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O inverno estava começando a mostrar suas garras em Seul, mas dentro do apartamento de vocês, a temperatura era sempre amena, mantida pelo calor de dois corpos que não sabiam ficar distantes por muito tempo.

Naquela manhã de quarta-feira, o despertador tocou às 06:30. Você sentiu o braço de Seokjin apertar sua cintura, puxando-a para mais perto, o nariz dele enterrado nos seus cabelos, aspirando o cheiro do seu shampoo de jasmim.

— Só mais cinco minutos… — ele resmungou, a voz mergulhada em sono e uma rouquidão que sempre te arrepiava. — Eu compro o relógio e ordeno que ele pare de girar.

Você riu baixinho, virando-se nos braços dele. Os olhos de Seokjin estavam semicerrados, os cílios longos batendo contra as maçãs do rosto. Mesmo despenteado e com o rosto levemente inchado pelo sono, ele era a visão mais bonita que você já teve o privilégio de contemplar.

— O grande Kim Seokjin, atrasado para a reunião de fusão porque queria dormir? — Você brincou, traçando o desenho do lábio inferior dele com o polegar. — O que os acionistas diriam?

— Diriam que eu tenho bom gosto — ele respondeu, capturando seu dedo com os lábios e dando uma mordida leve, provocante. — Eles não têm você em casa. Eles têm planilhas. Eu sinto pena deles.

Duas horas depois, você estava no seu habitat natural: a biblioteca central da universidade. O ar ali era denso com o cheiro de papel envelhecido e couro. Como assistente sênior do Professor Han, sua tarefa do dia era organizar os arquivos de microfilmes da década de 70.

Era um trabalho meticuloso, quase meditativo. Suas mãos, protegidas por luvas de algodão branco, manuseavam as películas com um cuidado que beirava o sagrado. Para uma filha de uma das famílias mais ricas da Coreia, estar ali, ganhando o próprio sustento (ainda que simbólico perto da sua herança), era um ato de rebeldia silenciosa.

Enquanto organizava os arquivos, seu celular vibrou. Uma mensagem de Jin:

“Reunião 1 de 5 finalizada. Sinto falta do seu café. O da empresa tem gosto de arrependimento e desespero. Te amo.”

Você sorriu para a tela, sentindo uma pontada de orgulho. Ele estava carregando o legado dos Kim nas costas, mas ainda encontrava trinta segundos para ser apenas o seu noivo.

À tarde, o Professor Han, um homem de cabelos brancos e óculos de fundo de garrafa, aproximou-se da sua mesa. — Você tem um talento raro para a organização, minha querida. É uma pena que a sua linhagem a chame para o mundo dos negócios. Você seria uma acadêmica brilhante.

Aquelas palavras ficaram ecoando na sua mente. O conflito entre o que o seu sobrenome exigia e o que o seu coração desejava era a única sombra em sua vida perfeita. Mas você olhava para o anel de noivado em seu dedo — um diamante lapidado em formato de gota que Seokjin escolheu por dizer que “brilhava como os seus olhos quando você ria” — e sentia que, com ele, qualquer peso seria suportável.

O trabalho na faculdade se estendeu. Uma entrega de livros novos chegou de última hora, e você se viu carregando caixas e etiquetando volumes até às 21:00. Seus dedos estavam gelados e suas costas reclamavam do esforço.

Ao sair pelo portão lateral, a neve fina começava a cair, polvilhando os gramados da universidade como açúcar impalpável. E lá estava ele.

Desta vez, Seokjin não estava apenas encostado no carro. Ele estava de pé, usando um sobretudo de lã cinza escuro, as mãos nos bolsos e um cachecol que você mesma tinha tricotado para ele no inverno anterior. Ele parecia ter saído de um editorial de moda, mas a expressão dele era de pura preocupação.

— Você está congelando — ele disse, antes mesmo de você chegar perto.

Ele envolveu suas mãos com as dele, levando-as até a boca para aquecê-las com seu hálito quente. O contraste do frio da rua com o calor das mãos dele foi um choque delicioso.

