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A centímetros de distância, a respiração de Hoseok era a única coisa no universo que parecia ter ritmo. Todo o resto o som abafado dos pinos caindo a três pistas dali, o zumbido mecânico do ar-condicionado e o piscar roxo e azul das luzes fluorescentes sobre o piso encerado perdeu a nitidez.

O peito dela subia e descia em arfadas curtas. A presença dele não era mais apenas protetora ou acolhedora; era um peso magnético, uma força da gravidade que a empurrava para um terreno onde ela não tinha nenhum mapa, nenhum cronograma e nenhum plano de contenção de danos.

— Hoseok… — o nome dele escapou entre os lábios dela como uma rendição implorada, tão baixo que só ele, a milímetros de sua boca, pôde ouvir.

Os olhos de Hoseok desceram devagar, demorando-se na curvatura dos lábios dela. O polegar dele, que ainda descansava na bochecha macia, subiu devagar, traçando a linha da mandíbula com uma delicadeza que contrastava brutalmente com a firmeza de seu olhar. A pele dela se arrepiou onde ele tocou, um calafrio elétrico que desceu diretamente pelo pescoço e se alojou no estômago.

Por uma fração de segundo, o espaço entre eles pareceu encolher até desaparecer. Ele inclinou a cabeça levemente, a ponta de seu nariz roçando a dela, a boca a uma distância tão perigosamente curta que ela conseguiu sentir o sabor doce e amadeirado de sua respiração. Ela fechou os olhos, esperando pelo toque. O coração martelava no peito como uma ave engaiolada tentando desesperadamente escapar.

Mas o beijo não veio.

Em vez disso, Hoseok soltou uma risada baixa, rouca e profundamente consciente do caos que acabara de provocar dentro dela. Ele não se afastou completamente, mas ergueu o rosto o suficiente para encarar os olhos dela, um brilho perverso e terrivelmente carinhoso dançando em suas pupilas escuras.

— Se eu te beijar agora — ele murmurou, a voz como veludo arrastado em pedra, você vai usar essa desculpa para fugir. Vai dizer amanhã que foi a vulnerabilidade da exaustão, que o momento foi um erro ou que a gente cruzou uma linha por impulso.

Ela piscou, tentando encontrar o ar que parecia ter evaporado do ambiente.

— Eu não…

— Você faria exatamente isso — ele a interrompeu com uma leve pressão do polegar em seu queixo, sorrindo de canto. — Eu te conheço. Você analisa tudo, calcula cada risco. Mas hoje você não vai calcular nada.

Com um movimento lento, Hoseok finalmente desfez a proximidade. Ele deu um passo para trás, quebrando o contato corporal, mas mantendo a mão entrelaçada à dela. O ar frio da pista de boliche atingiu a pele exposta dos braços dela instantaneamente, fazendo-a estremecer e sentir uma falta física súbita do calor do corpo dele.

— Vem — disse ele, puxando-a suavemente em direção ao sofá de couro estofado da área reservada. — A comida chegou e você provavelmente não coloca nada sólido na boca desde o almoço de ontem.

A menção à comida fez o estômago dela dar um nó em concordância automática. Somente ao se sentar no estofado macio é que ela percebeu o quanto suas pernas estavam bambas não apenas pelo cansaço acumulado de dias de trabalho ininterrupto, mas pelo choque de adrenalina e desejo que acabara de atravessar seu sistema nervoso.

Na mesa de centro de madeira escura, repousavam duas cestas de basquete repletas de comida de rua bem quente e gordurosa: batatas rústicas cobertas de queijo derretido e páprica, anéis de cebola crocantes e dois hambúrgueres artesanais cujos aromas impregnavam o ar com um convite irresistível. Ao lado, dois copos altos de vidro condensando gotas de água fria traziam cerveja gelada com uma fatia de limão encaixada na borda.

— Comida de verdade — Hoseok disse, pegando um dos copos e entregando a ela, garantindo que os dedos dele roçassem os dela no processo. — Sem saladas tristes de marmita de aplicativo. Sem comer enquanto digita no teclado com a outra mão.

