Capítulo 8 – Sonhos cruzados
por FanfiqueiraEles ainda estavam colados, respirando quase como se partilhassem o mesmo ar. O beijo que trocavam havia começado suave e tímido, mas evoluíra em algo tão intenso que não dava espaço para outra coisa além daquele momento. Até que o ar faltou.
Com relutância, afastaram-se, mas permaneceram próximos. As testas se tocaram e ele sorriu, aquele sorriso bobo e fofo. Entre suspiros, Jungkook depositou beijos suaves no nariz dela, no canto da boca, na testa — como se quisesse marcar cada traço dela na memória.
A mão dele ainda descansava no rosto dela, os dedos acariciando com delicadeza a pele quente.
— Eu já tinha vivido isso… num sonho — disse ele, a voz baixa, quase um segredo. — Mas nada se compara ao que está acontecendo agora.
Ela sorriu, curiosa. O coração acelerado. Olhou para ele com uma mistura de surpresa e ternura.
— Você precisa me explicar isso direito — disse ela, apoiando a testa no ombro dele. — Como é esse negócio de você sonhar comigo?
Ele a olhou por alguns segundos. Respirou fundo, como se estivesse escolhendo com cuidado as palavras certas para algo íntimo demais.
— Eu… sonhei com uma mulher inúmeras vezes. — disse finalmente, voz grave e calma. — Sonhos longos, como se eu estivesse vivendo uma vida inteira ao lado dela. Era sempre intenso, doce… romântico. Mas eu nunca vi o rosto dela.
Ela arqueou uma sobrancelha, a incredulidade estampada no olhar. Um leve sorriso curioso surgiu nos lábios dela.
— E então? — perguntou ela, quase em sussurro, buscando respostas em cada palavra dele.
— Um pouco antes do dia em que te salvei… — continuou ele, com delicadeza. — Eu vi o rosto dela com clareza. Antes mesmo de tudo acontecer. Antes mesmo de olhar pra você pessoalmente pela primeira vez.
SN piscou devagar, processando o que ouvira. Um silêncio suave pairou entre eles. Ela desviou o olhar, mordendo o lábio inferior, como se tentasse entender se aquilo fazia sentido.
— Não… não é possível — disse ela, ainda mais curiosa do que antes. — Sério isso?
Ele a olhou com atenção, como quem espera que ela aceite ou negue, mas sem pressa para quebrar aquele silêncio.
Ela respirou fundo, corando levemente, e finalmente sorriu, quase tímida:
— Eu também… — confessou baixinho, como se tivesse medo de ouvir a própria voz. — Eu sempre sonhei com você.
Jungkook franziu levemente a testa, surpreso, e aproximou-se um pouco mais dela.
— E o que acontecia nesses sonhos? — perguntou, com a voz rouca.
— Muitas vezes… eu sonhava com você, e no dia seguinte… ou até naquele mesmo dia… você aparecia. Sempre. Era como se fosse uma certeza. — ela mordeu o lábio inferior, desviando o olhar, corada. — Nem sempre eu me lembrava dos sonhos… ficavam borrões… mas teve um sonho que eu me lembro claramente… você me chamando de “meu amor”.
Ela sorriu, um sorriso pequeno, delicado. E de repente, como se percebesse algo íntimo demais que estava revelando, recuou.
— Opa… peraí — disse, com timidez, quase rindo de si mesma — tô mesmo contando pra você isso?
Jungkook permaneceu em silêncio por um instante, observando-a com atenção. Um leve sorriso formou-se nos lábios dele, suave, quase protetor.
— É fofo — disse ele, puxando-a mais perto. — E eu quero ouvir tudo.
Antes que ela pudesse responder, ele fechou a distância novamente, beijando-a com uma intensidade que não dava margem para qualquer outra coisa além daquele instante.
