Capítulo 20 – Pequena Jiso e os sete babás
por FanfiqueiraOs dias que se seguiram pareceram longos e silenciosos, mas ao mesmo tempo cheios de pequenas descobertas. Namjoon não saia do lado dela. Mesmo depois que ela foi transferida para um quarto maior, mais confortável, com janelas amplas e luz suave, ele insistia em estar presente, acompanhando cada passo, cada movimento. Levaram algumas coisas para ele — roupas, objetos pessoais, seu laptop — para que pudesse trabalhar ali mesmo, sem precisar se ausentar. Reuniões eram feitas por videoconferência; telefonemas e e-mails substituíam qualquer viagem a empresa para reuniões. Nem em casa ele queria ir.
Cada gesto dele era carregado de cuidado e atenção. Diferente do homem que ela conhecera antes, agora Namjoon era paciente, silenciosamente vigilante, oferecendo carinho, como se cada segundo ao lado dela fosse a única coisa que importasse.
Naquela noite, após mais um dia exaustivo de exames, consultas e relatórios enviados, Namjoon se acomodou na cama maior, insistindo em deitar ao lado dela. Ela olhou para o travesseiro extra, sabia que ele poderia descansar ali, mas não disse nada. Ele se ajeitou cuidadosamente, tomando cuidado para não pressioná-la, mantendo a distância apenas suficiente para deixá-la confortável.
— Você sabe o quanto é importante pra mim, não sabe? — murmurou ele, a voz baixa, quase sussurrando, enquanto passava a mão suavemente pelo cabelo dela.
Ela desviou o olhar por um instante, tentando conter a emoção.
— Sempre soube — continuou ele, os dedos agora descendo devagar até a barriga dela, acariciando com ternura. — Mas eu não conseguia me libertar dessa pressão… dessa sensação sufocante que vivi por cinquenta meses. Achei que… achei que perder você fosse inevitável.
Um silêncio pesado se formou, mas não de distância; era um silêncio de proximidade, de respirações compartilhadas, de entendimento silencioso. Ele inclinou a cabeça, encostando a testa na dela, o toque suave como promessa.
— Quase te perdi — disse, a voz embargada. — E foi isso que me fez entender que preciso mudar. Que preciso ser um novo homem… para você e para esse bebê.
Ela sentiu os dedos dele traçando círculos lentos na pele delicada da barriga, sentindo o calor e o carinho dele. Um beijo delicado pousou sobre o topo da barriga, e depois ele inclinou-se para beijar os lábios dela, a suavidade do gesto carregando toda a intensidade dos dias de angústia, culpa e amor reprimido.
— Eu prometo que vou te proteger. Sempre — ele sussurrou contra os lábios dela, depois descansou a mão na barriga, como se pudesse transmitir toda a sua determinação para o bebê também.
Ela fechou os olhos, sentindo o corpo relaxar pela primeira vez em muito tempo. A presença dele, o calor, os beijos e carícias suaves, tudo misturado com a consciência do que tinham passado, trazia uma sensação de segurança que ela não sentia há meses.
Namjoon, por sua vez, manteve-se ali, deitado ao lado dela, a observando dormir, cada respiração, cada pequeno movimento, cada suspiro. Ele sabia que ainda havia muito a reconstruir, mas aquela noite, aquele momento, era um símbolo de tudo o que ele estava disposto a fazer: ser presente, ser responsável, ser o homem que ela precisava.
Ele fechou os olhos ao seu lado, mas antes de adormecer, deslizou a mão pela barriga dela mais uma vez, beijando os dedos e murmurando quase inaudível:
— Eu te amo. E te prometo, minha pequena, nós vamos ficar bem. Nós vamos.
O quarto ficou em silêncio, iluminado apenas pela luz suave do abajur, enquanto Namjoon permanecia ali, ao lado dela, determinado a nunca mais se afastar, a nunca mais deixar que a dor e o medo o controlassem. Ele finalmente começava a se libertar de cinco anos de pressões sufocantes, pronto para um novo capítulo — para ela, para o bebê, e para ele mesmo.
O quarto estava mergulhado em silêncio, apenas o som da respiração deles preenchia o espaço apertado da cama de solteiro. Namjoon estava atrás dela, o corpo apertando o dela com firmeza, mas ainda contido, tentando equilibrar desejo e cuidado. SN se mexeu de leve, arqueando a bunda contra ele, e o toque foi suficiente para fazê-lo despertar de vez, a ereção latejando, cada fibra do corpo queimando por ela.
