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Índice do Capítulo

O ar dentro do quarto ainda parecia denso, carregado do calor e do cheiro do sexo que recém-terminara. Eles continuavam ali, largados sobre os lençóis bagunçados da grande cama, com os corpos nus colados, cobertos por uma fina camada de suor que secava aos poucos no ar-condicionado suave. O peitoral de Jungkook subia e descia em um ritmo lento, mas o braço esquerdo dele, pesado e tatuado, permanecia firme ao redor da cintura de S/N, prensando-a contra o seu quadril. Ele simplesmente não queria sair dali. Estava completamente grudado, enovelado nas pernas dela, exibindo um sorriso abobado e vitorioso que transformava o olhar do star em algo infinitamente puro e garoto.

S/N virou ligeiramente o rosto no travesseiro, os cabelos espalhados em desalinho, e encarou aquela expressão radiante a poucos centímetros da sua.

— O que foi? — ela murmurou com a voz rouca, o peito ainda arfando levemente. — Tá me olhando assim por quê?

Jungkook alargou ainda mais o sorriso, fazendo os dentes proeminentes se destacarem enquanto se inclinava mais um pouco. Ele roçou a ponta do nariz na bochecha dela, os lábios roçando na maciez da sua pele até chegar bem perto do seu ouvido.

— Eu só tava pensando… — ele sussurrou, a voz grave e arrastada, banhada por um tom infantil de malícia. — Se você estiver com sede… eu posso te dar um leite bem quentinho agora. O que acha?

S/N piscou duas vezes até a mente assimilar o duplo sentido da frase. Ela soltou um bufo indignado de riso e deu um estalo no ombro largo dele com a palma da mão.

— Jungkook!?

— O quê?! — ele riu alto, um som gostoso e genuíno que fez o peitoral dele tremer todinho contra o dela. — Eu só fiz uma oferta gentil!

Ainda rindo, ele afundou o rosto no vão do pescoço dela, posicionando a cabeça bem na dobra da nuca. Ele aspirou o cheiro dela com força, fechando os olhos enquanto distribuía beijinhos estalados e úmidos na pele macia daquela região.

— Não quero levantar agora… — murmurou ele com a voz abafada contra a pele dela, manhoso, cheirando seu cabelo. — Fica assim comigo só mais um pouquinho. Eu quero curtir você mais.

S/N sentiu o peito derreter, a mão subindo involuntariamente para acariciar os fios escuros e levemente úmidos da nuca dele.

— A gente tem o dia todo, kookie — ela disse baixinho, soltando uma risada doce. — Mas a minha fome é de verdade agora. Meu estômago tá até doendo.

Jungkook soltou um grunhido dramático de protesto, mas acabou cedendo. Ele deu um último selinho demorado nos lábios dela e se impulsionou para fora da cama. Sem cerimônia alguma com a própria nudez, caminhou até a poltrona e pegou apenas uma calça de moletom cinza. Ele a vestiu sem pressa, ajustando o cós na cintura baixa, mas o tecido macio não fez absolutamente nada para disfarçar o volume ereto que já começava a se desenhar denso e duro contra a sua coxa novamente. Ao perceber o olhar dela preso ali, ele deu um sorriso de canto, provocativo, e deu meia-volta, saindo descalço pelo corredor em direção à cozinha, todo animado e cantarolando baixo.

No quarto, S/N ficou sozinha. Ela se ajeitou sobre os travesseiros macios, puxando o edredom pesado até a altura do queixo, encarando o teto com os olhos brilhando. Um sorriso besta e incontrolável estava estampado em seu rosto. Ela parecia flutuar em uma bolha perfeita de alívio e felicidade. Buscando algo para se distrair enquanto ele preparava o café, esticou o braço até a mesa de cabeceira e pegou o celular.

Ao encarar a tela preta, franziu o cenho. Achou estranho; não se lembrava de ter desligado o aparelho.

Ela pressionou o botão lateral, quando o sistema operacional finalmente carregou, o aparelho praticamente entrou em combustão de tanta vibração consecutiva. Eram dezenas de notificações de chamadas perdidas e balões de mensagens se acumulando na tela.

Todas de Yoongi.

O sorriso no rosto de S/N desmoronou no mesmo segundo. O sangue pareceu fugir de suas extremidades, e uma fisgada gelada de pânico cravou-se no fundo do seu estômago.