Eles continuaram se beijando até que, aos poucos, o ritmo foi desacelerando. O calor entre eles permanecia, mas o beijo tornara-se mais suave, quase preguiçoso, como se ambos quisessem prolongar aquele instante sem pressa.
Jungkook encostou a testa na dela, os olhos fechados. A mão que descansava no rosto dela permaneceu ali, acariciando a pele com delicadeza. Ele se afastou apenas alguns centímetros, os lábios ainda tão próximos que ela podia sentir sua respiração.
— Me dá só um minuto — disse ele, baixo, rouco, com aquele sorriso tímido.
SN franziu levemente a testa, sem entender muito, mas não falou nada. Pensou, simplesmente: tudo bem. E deixou passar.
Jungkook soltou um suspiro quase inaudível, levantou-se e saiu do quarto, fechando a porta atrás de si.
Na varanda, ele encontrou o segurança ainda próximo, discreto, mas atento. Ele se aproximou, meio sem jeito, quase envergonhado.
— Você pode esperar um carro? — perguntou, baixando a voz.
O segurança arqueou a sobrancelha, olhando-o como se aquilo fosse complicado.
— É perigoso — disse ele, sério.
— Eu sei… — respondeu Jungkook, a voz baixa, com aquele nervosismo discreto. — Mas… é importante. Preciso só de um minuto.
O segurança suspirou, cruzando os braços, mas antes de sair virou-se para ele com um sorriso irônico.
— Usa camisinha.
O ar pareceu faltar em Jungkook naquele instante. Ele corou, ficando sem jeito, e disse baixo:
— Não, que isso… não vai acontecer nada.
O segurança soltou uma risada curta, provocativa, e repetiu com um tom de brincadeira:
— Usa camisinha.
E saiu, deixando Jungkook sozinho no corredor.
Ele respirou fundo, passando a mão no cabelo, o rosto corado. Ficou alguns segundos em silêncio, como se tentando dissipar o constrangimento, e murmurou para si mesmo:
— Cara… que situação…
Então voltou para o quarto. Ao abrir a porta, SN estava ali, olhando-o, curiosa.
— Que foi? — perguntou ela, arqueando uma sobrancelha.
Ele não respondeu. Apenas fechou a porta atrás de si com cuidado, silenciosamente. Ela ficou observando-o, intrigada.
— O que você tá fazendo? — disse, baixinho.
Jungkook não falou nada. Apenas caminhou até ela, sentou-se ao lado na cama e, sem aviso, voltou a beijá-la.
Ele voltou a beijá-la. Não era um beijo comum — era urgente, possessivo, quase cruel de tão intenso. Os lábios dele dominavam os dela, sugando, pressionando, explorando. Ela gemeu baixo, agarrando-o pelo pescoço, puxando-o ainda mais para perto.
As mãos dele desceram pela pele dela, contornando cada curva, como se decorasse um mapa secreto. Ombros, braços, costelas, cintura — cada toque dele a fazia tremer. Ele a apertou contra si, sentindo o calor dela se misturar ao dele, os corpos colados, quase fundidos.
Com lentidão calculada, ele começou a despir cada peça dela. O tecido deslizava sob os dedos dele, revelando a pele quente e macia, e cada pedaço removido aumentava a tensão, fazia o coração dela disparar. Ela permanecia imóvel, entregue, o corpo hipnotizado por cada toque, cada respiração dele.
Ele não parava. Beijava o pescoço, os ombros, a clavícula, provocando gemidos baixos que escapavam de seus lábios. Cada movimento dele despertava uma reação automática dela — arqueando, procurando mais, sentindo o calor dele em cada centímetro da pele.
A mão dele encontrou o seio dela, segurando firme, os dedos pressionando de leve, provocando arrepio e suspiros. Os lábios dele exploravam os seios dela, beijando, lambendo, sugando, cada gesto aumentando a tensão, a excitação.
SN se arqueou, os dedos entrelaçados no cabelo dele, puxando-o levemente. Ele respondeu aprofundando o beijo, a língua explorando cada movimento dela, cada reação, cada suspiro que escapava.
