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O trajeto até a penthouse foi um silêncio ensurdecedor, quebrado apenas pelo som do motor e pela respiração pesada de Jungkook. Ele dirigia como se estivesse em uma corrida contra os próprios pensamentos, as mãos apertando o volante com tanta força que o couro rangia. Eu, ao lado dele, apenas observava as luzes de Seoul passarem pela janela, mantendo um sorriso de soslaio que eu sabia que o estava corroendo.

Quando o elevador privativo se abriu diretamente na sala de estar, a atmosfera do apartamento parecia diferente. O luxo que antes me sufocava agora parecia o cenário perfeito para a minha vitória. Jungkook entrou primeiro, jogando as chaves sobre a mesa de cristal com um estrondo que ecoou pelas paredes de pé-direito alto.

Ele se virou para mim, arrancando a gravata com um movimento brusco, os olhos fixos nos meus como se tentasse decifrar como a mulher submissa que ele deixou ali horas atrás havia retornado como uma rainha impiedosa.

Fechei a porta atrás de nós e o clique da fechadura pareceu o início de um novo round. O cheiro dela — aquele perfume misturado com a adrenalina da noite e, para meu eterno ódio, um rastro do uísque de Namjoon — preenchia o ar.

— Você acha que venceu, não é? — Minha voz saiu rouca, reverberando no silêncio da sala.

Caminhei em direção a ela, encurtando a distância até que ela estivesse novamente entre mim e a parede de vidro que mostrava a cidade abaixo. Eu estava furioso, mas por baixo da raiva, havia uma fome que eu nunca tinha sentido.

— Você sai, se esfrega em outro homem, me humilha na frente de todos e acha que pode simplesmente entrar aqui e agir como se fosse a dona do jogo? — Segurei o rosto dela com uma das mãos, obrigando-a a me encarar. — Você é minha esposa, S/N. E o que aconteceu lá fora… aquela audácia… eu vou tirar cada gota dela de você.

Eu não recuei. Pelo contrário, inclinei meu rosto contra a mão dele, sentindo o calor da sua pele. Olhei para ele com um desdém tão refinado que vi sua mandíbula travar novamente.

— Você não vai tirar nada de mim, Jungkook — sussurrei, levando minha mão até o peito dele, sentindo o coração dele batendo de forma errática sob a camisa de seda. — Porque agora você percebeu que a sua “cláusula” tem dentes. E você está morrendo de vontade de ser mordido por eles.

Passei minhas unhas levemente pelo pescoço dele, onde a pele ainda estava quente do frio da rua.

— O contrato diz que eu sou sua. Mas o que aconteceu hoje provou que, se eu quiser, eu posso pertencer a quem eu escolher. E você? Você vai passar o resto da noite tentando apagar o toque daquele homem de mim… ou vai admitir que nunca sentiu nada parecido com a Sun-hee?

O toque das unhas dela no meu pescoço enviou um choque elétrico diretamente para a base da minha espinha, mas foram as palavras dela que realmente me cortaram. “Admitir que nunca sentiu nada parecido com a Sun-hee”. Aquilo foi como um soco no estômago, porque, no fundo da minha mente obscurecida pela fúria, eu sabia que ela tinha razão.

Eu a encarei, e por um segundo, o mundo lá fora — a empresa, os contratos, a própria Sun-hee — desapareceu. Tudo o que restou foi o som da respiração de S/N e o desafio queimando em suas pupilas. Eu sempre me orgulhei do meu autocontrole, da minha capacidade de tratar seres humanos como números em uma planilha, mas ela acabara de rasgar minha lógica ao meio.

— Você fala como se soubesse o que eu sinto — rosnei, minha mão subindo do seu rosto para o seu cabelo, puxando levemente a cabeça dela para trás para que ela sentisse a gravidade da minha obsessão. — Você acha que me conhece porque assinou um papel?

Meus olhos desceram para os lábios dela, que ainda carregavam o brilho do beijo que trocamos no carro. O ciúme por Namjoon não era mais uma pontada; era uma hemorragia interna. A ideia de que outro homem a tocou, a apertou e ouviu os gemidos que deveriam ser meus me transformava em algo selvagem.

