Capítulo 29 – Mais uma vez
por FanfiqueiraA porta do quarto da suíte em Manhattan se abriu com um ranger suave, quase imperceptível frente ao caos que dominava a sala. Mia surgiu na penumbra do corredor interno. O ropão de seda branco envolvia seu corpo de forma desleixada, e o rosto carregava os rastros vermelhos de um choro silencioso e contínuo.
Ela caminhou devagar, os pés descalços afundando no tapete felpudo do hall, até congelar a poucos metros de onde Jungkook estava caído.
O caçula do grupo continuava sentado contra a parede, a cabeça baixa apoiada nos joelhos erguidos, os punhos fechados e machucados repousando sobre os cacos de vidro do celular destruído no chão. A respiração dele era um ruído rasgado e pesado, cortando a tensão sufocante do ambiente. Namjoon e Seokjin permaneciam a uma distância cautelosa, os rostos tensos, exaustos pela contenção física que acabaram de exercer.
Mia encarou a figura vulnerável e destruída de Jungkook. Seus olhos baixaram para a mão sangrando dele e depois voltaram para o rosto do ex-namorado, banhado em suor frio e lágrimas de raiva.
— Então… era isso o que você achava do nosso filho? — a voz de Mia cortou o silêncio, saindo numa fragilidade cortante, trêmula. — Uma “merda de bebê”? Foi isso que você acabou de gritar?
Jungkook paralisou. O som da voz dela fez suas costas tensionarem instantaneamente. Ele ergueu a cabeça devagar, os olhos injetados de sangue piscando contra a luz fraca da suíte ao perceber que ela estivera na porta o tempo todo, ouvindo cada palavra do seu surto de raiva e desespero.
Ele passou a mão machucada pelo rosto, limpando o suor da testa enquanto tentava desesperadamente puxar o ar para os pulmões, forçando a caixa torácica a se acalmar.
— Mia… — a voz dele saiu extremamente rouca, falhada, um suspiro quebrado. — Não… eu… eu só tava irritado. Eu tô fora de mim. Não era… não era disso que eu tava falando.
Mia soltou uma risada amarga, balançando a cabeça devagar enquanto uma nova lágrima escorria por sua bochecha. Ela deu mais dois passos na direção dele, parando a uma distância segura, abraçando o próprio corpo.
— Você tá destruído por causa dela — disse Mia, o tom baixo carregado de uma dor resignada. — Mas essa criança é real, Jungkook. Ela tá aqui dentro. E ela não tem culpa de nada do que tá acontecendo e nem do que aconteceu.
Jungkook fechou os olhos com força, encostando a nuca contra a parede fria.
— Eu sei… eu sei que não tem culpa — murmurou ele, a voz descendo um tom. — Me desculpa. Eu surtei. Me perdoa por ter falado aquilo… eu jamais desejaria o mal pra essa criança.
Mia respirou fundo, tentando controlar o tremor em seus ombros. Ela olhou para a janela, onde os flocos de neve continuavam a desabar contra o vidro com violência, e depois encarou Jungkook com um olhar desesperado, quase suplício.
— A tempestade vai passar em algum momento — disse ela, a voz embargada. — Por favor… assim que essas estradas liberarem, vamos embora daqui. Nós dois. Podemos sair dos Estados Unidos, ir pra um lugar calmo… criar essa criança juntos, longe da mídia, longe de tudo esse caos do grupo e das fãs. A gente pode tentar de novo, Jungkook. Pela nossa história… por essa família.
— Eu não vou a lugar nenhum com você, Mia — disse ele, a voz soando firme, fria na sua clareza. — Eu vou assumir esse bebê. Eu vou ser o melhor pai que essa criança poderia ter. Vou arcar com absolutamente tudo, vou estar presente em cada consulta, em cada momento da vida dele. Mas entre nós dois… acabou. Eu não vou reatar com você. Eu não vou fingir uma vida que eu não quero.
— Jungkook… — Mia tentou dar um passo à frente, os olhos suplicantes.