Ela pegou o copo, o vidro gelado contrastando com o calor que ainda queimava dentro de suas palmas. Olhou para a cesta de comida e depois para Hoseok, que já havia se acomodado ao seu lado no sofá, largando a postura intimidadora de segundos atrás para apoiar os cotovelos nos joelhos, parecendo um garoto descontraído e sem preocupações no mundo.

— Isso vai acabar com a minha dieta — ela tentou brincar, embora o tom fosse de pura entrega.

— Dieta é uma invenção para pessoas que não estão precisando sobreviver à própria vida — rebateu ele, pegando uma batata e apontando para ela antes de levá-la à boca. — Come. É uma ordem do seu sequestrador.

Ela soltou uma risada curta, genuína. Pela primeira vez na noite, a risada não veio acompanhada de um esforço consciente para parecer simpática ou educada. Foi um som natural, solto. Ela pegou o hambúrguer, o pão macio e quentinho afundando sob a pressão de seus dedos, e deu uma mordida.

O sabor de carne bem temperada, queijo derretido e molho especial explodiu em sua boca. Ela fechou os olhos involuntarily, soltando um gemido baixo de apreciação.

— Meu Deus… — murmurou, mastigando devagar. — Eu esqueci como comida de verdade tem gosto.

Hoseok a observava em silêncio. A expressão divertida em seu rosto cedeu espaço para um olhar mais denso, quase doloroso. Ele a observava com a atenção de quem nota detalhes que mais ninguém no mundo se daria ao trabalho de ver: as pequenas sombras escuras sob os olhos dela, o modo como seus ombros mesmo agora, ainda insistiam em permanecer tensos e elevados, e a forma como ela parecia mastigar como se estivesse cumprindo mais uma tarefa de uma lista interminável.

— Quando foi a última vez que você comeu sem olhar para uma tela? — ele perguntou suavemente, pegando o copo dele.

Ela pausou, o hambúrguer no meio do caminho. Tentou buscar na memória, mas os dias da última semana pareciam uma névoa cinzenta e contínua de planilhas, reuniões no Zoom, notificações de e-mail piscando no celular e xícaras de café frio tomadas no piloto automático.

— Acho que… no domingo passado? — hesitou. — Não, no domingo eu passei a tarde revisando as propostas da agência. Talvez na semana retrasada.

— Você está se matando — ele disse. Não havia julgamento no tom de voz, apenas uma constatação crua e triste. — E o pior de tudo é que você se orgulha disso.

As palavras dele caíram sobre a mesa com o peso de uma pedra. Ela engoliu a seco, abaixando o hambúrguer para a cesta. A urgência de se defender subiu automaticamente à garganta, a resposta padrão que usava para qualquer pessoa que ousasse questionar sua rotina:

— Eu não me orgulho, Hoseok. Eu faço o que precisa ser feito. Eu tenho responsabilidades, tenho clientes que exigem resultados, contas para pagar… Eu não posso me dar ao luxo de simplesmente parar e fingir que o mundo lá fora não continua girando. Nem todo mundo pode largar tudo para jogar boliche em uma quarta-feira à noite.

— Eu não estou pedindo para você largar sua carreira — ele respondeu, a voz mantendo a calmaria, mas os olhos cravados nos dela com uma firmeza irrefutável. Ele se virou de lado no sofá, dobrando uma das pernas e apoiando o braço no encosto, ficando completamente de frente para ela. — Estou pedindo para você não desaparecer dentro dela. Olha para você. Você está oca. Se eu encostar a mão no seu peito agora, vou sentir o coração bater, mas a sua mente está em outro lugar, calculando qual vai ser a próxima tragédia que você vai ter que resolver.

Ela abriu a boca para rebater, mas o ar falhou. As defesas corporativas, os argumentos ensaiados e a postura de “mulher inabalável” ruiu de vez sob a clareza cortante das palavras dele.

