Capítulo 8 – O Gosto da Poesia
por FanfiqueiraO toque de Namjoon dentro da calça de Karine foi o estopim para que qualquer resquício de racionalidade se dissolvesse no ar rarefeito da biblioteca. Ele não era mais apenas o poeta de metáforas sutis; era o homem que reivindicava, com uma posse quase primitiva, cada centímetro daquela descoberta.
Ele deslizou dois dedos com firmeza, sentindo o calor fervente que emanava dela, e penetrou a intimidade de Karine em um movimento longo e contínuo. Ela soltou um gemido agudo contra a boca dele, enquanto a outra mão de Namjoon subia frenética, invadindo o moletom para encontrar seus seios. Ele os massageou com uma urgência possessiva, apertando os mamilos já rígidos através da renda do sutiã, enquanto sua boca buscava a dela em um beijo que alternava entre mordidas vorazes nos lábios e sucções profundas na língua dela.
O movimento dos dedos de Namjoon tornou-se rítmico, profundo e implacável. Ele sabia exatamente onde pressionar, e cada estocada era acompanhada pelo polegar que esmagava o clitóris dela com uma cadência calculada para o prazer. Karine arqueava o corpo com violência, a nuca batendo contra as lombadas dos livros, as pernas tremendo enquanto ela tentava se fundir ao corpo dele. Ela sentia cada milímetro daquela invasão, o modo como ele a preenchia e a expandia, focado em levá-la ao limite absoluto sobre aquele tapete silencioso.
Após minutos de uma estimulação que a fazia ver flashes de luz, Karine atingiu o ápice. O corpo dela entrou em espasmos, as paredes internas de sua intimidade contraindo-se em ondas poderosas em volta dos dedos dele, enquanto ela despejava seu prazer quente e abundante sobre a mão de Namjoon, encharcando-o por completo.
Ofegante, ele retirou a mão devagar, sentindo a sucção final da carne dela. Ele ergueu os dedos diante do rosto, observando sob a luz fraca o brilho viscoso e abundante da umidade dela que escorria por seu pulso. Sem desviar o olhar dos olhos dilatados e perdidos de Karine, Namjoon levou os dedos à boca, envolvendo-os com a língua e provando-a com uma lentidão deliberada, sugando cada gota daquele líquido. Suas pupilas dilataram instantaneamente; o gosto dela era doce, almiscarado e viciante — o néctar proibido que ele desejara desde que a vira pela primeira vez na ciclovia.
— Deliciosa… — ele rosnou, a voz vibrando tão baixo que pareceu vir do fundo do peito, um som que arrepiou cada poro de Karine e a fez entender que aquele era apenas o começo da fome dele.
Aquele gosto o enlouqueceu. A necessidade de tê-la por completo tornou-se um incêndio incontrolável. Num movimento brusco, ele tateou o bolso do casaco e pegou o telefone, discando para Minho sem desviar o olhar de Karine.
— Quanto tempo temos antes de qualquer alma aparecer aqui? — a voz dele saiu como um comando militar, fria e urgente.
— Vinte minutos, senhor. O perímetro está limpo, mas não posso garantir mais do que isso — a voz de Minho veio firme pelo receptor.
— Entendido. Tente segurar um pouco mais se puder — ele desligou, jogando o aparelho de qualquer jeito no sofá próximo.
O gosto dela em sua língua agiu como um combustível, queimando o que restava de sua civilidade. Namjoon não perdeu tempo. Com um movimento ágil, ele a ergueu do chão e a deitou no sofá de couro. O som do material rangendo sob o corpo dela foi abafado pelo som da respiração pesada de ambos.
Ele se ajoelhou entre as pernas de Karine, abrindo-as com uma autoridade que a fez estremecer. Sem hesitar, ele mergulhou.