— A única mulher que eu quero na minha vida é a S/N — cortou ele, sem hesitar por um segundo sequer, mantendo o olhar fixo no dela. — E assim que essa neve desgraçada derreter, a única coisa que eu vou fazer é ir atrás dela.
Mia deu um passo para trás, como se tivesse levado um golpe físico no peito. Ela encarou o silêncio pesado de Namjoon e Jin ao fundo e, sem dizer mais uma única palavra, virou as costas e caminhou a passos rápidos de volta para o quarto, trancando a porta atrás de si.
Jungkook voltou a baixar a cabeça contra os joelhos, encarando a escuridão dos seus próprios pensamentos enquanto o tempo congelava em Manhattan.
A manhã seguinte em Bear Mountain nasceu envolta em uma alvura absoluta.
Quando S/N abriu os olhos devagar, a primeira coisa que percebeu foi a ausência total de som. A tempestade de neve lá fora havia cedido lugar a um silêncio denso e sepulcral. As janelas do quarto do chalé estavam completamente cobertas por uma camada espessa de gelo e neve, bloqueando a luz direta e filtrando apenas um tom azulado e frio que banhava o ambiente.
O mundo exterior parecia ter deixado de existir. Aquele chalé era a única bolha de realidade que restara.
S/N piscou as pálpebras pesadas e sentiu a firmeza do braço de Yoongi envolvendo sua cintura por baixo das cobertas pesadas. O corpo dele emanava um calor constante, uma âncora contra o ar gelado que pairava na divisão. Ela permaneceu imóvel por alguns minutos, o peito subindo e descendo devagar, sentindo a respiração ritmada dele contra a sua nuca antes de se virar devagar para encará-lo.
Yoongi já estava acordado. Os olhos escuros e calmos dele a observavam na penumbra com uma atenção silenciosa.
— Bom dia… — sussurrou ele, a voz rouca pelo sono.
— Bom dia — murmurou S/N, a voz pequena.
Sem dizerem nada sobre a noite anterior, eles se levantaram lentamente. O frio no chalé ainda era cortante, exigindo que mantivessem os casacos pesados por cima das roupas de dormir. Yoongi caminhou até a cozinha para acender o fogão a gás e preparar um café forte, enquanto S/N o seguiu em silêncio, abraçando o próprio corpo enquanto observava a névoa da sua própria respiração no ar.
Enquanto a água começava a chiar na chaleira, S/N encarou o perfil de Yoongi. A luz azulada da manhã destacava o pequeno corte no lábio dele e a sombra arroxeada na pele. A dúvida que a martirizara na noite anterior voltou a arranhar sua garganta.
— Yoon… — chamou ela, baixinho.
Ele se virou, apoiando as costas na bancada de madeira, cruzando os braços.
— Fala, princesa.
— Você me deve a verdade — disse ela, encarando-o nos olhos com uma seriedade dolorosa. — Por que você e o Jungkook brigaram na sala de ensaio em Seul antes da viagem? O que realmente aconteceu?
Yoongi travou o maxilar por um segundo. Ele olhou para a chaleira fumegante e depois voltou o olhar para ela. A expressão dele não trazia desculpas, apenas uma resignação fria.
— Porque ele descobriu — respondeu Yoongi, direto, sem rodeios. — Ele percebeu o jeito que eu olhava pra você… O Jungkook surtou… disse que eu tava me metendo onde não devia, e eu disse que ele tava sendo um garoto mimado que não sabia o valor da mulher que tinha do lado. A discussão escalou… e a gente perdeu a cabeça.
S/N deu um passo para trás, a mão cobrindo a boca enquanto a realização caía sobre o seu peito como um golpe devastador. Os sentimentos de Yoongi por ela não eram algo recente, fruto do pânico daquela noite em Nova York; já eram o estopim de um colapso dentro do grupo há semanas.
— Meu Deus… — a voz dela rasgou-se num sussurro cheio de dor. — Eu odeio isso… Eu me odeio por tá atrapalhando a amizade de vocês. Vocês eram como irmãos, Yoongi! A história de vocês é tão linda, tão antiga… e eu tô destruindo tudo!