Ela percebeu o efeito que tinha sobre ele e, com um sorriso malicioso, continuou provocando, deslizando o quadril devagar, sentindo cada reação dele. A mão de Namjoon segurou sua cintura, apertando-a, mas não de forma brusca; cada toque era carregado de saudade e vontade, mas também de cuidado.
— Você… está brincando comigo — murmurou ele, a voz rouca, mas o corpo denunciando cada desejo reprimido.
Ela virou o rosto, encostando o lábio no ombro dele, arqueando-se de leve, e ele não resistiu. As mãos deslizaram pelas costas dela, pelo quadril, explorando cada curva. Sem hesitar, ele inclinou-se e começou a chupar os seios dela, mordiscando com delicadeza, mas firme, arrancando gemidos baixos dela que apenas incentivavam ainda mais a sua vontade.
— Ah… Namjoon… — sussurrou ela, a voz trêmula, os olhos semicerrados, a respiração irregular. — Eu preciso… de você.
Ele a segurou com mais força, pressionando-a contra ele, sentindo cada arqueada, cada respiração, cada reação. Deslizou lentamente para baixo, explorando seu corpo com a boca, lambendo, chupando, provocando cada ponto sensível, até sentir o efeito total do prazer que provocava nela. Ela arqueava, gemia, a mão dele segurando a cintura, a outra explorando com delicadeza, enquanto ele sentia o próprio desejo crescer exponencialmente.
Quando finalmente cedeu à vontade, a penetrou lentamente, sentindo cada reação dela, cada gemido abafado. Ela se mexia contra ele, provocando, guiando o ritmo, mas ele, tomado pela saudade e pelo desejo, começou a assumir o controle, movendo-se com firmeza, intenso, quase desesperado pelo toque e pelo calor dela.
— SN… eu… eu não aguento mais — murmurou ele, a voz entrecortada pelo gemido. — Você me deixa louco.
Ela arqueou-se contra ele, sentindo cada impulso, cada batida intensa. Ele a segurava firme, mas com cuidado, beijando seu pescoço, descendo para o colo, mordendo, chupando, arrancando gemidos que faziam o desejo dele explodir ainda mais.
O ritmo aumentava, os gemidos se misturando, o quarto pequeno ecoando cada suspiro e cada toque. Finalmente, o ápice chegou para ambos. Ele gozou dentro dela com força, segurando-a firme, enquanto ela tremia, os músculos contraindo-se em torno dele, gemendo alto, completamente entregue ao prazer.
Eles ficaram ali, abraçados, corpos colados, respirando em sincronia. A respiração ainda acelerada de ambos, os batimentos de coração misturados, o cheiro e o calor um do outro preenchendo todo o espaço. A pequena cama de solteiro parecia apertada demais para tanta intensidade, mas nenhum dos dois se importava.
Namjoon deslizou a mão pelo cabelo dela, acariciando o pescoço, os ombros, sentindo cada pequeno tremor, cada reação. O corpo dela ainda se mexia levemente contra ele, mas agora em conforto, em entrega silenciosa, enquanto os pensamentos vagavam para o que poderiam construir juntos.
— Eu não quero mais… nunca mais ficar sem você — disse ele, a voz baixa, rouca, carregada de sinceridade e desejo contido. — Eu quero você aqui, comigo. Sempre.
Ela ergueu os olhos, ainda ofegante, mas sorrindo com um misto de cansaço e ternura.
— Sempre? — murmurou ela, encostando a cabeça no peito dele. — Você realmente quer isso?
Ele beijou a lateral da cabeça dela, depois o ombro, os lábios descendo devagar, saboreando o momento, como se cada toque fosse gravar aquela noite na memória deles para sempre.
— Eu quero — respondeu firme. — Quero que você more comigo. Que a gente acorde junto, que a gente viva juntos, que… que a gente seja nós. Sem segredos, sem medo. Só você e eu.
Ela sorriu, os olhos marejados, sentindo o peso da intensidade daquelas palavras, da sinceridade dele. Apertou-o mais contra si, sentindo cada batida de seu coração, cada toque de suas mãos.
— Eu quero… mas e o bebê? — perguntou ela, ainda com um fio de preocupação, lembrando do filho que carregava.
Ele ergueu o rosto dela com cuidado, segurando os ombros, olhando profundamente nos olhos dela.
