e, por fim, o som nítido do carro derrapando com violência no fundo do áudio fizeram o sangue de S/N gelar instantaneamente.

— Meu Deus… — sussurrou ela, o pavor tomando conta do seu corpo.

Sem pensar em mais nada — sem pensar no Yoongi, na culpa, no que fizera no chalé ou nas consequências —, ela discou o número dele de volta.

O telefone do outro lado não chegou a completar o primeiro toque.

— S/N?! — a voz de Jungkook disparou pelo viva-voz do carro, desesperada, ofegante, quase sem ar. — S/N, é você?! Você tá aí?!

— Jungkook! — ela gritou contra o aparelho, as lágrimas escorrendo sem parar pelo rosto. — Jungkook, onde você tá?! Por que você tá dirigindo nesse estado?! Você enlouqueceu?! Eu ouvi o barulho do carro, você tá bem?!

— Eu não me importo! — ele respondeu de volta, a respiração num ritmo descontrolado. — Eu não me importo com nada! Eu tô indo te buscar, S/N. Eu não posso te perder, eu não aguento ficar longe de você nem mais um segundo, eu tô no pé da…

Nesse exato instante, o táxi cruzou por um SUV preto que vinha no sentido oposto da rodovia.

S/N olhou pela janela lateral e, pela transparência do vidro, viu a figura desfeita de Jungkook ao volante, o telefone na mão enfaixada, o rosto banhado em suor e lágrimas. Ao mesmo tempo, Jungkook olhou pelo retrovisor do SUV e reconheceu o rosto dela através da janela do táxi.

O som dos freios do carro dele travando ecoou duplo — através da ligação no ouvido dela e do lado de fora da estrada.

Jungkook puxou o freio de mão com força bruta. O SUV rodou na pista, cantando pneu em um cavalo de pau perigoso na neve derretida, virando o sentido do veículo e acelerando com tudo atrás do táxi. Como o motorista do táxi dirigia devagar por causa do piso escorregadio, o SUV de Jungkook o alcançou em questão de segundos.

Numa manobra desesperada e inconsequente, Jungkook ultrapassou o táxi, jogou a traseira do SUV na frente do veículo e atravessou o carro no meio da pista, bloqueando totalmente a passagem.

O taxista deu uma freada brusca, soltando um palavrão enquanto o carro parava a poucos centímetros da lataria do SUV.

Antes que o motorista pudesse reclamar, a porta do motorista do SUV se abriu com violência. Jungkook saiu do carro.

Ele parecia o retrato vivo do colapso. Sem casaco sob o vento cortante da montanha, vestindo apenas a blusa oversized e a calça de moletom, ele caminhou até o táxi. O cabelo estava totalmente bagunçado, os lábios roxos pelo frio, a mão enfaixada no peito e os olhos vermelhos e inchados fixos no banco de trás do carro.

S/N continuava paralisada no banco, o telefone ainda na orelha, vendo-o se aproximar. O som da respiração descontrolada dele vinha duplamente pelo alto-falante e pelo ar de fora.

Jungkook parou na porta do passageiro, apoiando as duas mãos no vidro da janela, arfando pesado. O vapor de sua respiração embaçava o vidro enquanto ele a encarava com um olhar de puro socorro.

Sem dizer nada, S/N abriu a porta e colocou os pés para fora.

No segundo em que ela pisou no asfalto, Jungkook a envolveu em um abraço desesperado.

Ele a puxou para o seu peito com tanta força que o ar dos pulmões dela sumiu. Ele escondeu o rosto na curva do pescoço dela, seu corpo inteiro tremendo involuntariamente por causa do frio e do choro convulsivo que voltou a tomar conta dele. As mãos dele — uma delas coberta pelas ataduras — apertavam o casaco dela como se, se ele a soltasse por um segundo, ela fosse evaporar.

— Você tá aqui… você tá aqui… — murmurava ele, a voz sumindo na pele dela, os soluços altos quebrando o silêncio da estrada. — Por favor, não vai embora. Não faz isso comigo. Eu imploro…

S/N permaneceu imóvel por um segundo, o impacto do toque dele trazendo de volta todo o amor puro, doloroso e confuso que ela sentia. As lágrimas dela molharam o tecido da blusa dele. Lentamente, ela ergueu os braços e o abraçou de volta, enterrando as mãos nas costas largas dele.