O silêncio caiu entre eles, denso e desconfortável. O ruído distante de uma bola atingindo os pinos do outro lado do estabelecimento pareceu um eco distante.

Ela olhou para as próprias mãos. Os dedos, acostumados ao ritmo frenético do teclado, estavam parados, trêmulos sobre o guardanapo de papel. Senti a garganta arranhar, o mesmo nó sufocante que tentara conter mais cedo no escritório voltando com o dobro de força. As lágrimas, reprimidas durante semanas de dor silenciosa, queimaram o fundo de seus olhos.

— Eu estou tão cansada… — a confissão escapou em um sopro doloroso.

Ela cobriu o rosto com as duas mãos, escondendo-se. Não queria que ele a visse desmoronar. Odiava ser vista como frágil. Passara os últimos anos construindo uma fortaleza ao redor de si mesma, provando para todos e para si mesma que era forte, capaz e autossuficiente. Deixar a armadura cair parecia a pior das derrotas.

Mas Hoseok não permitiu que ela se escondesse.

Com movimentos suaves, ele segurou os pulsos dela, afastando as mãos de seu rosto delicadamente. Ele se aproximou, deslizando pelo estofado do sofá até que seus joelhos se chocassem com os dela. Com as costas dos dedos, ele enxugou uma lágrima solitária que havia escapado pelo canto de seu olho esquerdo.

— Eu sei que está — ele sussurrou, a voz carregada de uma ternura avassaladora. — Eu sei o quanto você carrega nas costas. Eu vejo a força que você faz todos os dias para manter tudo de pé. Mas você não precisa carregar o mundo sozinha o tempo todo. Não perto de mim.

— Se eu parar… tudo desmorona — ela fungou, tentando manter a voz audível, encarando-o com os olhos vermelhos e brilhantes. — As pessoas dependem de mim, Hoseok. Eu não posso falhar.

— Se você quebrar, a estrutura rui do mesmo jeito — ele rebateu, o tom firme, mas incrivelmente doce. Ele pegou a mão dela e a levou até o próprio peito dele, pressionando a palma dela contra o tecido macio de sua camiseta, bem sobre o coração dele. O pulso de Hoseok batia forte, ritmado e quente sob a mão dela. — Sente isso? O mundo continua girando. O escritório continua lá. Os e-mails vão continuar chegando amanhã. Nada do que é realmente seu vai sumir só porque você decidiu respirar por algumas horas.

A firmeza do toque dele e o ritmo tranquilo de seu coração agiram como um ancoradouro. A respiração descontrolada dela começou, aos poucos, a sincronizar-se com a dele. O calor que emanava do peito de Hoseok subiu pelo braço dela, espalhando uma sensação de alívio tão profunda que suas costas relaxaram contra o sofá pela primeira vez em meses.

— Você é uma péssima influência — ela murmurou, soltando uma risada fraca entre as lágrimas que ainda molhavam suas bochechas.

— Eu sou a melhor influência que você teve em anos — ele corrigiu com um sorriso convencido, usando o polegar para limpar o resto da umidade do rosto dela. — Agora, coma o seu hambúrguer. A gente ainda tem um campeonato para terminar e eu recuso perder para alguém que chora em cima da batata frita.

Ela deu um tapa leve no ombro dele, a atmosfera densa se dissolvendo em um ar mais leve e intimista.

Pelas quatro horas seguintes, a realidade do mundo exterior foi completamente banida. Hoseok transformou a noite em um refúgio improvisado. Eles comeram até estarem satisfeitos, beberam a cerveja devagar e jogaram mais três partidas de boliche. Ela continuou sendo terrivelmente ruim no jogo, errando a maioria dos arremessos e jogando a bola na canaleta mais vezes do que gostaria de admitir, mas cada erro era comemorado por Hoseok com risadas escandalosas, provocações bobas e comemorações exageradas que a faziam rir até a barriga doer.

Quando finalmente saíram do Strike & Lounge, os ponteiros do relógio já marcavam quase duas horas da manhã. O ar da noite estava consideravelmente mais frio, a névoa fina da madrugada cobrindo o asfalto das ruas silenciosas.

