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O suor secava lentamente em seus corpos, mas o calor entre eles permanecia abrasador. Yrys estava exausta; o corpo dela, que nunca havia sido levado a tal extremo, amoleceu contra o peito largo de Namjoon. Ela havia “apagado” por alguns minutos, o rosto escondido na curva do pescoço dele, a respiração pesada e rítmica.

Namjoon, porém, estava longe de dormir. Ele a mantinha abraçada, sentindo o peso dela, a maciez de sua pele e a pulsação ainda acelerada onde seus corpos permaneciam unidos. Ele a observava com uma intensidade possessiva, como se estivesse catalogando cada centímetro daquela mulher que ele finalmente havia reivindicado.

Com um sorriso sombrio e faminto, Namjoon decidiu que o descanso dela havia acabado. Ele começou a se mover. Não com a violência de antes, mas com uma lentidão torturante. Ele empurrou o quadril para cima, uma estocada lenta, profunda e carregada de intenção, sentindo os músculos internos dela reagirem por instinto, mesmo no sono.

Yrys soltou um gemido arrastado contra a pele dele, um som que não era de consciência, mas de puro reflexo sensorial. Ele repetiu o movimento, retirando-se quase completamente apenas para voltar a preenchê-la com uma pressão que parecia tocar sua alma.

— Acorda, Yrys… — ele sussurrou no ouvido dela, a voz rouca e vibrante. — Eu não terminei com você. Temos mais oito horas de céu e eu quero cada minuto delas.

Ela começou a despertar, os olhos nublados abrindo-se devagar, sentindo o preenchimento rítmico e o calor avassalador de Namjoon. Ela tentou focar a visão, mas o prazer que ele estava construindo era como uma névoa.

— Namjoon… — ela murmurou, a voz falha, sentindo-o mover-se dentro dela com uma profundidade que a fazia tremer.

Sem dar tempo para que ela se recuperasse, Namjoon a moveu com autoridade. Ele a tirou do colo e a posicionou de joelhos sobre a poltrona de couro larga, forçando-a a ficar de quatro, de costas para ele. A visão daquelas marcas vermelhas de seus dedos nos quadris dela e o contraste da pele sob as luzes baixas do avião o fizeram perder qualquer resquício de paciência.

Ele se posicionou atrás dela, segurando-a com firmeza pela cintura, e entrou com um único impulso forte que a fez arquear as costas e soltar um grito sufocado.

— Grita, Yrys — ele ordenou, desferindo um tapa firme e sonoro em sua nádega, deixando a marca de sua palma gravada ali. — Grita o meu nome até que suas cordas vocais fiquem tão cansadas quanto os seus dedos depois de um concerto.

Ele começou a foder de forma intensa, um ritmo dominador que fazia a poltrona de luxo ranger levemente. Cada impacto era um lembrete de sua posse. Ele se inclinou sobre as costas dela, segurando os dois punhos de Yrys à frente do corpo dela com uma única mão, enquanto a outra mão se enterrava novamente em seus cabelos, puxando-os para que ela olhasse para o próprio reflexo distorcido na janela escura da cabine.

— Você acha que eu comprei doze passagens de primeira classe por excesso de dinheiro? — ele rosnou contra o ouvido dela, as estocadas tornando-se mais curtas e rápidas, atingindo-a no âmago. — Eu comprei este silêncio para que não houvesse ninguém além de mim para ouvir você implorar. Eu quero ouvir o meu nome saindo da sua boca sem medo, sem a plateia… Só eu e a sua voz quebrada.

Namjoon! Por favor… Namjoon! — ela gritou, a cabeça jogada para trás, o corpo tremendo sob a força dele.

— Isso… — ele respondeu, aumentando a velocidade, os tapas agora ritmados com cada estocada, criando uma sinfonia de pele contra pele que ecoava na seção vazia do avião. — Sou eu quem te conduz agora. Esquece o Prokofiev. A única música que importa agora é o som de você se perdendo em mim.

Yrys sentiu o clímax chegar como uma onda gigante, impulsionado pela forma possessiva com que ele a tratava. Ela não era mais uma solista; ela era o instrumento dele, vibrando sob cada toque, cada comando, cada movimento de um homem que a queria tão desesperadamente que havia isolado os dois do mundo inteiro a dez mil metros de altura.

Ela gozou gritando o nome dele, as unhas arranhando o couro da poltrona, enquanto Namjoon, com um rosnado de pura satisfação animal, entregou-se logo em seguida, prendendo-a contra o assento e garantindo que ela sentisse cada gota de sua rendição.

O silêncio que se seguiu ao clímax era denso, interrompido apenas pelo som das respirações pesadas que tentavam encontrar um ritmo comum. Namjoon a envolveu em seus braços, sentindo o corpo de Yrys ainda vibrar com os espasmos da entrega. Com um movimento cuidadoso, mas carregado daquela força inerente que ele possuía, ele a ajeitou em seu colo, sentando-se na poltrona.

Yrys acomodou-se de lado, as pernas pendendo sobre as dele, a pele colada e úmida de suor. Ela deitou a cabeça naquele peitoral que parecia um escudo de mármore quente, sentindo as batidas do coração dele — potentes, constantes, como o bumbo de uma orquestra.

— Namjoon… — ela murmurou, a voz rouca e carregada de uma exaustão deliciosa. Ela ergueu o rosto levemente, depositando beijos molhados e preguiçosos sobre a pele do peito dele, sentindo o gosto salgado de sua pele. — Eu toco piano sentada… se você continuar assim, nem sentar eu vou conseguir mais.