— Você quer falar de posse? — Minha voz caiu para um sussurro perigoso, meu corpo colado ao dela contra o vidro da penthouse. — Você quer que eu admita? Tudo bem. Sun-hee era paz. O que você despertou hoje… é guerra. E eu não perco territórios, S/N.

Eu estava perdendo a batalha contra mim mesmo. Eu queria odiá-la por me fazer sentir esse desespero, por me fazer agir como um louco na frente de todos. Mas, ao mesmo tempo, o cheiro dela, a audácia do seu toque e o modo como ela me enfrentava me deixavam mais vivo do que qualquer noite de “paz” jamais deixou.

— Você disse que pode pertencer a quem escolher? — Apertei a cintura dela com força, sentindo a curva do seu corpo sob o tecido fino. — Pois escolha agora. Porque se você der mais um passo, eu vou garantir que você esqueça o nome de qualquer outro homem que já ousou colocar os olhos em você.

Eu estava no limite. O tédio tinha morrido, e no lugar dele, nasceu uma fome possessiva que não aceitava mais nada além da rendição total da mulher à minha frente.

O contraste entre a doçura do meu gesto e a violência da tensão que nos cercava foi o meu golpe final. Jungkook esperava que eu gritasse, que eu o desafiasse com a mesma fúria que usei na boate, mas eu decidi ser o veneno que entra lentamente pelas veias.

Parei de arranhar seu pescoço. Em vez disso, espalmei minhas mãos sobre o peitoral dele, sentindo o tecido caro da camisa de seda e, por baixo dele, o músculo rígido e o coração que martelava como um animal enjaulado. Meus movimentos tornaram-se lentos, quase carinhosos, enquanto eu subia meus dedos em uma carícia leve, traçando o desenho dos seus músculos.

Olhei fixamente em seus olhos, vendo as pupilas dele se dilatarem até quase engolirem a íris escura. Umedeci os lábios de forma deliberada, sentindo o ar quente que ele soltava contra o meu rosto.

— Tente me convencer… — sussurrei, minha voz saindo num tom aveludado, baixo, que parecia preencher cada centímetro vazio daquela sala imensa. — Quem sabe… talvez… você consiga.

Inclinei levemente a cabeça, mantendo o toque doce em seu peito, enquanto um sorriso enigmático brincava nos meus lábios. Eu o estava convidando para o meu jogo, mas desta vez, as regras eram minhas.

A mudança brusca no tom dela me desarmou mais do que qualquer insulto. O toque doce, quase gentil, em contraste com a destruição que ela causou no meu ego horas antes, foi a minha ruína. Eu estava pronto para uma briga de gritos, para uma demonstração de força, mas aquela carícia suave… aquilo me deixou vulnerável de uma forma que eu odiava.

— Você está brincando com fogo, S/N — eu disse, embora minha voz tivesse perdido a dureza de antes, soando mais como uma rendição rouca.

Ver o brilho da saliva nos lábios dela enquanto ela me desafiava a “convencê-la” fez o resto da minha sanidade evaporar. Eu não era mais o CEO. Eu não era mais o homem que amava o passado. Eu era apenas um homem consumido pela mulher que, por dois anos, eu chamei de nada.

Eu não esperei mais. Minha mão, que antes segurava o rosto dela com firmeza, deslizou para a nuca, puxando-a para um beijo que não tinha mais o gosto de vingança, mas o gosto de uma necessidade desesperada e primitiva. Eu ia convencê-la. Eu ia fazer com que ela nunca mais pensasse em Namjoon, no contrato ou em qualquer coisa que não fosse a minha pele contra a dela.

O ar na sala parecia ter sido substituído por eletricidade pura. Jungkook não era mais o homem que calculava cada passo; ele era puro instinto.

Ele não esperou por outra provocação. Com uma urgência que beirava o desespero, as mãos de Jungkook encontraram o zíper do meu vestido, abrindo-o com um som que ecoou pelo silêncio da penthouse. O tecido de seda deslizou pelos meus ombros como uma carícia fria, caindo aos meus pés e me deixando exposta sob a luz lunar que entrava pelas vidraças.

— Você não tem ideia… do que está me fazendo sentir — ele rosnou contra a minha pele.