— Jungkook… você é um louco — disse ela, chorando baixinho. — Você podia ter se matado nessa estrada…

— Eu não me importo — ele se afastou apenas alguns centímetros, segurando o rosto dela com as duas mãos, olhando fundo nos olhos dela com um desespero cru. — Eu não me importo com nada se eu não tiver você. S/N… me ouve. Eu sei que eu errei. Eu sei que fui um idiota com a Mia, com a imprensa, com tudo. Mas eu te amo. Eu amo você de um jeito que tá me destruindo por dentro.

S/N desviou o olhar, a culpa do que vivera poucas horas antes no chalé com Yoongi martelando na sua cabeça com uma violência insuportável.

— Jungkook… — sussurrou ela, com a voz embargada. — Eu… eu não mereço você. Você não sabe o que aconteceu…

Jungkook segurou o queixo dela com delicadeza, obrigando-a a olhar para ele. Havia uma lucidez dolorosa naqueles olhos vermelhos.

— Eu não quero saber — disse ele, sem hesitar, a voz firme no meio do choro. — Se aconteceu alguma coisa entre vocês lá naquele chalé… se você ficou com o Yoongi… a gente senta e conversa depois. A gente resolve. Eu não me importo, S/N. Eu só preciso de você comigo. Eu aceito qualquer coisa, mas não me deixa. Por favor… não desiste da gente.

A entrega absoluta dele, a disposição de perdoar qualquer coisa antes mesmo que ela dissesse uma palavra, terminou de quebrar o peito de S/N. Ela não conseguiu formular uma resposta. Apenas encostou a testa no peitoral dele e chorou em silêncio, deixando que ele a segurasse como se ela fosse seu único ponto de apoio no mundo.

Jungkook pagou o taxista, abriu a porta do passageiro para ela com todo o cuidado, tirou o próprio cachecol que Yoongi havia colocado nela e a cobriu melhor, antes de dar a volta e assumir o volante novamente.

O caminho de volta para Manhattan foi feito em silêncio, mas não era o silêncio distante do chalé. Era um silêncio carregado de uma tensão emocional quase palpável, com a mão esquerda de Jungkook pousada firme sobre a coxa dela durante todo o percurso, recusando-se a quebrar o contato físico.

Quando o SUV finalmente estacionou na garagem do hotel em Manhattan, o cenário que os aguardava parecia o centro de um terremoto.

A imprensa inteira de Nova York e correspondentes internacionais já estavam aglomerados no saguão e nas áreas de eventos do hotel. A notícia de que Mia daria uma declaração bombástica sobre o BTS havia vazado minutos antes, criando um cerco de fotógrafos, câmeras e jornalistas ansiosos.

Assim que os dois pisaram no corredor do andar executivo, o celular de Jungkook tocou. Era Namjoon, com a voz alterada de pura ansiedade:

— Jungkook! Onde diabos você tá?! A Mia enlouqueceu de vez! Ela contornou a segurança, desceu para o salão de eventos no piso térreo e convocou uma coletiva de imprensa improvisada! Ela tá com os microfones na frente dela agora mesmo, prestes a anunciar a gravidez pra mídia do mundo inteiro! Vem pra cá agora com os advogados!

Jungkook encarou S/N, os dentes cravados no lábio.

— Ela vai destruir tudo… — murmurou ele, o pavor de ver sua carreira e sua vida expostas daquele jeito voltando a assombrá-lo.

— Vamos lá — disse S/N, a voz adquirindo uma firmeza repentina. — Nós vamos juntos.

Eles desceram pelo elevador privativo diretamente para os fundos do grande salão de convenções do hotel. O ambiente estava lotado. Luzes de refletores iluminavam o pequeno palco onde Mia estava de pé em frente a um púlpito improvisado, cercada por dezenas de repórteres com gravadores erguidos. Namjoon, Jin e a equipe de segurança da empresa estavam parados na lateral, impotentes, tentando negociar com a assessoria do hotel para cortar a energia do som sem causar um tumulto maior.

Mia parecia radiante, vestindo um sobretudo elegante, o rosto impecável e uma expressão vitoriosa de quem sabia exatamente o poder que tinha nas mãos.