Hoseok abriu a porta do passageiro para ela. Desta vez, ao entrar no carro, ela não sentiu o impulso automático de procurar o celular no fundo da bolsa. Nem sequer pensou sobre a caixa de entrada do e-mail. O cansaço que agora sentia não era o peso sufocante e doloroso do estresse corporativo, mas um cansaço físico bom, relaxado, como o de quem havia corrido uma maratona e finalmente cruzado a linha de chegada.

Ela afundou no banco de couro confortável, permitindo que seu corpo se moldasse ao estofado.

Hoseok entrou no lado do motorista, dando a partida. O som do motor roncou baixo. Ele colocou uma playlist calma para tocar, acordes de R&B suave e vocais aveludados preenchendo o espaço do veículo de forma acolhedora. Ele engatou a marcha e começou a dirigir pelas ruas praticamente desertas da cidade.

Ela observou o perfil dele enquanto ele dirigia: as mãos firmes e relaxadas no volante, a luz dos postes de iluminação pública cruzando seu rosto em intervalos regulares, criando sombras dramáticas e destacando a linha perfeita de seu nariz e de seu maxilar.

— Obrigado — ela disse em voz baixa, quebrando o silêncio confortável do carro.

Hoseok não tirou os olhos da rua, mas os cantos de seus lábios se elevaram num sorriso calmo.

— Pelo sequestro?

— Por me fazer lembrar como é respirar — ela corrigiu, a voz sincera. — Eu acho que… se você não tivesse aparecido naquele escritório hoje, eu teria tido um colapso ali mesmo, na frente do computador.

Ele franziu levemente os leitos dos olhos, a expressão tornando-se mais suave.

— Eu sempre vou aparecer — ele disse, simples e sem hesitação. — Não importa o quão atolada você esteja, não importa o quão alto sejam as suas paredes. Eu sempre vou te puxar de volta.

Ela olhou pela janela, sentindo o coração derreter lentamente dentro do peito. A cidade passava por eles como um filme em câmera lenta. Prédios altos com luzes apagadas, avenidas largas e vazias, o brilho distante dos outdoors.

Foi só quando o carro fez uma curva acentuada à esquerda, entrando em uma avenida arborizada que ela conhecia bem, que ela franziu a testa. Ela esperava ver o caminho que a levaria de volta ao seu prédio de apartamentos no centro da cidade — para o lugar onde seus relatórios e roupas de trabalho a aguardavam.

Mas Hoseok estava seguindo na direção oposta.

— Hoseok… esse não é o caminho da minha casa — ela comentou, ajeitando-se no banco.

— Eu sei — ele respondeu calmamente, sem alterar a velocidade do carro.

— Para onde a gente está indo? O boliche já fechou.

ele olhou rapidamente para ela pelo canto do olho, a luz dos painéis do carro refletindo no brilho divertido de suas pupilas.

— Se eu te deixar no seu apartamento agora — ele explicou, o tom descontraído escondendo uma decisão inegociável, você vai tomar um banho, olhar para o seu notebook fechado na mesa da sala, vai sentir culpa por ter se divertido e vai ligar o computador às três da manhã para trabalhar até o sol nascer.

Ela abriu a boca para protestar, mas fechou em seguida. Ele estava dolorosamente coberto de razão. Era exatamente isso o que ela faria. A culpa corporativa já estava começando a arranhar o fundo de sua mente, sussurrando que ela havia perdido horas preciosas de trabalho.

— Eu tenho roupas limpas no meu apartamento — ela tentou, em uma última tentativa fraca de manter algum controle.

— Eu tenho camisetas limpas que vão ficar ótimas em você — ele rebateu, sem dar espaço para discussões. — E você precisa de uma noite inteira de sono sem um alarme tocando às seis da manhã.

— Hoseok…

— Sem “Hoseok” por hoje — ele disse, parando o carro diante do portão automático de um edifício residencial de alto padrão, cercado por árvores altas e uma iluminação acolhedora. — Você entregou o controle para mim hoje à noite, lembra? A regra ainda está valendo.