Ele ajoelhou-se diante de mim, os lábios quentes traçando um caminho de fogo pelo meu ventre, subindo para o meu pescoço, reivindicando cada centímetro como se estivesse mapeando um território que sempre foi dele, mas que ele só agora aprendia a valorizar. Em um movimento brusco, ele arrancou a própria camisa, revelando o peitoral definido que eu acariciara momentos antes. Sem desviar os olhos dos meus, ele me ergueu do chão, minhas pernas circulando sua cintura instantaneamente.

Levei-a para o quarto, mas não havia paciência para preliminares delicadas. O peso dela no meu colo era a única coisa que me mantinha ancorado à realidade. Assim que entramos no quarto, eu a deitei sobre os lençóis de algodão egípcio, livrando-me do restante das minhas roupas em segundos.

Eu precisava dela. Eu precisava apagar qualquer rastro de outro homem.

— Diz que você é minha — eu ordenei, minha voz saindo como um trovão enquanto eu me posicionava entre suas pernas. — Diz que o que você sentiu hoje foi só um teatro e que esse é o seu único lugar.

Eu me curvei sob ele, sentindo o peso do seu corpo, a pele quente dele contra a minha. Eu estava manhosas, meus dedos se enterrando no cabelo dele enquanto eu rebolava contra seu quadril, sentindo a dureza dele implorando por entrada.

— Talvez eu seja sua, Jungkook… — murmurei no ouvido dele, a voz carregada de uma malícia deliciosa. — Mas você vai ter que trabalhar muito para que eu não queira fugir de novo. Me mostra… me mostra que você é melhor que qualquer outro.

Ele soltou um rosnado baixo e me penetrou de uma vez, um estocada profunda que me fez soltar um gemido alto, ecoando pelo quarto. Era intenso, era cru. Ele me fodia com uma possessividade violenta, cada movimento dele gritando que eu lhe pertencia.

Eu não facilitei. Eu rebolava contra ele, acompanhando o ritmo frenético, minhas unhas cravando em suas costas enquanto eu gemia o nome dele como uma prece profana.

— Isso… — eu arquejava, a voz quebrada de prazer. — Reivindica o que é seu, Jungkook… se você for homem o suficiente para aguentar.

Ouvir os gemidos dela, sentir o modo como ela se apertava ao meu redor, me levando ao limite, era a minha única obsessão. Eu a segurava pelas coxas, puxando-a para mais perto, querendo estar o mais profundo possível. Eu queria que ela sentisse cada batida do meu coração, cada grama do meu desejo.

— Você não vai a lugar nenhum — eu disse entre dentes, o suor pingando do meu rosto enquanto eu aumentava a velocidade, o som dos nossos corpos se chocando preenchendo o ambiente. — De hoje em diante, o único toque que você vai desejar é o meu. Eu vou te foder até você esquecer como se respira sem mim.

Eu não era mais o dono de um contrato. Eu era um homem possuído por sua esposa, perdendo-se no calor dela, enquanto a guerra que ela começou se transformava em uma rendição absoluta e deliciosa.

O quarto estava mergulhado em uma penumbra luxuosa, quebrada apenas pelos reflexos da cidade que entravam pela janela. Jungkook achava que tinha o controle, que sua força física e sua voz de comando eram o suficiente para me subjugar, mas ele ainda não tinha entendido que a guerra agora era em solo meu.

— Respirar sem você? — Eu soprei as palavras contra o pescoço dele, sentindo o calor da sua pele suada.

Soltei um riso baixo, anasalado, que vibrou contra o pomo de Adão dele. Antes que ele pudesse processar o desafio, eu usei o impulso do seu próprio corpo para girar. Com um movimento ágil e fluido, eu o prendi contra os lençóis e subirei nele, assumindo o controle da situação.

Jungkook soltou um suspiro pesado, as mãos agarrando o lençol enquanto seus olhos, agora obscurecidos por um desejo primitivo, tentavam focar em mim. Toda a postura de CEO inabalável desmoronou no momento em que eu me sentei sobre ele.

Eu comecei devagar, torturando-o. Eu subia lentamente, sentindo a dureza dele deslizar por mim até que eu estivesse sentada apenas na ponta, deixando-o no limite do abismo. Eu o olhava de cima, meus cabelos caindo sobre os ombros, vendo-o arquear as costas em uma busca desesperada por mais.

