Capítulo 33 – O Peso de Duas Almas
por FanfiqueiraA porta da suíte se fechou com um baque abafado, trancando o mundo e o barulho ensurdecedor da imprensa do lado de fora. Dentro do quarto, o silêncio era tão denso que parecia esmagar as paredes.
A adrenalina da cena no salão começou a escorrer pelo corpo de S/N, deixando em seu lugar apenas a exaustão pura e uma culpa paralisante. Ela caminhou alguns passos pelo carpete macio, o olhar fixo no chão, ainda sentindo o tecido do casaco de Yoongi pesado sobre os seus ombros.
Jungkook veio logo atrás. Ele caminhava como se estivesse sob o efeito de um entorpecente, movido por um impulso automático de proteção. Ele se aproximou por trás dela, a respiração ainda desregulada, e passou os braços ao redor da cintura dela, puxando-a contra o seu peito para colar os lábios na curva do seu pescoço num beijo faminto e desesperado.
S/N não o impediu, mas o seu corpo travou. O beijo dela veio automático, contido, com uma distância invisível mas dolorosa que se ergueu entre os dois.
Jungkook percebeu a mudança no mesmo segundo. Ele interrompeu o contato, dando um passo lento para trás, a sobrancelha franzida e os olhos escuros encarando o rosto dela com uma mistura de confusão e incerteza.
Ele tentou soltar um riso fraco, querendo quebrar o clima denso, embora a sua própria voz entregasse o tremor em seu peito.
— O que foi? — ele perguntou, tentando soar brincalhão, embora o tom saísse rasgado. — Você não quer ter um bebê?
S/N deu um sorriso triste, sem curva, balançando a cabeça devagar enquanto limpava uma lágrima rápida no canto do olho.
— Não é isso , Jung… A gente precisa conversar sobre tudo o que aconteceu.
Jungkook deu mais um passo para trás, balançando as mãos no ar num gesto rápido de negação. A expressão dele mudou drasticamente, o pânico voltando a tomar conta de seus traços.
— Não. Não, eu não quero — disse ele, a voz subindo uma oitava. — Eu não quero falar sobre isso, S/N. Eu sei que vou ouvir coisas que não quero ouvir e eu não sei como eu conseguiria lidar com isso agora. Não faz isso.
— Mas a gente precisa conversar — insistiu ela, a voz fraca, mas firme. — Uma hora a gente precisa falar, e esse é o momento mais certo.
Jungkook respirou fundo, puxando o ar com tanta força que o seu peito largo subiu e desceu descontroladamente. Ele passou a mão pela testa, tirando o cabelo bagunçado do rosto, e foi aí que a ficha começou a cair de verdade. Até aquele momento, ele agira no puro instinto — correr atrás dela, resgatá-la na estrada, segurar sua mão diante dos fotógrafos —, mas agora, parado no quarto, ele olhou para ela com atenção.
Viu o casaco masculino largo demais para o corpo dela. Viu o cachecol de lã escura enrolado no seu pescoço. Era o estilo do Yoongi. O cheiro sutil do perfume dele ainda estava impregnationado ali.
O silêncio voltou a reinar enquanto ela tentava formular uma frase, mas o ar simplesmente não saía da garganta dela.
— Você… você ouviu todos os áudios? — perguntou Jungkook, a voz tremendo ao quebrar o silêncio.
S/N fez um biquinho involuntário, os olhos se enchendo de água rapidamente até transbordar.
— Ouvi… — sussurrou ela.
— Então você sabe — rebateu ele, dando um passo à frente, os olhos fixos nos dela com uma intensidade desesperada. — Você sabe que nada do que você me disser aqui vai me fazer querer me afastar de você. Então a gente não precisa falar sobre isso. Esquece isso, por favor…
— Jung… — a voz dela saiu manhosa, totalmente quebrada pelo choro que ela já não conseguia mais reter. — Eu… eu e o Yoongi…
O tempo parou no exato milissegundo em que as palavras “Eu e o Yoongi” saíram da boca dela.
