Capítulo 15 – Contanto que Caíssemos Juntos
por FanfiqueiraO trajeto de volta para Hannam-dong foi um borrão de sirenes distantes e o som abafado de notificações que não paravam de pipocar. Namjoon dirigia com os nós dos dedos brancos no volante, o olhar fixo na estrada enquanto seu fone de ouvido bluetooth não parava de brilhar. Do outro lado da linha, a voz do seu empresário era um grito histérico de crise, exigindo explicações, mencionando multas contratuais e o colapso iminente das ações da empresa.
— “Não me importa o que o conselho diz agora, Bang PD. Ela está comigo e vai continuar comigo. Preparem a nota, mas não neguem nada que fira a honra dela”, Namjoon respondeu, sua voz sendo uma lâmina de gelo antes de desligar a chamada.
Assim que entraram na cobertura, o silêncio do apartamento parecia irreal comparado ao vulcão que explodia lá fora. Karine caminhou até o sofá, sentindo-se pequena, quase invisível. Ela ligou o celular e o brilho da tela iluminou seu rosto pálido. O ódio era uma avalanche.
“Quem é essa estrangeira?”, “Ela o enfeitiçou”, “Destruiu a carreira dele por um capricho”. Teorias de conspiração surgiam a cada segundo; fotos dela saindo da faculdade e entrando no café foram desenterradas em minutos. A privacidade de Karine, sua vida pacata de estudante, fora triturada em praça pública.
Sentindo o tremor nas mãos dela, Namjoon aproximou-se. Ele pegou o celular dos dedos dela com delicadeza e o colocou sobre a mesa, virado para baixo.
— Não leia isso. Por favor, Karine. Eles não te conhecem. Eles não sabem de nada — ele sussurrou, ajoelhando-se entre as pernas dela.
Ele começou a traçar planos em voz alta, a mente estratégica de líder trabalhando a mil por hora para protegê-la. — Você não pode voltar para aquele apartamento. Vou mandar buscarem suas coisas. Ji-a pode vir para cá se quiser. Vou contratar segurança particular para você ir à faculdade… ou talvez aulas online por um tempo. Eu vou ajustar tudo, Karine. Minha agenda, minhas saídas… tudo vai gravitar em torno da sua segurança a partir de agora.
Mas, ao olhar para os olhos marejados dela, a armadura de líder disciplinado de Namjoon finalmente rachou. Ele, que passara dez anos sendo o exemplo perfeito de controle e dedicação ao trabalho, vira tudo desmoronar porque não conseguiu resistir ao que sentia por ela na penumbra de uma biblioteca.
Uma lágrima solitária escapou dos olhos dele, algo que Karine nunca pensou que veria. — Me desculpa… — ele disse, a voz quebrada, escondendo o rosto nas mãos dela. — Me desculpa por ter destruído a sua paz da noite para o dia. Eu sempre fui tão cuidadoso, tão metódico… mas com você, eu perdi o juízo. Eu agi como um egoísta porque a ideia de te ver naquele café, sorrindo para aquele garoto ou para qualquer outro, me sufocava. Eu não podia mais te manter nas sombras porque eu te amo de um jeito que não cabe mais no silêncio…
O “eu te amo” escapou de seus lábios de forma crua, involuntária, no meio de um pedido de desculpas desesperado. Namjoon nem pareceu notar que tinha dito a palavra final, a confissão que mudava tudo.
Karine, no entanto, sentiu o impacto. O barulho do mundo, o ódio da internet, a confusão na cafeteria… tudo isso se tornou um ruído branco de fundo. Ela só conseguia ver o homem à sua frente, o porto seguro que estava disposto a queimar o próprio império para mantê-la aquecida.
Ela não respondeu com palavras. Ela se inclinou, segurando o rosto dele com as mãos trêmulas, e o beijou.
Foi um beijo que começou como um consolo, salgado pelas lágrimas dele, mas que rapidamente se transformou em algo mais profundo. Era a resposta dela. Namjoon a puxou para mais perto, as mãos subindo para a nuca dela, querendo fundir seus corpos para que nenhuma fúria externa pudesse alcançá-la. O beijo tornou-se intenso, faminto e desesperado, como se cada toque fosse uma barricada construída contra o caos que os esperava do lado de fora daquela porta.
Naquele momento, enquanto Seul pegava fogo em fofocas, no topo daquela cobertura, só existia a respiração pesada de dois amantes que haviam escolhido o abismo, contanto que caíssem juntos.
O som do mundo lá fora — o clamor das redes sociais, os helicópteros de emissoras de TV que começavam a sobrevoar a zona de Hannam-dong, o barulho incessante das notificações — tudo morreu no momento em que a porta do quarto de Namjoon se fechou, trancando o caos do lado de fora.
Naquela luz âmbar do entardecer, o silêncio era denso e carregado de uma eletricidade que nada tinha a ver com a fama. Namjoon a prensou contra a madeira da porta, as mãos grandes e trêmulas descendo pelas costas de Karine, buscando o contato com a pele dela como se precisasse de uma prova física de que ela ainda estava ali, de que ela não fugira após o desastre na cafeteria.
As roupas foram descartadas com uma urgência febril. O moletom dela, a camisa social dele… cada peça que caía no chão era um peso a menos da realidade esmagadora que os cercava. Namjoon a pegou pelas coxas, elevando-a para que ela envolvesse sua cintura, e a carregou até a cama.
