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Índice do Capítulo

Ainda era de tarde quando Jungkook e SN se deitaram juntos. O quarto estava silencioso, iluminado apenas por uma luz fraca e aconchegante ao lado da cama. O som da respiração dela, cada vez mais lenta, era a única coisa que ele queria ouvir naquele momento.

Ela estava encolhida nos braços dele, com o rosto aninhado contra o peito nu dele. As pernas entrelaçadas, os dedos dela entre os dele.

Os celulares de ambos vibravam em silêncio sobre a cômoda, notificações e ligações incessantes que ele, propositalmente, ignorava. Nada, absolutamente nada, era mais importante do que deixá-la tranquila.

Ele deslizou os dedos devagar pelas costas dela, num carinho repetitivo e suave, quase hipnótico. Ela soltou um suspiro baixo e confortável, afundando ainda mais no corpo dele.

— Dorme, meu amor… — ele murmurou baixinho, quase como uma prece. — Eu tô aqui. E vou continuar aqui.

Sentindo que ela finalmente adormeceu, Jungkook permaneceu ali por mais alguns minutos, a observando em silêncio, com o coração pesado de amor e de responsabilidade. Depois, cuidadosamente, se levantou da cama, cobrindo-a com o edredom até o pescoço.

Pegou o celular e foi até a sala.

Discou rapidamente.

— Omma? — sua voz saiu baixa, mas firme.

— “Filho… vi tudo na televisão. Tá tudo bem?” — a voz da mãe do outro lado estava preocupada, mas doce.

— Tá sim. Só… eu preciso te pedir um favor. — Ele se sentou no sofá, passando a mão pelos cabelos. — Você pode vir aqui alguns dias na semana? Só pra fazer companhia pra ela… enquanto eu estiver na base?

— “A SN?” — a mãe dele perguntou com um tom caloroso.

— É. Ela vai ficar aqui em casa. Eu não quero que ela fique sozinha… ela passou por muita coisa, e eu… não posso estar com ela o tempo todo. Mas você pode, né?

— “Claro que posso, filho. É claro que posso.” — a resposta veio imediata, cheia de carinho. — “Vou cuidar dela como se fosse minha filha.”

Jungkook fechou os olhos, aliviado.

— Obrigado, omma. De verdade.

Depois da ligação, ele fez outra. Pediu que um dos seguranças de confiança fosse buscar o Bam no lugar de treino e avisou:

— A partir de agora, ele dorme aqui em casa. Só vai sair pra treinar algumas horas por dia. Eu quero que ele fique com ela. Sempre.

— “Entendido.” — o segurança respondeu do outro lado.

Enquanto finalizava os detalhes com a equipe, ele ouviu passos leves vindo do corredor. Quando virou, viu SN parada na entrada da sala, com os olhos ainda sonolentos e confusos.

Estava usando apenas a blusa dele, o tecido caindo até o meio das coxas, os cabelos bagunçados e os olhos levemente inchados de sono.

— Jungkook…? — ela perguntou com a voz baixa e hesitante. — Aconteceu alguma coisa?

Ele caminhou até ela imediatamente.

— Ei, calma, tá tudo bem. — disse, com um sorriso suave, segurando o rosto dela com delicadeza. — Eu só vim resolver algumas coisas.

— Achei que… — ela hesitou, os olhos marejando de leve. — Que tinha dado algo errado de novo.

— Não, meu amor. — ele a puxou para um abraço firme. — Tá tudo certo. Eu só tô organizando pra você não precisar se preocupar com nada. E o Bam… tá vindo pra casa. Agora vai dormir com a gente, todos os dias.

Ela o abraçou com força, escondendo o rosto no pescoço dele.

— Obrigada por tudo… — ela sussurrou. — Eu não mereço tudo isso…

— Merece sim. Você merece o mundo. — ele beijou o alto da cabeça dela. — E eu vou te provar isso todos os dias. Mesmo quando eu tiver longe, eu vou estar cuidando de você.

