Capítulo 15 – O Disfarce na Loja Vazia
por FanfiqueiraA chuva caía fina pelas ruas de Gangnam. Jimin caminhava pelas calçadas escuras, mantendo a cabeça baixa. Essa porra de rosto está em todos os outdoors da cidade, ele pensou, sentindo um tédio irritado ao ver sua própria face brilhando no telão de um prédio comercial com a frase “Forças, Jimin”. O mundo humano ainda chorava pelo seu burnout falso.
Ele precisava sumir da vista do público e do rastreamento de Jung-hyun. Seus olhos varreram a avenida e pararam em uma loja de departamento de grife. As luzes estavam parcialmente apagadas, indicando que já havia passado do horário de fechamento, mas a porta de vidro estava apenas encostada porque uma funcionária terminava de repor o estoque no fundo.
Jimin empurrou a porta de vidro sem fazer barulho. O ambiente estava silencioso, cheirando a roupas novas e perfume caro. Ele caminhou até as araras de roupas masculinas masculinas e começou a escolher algumas peças com total indiferença. Pegou um moletom oversized preto, uma calça jogger escura, um boné de aba curva e uma máscara cirúrgica preta — o kit padrão de sobrevivência de um idol coreano.
— Licença? Moço, nós já fechamos… — a voz trêmula da funcionária ecoou pelo corredor de cabides.
Ela segurava uma prancheta, os olhos arregalados ao reconhecer a estrutura corporal e os cabelos loiros do homem mais famoso do país bem ali, pegando roupas sem autorização.
Jimin virou-se devagar. Antes que ela pudesse gritar ou pegar o celular, ele usou a velocidade e apareceu a centímetros dela. Seus dedos longos e frios agarraram o queixo da garota, forçando-a a olhar diretamente nos seus olhos. As íris cor de mel de Jimin dilataram-se em anéis hipnóticos, capturando a mente da humana instantaneamente. O corpo dela relaxou, os olhos ficando opacos.
— Fique quieta — Jimin ordenou, a voz grave e aveludada, vibrando na mente dela. — Você não vai gritar. Não vai se mexer.
Ele estava faminto. A fuga e o esforço físico haviam consumido a energia que ele pegara mais cedo. Sem qualquer hesitação ou cavalheirismo, ele inclinou a cabeça da garota para o lado, expondo a jugular. Seus caninos saltaram e ele os cravou na carne macia.
O sangue humano, direto da fonte, correu por sua garganta. Jimin sugou com uma cadência implacável, sentindo a energia imortal se regenerar instantaneamente em suas veias. Ele sentiu o corpo da garota vacilar pelo volume de sangue perdido, mas ele não queria matá-la — não por bondade, mas porque um corpo morto traria a polícia e o clã atrás dele rápido demais.
Ele recolheu as presas, limpando o sangue dos lábios com a língua. Voltou a olhar nos olhos enevoados da garota.
— Você bateu a cabeça na arara de roupas — Jimin ditou a nova memória, a voz exercendo uma pressão psicológica esmagadora. — Você desmaiou por alguns minutos. Quando acordar, vai colocar um curativo no pescoço e esquecer que alguém esteve aqui. Você apagou o sistema de câmeras das últimas duas horas por engano. Entendeu?
— Sim… eu entendi — ela murmurou, a mente completamente moldada pela vontade dele.
Jimin a soltou, deixando-a sentada no chão, encostada no balcão em um estado de torpor profundo. Ali mesmo, no meio do corredor da loja, ele tirou sua jaqueta de couro e sua camisa social sujas, jogando-as no chão. Vestiu o moletom preto, a calça nova, colocou o boné bem baixo cobrindo os fios loiros e a máscara preta cobrindo metade do rosto.
Ele olhou no espelho da loja. Agora, ele era apenas mais uma sombra anônima na multidão de Seul.
