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O aeroporto de Incheon fervia — anúncios em coreano e inglês, rodas de malas deslizando apressadas, flashes como vaga-lumes nervosos.
Na saída internacional, um cordão de seguranças formava um semicírculo. No centro, Jungkook esperava — boné, máscara abaixada no queixo, mãos suadas mesmo com o ar-condicionado.

Ele segurava um cartaz gigantesco, dobrado em quatro. Os olhos iam e vinham do portão para o celular, e do celular para o Sr. Lee, que estava dois passos atrás, com a câmera do telefone apontada para ele.

— Hyung… tá gravando certo? — ele perguntou, sem tirar os olhos da porta automática.

— Tá perfeito — respondeu o Sr. Lee, seco, mas com um canto de sorriso. — Só respira.

— Respirar é o difícil.

Outro segurança, ao lado, ergueu o próprio celular.

— Eu filmo a reação dela — disse, trocando um olhar conspiratório com o resto da equipe.

O burburinho aumentou.
Gente reconhecia, apontava, sussurrava.
— “É o Jungkook?”
— “O que ele tá segurando?”
— “Meu Deus, ele vai pedir alguém em casamento?”
— “Será que é a garota do parque?”
— “E se for outra?!”

Jungkook alisou o papel com o polegar, como quem testa coragem.
As portas abriram.

Ela surgiu — cabelo preso num coque simples, moletom claro, fone numa orelha só, a mala pequena seguindo atrás.
Por um segundo, ficou só a imagem dela e o som do próprio coração dele.

O corpo dele decidiu primeiro.
Abriu o cartaz.

Ignora o que tá escrito, deu preguiça de editar

Ignora o que tá escrito, deu preguiça de editar…

As letras pretas, enormes, vibraram como um grito doce:

CASA COMIGO?

Um ahhh coletivo percorreu o saguão. Metade derreteu; a outra metade mordeu o lábio, entre choque e ciúme.
Telefones se ergueram, gravando tudo, e o Sr. Lee ajustou o foco, agora alternando entre o rosto do Jungkook e a porta.

Ela parou.
Um passo.
Dois.
O olhar dela subiu do cartaz para ele.

— “Não, não acredito…” — os lábios dela formaram sem som.
O coração disparou tanto que o instinto fez o resto: ela recuou dois passos e entrou de volta pelo portão automático.

Um coro em volta se ergueu, divertido e aflito ao mesmo tempo:
— Voooolta! Vooooolta!

No centro, Jungkook congelou. O cartaz tremeu nas mãos.

Será que eu exagerei?
Será que ela não me quer?
E se isso for demais pra ela?

Os olhos arderam. Ele piscou rápido — não aqui, não agora.
O cartaz baixou devagar.

As portas abriram de novo.
Ela voltou.

Dessa vez correndo. Sem mala, sem nada — largou tudo e só veio.
Quando chegou nele, pulou em seus braços, pernas cercando a cintura, os dois se chocando num abraço que arrancou gritos do saguão inteiro.

O cartaz caiu no chão como uma pétala grande.
Um segurança partiu para resgatar a mala dela lá atrás; outro filmava, rindo.
O Sr. Lee manteve a câmera firme — agora com a voz embargada de quem não esperava se emocionar.

— Diz… — ele sussurrou, a testa colada na dela. — Diz qualquer coisa antes que eu esqueça como se respira.

Ela mordeu o sorriso, olhos molhados.
— É claro que sim.

O saguão explodiu: palmas, gritos, o coro desencontrado virando uma música torta e linda.
Ele a beijou — limpo, certo, sem medo. O som das palmas entrou por entre o beijo e ficou.

Quando se afastou, ele a rodopiou nos braços, rindo.
— Vamos, meu amor. Vamos pra casa.

— Pra casa? — ela piscou, confusa, rindo entre lágrimas. — E o meu apartamento novo?