Quando ele a deitou, Karine o impediu de avançar por um segundo. Ela segurou o rosto dele entre as mãos, os polegares traçando as linhas fortes de sua mandíbula e o contorno de seus lábios. Seus olhos estavam fixos nos dele, buscando a verdade naquela confissão que escapara no meio do choro.
— Você… — ela sussurrou, a voz falhando, mas os olhos brilhando. — Você disse que me ama? Foi isso mesmo o que eu ouvi no meio de todo aquele pânico?
Namjoon congelou. O líder inabalável, o homem das palavras perfeitas, sentiu o coração bater contra as costelas como se fosse saltar. Ele não desviou o olhar. Ele se inclinou, encostando a testa na dela, a respiração misturando-se.
— Eu disse — ele confirmou, a voz saindo como um trovão baixo e visceral. — E eu diria de novo, mesmo que o mundo inteiro estivesse ouvindo por trás dessa porta. Eu te amo, Karine. Eu tentei lutar contra isso com toda a minha lógica, com toda a minha disciplina… mas eu perdi. E nunca estive tão feliz por perder uma batalha.
Karine abriu um sorriso radiante, o primeiro sorriso de paz real desde o início do escândalo. — Te amo… eu… — ela tentou concluir a frase, mas a emoção a embargou.
Namjoon não esperou. Ele a penetrou com uma estocada profunda e possessiva, o impacto fazendo Karine arquear as costas enquanto ele selava os lábios nos dela em um beijo que roubou o resto de seu fôlego. O som do prazer dela, um gemido agudo que ele abafou com sua boca, foi o único selo de que ele precisava.
— Diz — ele comandou contra os lábios dela, os quadris movendo-se em um ritmo lento, mas esmagador, preenchendo-a completamente. — Diz para mim, Karine.
— Eu te amo, Namjoon… eu amo cada verso seu… eu… — ela gemeu, as mãos enterrando-se no cabelo dele, puxando-o para mais perto enquanto ele acelerava.
Namjoon reagiu com uma intensidade animal. Ele a girou, colocando-a por cima, querendo ver cada detalhe da reação dela enquanto a fodia com uma devoção que beirava o espiritual. Ele segurou o pescoço dela com suavidade e firmeza, forçando-a a olhar para ele.
— Olha para mim — ele arfou, o suor brilhando em seu peito. — Esquece a HYBE, esquece os fãs, esquece as câmeras. Aqui dentro, eu sou só o homem que pertence a você. Deixa eles falarem, deixa eles odiarem… eles nunca vão ter o que nós temos aqui.
Ele a puxou para baixo para outro beijo, enquanto suas mãos apertavam a cintura dela, guiando o ritmo frenético. Namjoon não estava apenas fazendo amor; ele estava reivindicando Karine perante o universo, transformando aquele confinamento em sua própria utopia particular, onde o único julgamento que importava era o pulsar rítmico de seus corpos unidos no escuro.
Tudo pq ele desligou o celular kkk mds
Oxi kkkk muitas camadas, ela se declarando e depois chorando ele vai e mete kkk
[quote]Uma lágrima solitária escapou dos olhos dele, algo que Karine nunca pensou que veria. — Me desculpa… — ele disse, a voz quebrada, escondendo o rosto nas mãos dela. — Me desculpa por ter destruído a sua paz da noite para o dia. Eu sempre fui tão cuidadoso, tão metódico… mas com você, eu perdi o juízo. Eu agi como um egoísta porque a ideia de te ver naquele café, sorrindo para aquele garoto ou para qualquer outro, me sufocava. Eu não podia mais te manter nas sombras porque eu te amo de um jeito que não cabe mais no silêncio…
A declaração saindo no automático, bem direta
[quote]— “Não me importa o que o conselho diz agora, Bang PD. Ela está comigo e vai continuar comigo. Preparem a nota, mas não neguem nada que fira a honra dela”, Namjoon respondeu, sua voz sendo uma lâmina de gelo antes de desligar a chamada.
O caos instalado e ele só pensa em proteger ela ( amei)
[quote]Ele começou a traçar planos em voz alta, a mente estratégica de líder trabalhando a mil por hora para protegê-la. — Você não pode voltar para aquele apartamento. Vou mandar buscarem suas coisas. Ji-a pode vir para cá se quiser. Vou contratar segurança particular para você ir à faculdade… ou talvez aulas online por um tempo. Eu vou ajustar tudo, Karine. Minha agenda, minhas saídas… tudo vai gravitar em torno da sua segurança a partir de agora.
O surtooooo.
Nem ele sabia o que pensar primeiro
Botou o pau na mesa e mostrou que é homem
Valha meu deus, vai ter que abandonar tudo to gag
Caraca ele chorando e dizendo que ama ela.. gente do céu quem diria que quase ser atropelada pela bike ia chegar nisso
É loucura dms
Oxiii mainha, mas que confissão é essa no meio do sexo kkkkkk
[quote]— Olha para mim — ele arfou, o suor brilhando em seu peito. — Esquece a HYBE, esquece os fãs, esquece as câmeras. Aqui dentro, eu sou só o homem que pertence a você. Deixa eles falarem, deixa eles odiarem… eles nunca vão ter o que nós temos aqui.
Quando existe amor, nada mais importa
Kkkkk A casa saiu ,
Ele a conhece
Era somente o que me faltava
Karine o impediu? SEi
Eu preciso que essa fic acabe pra ontem…
Pertence uma pinóia , uma cct
Tá bom de acabar já