A mão dele deslizou mais abaixo, percorrendo a pele dela com intensidade, provocando gemidos altos e respiratórios. Ela se arqueava contra ele, os corpos cada vez mais colados, cada toque queimando como fogo.
Ele recuou apenas alguns centímetros, olhando-a nos olhos, a intensidade em seu olhar quase pesada demais. O quarto parecia girar em torno deles, os corpos quentes e próximos.
— Eu quero você — murmurou, rouco, profundo. — Agora.
Ela arqueou-se contra ele, a respiração acelerada.
— Então… me toma — disse, a voz trêmula, quase um sussurro.
Ele colou o corpo ao dela, apertando-a contra si, cada movimento acelerando o ritmo. Ela se arqueava, os dedos dele segurando firme, guiando, explorando, provocando ondas de calor que percorriam cada fibra do corpo dela. O quarto estava cheio do som das respirações entrecortadas, gemidos baixos e arfadas, cada toque amplificando a tensão entre eles.
SN gemeu mais alto, o corpo tremendo, os músculos se contraindo involuntariamente enquanto o prazer subia rápido, intenso. Ele segurou firme, sentindo cada reação dela, o corpo dela se contorcendo contra o dele, os movimentos dela impulsionando o ritmo, deixando tudo mais urgente.
— Isso… — murmurou ele, a voz rouca, quase sufocada pelo próprio desejo. — Eu quero sentir você assim.
Ela se perdeu por completo, os olhos fechados, os dentes cerrados de prazer, as mãos dele segurando cada curva, cada curva respondendo às investidas, à intensidade, ao calor do corpo dele. Quando o ápice dela chegou, que ela gemeu alto de mais.
Ele não diminuiu o ritmo nem por um segundo, mantendo o corpo dela preso, os braços e mãos percorrendo cada centímetro, sentindo a entrega total dela.
Logo depois, ele também atingiu o ápice, o corpo vibrando com a intensidade acumulada, cada movimento, cada toque, cada gemido impulsionando o momento até o clímax final. O ar pesado do quarto se misturava com o calor deles, os corpos grudados, ainda pulsando, ainda tremendo de intensidade.
Quando o ritmo finalmente diminuiu, eles permaneceram juntos, ofegantes, os corpos ainda colados, a pele quente e úmida, os corações acelerados. Cada toque residual, cada carinho improvisado parecia prolongar o efeito do momento, uma mistura de cansaço e êxtase que os deixava imóveis por alguns segundos, apenas sentindo o calor e a presença do outro.
Ele envolveu SN em um abraço firme, segurando-a junto a si, sentindo cada respiração, cada suspiro, cada toque, como se fossem a própria extensão de seu desejo e entrega.
Deus se você estiver vendo isso, por favor eu to pronta pra viver essa fic kkkkkk
Kkkkkkkkkk eu dei um berro aqui… isso não é um segurança, é um pai
Imagina esse homem falando isso em cima de vc? Socorro
De sonho, virou um quase acidente e agora um sexo muito louco.. quero ver o que vai ser depois
[quote]— Você precisa me explicar isso direito — disse ela, apoiando a testa no ombro dele. — Como é esse negócio de você sonhar comigo?
Ela perguntando, pra ver se n tava ficando doida sozinha kkkkk
[quote]— Usa camisinha.
Kkkkkkkkkk ele ligado nas intenções do JK
[quote]Ele respirou fundo, passando a mão no cabelo, o rosto corado. Ficou alguns segundos em silêncio, como se tentando dissipar o constrangimento, e murmurou para si mesmo:
Ficou constrangido, mas lá na fundo, a intenção era pra isso mesmo haha
[quote]— Eu quero você — murmurou, rouco, profundo. — Agora.
Jogou gasolina e tacou fogo
Essas palavras é o que fode tudo ( literalmente) kkkkkkkkk