You have no alerts.
Header Background Image

A noite havia caído sobre Seul, transformando a paisagem urbana em um mar de luzes de neon artificiais. Dentro de seu apartamento, SN não havia tocado na janta que sua mãe havia deixado pronta. A pasta preta de Han Ji-hoon estava aberta sobre a mesa de centro da sala, cercada por três xícaras vazias de café expresso e dezenas de folhas de rascunho preenchidas com cálculos manuais.

O relógio marcava três e quarenta da madrugada.

Os olhos de SN ardiam pelo cansaço, mas sua mente operava em uma rotação alucinante. Havia algo errado naquelas tabelas. A lógica de transição dos ativos de tecnologia não batia com os relatórios de fluxo de caixa que ela havia examinado pela manhã na presidência. Ela recalculou a margem de depreciação pela quarta vez, os dedos voando pelas teclas da calculadora científica.

De repente, seus olhos se fixaram na nota de rodapé da página 247. Um detalhe minúsculo, uma taxa de juros flutuante que havia sido aplicada de forma invertida no cálculo do montante líquido final.

SN prendeu a respiração. Seus dedos tremeram levemente enquanto ela puxava a fórmula original de amortização. Quando o resultado final apareceu na tela digital, seu coração deu uma batida violenta.

Trinta bilhões de wons.

Havia um rombo de trinta bilhões oculto no meio daquela massa de texto técnico. Se ela tivesse assinado o documento como Ji-hoon sugerira, sua assinatura estaria vinculando legalmente sua nova diretoria a uma fraude contábil de proporções catastróficas.

Um calafrio de pura indignação percorreu sua espinha, seguido rapidamente por uma onda de adrenalina e orgulho próprio. Ela havia descoberto. O funcionário sênior havia tentado criar uma armadilha para a “garota nova”, mas não sabia que ela havia sido a melhor aluna de sua turma de macroeconomia.

— Você escolheu a mulher errada para tentar derrubar, Ji-hoon — ela sussurrou para a sala vazia, os olhos brilhando com uma determinação fria enquanto fechava a pasta com força. Ela passaria o resto da noite preparando a sua própria apresentação para a reunião das nove da manhã. Ela não ia apenas relatar o erro; ela ia esmagá-lo publicamente.

Às oito e meia da manhã seguinte, o SUV blindado de Jimin estacionou no subsolo da corporação. SN entrou na sala da presidência com as olheiras sutilmente disfarçadas pela maquiagem, segurando a pasta preta contra o peito como se fosse uma arma carregada. Ela estava pronta para a guerra, mas o seu homem tinha outros planos para os minutos que antecediam o confronto.

Assim que ela entrou em seu escritório, Jimin já estava lá, esperando por ela. Ele trancou a porta principal e a puxou pela cintura antes que ela pudesse largar os papéis na mesa.

— Você não dormiu nada — ele observou, os olhos escuros lendo o cansaço sutil no rosto dela, mas também capturando o brilho de vitória no olhar de SN. — Você descobriu, não foi?

— Ele tentou me passar um rombo de trinta bilhões, Jimin — ela disse, a voz firme, o orgulho transbordando em cada sílaba. — Eu passei a noite calculando. Eu vou acabar com ele na reunião de departamento daqui a quinze minutos.

Jimin sorriu, um orgulho devocional iluminando seu semblante. Ele a empurrou devagar até o sofá de couro preto que decorava o canto da sala, forçando-a a se sentar.

— Eu sei que você vai, minha vida. Você é a mente mais brilhante que já entrou nesta empresa — ele murmurou, ajoelhando-se no chão, bem entre as pernas dela. Suas mãos subiram pelas coxas de SN, levantando o tecido do vestido cinza-chumbo com uma lentidão que fez a respiração dela travar. — Mas você está tensa demais para liderar uma execução. Preciso garantir que você entre naquela sala focada.

Antes que SN pudesse protestar sobre o horário ou sobre a proximidade da reunião, Jimin afastou a calcinha de renda preta dela e colou a boca diretamente contra a sua intimidade já sensível e aquecida pelo estresse do dia.

— Jimin… não, agora não… a reunião é em dez minutos… — ela arfou, as mãos agarrando os cabelos escuros dele enquanto tentava empurrá-lo de leve.