— O Professor Han me deu trabalho extra — você explicou, encostando a testa no ombro dele. — Estou exausta, Jin.

Ele abriu a porta do carro, mas antes de você entrar, ele te envolveu em um abraço esmagador, escondendo o rosto no seu pescoço. — O dia foi longo lá também. Papai está pressionando para eu assumir a presidência da subsidiária de tecnologia antes do esperado. Eles querem que eu seja uma máquina, meu amor.

Você o apertou mais forte. — Você nunca vai ser uma máquina. Não enquanto eu estiver aqui para te lembrar quem você é.

Em casa, a atmosfera mudou. Seokjin insistiu que você se sentasse enquanto ele preparava algo simples. Vê-lo de calça de moletom e camiseta branca, com as mangas arrebatadas, manejando uma frigideira, era a sua imagem favorita.

Ele serviu um Japchae fumegante e sentou-se no chão, ao lado da mesa de centro, pedindo que você fizesse o mesmo.

— Sabe o que o pato disse para a pata? — ele perguntou, com aquele olhar de quem estava prestes a soltar a pior piada da noite.

— Jin, não… — você riu, já antecipando.

— Ele disse: “Vem ‘quá’!” — Ele soltou aquela risada alta, “limpando os vidros”, e bateu na própria coxa. — “Vem quá”! Entendeu? Porque patos fazem quá-quá!

Você gargalhou, não pela piada em si, mas pela alegria contagiante que ele emanava. Ele tinha esse dom: transformar o cansaço em leveza em questão de segundos.

No banheiro amplo, o vapor d’água agia como uma cortina contra o mundo exterior. Seokjin estava sentado no banco de mármore enquanto você, posicionada atrás dele, despejava água morna sobre seus ombros largos. Seus dedos mergulhavam no cabelo negro e macio dele, massageando o couro cabeludo com uma pressão rítmica que o fazia soltar suspiros pesados.

— Você me desmonta por completo… — ele murmurou, a voz vibrando grave no ambiente fechado.

Ele se virou, a pele molhada brilhando sob a luz dicroica, e puxou você para entre as pernas dele sob o chuveiro. As mãos grandes de Seokjin desceram pelas suas costas, apertando sua cintura com uma urgência que não existia antes. O beijo ali, sob a água, foi faminto. Ele mordeu seu lábio inferior com uma força possessiva, puxando-o levemente antes de invadir sua boca com a língua, explorando cada canto com uma maestria que te deixava sem fôlego.

Ao chegarem no quarto, a penumbra dos abajures criava um cenário dourado. Seokjin te deitou na cama, mas não houve pressa, apenas uma adoração quase religiosa. Ele se posicionou entre suas pernas, os olhos escuros fixos nos seus enquanto levava as mãos aos seus seios. Ele os envolveu, sentindo o peso e o calor, antes de baixar a cabeça para abocanhar um dos mamilos. A sucção era firme, rítmica, intercalada com leves mordidas que faziam você arquear as costas e cravar as unhas nos ombros largos dele.

— Jin… por favor… — seu gemido preencheu o silêncio do quarto, uma nota alta de desejo puro.

Ele não parou. Desceu os beijos pelo seu ventre, deixando uma trilha de pele quente e úmida até se ajoelhar no chão, aos pés da cama. Com uma delicadeza contrastante à sua força, ele afastou suas pernas e se entregou ao seu prazer. O contato da língua dele, habilidosa e persistente, fez seu mundo girar. Você segurou os cabelos dele, puxando levemente enquanto ele explorava cada sensibilidade sua, bebendo seus gemidos como se fossem sua única fonte de vida.

Quando você sentiu que estava prestes a perder o controle, ele subiu novamente, mas você o impediu por um momento. Invertendo as posições, você quis sentir o gosto dele. Seus lábios envolveram a masculinidade dele, ouvindo o rosnado baixo e gutural que escapava da garganta de Seokjin. Ele acariciava seu rosto enquanto você o levava ao limite, os olhos dele revirando em um misto de agonia e êxtase.