Antes que pudesse pensar melhor, ela o beijou com intensidade — aquele tipo de beijo que diz “me leva de volta pra onde só existe nós dois”.

Jungkook se surpreendeu, mas rapidamente afundou as mãos na cintura dela, retribuindo com ainda mais desejo. Seus lábios se moviam sincronizados, as respirações ficando mais pesadas. Então ele se afastou, só o suficiente pra dizer, sem tirar os olhos dos dela:

— Vocês podem sair. Voltem só quando eu chamar.

O segurança assentiu e sumiu pela porta. Jungkook então a encarou, o olhar escuro, intenso, como se estivesse vendo o próprio desejo diante de si.

— Você não tem ideia do que acabou de fazer… — murmurou ele, a voz baixa, arrastada, carregada de segundas intenções.

Ela mordeu o lábio inferior e se aproximou mais, deixando o tecido da blusa dele escorregar um pouco pelos ombros. Jungkook rosnou baixo ao ver a pele dela se revelando e, num movimento firme, a pegou no colo, sem desviar o olhar por um segundo sequer.

— Já que você veio até mim… agora não tem volta. — ele sussurrou, levando-a de volta para o quarto.

— Hoje eu vou te fazer esquecer tudo. Tudo, menos o meu nome. — ele disse no ouvido dela, a mão subindo lentamente por baixo da blusa larga que ela usava. — E eu quero que você me diga… que é só minha.

Ela arfou com o toque dele, os dedos explorando sua pele com lentidão, provocando cada centímetro.

— Eu sou sua… — ela respondeu, com a respiração entrecortada. — Só sua.

O sorriso dele foi carregado de desejo e adoração ao mesmo tempo. Ele desceu os lábios pelo pescoço dela, pressionando beijos quentes, deixando um rastro de arrepios.

— Boa garota. — murmurou, provocando. — Hoje você vai implorar pra eu não parar.

A mão dele apertou sua coxa, subindo lentamente. Ela gemeu baixo, puxando os cabelos da nuca dele, o incentivando. 

Jungkook, completamente entregue, passou a mão pelos seios dela por baixo da blusa, beijando sua clavícula e falando rouco:

— Tão linda… tão minha. Cada pedacinho seu me pertence.

Ela rebolou sob ele, sentindo o corpo dele completamente contra o dela. As bocas se encontraram mais uma vez — um beijo que começava doce e se tornava selvagem.

SN ainda vestia apenas a camisa dele, grande demais, mas que agora subia a cada movimento dela no colo dele, deixando boa parte das coxas à mostra.

Jungkook estava sentado na beira da cama, os cabelos um pouco bagunçados, o olhar fixo nela como se fosse um vício. As mãos estavam firmes em sua cintura, guiando o vai e vem lento e provocante dos quadris dela sobre os dele.

— Você não faz ideia do que está fazendo comigo agora… — ele rosnou baixinho, os olhos escurecidos pelo desejo.

— Sei exatamente o que tô fazendo… — ela sussurrou contra os lábios dele, provocando com um sorriso torto, antes de morder de leve o lábio inferior dele. — E tô gostando de ver você assim… todo entregue.

Ele riu, mas era um riso baixo, rouco, carregado de intenção.

— Você vai me deixar maluco… — murmurou, antes de descer as mãos para as coxas dela e apertar com força, fazendo-a suspirar alto.

Ela rebolou mais devagar, só pra provocá-lo, arrastando o quadril com lentidão. O atrito entre eles fazia Jungkook cerrar os dentes, os dedos afundando ainda mais na pele dela.

— Aish… — ele rosnou, o controle escorrendo pelos dedos. — Rebola assim de novo e eu não respondo por mim.

Ela fez de novo, é claro. Mais firme, mais ousada. E ele perdeu a paciência de vez.