— Nós vamos cuidar dele juntos — disse, firme. — Ele vai ter você, e vai ter o homem que te ama mais que tudo. Nada vai mudar isso. Eu prometo.
Ela se aninhou mais contra ele, deixando as lágrimas caírem silenciosas, enquanto ele passava os dedos pelo cabelo dela, pelo rosto, acariciando cada linha, cada traço.
— Então… é verdade? — ela sussurrou. — Você realmente quer que eu more com você?
— Sim — respondeu ele, com convicção. — Quero que cada manhã comece com você do meu lado. Quero nossos dias, nossas noites, nosso futuro. Eu não vou fugir disso de novo. Eu nunca mais vou deixar você.
Ela respirou fundo, sentindo uma segurança que há semanas não tinha. Colocou a mão sobre a barriga, sentindo o bebê, e depois olhou para ele.
— Então… vamos começar de novo — disse, quase sorrindo, com os olhos ainda marejados. — Nós três.
Namjoon beijou a testa dela, depois a bochecha, segurando-a firme.
— Nós três.
A sala estava um verdadeiro campo de batalha. Entre papéis de reunião espalhados pelo chão, brinquedos infantis misturados a relatórios da Hybe e sete homens exaustos tentando de tudo para acalmar a pequena, Namjoon já não sabia se ria ou chorava.
Ele tinha a filha nos braços, embalando de um lado para o outro, o corpo curvado pela exaustão. Os outros seis estavam ao redor, cada um mais desesperado que o outro.
— Aish… já tentei de tudo… — murmurou Namjoon, ajeitando a menina contra o peito.
Yoongi, com uma expressão azeda e ainda fantasiado de anão, resmungou:
— Se você tivesse deixado a babá, nada disso tava acontecendo. Mas não… “eu e a SN já conversamos, não precisamos de babá, eu dou conta”… olha aí. — E apontou para o caos em volta.
Namjoon apenas bufou, tentando concentrar-se na filha que berrava.
O primeiro a se desesperar foi Hoseok. Ele pegou um molho de chaves e começou a sacudi-las na frente da bebê.
— Olha aqui, princesa! Brilha, brilha, brilha! — disse animado.
O choro só aumentou.
— Hyung, sério? Isso parece que tá irritando mais ela… — Jimin suspirou, e então começou a bater palmas, tentando chamar a atenção da pequena.
— Ei, olha pra mim, olha pra mim! — dizia, sorrindo, mas a menina apenas virou o rostinho e chorou mais alto.
Taehyung, desesperado, resolveu apelar. Se jogou no chão, começou a rolar e fazer caretas.
— Aaaah! Sou um monstro! Vou te pegar! — rugiu brincando.
Nada. O choro só ecoava pela sala.
Jin, já com a testa suada, parou, inspirou fundo e olhou para os outros.
— É hora do plano B. — ergueu o dedo dramaticamente e abriu os braços.
Começou a cantar Super Tuna com toda a força, dançando em círculos pela sala. Logo, Yoongi, Hoseok, Jimin e Taehyung acompanharam, tentando dançar junto, mesmo sem sincronia. O cenário era patético: seis homens fantasiados de anões dançando uma música infantil na frente de um bebê que não parava de chorar.
Namjoon, com ela no colo, apenas suspirava, cada vez mais frustrado.
— Por que você não tá colaborando, filha…? — murmurou, balançando a pequena.
Yoongi, sem paciência, largou a dança e bufou.
— Nem a música favorita dela resolve. — Olhou para Jin e completou, seco: — Acho que sua carreira de solista tá oficialmente ameaçada.
— O QUÊ?! — Jin colocou a mão no peito, ferido. — Você tá insinuando que minha música não é boa? É a favorita dela! Eu sou worldwide handsome, não posso ser recusado nem por um bebê!
— Pois foi. — Yoongi cruzou os braços.
Foi então que Taehyung teve outra ideia brilhante. Correu até o quarto e voltou trazendo as fantasias do aniversário de um ano da menina: a Branca de Neve e os sete anões.
— Vamos, rápido! — ordenou, e em poucos minutos, todos eles estavam vestidos novamente.
Pule pra 1minuto e 37.
A visão era hilária: Tae de Branca de Neve, Yoongi com cara emburrada vestido de anão, J-Hope dançando com o chapéu torto, e os outros tentando interpretar papéis que não faziam sentido.