Assim que a porta lateral se abriu e Jungkook pisou no salão segurando a mão de S/N, a atenção de Mia se voltou para ele. Um sorriso triunfante surgiu nos lábios dela.

Ela se aproximou mais do microfone do púlpito, a voz ecoando alta e clara pelas caixas de som do salão:

— Que bom que você chegou, Jung! — disse Mia, projetando a voz com pura atuação dramática. Os flashes dos fotógrafos dispararam em uma tempestade de luzes brancas na direção de Jungkook. Mia olhou para a plateia de jornalistas e fez uma pausa calculada. — Senhores e senhoras… eu convoquei todos vocês aqui porque tenho uma notícia histórica e emocionante para dar. O Jungkook vai ser papai!

Fodeu. Ferrou de vez. O pensamento estalou na mente de Jungkook como um tiro.

O salão virou um caos absoluto instantaneamente. Dezenas de jornalistas gritaram perguntas ao mesmo tempo, os refletores cravando no rosto pálido e aterrorizado do caçula do grupo. Os flashes piscavam sem parar, cegando-o. Ele paralisou no lugar, a mão enfaixada tremendo, sem saber como redefinir aquela narrativa sem destruir sua imagem ou a da empresa.

Mia mantinha a postura orgulhosa, de queixo erguido, pronta para continuar seu discurso e dar os detalhes que enterrariam o futuro do cantor.

Foi quando S/N agiu.

Sem hesitar por um único milissegundo, S/N deu três passos decididos à frente, afastando-se de Jungkook. Na mesa técnica lateral do salão, onde o equipamento do DJ do evento da noite anterior ainda estava montado, havia um microfone com fio ligado ao sistema de som principal.

Ela avançou, pegou o microfone, apertou o chaveador de liga e colocou a voz para fora, límpida, firme e projetada por todos os alto-falantes do recinto:

— Obrigada, Mia! — a voz de S/N cortou o barulho da imprensa como uma lâmina de aço, fazendo o salão inteiro se calar em choque. — Muito obrigada por informar a nossa gravidez para todo mundo!

Mia congelou no palco. A cor fugiu do seu rosto na hora.

S/N virou-se levemente para a multidão de câmeras, mantendo o queixo erguido e um sorriso impecável, antes de voltar o olhar para Jungkook, que a encarava de boca aberta, sem entender nada.

— Eu não queria contar para ele dessa forma, diante de tantas câmeras… — continuou S/N, com um tom doce e perfeitamente encenado — …mas já que você tomou a liberdade de revelar que eu estou grávida… meu amor… — ela olhou bem nos olhos do Jungkook — …nós vamos ser papais!

O salão explodiu em um nível de caos mil vezes maior. Os repórteres se viraram em massa para S/N e Jungkook, os refletores mudando de foco em um piscar de olhos. A narrativa da Mia fora completamente desmantelada e atropelada em questão de dez segundos.

— O QUÊ?! — gritou Mia fora do microfone, os olhos saltando das órbitas. — ISSO É MENTIRA! ELA TÁ MENTINDO! O FILHO É…

Antes que Mia pudesse protestar ou gritar qualquer outra palavra perto do púlpito, Namjoon fez um sinal rápido com a cabeça. Dois seguranças gigantescos se aproximaram sutilmente de Mia por trás, segurando-a pelos braços com firmeza e escoltando-a para fora do palco pelas cortinas laterais, enquanto o foco de todas as câmeras do mundo permanecia fixado exclusivamente no casal no meio do salão.

Jungkook continuava estático no mesmo lugar, o cérebro tentando processar o golpe mestre que acabara de presenciar.

S/N desligou o microfone, colocou-o de volta na mesa técnica e caminhou calmamente até ele. Ela pegou a mão enfaixada dele, puxando-o com carinho para que caminhassem juntos em direção ao elevador privativo, ignorando o oceano de perguntas e flashes que os perseguia.

Assim que as portas de aço do elevador se fecharam, isolando o barulho ensurdecedor do salão, o silêncio voltou.

Jungkook virou-se para ela devagar, os olhos arregalados, a respiração curta.

— O… o que você acabou de fazer? — perguntou ele, a voz num fio.

S/N soltou um suspiro profundo, encostando as costas no espelho do elevador, o rosto queimando.