— O que foi, Jungkook? — murmurei, minha voz saindo manhosa e carregada de malícia. — Parece que você perdeu a fala.

Então, eu desci de uma vez. Afundei tudo, sentindo-o preencher cada milímetro de mim, o impacto fazendo nossos corpos estremecerem. Eu não apenas cavalgava; eu usava cada músculo, apertando-o internamente de forma rítmica, soltando e contraindo enquanto rebolava em círculos lentos e profundos.

Os gemidos dele eram música para os meus ouvidos — sons roucos, guturais, que ele tentava abafar, mas que escapavam por entre os dentes travados. Eu me inclinei para frente, deixando meus seios roçarem o peito dele, minhas unhas traçando caminhos avermelhados em seus ombros.

— Olha para mim… — eu sussurrava entre gemidos curtos e agudos. — Sente o que você negligenciou. Sente como eu posso te deixar louco.

Eu estava no inferno e no paraíso ao mesmo tempo. A técnica dela era devastadora. Cada contração que ela fazia, cada vez que ela subia até a ponta para depois se enterrar com força total, fazia meu cérebro dar curto-circuito. Eu queria assumir o comando de volta, queria girá-la e mostrar quem mandava, mas meu corpo estava paralisado pelo prazer absoluto que ela me proporcionava.

— S/N… porra… — Minha voz saiu rasgada, uma confissão de derrota.

Minhas mãos subiram para o quadril dela, tentando ditar um ritmo, mas ela os afastou com um sorriso desafiador, cavalgando ainda mais rápido. O som dos nossos corpos se chocando, o estalo úmido do sexo e os gemidos dela, que agora eram altos e desavergonhados, preenchiam o quarto.

Eu via as gotas de suor escorrerem pelo colo dela, o modo como ela jogava a cabeça para trás, expondo a garganta enquanto se perdia no próprio ritmo. Eu nunca tinha visto nada tão bonito e tão perigoso. Ela estava me reivindicando, me marcando de dentro para fora.

— Mais… — eu implorei, a voz sendo nada mais que um fio de som. — Não para.

Eu aumentei a intensidade, meus quadris movendo-se com uma urgência selvagem. Eu sentia a tensão crescendo, o ponto de não retorno chegando para ambos. Jungkook me puxou pela nuca, forçando um beijo que tinha gosto de suor e entrega total, enquanto eu descia com toda a minha força sobre ele uma última vez.

O espasmo veio como uma onda avassaladora. Meus gemidos se transformaram em um grito abafado contra a boca dele enquanto eu sentia o corpo de Jungkook enrijecer completamente sob o meu, as mãos dele cravando-se nas minhas coxas enquanto ele se perdia em mim.

O suor colava nossos corpos, e o ar no quarto parecia ter acabado. Eu sentia cada terminação nervosa do meu corpo gritando enquanto o ápice me atingia.

Eu desabei sobre o peito de Jungkook, minhas pernas tremendo enquanto eu gozava intensamente sobre ele, sentindo as ondas de prazer me paralisarem. Mas Jungkook ainda não tinha terminado. Em um último esforço de dominância, ele rosnou, as veias do seu pescoço saltadas, e me segurou no ar, as mãos firmes sob minhas coxas. Ele me suspendeu com uma força bruta, dando estocadas violentas de baixo para cima, cada uma atingindo o fundo da minha alma.

— S/N… porra… você é… — Ele não conseguiu terminar. O corpo dele esticou, os músculos das costas travando enquanto ele se descarregava inteiramente dentro de mim, um preenchimento quente e profundo que selava aquela noite de caos.

Lentamente, ele me deitou ao seu lado. A respiração dele era um chiado pesado. Ele puxou o lençol para nos cobrir de forma desajeitada e, com os olhos já pesando, murmurou de forma quase inaudível, a voz rouca de sono e exaustão:

— Não… ouse… sair daqui… — E então, o silêncio. Jungkook apagou, mergulhando em um sono profundo causado pelo esforço e pelo álcool.

Fiquei ali, olhando para o teto, sentindo o latejar do meu corpo. Olhei para o lado e vi Jungkook dormindo — ele parecia quase vulnerável, o cabelo bagunçado sobre a testa, a boca levemente aberta. Por um momento, senti uma pontada de algo que parecia esperança. Será que aquela noite tinha mudado tudo?

