Capítulo 18 – A Linha de Frente
por FanfiqueiraA transição de status de SN dentro da holding Park não aconteceu por decreto, mas por ocupação de território. Três semanas após o tenso jantar no restaurante The Shilla, a rotina entre a cobertura em Hannam-dong e o décimo oitavo andar do complexo corporativo havia se transformado em uma máquina de alta voltagem. SN não morava mais sob o teto dos Lee; seus pertences haviam sido transferidos de forma definitiva para o espaço de Jimin, redesenhando a dinâmica daquela cobertura de vidros blindados.
No topo da pirâmide, a velha guarda começava a sangrar poder, enquanto uma nova linha de frente se consolidava sob os olhos atentos de um CEO que, pela primeira vez, parecia perfeitamente confortável em dividir o trono.
O relógio digital no painel de jacarandá da suíte master marcava quatro e vinte da madrugada de uma quinta-feira. O silêncio da cobertura era quebrado apenas pelo som sutil do sistema de climatização e pela respiração compassada de SN. Ela acordou com a sensação da mão pesada e áspera de Jimin subindo pela lateral de sua coxa, puxando a seda da camisola preta para cima até a altura da cintura.
Jimin não estava totalmente acordado, mas seu corpo operava no piloto automático da possessividade. Ele a girou de costas para si com um puxão firme no quadril, colando o peito nu contra as costas dela. SN soltou um suspiro curto quando sentiu a rigidez dele, já completamente ereta, pressionando a fenda de suas nádegas.
— Jimin… ainda está escuro — ela sussurrou, a voz rouca pelo sono, inclinando a cabeça para trás para dar espaço aos lábios dele.
— Não importa — ele rosnou contra a nuca dela, a voz grave e arrastada, os dentes arranhando de leve a pele macia antes de dar um beijo estalado e úmido no local. — Você se moveu na cama e o cheiro desse seu hidratante vagabundo de baunilha me acordou. Abre as pernas para mim, SN.
Jimin não usou preliminares calmas. Ele lubrificou a ponta do membro com a própria umidade dela, que já começava a ceder ao estímulo, e empurrou o quadril para a frente. Ele entrou de uma vez, um golpe longo e seco que fez SN segurar os lençóis de algodão egípcio com força, os nós dos dedos ficando brancos.
— Ah, porra… — Jimin soltou um palavrão baixo, um elogio sujo caindo entre os lábios dele enquanto começava a se mover. — Você é muito apertada de manhã, caralho. Gosta de me prender assim, não é?
— Vai mais fundo… — SN desafiou, jogando o quadril para trás, casando o ritmo com o dele. O impacto da base do pinto dele contra a sua bunda fazia um som úmido e ritmado ecoar pelo quarto escuro. — Você fala demais para quem acabou de acordar, Park. Me fode direito.
Jimin soltou uma risada nasalada, o som vibrando contra as costas dela. Ele segurou o cabelo de SN pela base da nuca, puxando com força suficiente para fazê-la arquear a espinha, expondo ainda mais o canal. As estocadas tornaram-se violentas, o quadril dele batendo contra o dela sem qualquer traço da polidez que ele exibia nos conselhos de administração. Ele a usava com uma urgência quase primitiva, os palavrões saindo compassados com a respiração falha, incentivando-a a se contrair ao redor dele até que ambos atingissem um orgasmo rápido e barulhento, que os deixou colados pelo suor antes mesmo do nascer do sol.
Na manhã seguinte, o décimo oitavo andar funcionava sob uma nova ordem de respeito. Na sala de reuniões principal, o comitê de infraestrutura e os auditores seniores estavam sentados ao redor da mesa de carvalho. Jimin ocupava a cabeceira, mas sua postura era diferente. Ele estava recostado na cadeira de couro, com os dedos entrelaçados abaixo do queixo, os olhos escuros focados não nos papéis, mas em SN, que ocupava o centro da apresentação.
Ela revisava os contratos de fornecimento do polo tecnológico de Incheon. Diante dela, dois diretores da velha guarda, conhecidos pela resistência à nova gestão, tentavam encontrar brechas no novo modelo de compliance.
— Diretora SN, o atraso na liberação das vigas estruturais da Construtora Lee pode paralisar as obras do bloco C por duas semanas — pontuou o diretor sênior de engenharia, tentando usar um tom de autoridade. — A governança anterior costumava liberar as ordens de frete com base em relatórios parciais.
SN nem sequer olhou para o homem. Ela apenas passou o dedo pela tela do tablet, projetando o gráfico de auditoria fiscal no painel de LED da sala.
