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No dia seguinte, o som familiar da campainha do café quebrou a calma da manhã.
Ela tentava se concentrar no vapor do leite, na espuma perfeita — qualquer coisa que a mantivesse distante da lembrança da noite anterior.

Mas quando ergueu os olhos e o viu atravessando a porta, o ar simplesmente congelou.

Park Jimin.
O mesmo olhar intenso.

 A mesma postura contida, impecável — como se nada tivesse acontecido

A mesma postura contida, impecável — como se nada tivesse acontecido.

O coração dela acelerou sem permissão, o corpo reagindo antes da mente. As lembranças da noite anterior — o toque, o calor, o sussurro quase proibido — atravessaram sua mente em segundos. Ela engoliu em seco e tentou se proteger.

— Hyejin, atende a sala VIP hoje pra mim, por favor — disse, sem conseguir encará-lo.

A colega sorriu, confusa.

— Ele não é seu cliente fixo? Vai trocar justo hoje?

— Só… faz isso, tá? — respondeu apressada, desviando o olhar.

Mas Hyejin se atrapalhou com o pedido, derrubando um pouco de leite no balcão. O olhar de Jimin se tornou firme, ligeiramente zangado, enquanto ele se aproximava, passos decididos.

— SN — disse, a voz baixa e carregada, cortando o ambiente — pedi pra que fingisse que nada aconteceu e não deixasse de me atender.

O patrão dela franziu a testa, confuso.

— O que está acontecendo aqui?

Ela arregalou os olhos, corando.

— Já estou indo, senhor Jimin… vou levar o de sempre. E me desculpe por ter derramado… derramado leite no senhor ontem — disse, trêmula.

Ele sorriu levemente com o duplo sentido da fala dela, sem perder o olhar fixo nela.

— Não tem problema, também foi minha culpa. Não precisa ficar nervosa… mas… quero de novo.

Ela congelou, o coração disparando, incapaz de articular palavra.

— Quero que me atenda de novo, por favor — completou ele, e se afastou em direção à sala VIP.

Minutos depois, ela voltou com o pedido, mantendo distância:

— Aqui está, senhor — disse, a voz firme, mas os olhos evitavam os dele.

Ele não desviou o olhar. Cada gesto dela parecia prender sua atenção, e quando notou que ela mordia os lábios sem encará-lo, aproximou-se devagar, com uma mão envolvendo sua cintura, colando seus corpos.

— Tentei não pensar em você… mas não consigo. Não quero — murmurou, antes de pressionar os lábios contra os dela.

Ela tentou se afastar, mas a força da atração era maior que a razão. O beijo foi intenso, cheio de desejo contido, as mãos explorando, provocando arrepios e suspiros. Cada toque dele parecia ler os limites dela, cada gesto despertava um fogo que não podia ser contido.

A respiração se misturava, a tensão crescia. O corpo dele pulsava contra o dela, implorando, e o dela reagia sem pudor.

Ele sussurrou perto do ouvido dela, a voz rouca e urgente:

— Quero sair com você… aceita sair comigo? Não quero só momentos assim em uma sala VIP… quero você, SN. Me deixa ter você pra mim. — ele sussurrou contra a boca dela, antes de beijar ela com ainda mais intensidade.

A respiração se misturava, o ar ficando curto entre os dois. O beijo se prolongou até o corpo pedir por ar; um beijo quente, profundo, de quem tenta negar o que sente e falha. As mãos dele ainda a seguravam firme pela cintura, o corpo inteiro pulsando em alerta, o coração batendo rápido demais.

Quando ele finalmente se afastou, as bocas ainda se roçavam, as respirações misturadas.
Ela tentou falar, mas a voz saiu num sussurro rouco, sem força, os olhos ainda fechados, as mãos presas aos ombros dele:

— Senhor Park… seu café vai esfriar.

Um meio-sorriso curvou os lábios dele. Ele manteve o rosto próximo, o nariz roçando o dela.
— Deixa esfriar. — O tom era baixo, rouco, quase um aviso. — Eu posso pedir outro.

Ele afastou uma mecha de cabelo do rosto dela, o toque leve contrastando com a firmeza de antes.
— Mas o que eu quero agora… — sussurrou, o olhar cravado nela — …não vem em nenhuma bandeja.

Por um momento, o silêncio voltou a dominar a sala: apenas o som das respirações, o leve tilintar das xícaras sobre a mesa, o pulso acelerado deles ecoando no mesmo ritmo.
Então ele se afastou meio passo, o suficiente para que ela pudesse respirar, mas não o bastante para escapar do campo gravitacional que existia entre os dois.

— Vai lá, SN. Antes que eu te prenda aqui de novo. — A voz dele saiu baixa, arrastada, um convite perigoso disfarçado de aviso. Ele se inclinou, os lábios a um sopro dos dela. — Mas ainda quero a minha resposta… pensa com carinho.