Jungkook virou com ela na cama, a deixando deitada de costas, e se encaixou por cima, enquanto a olhava intensamente. A mão deslizou pela coxa dela, subiu até a curva da cintura, e parou ali, firme.

— Quer brincar de provocar? Ótimo… mas agora é a minha vez. — sussurrou no ouvido dela, a voz grave e carregada de malícia. — E eu prometo que você só vai conseguir lembrar do meu nome até o fim da noite.

Ela gemeu baixinho, as mãos subindo pelas costas dele, os corpos já se colando em sincronia, mesmo que ainda estivessem parcialmente vestidos. Ele desceu os lábios pelo pescoço dela, mordendo com cuidado, lambendo em seguida.

— Você gosta quando eu falo assim, não é? — provocou, o hálito quente batendo contra a pele sensível dela.

Ela assentiu, ofegante, arqueando o corpo para ele.

— Então me mostra. Me mostra o quanto sente minha falta… o quanto precisa de mim.

As palavras de Jungkook vinham carregadas de intenção e desejo, como se cada uma fosse um toque, uma promessa suja e deliciosa.

As mãos dele se moveram com mais liberdade, explorando cada pedaço do corpo dela por cima da camisa, fazendo-a se contorcer embaixo dele.

— Tira essa camisa… — ele pediu, a voz grave, puxando devagar a barra da peça. — Quero você toda pra mim.

Ela obedeceu, jogando a camisa ao lado da cama sem quebrar o olhar intenso entre eles.

Jungkook olhou o corpo dela com reverência, misturada a pura fome.

— Meu Deus… — murmurou, os lábios colando novamente na pele dela, indo dos seios à barriga, distribuindo beijos quentes, mordidas suaves, e gemidos roucos contra a pele.

Ela puxava os cabelos dele, guiando, pedindo mais, implorando com o corpo.

E ele obedecia… do jeito dele. Intenso. Possessivo. Provocador.

— Ainda não terminei com você, sabia? — ele sussurrou com a voz rouca, roçando a boca na orelha dela. O arrepio veio imediato.

Ela sorriu de canto, provocando:
— Então me mostra o que mais você tem guardado…

O olhar dele brilhou com aquela mistura de desejo e admiração. Ele se levantou por um segundo, foi até uma gaveta discreta no canto do quarto e voltou com um pequeno estojo preto.

— Confia em mim? — ele perguntou, o tom mais baixo e íntimo.
Ela assentiu, mordendo o lábio.

Jungkook se ajoelhou entre as pernas dela, passou os dedos pelas coxas devagar, acariciando antes de abrir o estojo. Pegou um pequeno brinquedo, os olhos dela se arregalaram levemente pela expectativa. Ele sorriu e se inclinou.

Antes de qualquer outra coisa, seus lábios voltaram a explorar a pele dela. Beijos quentes foram descendo lentamente pela barriga, até ele se posicionar entre as pernas dela com total devoção. Os dedos afastaram suas coxas com delicadeza, e então ele começou.

A língua dele dançava lenta e profundamente, acompanhada de toques firmes dos dedos, que sabiam exatamente onde e como pressionar. Ela gemeu baixo, as mãos se perdendo nos lençóis, depois nos cabelos dele, puxando levemente enquanto rebolava contra a boca dele.

— Jungkook… — ela arfou, o corpo todo se contraindo com o prazer crescente.

Ele olhou para cima por um instante, ainda entre seus gemidos, e murmurou:

— Gosta assim, né? Eu quero que você goze só pra mim…

Ela gemeu em resposta, o corpo tremendo quando o primeiro orgasmo veio, forte, fazendo os olhos se revirarem. Ele continuou, a língua mais intensa, enquanto uma de suas mãos segurava firme o quadril dela, mantendo-a no lugar.

Quando ela parecia pronta para o segundo ápice, ele parou.