Ele ajeitou o boné, tentando parecer casual e falhando.
— Então… sobre isso. Eu decorei um lugar do jeitinho que você sonhou.
— Meu Deus, Jeon Jungkook, o que você aprontou?
— A nossa casa. E… — ele coçou a nuca, tímido — eu mudei umas coisas lá em casa. O quarto nosso, como você queria. E montei um estúdio pra você.

— Um estúdio?

— Completo. Microfones, tratamento acústico, interface, monitor. Tudo plug-and-play. Eu… eu queria que você criasse perto de mim.

Ela riu, o riso que ele reconhecia até de olhos fechados.
— Você é um exagerado.
— Sou seu exagerado — ele devolveu, bobo.

Os seguranças abriram caminho até a saída privativa.
O Sr. Lee passou por eles, baixinho:
— Parabéns. Agora entra, antes que sejamos expulsos do aeroporto.

Jungkook enlaçou os dedos aos dela.
— Vem. Bem-vinda a Seul.

Minutos depois…

O carro desceu a rampa da garagem, luzes brancas refletidas no preto do carro.
Quando o veículo parou, Jungkook saiu primeiro, abriu a porta do passageiro e estendeu a mão.
— Bem-vinda à nossa casa.

Ela olhou ao redor — concreto limpo, discreto, sensores silenciosos — e riu.
— Você fala “nossa” com uma naturalidade…

— Tô treinando faz tempo.

— Bam! — Jungkook chamou.

O Bam veio em disparada — pelo corredor, unhas tic-tic no piso, orelhas em alerta. Parou um segundo, farejou o ar e foi direto nela, abanando o rabo com tanta força que quase desmontou as patas.

— Oi, oi, oi, coisa linda! — ela se agachou, rindo, recebendo o carinho desajeitado daquele amor de quatro patas que já a reconhecia das chamadas de vídeo.
— Ele te conhece pela voz — Jungkook disse, ajoelhando junto. — E talvez pelas vezes que eu disse seu nome em voz alta nesse tapete.

— Quantas?

— Algumas muitas.

O Bam fungou a mala, deu duas voltas e deitou perto dela, satisfeito.
Ela ergueu o olhar e, enfim, enxergou a casa.

Na parede principal, prateleiras abertas com livros, velas, uma câmera analógica, e — ela prendeu o ar — duas molduras: uma com foto dos dois na roda-gigante (print do vídeo), outra com um girassol seco, prensado.

— Você… — a voz saiu pequena. — Você prensou um girassol?

— Comprei de novo. E prensei. — ele pigarreou. — Quis lembrar que não apaga.

Ela sorriu. “Não apaga.

— Vem ver a cozinha — ele disse, animado.

Cozinha integrada: ilha em pedra clara, bancos de madeira curvos, armários com puxadores cava. Sobre a ilha, um trilho de luminárias discretas. À direita, uma horta de bancada com manjericão, salsinha, hortelã e alecrim; à esquerda, um quadro discreto com um roteiro de receitas que ela vivia salvando.

— Isso aqui… — ela tocou a horta, os olhos brilhando. — Você copiou da minha pasta “cozinha viva”.

— E da “café da manhã dos sonhos”. — Ele apontou a cafeteira e a bandeja com duas canecas idênticas às que ela favoritou.
— Não é possível que você foi até esse nível…
— Você favoritou um jogo americano de linho. Eram três opções. Eu comprei os três.
— Você é impossível.
— Eu sou detalhista — ele corrigiu, rindo.

— E o estúdio?

— Por aqui.

Passaram por uma porta de correr em madeira ripada.
Do outro lado, o estúdio — paredes com tratamento acústico elegante (painéis de feltro em tons de areia e cinza-claro), duas mesas: uma para voz, com microfone condensador em braço articulado, interface de áudio, fones; outra para edição, com tela ampla, teclado mecânico silencioso e monitor de referência.
No canto, um biombo de tecido claro separava uma área com sofá-cama e um tapete macio — ilha de conforto dentro do foco.