Ela abriu os olhos devagar, o coração batendo forte, o ar preso na garganta. Ele já havia recuado, retomando o controle habitual — o CEO impecável, de semblante calmo e olhar inabalável. Mas os olhos… continuavam queimando.

Ela ajeitou o uniforme, tentando parecer composta, mas as pernas ainda tremiam. Caminhou até a porta, pousou a mão sobre a maçaneta. Por um instante, hesitou.
A porta chegou a se abrir numa fresta — e foi então que se fechou de novo, com um estalo surdo.

Ele estava atrás dela.
Tão perto que o calor do corpo dele atravessava o tecido da roupa. Uma mão segurava firme a cintura dela; a outra, ainda sobre a porta, impedindo qualquer saída.

— Não devia ter hesitado — murmurou junto ao ouvido dela, a voz rouca, arrastada, um sopro quente contra sua pele.

Antes que ela pudesse reagir, ele a virou com firmeza; a mão subiu até a nuca e a puxou para um beijo urgente, profundo, daqueles que tiram o ar. Ela sentiu o calor do corpo dele, o perfume amadeirado, o som baixo da respiração dele misturando-se à dela.

Ele a guiou até a poltrona e sentou-se, mantendo-a entre os joelhos. Os lábios ainda grudados, a respiração quente batendo entre um beijo e outro. Quando a puxou para o colo, o movimento foi natural, inevitável; ela se encaixou de frente, sentindo o ritmo acelerado do coração dele contra o próprio peito.

Ela sorriu entre o beijo, provocando, a boca ainda roçando na dele.
— Quer que eu fale a resposta… ou que eu mostre? — murmurou, voz rouca, arrastando o som como se o desafiasse.

Os olhos de Jimin se estreitaram; um meio sorriso lento apareceu, carregado de tensão.
— Mostra — respondeu, num tom baixo e grave, que mais parecia uma ordem.

O sorriso dela se desfez em outro beijo. Um beijo faminto, selvagem, com o gosto de urgência e desejo proibido. Uma das mãos dela foi até a nuca dele, os dedos se perdendo nos fios, enquanto a outra desceu pela barriga até o zíper da calça, abrindo-o com uma pressa quase dolorosa. Ele respondeu ao toque dela segurando-a pela cintura, sentindo os músculos dela tremerem contra os seus, uma resposta eletrizante. O cheiro do café, ainda fraco no ar, misturado ao da pele dela, aquecida e viciante, criava um torpor inebriante.

Ela puxava os cabelos dele, guiando-o, exigindo mais, e ele deixava, reagindo ao contato como quem se rende e domina ao mesmo tempo. Era um jogo de poder silencioso e intenso. O som dos beijos era abafado, irregular, intercalado com respirações rápidas e gemidos baixos que mal ousavam escapar.

As mãos dele deslizaram pela curva das costas dela, encontrando a linha da cintura, subindo o tecido fino da saia do uniforme, roçando a pele que se arrepiou com o toque. Com um único movimento rápido e preciso, a ponta dos dedos afastou a calcinha dela para o lado, e ele puxou a própria cueca para baixo, se encaixando nela de uma vez só, em um choque de prazer cru.

Ela mordeu o lábio inferior, abafando um gemido que se tornou um arquejo, jogando a cabeça para trás em pura entrega. O impacto a fez prender o ar por um instante, o corpo rígido antes de relaxar contra ele. Ela encostou a testa na dele, os olhos semicerrados e o sorriso provocante ainda nos lábios.

— Não pare. Por favor, não pare.

Ele fechou os olhos, o rubor escurecendo suas bochechas. Deslizou as mãos pelas coxas dela, os dedos se fechando na carne macia. Em um movimento firme, ele a puxou para mais perto, aumentando a profundidade da penetração, sentindo o limite e a urgência. Os dedos dele se apertaram na carne dela, deixando marcas vermelhas.

— Nunca faria isso. Você sabe que não.

Ele rosnou baixo e rouco perto do ouvido dela, a voz carregada de posse. Ela quicava no colo dele, freneticamente, aceitando e exigindo cada estocada, e então um gemido gutural e delicioso escapou.

— Caralho… — ela sussurrou contra os lábios dele, sentindo as estocadas fundas, atingindo-a em cheio.

O ar estava quente, denso, com a respiração pesada deles. Ele mordeu levemente a parte sensível do pescoço dela, a pele fina e quente, enquanto seus movimentos se tornavam mais frenéticos, mais urgentes. A fricção era um incêndio.

— Por que você precisa me torturar tanto? — ele perguntou, o tom beirando a súplica, antes de voltar a foder ela.