Jimin não deu ouvidos. Ele prendeu os quadris dela com as mãos, usando a ponta da língua em golpes firmes, longos e molhados diretamente sobre o seu clitóris. Ele a conhecia perfeitamente; sabia exatamente a pressão e o ritmo necessários para levá-la ao limite em tempo recorde. A sucção que ele aplicou em seguida fez SN arquear o corpo no sofá, soltando um gemido sibilado que foi abafado pela própria mão contra os lábios.

A língua de Jimin trabalhava com uma fome agressiva, bebendo de cada gota da resposta física dela. SN se entregou completamente, a adrenalina da descoberta do relatório misturando-se com o prazer bruto que ele despejava nela. Em menos de cinco minutos, o corpo dela estremeceu por inteiro em um orgasmo matinal intenso, as coxas apertando o rosto de Jimin enquanto ela desabava contra o encosto do sofá, completamente ofegante.

Jimin se afastou devagar. Seus lábios estavam brilhando com a umidade dela. Sem dizer uma palavra, ele deslizou os dedos pelas pernas dela e removeu a calcinha preta por inteiro. Ele a levou até o nariz, inspirando o perfume doce e carnal de sua mulher com os olhos fechados, uma expressão de pura satisfação obsessiva no rosto.

Ele dobrou a peça de renda com cuidado e a enfiou diretamente no bolso interno de seu paletó de grife.

— Você vai para a reunião assim — ele ordenou, a voz rouca e autoritária enquanto a ajudava a se levantar e ajeitar o vestido. — Sem calcinha. Para lembrar a cada segundo de quem é a boca que manda no seu corpo enquanto você manda naqueles idiotas. Agora vá. Eu estarei logo atrás de você.

A sala de reuniões do décimo quinto andar estava lotada. Todos os analistas seniores, gerentes de conta e o próprio Han Ji-hoon estavam sentados ao redor da mesa. Ji-hoon mantinha uma postura relaxada, um sorriso de superioridade estampado no rosto enquanto observava SN entrar e assumir a cabeceira da mesa. Ele tinha certeza de que veria a assinatura dela no documento e que seu plano de sabotagem havia sido um sucesso.

Minho entrou logo em seguida, postando-se de pé perto da porta com os braços cruzados, mantendo os olhos fixos em Ji-hoon como um carcereiro vigiando o condenado.

— Bom dia a todos — SN começou, depositando a pasta preta no centro da mesa com um baque seco que fez o sorriso de Ji-hoon vacilar de leve. — Vamos dar início à revisão do relatório de viabilidade da transição tecnológica. Analista Han Ji-hoon, você me garantiu ontem que este documento estava impecável e pronto para a assinatura, correto?

— Absolutamente, diretora — Ji-hoon respondeu, estufando o peito com arrogância. — Cada número foi revisado por mim. É um projeto limpo.

SN abriu a pasta lentamente. Ela acionou o projetor da sala, exibindo na tela imensa a página 247 do documento.

— Então eu gostaria que você explicasse para todo o departamento por que a taxa de depreciação cumulativa na linha quatorze foi aplicada de forma invertida, gerando uma distorção que oculta uma dívida flutuante de exatamente trinta bilhões de wons da subsidiária oeste — a voz de SN ecoou pela sala como um trovão de autoridade técnica.

O silêncio que se seguiu foi absoluto. O rosto de Han Ji-hoon perdeu toda a cor em um microssegundo. Seus olhos se arregalaram enquanto ele olhava para o gráfico corrigido que SN exibia na tela.

— Isso… isso deve ter sido um erro de digitação do sistema dos trainees… — Ji-hoon gaguejou, tentando se levantar para se defender. — Uma falha técnica comum na consolidação dos dados…

— Não foi uma falha técnica, Ji-hoon — SN o interrompeu, inclinando-se para a frente, os olhos fixos nos dele com uma frieza que ela havia aprendido diretamente com o homem que governava aquele prédio. — Um erro dessa magnitude em um fluxo cambial não é incompetência. É sabotagem criminosa. Você tentou fraudar o balanço da empresa para que eu assinasse um documento corrompido no meu primeiro dia.

Antes que Ji-hoon pudesse proferir mais uma mentira, as portas duplas da sala de reuniões foram abertas com violência.

Park Jimin cruzou o limiar.

A aura de poder absoluto que o acompanhava fez todos os presentes ficarem de pé instantaneamente, com exceção de SN. Atrás do CEO, quatro seguranças uniformizados e dois advogados seniores do comitê de conformidade tomaram posições estratégicas na sala.