A primeira investida de sua língua foi longa e lenta, percorrendo-a de baixo para cima, espalhando a própria umidade dela por toda a vulva. Karine soltou um grito abafado, as mãos enterrando-se desesperadamente no estofado do sofá. Namjoon era meticuloso; ele usava a língua com a mesma precisão com que escolhia as palavras para suas músicas, mas ali, a poesia era carnal.
Ele a abocanhou com força, sugando o clitóris dela com uma pressão que a fazia perder o contato com a realidade. Karine sentia a barba rala dele arranhar levemente a parte interna de suas coxas, um contraste rústico com a maciez da língua que a explorava sem piedade. Ele a conhecia agora — não por fotos ou observações distantes, mas pelo sabor, pela textura e pelo modo como ela vibrava a cada movimento dele.
— Namjoon… por favor… — ela implorou, a voz falhando enquanto seus quadris começavam a subir involuntariamente, buscando mais do contato frenético.
Ele ignorou os pedidos, respondendo apenas com um murmúrio gutural contra a pele dela. Ele inseriu dois dedos novamente nela, criando um ritmo duplo de sucção e penetração que a levava ao delírio. Namjoon bebia cada gota dela, fascinado pelo modo como o corpo de Karine reagia, como ela se entregava ao seu comando silencioso naquela penumbra de biblioteca.
Ele subiu a intensidade, a língua movendo-se em círculos rápidos e firmes, enquanto seus dedos alcançavam o ponto mais profundo. Karine sentia a pressão aumentar no baixo ventre, uma tensão insuportável que clamava por libertação. Ela estava à beira de um segundo orgasmo, ainda mais violento que o primeiro, e Namjoon, sentindo a pulsação dela acelerar sob seus lábios, não deu trégua, decidido a levá-la exatamente para onde ele queria.
Namjoon sentindo a musculatura de Karine retesar sob seus lábios, ele intensificou as estocadas dos dedos, enquanto sua língua trabalhava com uma voracidade que beirava a selvageria.
Ele a pressionou com o rosto, ignorando a falta de ar, focado apenas no tremor que começou nas coxas dela e se espalhou por todo o seu corpo. Karine soltou um grito mudo contra a palma da própria mão, os olhos revirando enquanto o segundo orgasmo a atingia como uma descarga elétrica. Namjoon não se afastou; ele bebeu cada gota do prazer dela, fazendo sons barulhentos de satisfação, uma sucção gulosa e animal que ecoava no silêncio sepulcral da biblioteca. Ele saboreou o ápice dela como se fosse a nota final de uma sinfonia perfeita, limpando-a com a língua até que ela estivesse completamente entregue e exausta sobre o couro do sofá.

Sem dar a Karine sequer um segundo para recuperar o fôlego, Namjoon levantou-se com uma agilidade predatória que fez o sofá de couro ranger. O som do zíper de sua calça abrindo-se foi um corte seco e violento no silêncio da biblioteca. Ele não se despiu completamente; a urgência e o risco iminente transformavam a luxúria em algo perigoso. Ele libertou sua masculinidade latejante, que saltou para fora denunciando a tortura que fora manter o controle enquanto a servia com a boca.
— De lado, Karine. Agora — ele ordenou, a voz tão rouca e carregada de uma autoridade sombria que a fez obedecer por puro instinto.
Ele a virou de lado, pressionando o corpo dela contra o encosto do sofá, mas mantendo o rosto dela voltado para ele. Namjoon encaixou-se entre suas pernas e, com um golpe seco e brutal, a penetrou de uma vez só. O preenchimento foi tão profundo que Karine soltou um grito agudo, abafado pela mão dele que logo encontrou sua boca.
— Porra, Karine… — ele rosnou no ouvido dela, a respiração queimando. — Você é tão apertada, caralho.