Ele a fodia com tanta intensidade e freneticamente que ela gozou forte, soltando um grito abafado na curva do ombro dele, e isso a deixou toda mole, rendida ao prazer. Mas ele não parou, não podia, não queria parar. Queria gozar nela, sentir o calor final.

Em meio aos gemidos e ofegos, ele pediu, sem interromper o ritmo:

— Deixa eu gozar dentro? Porra, deixa, por favor.

Ela gemeu, incapaz de articular uma palavra. O gemido quebrou dele, tão intenso quanto o prazer que o atingiu. Antes que ela pudesse dizer algo, a entrega dela o fez atingir o ápice. Ele gozou forte e fundo dentro dela, um calor explosivo. Ele gemeu rouco, afundando o rosto no pescoço dela, o corpo tremendo com a força da liberação.

Ela só conseguiu dizer, a voz falha e um fio de prazer escorrendo pelos lábios:

— Caralho, Jimin.

E então, ela gozou novamente, um espasmo doce e poderoso, sincronizado com o último tremor dele. A respiração deles se tornou uma só, pesada e inconstante, no silêncio que se seguiu ao caos.

Ele a apertou contra si, a respiração ainda ofegante e quente no pescoço dela. Um sorriso sacana e lento se desenhou em seus lábios enquanto ele se afastava minimamente para encará-la. A mão dele subiu até a cabeça dela, os dedos ajeitando um fio de cabelo que caíra sobre o rosto suado, parando então na nuca, onde o polegar fez uma pressão possessiva.

— Agora que você é minha — ele murmurou, a voz grave e satisfeita, os olhos fixos nos dela.

Ela riu, ainda sem forças, o som baixo e rouco pela exaustão deliciosa. Ela ergueu o rosto, que ainda repousava no pescoço dele.

— Sua? Calma lá, Jimin. Eu só aceitei sair com você.

O sorriso dele endureceu, tornando-se mais predador do que divertido. Ele balançou a cabeça lentamente, a mão apertando a nuca dela de leve.

— Não. Não é assim que funciona. Você não me faria gozar assim e sair por essa porta como se nada tivesse acontecido. Você é minha, agora. E eu quero saber: posso te buscar depois do trabalho?

Ela riu de novo, ainda meio mole nos braços dele, a cabeça girando levemente contra seu pescoço.

— Você não está indo rápido demais não?

A expressão dele ficou séria, quase impaciente. Ele a puxou mais para si, o contato do quadril com o dela sendo um lembrete vívido do que havia acabado de acontecer e do que ainda estava por acontecer.

— Eu já esperei demais.

Ainda com ele dentro dela, a tensão sexual voltava, fina e perigosa. Ela se mexeu de leve, uma tentativa de levantar, e ele soltou um gemido baixo, a voz cheia de aviso.

— Não.

Em vez de deixá-la ir, ele deu três estocadas fundas nela, um movimento possessivo e arrebatador. O prazer reacendeu nos olhos dela. Ele a beijou intensamente, um beijo de despedida que prometia um reencontro.

Finalmente, ele a liberou com um suspiro pesado e um último aperto no quadril dela. Os dois se ajeitaram apressadamente. Ele puxou o zíper da calça com a mesma urgência com que ela havia aberto.

Ela caminhou até a porta da sala VIP. Antes que ela pusesse a mão na maçaneta, ele a chamou:

— Não esquece. Te pego quando terminar o trabalho.

Ela riu, a mão já na maçaneta.

— Você nem sabe a hora que eu saio.

Ele recostou-se na cadeira, com um sorriso sarcástico que não chegava aos olhos, que mantinham uma promessa sombria.

Ele recostou-se na cadeira, com um sorriso sarcástico que não chegava aos olhos, que mantinham uma promessa sombria

— É claro que eu sei. Eu sei de tudo. Agora vai, antes que eu te coloque de quatro nessa mesa e te foda até você chorar.

Ela mordeu o lábio inferior, o olhar faminto e submisso antes de girar a maçaneta e desaparecer.

Jimin fechou os olhos, o cheiro dela, de sexo e café, pairando no ar.

“Ela é teimosa. Adoro isso. A forma como ela tenta fugir enquanto o corpo dela implora para que eu a possua. Eu não vou apenas buscá-la. Eu vou buscá-la e vou levá-la para onde eu quiser. O trabalho dela, o nome dela, os horários dela… São todos meus, agora. Ela mal sabe o quão fundo se meteu comigo. Mal pode esperar para ver a expressão dela quando eu estiver parado na frente da saída.”

15 Comentários

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  1. Anne
    Feb 1, '26 at 5:21 pm

    — Hyejin, atende a sala VIP hoje pra mim, por favor — disse, sem conseguir encará-lo.

