Capítulo 9 – Vício perigoso
por FanfiqueiraO trajeto entre a biblioteca e o complexo de Hannam-dong parecia uma eternidade esticada sob as luzes de LED da cidade. No interior da SUV de vidros escuros, o ambiente era abafado e denso. Namjoon mantinha Karine em seu colo, protegida pelo seu corpo largo, enquanto uma de suas mãos acariciava os cabelos dela com uma delicadeza quase hipnótica.
Karine, porém, já não estava mais no transe da exaustão. O contato com o corpo de Namjoon, o cheiro de sua pele e a adrenalina da descoberta haviam despertado nela uma fome nova, mais consciente. Ela começou a trilhar o pescoço dele com beijos lentos e úmidos, a ponta da língua provocando a linha da mandíbula dele.
— Karine… espera só um pouco… — Namjoon murmurou, a voz falhando enquanto ele sentia os calafrios percorrerem sua espinha. Ele tentou focar na estrada à frente, mas a provocação dela era implacável. — Já estamos quase chegando. Tente ser uma boa garota.
Ela não parou. Pelo contrário, Karine mordiscou o lóbulo da orelha dele e sussurrou palavras desconexas, as mãos subindo para o peito dele. Namjoon sentiu sua resistência desmoronar. A prudência que o acompanhara por anos de carreira estava sendo incinerada pela mulher em seu colo.
Com um movimento sutil e ágil, ele deslizou a mão por baixo do tecido da calça de moletom dela. Karine soltou um suspiro pesado contra o pescoço dele quando sentiu os dedos de Namjoon a encontrarem novamente, ainda sensível e quente. Ele a penetrou com dois dedos de uma vez, um movimento firme e possessivo que a fez arquear o corpo contra ele.
Quando ela abriu a boca para soltar um gemido mais alto, que certamente atravessaria a divisória do carro, Namjoon a calou com um beijo urgente e abafado.
— Shhh… — ele sussurrou contra os lábios dela, os olhos escuros fixos nos dela. — Se formos pegos agora, Karine, você vai me pagar caro.
Ele continuou o movimento rítmico e profundo, focado em mantê-la no limite enquanto a SUV deslizava suavemente pelas ruas de Seul. Karine estava sentada de lado em seu colo, os pés virados para a porta, completamente entregue ao comando dele.
— O que tem em você que me torna tão imprudente, hum? — ele questionou com um rosnado baixo, a voz vibrando de uma frustração deliciosa. — Eu deveria estar pensando no cronograma de amanhã, mas a única coisa que eu consigo processar é o quão viciante é o som que você faz quando eu te toco assim.
Ele acelerou o movimento dos dedos, sentindo a umidade dela aumentar, enquanto a outra mão apertava sua coxa, mantendo-a presa a ele. O risco de estarem em um carro em movimento, com seguranças a poucos metros, apenas tornava o prazer mais agudo e proibido.
O interior da SUV tornou-se uma estufa de luxúria, abafando o som do motor e o barulho das ruas de Seul. Namjoon não recuou; ele intensificou o movimento dos dedos, explorando a profundidade dela com uma força que fazia Karine se contorcer em seu colo. Ele conhecia o ritmo dela agora, sabia exatamente como pressionar o polegar contra o seu clitóris enquanto os outros dois dedos a preenchiam com vigor.
Karine sentiu a onda de prazer crescer como um maremoto. Ela apertou os ombros largos de Namjoon, os dedos cravando-se no tecido do sobretudo, enquanto sua cabeça pendia para trás. Ele a beijou no pescoço, sugando a pele ali para abafar os gritos dela, enquanto ela gozava, o corpo tremendo em espasmos longos e intensos que apertavam a mão dele com uma força absurda.
Quando os tremores diminuíram, Namjoon retirou a mão lentamente, sentindo a sucção final da carne dela. Ele a ergueu diante dos olhos de Karine, observando o brilho denso e viscoso da umidade dela sob a luz fraca do painel. Com uma lentidão torturante e predatória, ele levou os dedos à própria língua, lambendo-os um a um, saboreando o gosto almiscarado e doce dela enquanto mantinha o olhar fixo no dela.
Excitada ao extremo pela visão daquele homem tão poderoso se deliciando com ela daquela forma, Karine mordeu o lábio inferior até quase sangrar. Ela estendeu a mão, puxou os dedos dele em direção à sua própria boca e começou a lambê-los com uma fome espelhada à dele. Ela abocanhou os dedos de Namjoon, sentindo o gosto de sua própria intimidade misturado ao calor da pele dele, sugando-os com força enquanto o encarava com um desejo que desafiava qualquer lógica.
— Você é um vício perigoso, Karine — ele rosnou, a voz vibrando de uma forma que a fez estremecer novamente.
Namjoon não aguentou a provocação visual. Ele retirou os dedos da boca dela apenas para substituí-los por seus lábios em um beijo devastadoramente intenso. Foi um beijo molhado, barulhento e faminto, onde as línguas se buscavam com uma urgência que dizia que o que aconteceu no carro era apenas o prelúdio para o que ele faria com ela assim que as portas de sua cobertura se fechassem atrás deles.
