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O sol da manhã entrava pelas enormes vidraças do duplex, mas para Park Jimin, a luz mais brilhante estava ao seu lado. Ele acordou primeiro, como sempre, e ficou alguns minutos apenas ouvindo a respiração compassada de SN.

Ao entrar no banheiro e encarar o espelho embaçado pelo vapor do chuveiro, ele parou. Seus olhos desceram para os ombros e o peito. Ali, marcadas na pele clara, estavam as provas do que ele esperara anos para ter: arranhões avermelhados, alguns já sumindo, outros frescos da noite anterior.

Jimin tocou uma das marcas e um sorriso bobo, quase infantil, surgiu em seus lábios. “Eu amo muito essa mulher”, pensou ele, encostando a testa no vidro frio. A felicidade era um sentimento estranho para alguém tão metódico, mas ali, naquele silêncio, ele sentia que o império Park finalmente tinha um propósito. Ele não estava mais apenas existindo; ele estava vivendo.

Vinte minutos depois, Jimin retornou ao quarto equilibrando uma bandeja de café da manhã. O cheiro de café fresco e frutas misturava-se ao perfume dela que ainda impregnava os lençóis de seda.

Ele pousou a bandeja na mesa de cabeceira e se sentou na borda da cama. SN ainda dormia, o cabelo espalhado pelo travesseiro. Ele desceu o cobertor apenas o suficiente para ver as marcas que ele havia deixado nela. Com uma reverência quase devocional, ele começou a beijar cada ponto arroxeado na pele macia, subindo pelo pescoço até o lóbulo da orelha.

— Acorda, minha vida… — ele sussurrou, a voz carregada de uma promessa perigosa. — Se você soubesse o que eu planejei para nós hoje, não teria pressa nenhuma em se vestir.

SN se espreguiçou, soltando um riso anasalado e abrindo os olhos devagar. Ela envolveu o pescoço dele com os braços, puxando-o para um selinho demorado. — Bom dia, meu amor… — ela murmurou, a voz rouca de sono. — Você está muito mimado hoje, sabia?

Jimin sorriu, mas o brilho no olhar mudou para algo mais sério e dominante. Ele se afastou apenas o suficiente para encará-la. — Já passou da hora de você sair daquele café, SN. Não suporto a ideia de outros homens olhando para você enquanto você serve uma mesa. Eu preciso muito de uma funcionária competente no meu andar…

Antes que ela pudesse responder, ele desferiu um tapa firme e sonoro em sua nádega por cima do lençol, seguido imediatamente por um aperto possessivo que a fez arquear as costas. — …uma funcionária tão dedicada quanto você, meu amor.

SN soltou um gemido baixo, uma mistura de surpresa e desejo, e revirou os olhos com um sorriso malicioso, sentando-se na cama enquanto o lençol escorregava. — Seja honesto, Park Jimin… — ela provocou, passando a ponta dos dedos pelo maxilar dele. — Você me quer na sua empresa para eu gerenciar seus projetos ou para que eu esteja disponível para transar com você antes e depois de cada reunião?

Jimin soltou uma risada baixa, o som vibrando no peito, e a puxou novamente para o seu colo, apertando sua cintura com força. — As duas coisas, SN. Eu sou um homem de negócios. E meu melhor negócio… é garantir que você nunca saia debaixo de mim.

Com um movimento ágil, ele afastou a bandeja de prata para o lado, ouvindo o tilintar das xícaras como um som distante, e puxou o lençol de uma vez, deixando-a completamente exposta sob a luz matinal.

— Se você me desafia assim — ele murmurou, a voz agora descendo duas oitavas, tornando-se um rosnado vibrante — eu me sinto obrigado a mostrar qual é a prioridade da pauta de hoje.

Ele a prensou contra os travesseiros, o corpo pesado e quente sobre o dela. O contraste da pele dela, macia e marcada, com o abdômen rígido dele, ainda úmido do banho, fez o ar sumir do quarto. Jimin começou um rastro de beijos vorazes que desceram do pescoço até os seios, onde ele usou a língua e os dentes com uma precisão que a fez arquear o corpo e enterrar as unhas nos ombros dele.

— Jimin… — ela arfou, a voz embargada — O café…

— Esquece o café — ele retrucou, descendo as mãos com força pelas coxas dela, abrindo-as e se encaixando entre elas. — Foca em mim. Só em mim.

Ele não usou preliminares lentas desta vez. Jimin posicionou-se e, com um olhar fixo e penetrante, entrou nela com uma estocada única, funda e possessiva. SN soltou um grito abafado contra o ombro dele, sentindo o preenchimento total, aquela sensação de que ele estava reivindicando cada centímetro do seu interior.

O ritmo começou frenético. Jimin segurou os pulsos dela acima da cabeça, prendendo-os contra o colchão, enquanto seus quadris se moviam em um compasso violento e rítmico. O som da pele se chocando, as respirações curtas e os gemidos de SN que preenchiam o quarto eram a única música que ele queria ouvir.