— Eu não faço a menor ideia — confessou ela, soltando uma risada nervosa.

Jungkook a encarou por três segundos inteiros. A ficha começou a cair em sua mente, e uma mistura de alívio, choque e desejo acendeu um brilho intenso nos olhos escuros dele. Um sorriso de canto — provocativo, apaixonado e perigoso — surgiu em seus lábios.

Ele deu dois passos à frente, prensando-a suavemente contra o espelho do elevador, e colocou a mão grande e quente diretamente sobre a barriga lisa dela por cima do casaco.

— Bom… muito bem — disse ele, o tom de voz descendo para um sussurro grave e rouco perto da orelha dela. — Agora a gente vai precisar fazer esse bebê. Vamos subir pro quarto… porque se você não tá grávida agora, meu amor… você vai precisar estar.

15 Comentários

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  1. Iasmine
    Sep 20, '26 at 9:53 am

    O ar congelante de Manhattan atingiu o rosto dele como uma chicotada assim que ele pisou no estacionamento subterrâneo. Jungkook vestia apenas uma calça de moletom cinza larga, uma blusa de algodão oversized preta e um par de chinelos trocados nos pés — um de cada cor —, sem ao menos um casaco para protegê-lo do frio abaixo de zero. O cabelo preto estava completamente desalinhado, os olhos vermelhos e fundos de um choro exaustivo e contínuo, e a mão direita, tomada por ataduras manchadas de sangue seco, mal conseguia segurar o volante com firmeza.

    Meu deus parece eu quando o entregador da shopee/shein chega, saio desse jeito kkkkkkkk

  2. Iasmine
    Sep 20, '26 at 9:55 am

    — S/N?! — a voz de Jungkook disparou pelo viva-voz do carro, desesperada, ofegante, quase sem ar. — S/N, é você?! Você tá aí?!

    Beleza o yoon ama ela… mas o Juku conseguiu ultrapassar qualquer sentimento caraiiii.. ele completamente desesperado

  3. Iasmine
    Sep 20, '26 at 9:56 am

    O caminho de volta para Manhattan foi feito em silêncio, mas não era o silêncio distante do chalé. Era um silêncio carregado de uma tensão emocional quase palpável, com a mão esquerda de Jungkook pousada firme sobre a coxa dela durante todo o percurso, recusando-se a quebrar o contato físico.

    A eletricidade entre eles é surreal… tipo um foi feito para o outro

  4. Iasmine
    Sep 20, '26 at 9:57 am

    — Que bom que você chegou, Jung! — disse Mia, projetando a voz com pura atuação dramática. Os flashes dos fotógrafos dispararam em uma tempestade de luzes brancas na direção de Jungkook. Mia olhou para a plateia de jornalistas e fez uma pausa calculada. — Senhores e senhoras… eu convoquei todos vocês aqui porque tenho uma notícia histórica e emocionante para dar. O Jungkook vai ser papai!

    Aiiiii que mulher maldita pqp… torcendo pra ela quebrar a cara logo

  5. Iasmine
    Sep 20, '26 at 9:58 am

    — Eu não queria contar para ele dessa forma, diante de tantas câmeras… — continuou S/N, com um tom doce e perfeitamente encenado — …mas já que você tomou a liberdade de revelar que eu estou grávida… meu amor… — ela olhou bem nos olhos do Jungkook — …nós vamos ser papais!

    Meuuuuuu Deus eu to gag ABSOLUTE CINEMA aaaaaaaaaaaaaaaaAaaaaaAaaaaa

  6. Iasmine
    Sep 20, '26 at 9:59 am

    — Bom… muito bem — disse ele, o tom de voz descendo para um sussurro grave e rouco perto da orelha dela. — Agora a gente vai precisar fazer esse bebê. Vamos subir pro quarto… porque se você não tá grávida agora, meu amor… você vai precisar estar.

    Eitaaaa porra agora ela tem uma missão KKKKKKKKKKKKKKKKKK vai ser mamaaaain

    1. Marcela
      @Iasmine • Sep 20, '26 at 10:38 am

      [quote]— S/N! Pelo amor de Deus, fala comigo! Eu sei que você viu! Eu vi que você leu, por favor! — Ele soltou um soluço rasgado, os olhos marejados quase não enxergando a pista à frente enquanto o carro deslizava em uma curva. — Eu não tô aguentando mais… Eu tô indo te buscar. Me diz que você tá bem… me diz que tá viva, que tá com saudade… me xinga, diz que me odeia, mas fala comigo! Eu só preciso ouvir a sua voz… por favor, S/N!