— Chega… eu preciso sentir você agora — ele arquejou, puxando-a para cima.

Ele te penetrou em um movimento único e firme, preenchendo o vazio com uma intensidade que fez lágrimas de prazer brotarem nos seus olhos. Seokjin segurou suas mãos, entrelaçando os dedos acima da sua cabeça, e começou um ritmo profundo e possessivo. A cada estocada, ele desferia tapas curtos e firmes nas suas coxas, deixando marcas rosadas que eram selos de que, naquele momento, você pertencia apenas a ele.

— Promete que nunca vai me deixar? — ele sussurrou contra o seu pescoço, a voz quebrada, enquanto mordia o lóbulo da sua orelha. — Diga… diga que você é minha.

— Eu sou sua, Seokjin… Para sempre… — você respondeu entre gemidos desconexos, sentindo o ápice chegar como uma onda avassaladora.

O gozo veio em conjunto, um espasmo de músculos e almas que pareciam se fundir. Ele se derramou em você com um grito abafado no seu ombro, apertando-a contra o peito como se tentasse fundir seus corações em um só. O cheiro de sexo, suor e jasmim impregnava os lençóis de seda.

Horas depois, na calmaria pós-tempestade, vocês estavam agarradinhos. O braço dele era o seu travesseiro, e o calor da pele de Seokjin era o seu cobertor. Ele beijou sua testa uma última vez antes de mergulhar no sono, sem saber que aquele seria um dos últimos momentos em que o silêncio entre vocês seria preenchido por amor, e não por mágoa.

30 Comentários

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  1. IASMINE
    Feb 1, '26 at 6:00 pm

    — Ele disse: “Vem ‘quá’!” — Ele soltou aquela risada alta, “limpando os vidros”, e bateu na própria coxa. — “Vem quá”! Entendeu? Porque patos fazem quá-quá!

    Aaaaaah não kkkkkkkkkkkkk essa aqui foi longe

    1. Luana
      @IASMINEFeb 4, '26 at 3:35 pm

      Kkkkkkkk

    2. SNdoErriemi✨
      @IASMINEJul 25, '26 at 2:42 am

      — Ele disse: “Vem ‘quá’!” — Ele soltou aquela risada alta, “limpando os vidros”, e bateu na própria coxa. — “Vem quá”! Entendeu? Porque patos fazem quá-quá!

      Não precisa explicar,Jin, já estou rachando o bico.Entendeu? Rachando o bico (Seria uma disputa de qm faria a piada mais ruim)

  2. IASMINE
    Feb 1, '26 at 6:06 pm

    Horas depois, na calmaria pós-tempestade, vocês estavam agarradinhos. O braço dele era o seu travesseiro, e o calor da pele de Seokjin era o seu cobertor. Ele beijou sua testa uma última vez antes de mergulhar no sono, sem saber que aquele seria um dos últimos momentos em que o silêncio entre vocês seria preenchido por amor, e não por mágoa.

    Pronto agora começa nosso sofrimento

  3. Marcela
    Feb 2, '26 at 2:19 pm

    — Ele disse: “Vem ‘quá’!” — Ele soltou aquela risada alta, “limpando os vidros”, e bateu na própria coxa. — “Vem quá”! Entendeu? Porque patos fazem quá-quá!

    Kkkkkkkkkkkk impossível n rir

  4. Anne
    Feb 13, '26 at 11:11 pm

    — Ele disse: “Vem ‘quá’!” — Ele soltou aquela risada alta, “limpando os vidros”, e bateu na própria coxa. — “Vem quá”! Entendeu? Porque patos fazem quá-quá!

    Piadas de tiozão é dose

  5. Anne
    Feb 13, '26 at 11:13 pm

    — Promete que nunca vai me deixar? — ele sussurrou contra o seu pescoço, a voz quebrada, enquanto mordia o lóbulo da sua orelha. — Diga… diga que você é minha.