Ao cruzar a porta de vidro da loja de departamento, a chuva fria de Seul atingiu o tecido do moletom novo de Park Jimin. Sob a aba curva do boné e a barreira da máscara cirúrgica preta, ele era apenas mais uma silhueta anônima diluída na noite de Gangnam. Ele deu alguns passos pela calçada molhada, mas parou abruptamente diante de um enorme outdoor digital instalado na fachada do edifício em frente.
Sua própria imagem brilhava na tela de LED. O rosto impecável, os fios loiros alinhados, a legenda dramática que rodava em letras garrafais vermelhas: “Eclipse Entertainment confirma hiato de Park Jimin por colapso psicológico severo. Fãs organizam vigília na sede da agência.”
Jimin inclinou levemente a cabeça, os olhos cor de mel semicerrados atrás do disfarce. Um riso mudo e desdenhoso vibrou em seu peito. O mundo inteiro estava chorando por um fantasma. Ele não podia circular livremente; qualquer olhar atento reconheceria a estrutura de seu maxilar. Fugir para as províncias do interior também estava fora de cogitação, pois aqueles territórios pertenciam a clãs tradicionais que adorariam barganhar sua cabeça com Jung-hyun em troca de favores.
Ele precisava de um ponto cego no próprio coração de Seul.
Foi quando os engrenagens de sua mente fria trouxeram a memória perfeita: Min-jee. A jovem estagiária da sua equipe de gerenciamento na Eclipse. Uma garota inocente que havia ingressado recentemente no universo frenético do entretenimento e que, até pouco tempo atrás, só o conhecia através de telas e cartazes. Ela era o peão perfeito. Ninguém na agência daria falta dela ou desconfiaria de que o grande Park Jimin estaria escondido no teto de uma reles funcionária de apoio.
Puxando os registros da mente dela que ele havia mapeado sutilmente na agência, ele lembrou de sua rotina. Passava das onze da noite. Min-jee costumava fazer o turno estendido no arquivo de mídia da agência, saindo sempre pelo portão secundário de serviço, duas quadras abaixo da avenida principal, onde o fluxo de câmeras era menor.
Com a velocidade sutil de sua linhagem, ele cortou os becos escuros, movendo-se como uma sombra até alcançar a escuridão de uma viela lateral. Ele esperou. Sua audição aguçada filtrou o som dos passos distantes e, finalmente, o estalo metálico da porta de serviço se abrindo.
Min-jee saiu. Ela usava um casaco pesado e um cachecol de lã escura enterrado até o queixo. Caminhava apressada, totalmente alheia ao fato de que estava sendo vigiada.
Jimin esperou que ela entrasse no trecho mais escuro da viela. Quando ela alcançou o estacionamento público, ele se moveu. O deslocamento de ar foi quase imperceptível. Em um segundo ela estava sozinha; no segundo seguinte, uma figura vestida de preto, barrou seu caminho.
Ela soltou um arquejo, o corpo tencionando para gritar, mas Jimin foi mais rápido. Seus dedos longos e gélidos envolveram o queixo da garota com firmeza, forçando sua cabeça para trás. Ele puxou a máscara cirúrgica para baixo, permitindo que a luz fraca de um poste iluminasse suas feições.
— Shh… Nem um piu — a voz de Jimin ecoou, um sussurro aveludado e carregado de uma frequência magnética que atingiu o cérebro da garota como um anestésico pesado.
Os olhos de Min-jee, que antes exibiam pânico, dilataram-se imediatamente. Suas pupilas foram engolidas pelo preto absoluto, a espinha relaxando enquanto a vontade de Jimin assumia o controle total de seu sistema nervoso. O deslumbramento que ela sentia pelo idol facilitou o transe, tornando-o instantâneo.
— Você vai me guiar até o seu carro agora — Jimin ordenou, mantendo o tom suave, quase carinhoso, enquanto deslizava os dedos pelo maxilar dela de forma sedutora. — E nós vamos sair daqui sem chamar atenção.
