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O toque de Namjoon dentro da calça de Karine foi o estopim para que qualquer resquício de racionalidade se dissolvesse no ar rarefeito da biblioteca. Ele não era mais apenas o poeta de metáforas sutis; era o homem que reivindicava, com uma posse quase primitiva, cada centímetro daquela descoberta.

Ele deslizou dois dedos com firmeza, sentindo o calor fervente que emanava dela, e penetrou a intimidade de Karine em um movimento longo e contínuo. Ela soltou um gemido agudo contra a boca dele, enquanto a outra mão de Namjoon subia frenética, invadindo o moletom para encontrar seus seios. Ele os massageou com uma urgência possessiva, apertando os mamilos já rígidos através da renda do sutiã, enquanto sua boca buscava a dela em um beijo que alternava entre mordidas vorazes nos lábios e sucções profundas na língua dela.

O movimento dos dedos de Namjoon tornou-se rítmico, profundo e implacável. Ele sabia exatamente onde pressionar, e cada estocada era acompanhada pelo polegar que esmagava o clitóris dela com uma cadência calculada para o prazer. Karine arqueava o corpo com violência, a nuca batendo contra as lombadas dos livros, as pernas tremendo enquanto ela tentava se fundir ao corpo dele. Ela sentia cada milímetro daquela invasão, o modo como ele a preenchia e a expandia, focado em levá-la ao limite absoluto sobre aquele tapete silencioso.

Após minutos de uma estimulação que a fazia ver flashes de luz, Karine atingiu o ápice. O corpo dela entrou em espasmos, as paredes internas de sua intimidade contraindo-se em ondas poderosas em volta dos dedos dele, enquanto ela despejava seu prazer quente e abundante sobre a mão de Namjoon, encharcando-o por completo.

Ofegante, ele retirou a mão devagar, sentindo a sucção final da carne dela. Ele ergueu os dedos diante do rosto, observando sob a luz fraca o brilho viscoso e abundante da umidade dela que escorria por seu pulso. Sem desviar o olhar dos olhos dilatados e perdidos de Karine, Namjoon levou os dedos à boca, envolvendo-os com a língua e provando-a com uma lentidão deliberada, sugando cada gota daquele líquido. Suas pupilas dilataram instantaneamente; o gosto dela era doce, almiscarado e viciante — o néctar proibido que ele desejara desde que a vira pela primeira vez na ciclovia.

— Deliciosa… — ele rosnou, a voz vibrando tão baixo que pareceu vir do fundo do peito, um som que arrepiou cada poro de Karine e a fez entender que aquele era apenas o começo da fome dele.

Aquele gosto o enlouqueceu. A necessidade de tê-la por completo tornou-se um incêndio incontrolável. Num movimento brusco, ele tateou o bolso do casaco e pegou o telefone, discando para Minho sem desviar o olhar de Karine.

— Quanto tempo temos antes de qualquer alma aparecer aqui? — a voz dele saiu como um comando militar, fria e urgente.

Vinte minutos, senhor. O perímetro está limpo, mas não posso garantir mais do que isso — a voz de Minho veio firme pelo receptor.

— Entendido. Tente segurar um pouco mais se puder — ele desligou, jogando o aparelho de qualquer jeito no sofá próximo.

O gosto dela em sua língua agiu como um combustível, queimando o que restava de sua civilidade. Namjoon não perdeu tempo. Com um movimento ágil, ele a ergueu do chão e a deitou no sofá de couro. O som do material rangendo sob o corpo dela foi abafado pelo som da respiração pesada de ambos.

Ele se ajoelhou entre as pernas de Karine, abrindo-as com uma autoridade que a fez estremecer. Sem hesitar, ele mergulhou.

A primeira investida de sua língua foi longa e lenta, percorrendo-a de baixo para cima, espalhando a própria umidade dela por toda a vulva. Karine soltou um grito abafado, as mãos enterrando-se desesperadamente no estofado do sofá. Namjoon era meticuloso; ele usava a língua com a mesma precisão com que escolhia as palavras para suas músicas, mas ali, a poesia era carnal.

Ele a abocanhou com força, sugando o clitóris dela com uma pressão que a fazia perder o contato com a realidade. Karine sentia a barba rala dele arranhar levemente a parte interna de suas coxas, um contraste rústico com a maciez da língua que a explorava sem piedade. Ele a conhecia agora — não por fotos ou observações distantes, mas pelo sabor, pela textura e pelo modo como ela vibrava a cada movimento dele.