Quando a SUV finalmente parou na garagem privativa e silenciosa do complexo, o motor desligou e o silêncio retornou, carregado de expectativa. Namjoon saiu do carro primeiro, contornou a traseira e abriu a porta para Karine. Ele a observou por um segundo, os cabelos levemente bagunçados e os lábios inchados pelos beijos.
— Consegue andar ou vou precisar de um carregador oficial? — ele brincou, com um sorriso de covinhas que iluminou o rosto cansado, mas seus olhos ainda brilhavam com uma malícia evidente.
Karine sorriu um pouco sem graça, sentindo o corpo mole e as pernas ainda vibrando pelo que acontecera no banco de trás. — Eu acho que minhas pernas ainda lembram como se faz isso… mas não garanto que o caminho seja reto — ela respondeu, estendendo a mão para ele.
Namjoon entrelaçou seus dedos nos dela, uma conexão firme e quente, e a conduziu para o elevador privativo que dava acesso direto à cobertura. Assim que as portas metálicas se fecharam, o isolamento do mundo foi total. Sem dizer uma palavra, ele a prensou contra a parede espelhada e, com um movimento ágil, puxou o moletom de Karine pela cabeça. Ela ficou apenas de sutiã sob a luz suave do elevador, a pele arrepiada pelo contraste térmico e pelo olhar predatório dele.
Quando as portas se abriram no andar da cobertura, Namjoon a beijou ferozmente, uma colisão de línguas e dentes. Ele a guiou para fora sem romper o contato, jogando o moletom dela em um canto qualquer da vasta sala de estar. Em seguida, ele se livrou do sobretudo azul-petróleo, deixando-o cair no chão de mármore. O caminho até o quarto foi marcado por uma trilha de roupas abandonadas: o sutiã dela, a camisa social dele, os sapatos… cada peça descartada era um passo a mais em direção à entrega absoluta.
Ao cruzarem o limiar do quarto, a luz da lua entrava pelas janelas do chão ao teto, banhando a cama king-size. Namjoon a beijou com uma intensidade que a deixou sem fôlego e, com um movimento seguro, a jogou sobre os lençóis macios. Ele não deu tempo para ela se acomodar; mergulhou sobre ela, seus lábios encontrando os seios dela.
— Você é tão perfeita, porra… — ele murmurou contra a pele dela, uma safadeza rouca que a fez arquear as costas.
Ele desceu o beijo pelo ventre dela, as mãos abrindo caminho entre as pernas de Karine até que seu rosto estivesse novamente onde ele mais desejava. Ele mergulhou a língua com vontade, explorando-a com uma voracidade que dizia o quanto ele estava viciado naquele contato. — Eu amo o seu sabor… poderia passar a vida inteira aqui — ele sussurrou entre as lambidas profundas.
Mas, de repente, Namjoon interrompeu o movimento. Ele se levantou abruptamente, deixando Karine ofegante e confusa no meio do ápice. Ele caminhou até o criado-mudo, pegou o celular e começou a digitar algo com urgência.
— O… o que você está fazendo? — Karine perguntou, a voz trêmula, tentando entender o que poderia ser mais importante do que aquele momento.
Ele não respondeu de imediato, apenas deu um sorrisinho de lado enquanto a tela do celular iluminava seu rosto focado.
— Namjoon? — ela insistiu, sentindo o frio do ar no corpo úmido.
Ele finalmente bloqueou o aparelho, jogando-o de volta na mesa com um estalo seco, e olhou para ela com um brilho de puro desafio nos olhos. — Comprando outra cama.
Karine franziu a testa, totalmente perdida. — Essa… está quebrada?
Namjoon deu um passo em direção à cama, a silhueta imponente e máscula contra a luz da lua, e soltou uma risada baixa e perigosa. — Ainda não… mas vai ficar.
Sem esperar outra palavra, ele se jogou sobre ela, prendendo seus pulsos acima da cabeça e voltando a beijá-la com uma fome que prometia que a noite estava apenas começando, e que nenhum móvel naquela casa estaria seguro até o amanhecer.
Sem graça?E ela ainda tem vergonha??Kkkk
Sinceramente eu não faço ideia
E o póbi do Minho??
Ah, não, chega,parei por aqui
[quote]— Consegue andar ou vou precisar de um carregador oficial? — ele brincou, com um sorriso de covinhas que iluminou o rosto cansado, mas seus olhos ainda brilhavam com uma malícia evidente.
Se eu fosse ela, ia preferir o carregador oficial kkkkk
[quote]Ela não parou. Pelo contrário, Karine mordiscou o lóbulo da orelha dele e sussurrou palavras desconexas, as mãos subindo para o peito dele. Namjoon sentiu sua resistência desmoronar. A prudência que o acompanhara por anos de carreira estava sendo incinerada pela mulher em seu colo.
E no fundo, ele queria que ela continuasse msm
aaaah safadoo
Ta certo ele é um homem precavido kkkk
Namjoon seu loko
Aooow aqueles beição carnudo
Oq será q ele falou hein e pq ela ainda tava no colo dele kkkk
Eu sou uma menina má (¬‿¬)