Jimin caminhou até o centro do ambiente, parando logo atrás da cadeira de SN. Ele pousou uma das mãos no ombro dela, um gesto público de apoio incondicional, enquanto fixava seus olhos escuros e assassinos em Han Ji-hoon.

— O show acabou, Ji-hoon — a voz de Jimin era um sussurro letal que fez a espinha de todos os analistas congelar.

O CEO acenou para Minho, que imediatamente entregou a pasta confidencial aos advogados.

— Os metadados do servidor central da presidência registraram que a alteração fraudulenta da página 247 foi feita diretamente através do seu ID pessoal de funcionário, às 23h12 da noite — Jimin continuou, dando um passo à frente, isolando Ji-hoon com o olhar. — Você não apenas tentou sabotar a Diretoria de Projetos, você cometeu crime de fraude corporativa, espionagem interna e tentativa de lesão ao patrimônio da empresa.

— Senhor Park, por favor! Eu trabalhei por anos nesta empresa! Eu merecia aquele cargo! — Ji-hoon gritou, o desespero quebrando sua fachada de arrogância enquanto os seguranças se aproximavam dele.

— Você não merece nem o ar que respira dentro do meu edifício — Jimin respondeu, o tom de voz desprovido de qualquer traço de humanidade. — Você está demitido por justa causa neste exato segundo. Os advogados já protocolaram a denúncia criminal na polícia de Seul por fraude de bilhões de wons. Você sairá daqui algemado, e eu pessoalmente vou garantir que nenhuma empresa, desde a maior holding de tecnologia até a menor cafeteria da Coreia, jamais cogite colocar o seu nome em um processo de seleção.

Os seguranças seguraram Ji-hoon pelos braços com força, forçando-o a colocar as mãos nas costas enquanto os advogados apresentavam o mandado de retenção corporativa. O homem chorava e gritava de desespero enquanto era arrastado para fora da sala de reuniões, sob os olhares chocados e aterrorizados de todos os seus antigos colegas de cubículo.

Jimin observou a escolta até que a porta se fechasse. O silêncio na sala do décimo quinto andar agora era de puro pavor reverencial. Ninguém ousava respirar alto. O CEO havia demonstrado de forma explícita o que acontecia com quem ousava tocar na mulher dele.

Ele se virou devagar para os analistas restantes, ajeitando o paletó do terno — aquele cujo bolso interno guardava a calcinha de SN.

— Espero que a lição de conformidade desta manhã tenha sido clara para todos os departamentos — Jimin disse, a voz fria retornando à sua cadência polida de negócios. — Voltem ao trabalho. A Diretoria de Projetos Especiais tem um cronograma a cumprir.

Ele olhou para SN, capturando o sorriso de vitória discreto no rosto de sua rainha. A primeira batalha havia sido vencida, e o império Park agora sabia que mexer com a mulher de Jimin era o caminho mais rápido para o inferno.

11 Comentários

Aviso! Seu comentário ficará invisível para outros convidados e assinantes (exceto para respostas), inclusive para você, após um período de tolerância. Mas se você enviar um endereço de e-mail e ativar o ícone de sino, receberá respostas até que as cancele.
  1. Iasmine
    Jun 4, '26 at 7:27 pm

    De repente, seus olhos se fixaram na nota de rodapé da página 247. Um detalhe minúsculo, uma taxa de juros flutuante que havia sido aplicada de forma invertida no cálculo do montante líquido final.

    Caraleos ela é o bichão mesmo ein

  2. Iasmine
    Jun 4, '26 at 7:28 pm

    Jimin não deu ouvidos. Ele prendeu os quadris dela com as mãos, usando a ponta da língua em golpes firmes, longos e molhados diretamente sobre o seu clitóris. Ele a conhecia perfeitamente; sabia exatamente a pressão e o ritmo necessários para levá-la ao limite em tempo recorde. A sucção que ele aplicou em seguida fez SN arquear o corpo no sofá, soltando um gemido sibilado que foi abafado pela própria mão contra os lábios.

    Ele agora toma cafe, almoça e janta

  3. Iasmine
    Jun 4, '26 at 7:29 pm

    — Não foi uma falha técnica, Ji-hoon — SN o interrompeu, inclinando-se para a frente, os olhos fixos nos dele com uma frieza que ela havia aprendido diretamente com o homem que governava aquele prédio. — Um erro dessa magnitude em um fluxo cambial não é incompetência. É sabotagem criminosa. Você tentou fraudar o balanço da empresa para que eu assinasse um documento corrompido no meu primeiro dia.

