Capítulo 12 – Lealdade Rasgada
por FanfiqueiraO som da campainha quebrou o silêncio tenso, mas o que se seguiu foi uma coreografia de cuidado que eu nunca imaginei vinda de Jeon Jungkook. Ele já tinha espalhado um tapete macio perto da mesinha de centro, afastando as cadeiras imponentes e formais para criar um espaço que parecia pequeno demais para a nossa história, mas perfeito para aquele momento.
Sentamos no chão, lado a lado. A proximidade era elétrica; eu sentia o calor do corpo dele irradiando contra o meu, um lembrete constante de que, minutos atrás, aquele mesmo homem me possuía com uma fúria selvagem no balcão.
Eu abri a embalagem da comida tailandesa, o vapor subindo e trazendo o cheiro de especiarias que eu tanto amava. Quando eu ia pegar o primeiro pedaço de carne, a mão de Jungkook se moveu. Com uma delicadeza quase tímida, ele usou os próprios hashis para colocar o melhor pedaço da carne do prato dele no meu.
Foi um gesto pequeno. Trivial para qualquer casal normal, mas para nós, era monumental. Ele não estava tentando me impressionar com joias ou contratos; ele estava dividindo o sustento, cuidando da minha saciedade antes da dele.
Eu a observei pelo canto do olho enquanto ela olhava para o pedaço de carne no prato dela. Meu peito doeu. Como eu pude ser tão cego por tanto tempo? Como eu pude trocar esses momentos por jantares de gala onde mal nos falávamos?
— Esse é o seu favorito, não é? — perguntei, a voz baixa, quase com medo de quebrar o encanto. — Eu lembrei que você pediu isso uma vez, mas eu estava ocupado demais com uma fusão de empresas para prestar atenção. Me desculpa, S/N. Por isso e por tudo o que eu deixei passar.
Eu queria que ela soubesse que eu estava ali. Não o CEO, não o herdeiro, mas o homem que estava perdidamente apavorado com a ideia de que o sabor daquela comida fosse apenas um consolo antes dela me deixar.
Olhei para a carne no meu prato e depois para o rosto dele. Jungkook parecia tão desarmado sentado ali no chão, com a camisa levemente amassada e o olhar fixo em mim. Por um segundo, me perdi nas lembranças do que fiz mais cedo…
O pedaço de carne tailandesa parecia de chumbo na minha boca. Jungkook me olhava com aquela expectativa vulnerável, mas, enquanto seus olhos buscavam redenção, minha mente me traiu, arrastando-me de volta para o que aconteceu pouco antes dele chegar com as sacolas de compras.
Eu estava deitada na cama, o roupão de seda entreaberto e a pele ainda formigando pela adrenalina do que eu tinha feito no SUV com Yoongi. O silêncio do corredor foi quebrado por batidas firmes na porta.
— Senhora? É o Segurança Kim. O Senhor Jeon ordenou uma troca imediata de guarda. O Min foi realocado. Estou assumindo o posto na porta do seu quarto — a voz de Taehyung era profunda, estável, mas eu conseguia sentir a tensão nela.
Sorri, sentindo o poder correr nas minhas veias. Jungkook estava tentando me cercar, trocando os lobos que vigiavam meu rebanho, sem saber que eu já tinha aprendido a domar todos eles.
— Entre, Taehyung. A porta está aberta — ordenei, sem me cobrir.
Ele entrou. A postura era impecável: ombros largos, terno sob medida, o olhar fixo em algum ponto vazio da parede para evitar o escrutínio do meu corpo seminua sobre os lençóis. Ele parecia uma estátua de mármore, mas eu via o pomo de adão dele subir e descer enquanto ele engolia em seco.

— Precisa de algo, Senhora? Algum pedido específico do… patrão? — ele perguntou, a palavra “patrão” saindo quase como um aviso.
— Seu patrão mandou você cuidar de mim e me servir, não foi? — perguntei, sentando-me na beira da cama, deixando o roupão deslizar propositalmente pelos meus ombros.
— Sim, senhora. Minha vida pela sua segurança — ele respondeu, a voz tremendo de leve, os olhos lutando bravamente para não descerem para os meus seios.
— Pois então… me sirva — sussurrei. Fiz um sinal para que ele se aproximasse. Ele hesitou, o conflito interno estampado naquele rosto perfeito, mas deu os passos necessários.
Agarrei a gravata de seda dele com força, enrolando o tecido nos meus dedos e puxando-o para baixo até que nossos rostos estivessem a milímetros de distância. O cheiro dele era diferente do de Yoongi; era limpo, frio, como chuva. Eu o beijei. Um beijo para testar os limites, para quebrar a última barreira de lealdade que restava naquela casa.
Taehyung se afastou bruscamente, a respiração pesada, os olhos arregalados. — Senhora… o Senhor Jeon… eu não posso…
— Seu patrão mandou você me dar o que eu preciso, Taehyung. E agora… eu quero isso.