O peito de Jungkook deu uma sequida violenta. As mãos dele, que antes ameaçavam se estender para tocá-la, congelaram no ar. O calor da respiração dele sumiu, e a cor fugiu completamente do seu rosto.
Quando S/N deu um pequeno passo para trás, tentando se distanciar pelo peso da vergonha, o espaço de poucos centímetros que se abriu entre os dois pareceu um abismo sem fim. As mãos de Jungkook caíram pesadas ao lado do corpo. A mão enfaixada fisgou com uma dor aguda, mas a dor física era insignificante perto do golpe rasgado que ele acabara de levar no peito.
Ele encarou o rosto dela com os olhos arregalados, percorrendo cada traço da sua expressão, buscando desesperadamente qualquer indício de ter entendido errado.
— Não… — a palavra saiu rasgada da boca dele, um fio de voz rouco, trêmulo, quase imperceptível.
Ele deu um passo involuntário para trás, cambaleando levemente como se tivesse levado um soco físico. Balançou a cabeça devagar, num gesto desesperado de negação, encarando o casaco no corpo dela, os lábios dela, os olhos banhados em lágrimas.
— Não termina essa frase, S/N… — murmurou ele, a voz totalmente embargada, o peito subindo e descendo descontroladamente enquanto as lágrimas voltavam a queimar seus olhos. — Por favor… por tudo o que é mais sagrado… não diz o que você tá pensando em dizer.
S/N encolheu os ombros, abraçando o próprio corpo numa tentativa instintiva de se proteger da culpa que a corroía por dentro.
— Jung… — ela tentou falar, os lábios tremendo sem parar.
Ver ela se encolher daquele jeito, tentando se proteger dele e da própria verdade, fez o peito de Jungkook rasgar por completo. A cabeça dele girou. A exaustão acumulada, o medo e o impacto devastador da confirmação tiraram todas as forças de suas pernas. As dobras dos seus joelhos cederam e ele caiu no chão, desabando de joelhos bem na frente dela.
O som do corpo dele batendo no piso da suíte ecoou seco.
Jungkook apoiou a mão esquerda no chão para não desabar de cara, enquanto a mão enfaixada tremia sem parar sobre o joelho. Ele inclinou a cabeça para baixo, e as lágrimas começaram a pingar pesadas diretamente no tapete, uma atrás da outra.
— Ele te tocou… — a voz dele saiu abafada, um sussurro destruído, rasgado pelo choro que saía de seu peito. — No chalé… sozinhos na neve… ele… ele teve você.
Ele levantou o rosto devagar para olhá-la de baixo para cima. Os olhos dele estavam vermelhos, transbordando uma dor tão crua que parecia física. A imagem dela usando as roupas do Yoongi era a confirmação silenciosa de tudo.
Ele esticou a mão esquerda — trêmula, sem força — e segurou bem de leve na barra da calça dela, como um homem que se afoga e tenta se agarrar à última corda.
— Eu te disse nos áudios… — começou ele a falar, a voz falhando a cada palavra, soluçando sem parar. — Eu disse que… que se tivesse acontecido alguma coisa… eu não me importava. Eu disse que passava por cima de qualquer coisa pra não te perder! Mas ver você me olhando desse jeito… me dizendo isso…
Jungkook pressionou a testa contra a perna dela por um segundo, chorando baixinho, incapaz de conter a devastação.
— Fala pra mim, S/N… me olha e fala… — murmurou ele, levantando a cabeça de novo, buscando o olhar dela através do choro. — Você… você fez isso porque ama ele? Ou porque eu destruí a gente primeiro? Por favor… me responde…
A visão dele ajoelhado aos seus pés, destruído e implorando por respostas, terminou de despedaçar o que restava de S/N. Num movimento desordenado, ela ensaiou se curvar para levantá-lo, mas a voz da consciência a travou na hora. Ela sentiu que não tinha mais o direito de tocá-lo com carinho depois do que fizera. Recolheu a mão lentamente, engolindo o próprio choro.