Mesmo assim, nada. O choro da menina não cessava.
Até que Jungkook, que até então estava em silêncio, arregalou os olhos como se tivesse tido uma revelação.
— Espera! Ela gosta quando eu imito o Bam!
Sem pensar duas vezes, ele se ajoelhou, colocou-se de quatro no chão e começou a latir e abanar um rabo imaginário.
— Au au au! — corria de um lado para o outro.
A menina, pela primeira vez, parou o choro. Os olhinhos brilharam e, num segundo, soltou uma risadinha curta.
— FUNCIONOU! — gritou Jimin, animado. Pegou a bebê do colo de Namjoon e a colocou sentadinha nas costas de Jungkook.
— Vai, Kookie, cavalinho!
E lá foram eles pela casa: Jungkook de quatro, latindo, e Jimin atrás, segurando a criança para não cair. O bebê gargalhava, puxando os cabelos de Jungkook, que corria e latia cada vez mais alto.
Namjoon se deixou cair no sofá, exausto, passando a mão pelo rosto. Jin estava deitado no chão com o vestido da Branca de Neve todo amarrotado. Yoongi sentou-se num canto, ajeitando o chapéu de anão com a expressão mais emburrada do mundo. Hoseok estava largado no tapete com uma chupeta na mão. Taehyung observava tudo jogado de costas, respirando fundo como se tivesse corrido uma maratona.
Foi nesse momento que a porta se abriu.
— O que… é… ISSO?! — a voz de SN ecoou.
Ela parou na porta com a bolsa ainda no ombro, encarando a cena: Tae de Branca de Neve esparramado, Yoongi fantasiado de anão resmungando, Hobi com uma chupeta, Jin com uma fralda na mão, Namjoon destruído no sofá e, no fundo, Jungkook correndo de quatro, latindo como um cachorro, enquanto Jimin equilibrava a filha nas costas dele.
SN levou a mão à boca, rindo incrédula.
— Vocês… vocês ficaram malucos?!
Namjoon se levantou devagar, tentando manter um mínimo de dignidade.
— Estávamos em reunião… e ela acordou te chamando. Tentamos de tudo para acalmar.
SN arqueou as sobrancelhas, divertida.
— De tudo, mesmo? Chacoalharam chaves, bateram palmas, pularam… e nada?
Jimin parou de correr, ainda segurando a bebê, e arregalou os olhos.
— Como você sabe?!
Ela cruzou os braços.
— Depois Jin cantou Super Tuna e… nem isso funcionou? Mesmo sendo a música favorita dela?
— EU NÃO ACEITO ISSO! — Jin levou a mão ao coração como se tivesse sido esfaqueado. — Minha música é perfeita!
SN riu mais ainda, quase chorando de tanto rir, e apontou para as fantasias.
— E vocês acharam que se fantasiar de novo resolveria?
Yoongi resmungou, ainda vestido.
— Foi ideia do Tae. Não que eu quisesse… mas eu tô aqui, né? Me humilhando por essa criança ingrata.
— Yah! — Tae protestou. — Eu tentei, pelo menos!
— Tentou mal. — Yoongi revirou os olhos.
Hobi levantou a chupeta e falou com drama:
— Eu até me sacrifiquei, virei bebê! E de nada adiantou.
SN olhou para Jungkook, que ainda estava de quatro com a bebê rindo nas costas dele.
— E você?
Ele apenas latiu de novo, arrancando mais risadas da criança.
Namjoon, confuso, estreitou os olhos para SN.
— Como você sabe de tudo isso…?
Ela levantou o celular e mostrou a tela, exibindo a câmera da casa.
— Porque eu tô vendo tudinho. E liguei, mandei mensagem, mas você não atendeu. — cruzou os braços, dando um olhar acusador. — Já pensaram que talvez… só talvez… ela esteja com fome?
O silêncio tomou conta da sala.
Hoseok deixou a chupeta cair da boca, chocado.
— O QUÊ?!
Jin se jogou no chão, dramatizando:
— Tudo isso, e era só… comida?!
Yoongi bufou, irritado.
— Se você já sabia, por que não falou antes?
SN deu de ombros.
— Eu tentei. Mas seu líder não atende o celular. — apontou para Namjoon.
Namjoon coçou a nuca, sem graça, enquanto os outros caíam na gargalhada.