— Namjoon… por favor… — ela implorou, a voz falhando enquanto seus quadris começavam a subir involuntariamente, buscando mais do contato frenético.

Ele ignorou os pedidos, respondendo apenas com um murmúrio gutural contra a pele dela. Ele inseriu dois dedos novamente nela, criando um ritmo duplo de sucção e penetração que a levava ao delírio. Namjoon bebia cada gota dela, fascinado pelo modo como o corpo de Karine reagia, como ela se entregava ao seu comando silencioso naquela penumbra de biblioteca.

Ele subiu a intensidade, a língua movendo-se em círculos rápidos e firmes, enquanto seus dedos alcançavam o ponto mais profundo. Karine sentia a pressão aumentar no baixo ventre, uma tensão insuportável que clamava por libertação. Ela estava à beira de um segundo orgasmo, ainda mais violento que o primeiro, e Namjoon, sentindo a pulsação dela acelerar sob seus lábios, não deu trégua, decidido a levá-la exatamente para onde ele queria.

Namjoon sentindo a musculatura de Karine retesar sob seus lábios, ele intensificou as estocadas dos dedos, enquanto sua língua trabalhava com uma voracidade que beirava a selvageria.

Ele a pressionou com o rosto, ignorando a falta de ar, focado apenas no tremor que começou nas coxas dela e se espalhou por todo o seu corpo. Karine soltou um grito mudo contra a palma da própria mão, os olhos revirando enquanto o segundo orgasmo a atingia como uma descarga elétrica. Namjoon não se afastou; ele bebeu cada gota do prazer dela, fazendo sons barulhentos de satisfação, uma sucção gulosa e animal que ecoava no silêncio sepulcral da biblioteca. Ele saboreou o ápice dela como se fosse a nota final de uma sinfonia perfeita, limpando-a com a língua até que ela estivesse completamente entregue e exausta sobre o couro do sofá.

Sem dar a Karine sequer um segundo para recuperar o fôlego, Namjoon levantou-se com uma agilidade predatória que fez o sofá de couro ranger. O som do zíper de sua calça abrindo-se foi um corte seco e violento no silêncio da biblioteca. Ele não se despiu completamente; a urgência e o risco iminente transformavam a luxúria em algo perigoso. Ele libertou sua masculinidade latejante, que saltou para fora denunciando a tortura que fora manter o controle enquanto a servia com a boca.

— De lado, Karine. Agora — ele ordenou, a voz tão rouca e carregada de uma autoridade sombria que a fez obedecer por puro instinto.

Ele a virou de lado, pressionando o corpo dela contra o encosto do sofá, mas mantendo o rosto dela voltado para ele. Namjoon encaixou-se entre suas pernas e, com um golpe seco e brutal, a penetrou de uma vez só. O preenchimento foi tão profundo que Karine soltou um grito agudo, abafado pela mão dele que logo encontrou sua boca.

— Porra, Karine… — ele rosnou no ouvido dela, a respiração queimando. — Você é tão apertada, caralho.

Ele começou a fodê-la com estocadas longas e pesadas, cada impacto fazendo a carne colidir com um estalo úmido e pecaminoso. Uma de suas mãos subiu para o moletom dela, expondo seus seios; ele abocanhou um mamilo com força, sugando e mordendo enquanto o quadril trabalhava sem piedade. Namjoon desferiu um tapa estalado na nádega dela, a marca vermelha surgindo instantaneamente na pele clara.

— Diz quem é o seu homem, Karine! Diz o meu nome! — ele exigiu, desferindo outro tapa, o som ecoando entre os livros.

— Namjoon… ah! Namjoon! — ela gemia, a voz quebrada pela intensidade das estocadas que pareciam tocar o seu útero.

— Isso… — ele acelerou o ritmo, as investidas tornando-se curtas, rápidas e violentas. — Sou eu que estou dentro de você. O homem que escreveu cada palavra naquele livro pensando em como seria abrir suas pernas e te fazer minha assim.

Ele a puxou pelo cabelo com delicadeza mas firmeza, forçando-a a olhar diretamente em seus olhos escuros e dilatados. O ritmo era frenético, o som do couro e dos corpos se chocando era a única música na biblioteca. Namjoon soltava palavrões baixos, uma sequência de adjetivos sobre o quanto ela estava deliciosa e o quanto o gosto dela o deixava louco. Ele estava perdendo o controle, a visão nublando enquanto sentia as paredes de Karine implodirem em volta dele em um orgasmo devastador. Ele desferiu as últimas estocadas com uma força animal, urrando o nome dela enquanto se despejava profundamente, preenchendo-a com cada gota de seu desejo acumulado.