— A governança anterior foi demitida por justa causa e o analista responsável está respondendo em regime fechado — a voz de SN ecoou fria, cortante, sem um pingo de hesitação. — Os relatórios parciais da Construtora Lee apresentam uma inconsistência de trinta toneladas entre o peso bruto declarado e o verificado na balança alfandegária. Não haverá liberação de verba ou de frete até que a auditoria física seja concluída. Se o bloco C parar, a multa contratual será integralmente repassada para a subempreiteira do meu pai. Próximo item, por favor.
O diretor engoliu em seco, olhando de relance para Jimin, esperando que o CEO interviesse ou fizesse alguma ponderação. Jimin, no entanto, permaneceu em silêncio absoluto. Um sorriso sutil e orgulhoso desenhou-se no canto de seus lábios. Ele nem precisava abrir a boca. O recado para o mercado estava dado: SN mandava ali, e sua palavra era a lei final da holding. O respeito na sala não era mais por medo de Jimin; era pela competência cirúrgica dela.
Após a reunião, Minho entrou na sala da presidência carregando os manifestos eletrônicos de Incheon. O irmão de SN havia se tornado o braço direito mais confiável de Jimin dentro da estrutura de inteligência corporativa. A confiança entre os dois era tamanha que Minho agora tinha acesso direto aos servidores privados de auditoria.
— Senhor Park — Minho começou, fechando a porta acústica. — Eu rastreei a anomalia na frota de Incheon. Meu pai… Daniel Lee… mudou o itinerário de três caminhões de carga pesada ontem à noite. Ele alegou um teste de logística interna para verificar se os novos sistemas de pesagem da holding pegariam a falha.
Jimin inclinou-se para a frente, tamborilando os dedos na mesa.
— Um teste de logística? Daniel quer saber o tamanho do nosso alcance. Ele está usando essa movimentação para ver se você é um assistente ingênuo ou se está monitorando os passos dele de perto. O que você fez?
— Eu liberei o manifesto de trânsito como se fosse um erro de digitação do terminal — Minho respondeu, com um brilho astuto nos olhos. — Deixei que ele pensasse que o sistema falhou e que eu não notei a divergência de peso. Se ele acha que sou um garoto bobo jogando de terno, ótimo. É melhor manter o Daniel confortável achando que o flanco está aberto, enquanto eu fecho as travas por trás.
Jimin assentiu, o olhar carregado de um respeito genuíno pelo cunhado.
— Você jogou bem, Minho. Deixe que ele continue subestimando você. A partir de hoje, qualquer relatório de segurança da divisão de transportes vai direto para o seu terminal, antes de passar pela mesa de qualquer diretor. Você é o único que responde por essa linha.
Às dezenove horas, o décimo oitavo andar já estava praticamente deserto. Os funcionários do operacional haviam descido e apenas as luzes de presença do saguão interno continuavam acesas. SN estava na sala de Jimin, organizando os arquivos da auditoria final antes de irem para casa, quando a divisória de vidro fosco se fechou com um clique eletrônico automático.
Jimin caminhou até ela, desfazendo o nó da gravata com uma das mãos, enquanto a outra tirava o paletó e o jogava no sofá de couro. Suas pupilas estavam totalmente dilatadas, o foco fixo na silhueta de SN contra a mesa de jacarandá da presidência.
— Você foi brilhante naquela reunião com os engenheiros de manhã — ele murmurou, a voz descendo uma oitava enquanto parava logo atrás dela, prensando o corpo dela contra a borda da mesa de trabalho. Ele espalhou as duas mãos pela cintura de SN, puxando-a para trás, sentindo o calor dela através do tecido do vestido social preto. — O jeito que você calou a boca daquele velho… caralho, SN. Eu passei o resto do dia querendo te rasgar inteira em cima dessa mesa.
— É mesmo, Park? — ela provocou, virando o rosto de lado, os lábios roçando na mandíbula tensa dele. — E por que não fez isso durante o almoço?
— Porque eu queria que você acumulasse essa vontade — ele respondeu, os dedos subindo ágeis pelos botões frontais do vestido dela, abrindo-os um a um com uma pressa que contrastava com sua habitual frieza. Ele puxou o tecido para o lado, expondo os seios dela revestidos pelo sutiã de renda. Jimin os apertou com força, os polegares roçando nos mamilos já rígidos. — Senta aqui. Agora.
Jimin a ergueu pela cintura, sentando-a diretamente sobre a mesa de jacarandá, espalhando os papéis e os tablets para as laterais com um movimento bruto do braço. Ele se posicionou entre as pernas abertas dela, puxando a calcinha de SN para o lado. A urgência era mútua. SN abriu o zíper da calça de Jimin, liberando o membro que já pulsava de tesão.