A dor e a culpa no rosto de S/N fizeram o peito de Yoongi apertar. Ele deu dois passos rápidos para a frente, diminuindo a distância entre eles na cozinha, e segurou os ombros dela com firmeza, impedindo que ela se afastasse.
— Para com isso! — ordenou ele, a voz baixa, mas carregada de uma intensidade absoluta. — Para de se culpar por tudo o que acontece ao seu redor! A minha relação com o Jungkook é problema meu e dele. Eu não me arrependo de nada do que disse pra ele naquele dia, e não me arrependo de ter te trazido pra cá.
S/N negou com a cabeça, as lágrimas voltando a marejar seus olhos enquanto encarava o olhar denso dele. O ar na cozinha parecia ter esquentado subitamente, a tensão emocional acumulada entre os dois transformando-se em algo físico, elétrico, perigoso.
Yoongi deu mais um passo, prensando-a suavemente contra a beirada da bancada de madeira. Os olhos dele baixaram para a boca dela e voltaram para os seus olhos.
— Me deixa te aproveitar só mais um pouco? — perguntou ele, o tom descendo para um sussurro aveludado, cheio de uma necessidade contida.
Ele foi se aproximando devagar, os lábios tocando os dela com leveza, como se pedisse permissão. Beijou-a com carinho, como se aquele momento fosse tudo o que lhe restasse. S/N fechou os olhos, sentindo o gosto agridoce daquela aproximação, o calor da pele dele contrastando com o gelo que cercava o chalé.
— Yoon… Isso não é certo…. — ela sussurrou contra os lábios dele, sem abrir os olhos, a respiração vacilando.
Yoongi encostou a testa na dela de novo e respondeu baixinho:
— Não quero pensar nisso agora.
E a beijou com mais intensidade.
O beijo de Yoongi era suave no começo, mas logo se tornou cheio de emoção, como se cada toque fosse uma confissão não dita, como se ele quisesse mostrar a S/N que ali, naquele momento, ela podia se entregar sem medo. Seus braços a envolveram com força, mas com cuidado, como se segurá-la fosse a única coisa que o mantivesse inteiro.
— Eu sei que a dor vai vir… — ele murmurou entre um beijo e outro, os dedos deslizando pelos cabelos dela, puxando-a para mais perto — mas eu não posso negar o que sinto, S/N.
Ele encostou os lábios no pescoço dela, sentindo a pele arrepiar sob seu toque quente.
— Me deixa te mostrar que, pelo menos agora, você pode estar segura aqui… nos meus braços. A dor pode esperar.
O calor entre eles crescia, alimentado por sentimentos guardados por tempo demais, pela raiva, pelo medo e pela paixão sufocada. Yoongi não estava pedindo promessas. Só queria que ela soubesse que, mesmo que o amanhã fosse incerto, ele estava ali — inteiro, vulnerável e real.
— Yoon… — S/N começou a dizer, a voz presa na garganta.
Mas ele a interrompeu com mais um beijo, urgente e profundo, como se estivesse tentando silenciar não só as palavras dela, mas os próprios sentimentos que ameaçavam transbordar.
Sem dizer nada, Yoongi a ergueu com facilidade, trazendo-a para o seu colo enquanto os braços dela se enroscavam instintivamente no pescoço dele. Ele a carregou de volta para o quarto, caminhando a passos firmes, e a levou para a cama.
— Eu… não acho que essa seja a maneira certa de lidar com isso… — ela murmurou, com a voz trêmula, olhando nos olhos dele enquanto o peito subia e descia arfante.
— Shhh… — ele sussurrou contra a pele quente do pescoço dela — Já fizemos isso tantas vezes… só mais uma não vai matar.
Enquanto falava, seus dedos ágeis e quentes deslizaram com delicadeza pela blusa dela, puxando o tecido para cima e tirando-o aos poucos, como se cada gesto dissesse o que ele não conseguia colocar em palavras.
S/N sentia uma mistura avassaladora de desejo e culpa, seus sentimentos completamente embaralhados entre o conforto dos braços dele e a consciência de que algo havia mudado drasticamente. O que antes parecia simples agora estava mais pesado, mais denso. Ela queria sentir segurança, mas a vulnerabilidade do momento, somada às lembranças de Jungkook, a fazia hesitar a cada respiração.