O silêncio voltou, pesado e carregado de eletricidade. Por alguns minutos, apenas o som das respirações entrecortadas preenchia o corredor. Namjoon, ainda ofegante, começou a se recompor. Ele limpou Karine com o lenço de seda que levava no bolso do sobretudo, beijando-lhe a testa com uma ternura que contrastava com a fúria de instantes atrás.

— Precisamos ir — ele sussurrou, a voz voltando ao tom aveludado.

Com cuidado, ele a ajudou a subir a calça de moletom e a ajeitar o sutiã, os dedos longos tremendo levemente. Ele vestiu o próprio sobretudo, escondendo qualquer rastro do caos. Karine ainda parecia em transe, os olhos perdidos. Namjoon sorriu, as covinhas surgindo como um sinal de paz, e a pegou no colo com facilidade.

— Eu te levo — ele disse, aninhando-a contra o peito enquanto caminhava em direção à saída lateral, onde Minho já aguardava.

Ele a carregou para fora da biblioteca, atravessando a noite fria de Seul com a sua “poesia” viva e desfeita nos braços, deixando para trás apenas o cheiro de sândalo e o segredo guardado entre os livros de Thoreau.

18 Comentários

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  1. Anônimo Convidado
    Apr 21, '26 at 7:38 pm

    Sem dar a Karine sequer um segundo para recuperar o fôlego, Namjoon levantou-se com uma agilidade predatória que fez o sofá de couro ranger. O som do zíper de sua calça abrindo-se foi um corte seco e violento no silêncio da biblioteca. Ele não se despiu completamente; a urgência e o risco iminente transformavam a luxúria em algo perigoso. Ele libertou sua masculinidade latejante, que saltou para fora denunciando a tortura que fora manter o controle enquanto a servia com a boca.

    Ele mostrando que tem só porque eu disse que não tinha kkk

  2. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Apr 21, '26 at 7:36 pm

    Namjoon sentindo a musculatura de Karine retesar sob seus lábios, ele intensificou as estocadas dos dedos, enquanto sua língua trabalhava com uma voracidade que beirava a selvageria.

    Aparentemente o Namjoon dessa fic n tem p, só dedos e boca , interessante…

  3. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Apr 21, '26 at 7:33 pm

    — Deliciosa… — ele rosnou, a voz vibrando tão baixo que pareceu vir do fundo do peito, um som que arrepiou cada poro de Karine e a fez entender que aquele era apenas o começo da fome dele.

    Ah, não, isso aqui já é demais

  4. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Apr 21, '26 at 7:31 pm

    Ele deslizou dois dedos com firmeza, sentindo o calor fervente que emanava dela, e penetrou a intimidade de Karine em um movimento longo e contínuo. Ela soltou um gemido agudo contra a boca dele, enquanto a outra mão de Namjoon subia frenética, invadindo o moletom para encontrar seus seios. Ele os massageou com uma urgência possessiva, apertando os mamilos já rígidos através da renda do sutiã, enquanto sua boca buscava a dela em um beijo que alternava entre mordidas vorazes nos lábios e sucções profundas na língua dela.

    Isso tá totalmente absurdo. Do nd aquele negócio td de poesia virou esse Red Velvet?Kkk

  5. THAMIRIS
    Jan 28, '26 at 7:18 pm

    — Eu te levo — ele disse, aninhando-a contra o peito enquanto caminhava em direção à saída lateral, onde Minho já aguardava.

    Depois de te arregassado a bixinha,no mínimo

  6. THAMIRIS
    Jan 28, '26 at 7:16 pm

    — Isso… — ele acelerou o ritmo, as investidas tornando-se curtas, rápidas e violentas. — Sou eu que estou dentro de você. O homem que escreveu cada palavra naquele livro pensando em como seria abrir suas pernas e te fazer minha assim.

    Nossa como ele é poético kk

    1. SNdoNamjoon(YrysV)♡
      @THAMIRISApr 21, '26 at 7:39 pm

      Eu vou abrir é a cabeça dela cm um taco , isso s :/ kkk

  7. THAMIRIS
    Jan 28, '26 at 6:18 pm

    — Namjoon… ah! Namjoon! — ela gemia, a voz quebrada pela intensidade das estocadas que pareciam tocar o seu útero.