Puxei a gravata dele novamente, mas desta vez com uma violência possessiva, forçando-o a se ajoelhar entre minhas pernas. Ele não resistiu mais. A cabeça dele caiu exatamente onde eu queria, sobre a renda da minha calcinha
O puxão na gravata foi o ponto de ruptura. Taehyung, que até um segundo atrás era o exemplo da disciplina militar, desmoronou entre as minhas pernas. O som da respiração dele mudou; não era mais o suspiro de um homem assustado, mas o rosnado de um predador que finalmente recebeu permissão para atacar.
Ele afundou o rosto contra a minha calcinha, aspirando meu cheiro com uma fome que me fez arquear as costas no colchão. Suas mãos, grandes e firmes, apertaram minhas coxas com força, cravando os dedos na minha pele como se estivesse marcando território.
— É assim que você quer ser fudida, patroa? — ele rosnou contra o tecido, a voz saindo abafada e perigosamente rouca. — É assim que o seu marido não faz?
Senti o calor da boca dele através da renda, e então, com um movimento brusco e animal, ele cravou os dentes na lateral da minha calcinha. Taehyung puxou o tecido devagar, rasgando o elástico com uma força controlada até que a seda deslizou para fora do meu corpo, pendurada entre os dentes dele. Ele a jogou no chão com um desprezo que me deixou encharcada.
Ele não pediu licença. A língua dele me atingiu com a precisão de um chicote, quente e impiedosa. Taehyung abriu minhas pétalas com os polegares e mergulhou, explorando cada centímetro da minha intimidade como se estivesse devorando um banquete proibido.
— Você é uma safada, S/N… — ele murmurou entre uma lambida e outra, o olhar subindo para encontrar o meu, desafiador. — O patrão lá fora achando que eu estou protegendo a sua castidade, enquanto eu estou sentindo o gosto da sua luxúria.
Ele envolveu meu clitóris com os lábios, sugando com uma pressão que me fez perder o fôlego. Eu enterrei minhas mãos no cabelo dele, puxando-o para mais perto, querendo que ele me consumisse.
— Isso… Taehyung… mais forte — eu arfei, sentindo o mundo girar.
Ele soltou uma risada abafada contra a minha pele e, sem interromper o trabalho da língua, deslizou dois dedos para dentro de mim. O contraste da língua quente lá fora com o movimento bruto e rápido dos dedos lá dentro me fez gritar contra o travesseiro para não alertar a casa inteira.
— Olha pra mim quando eu te fuder com a mão — ele ordenou, a postura de segurança dando lugar a um homem possuído pela vontade de humilhar o orgulho de Jungkook. — Diz pra mim se o dedo do seu segurança é melhor que o pau do seu marido. Diz!
Ele acelerou o ritmo, os dedos se curvando lá dentro, atingindo o ponto exato que me fazia tremer. Taehyung não era delicado; ele era técnico, sujo e eficiente. Ele me levou ao limite enquanto sua língua trabalhava no meu clitóris com uma agilidade que Yoongi não teve.
De Volta ao Presente…
O sabor da carne tailandesa desapareceu por completo da minha boca. Eu olhei para o Jungkook, que agora tentava limpar uma mancha imaginária no meu queixo com um guardanapo, e senti uma náusea de prazer e culpa.
Taehyung estava do lado de fora daquela porta. Ele ainda carregava o gosto de mim na boca. E Yoongi estava na garagem, esperando a madrugada.
— S/N? Você está longe de novo… — Jungkook disse, a voz suave, preocupada.
— Só estou cansada, Jungkook — menti, sentindo o latejar entre as minhas pernas que nem o banho, nem o sexo com ele no balcão, conseguiram silenciar.
Eu era o centro de um furacão. E Jungkook, com seu prato de comida tailandesa e seu arrependimento tardio, era o único que ainda não tinha percebido que a casa já tinha caído.
— Seu patrão mandou você me dar o que eu preciso, Taehyung. E agora… eu quero isso.
Uma mulher magoada, é a peste msm kkkk
MDSSSSSSS, S/N mulher. Daqui a pouco vai tá dando até pras paredes
Vamos JK, meu tesouro. Não se misture com essa gentalha
Uau… que difícil né SN?! Tae fazendo tudo que o Jk não fez… kkk
O que dizer… né SN?! Só prazer atrás de prazer!!! Inveja viu!!! Kkkk
Ele fazendo de tudo para tentar se redimir
O patrão mandou, agora só obedecer
Menino obediente
Ele sem nem perceber que até o segurança novo já tinha aproveitado
Esse homem é um perigo, tadin de jeykey
Essa frase dele me quebrou cara kkkkk
Oooh gente fiquei com dó do pobi, todo rendido e ela passando o rodo kkkkkkk
Essa mulher é fogooooo. Jk que se cuide kkkkkkkkkk
Eles dizem não se importar
Mais sabem de cada detalhe
Essa não perde uma kk
A guerra do bixin
2 anos acumulado da nisso
Mais um soldado perdido Jeon kkk
Mais que porr@ todo mundo sabe que o JK não faz nada com essa mulher kkk
Já virou o patrão agora kk
Diabos de fogo é esse?!!