— Plugou, gravou. — ele sorriu, orgulhoso. — Tem templates prontos pros seus projetos. E uma cabine vocal se você quiser mais isolamento.

Ela girou devagar no próprio eixo, tocando as bordas de tudo, como quem confirma que não é sonho.
— Você sabe que eu não canto, mas isso é… ridículo de perfeito, Jeon.
— Confere se vai precisar dessas coisas. Se não for, a gente muda.

— Tá perfeito amor. — ela sorriu, simples.

— Falta a última parte — ele estendeu a mão, nervoso de novo. — O quarto.

Caminharam por o terceiro andar o caminho com baixa iluminação.
O quarto abriu-se em calma: cama baixa com cabeceira estofada em linho fosco, roupa de cama neve, manta de tricô grosso, dois criados com luminárias abajur globais.
Nas paredes, nenhum quadro — só uma janela grande com cortina preta imensa.

Ela encostou a mão na cabeceira, como quem testa textura; depois passou os dedos na borda da manta, no abajur, no peitoril da janela.

É de verdade.
Ele pensou em tudo.

— E… — ele abriu a porta ao lado — closet compartilhado. Metade sua por contrato. — piscou, brincando.
As gavetas tinham divisórias para acessórios, e duas caixas etiquetadas: “Girassóis” 

Ela riu, com os olhos úmidos.
Virou-se para ele.
— Tá tudo… exatamente do jeito que eu imaginei sem saber descrever.

— Você salvou isso tudo, e queria que você se sentisse em casa, já que você saiu do seu pais por minha causa. Era o mínimo que eu poderia fazer.

O Bam apareceu no corredor, bocejando, e deitou metade do corpo dentro do quarto, metade fora — guarda informal de uma casa que, de repente, parecia cheia.

Ela encostou a testa no peito dele, respirou fundo, e falou baixo, quase rindo de si mesma:
— Então era isso que você queria dizer quando falou “nossa casa”?

— Era.
Ele a olhou com aquele misto de alívio e incredulidade que só quem arriscou entende.
— E… já que você disse sim no aeroporto, a gente só precisa descobrir se você prefere toalha felpuda ou waffle no banheiro.
— Waffle — ela respondeu na hora.
— Já sabia. — Ele sorriu, inteiro.

— Obrigada por tudo meu amor, você fez eu me sentir em casa. — ela disse, o olhar brilhando, o sorriso misturado com o alívio de quem finalmente estava onde devia.

Jungkook ficou ali, observando-a por um instante, as palavras presas na garganta.
Depois, deu um passo à frente e respondeu baixo, a voz firme, mas carregada de emoção:
— E eu espero que nunca vá embora.

Ela sorriu, e ele a puxou para um abraço silencioso. O Bam roçou as patas nas pernas deles, deitando ao lado, como se selasse aquele momento.

Alguns meses depois…

A rotina deles se transformou em algo que parecia uma coreografia perfeita.
Manhãs preguiçosas, cafés divididos na varanda, o som de Bam correndo pelo quintal e o toque suave de uma música que ele sempre colocava enquanto ela organizava suas reuniões.

Ela, agora oficialmente morando em Seul, tinha se tornado uma das influenciadoras mais comentadas do país — trabalhando com grandes marcas como Samsung, Calvin Klein, Innisfree e Charlotte Tilbury.
Campanhas, editoriais, viagens… A agenda era cheia, mas os dois pareciam se encaixar nos espaços um do outro como se o tempo dobrasse só pra eles.

Ensaio Calvin Klein – Dia dos Namorados

O estúdio estava cheio — câmeras, luzes, assistentes correndo, tecidos brancos se movendo como ondas no ar.
Jungkook entrou de mãos dadas com ela, ambos vestidos de jeans e camiseta branca da nova coleção.
O diretor se aproximou com um sorriso quase nervoso:
— Vocês não têm ideia do que esse ensaio vai causar.