— Não é sobre o que a gente fez antes, Yoongi… é sobre o que isso significa agora — ela sussurrou, o olhar perdido no teto de madeira, tentando compreender o que estava sentindo.
Mas Yoongi não respondeu. Em vez disso, a encarou com aquele olhar silencioso que ela conhecia tão bem — o olhar que sempre dizia mais do que qualquer palavra. Ele se aproximou mais uma vez, seu toque terno, os beijos lentos descendo pelo queixo dela até a curva da clavícula, quase como se estivesse tentando convencê-la de que, naquele instante, ainda havia espaço para eles dois ali… mesmo que tudo estivesse desmoronando ao redor.
Yoongi baixou a cabeça e abocanhou o seio dela com vontade, usando a língua quente em círculos lentos enquanto uma de suas mãos apertava a outra mama com firmeza. S/N soltou um gemido alto, manhoso, jogando a cabeça para trás no colchão enquanto agarrava os cabelos pretos dele com força, cravando as unhas no couro cabeludo dele. Ele respondeu aumentando a pressão da boca, sugando o bico ereto até ouvi-la chamar seu nome num ganido desesperado.
Sem quebrar o contato visual, Yoongi desceu a mão direita pelo ventre dela, deslizando os dedos por baixo do elástico da calça de moletom e da calcinha molhada. Quando seus dedos tocaram a intimidade empoçada dela, S/N deu um salto na cama, soltando um suspiro entrecortado. Yoongi sorriu contra a pele do peito dela e afastou dois dedos pela fenda encharcada, roçando o polegar diretamente no clitóris rígido.
— Olha como você tá pra mim, S/N… — murmurou ele, a voz grave e rouca ressoando contra a pele dela. — Todo esse papo… mas você tá molhadinha pra mim.
Ele enfiou dois dedos de uma vez dentro dela, fundo, num movimento certeiro que fez S/N arquear o quadril para cima, soltando um grito abafado na penumbra do quarto. Yoongi começou a bombeá-la com velocidade, entrando e saindo com força enquanto o polegar massacrava o ponto sensível do clitóris dela. O som úmido dos dedos dele trabalhando dentro dela preencheu o quarto, misturando-se aos gemidos descontrolados da garota, que se contorcia embaixo do corpo dele.
— Yoongi… ahn… Yoongi, mais rápido! — ela implorou, completamente entregue ao prazer físico, esquecendo a culpa, esquecendo o frio, esquecendo o mundo lá fora.
Farto de esperar, Yoongi tirou a calça dela de uma vez só, jogando a peça no chão. Ele abriu o próprio shorts, libertando o pênis ereto e pulsante. Ele se posicionou entre as pernas abertas dela, segurou o membro pela base e posicionou a cabeça grande e úmida bem na entrada encharcada de S/N.
Ele encarou o rosto dela, os olhos escuros brilhando numa intensidade dominadora.
— Olha pra mim — ordenou ele.
S/N abriu os olhos marejados, e no segundo em que seus olhares se cruzaram, Yoongi empurrou o quadril para a frente de uma vez só, enterrando o pênis inteiro dentro dela até encostar no fundo do seu colo do útero.
A sensação de preenchimento bruto fez S/N soltar um grito agudo, as mãos voando para as costas largas dele, cravando as unhas na pele das costas de Yoongi. O aperto da vagina dela ao redor do membro dele era quase doloroso de tão justo e molhado, fazendo Yoongi soltar um palavrão entre os dentes, fechando os olhos por um segundo para não gozar no primeiro estocada.
— Porra, S/N… você vai me enlouquecer… — rosnou ele.
Yoongi começou a estocá-la com força e ritmo. Ele recuava o quadril até quase sair por completo e descia com violência, batendo pele com pele num som estalado e delicioso que ecoava pelas paredes de madeira do chalé. A cama rangia sob o peso dos corpos, mas nenhum dos dois se importava. S/N envolvera as pernas ao redor da cintura dele, puxando-o para mais fundo a cada investida, os gemidos dela tornando-se altos, descarados e manhosos.