Ela deslizou o polegar pela tela, abrindo o chat. As primeiras mensagens, enviadas no fim da tarde anterior, eram descontraídas e doces:

Yoongi: E aí, gatinha. Como tá seu dia? A gente vai se ver hoje? Tô pensando em passar aí mais tarde.

Mas, conforme as horas da madrugada avançavam, o tom mudava drasticamente para uma perplexidade aflita e urgente.

Yoongi: S/N, por que seu celular tá dando desligado?

Yoongi: A Mia acabou de me ligar chorando. Ela disse que o Jungkook terminou tudo com ela. O que tá acontecendo? Ele falou alguma coisa pra você?

Yoongi: Responde, S/N. Você tá com ele? O que ele disse alguma coisa?

Enquanto os olhos de S/N devoravam o texto, o visor acendeu com uma mensagem enviada naquele exato segundo:

Yoongi: Eu vi que você ficou online. Se você não me responder agora, eu vou bater aí na casa dele.

O coração de S/N deu um salto doloroso no peito. Suas mãos começaram a tremer de forma incontrolável. Em um ato de desespero para evitar que ele cometesse uma loucura, ela clicou no ícone de ligação e colocou o telefone no ouvido.

Yoongi atendeu no meio do primeiro toque.

— S/N?! — a voz dele veio rápida, mas ele visivelmente fazia um esforço descomunal para conter a respiração descontrolada e não transparecer seu verdadeiro estado emocional. Ele tentava manter a voz suave para não assustá-la, querendo primeiro ter certeza do estado dela. — Não… tá tudo bem com você? Aconteceu alguma coisa?!

S/N engoliu em seco, tentando domar o tremor nos lábios antes de responder.

— Yoongi… não, tá tudo bem comigo. Fica calmo. Tá tudo super bem.

Do outro lado, ouviu-se o som do ar sendo solto devagar pelos dentes dele. A raiva dele desmoronou quando soube que ela estava bem, mas a ferida do abandono já estava aberta.

— Você tem certeza disso, S/N? — a voz de Yoongi saiu mais baixa, rouca, carregada de uma vulnerabilidade contida que fez a alma dela arder em culpa. — Você está com ele?

— Estou, Yoongi… — ela respondeu baixinho. — O Jungkook é tudo o que eu sempre quis. Eu… eu te agradeço tanto por ter me ouvido, por ter sido meu porto seguro e por ter sido tão incrível comigo até quando eu tava sendo uma chata surtando por causa dele…

Houve uma pausa longa e dolorosa do outro lado da linha. Yoongi fechou os olhos na sua sala escura, segurando a respiração enquanto lutava contra as lágrimas que teimavam em subir pela sua garganta. Ele apertou os lábios com força, engolindo a seco aquele fel.

— Você nunca foi chata, gatinha… — ele murmurou, a voz fraquejando ligeiramente por meio segundo antes que ele pigarreasse para disfarçar. — Se você tá bem e se tem certeza disso… então eu também tô.

— Obrigada, Yoongi… de verdade. Você é incrível.

— O Jungkook tá aí? — ele perguntou, o tom subindo um degrau na rigidez.

— Tá na cozinha… você quer falar com ele?

— Diz pro Jungkook que antes do ensaio a gente tem que conversar — a frase de Yoongi saiu pausada, fria, cortante como uma lâmina.

S/N sentiu um calafrio percorrer toda a sua espinha.

— Mas… seria por causa do grupo? Vocês estão passando por algum problema?

— Precisamos resolver uma coisa — disse Yoongi, sem alterar o tom. — Não é nada demais, minha gatinha…

Nesse exato instante, a porta do quarto se abriu.

Jungkook vinha entrando para fazer uma pergunta, mas estancou o passo ao ouvir as palavras saindo do alto-falante do celular dela, o som ambiente estava tão silencioso e o tom de Yoongi era tão nítido que o áudio vazou perfeitamente.

O rosto de Jungkook mudou em um milissegundo. A fresta de docilidade evaporou, dando lugar a uma feição sombria. Ele caminhou a passos rápidos até a borda da cama e, pegando-a completamente desprevenida, passou a mão com firmeza pela cintura nua dela, puxando-a contra o seu corpo em um movimento possessivo que a fez dar um pequeno sobressalto.

Projetando o rosto por cima do ombro dela, bem perto do microfone do celular, Jungkook disparou com a voz grave, arrastada e carregada de pura provocação:

— Você não pode mais chamar ela de ‘minha gatinha’. Agora ela é oficialmente a minha namorada. Você vai ter que controlar o jeito que você chama a minha namorada.