    Será que já estava prevendo algo

  6. Anne
    Feb 13, '26 at 11:13 pm

    Horas depois, na calmaria pós-tempestade, vocês estavam agarradinhos. O braço dele era o seu travesseiro, e o calor da pele de Seokjin era o seu cobertor. Ele beijou sua testa uma última vez antes de mergulhar no sono, sem saber que aquele seria um dos últimos momentos em que o silêncio entre vocês seria preenchido por amor, e não por mágoa.

    Se ele soubesse

  7. THAMIRIS
    Feb 17, '26 at 10:45 pm

    Você riu baixinho, virando-se nos braços dele. Os olhos de Seokjin estavam semicerrados, os cílios longos batendo contra as maçãs do rosto. Mesmo despenteado e com o rosto levemente inchado pelo sono, ele era a visão mais bonita que você já teve o privilégio de contemplar.

    O homem mundialmente bonito

  8. THAMIRIS
    Feb 17, '26 at 10:46 pm

    — Diriam que eu tenho bom gosto — ele respondeu, capturando seu dedo com os lábios e dando uma mordida leve, provocante. — Eles não têm você em casa. Eles têm planilhas. Eu sinto pena deles.

    Homem apaixonado é outro nível

  9. THAMIRIS
    Feb 17, '26 at 11:01 pm

    Você sorriu para a tela, sentindo uma pontada de orgulho. Ele estava carregando o legado dos Kim nas costas, mas ainda encontrava trinta segundos para ser apenas o seu noivo.

    Onde eu encontro um desses??

  10. THAMIRIS
    Feb 17, '26 at 11:04 pm

    Você o apertou mais forte. — Você nunca vai ser uma máquina. Não enquanto eu estiver aqui para te lembrar quem você é.

    O casal perfeito existe sim

  11. THAMIRIS
    Feb 17, '26 at 11:09 pm

    Horas depois, na calmaria pós-tempestade, vocês estavam agarradinhos. O braço dele era o seu travesseiro, e o calor da pele de Seokjin era o seu cobertor. Ele beijou sua testa uma última vez antes de mergulhar no sono, sem saber que aquele seria um dos últimos momentos em que o silêncio entre vocês seria preenchido por amor, e não por mágoa.

    Aaaah não aceito não

  12. GhostingBTS
    Jul 18, '26 at 11:49 pm

    O inverno estava começando a mostrar suas garras em Seul, mas dentro do apartamento de vocês, a temperatura era sempre amena, mantida pelo calor de dois corpos que não sabiam ficar distantes por muito tempo.

    Ai, como eu sou feliz

  13. GhostingBTS
    Jul 18, '26 at 11:49 pm

    Naquela manhã de quarta-feira, o despertador tocou às 06:30. Você sentiu o braço de Seokjin apertar sua cintura, puxando-a para mais perto, o nariz dele enterrado nos seus cabelos, aspirando o cheiro do seu shampoo de jasmim.

    O hiperfoco em shampoo de jasmim rs

  14. GhostingBTS
    Jul 18, '26 at 11:50 pm

    — Só mais cinco minutos… — ele resmungou, a voz mergulhada em sono e uma rouquidão que sempre te arrepiava. — Eu compro o relógio e ordeno que ele pare de girar.

    Faça isso, amor

  15. GhostingBTS
    Jul 18, '26 at 11:51 pm

    — O grande Kim Seokjin, atrasado para a reunião de fusão porque queria dormir? — Você brincou, traçando o desenho do lábio inferior dele com o polegar. — O que os acionistas diriam?

    Ah, esses lábios de mel…q sabor indescritível

  16. GhostingBTS
    Jul 18, '26 at 11:51 pm

    — Diriam que eu tenho bom gosto — ele respondeu, capturando seu dedo com os lábios e dando uma mordida leve, provocante. — Eles não têm você em casa. Eles têm planilhas. Eu sinto pena deles.

    Dá pra parar de ser tão perfeito?Que coisa

  17. GhostingBTS
    Jul 18, '26 at 11:53 pm

    — Ele disse: “Vem ‘quá’!” — Ele soltou aquela risada alta, “limpando os vidros”, e bateu na própria coxa. — “Vem quá”! Entendeu? Porque patos fazem quá-quá!