— Por favor, Jung… Jungkook… — disse ela, a voz sufocada pelo medo e pela vergonha. — Não fica assim… Eu não mereço as suas lágrimas. Eu… meu Deus…
Ela fechou os olhos com força, tentando puxar o ar que parecia não entrar mais em seus pulmões, e soltou a verdade que estava presa em sua garganta:
— Jungkook… Sim. Eu… eu amo o Yoongi.
No instante em que a palavra “sim” e o nome do Yoongi saíram da boca dela, o ar simplesmente desapareceu do peito de Jungkook.
Ele não se mexeu. A mão dele, que segurava a barra da calça dela, perdeu totalmente a força e caiu inerte no chão. Ele ficou ali, paralisado, encarando o nada enquanto as palavras dela ecoavam na sua mente como um eco infinito.
Um riso fraco, amargo e completamente quebrado escapou da garganta dele. Um riso sem alegria alguma, apenas o som da sua própria ruína.
— Você ama ele… — repetiu num sussurro rasgado, a voz quase inaudível, balançando a cabeça devagar enquanto encarava o chão molhado por suas próprias lágrimas.
A dor que ele sentiu não era apenas emocional; era uma dor física, violenta, que fazia cada fibra de seu corpo queimar. Ele fechou a mão enfaixada em um punho bem apertado, sentindo a pontada aguda dos cortes reabrirem sob o tecido, mas nem isso se comparava ao rasgão em sua alma.
Ele levantou o rosto devagar. Os olhos estavam transbordando um luto profundo.
— E eu? — perguntou ele, a voz embargada, falhando no meio do choro. — E o que a gente viveu, S/N? E tudo o que eu senti… tudo o que eu ainda sinto por você? Tudo isso não significou nada?
Apoiando a mão no joelho, Jungkook se levantou devagar. O corpo dele parecia pesado, cambaleando levemente até ficar de pé na frente dela. Ele diminuiu a distância, sem raiva, mas com um desespero sufocante.
— Me olha… por favor, me olha! — pediu ele, a voz fraquejando enquanto uma lágrima espessa descia pelo seu maxilar. — Você diz que não merece as minhas lágrimas, mas você tá me matando por dentro! Eu passei a noite inteira acordado, chorando, achando que o meu maior problema era sobre a gravides da Mia… enquanto você tava lá na montanha… entregando o seu coração e o seu corpo pra ele!
ele passou a mão enfaixada pelo rosto, cobrindo os olhos por um segundo enquanto um soluço pesado balançava os ombros dele.
— Se você ama ele… por que voltou? — perguntou ele, num tom doloroso. — Por que você veio até aqui me olhar desse jeito? Pra me dar o golpe misericordioso? Pra me dizer na minha cara que o meu irmão ganhou de mim?!
Cada palavra dele era como uma lâmina cravando no peito de S/N. Incapaz de aguentar o peso daquelas acusações e da própria dor, as pernas dela fraquejaram. Ela tropeçou no próprio pé, dando dois passos para trás antes de cair de joelhos no chão, cobrindo o rosto com as mãos e chorando convulsivamente.
— Me desculpa… por favor, me desculpa… — pedia ela entre os soluços, sem conseguir formular nenhuma outra frase.
Ver ela desabar daquele jeito, destruída no chão da sala, desmontou qualquer resto de orgulho ou raiva que Jungkook ainda estivesse tentando segurar. A dor de vê-la sofrendo era insuportável para ele.
A raiva evaporou num segundo. Num sobressalto, Jungkook se jogou no chão de joelhos bem na frente dela, diminuindo o espaço entre os dois.
— S/N! — chamou ele, a voz rasgada.