Assim que terminou de amamentar e a pequena enfim adormeceu tranquila no colo dela, SN riu baixo, olhando ao redor para todo o cenário de guerra: Namjoon largado no sofá com o cabelo desgrenhado, Yoongi ainda de anão com o gorro torto, Jin ofendido abraçado ao próprio ego, Hoseok desmaiado no tapete com uma chupeta pendurada na orelha, Taehyung ainda vestindo a fantasia de branca de neve com o zíper aberto, Jimin sentado ofegante no chão e Jungkook de sentado arfando, como se tivesse corrido uma maratona.
— Essa não é a primeira vez que vocês fazem tudo isso! — ela soltou entre risadas.
Taehyung levantou a mão, ainda tentando recuperar o fôlego:
— Da outra vez era sono… como a gente ia saber o que era dessa vez?
Yoongi resmungou, jogando a coroa longe:
— A gente testou de tudo, até o Jungkook pesquisou no ChatGPT… mas não deu muito certo.
SN gargalhou alto, a ponto de assustar a própria filha que se remexeu no colo.
— Meu Deus, vocês são impossíveis — ela balançou a cabeça incrédula.
Ela então se virou para Namjoon, arqueando uma sobrancelha.
— E mesmo assim você não quer uma babá?
Namjoon ajeitou os óculos tortos no rosto, com uma calma fingida:
— Pra quê? Nós temos seis… — apontou com a cabeça para os outros membros — …e não precisamos pagar por isso. Além do mais, eu ainda fico com a minha filha.
O silêncio pairou por alguns segundos. Então:
— Esse homem é um gênio… — murmurou J-hope, com a voz carregada de sarcasmo.
— Gênio? — retrucou Yoongi, se jogando no sofá. — Mais pra maluco.
— Mas até que faz sentido… — comentou Jimin, coçando a nuca.
— Quer saber? — Tae riu, ajeitando a saia da fantasia — eu só não quero ter que usar isso de novo.
— Eu nunca mais danço “Super Tuna” pra ninguém! — Jin declarou, ofendido, arrancando outra gargalhada dela.
— E eu não imito cachorro nunca mais… — Jungkook bufou, ainda no chão.
SN só conseguiu rir de todos, exausta e feliz ao mesmo tempo.
— Vocês realmente não têm jeito… — disse, balançando a cabeça, enquanto ajeitava a filha no colo.
De repente um som baixinho cortou o silêncio. Jiso se mexeu no colo da mãe, um quase choro, mas ainda adormecida.
E como se fosse um reflexo automático, o caos recomeçou.
Jin se levantou num pulo, já cantando e dançando “Super Tuna”.
Jungkook começou a latir baixinho, de quatro no chão, tentando distrair.
Taehyung resmungou, mas sem pensar duas vezes, já vestia de novo a fantasia de branca de neve.
Hoseok arrancou a chupeta que ainda estava pendurada na orelha e correu até ela, abanando como se fosse um brinquedo mágico.
Jimin disparou até a cozinha, gritando:
— Cadê a mamadeira?! Cadê a mamadeira?!
No meio disso tudo, Yoongi apenas permaneceu sentado, os olhos fixos na pequena, atento, como se dissesse sem palavras que ela estava bem. Ele não precisou fazer nada — apenas observar já era suficiente.
Namjoon suspirou fundo, ajeitou os óculos e se virou para SN, com um meio sorriso cansado:
— Ainda quer uma babá?
Ela olhou em volta. O caos. As tentativas desesperadas. O amor transbordando de jeitos completamente malucos. Então, sorriu, emocionada.
— Temos as melhores babás do mundo. Nossa filha tem sorte de ter seis padrinhos maravilhosos.
O quarto estava mergulhado em penumbra, a luz amarelada do abajur lançando sombras sobre as paredes. Namjoon virava calmamente a página do livro quando ouviu a porta ranger. Ergueu os olhos — e o livro perdeu completamente a importância.
Ela entrou.
A camisola vermelha de renda moldava o corpo dela de forma quase indecente, deixando curvas à mostra, a pele acesa. O tecido transparente não escondia nada, apenas atiçava ainda mais.
— Você não vai dizer nada? — ela provocou, mordendo o lábio inferior enquanto caminhava lenta até a cama.
Namjoon fechou o livro, jogando-o de lado, sem desviar os olhos dela. — Você acha mesmo que consigo falar alguma coisa, vendo você assim?