Do outro lado, o estalo de raiva de Yoongi foi audível. O som de um objeto sendo atingido com força na mesa de Yoongi ressoou pela linha.

— O quê?! Jungkook, seu…

Antes que a discussão começasse ali mesmo, Jungkook deu um passo para trás para que S/N não percebesse a gravidade do atrito. Ele abriu um sorriso rápido e tranquilo para ela, pegou o celular da mão dela com leveza e levou ao próprio ouvido.

— A gente se vê no ensaio, hyung — disse ele, desligando a ligação na cara de Yoongi sem dar a mínima chance de réplica.

Ele jogou o telefone sobre a coberta e passou a mão pelo cabelo, desfazendo a expressão séria e melhorando a afeição para encarar a garota, embora seus olhos ainda conservassem uma faísca perigosa de ciúme.

— Eu saí por um minuto e os gatos já fazem a festa? — soltou ele, tentando parecer brincalhão.

S/N o encarou, puxando o edredom para mais perto do peito, visivelmente incomodada com o espetáculo.

— Jungkook, pra que isso? Você precisava ter falado daquele jeito?

Jungkook ergueu as sobrancelhas, aproximando-se e sentando na borda da cama.

— E como é essa história, S/N? Como é o seu relacionamento com o Yoongi-hyung? O que você pretende fazer agora, já que agora você é minha e só minha?

Ele se inclinou, puxando-a para um abraço apertado e protetor, e selou um beijo demorado no topo da cabeça dela, como se quisesse selar um pacto definitivo.

S/N suspirou contra o peito dele, sentindo o calor do corpo dele inundá-la, mas manteve a honestidade.

— Eu gosto muito do Yoongi, Jungkook. Eu não pretendo me afastar dele como amigo… mas entre a gente não vai ter mais nada. Acabou.

Jungkook franziu a testa no mesmo segundo, afastando-se um pouco para encará-la com o olhar confuso e nitidamente incomodado.

— Como assim ‘não ter mais nada’? Eu sei que vocês já ficaram, mas vocês tão ficando há tanto tempo assim? Vocês tão juntos?!

— O Yoongi sempre soube que eu sempre gostei de você, Jungkook — ela revelou, sustentando o olhar dele. — Ele era meu porto seguro quando você tava com a Mia, quando as coisas tavam difíceis e eu não sabia o que fazer. Ele sempre soube do meu sentimento por você.

Jungkook estancou. A informação caiu sobre o seu orgulho como uma martelada. Saber que o membro mais velho acompanhara cada lágrima dela por ele e que, mesmo assim, estivera com ela atiçou um sentimento sombrio em seu peito. Ele engoliu a seco, apertando a cintura dela com um toque um pouco mais firme, possessivo.

— Tá… eu entendi — murmurou ele, a voz descendo para um tom grave. — Mas agora você não precisa mais dele. Agora você tem a mim. Só a mim.

S/N deu uma risada fraca diante do ciúme indisfarçável dele, empurrando o peito dele de leve.

— Tá bom, seu possessivo. Mas ué… cadê o café da manhã?

Jungkook pareceu desarmar na hora, a expressão abrindo-se no sorriso fofo de costume.

— Eu vim justamente perguntar se você quer um café da manhã com sopa e acompanhamentos, ou um café bem reforçado.

— Para aguentar essa sua energia? Bem reforçado, por favor — ela respondeu, sorrindo.

— É pra já, meu amor — disse ele, roubando um selinho rápido antes de se levantar e voltar para a cozinha.

Às dez horas da manhã, quando ele precisou ir para o ensaio geral da turnê, e a atmosfera nos corredores do prédio era pura eletricidade acumulada.

S/N ficou do lado de fora, no lounge de apoio, enquanto Jungkook empurrou a porta pesada de isolamento acústico da sala de ensaios principal.

O espaço era gigantesco, espelhado do chão ao teto. Namjoon, Hoseok, Jimin, Taehyung e Seokjin estavam espalhados pelo chão de madeira, mas a conversa paralela morreu no exato segundo em que o caçula colocou os pés dentro do recinto. A tensão era sufocante.

No canto oposto da sala, encostado na barra de alongamento, Yoongi esperava. Ele vestia uma jaqueta preta e trazia os braços cruzados sobre o peito. Seus olhos escuros e fundos cravaram-se em Jungkook com uma fúria contida que prometia tempestade.

