Capítulo 15 – Cinco da Tarde
por FanfiqueiraDá o Play
Namjoon acordou com o corpo pesado, cada músculo latejando como se tivesse atravessado uma maratona. Soltou um suspiro baixo, esfregando o rosto com a mão, antes de virar a cabeça e vê-la.
Ela estava larga da na cama, apagada. O lençol mal cobria o corpo nu, deixando marcas vermelhas à mostra pela pele — mordidas, beijos, arranhões. O cabelo desgrenhado se espalhava pelo travesseiro, e os lábios entreabertos denunciavam o sono profundo. Por um instante, ele simplesmente ficou olhando.
Olha só o que eu fiz com você… pensou, com um misto de orgulho e cuidado. Destruí, mas ainda quero mais. E mesmo assim, não consigo parar de me preocupar.
Passou a mão devagar pela coxa dela, num gesto de posse, mas logo se afastou, antes que a acordasse. Levantou-se devagar, sentindo o corpo dolorido também. Tomou um banho rápido, deixando a água quente relaxar os ombros tensos, mas não adiantava: flashes da noite anterior vinham em ondas. O jeito que ela o puxou de volta mesmo exausta, os gemidos abafados contra o travesseiro, a expressão dela quando gozou. Ele prendeu um riso curto, mordendo o lábio inferior.
Vestiu-se com calma, camisa preta simples e calça social. Na mesa do café da manhã, mexia no celular distraído, mas cada gole de café o fazia lembrar dos beijos dela, da boca quente, do gosto da pele suada. “Merda”, murmurou baixo, rindo sozinho.
Tinha uma reunião às dez. Último compromisso. A liberdade estava logo depois.
Antes de sair, passou em uma farmácia discreta. Comprou alguns cuidados pessoais: sais de banho relaxantes, creme hidratante para a pele, água de coco, chocolate amargo e analgésicos — pequenos detalhes para aliviar o corpo dela depois do estrago da noite. Pediu para um de seus seguranças entregar no hotel, em uma sacola simples, como se fosse apenas mais um delivery qualquer.
No carro, a caminho do compromisso, digitou uma mensagem curta para ela:
Namjoon: “Acorda devagar. Não quero você se apressando hoje. Se cuida. Vou voltar logo.”
Ela acordou horas depois, ainda mole, como se cada parte do corpo reclamasse em uníssono. O cheiro dele permanecia nos lençóis, e por um instante, ficou deitada ali, tentando processar o quanto tinha sido intensa a noite. Sorriu sozinha, lembrando das palavras dele, da forma como prometera destruí-la de novo e de novo.
Arrastou-se para o banho, deixando a água escorrer pelas marcas no corpo. Sentia as coxas sensíveis, os ombros doloridos, mas havia algo prazeroso nisso: cada incômodo era uma lembrança.
Ao sair, encontrou a sacola sobre a mesa. Franziu o cenho, curiosa, até abrir e dar de cara com os itens. Não precisou de bilhete: sabia que era coisa dele. O coração disparou com o gesto silencioso. Esse homem…
Cuidou-se com calma, passando o creme, bebendo a água de coco. Depois, vestiu-se confortável e sentou na sala da cobertura, abrindo alguns contratos para revisar. Trabalhar de casa parecia até ironia — os papéis à sua frente e o corpo ainda gritando pelos toques da noite anterior.
Enquanto lia, a lembrança da voz dele ecoou na mente, como um flashback.
— Você não vai comigo nessa reunião. — Ele tinha dito na madrugada, firme, com o maxilar travado. — Primeiro porque eu sei que você não consegue nem andar direito agora… e segundo porque eu quero você descansada quando eu voltar. Quero você inteira. Quero você só pra mim.
Um riso bobo escapou, e ela levou a xícara de café aos lábios, balançando a cabeça. Ele realmente não deixava espaço para discussões.
As horas passaram devagar. Quando o relógio marcou o fim da tarde, a porta do quarto se abriu. Namjoon entrou com a expressão séria, mas o olhar queimava. Tirou o casaco e a gravata, deixando-os de lado, e caminhou direto até ela.
— Agora acabou. — disse, a voz grave, prendendo o queixo dela entre os dedos. — O trabalho eu já resolvi. Agora é você que eu vou resolver.
O sorriso dela mal teve tempo de se formar. Ele a puxou de encontro ao próprio corpo, como se todo o dia tivesse sido apenas uma preparação para aquele momento.
Namjoon puxou a gravata que havia jogado de lado, enrolou-a firme entre os dedos e, com um movimento calculado, prendeu-lhe os pulsos acima da cabeça.
— Eu avisei pra você se cuidar. — murmurou, o rosto a centímetros do dela. — Quero saber se obedeceu.
A vergonha subiu-lhe às bochechas, mas ela conseguiu soltar um sussurro:
— Eu… fiz o que você mandou.
Os olhos dele estreitaram, e um sorriso lento se desenhou em seus lábios.
— Boa garota. Mas eu preciso ter certeza.
Sem pressa, ele se inclinou entre as pernas dela, abrindo-as com autoridade. A respiração dela acelerou quando sentiu a boca quente roçar a pele interna da coxa.
Os dedos dele se aproximaram primeiro, deslizando pela entrada já úmida, arrancando um gemido baixo dela.
— Você está encharcada… — ele disse, quase para si mesmo. — Mas não o suficiente para o que eu quero fazer com você.
Antes que ela respondesse, a língua dele a tocou de cheio. Foi um choque elétrico. A boca se movia como se rezasse contra ela, cada lambida profunda, cada sucção firme, como se estivesse disposto a levá-la à loucura apenas com o calor da língua.