    Como será que ele vai reagir a essa troca

  2. Anne
    Feb 1, '26 at 5:31 pm

    — Agora que você é minha — ele murmurou, a voz grave e satisfeita, os olhos fixos nos dela.

    Já se apossou dela

  3. IASMINE
    Feb 1, '26 at 11:41 pm

    “Ela é teimosa. Adoro isso. A forma como ela tenta fugir enquanto o corpo dela implora para que eu a possua. Eu não vou apenas buscá-la. Eu vou buscá-la e vou levá-la para onde eu quiser. O trabalho dela, o nome dela, os horários dela… São todos meus, agora. Ela mal sabe o quão fundo se meteu comigo. Mal pode esperar para ver a expressão dela quando eu estiver parado na frente da saída.”

    Aiiii que medo gente, ele possessivo total

  4. Marcela
    Feb 13, '26 at 8:28 pm

    — Não. Não é assim que funciona. Você não me faria gozar assim e sair por essa porta como se nada tivesse acontecido. Você é minha, agora. E eu quero saber: posso te buscar depois do trabalho?

    “Você é minha ”
    Sem brechas pra ela recusar… Gosto assim

  5. Marcela
    Feb 13, '26 at 8:29 pm

    “Ela é teimosa. Adoro isso. A forma como ela tenta fugir enquanto o corpo dela implora para que eu a possua. Eu não vou apenas buscá-la. Eu vou buscá-la e vou levá-la para onde eu quiser. O trabalho dela, o nome dela, os horários dela… São todos meus, agora. Ela mal sabe o quão fundo se meteu comigo. Mal pode esperar para ver a expressão dela quando eu estiver parado na frente da saída.”

    Acho que não sou normal kkkk eu amo Homem assim

  6. Iasmine
    May 13, '26 at 8:30 pm

    O coração dela acelerou sem permissão, o corpo reagindo antes da mente. As lembranças da noite anterior — o toque, o calor, o sussurro quase proibido — atravessaram sua mente em segundos. Ela engoliu em seco e tentou se proteger.

    A bicha ja tremeu na base com Sr Park kkkkk

  7. Iasmine
    May 13, '26 at 8:32 pm

    — Quero que me atenda de novo, por favor — completou ele, e se afastou em direção à sala VIP.

    Mas é um cachorro esse Park Jimin kkkk

  8. Iasmine
    May 13, '26 at 8:32 pm

    — Agora que você é minha — ele murmurou, a voz grave e satisfeita, os olhos fixos nos dela.

    Mal sabe ela onde ta se enfiando kkkkk

  9. Thamiris
    May 26, '26 at 6:05 pm

    — Já estou indo, senhor Jimin… vou levar o de sempre. E me desculpe por ter derramado… derramado leite no senhor ontem — disse, trêmula.

    Olha a ironia

  10. Thamiris
    May 26, '26 at 6:07 pm

    — Quero sair com você… aceita sair comigo? Não quero só momentos assim em uma sala VIP… quero você, SN. Me deixa ter você pra mim. — ele sussurrou contra a boca dela, antes de beijar ela com ainda mais intensidade.

    Só inverteram pouco a ordem,mais tudo certo

  11. Thamiris
    May 26, '26 at 6:11 pm

    Ela sorriu entre o beijo, provocando, a boca ainda roçando na dele. — Quer que eu fale a resposta… ou que eu mostre? — murmurou, voz rouca, arrastando o som como se o desafiasse.

    Mais ela tbm não deixa baixo né

  12. Thamiris
    May 26, '26 at 6:17 pm

    — Não. Não é assim que funciona. Você não me faria gozar assim e sair por essa porta como se nada tivesse acontecido. Você é minha, agora. E eu quero saber: posso te buscar depois do trabalho?

    Assim já?!

  13. Thamiris
    May 26, '26 at 6:27 pm

    Ele recostou-se na cadeira, com um sorriso sarcástico que não chegava aos olhos, que mantinham uma promessa sombria.

    Lógico que ele sabe

  14. Thamiris
    May 26, '26 at 6:28 pm

    — É claro que eu sei. Eu sei de tudo. Agora vai, antes que eu te coloque de quatro nessa mesa e te foda até você chorar.

    Rapaz se eu fosse tu, ficava só pra fazer um teste kk

  15. Thamiris
    May 26, '26 at 6:29 pm

    “Ela é teimosa. Adoro isso. A forma como ela tenta fugir enquanto o corpo dela implora para que eu a possua. Eu não vou apenas buscá-la. Eu vou buscá-la e vou levá-la para onde eu quiser. O trabalho dela, o nome dela, os horários dela… São todos meus, agora. Ela mal sabe o quão fundo se meteu comigo. Mal pode esperar para ver a expressão dela quando eu estiver parado na frente da saída.”

    Passa logo ela pro teu nome macho

Nota

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