Esquecendo a dor na mão machucada, ele passou os braços ao redor dos ombros e do pescoço dela, puxando o corpo dela com força contra o seu peito para acolhê-la no meio daquele colapso. Ele colou o rosto no cabelo dela, sentindo a respiração descontrolada e os tremores dela contra o seu corpo.
— Não… não faz assim, por favor — pediu num sussurro desesperado, os lábios colados na têmpora dela enquanto as lágrimas dele se misturavam às dela. — Não se machuca… Por favor, para de se culpar desse jeito. Eu não aguento te ver assim.
Ele a apertou ainda mais forte, como se tentasse colar os pedaços do relacionamento que haviam se quebrado.
— Me desculpa… me desculpa por ter gritado, por ter falado daquele jeito — murmurou ele, a voz sufocada perto da orelha dela. — Eu tô magoado, eu tô morrendo por dentro, S/N… mas ver você assim me destrói mil vezes mais.
Ele afastou o rosto apenas o suficiente para segurar o queixo dela com delicadeza, obrigando-a a olhá-lo através das lágrimas.
— Respira… respira comigo, por favor — pediu ele, o polegar limpando o choro do rosto dela de forma rápida e trêmula. — Eu tô aqui. Mesmo depois de tudo… eu ainda tô aqui com você. Não esconde o seu rosto de mim…
— Eu não te mereço… — chorava ela, tentando se afastar do toque dele, a voz entrecortada. — Para com isso… para de ser tão perfeito, por favor!
— Perfeito?! — a palavra saiu da boca dele num sopro rasgado, quase uma risada trágica no meio do choro.
Ele não a deixou se afastar. Firmou as mãos nos braços dela com mais força, recusando-se a abrir espaço entre os dois, aproximando-se até colar a sua testa na dela.
— Eu não sou perfeito, S/N! Eu sou um desastre! — disse ele num sussurro doloroso, a voz falhando. — Se eu fosse perfeito, você não teria procurado nele o que eu não soube te dar! Se eu fosse suficiente… você estaria me amando, e não ele!
As lágrimas dele pingavam direto na pele dela.
— Para de me afastar… por favor, para! — implorou ele, o queixo tremendo incontrolavelmente. — Eu prefiro que você me xingue, que me bata, que diga que me odeia… mas não tenta me empurrar pra longe de você. Eu não aguento isso… eu não aguento te ver pedindo desculpas como se você fosse a única pessoa errada da história.
Jungkook a puxou de volta contra o peito de uma vez só, afundando o rosto na nuca dela, prendendo-a em seus braços com o desespero de quem se recusa a aceitar o fim.
S/N encostou o rosto no peito dele, sentindo as batidas descontroladas do coração de Jungkook contra o seu rosto. A dor da entrega dele fez uma nova leva de lágrimas lavar a sua pele, mas no meio daquela tempestade, a certeza do que sentia por ele falou mais alto.
— Eu te amo… — sussurrou ela, a voz saindo abafada contra o tecido da camisa dele. — Eu te amo, Jungkook… Por isso eu voltei. Mas… mas eu não consigo te ver assim por minha causa. Me dói demais te ver destruído desse jeito…
Jungkook travou ao ouvir aquelas palavras. A declaração dela, dita no meio daquele cenário devastado, agiu como um bálsamo temporário sobre a sua ferida aberta.
Sem dizer mais nada, ele passou os braços por baixo das pernas e das costas dela, levantando-a do chão num movimento firme e carregando-a no colo. S/N escondeu o rosto no pescoço dele, agarrando-se à blusa dele enquanto ele caminhava a passos lentos em direção ao quarto principal da suíte.
Jungkook a deitou com todo o cuidado sobre o colchão macio. Em seguida, ele se deitou ao lado dela, puxando o edredom sobre os dois e trazendo o corpo dela para junto do seu. Ele a prensou suavemente contra o seu peito, cobrindo-a com o próprio corpo, trancando as pernas dela entre as suas para garantir que ela não fugisse.