Jungkook caminhou até o centro da sala. Yoongi desencostou da parede e deu passos lentos até parar a um metro do mais novo.

— A gente precisa conversar — a voz de Yoongi saiu absurdamente fria, cortando o silêncio do lugar.

— Eu não tenho nada pra conversar com você, hyung — Jungkook rebateu de primeira, mantendo o queixo erguido e a postura desafiadora, as mãos na cintura. — O que eu tinha pra dizer, eu já disse no telefone. Ela é minha namorada.

— Você não tem o direito de se meter na vida dela desse jeito, e muito menos na minha! — Yoongi deu um passo à frente, a raiva finalmente rachando sua compostura. — Você é um moleque imaturo! Passou esse tempo todo vacilando, e agora que viu que a gente tava junto, resolveu dar um show na TV e estragar tudo por capricho?!

— Eu não estraguei nada! — Jungkook esbravejou, peito com peito contra o mais velho, os olhos faiscando. — Eu amo a S/N! Ela é a minha namorada oficialmente agora e você vai ter que aceitar essa porra! Você se aproveitou da situação porque sabia que eu tava num momento difícil! Você foi um oportunista, Yoongi!

— Oportunista?! — Yoongi soltou uma risada amarga, descontrolada, empurrando o peito de Jungkook com as duas mãos. — Eu cuidei dela quando você agia como um babaca! Eu dei o valor que você nunca teve capacidade de dar! Você não é homem pra ela, Jungkook!

— Repete isso! — urrou o caçula, o rosto totalmente vermelho de fúria, avançando para cima dele. — Repete que eu não sou homem pra ela! Ela tá comigo! Ela tá na minha cama, dormiu comigo essa noite e disse na minha cara que ama a mim, não a você! Você é passado!

A menção explícita à noite deles foi o limite biológico para Yoongi.

A razão do mais velho evaporou por completo. Com um rosnado cego de raiva, Yoongi avançou e desferiu um soco cruzado de direita devastador, atingindo em cheio a mandíbula de Jungkook.

O estalo seco do osso ecoou pela sala. Jungkook cambaleou dois passos para o lado, o lábio inferior cortando instantaneamente e sujando os dentes de vermelho. Mas o caçula não recuou: voltou como um animal enfurecido, soltando um urro e voando sobre o pescoço de Yoongi.

Jungkook prensou Yoongi contra o espelho gigante da sala com uma violência brutal. O vidro estremeceu com um baque ensurdecedor. Cego de ódio, Jungkook desferiu um soco pesado no rosto de Yoongi, atingindo-o na maçã do rosto. Yoongi devolveu com uma joelhada violenta no abdômen do mais novo, e os dois rolaram pelo chão de madeira, trocando empurrões, socos e xingamentos descontrolados em um atracamento físico insano.

— SEPARA! SEPARA ESSA PORRA AGORA! — Hoseok gritou, em pânico.

Namjoon e Seokjin voaram sobre a briga, agarrando Jungkook pelos braços e pela cintura, puxando o caçula com força extrema para trás. Jimin e Taehyung se jogaram sobre Yoongi, travando os ombros dele e arrastando-o na direção oposta.

— ME SOLTA! ME SOLTA, NAMJOON! — Jungkook urrava, descontrolado, tentando se livrar dos braços do líder enquanto o sangue do seu lábio pingava direto na camiseta branca.

Yoongi cuspiu um punhado de sangue no chão, o olho esquerdo já inchando rapidamente, e encarou o caçula com um ódio mortal enquanto era segurado por Jimin.

— CHEGA! CHEGA DESSA MERDA! — Namjoon berrou, a voz ecoando como um trovão que fez toda a sala se calar. O líder estava pálido, enfurecido e chocado com o nível de violência. — Vocês ficaram loucos?! A gente tá na véspera de uma turnê mundial e vocês tão se matando no soco por causa de mulher no meio do estúdio?!

Nenhum dos dois respondeu. Apenas mantiveram os olhares cravados um no outro, arfando pesadamente, tomados por uma fúria destrutiva.

Namjoon respirou fundo, tentando conter o próprio tremor de raiva, e virou-se para Hoseok com a voz gélida:

— Cancela o ensaio de hoje. Cancela tudo. Ninguém treina nessa porra hoje. Jimin, leva o Yoongi pro camarim do fundo e põe gelo na cara dele. Jin, segura o Jungkook aqui dentro e não deixa ele dar mais um passo.