Ela não esperou que ele comandasse. SN segurou os ombros largos de Jimin e impulsionou o próprio corpo para a frente, sentando-se de uma vez sobre ele. O encaixe foi tão profundo que ela soltou um gemido alto, que ecoou pelas paredes acústicas da sala presidencial.
— Puta que pariu, SN… — Jimin praguejou, a cabeça caindo para trás por um segundo enquanto os músculos de seu abdômen se contraíam sob a camisa social branca. — Você está muito molhada… tá uma delícia, porra.
— Cala a boca e me fode, Jimin — ela ordenou, os dedos cravando-se nos trapézios dele enquanto começava a ditar o ritmo, subindo e descendo com força, rebolando o quadril de forma a esfregar o clitóris contra a base dele a cada movimento descendente.
Jimin segurou os quadris dela com as duas mãos, os dedos deixando marcas avermelhadas na pele clara de SN, controlando a velocidade do impacto. Ele batia de baixo para cima com violência, os palavrões saindo sussurrados contra a boca dela entre beijos famintos e mordidas no lábio inferior. O som do sexo, o estalar das peles se chocando na mesa de madeira nobre, quebrava o silêncio do andar executivo. O tesão ali era misturado com a adrenalina do poder; eles estavam consumindo um ao outro no topo do império que dominavam juntos.
Quando o orgasmo começou a desenhar-se no ventre de SN, ela acelerou as sentadas, os gemidos tornando-se agudos, a respiração totalmente caótica. Jimin soltou um rosnado animal, os quadris subindo em três golpes profundos e definitivos que a fizeram revirar os olhos antes de ele descarregar todo o seu sêmen dentro dela, o corpo dele tremendo contra o dela enquanto o topo da holding Park virava o cenário de sua entrega mais suja e possessiva.
Nem dormindo gente, esse homem é doido
Mas rapaz o cara é ligeiro ein
Toda oportunidade que ele tem, ele aproveita
[quote]— Não importa — ele rosnou contra a nuca dela, a voz grave e arrastada, os dentes arranhando de leve a pele macia antes de dar um beijo estalado e úmido no local. — Você se moveu na cama e o cheiro desse seu hidratante vagabundo de baunilha me acordou. Abre as pernas para mim, SN.
Pedindo desse jeitinho, como que nega?
Que romântico ele
Kkkkkkkk eu ri alto
Pinto ….pintinho kkkkk
Nessa família,so os filhos prestam
Rapaz já é a segunda vez que ela manda ele cala a boca kkk
Bem eu
[quote]Jimin não estava totalmente acordado, mas seu corpo operava no piloto automático da possessividade. Ele a girou de costas para si com um puxão firme no quadril, colando o peito nu contra as costas dela. SN soltou um suspiro curto quando sentiu a rigidez dele, já completamente ereta, pressionando a fenda de suas nádegas.
O pau
Oi, bom dia!
Vamos começar os trabalhos? KKKK
[quote]— A governança anterior foi demitida por justa causa e o analista responsável está respondendo em regime fechado — a voz de SN ecoou fria, cortante, sem um pingo de hesitação. — Os relatórios parciais da Construtora Lee apresentam uma inconsistência de trinta toneladas entre o peso bruto declarado e o verificado na balança alfandegária. Não haverá liberação de verba ou de frete até que a auditoria física seja concluída. Se o bloco C parar, a multa contratual será integralmente repassada para a subempreiteira do meu pai. Próximo item, por favor.
Direto e seco
Recebaaa
[quote]— Eu liberei o manifesto de trânsito como se fosse um erro de digitação do terminal — Minho respondeu, com um brilho astuto nos olhos. — Deixei que ele pensasse que o sistema falhou e que eu não notei a divergência de peso. Se ele acha que sou um garoto bobo jogando de terno, ótimo. É melhor manter o Daniel confortável achando que o flanco está aberto, enquanto eu fecho as travas por trás.
E o pai jurando que tem o controle dos filhos
[quote]— Você foi brilhante naquela reunião com os engenheiros de manhã — ele murmurou, a voz descendo uma oitava enquanto parava logo atrás dela, prensando o corpo dela contra a borda da mesa de trabalho. Ele espalhou as duas mãos pela cintura de SN, puxando-a para trás, sentindo o calor dela através do tecido do vestido social preto. — O jeito que você calou a boca daquele velho… caralho, SN. Eu passei o resto do dia querendo te rasgar inteira em cima dessa mesa.
SN: A
Jimin: Vou foder ela