Namjoon soltou uma risada baixa, um som vibrante que reverberou diretamente contra o rosto de Yrys. Ele não se afastou; pelo contrário, apertou o braço ao redor da cintura dela, puxando-a para ainda mais perto, se é que isso era possível.

Ele inclinou a cabeça, apoiando o queixo no topo da cabeça dela, e seus dedos começaram a traçar caminhos lentos pelas costas nuas de Yrys, parando exatamente onde as marcas de suas mãos estavam mais vívidas.

— Então eu terei que comprar um banco mais macio para você em Viena — ele respondeu, a voz tingida de uma arrogância possessiva que agora soava quase carinhosa. — Ou talvez… eu devesse apenas te carregar até o palco.

Ele se afastou um pouco para olhá-la nos olhos. O brilho predatório de antes havia se suavizado para algo mais profundo, mas não menos intenso. Ele segurou o queixo dela com o polegar e o indicador, forçando-a a encarar o sorriso de lado que ele exibia.

— Você reclama, Yrys, mas seus dedos não pararam de me pedir por mais um segundo sequer. Se você não conseguir sentar, é apenas um lembrete físico de quem esteve com você a dez mil metros de altura.

Ele desceu o olhar para os lábios inchados dela e suspirou, um som que misturava desejo e uma estranha paz que só ela parecia proporcionar.

— Descanse agora — ele ordenou, mas dessa vez o tom era suave, quase um acalanto. — Temos algumas horas de paz antes de Berlim. Eu vou estar aqui. Eu não vou a lugar nenhum.

Ele a beijou na testa, um gesto de proteção que contrastava com a brutalidade de minutos atrás. Yrys fechou os olhos, sentindo os dedos longos de Namjoon — os dedos de um homem que sabia exatamente como destruir e reconstruir uma mulher — acariciando seu cabelo até que o sono a levasse novamente, protegida no centro daquela tempestade chamada Kim Namjoon.

9 Comentários

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  1. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Jan 26, '26 at 10:20 pm

    O suor secava lentamente em seus corpos, mas o calor entre eles permanecia abrasador. Yrys estava exausta; o corpo dela, que nunca havia sido levado a tal extremo, amoleceu contra o peito largo de Namjoon. Ela havia “apagado” por alguns minutos, o rosto escondido na curva do pescoço dele, a respiração pesada e rítmica.

    É isso, ele me desmontou tal qual um Peugeot em uma oficina clandestina de bairro (Desmanche): Cm pressa e sem cuidado

  2. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Jan 26, '26 at 10:22 pm

    — Acorda, Yrys… — ele sussurrou no ouvido dela, a voz rouca e vibrante. — Eu não terminei com você. Temos mais oito horas de céu e eu quero cada minuto delas.

    Q?De novo? Me dx dormir, cara, q fogaréu é esse??

  3. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Jan 26, '26 at 10:23 pm

    — Namjoon… — ela murmurou, a voz rouca e carregada de uma exaustão deliciosa. Ela ergueu o rosto levemente, depositando beijos molhados e preguiçosos sobre a pele do peito dele, sentindo o gosto salgado de sua pele. — Eu toco piano sentada… se você continuar assim, nem sentar eu vou conseguir mais.

    Q sabor

  4. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Jan 26, '26 at 10:39 pm

    Ele a beijou na testa, um gesto de proteção que contrastava com a brutalidade de minutos atrás. Yrys fechou os olhos, sentindo os dedos longos de Namjoon — os dedos de um homem que sabia exatamente como destruir e reconstruir uma mulher — acariciando seu cabelo até que o sono a levasse novamente, protegida no centro daquela tempestade chamada Kim Namjoon.

    Que homem, Senhor

  5. Marcela
    Feb 21, '26 at 2:30 am

    — Acorda, Yrys… — ele sussurrou no ouvido dela, a voz rouca e vibrante. — Eu não terminei com você. Temos mais oito horas de céu e eu quero cada minuto delas.

    Yrys vai conseguir nem andar kkkkkkkk

  6. Marcela
    Feb 21, '26 at 2:52 am

    — Você reclama, Yrys, mas seus dedos não pararam de me pedir por mais um segundo sequer. Se você não conseguir sentar, é apenas um lembrete físico de quem esteve com você a dez mil metros de altura.

    Não sei quem tá mais entregue dos dois kkk

  7. Iasmine
    Feb 26, '26 at 12:43 am

    Com um sorriso sombrio e faminto, Namjoon decidiu que o descanso dela havia acabado. Ele começou a se mover. Não com a violência de antes, mas com uma lentidão torturante. Ele empurrou o quadril para cima, uma estocada lenta, profunda e carregada de intenção, sentindo os músculos internos dela reagirem por instinto, mesmo no sono.

    A fome dele insaciável kkkkk haja prikito

  8. Iasmine
    Feb 26, '26 at 12:44 am

    — Você acha que eu comprei doze passagens de primeira classe por excesso de dinheiro? — ele rosnou contra o ouvido dela, as estocadas tornando-se mais curtas e rápidas, atingindo-a no âmago. — Eu comprei este silêncio para que não houvesse ninguém além de mim para ouvir você implorar. Eu quero ouvir o meu nome saindo da sua boca sem medo, sem a plateia… Só eu e a sua voz quebrada.

    Valha meu deus, esse homem é meticuloso

  9. Iasmine
    Feb 26, '26 at 12:45 am

    — Namjoon… — ela murmurou, a voz rouca e carregada de uma exaustão deliciosa. Ela ergueu o rosto levemente, depositando beijos molhados e preguiçosos sobre a pele do peito dele, sentindo o gosto salgado de sua pele. — Eu toco piano sentada… se você continuar assim, nem sentar eu vou conseguir mais.

    Noossa que triste ein, não poder sentar de tanto que deu kkkkk

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