      “Me xinga”
      Seu corno cuscuz

  7. Marcela
    Sep 20, '26 at 10:35 am

    [quote]Ele não esperou nem mais um segundo. Ignorando o cansaço, a dor aguda nos punhos e qualquer sinal de prudência, pegou a chave do SUV reserva da equipe sobre a mesa. Saiu da suíte a passos rápidos e silenciosos, usando as escadas de serviço para não cruzar com Namjoon, Jin ou qualquer assessor no saguão.

    Cuidado JK, as escadas de serviço são apertadas, teus chifres vão ficar enganchado

  8. Marcela
    Sep 20, '26 at 10:41 am

    [quote]— Eu não me importo! — ele respondeu de volta, a respiração num ritmo descontrolado. — Eu não me importo com nada! Eu tô indo te buscar, S/N. Eu não posso te perder, eu não aguento ficar longe de você nem mais um segundo, eu tô no pé da…

    Ela enlouqueceu, literalmente

  9. Marcela
    Sep 20, '26 at 10:42 am

    [quote]— Eu não me importo! — ele respondeu de volta, a respiração num ritmo descontrolado. — Eu não me importo com nada! Eu tô indo te buscar, S/N. Eu não posso te perder, eu não aguento ficar longe de você nem mais um segundo, eu tô no pé da…

    ELE ENLOUQUECEU
    E PELO JEITO, TOU ENLOUQUECENDO JUNTO

  10. Marcela
    Sep 20, '26 at 10:44 am

    [quote]— Eu não me importo — ele se afastou apenas alguns centímetros, segurando o rosto dela com as duas mãos, olhando fundo nos olhos dela com um desespero cru. — Eu não me importo com nada se eu não tiver você. S/N… me ouve. Eu sei que eu errei. Eu sei que fui um idiota com a Mia, com a imprensa, com tudo. Mas eu te amo. Eu amo você de um jeito que tá me destruindo por dentro.

    Homem do céu, calmaaa AÊ

  11. Marcela
    Sep 20, '26 at 10:47 am

    [quote]— Eu não quero saber — disse ele, sem hesitar, a voz firme no meio do choro. — Se aconteceu alguma coisa entre vocês lá naquele chalé… se você ficou com o Yoongi… a gente senta e conversa depois. A gente resolve. Eu não me importo, S/N. Eu só preciso de você comigo. Eu aceito qualquer coisa, mas não me deixa. Por favor… não desiste da gente.

    Existe homens dispostos
    E existe o JK, que é disposto e meio
    ( É corno, sabe que é, aceita e abafa) E tá tudo bem, lavou tá novo

  12. Marcela
    Sep 20, '26 at 10:50 am

    [quote]A imprensa inteira de Nova York e correspondentes internacionais já estavam aglomerados no saguão e nas áreas de eventos do hotel. A notícia de que Mia daria uma declaração bombástica sobre o BTS havia vazado minutos antes, criando um cerco de fotógrafos, câmeras e jornalistas ansiosos.

    E vamos lá, para a mia comendo o resto do nosso juízo, e do JK também
    EU AINDA VOU DALE UM PAU NESSA VADIA

  13. Marcela
    Sep 20, '26 at 10:52 am

    [quote]— Obrigada, Mia! — a voz de S/N cortou o barulho da imprensa como uma lâmina de aço, fazendo o salão inteiro se calar em choque. — Muito obrigada por informar a nossa gravidez para todo mundo!

    ETA PORRA, HUUURUL
    PEGA FOGO CABARÉ

  14. Marcela
    Sep 20, '26 at 10:56 am

    Bom… muito bem — disse ele, o tom de voz descendo para um sussurro grave e rouco perto da orelha dela. — Agora a gente vai precisar fazer esse bebê. Vamos subir pro quarto… porque se você não tá grávida agora, meu amor… você vai precisar estar.

    Melhor esperar um pouco, JK
    Agora, NESSE MOMENTO, NAO VAI DA MUITO CERTO

Nota