O portão de ferro se abriu devagar, e ele guiou o carro para a garagem submersa e silenciosa do prédio dele.

Quando o motor finalmente foi desligado, um silêncio profundo tomou conta do veículo. A iluminação fraca da garagem criava um ambiente isolado, quase secreto.

Ela olhou para ele. Hoseok soltou o cinto de segurança e se virou em sua direção. No espaço confinado do carro, a presença dele parecia ocupar todo o ar disponível. A tensão brincalhona do boliche e a conversa profunda sobre cansaço haviam dado lugar a algo novo uma eletricidade latente, pesada e inegável que pairava entre os dois.

— Você está segura comigo — ele disse, a voz descendo para um tom grave, quase num sussurro. — Mas não vou prometer que vou comportar se você continuar me olhando desse jeito.

O estômago dela deu uma volta completa. A respiração, que havia se acalmado durante o trajeto, voltou a falhar.

— Que jeito? — ela provocou, a voz saindo mais baixa do que pretendia.

Hoseok deu um sorriso lento, perigoso e incrivelmente atraente. Ele se aproximou, puxando a chave da ignição e levando a mão até a nuca dela, os dedos deslizando pelos fios de seu cabelo até segurar a base de sua cabeça com uma firmeza possessiva.

— Como se eu fosse a única coisa no mundo que importa agora — ele respondeu, os lábios a milímetros dos dela mais uma vez.

Desta vez, ela não esperou. Ela encurtou a distância restante e selou seus lábios nos dele.

6 Comentários

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  1. Marcela
    Aug 19, '26 at 11:13 am

    [quote]Em vez disso, Hoseok soltou uma risada baixa, rouca e profundamente consciente do caos que acabara de provocar dentro dela. Ele não se afastou completamente, mas ergueu o rosto o suficiente para encarar os olhos dela, um brilho perverso e terrivelmente carinhoso dançando em suas pupilas escuras.

    AAAAA FDP, gosta de provocar né ??

  2. Marcela
    Aug 19, '26 at 11:17 am

    [quote]Na mesa de centro de madeira escura, repousavam duas cestas de basquete repletas de comida de rua bem quente e gordurosa: batatas rústicas cobertas de queijo derretido e páprica, anéis de cebola crocantes e dois hambúrgueres artesanais cujos aromas impregnavam o ar com um convite irresistível. Ao lado, dois copos altos de vidro condensando gotas de água fria traziam cerveja gelada com uma fatia de limão encaixada na borda.

    Que maravilhaaaaa, aproveita SN
    Pq se eu tivesse aí, eu comia tudo que tinha, inclusive o Hoseok kkkkkkkkkkkk

  3. Marcela
    Aug 21, '26 at 5:13 pm

    [quote]— Eu sempre vou aparecer — ele disse, simples e sem hesitação. — Não importa o quão atolada você esteja, não importa o quão alto sejam as suas paredes. Eu sempre vou te puxar de volta.

    Ela vai amar ser puxada, tenho certeza

  4. Marcela
    Aug 21, '26 at 5:16 pm

    [quote]— Eu tenho camisetas limpas que vão ficar ótimas em você — ele rebateu, sem dar espaço para discussões. — E você precisa de uma noite inteira de sono sem um alarme tocando às seis da manhã.

    Mulheeeer, uma oportunidade dessa, nem se pensa, só vai

  5. Marcela
    Aug 21, '26 at 5:19 pm

    [quote]— Você está segura comigo — ele disse, a voz descendo para um tom grave, quase num sussurro. — Mas não vou prometer que vou comportar se você continuar me olhando desse jeito.

    Joga um olhar matando aí SN, que eu quero ver msm se ele n vai se comportar kkkkkk

  6. Marcela
    Aug 21, '26 at 5:20 pm

    [quote]Desta vez, ela não esperou. Ela encurtou a distância restante e selou seus lábios nos dele.

    Isso garota, gostei de ver
    EU FARIA O MESMO

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