Capítulo 7 – A Última Fronteira
por FanfiqueiraO asfalto de Seul parecia brilhar sob os pneus do SUV de luxo de Park Jimin. O interior do carro era um santuário de couro italiano, cheiro de madeira de sândalo e um silêncio que só era interrompido pelo ronco suave do motor. Mas, para SN, o silêncio era barulhento. Ela olhava pela janela, vendo as ruas familiares que levavam ao Velvet Brew, sentindo o peso do uniforme por baixo do casaco caro que Jimin a obrigara a usar naquela manhã.
Jimin dirigia com uma mão no volante, a outra descansando possessivamente sobre a coxa de SN. Ele não apenas a tocava; ele a reivindicava. Seus dedos apertavam a carne macia periodicamente, um lembrete constante de quem ela pertencia agora.
— Sabe… — a voz dele surgiu baixa, vibrando no habitáculo do carro como um violoncelo. — Eu estava olhando para você enquanto se vestia. Esse uniforme… ele não te serve mais. Na verdade, ele nunca te serviu.
SN deu um sorriso tímido, sentindo o calor subir pelo pescoço. — É só um emprego, Jimin. Eu preciso me despedir das meninas, fechar meu armário… não posso simplesmente sumir.
Jimin soltou uma risada curta, carregada de ironia. Ele reduziu a velocidade, aproveitando que o trânsito havia parado, e virou o corpo levemente para ela. Seus olhos escuros brilharam com uma malícia predatória.
— Falta hoje — ele sugeriu, a voz agora um sussurro perigoso perto do ouvido dela. — Pega esse celular agora. Manda uma mensagem curta. “Não vou mais”. Só isso. Diga que você finalmente acordou para a realidade e que vai ocupar o cargo que deveria ser seu desde o início: em uma multinacional, em um andar onde as pessoas tremem quando ouvem o meu nome, e onde você estará sentada ao meu lado.

Enquanto falava, a mão de Jimin subiu da coxa para a cintura de SN, puxando-a para mais perto, apesar do console central. Ele começou a distribuir beijos lentos e úmidos pelo maxilar dela, parando na curva do pescoço para dar uma mordida leve, mas firme, que a fez soltar um arquejo.
— Imagine você lá, SN… — ele continuou, a mão subindo por baixo do casaco, os dedos traçando o contorno do sutiã através do tecido fino da blusa do uniforme. — Sem aventais sujos de café. Apenas sedas, joias e a minha mão sob a sua saia durante as reuniões de diretoria. Você realmente quer ir para aquela lanchonete hoje?
SN sentiu o corpo traí-la. A umidade que ele provocara horas antes no quarto parecia retornar com força total. Ela fechou os olhos, entregando-se por um momento às carícias dele. Jimin apertou um de seus seios com força, o polegar roçando o mamilo já ereto, e ela soltou um gemido baixo, escondendo o rosto na curvatura do ombro dele.
— Você é um manipulador, Park Jimin — ela murmurou, a voz trêmula. — Você quer que eu seja totalmente dependente dos seus caprichos.
— Eu quero que você seja rainha, SN. Mas toda rainha precisa de um rei que a domine no escuro — ele retrucou, dando um último aperto possessivo antes de voltar a focar no trânsito, o sorriso vitorioso estampado no rosto.
A fachada do Velvet Brew surgiu no horizonte. O café, que antes era o refúgio de SN, agora parecia pequeno, insignificante diante do mundo de luxo em que ela fora submersa. Jimin estacionou o carro bem em frente à entrada, atraindo olhares curiosos dos pedestres e dos funcionários que já estavam lá dentro.
Ele desligou o motor, mas não soltou a mão dela. O clima no carro mudou de sedutor para autoritário em um segundo.
— Chegamos para o seu último dia — ele disse, olhando para o estabelecimento com um desdém mal disfarçado. — Agora, ouça bem. Entre lá, faça o que tem que fazer, mas não demore. E, SN…
Ele se inclinou, os lábios quase tocando os dela, mas parou, mantendo a distância apenas para torturá-la.
— Não esqueça de pedir demissão. Deixe claro que você não volta mais. Eu não quero você vinculada a esse lugar por nem mais um segundo.
SN arregalou os olhos, sentindo o coração disparar. Ela olhou para o lado e viu sua colega de trabalho, Hyejin, limpando uma mesa perto da vitrine e olhando diretamente para o carro de luxo.
— Jimin! — ela sussurrou, rindo de nervoso. — Fala baixo! Alguém pode ouvir.
Jimin soltou uma gargalhada alta, uma diversão genuína e sombria. Ele adorava adorava saber que ele era o motivo de todo aquele caos emocional.
— Deixe que olhem — ele disse, dando um selinho rápido e possessivo nela. — Que saibam que a garçonete preferida deles agora tem dono. Agora vá.
SN saiu do carro às pressas, ajeitando o casaco e sentindo o rosto queimar. Ao entrar no café, o tilintar da campainha na porta pareceu um sino de despedida.
Dentro do carro, o silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo leve tique-taque do relógio e pela respiração agora rítmica de Park Jimin. Ele desbloqueou o celular com um gesto rápido e discou para sua linha privada na presidência.
— Senhor Park? — A voz da Secretária Kim soou imediatamente, eficiente e polida como o aço.
— Kim, reporte. Quero saber se as minhas instruções sobre a nova diretoria de projetos foram seguidas à risca.