Ela sorriu vitoriosa, subiu na cama e se ajoelhou entre suas pernas. A ponta dos dedos percorreu o peito dele, abrindo lentamente os botões da camisa. Cada botão estalava como uma rendição.
— Eu vim acabar com a sua concentração. — sussurrou contra o pescoço dele, deixando beijos molhados até chegar à clavícula.
Namjoon gemeu baixo, a mão firme deslizando pela cintura dela até agarrar sua bunda com força, arrancando um riso da garganta dela. Ele deu um tapa, forte o suficiente para fazê-la arquear o corpo para frente.
— Isso é por me provocar desse jeito. — murmurou, os olhos faiscando desejo.
Ela revidou, descendo a boca pelo abdômen dele, roçando a língua na pele até sentir o corpo dele estremecer. O prazer e a tortura estavam no mesmo ritmo.
— Você adora quando eu te deixo no limite, não é? — ela perguntou, os olhos brilhando de malícia.
— Eu adoro quando você perde o controle. — ele devolveu, puxando-a para cima com brutalidade e prendendo-a de costas no colchão.
A camisola foi empurrada para cima, e ele se demorou explorando cada parte dela. Beijava, mordia, sugava, alternando entre carícias lentas e investidas ferozes. Os dedos dele deslizaram entre as pernas dela, explorando cada dobra de prazer até que ela arqueou, os olhos semicerrados, a boca entreaberta soltando gemidos abafados.
— Namjoon… — a voz dela saiu trêmula, entre súplica e provocação.
Ele roçou os lábios na orelha dela e sussurrou rouco: — Você é minha. Sempre foi.
As mãos dele eram impiedosas, pressionando o clitóris em movimentos precisos, deixando-a ofegante. E quando ela tentou inverter o jogo, montando sobre ele, Namjoon deixou — mas não sem sorrir, seguro da intensidade que ainda traria naquela noite.
Ela o cavalgava devagar, o corpo colado ao dele, os gemidos se misturando. Namjoon agarrou sua cintura, guiando os movimentos com firmeza, até que o ritmo se transformou em algo urgente, voraz. Um tapa estalou contra a pele dela, seguido por um beijo ardente, quase possessivo.
— Mais forte… — ela pediu, arranhando os ombros dele.
Ele obedeceu. Com força, o quarto se encheu de sons proibidos — pele contra pele, gemidos, respirações aceleradas.
E quando os dois chegaram ao limite, foi ao mesmo tempo. Um grito contido, o corpo dela arqueando, o dele se enterrando fundo, entregues ao prazer que parecia nunca acabar.
Ofegantes, ela caiu sobre o peito dele, rindo baixo, ainda trêmula. Ele a envolveu nos braços, a boca pressionada contra o topo da cabeça dela.
— Eu nunca vou me cansar disso. — ele disse, a voz grave, entrecortada.
— Nem eu… — ela murmurou, mordendo de leve o queixo dele antes de fechar os olhos, ainda sentindo o corpo vibrar.

[quote]— Quase te perdi — disse, a voz embargada. — E foi isso que me fez entender que preciso mudar. Que preciso ser um novo homem… para você e para esse bebê.
Ate que enfim, acordou pra vida
[quote]— Sim — respondeu ele, com convicção. — Quero que cada manhã comece com você do meu lado. Quero nossos dias, nossas noites, nosso futuro. Eu não vou fugir disso de novo. Eu nunca mais vou deixar você.
Agora ele falou com gosto. Enfrentar tudo por ela
[quote]— O QUÊ?! — Jin colocou a mão no peito, ferido. — Você tá insinuando que minha música não é boa? É a favorita dela! Eu sou worldwide handsome, não posso ser recusado nem por um bebê!
Kkkkkkkkkkkkkkkk nem a beleza ele ajudou nessa hora
[quote]Ela olhou em volta. O caos. As tentativas desesperadas. O amor transbordando de jeitos completamente malucos. Então, sorriu, emocionada. — Temos as melhores babás do mundo. Nossa filha tem sorte de ter seis padrinhos maravilhosos.
Com 6 padrinhos desses, ela tá feita pelo resto da vida kkk
É o mínimo
Com fé em Deus
É sim, Jin-ssi
É sim, Jin-ssi
[
Uiiiii
Sim, q saco
Vixxxx
Aaaaa maravilhoso eu amei
Principalmente a parte das seis babas maravilhosas