Ele riu, coçando a nuca. — Já tô acostumado.
Ela deu um passo à frente, olhando o cenário. — A gente quer que pareça natural, né? Nada montado.
— Exato — respondeu o fotógrafo. — Só sejam vocês.

E foi o que fizeram.
O clique das câmeras capturava risadas reais, olhares cúmplices, beijos rápidos que escapavam entre uma instrução e outra.
Jungkook a abraçava por trás, o queixo encostando na cabeça dela, os olhos fechados por um instante como quem queria guardar aquele momento pra sempre.
Ela virou o rosto, os narizes se tocaram, e a equipe inteira prendeu a respiração antes do clique final.

A foto se tornaria icônica: os dois em jeans, pés descalços, luz natural entrando pela janela — um retrato de amor sem esforço.

Os meses seguintes foram uma mistura de aeroportos, shows, campanhas e noites em hotéis.
Quando ele viajava em compromissos internacionais, ela sempre dava um jeito de ir junto.
Em alguns eventos, ficavam em quartos separados — protocolo da empresa, diziam os seguranças — mas ele sempre dava um jeito de corrigir isso.
— Não tem como eu dormir sem ela — ele dizia, convencendo o manager a trocar a reserva.
E quando a viagem era curta, as videochamadas viravam rotina: ele com o cabelo bagunçado, ela segurando uma caneca de chá, Bam dormindo ao fundo.

📩 [Mensagem — Jungkook]
O quarto tá muito silencioso sem você.
O Bam tá dormindo na sua almofada, sabia?

📩 [Mensagem — SN]
Ele sempre faz isso quando seu saio por alguns dias de casa.
Mas amanhã já tô aí, amor.

📩 [Mensagem — Jungkook]
O seu travesseiro já tá ficando sem o seu cheiro… Volta logo.

Quando estavam juntos em casa, o cotidiano deles era simples.
Ela cuidava das plantas e preparava os cafés da manhã; ele cuidava das playlists e dos treinos de boxe.
Às vezes, ele gravava demos novas no estúdio e pedia pra ela ouvir antes de qualquer pessoa.
— O que você acha dessa parte? — ele perguntava, e ela ouvia com fones, olhos fechados, sentindo cada nota.
— Parece você falando comigo — respondia.
Ele sorria, como se tivesse acabado de receber o maior elogio do mundo.

Nos dias livres, andavam pelo Han River com o Bam, escondidos sob bonés e máscaras, rindo de piadas que ninguém mais entenderia.
À noite, assistiam filmes deitados no sofá, cobertos pela manta clara que ela mesma escolheu quando chegou.

O pedido oficial aconteceu em silêncio, sem plateia, sem câmeras.
Num fim de tarde, ele apareceu com uma pequena caixa na varanda, o sol descendo atrás dos prédios.
— Eu sei que você já disse sim uma vez — ele começou, nervoso. — Mas eu queria ouvir de novo, só pra ter certeza que isso aqui é real.
Ela sorriu, os olhos marejados. — É real, Jeon.
Ele colocou o anel, simples, minimalista, com um pequeno girassol gravado na parte interna.
Ela o abraçou, e o Bam latiu, como se também dissesse “sim”.

Um ano depois, as revistas chamavam o casal de “O equilíbrio perfeito entre arte e realidade”.
Ela era o rosto de uma nova geração de mulheres fortes na Coreia — independente, talentosa e apaixonada.
Ele, o artista que, finalmente, tinha aprendido a viver sem se esconder. 

Mas, fora das câmeras, eram só eles: risadas, sexo intenso, cansaço, abraços, e o conforto de saber que, mesmo quando o mundo os observava, eles se pertenciam.