Ele apoiou o queixo no topo da cabeça dela, mantendo uma das mãos firmes na cintura dela e a outra acariciando os cabelos dela num ritmo lento e protetor.
— Fica aqui… — murmurou Jungkook, a voz roçando no cabelo dela, o tom grave e rouco já demonstrando o cansaço extremo que tomava conta dele. — Só fica aqui comigo. A gente não precisa resolver o mundo hoje. A gente não precisa entender o amanhã agora… Mas enquanto você tiver nesse quarto, você é minha. Deixa eu te segurar só mais um pouco.
S/N fechou os olhos, respirando o cheiro dele, sentindo o peito de Jungkook subir e descer num ritmo que aos poucos ia se acalmando. Ela abraçou a cintura dele com força, afundando o rosto no peitoral macio, e os dois permaneceram ali, enroscados no meio do silêncio da suíte, deixando que o cansaço e o peso de tudo o que haviam vivido os levasse lentamente para longe da realidade.
Aiiiii casseta grande… agora é a hora pqp
Pois é isso mesmo juku, enquanto vc tava se matando a noite inteira… ela tava la sentando em outro kkkkkk
Caraiooo sn ai vc acabou de enterrar o bichinho poooota queeel
Bom pelo menos ela é sincera ne.. vamo pensar pelo lado bom.. ela não ta enganando eles
Caraioo to sofrendo junto com eles socorrooooo
Pooorra sn finalmente mano… achei que ela nunca ia dizer isso pra ele vei. (som de fogos de artifício sendo lançados ao céu)
Meu anjo ela voltou no meio da neve pra vc, é obvio que é sua, ela ja fez a escolha dela
[quote]— Não termina essa frase, S/N… — murmurou ele, a voz totalmente embargada, o peito subindo e descendo descontroladamente enquanto as lágrimas voltavam a queimar seus olhos. — Por favor… por tudo o que é mais sagrado… não diz o que você tá pensando em dizer.
Criatura, tu n quer ouvir, mas tu já sabe o que aconteceu kkkk
[quote]— Jungkook… Sim. Eu… eu amo o Yoongi.
CARALEEEEEO
Uma lapada, ao vivo e a cores
[quote]— Não… não faz assim, por favor — pediu num sussurro desesperado, os lábios colados na têmpora dela enquanto as lágrimas dele se misturavam às dela. — Não se machuca… Por favor, para de se culpar desse jeito. Eu não aguento te ver assim.
Mulher, o que foi que tu fez, hein?
Que chá miserável foi esse ?
Para os 2 tá desse jeito
[quote]— Eu não sou perfeito, S/N! Eu sou um desastre! — disse ele num sussurro doloroso, a voz falhando. — Se eu fosse perfeito, você não teria procurado nele o que eu não soube te dar! Se eu fosse suficiente… você estaria me amando, e não ele!
Não faz isso JK, que assim quem vai chorar sou eu
[quote]— Eu te amo… — sussurrou ela, a voz saindo abafada contra o tecido da camisa dele. — Eu te amo, Jungkook… Por isso eu voltei. Mas… mas eu não consigo te ver assim por minha causa. Me dói demais te ver destruído desse jeito…
Sn senta aqui, vamos conversar
Tu precisa resolver essa situação, mulheeeer
Quem quer MT acaba ficando sem nenhum, VELHO
[quote]— Fica aqui… — murmurou Jungkook, a voz roçando no cabelo dela, o tom grave e rouco já demonstrando o cansaço extremo que tomava conta dele. — Só fica aqui comigo. A gente não precisa resolver o mundo hoje. A gente não precisa entender o amanhã agora… Mas enquanto você tiver nesse quarto, você é minha. Deixa eu te segurar só mais um pouco.
Amarra jk, é melhor