— Tudo pronto, senhor. O contrato de diretoria está sobre a sua mesa, redigido com as cláusulas de confidencialidade e os benefícios de alto escalão que o senhor solicitou. A sala adjacente à sua já foi desocupada, a mobília foi trocada conforme as suas especificações e o sistema de segurança já reconhece os dados biométricos da Srta. SN. Ela terá acesso total ao andar da presidência a partir de amanhã cedo.
Jimin ouviu cada detalhe com uma expressão neutra. Ele não queria apenas que ela trabalhasse ali; ele queria que ela tivesse o melhor que o mundo corporativo pudesse oferecer. Ele a amava com uma intensidade que beirava o devocional, e elevar o status dela para que ninguém — nem o pai dela, nem os acionistas — pudesse diminuí-la era sua missão pessoal.
— Ótimo. Certifique-se de que a equipe de TI instale os softwares de análise financeira mais avançados. Ela é brilhante, Kim. Quero que ela tenha ferramentas que acompanhem a velocidade do raciocínio dela. Mais uma coisa: envie um carro blindado para buscá-la amanhã às oito. Não quero que ela use o metrô.
— Entendido, senhor Park. Providenciarei agora mesmo. Algo mais?
— Por enquanto, apenas isso. Esteja pronta para recebê-la com as honras de uma executiva de elite.
Ele desligou o telefone e o jogou no banco do passageiro. Seus olhos se voltaram para a vidraça do Velvet Brew. Através do vidro, ele conseguia ver a cena se desenrolar.
SN estava de pé em frente à gerente, uma mulher que sempre fora rigorosa, mas que claramente dependia da competência de SN para manter o café em ordem. A expressão da gerente era impagável: o queixo caído, os olhos arregalados, as mãos gesticulando no ar enquanto ela olhava para o balcão e depois de volta para SN, como se não pudesse acreditar que seu braço direito estava pedindo demissão de forma tão abrupta.
Jimin observou SN manter a postura. Ela não parecia mais a garçonete intimidada; havia nela um brilho de confiança que ele mesmo ajudara a despertar. Ela estava encerrando um ciclo para começar o que ele sempre soube que era o destino dela.
Um riso baixo e vitorioso escapou dos lábios de Jimin. Era um riso de um homem que finalmente vê a mulher que ama saindo da sombra para ocupar o lugar de destaque que ele reservou para ela desde os tempos de faculdade.
— É isso aí, meu amor… — ele sussurrou para si mesmo, os olhos brilhando com uma mistura de orgulho e desejo. — Deixe-os em choque. Você não pertence a esse balcão. Você pertence ao topo.
Ele viu a gerente levar as mãos à cabeça, provavelmente pensando em como substituiria SN, enquanto a colega, Hyejin, se aproximava para dar um abraço de despedida emocionado. Jimin sentiu uma satisfação profunda. Ele estava tirando-a dali, protegendo-a da mediocridade, e trazendo-a para o seu mundo, onde ele poderia cuidar dela, desafiá-la e amá-la sem interrupções.
Com um último olhar fixo na silhueta de SN, ele engatou a marcha. O motor do carro roncou baixo, uma fera pronta para a caçada.
— Amanhã, SN… — ele murmurou, um meio sorriso brincando em seus lábios enquanto ele acelerava o carro, deixando o café para trás. — Amanhã, você começa a governar ao meu lado.
Ele seguiu em direção ao centro financeiro, o “Modo CEO” agora operando em capacidade total. Ele tinha um império para gerenciar e, pela primeira vez em anos, ele não estava fazendo isso apenas pelo poder ou pelo nome da família. Ele estava fazendo isso por ela. E Park Jimin nunca perdia um investimento — especialmente quando o prêmio era o coração e o futuro da mulher que ele amava.
[quote]Enquanto falava, a mão de Jimin subiu da coxa para a cintura de SN, puxando-a para mais perto, apesar do console central. Ele começou a distribuir beijos lentos e úmidos pelo maxilar dela, parando na curva do pescoço para dar uma mordida leve, mas firme, que a fez soltar um arquejo.
Isso é chantagem, Sr Jimin
Desse jeito fica difícil a coitada negar
[quote]— Você é um manipulador, Park Jimin — ela murmurou, a voz trêmula. — Você quer que eu seja totalmente dependente dos seus caprichos.
Com toda certeza, ele quer exatamente isso
[quote]— Deixe que olhem — ele disse, dando um selinho rápido e possessivo nela. — Que saibam que a garçonete preferida deles agora tem dono. Agora vá.
Possessivo não, JAMAIS KKKK
[quote]— Tudo pronto, senhor. O contrato de diretoria está sobre a sua mesa, redigido com as cláusulas de confidencialidade e os benefícios de alto escalão que o senhor solicitou. A sala adjacente à sua já foi desocupada, a mobília foi trocada conforme as suas especificações e o sistema de segurança já reconhece os dados biométricos da Srta. SN. Ela terá acesso total ao andar da presidência a partir de amanhã cedo.
O bonito já pensou em tudo, nos mínimos detalhes
[quote]— Amanhã, SN… — ele murmurou, um meio sorriso brincando em seus lábios enquanto ele acelerava o carro, deixando o café para trás. — Amanhã, você começa a governar ao meu lado.
E o bonito conseguiu msm o que queria
Noossa Jimin seu safado, no trabalho?
Socorroo se um homem fala isso pra mim, eu me desmancho
Eita lasqueira, o cara mandou fazer tudo e mais um pouco
O sonho de toda CLT kk
MDS do céu
Quero um Park desses na minha vida
Jimin me pedir pra largar do serviço,eu não vou nem pra da tchau