    Recebaaaaa judas.. tome o que é seu

  4. Iasmine
    Jun 4, '26 at 7:30 pm

    — Você não merece nem o ar que respira dentro do meu edifício — Jimin respondeu, o tom de voz desprovido de qualquer traço de humanidade. — Você está demitido por justa causa neste exato segundo. Os advogados já protocolaram a denúncia criminal na polícia de Seul por fraude de bilhões de wons. Você sairá daqui algemado, e eu pessoalmente vou garantir que nenhuma empresa, desde a maior holding de tecnologia até a menor cafeteria da Coreia, jamais cogite colocar o seu nome em um processo de seleção.

    Puta que pariu ele se fudeu.. não vai trampar nem de faxina

  5. Marcela
    Jun 4, '26 at 11:24 pm

    [quote]Um calafrio de pura indignação percorreu sua espinha, seguido rapidamente por uma onda de adrenalina e orgulho próprio. Ela havia descoberto. O funcionário sênior havia tentado criar uma armadilha para a “garota nova”, mas não sabia que ela havia sido a melhor aluna de sua turma de macroeconomia.

    A bixa arrasa msm

  6. Marcela
    Jun 4, '26 at 11:26 pm

    [quote]— Eu sei que você vai, minha vida. Você é a mente mais brilhante que já entrou nesta empresa — ele murmurou, ajoelhando-se no chão, bem entre as pernas dela. Suas mãos subiram pelas coxas de SN, levantando o tecido do vestido cinza-chumbo com uma lentidão que fez a respiração dela travar. — Mas você está tensa demais para liderar uma execução. Preciso garantir que você entre naquela sala focada.

    Focada e relaxada
    Kkkkkk

  7. Marcela
    Jun 4, '26 at 11:31 pm

    [quote]— Não foi uma falha técnica, Ji-hoon — SN o interrompeu, inclinando-se para a frente, os olhos fixos nos dele com uma frieza que ela havia aprendido diretamente com o homem que governava aquele prédio. — Um erro dessa magnitude em um fluxo cambial não é incompetência. É sabotagem criminosa. Você tentou fraudar o balanço da empresa para que eu assinasse um documento corrompido no meu primeiro dia.

    Clara e direta ( Palmas) kkkk

  8. Marcela
    Jun 4, '26 at 11:37 pm

    [quote]— Você não merece nem o ar que respira dentro do meu edifício — Jimin respondeu, o tom de voz desprovido de qualquer traço de humanidade. — Você está demitido por justa causa neste exato segundo. Os advogados já protocolaram a denúncia criminal na polícia de Seul por fraude de bilhões de wons. Você sairá daqui algemado, e eu pessoalmente vou garantir que nenhuma empresa, desde a maior holding de tecnologia até a menor cafeteria da Coreia, jamais cogite colocar o seu nome em um processo de seleção.

    Ele tmnc no seco
    Se lascou bonitinho

  9. Thamiris
    Jun 22, '26 at 10:46 am

    — Você escolheu a mulher errada para tentar derrubar, Ji-hoon — ela sussurrou para a sala vazia, os olhos brilhando com uma determinação fria enquanto fechava a pasta com força. Ela passaria o resto da noite preparando a sua própria apresentação para a reunião das nove da manhã. Ela não ia apenas relatar o erro; ela ia esmagá-lo publicamente.

    Ela não escolheu ela a toa

  10. Thamiris
    Jun 22, '26 at 10:48 am

    — Eu sei que você vai, minha vida. Você é a mente mais brilhante que já entrou nesta empresa — ele murmurou, ajoelhando-se no chão, bem entre as pernas dela. Suas mãos subiram pelas coxas de SN, levantando o tecido do vestido cinza-chumbo com uma lentidão que fez a respiração dela travar. — Mas você está tensa demais para liderar uma execução. Preciso garantir que você entre naquela sala focada.

    Belo jeito kk

  11. Thamiris
    Jun 22, '26 at 10:57 am

    Ele olhou para SN, capturando o sorriso de vitória discreto no rosto de sua rainha. A primeira batalha havia sido vencida, e o império Park agora sabia que mexer com a mulher de Jimin era o caminho mais rápido para o inferno.

    Eitaaaa meu pai
    A mulher de Jimin

Nota

Você não pode copiar conteúdo desta página