Ela arqueou o corpo, as mãos se debatendo contra o nó da gravata, implorando por mais. Namjoon a segurou firme pelos quadris, obrigando-a a manter-se aberta para ele.
— Você tem ideia do quanto eu pensei nisso hoje? — disse contra sua pele, a respiração quente vibrando sobre o clitóris. — Trabalhei o dia inteiro com esse gosto na minha boca.
Um gemido escapou dela, alto demais, mas ele não parou. Pelo contrário, mergulhou mais fundo, língua e dedos se alternando, cada estocada acompanhada de sucções no ponto mais sensível. Ela gemeu, implorou, arqueou.
Quando o orgasmo chegou, foi rápido e devastador, arrancando-lhe a voz em um grito abafado. O corpo dela tremeu inteiro, convulsionando contra a boca dele.
Mas Namjoon não parou.
Continuou chupando com fome, explorando cada gota, como se fosse incapaz de se afastar. Ela tentou recuar, choramingando de sensibilidade, mas ele a segurou firme, os dedos afundando nas coxas dela.
— Mais. — murmurou, a voz carregada de ordem e necessidade.
Ela se contorcia, tentando escapar da intensidade, mas cada movimento dela parecia apenas incitá-lo ainda mais.
— Joon… p-por favor… — a voz dela saiu falha, quase um soluço.
Ele ergueu o rosto, os lábios brilhando, e a fitou com um olhar que misturava ternura e brutalidade.
— Você é minha. Eu decido quando basta.
E então, finalmente, ele a penetrou.
O corpo dela ainda estremecia, sensível demais, mas o prazer misturado à dor fez com que a respiração fosse arrancada do peito. Namjoon segurava-lhe o rosto com uma das mãos, beijando-a fundo, enquanto a outra massageava o clitóris em círculos lentos — uma combinação que a deixava à beira do abismo de novo.
Cada estocada era calculada, fundo e lento, como se ele quisesse gravar sua presença dentro dela.
— Olha pra mim enquanto eu destruo você… — murmurava, a testa colada à dela.
O corpo dela reagia sem controle. Ela estava ofegante, chorando de prazer, e quando achava que não suportaria mais, Namjoon a virou de quatro sobre o sofá. A mão grande pressionou sua lombar para baixo, e ele a tomou por trás com força, o som dos corpos ecoando pela sala.
Ela gemeu alto, a cada estocada o sofá rangia, e Namjoon rosnava baixinho atrás dela, como se a cada investida fosse um aviso de posse.
O orgasmo se aproximava de novo, rápido e inevitável. Ela gritou, arqueou inteira, e gozou de novo — um orgasmo que a deixou completamente desarmada, o corpo tremendo.
Namjoon gozou quase junto, enterrando-se fundo dentro dela com um gemido gutural, a respiração descompassada e a testa apoiada em suas costas.
O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pela respiração ofegante dos dois.
Ele permaneceu dentro dela por alguns segundos, como se não conseguisse se soltar. Mas, quando finalmente se afastou, o corpo dele já mostrava sinais de que estava pronto outra vez.
Namjoon a fitou, a boca entreaberta, e sorriu de lado.
— Ainda não terminei com você. Mas se eu quiser foder você a noite inteira, vou ter que alimentar essa boca primeiro.
Ele se levantou, completamente nu, e caminhou até a cozinha. Pegou um avental e o vestiu sem se preocupar em cobrir o resto.
Ela o observava do sofá, ainda ofegante, as pernas tremendo. A visão dele — ainda duro, com o avental amarrado na cintura e nada mais — fez seu coração acelerar de novo.
— Você… está mudando. — disse, a voz fraca, mas carregada de provocação. — Em outro momento, você só pararia depois de me destruir por completo.
Namjoon pegou alguns ingredientes, ligando a chama do fogão, e riu baixo, sem virar-se.
— São só cinco da tarde. — respondeu, a voz calma, mas carregada de promessa. — Ainda tenho muitas horas para fazer exatamente isso.
[quote]Vestiu-se com calma, camisa preta simples e calça social. Na mesa do café da manhã, mexia no celular distraído, mas cada gole de café o fazia lembrar dos beijos dela, da boca quente, do gosto da pele suada. “Merda”, murmurou baixo, rindo sozinho.
Tá completamente viciado nela
Antes de sair, passou em uma farmácia discreta. Comprou alguns cuidados pessoais: sais de banho relaxantes, creme hidratante para a pele, água de coco, chocolate amargo e analgésicos — pequenos detalhes para aliviar o corpo dela depois do estrago da noite. Pediu para um de seus seguranças entregar no hotel, em uma sacola simples, como se fosse apenas mais um delivery qualquer.
O equilíbrio kkkk 1 “destrói” depois cuida.
[quote]— Agora acabou. — disse, a voz grave, prendendo o queixo dela entre os dedos. — O trabalho eu já resolvi. Agora é você que eu vou resolver.
Vai resolver nos mínimos detalhes
[quote]— São só cinco da tarde. — respondeu, a voz calma, mas carregada de promessa. — Ainda tenho muitas horas para fazer exatamente isso.
Agr volta na farmácia e comprar um hipoglós, vai precisar
Kkkkk
Canalhaaaa
Sim, patrão
Provoque n
[quote]— São só cinco da tarde. — respondeu, a voz calma, mas carregada de promessa. — Ainda tenho muitas horas para fazer exatamente isso.
Onde achar um assim!? Preciso kkkkk