Foi quando ouvi. Um vibração baixa, insistente, vinda da sala.

Levantei-me, ignorando o cansaço. Caminhei nua até a sala de estar, onde as luzes de Seoul ainda brilhavam frias através do vidro. O celular de Jungkook brilhava sobre a mesa de cristal. Aproximei-me e o peguei.

30 Chamadas Perdidas. Nome do contato: “Meu Amor ❤️”

Meu sangue gelou. “Meu amor”. Sun-hee. Mesmo depois de tudo, mesmo depois de me foder com aquela intensidade, no mundo digital dele — o mundo que ele carrega no bolso todos os dias — ela ainda ocupava aquele posto.

Senti meus dedos tremerem enquanto a curiosidade mórbida me vencia. Fui até a lista de contatos. Procurei pelo meu nome. Procurei por “Esposa”. Procurei por qualquer apelido.

Nada.

Digitei meu número na barra de busca. O resultado apareceu, seco e impessoal. Meu número não estava salvo. Eram apenas os dígitos, crus e frios, sem nome, sem importância. Para o celular dele, eu era uma desconhecida. Para ele, eu era apenas a mulher que dividia a cama, mas não a agenda.

Um riso seco e amargo escapou dos meus lábios. Eu olhei para a porta do quarto, onde o homem que acabara de jurar posse sobre mim dormia o sono dos justos. A ironia era cruel: ele podia ter reivindicado meu corpo, mas o coração dele ainda estava guardado em uma pasta com nome de “amor” para outra mulher.

A doçura que eu senti minutos atrás evaporou, substituída por uma clareza cortante. O beijo, os gemidos, as estocadas… tudo aquilo foi apenas uma reação química à humilhação que ele sentiu. No final das contas, eu ainda era a cláusula não salva, e Sun-hee ainda era o título principal.

Coloquei o celular de volta na mesa, a tela apagando-se junto com qualquer vestígio de ternura que eu ainda pudesse ter por ele.

22 Comentários

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  1. SNdoNamjoon(YrysV)
    Mar 4, '26 at 9:51 pm

    — Você acha que venceu, não é? — Minha voz saiu rouca, reverberando no silêncio da sala.

    Acho

  2. YeojaDoJungkook
    Mar 4, '26 at 9:49 pm

    Quando o elevador privativo se abriu diretamente na sala de estar, a atmosfera do apartamento parecia diferente. O luxo que antes me sufocava agora parecia o cenário perfeito para a minha vitória. Jungkook entrou primeiro, jogando as chaves sobre a mesa de cristal com um estrondo que ecoou pelas paredes de pé-direito alto.

    Queeeebra! N sabe quanto custa…

    1. YeojaDoJungkook
      @YeojaDoJungkookMar 5, '26 at 1:11 pm

      Caminhei em direção a ela, encurtando a distância até que ela estivesse novamente entre mim e a parede de vidro que mostrava a cidade abaixo. Eu estava furioso, mas por baixo da raiva, havia uma fome que eu nunca tinha sentido.

      Ui

  3. Karine
    Feb 3, '26 at 9:20 pm

    30 Chamadas Perdidas. Nome do contato: “Meu Amor ”

    Sacanagem

  4. Karine
    Feb 3, '26 at 9:17 pm

    Eu estava no inferno e no paraíso ao mesmo tempo. A técnica dela era devastadora. Cada contração que ela fazia, cada vez que ela subia até a ponta para depois se enterrar com força total, fazia meu cérebro dar curto-circuito. Eu queria assumir o comando de volta, queria girá-la e mostrar quem mandava, mas meu corpo estava paralisado pelo prazer absoluto que ela me proporcionava.

    Vai endoidar o hooomem

  5. Karine
    Feb 3, '26 at 9:10 pm

    — Isso… — eu arquejava, a voz quebrada de prazer. — Reivindica o que é seu, Jungkook… se você for homem o suficiente para aguentar.

    Kkkkkkkk desafiou

  6. Karine
    Feb 3, '26 at 9:09 pm

    — Diz que você é minha — eu ordenei, minha voz saindo como um trovão enquanto eu me posicionava entre suas pernas. — Diz que o que você sentiu hoje foi só um teatro e que esse é o seu único lugar.