— Diz que você é minha — ele ordenou, o suor começando a brilhar em sua testa enquanto ele aumentava a velocidade, atingindo-a com força.

— Eu sou sua… — ela gemeu, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando enquanto o prazer subia como uma onda avassaladora. — Só sua, Jimin!

A intensidade aumentou até o ponto de não retorno. Jimin soltou os pulsos dela para segurar seu rosto, forçando-a a olhar para ele enquanto ele dava as últimas estocadas, cada uma mais profunda que a anterior. Ele estava no limite, o rosto contraído em uma máscara de prazer e domínio.

SN sentiu o ápice chegando como uma explosão de cores. O corpo dela se contraiu ao redor dele em espasmos rítmicos e poderosos. Ela gritou o nome dele, perdendo completamente o sentido de onde terminava ela e onde começava ele.

Ao sentir o orgasmo dela, Jimin soltou um rosnado gutural. Ele se impulsionou uma última vez, afundando-se nela até o limite físico, e liberou-se com uma força que o fez tremer por inteiro. Ele escondeu o rosto na curvatura do pescoço dela, ofegante, sentindo o coração de ambos batendo na mesma frequência caótica.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som das respirações pesadas. Jimin não saiu de cima dela imediatamente; ele se deliciou com o peso e o calor do momento, deixando claro, com cada batida de seu coração, que a promessa de posse estava cumprida.

Ele ergueu o rosto, com um sorriso sacana e vitorioso, e sussurrou:

— Então, minha vida… — ele sussurrou, a voz ainda rouca, mas carregada de uma convicção absoluta. — Vamos resolver isso agora. Hoje é o seu último dia naquele café. Amanhã, você entra na minha empresa. O contrato já está pronto, e a sua sala é ao lado da minha. Você vai aceitar, não vai?

SN, ainda recuperando o fôlego, sentiu um lampejo de rebeldia. Ela sabia o quanto ele a queria lá, e o poder que tinha sobre ele naquele momento era viciante. Ela desviou o olhar, com um sorriso de canto, fazendo charme.

— Não sei, Jimin… Eu gosto da minha liberdade no Velvet Brew. Acho que vou continuar lá por mais um tempo.

Jimin semicerrou os olhos. Ele conhecia aquele tom; ele sabia que ela estava testando os limites, brincando com o fogo. Um brilho perigoso e excitado surgiu em suas pupilas. Ele não se afastou; pelo contrário, deslizou uma das mãos para baixo, por entre os corpos ainda colados, encontrando o caminho por entre as coxas dela que ainda tremiam.

Sem aviso, ele afundou dois dedos com firmeza na umidade quente dela, enquanto o polegar encontrou o clitóris, pressionando-o com uma precisão impiedosa. SN soltou um arquejo alto, o corpo reagindo instantaneamente ao choque de prazer.

— Tem certeza? — ele murmurou contra os lábios dela, começando um movimento rápido e rítmico com os dedos, enquanto o polegar esmagava e massageava o ponto de sua maior sensibilidade. — Tem certeza que prefere servir café para estranhos do que ser servida por mim todos os dias? Diz que sim, SN. Diz que aceita.

Ele falava entre beijos curtos e mordidas no lábio inferior dela. O prazer subiu como uma maré violenta. SN apertou os lençóis, os quadris subindo involuntariamente para buscar mais do toque dele. Ela sentia a pressão aumentar, o formigamento característico que antecedia o abismo do orgasmo. Ela estava quase lá, a respiração ficando curta, os olhos revirando.

— Jimin… eu… ah! — ela gemeu, prestes a explodir.

No exato segundo em que o corpo dela se retesou para o gozo, Jimin parou. Ele removeu a mão abruptamente, deixando-a em um vazio insuportável, no auge da frustração física.

— Jimin! Não para! Por favor… — ela implorou, a voz falha, os olhos marejados de desejo acumulado.

Ele se elevou um pouco mais, olhando-a de cima, com uma calma cruel.

— Diz as palavras, SN. Diz que vai largar aquele emprego. Diz que o seu lugar é na minha empresa, sob o meu comando. Se não disser, você não vai sentir o fim disso. Eu vou te deixar assim, queimando, o dia inteiro.

Ela se contorceu na cama, o vazio lá baixo doendo de tanta necessidade. Ela olhou para ele, vendo o controle absoluto e a promessa sombria em seu rosto. Ela não tinha saída; ele a tinha exatamente onde queria.

— Eu vou… eu aceito! — ela soltou em um suspiro desesperado. — Eu largo o emprego, Jimin! Eu vou pra sua empresa… só, por favor, termina o que começou!

Jimin sorriu, dessa vez com uma satisfação predatória. Ele não a fez esperar mais. Ele voltou a possuí-la com os dedos e a boca, encontrando o ritmo perfeito que a levou ao limite em poucos segundos. O orgasmo veio como uma avalanche, destruindo qualquer resto de resistência que ela pudesse ter. O corpo dela tremeu violentamente nos braços dele, e enquanto ela desabava na exaustão do prazer, ele sussurrou em seu ouvido:

— Boa garota. Eu disse que você era minha. Agora o mundo inteiro vai saber disso.