    Não vi graça alguma **Kkkkkkkkkkkkkk**

  18. GhostingBTS
    Jul 18, '26 at 11:55 pm

    — Você me desmonta por completo… — ele murmurou, a voz vibrando grave no ambiente fechado.

    Prazer, mecânica de avião

  19. GhostingBTS
    Jul 18, '26 at 11:55 pm

    — Chega… eu preciso sentir você agora — ele arquejou, puxando-a para cima.

    Pois n seja por isso, é pra já

  20. GhostingBTS
    Jul 18, '26 at 11:57 pm

    — Eu sou sua, Seokjin… Para sempre… — você respondeu entre gemidos desconexos, sentindo o ápice chegar como uma onda avassaladora.

    E não tem quem faça eu te largar , meu Jin

  21. GhostingBTS
    Jul 19, '26 at 12:06 am

    Horas depois, na calmaria pós-tempestade, vocês estavam agarradinhos. O braço dele era o seu travesseiro, e o calor da pele de Seokjin era o seu cobertor. Ele beijou sua testa uma última vez antes de mergulhar no sono, sem saber que aquele seria um dos últimos momentos em que o silêncio entre vocês seria preenchido por amor, e não por mágoa.

    Ah, não! Não acredito e não aceito

  22. SNdoErriemi✨
    Jul 25, '26 at 2:37 am

    O inverno estava começando a mostrar suas garras em Seul, mas dentro do apartamento de vocês, a temperatura era sempre amena, mantida pelo calor de dois corpos que não sabiam ficar distantes por muito tempo.

    Que amena o q?Era sempre rót, pegano fogo

  23. SNdoErriemi✨
    Jul 25, '26 at 2:38 am

    — Só mais cinco minutos… — ele resmungou, a voz mergulhada em sono e uma rouquidão que sempre te arrepiava. — Eu compro o relógio e ordeno que ele pare de girar.

    Faça isso,Jin, n tô a fim de trabalhar não

  24. SNdoErriemi✨
    Jul 25, '26 at 2:39 am

    — O grande Kim Seokjin, atrasado para a reunião de fusão porque queria dormir? — Você brincou, traçando o desenho do lábio inferior dele com o polegar. — O que os acionistas diriam?

    Não quero mais nada na vida,aaaa

  25. Sheila
    Jul 26, '26 at 7:16 am

    Ao sair pelo portão lateral, a neve fina começava a cair, polvilhando os gramados da universidade como açúcar impalpável. E lá estava ele.

    Lindo, vontade de colocá-lo em um potinho. Juro!!! Kkkk

  26. Sheila
    Jul 26, '26 at 7:18 am

    Ao chegarem no quarto, a penumbra dos abajures criava um cenário dourado. Seokjin te deitou na cama, mas não houve pressa, apenas uma adoração quase religiosa. Ele se posicionou entre suas pernas, os olhos escuros fixos nos seus enquanto levava as mãos aos seus seios. Ele os envolveu, sentindo o peso e o calor, antes de baixar a cabeça para abocanhar um dos mamilos. A sucção era firme, rítmica, intercalada com leves mordidas que faziam você arquear as costas e cravar as unhas nos ombros largos dele.

    Imagina aquela boca carnuda, fazendo isso?! Misericórdia… que loucura!!! Kkkk

  27. Sheila
    Jul 26, '26 at 7:18 am

    — Promete que nunca vai me deixar? — ele sussurrou contra o seu pescoço, a voz quebrada, enquanto mordia o lóbulo da sua orelha. — Diga… diga que você é minha.

    Eu posso ser sua também?! Kkkk

  28. Sheila
    Jul 26, '26 at 7:19 am

    O gozo veio em conjunto, um espasmo de músculos e almas que pareciam se fundir. Ele se derramou em você com um grito abafado no seu ombro, apertando-a contra o peito como se tentasse fundir seus corações em um só. O cheiro de sexo, suor e jasmim impregnava os lençóis de seda.

    Sensações e tentações… que delícia tudo isso!!! Kkkk

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