O líder caminhou até a porta pesada, ajeitou a gola da camisa rasgada pelo esforço de conter o caçula e virou-se uma última vez para encarar os dois membros caídos e ensanguentados.

— Vocês têm até amanhã de manhã pra resolver essa sujeira… ou eu mesmo levo essa briga pra direção e acabo com essa turnê antes que ela comece.

A porta da sala de ensaios se fechou com um estrondo seco, deixando para trás apenas o som das respirações descontroladas, o cheiro metálico de sangue e o grupo completamente despedaçado no chão.

10 Comentários

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  1. Marcela
    Sep 6, '26 at 6:33 pm

    [quote]— Eu só tava pensando… — ele sussurrou, a voz grave e arrastada, banhada por um tom infantil de malícia. — Se você estiver com sede… eu posso te dar um leite bem quentinho agora. O que acha?

    Tá me perguntando JK? Se tiver, eu n vou fazer essa desfeita
    Eu aceito kkkk

  2. Marcela
    Sep 6, '26 at 6:35 pm

    [quote]— O quê?! — ele riu alto, um som gostoso e genuíno que fez o peitoral dele tremer todinho contra o dela. — Eu só fiz uma oferta gentil!

    Mulheeeer, ele tá querendo ajudar a matar a rua sede, e tu nem pra agradecer ?

  3. Marcela
    Sep 6, '26 at 6:39 pm

    [quote]Houve uma pausa longa e dolorosa do outro lado da linha. Yoongi fechou os olhos na sua sala escura, segurando a respiração enquanto lutava contra as lágrimas que teimavam em subir pela sua garganta. Ele apertou os lábios com força, engolindo a seco aquele fel.

    Cct, eu tou com pena dele
    Vem gatinho, deixa eu te consolar

  4. Marcela
    Sep 6, '26 at 6:45 pm

    — Repete isso! — urro o caçula, o rosto totalmente vermelho de fúria, avançando para cima dele. — Repete que eu não sou homem pra ela! Ela tá comigo! Ela tá na minha cama, dormiu comigo essa noite e disse na minha cara que ama a mim, não a você! Você é passado!

    Pqp JK, pesou o clima VALENDO

  5. Marcela
    Sep 6, '26 at 6:50 pm

    [quote]— Cancela o ensaio de hoje. Cancela tudo. Ninguém treina nessa porra hoje. Jimin, leva o Yoongi pro camarim do fundo e põe gelo na cara dele. Jin, segura o Jungkook aqui dentro e não deixa ele dar mais um passo.

    Bota moral meu amoor, que o babado foi sério

  6. Iasmine
    Sep 6, '26 at 8:09 pm

    — Eu só tava pensando… — ele sussurrou, a voz grave e arrastada, banhada por um tom infantil de malícia. — Se você estiver com sede… eu posso te dar um leite bem quentinho agora. O que acha?

    Ja vi leite matar a fome, agora a sede foi novidade kkkkk

  7. Iasmine
    Sep 6, '26 at 8:14 pm

    — Estou, Yoongi… — ela respondeu baixinho. — O Jungkook é tudo o que eu sempre quis. Eu… eu te agradeço tanto por ter me ouvido, por ter sido meu porto seguro e por ter sido tão incrível comigo até quando eu tava sendo uma chata surtando por causa dele…

    Nossa assim sem massagem pqp… na lata quero ele

  8. Iasmine
    Sep 6, '26 at 8:18 pm

    — A gente se vê no ensaio, hyung — disse ele, desligando a ligação na cara de Yoongi sem dar a mínima chance de réplica.

    Ja começou a dar ruim aqui ein

  9. Iasmine
    Sep 6, '26 at 8:19 pm

    A razão do mais velho evaporou por completo. Com um rosnado cego de raiva, Yoongi avançou e desferiu um soco cruzado de direita devastador, atingindo em cheio a mandíbula de Jungkook.

    Eita baixaria da porra… RATINHO

  10. Iasmine
    Sep 6, '26 at 8:21 pm

    — Vocês têm até amanhã de manhã pra resolver essa sujeira… ou eu mesmo levo essa briga pra direção e acabo com essa turnê antes que ela comece.

    Acabou com a paciência de todo mundo… que rolo da porra

Nota