Ele começou a fodê-la com estocadas longas e pesadas, cada impacto fazendo a carne colidir com um estalo úmido e pecaminoso. Uma de suas mãos subiu para o moletom dela, expondo seus seios; ele abocanhou um mamilo com força, sugando e mordendo enquanto o quadril trabalhava sem piedade. Namjoon desferiu um tapa estalado na nádega dela, a marca vermelha surgindo instantaneamente na pele clara.
— Diz quem é o seu homem, Karine! Diz o meu nome! — ele exigiu, desferindo outro tapa, o som ecoando entre os livros.
— Namjoon… ah! Namjoon! — ela gemia, a voz quebrada pela intensidade das estocadas que pareciam tocar o seu útero.
— Isso… — ele acelerou o ritmo, as investidas tornando-se curtas, rápidas e violentas. — Sou eu que estou dentro de você. O homem que escreveu cada palavra naquele livro pensando em como seria abrir suas pernas e te fazer minha assim.
Ele a puxou pelo cabelo com delicadeza mas firmeza, forçando-a a olhar diretamente em seus olhos escuros e dilatados. O ritmo era frenético, o som do couro e dos corpos se chocando era a única música na biblioteca. Namjoon soltava palavrões baixos, uma sequência de adjetivos sobre o quanto ela estava deliciosa e o quanto o gosto dela o deixava louco. Ele estava perdendo o controle, a visão nublando enquanto sentia as paredes de Karine implodirem em volta dele em um orgasmo devastador. Ele desferiu as últimas estocadas com uma força animal, urrando o nome dela enquanto se despejava profundamente, preenchendo-a com cada gota de seu desejo acumulado.
O silêncio voltou, pesado e carregado de eletricidade. Por alguns minutos, apenas o som das respirações entrecortadas preenchia o corredor. Namjoon, ainda ofegante, começou a se recompor. Ele limpou Karine com o lenço de seda que levava no bolso do sobretudo, beijando-lhe a testa com uma ternura que contrastava com a fúria de instantes atrás.
— Precisamos ir — ele sussurrou, a voz voltando ao tom aveludado.
Com cuidado, ele a ajudou a subir a calça de moletom e a ajeitar o sutiã, os dedos longos tremendo levemente. Ele vestiu o próprio sobretudo, escondendo qualquer rastro do caos. Karine ainda parecia em transe, os olhos perdidos. Namjoon sorriu, as covinhas surgindo como um sinal de paz, e a pegou no colo com facilidade.
— Eu te levo — ele disse, aninhando-a contra o peito enquanto caminhava em direção à saída lateral, onde Minho já aguardava.
Ele a carregou para fora da biblioteca, atravessando a noite fria de Seul com a sua “poesia” viva e desfeita nos braços, deixando para trás apenas o cheiro de sândalo e o segredo guardado entre os livros de Thoreau.
Ele mostrando que tem só porque eu disse que não tinha kkk
Aparentemente o Namjoon dessa fic n tem p, só dedos e boca , interessante…
Ah, não, isso aqui já é demais
Isso tá totalmente absurdo. Do nd aquele negócio td de poesia virou esse Red Velvet?Kkk
Depois de te arregassado a bixinha,no mínimo
Nossa como ele é poético kk
Eu vou abrir é a cabeça dela cm um taco , isso s :/ kkk
É o grande Kim Nanjoon né
Só isso aí ja tinha chegando no ápice kkkkk
MDS, se esse homem fala assim comigo,eu pacientemente obedeço na hora
Sou nem louca de desobedecer
Entendendo o pq ele pedir tempo pro minho
Rapaz essa put@r!@ toda dentro da biblioteca
— De lado, Karine. Agora — ele ordenou, a voz tão rouca e carregada de uma autoridade sombria que a fez obedecer por puro instinto.
Falando desse jeito, impossível negar
O sorriso e as covinhas desarmam qualquer coisa (˘⌣˘ )♡
Com certeza deve chegar no útero mesmo
Ele mordendo o lábio uuuiiii
Barba rala? Meio rústico ? Ai é game over
A verdadeira obra de arte