Numa noite qualquer, ela deitou no peito dele, ouvindo a respiração calma enquanto o Bam roncava ao lado da cama.
Ele afagava o cabelo dela devagar, meio sonolento, e murmurou:
— Se eu disser que sonhei uma vez, com o que estamos vivendo hoje você acreditaria?

Ela sorriu, ela levantou a cabeça o olhando com os olhos levemente arregalados.
— O que? Serio?
— Sim, mas antes eu não via o seu rosto, mas hoje eu vejo e ainda posso te tocar. — respondeu, encostando a testa na dela.

O quarto ficou em silêncio, o vento suave entrando pela janela, e o mundo lá fora parecia distante demais pra importar.

7 Comentários

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  1. Iasmine
    Feb 22, '26 at 8:29 pm

    Dessa vez correndo. Sem mala, sem nada — largou tudo e só veio. Quando chegou nele, pulou em seus braços, pernas cercando a cintura, os dois se chocando num abraço que arrancou gritos do saguão inteiro.

    Que susto bichaaa.. nem tem como dizer pra esse ser maravilhoso que é o Jeon

    1. Marcela
      @IasmineFeb 23, '26 at 3:03 pm

      [quote]— “Não, não acredito…” — os lábios dela formaram sem som. O coração disparou tanto que o instinto fez o resto: ela recuou dois passos e entrou de volta pelo portão automático.

      Ela esperava tudo, menos isso kkkk
      O susto que levou

  2. Iasmine
    Feb 22, '26 at 8:31 pm

    Ele ajeitou o boné, tentando parecer casual e falhando. — Então… sobre isso. Eu decorei um lugar do jeitinho que você sonhou. — Meu Deus, Jeon Jungkook, o que você aprontou? — A nossa casa. E… — ele coçou a nuca, tímido — eu mudei umas coisas lá em casa. O quarto nosso, como você queria. E montei um estúdio pra você.

    Pois eu tava bem achando estranho ele não ter chamado ela kkkkk agora que entendi ele queria fazer surpresa

  3. Iasmine
    Feb 22, '26 at 8:33 pm

    — Era. Ele a olhou com aquele misto de alívio e incredulidade que só quem arriscou entende. — E… já que você disse sim no aeroporto, a gente só precisa descobrir se você prefere toalha felpuda ou waffle no banheiro. — Waffle — ela respondeu na hora. — Já sabia. — Ele sorriu, inteiro.

    Ele adaptou toda a casa pra receber ela, gente isso que é amor de verdade. Universo eu absorvo toda energia positiva dessa fic kkkkk

  4. Iasmine
    Feb 22, '26 at 8:34 pm

    Numa noite qualquer, ela deitou no peito dele, ouvindo a respiração calma enquanto o Bam roncava ao lado da cama. Ele afagava o cabelo dela devagar, meio sonolento, e murmurou: — Se eu disser que sonhei uma vez, com o que estamos vivendo hoje você acreditaria?

    Ele sabia desde o início que iam ficar juntos… caraca escritora obrigada por essa fic fofa e linda

  5. Marcela
    Feb 23, '26 at 3:05 pm

    [quote]Quando se afastou, ele a rodopiou nos braços, rindo. — Vamos, meu amor. Vamos pra casa.

    Aaaah que lindooo
    Tou apaixonada neles

  6. Marcela
    Feb 23, '26 at 3:25 pm

    O pedido oficial aconteceu em silêncio, sem plateia, sem câmeras. Num fim de tarde, ele apareceu com uma pequena caixa na varanda, o sol descendo atrás dos prédios. — Eu sei que você já disse sim uma vez — ele começou, nervoso. — Mas eu queria ouvir de novo, só pra
    ter certeza que isso aqui é real. Ela sorriu, os olhos marejados. — É real, Jeon. Ele colocou o anel, simples, minimalista, com um pequeno girassol gravado na parte interna. Ela o abraçou, e o Bam latiu, como se também dissesse “sim”.

    Os minimos detalhes, o cuidado…
    Isso é perfeito

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