— Não agora… agora eu quero que você me sinta dentro de você. — sussurrou, sua voz carregada de desejo bruto.

Ele subiu por cima dela, os corpos se encaixando com perfeição. Quando finalmente a penetrou, ela jogou a cabeça para trás, os lábios entreabertos soltando um gemido alto.

— Jungkook…

— Só sente… — ele murmurou, os quadris se movendo lentamente no começo, apenas para provocá-la mais.

Ela agarrou os ombros dele, as unhas marcando a pele, enquanto ele aumentava o ritmo. Estocadas firmes, profundas, com beijos e palavras quentes no ouvido dela. As respirações pesadas, os corpos colados, e ele murmurando promessas entre uma estocada e outra:

— Você é minha… geme pra mim… não quero que lembre de mais nada… só do meu nome.

Ela gemeu alto em resposta, perdida no prazer, sentindo-se inteira ali. E quando o ápice veio novamente, foi com força — intensa, incontrolável, fazendo o nome dele escapar em um sussurro quase gritado.

Ele se inclinou e a beijou com intensidade, ainda dentro dela, ainda se movendo devagar, como se quisesse prolongar cada segundo daquela entrega.

O ritmo de Jungkook aumentava gradativamente, as estocadas ficando mais profundas e intensas. O quarto era preenchido pelos sons abafados dos corpos se encontrando, pelos gemidos carregados de desejo e pelo calor que tomava conta dos dois.

Ela estava debaixo dele, os olhos semiabertos, a respiração falhada, os dedos cravados nos ombros dele. Jungkook, com o olhar concentrado, parecia absorver cada reação dela como combustível. Seus quadris se moviam com firmeza, guiados pelo prazer que só aumentava.

Ela arfava contra o pescoço dele, o corpo ainda sensível dos orgasmos anteriores, mas completamente entregue.

— Eu gozar… — ele sussurrou entre dentes, com a voz rouca de prazer.

E então, quando o clímax chegou, veio como uma onda poderosa. Ele gemeu forte, colando os lábios no pescoço dela enquanto seu corpo inteiro tremia com a intensidade do momento.

Os músculos contraídos, a respiração descompassada. Ele a segurou com mais força, como se quisesse que ela sentisse tudo com ele, como se o mundo todo se resumisse àquele instante.

Num último impulso, ele sussurrou contra sua pele úmida:

— Nunca mais… nunca mais vou deixar você ir.

Ele permaneceu dentro dela por alguns segundos, apenas sentindo o calor, a conexão. Depois, com os olhos ainda fechados, depositou um beijo demorado na testa dela, e os dois ficaram ali, grudados, respirando o mesmo ar, como se o universo tivesse parado só para eles.

4 Comentários

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  1. Marcela
    Apr 21, '26 at 7:05 pm

    [quote]— Dorme, meu amor… — ele murmurou baixinho, quase como uma prece. — Eu tô aqui. E vou continuar aqui.

    Ele completamente rendido a ela, e sem nenhum medo de demonstrar isso *-*

  2. Marcela
    Apr 21, '26 at 7:07 pm

    [quote]— É. Ela vai ficar aqui em casa. Eu não quero que ela fique sozinha… ela passou por muita coisa, e eu… não posso estar com ela o tempo todo. Mas você pode, né?

    Isso que eu chamo de CUIDADO.
    Ele pensando em tudoo

  3. Marcela
    Apr 21, '26 at 7:08 pm

    [quote]— Achei que… — ela hesitou, os olhos marejando de leve. — Que tinha dado algo errado de novo.

    A pobi ficou traumatizada

  4. Marcela
    Apr 21, '26 at 7:12 pm

    — Sei exatamente o que tô fazendo… — ela sussurrou contra os lábios dele, provocando com um sorriso torto, antes de morder de leve o lábio inferior dele. — E tô gostando de ver você assim… todo entregue.

    Com toda a certeza, ela sabe bem o que tá fazendo kkkk

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