    Você tava doida pra usar essa foto né kkk, inclusive que sabor hein, combinou certinho

  7. Karine
    Feb 3, '26 at 9:07 pm

    Eu não esperei mais. Minha mão, que antes segurava o rosto dela com firmeza, deslizou para a nuca, puxando-a para um beijo que não tinha mais o gosto de vingança, mas o gosto de uma necessidade desesperada e primitiva. Eu ia convencê-la. Eu ia fazer com que ela nunca mais pensasse em Namjoon, no contrato ou em qualquer coisa que não fosse a minha pele contra a dela.

    Ela sempre vai lembrar do Nam

  8. Karine
    Feb 3, '26 at 9:00 pm

    — Você não vai tirar nada de mim, Jungkook — sussurrei, levando minha mão até o peito dele, sentindo o coração dele batendo de forma errática sob a camisa de seda. — Porque agora você percebeu que a sua “cláusula” tem dentes. E você está morrendo de vontade de ser mordido por eles.

    Divaa

  9. Sheila
    Jan 31, '26 at 7:56 pm

    — Não… ouse… sair daqui… — E então, o silêncio. Jungkook apagou, mergulhando em um sono profundo causado pelo esforço e pelo álcool.

    Depois disso tudo… até perdi a respiração!!!
    Ele teve a última fala… “Não ouse sair daqui…”
    Uau… que delícia de controle!!! Querooo mais!!!

  10. IASMINE
    Jan 28, '26 at 9:21 pm

    Coloquei o celular de volta na mesa, a tela apagando-se junto com qualquer vestígio de ternura que eu ainda pudesse ter por ele.

    Senti o odio dela daqui

  11. IASMINE
    Jan 28, '26 at 9:20 pm

    30 Chamadas Perdidas. Nome do contato: “Meu Amor ”

    Nooossa acabou ali

  12. THAMIRIS
    Jan 27, '26 at 1:25 pm

    Coloquei o celular de volta na mesa, a tela apagando-se junto com qualquer vestígio de ternura que eu ainda pudesse ter por ele.

    Que odiooooo
    Quando pensei que ia dá tudo certo,dá tudo erradooo

    1. @THAMIRISJan 27, '26 at 1:37 pm

      Se desse tudo certo a fic só teria 6 capítulos no máximo… lkk

  13. THAMIRIS
    Jan 27, '26 at 1:18 pm

    Então, eu desci de uma vez. Afundei tudo, sentindo-o preencher cada milímetro de mim, o impacto fazendo nossos corpos estremecerem. Eu não apenas cavalgava; eu usava cada músculo, apertando-o internamente de forma rítmica, soltando e contraindo enquanto rebolava em círculos lentos e profundos.

    MDS com quem tu aprendeu essa put@r!@ toda sn

    1. @THAMIRISJan 27, '26 at 1:37 pm

      Então… kkk

  14. THAMIRIS
    Jan 27, '26 at 1:15 pm

    — Isso… — eu arquejava, a voz quebrada de prazer. — Reivindica o que é seu, Jungkook… se você for homem o suficiente para aguentar.

    Muié MDS kkk

    1. YeojaDoJungkook
      @THAMIRISMar 6, '26 at 6:16 pm

      — Você acha que venceu, não é? — Minha voz saiu rouca, reverberando no silêncio da sala.

      Não tenho dúvidas e tô amando isso

  15. THAMIRIS
    Jan 27, '26 at 1:14 pm

    — Talvez eu seja sua, Jungkook… — murmurei no ouvido dele, a voz carregada de uma malícia deliciosa. — Mas você vai ter que trabalhar muito para que eu não queira fugir de novo. Me mostra… me mostra que você é melhor que qualquer outro.

    Como ela ama brincar com fogo

  16. THAMIRIS
    Jan 27, '26 at 1:07 pm

    — Você está brincando com fogo, S/N — eu disse, embora minha voz tivesse perdido a dureza de antes, soando mais como uma rendição rouca.

    Não sabe brincar,não desce pro play

  17. Anne
    Jan 26, '26 at 11:33 pm

    Eita que ela não vai perdoar essa

    1. Luana
      @AnneFeb 4, '26 at 2:55 pm

      Verdade

Nota

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