    É o grande Kim Nanjoon né

    1. IASMINE
      @THAMIRISJan 29, '26 at 7:58 pm

      Ele a virou de lado, pressionando o corpo dela contra o encosto do sofá, mas mantendo o rosto dela voltado para ele. Namjoon encaixou-se entre suas pernas e, com um golpe seco e brutal, a penetrou de uma vez só. O preenchimento foi tão profundo que Karine soltou um grito agudo, abafado pela mão dele que logo encontrou sua boca.

      Só isso aí ja tinha chegando no ápice kkkkk

  8. THAMIRIS
    Jan 28, '26 at 6:16 pm

    — De lado, Karine. Agora — ele ordenou, a voz tão rouca e carregada de uma autoridade sombria que a fez obedecer por puro instinto.

    MDS, se esse homem fala assim comigo,eu pacientemente obedeço na hora
    Sou nem louca de desobedecer

  9. THAMIRIS
    Jan 28, '26 at 6:08 pm

    — Vinte minutos, senhor. O perímetro está limpo, mas não posso garantir mais do que isso — a voz de Minho veio firme pelo receptor.

    Entendendo o pq ele pedir tempo pro minho

  10. THAMIRIS
    Jan 28, '26 at 6:05 pm

    Ele deslizou dois dedos com firmeza, sentindo o calor fervente que emanava dela, e penetrou a intimidade de Karine em um movimento longo e contínuo. Ela soltou um gemido agudo contra a boca dele, enquanto a outra mão de Namjoon subia frenética, invadindo o moletom para encontrar seus seios. Ele os massageou com uma urgência possessiva, apertando os mamilos já rígidos através da renda do sutiã, enquanto sua boca buscava a dela em um beijo que alternava entre mordidas vorazes nos lábios e sucções profundas na língua dela.

    Rapaz essa put@r!@ toda dentro da biblioteca

  11. Marcela
    Jan 28, '26 at 11:43 am

    — De lado, Karine. Agora — ele ordenou, a voz tão rouca e carregada de uma autoridade sombria que a fez obedecer por puro instinto.

    Falando desse jeito, impossível negar

  12. Karine do Nam
    Jan 28, '26 at 11:24 am

    O sorriso e as covinhas desarmam qualquer coisa (˘⌣˘ )♡

  13. Karine do Nam
    Jan 28, '26 at 11:19 am

    — Namjoon… ah! Namjoon! — ela gemia, a voz quebrada pela intensidade das estocadas que pareciam tocar o seu útero.

    Com certeza deve chegar no útero mesmo

  14. Karine do Nam
    Jan 28, '26 at 11:17 am

    Sem dar a Karine sequer um segundo para recuperar o fôlego, Namjoon levantou-se com uma agilidade predatória que fez o sofá de couro ranger. O som do zíper de sua calça abrindo-se foi um corte seco e violento no silêncio da biblioteca. Ele não se despiu completamente; a urgência e o risco iminente transformavam a luxúria em algo perigoso. Ele libertou sua masculinidade latejante, que saltou para fora denunciando a tortura que fora manter o controle enquanto a servia com a boca.

    Ele mordendo o lábio uuuiiii

  15. Karine do Nam
    Jan 28, '26 at 11:15 am

    Ele a abocanhou com força, sugando o clitóris dela com uma pressão que a fazia perder o contato com a realidade. Karine sentia a barba rala dele arranhar levemente a parte interna de suas coxas, um contraste rústico com a maciez da língua que a explorava sem piedade. Ele a conhecia agora — não por fotos ou observações distantes, mas pelo sabor, pela textura e pelo modo como ela vibrava a cada movimento dele.

    Barba rala? Meio rústico ? Ai é game over

  16. Karine do Nam
    Jan 28, '26 at 11:10 am

    Ofegante, ele retirou a mão devagar, sentindo a sucção final da carne dela. Ele ergueu os dedos diante do rosto, observando sob a luz fraca o brilho viscoso e abundante da umidade dela que escorria por seu pulso. Sem desviar o olhar dos olhos dilatados e perdidos de Karine, Namjoon levou os dedos à boca, envolvendo-os com a língua e provando-a com uma lentidão deliberada, sugando cada gota daquele líquido. Suas pupilas dilataram instantaneamente; o gosto dela era doce, almiscarado e viciante — o néctar proibido que ele desejara desde que a vira pela primeira vez na ciclovia.

    A verdadeira obra de arte

Nota

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