12 Comentários

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  1. Marcela
    May 8, '26 at 11:39 pm

    [quote]Jimin tocou uma das marcas e um sorriso bobo, quase infantil, surgiu em seus lábios. “Eu amo muito essa mulher”, pensou ele, encostando a testa no vidro frio. A felicidade era um sentimento estranho para alguém tão metódico, mas ali, naquele silêncio, ele sentia que o império Park finalmente tinha um propósito. Ele não estava mais apenas existindo; ele estava vivendo.

    Vivendo da melhor forma hehe

  2. Marcela
    May 8, '26 at 11:40 pm

    [quote]Vinte minutos depois, Jimin retornou ao quarto equilibrando uma bandeja de café da manhã. O cheiro de café fresco e frutas misturava-se ao perfume dela que ainda impregnava os lençóis de seda.

    Um homem apaixonado é diferente, né??

  3. Marcela
    May 8, '26 at 11:41 pm

    [quote]— Acorda, minha vida… — ele sussurrou, a voz carregada de uma promessa perigosa. — Se você soubesse o que eu planejei para nós hoje, não teria pressa nenhuma em se vestir.

    Ele quer ficar ainda mais marcado kkkk

  4. Marcela
    May 8, '26 at 11:43 pm

    [quote]Antes que ela pudesse responder, ele desferiu um tapa firme e sonoro em sua nádega por cima do lençol, seguido imediatamente por um aperto possessivo que a fez arquear as costas. — …uma funcionária tão dedicada quanto você, meu amor.

    Dedicação total a ele ( emoji com a mão na boca ) kkkkk

  5. Iasmine
    May 13, '26 at 10:48 pm

    Jimin tocou uma das marcas e um sorriso bobo, quase infantil, surgiu em seus lábios. “Eu amo muito essa mulher”, pensou ele, encostando a testa no vidro frio. A felicidade era um sentimento estranho para alguém tão metódico, mas ali, naquele silêncio, ele sentia que o império Park finalmente tinha um propósito. Ele não estava mais apenas existindo; ele estava vivendo.

    Caraleo, a gente só tem ideia que ele queria muito, quando ele fala que queria muito ela

  6. Iasmine
    May 13, '26 at 10:50 pm

    Jimin sorriu, mas o brilho no olhar mudou para algo mais sério e dominante. Ele se afastou apenas o suficiente para encará-la. — Já passou da hora de você sair daquele café, SN. Não suporto a ideia de outros homens olhando para você enquanto você serve uma mesa. Eu preciso muito de uma funcionária competente no meu andar…

    Celoco que homem apaixonado, além de tudo poderoso

  7. Iasmine
    May 13, '26 at 10:52 pm

    — Então, minha vida… — ele sussurrou, a voz ainda rouca, mas carregada de uma convicção absoluta. — Vamos resolver isso agora. Hoje é o seu último dia naquele café. Amanhã, você entra na minha empresa. O contrato já está pronto, e a sua sala é ao lado da minha. Você vai aceitar, não vai?

    Gente to gag, ele programou tudo vei kkkkk eu ia ficar assustada

  8. Thamiris
    May 28, '26 at 4:32 pm

    — Acorda, minha vida… — ele sussurrou, a voz carregada de uma promessa perigosa. — Se você soubesse o que eu planejei para nós hoje, não teria pressa nenhuma em se vestir.

    Eita mais tu tbm,tava era no cio?!

  9. Thamiris
    May 28, '26 at 4:34 pm

    SN soltou um gemido baixo, uma mistura de surpresa e desejo, e revirou os olhos com um sorriso malicioso, sentando-se na cama enquanto o lençol escorregava. — Seja honesto, Park Jimin… — ela provocou, passando a ponta dos dedos pelo maxilar dele. — Você me quer na sua empresa para eu gerenciar seus projetos ou para que eu esteja disponível para transar com você antes e depois de cada reunião?

    Vamos torcer pra que seja os 2 né

  10. Thamiris
    May 28, '26 at 4:35 pm

    — Esquece o café — ele retrucou, descendo as mãos com força pelas coxas dela, abrindo-as e se encaixando entre elas. — Foca em mim. Só em mim.

    A bixinha com fome,e ele querendo comer ela kk

  11. Thamiris
    May 28, '26 at 4:38 pm

    — Não sei, Jimin… Eu gosto da minha liberdade no Velvet Brew. Acho que vou continuar lá por mais um tempo.

    Olha ela brincando com fogo kk

  12. Thamiris
    May 28, '26 at 4:39 pm

    Sem aviso, ele afundou dois dedos com firmeza na umidade quente dela, enquanto o polegar encontrou o clitóris, pressionando-o com uma precisão impiedosa. SN soltou um arquejo alto, o corpo reagindo instantaneamente ao choque de prazer.

    Belo jeito de fazer ela mudar de ideia

Nota

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