— Isso… assim, Yoongi! Mais fundo! Ah! — ela gemia, com a cabeça balançando sobre o travesseiro, o corpo inteiro tremendo a cada estocada brutal dele.
Yoongi aumentou a velocidade, acelerando as estocadas num ritmo frenético e impiedoso. Ele curvou o corpo sobre o dela, segurando os dois pulsos de S/N e prendendo-os acima da cabeça dela contra o colchão, enquanto continuava a fode-la sem dó. A sensação do pau duro dele esfregando no fundo dela a cada impulso levou S/N ao limite em questão de segundos.
— Eu vou… Yoongi, eu vou gozar! — ela gritou, o corpo inteiro entrando em espasmos.
— Goza pra mim, porra! Goza no meu pau! — Yoongi rosnou contra a orelha dela, dando três estocadas fundas e rápidas.
A orgasmo dela atingiu o corpo de S/N como uma descarga elétrica. As paredes vaginais dela se contraíram violentamente ao redor do pênis dele em pulsações ordenadas e apertadas. A sensação da intimidade dela espremendo o seu membro foi o estopim para Yoongi. Ele soltou os pulsos dela, e deu mais duas estocadas desesperadas, afundando até o limite antes de se derramar inteiro dentro dela, soltando um gemido grave e gutural que reverberou pelo seu peito.
Os dois ficaram parados naquela posição por longos segundos, ofegantes, com os corpos colados e suados apesar do frio do quarto, o peito de Yoongi subindo e descendo pesadamente sobre o dela enquanto a sensação do esperma quente preenchia o interior de S/N no silêncio absoluto da montanha.
— A tempestade vai passar em algum momento — disse ela, a voz embargada. — Por favor… assim que essas estradas liberarem, vamos embora daqui. Nós dois. Podemos sair dos Estados Unidos, ir pra um lugar calmo… criar essa criança juntos, longe da mídia, longe de tudo esse caos do grupo e das fãs. A gente pode tentar de novo, Jungkook. Pela nossa história… por essa família.
Mulheeeer, fica quieta, o cara já tá surtando e tu só tá complicando mais as coisas
[quote]— Eu não vou a lugar nenhum com você, Mia — disse ele, a voz soando firme, fria na sua clareza. — Eu vou assumir esse bebê. Eu vou ser o melhor pai que essa criança poderia ter. Vou arcar com absolutamente tudo, vou estar presente em cada consulta, em cada momento da vida dele. Mas entre nós dois… acabou. Eu não vou reatar com você. Eu não vou fingir uma vida que eu não quero.
Toma catraia de cego
Tu n podia ficar calada? Mais n né
Que bebê mona? Isso ai é prisão de ventre
Ai vc acordou e viu que era um sonho.. se manca bicha, seu tempo ja foi
[quote]Yoongi baixou a cabeça e abocanhou o seio dela com vontade, usando a língua quente em círculos lentos enquanto uma de suas mãos apertava a outra mama com firmeza. S/N soltou um gemido alto, manhoso, jogando a cabeça para trás no colchão enquanto agarrava os cabelos pretos dele com força, cravando as unhas no couro cabeludo dele. Ele respondeu aumentando a pressão da boca, sugando o bico ereto até ouvi-la chamar seu nome num ganido desesperado.
A cede que ele tem nela é babadooo
De dia de um jeito….
De noite de outro….
[quote]— Meu Deus… — a voz dela rasgou-se num sussurro cheio de dor. — Eu odeio isso… Eu me odeio por tá atrapalhando a amizade de vocês. Vocês eram como irmãos, Yoongi! A história de vocês é tão linda, tão antiga… e eu tô destruindo tudo!
NGM controla se a pessoa vai ficar apaixonado pelo chá, SN
Gamou, lascou
[quote]— Me deixa te aproveitar só mais um pouco? — perguntou ele, o tom descendo para um sussurro aveludado, cheio de uma necessidade contida.
Pqp, que pedido FDP esse
Como que nega??