Eles caminharam lado a lado até o pequeno sedã cinza estacionado no canto da rua. Jimin assumiu o banco do motorista e deu a partida, conduzindo o veículo para longe de Gangnam. Enquanto olhava pelo retrovisor para garantir que nenhum carro da Eclipse ou do Distrito Sul o seguia, Jimin esticou a mão direita, tocando de leve o ombro da garota para manter o transe estável.
— Você está linda hoje — ele murmurou, a voz banhada em uma sedução fria, os olhos fixos na estrada. — Esse cachecol… combinou perfeitamente com você.
Min-jee soltou um suspiro trêmulo, um sorriso vazio e hipnotizado surgindo em seus lábios. Ela não tinha consciência do perigo; na mente dela, estar ali com o artista mais cobiçado do país era um sonho febril.
— Diga-me onde você mora. Cada detalhe do endereço.
Ela recitou as coordenadas de seu pequeno apartamento em Mapo-gu.
Enquanto dirigia pela ponte sobre o rio Han, Jimin deixou seus pensamentos derivarem. Lembrar-se de quem ele era há apenas algumas semanas causava-lhe um asco profundo. O Park Jimin que chorava nos cantos, o homem que implorava pelo amor de uma humana… tudo aquilo era uma fraqueza deplorável. O luto e o apego eram correntes que os imortais usavam para se autotorturar. Eu nunca mais vou voltar para aquela caixa, ele jurou a si mesmo. Eles querem o Jimin sensível de volta porque um homem que sente é um homem fácil de controlar. Mas eu terminei de ser controlado.
O carro finalmente estacionou na garagem do prédio em Mapo-gu. Eles pegaram o elevador de serviço e subiram até o apartamento. A garota abriu a porta e Jimin entrou logo atrás, trancando a fechadura com um estalo definitivo.
Jimin puxou o capuz do moletom para trás, revelando os cabelos loiros. Ele aproximou-se com passos lentos, a postura exudando aquele magnetismo perigoso que agora era sua única pele. Ele segurou o rosto dela com as duas mãos, os polegares acariciando os lábios da jovem.
— Ouça com atenção, Min-jee — ele sussurrou, a respiração fria tocando a pele da garota. — Eu vou ficar aqui com você por um tempo. Este vai ser o nosso pequeno segredo. Você não vai dizer uma única palavra sobre mim para ninguém na Eclipse ou fora dela. Entendeu?
— Nosso… segredo… — ela repetiu, completamente enredada na teia psicológica do vampiro.
— Isso mesmo. Só meu e seu — ele sorriu, um sorriso ladino que não alcançava os olhos. Ele a conduziu sutilmente em direção ao quarto.
[quote]Foi quando os engrenagens de sua mente fria trouxeram a memória perfeita: Min-jee. A jovem estagiária da sua equipe de gerenciamento na Eclipse. Uma garota inocente que havia ingressado recentemente no universo frenético do entretenimento e que, até pouco tempo atrás, só o conhecia através de telas e cartazes. Ela era o peão perfeito. Ninguém na agência daria falta dela ou desconfiaria de que o grande Park Jimin estaria escondido no teto de uma reles funcionária de apoio.
Vish, vai sobrar pra coitada
[quote]Jimin esperou que ela entrasse no trecho mais escuro da viela. Quando ela alcançou o estacionamento público, ele se moveu. O deslocamento de ar foi quase imperceptível. Em um segundo ela estava sozinha; no segundo seguinte, uma figura vestida de preto, barrou seu caminho.
Desse jeito, vai matar a pobi de susto
[quote]— Isso mesmo. Só meu e seu — ele sorriu, um sorriso ladino que não alcançava os olhos. Ele a conduziu sutilmente em direção ao quarto.
Eita como é rápido, já foi para o quarto??
Nem uma mordidinha ou chupadinha antes?
Já vi td: Essa funcionária vai ser mais uma “Vítima” dele
E lá vem mais uma ponta pra SN
“Forças Jimin” kkkkkkkk ele puto da vida vei
Mais uma vítima do vampmin kkkk
Eita como seduz kkkkk todo faceiro ele
Isso mesmo trouxa, vou usar sua casa e tu não vai abrir esse bico