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Dá o Play

SN respirou fundo, tentando recompor a postura enquanto empurrava a porta do corredor de volta para a sala de reuniões. O cheiro frio da sala de conferências, o eco distante das cadeiras sendo recolhidas, indicava que quase ninguém restava.

No canto da sala, Namjoon estava inclinado sobre a mesa, franzindo a testa, olhando para um francês que falava rápido demais. Ele parecia tentar entender cada palavra, mas o esforço não conseguia esconder o ar de concentração intensa, quase infantil.

SN avançou alguns passos, o corpo ainda trêmulo, mas a mente tentando se firmar. O francês virou-se ao perceber sua presença e, antes mesmo que ela pudesse chegar, disse em francês, rápido e com sorriso:
— Ah! Je vous cherchais partout! (Eu estava procurando por você em todo lugar!)

Ele sorriu largo, inclinando o corpo em sua direção, a mão gesticulando próxima dela, o olhar carregado de flerte aberto.
— Vous avez disparu! (Você desapareceu!) — continuou, aproximando-se, como se fosse impossível que Namjoon estivesse ali.

SN desviou o olhar por instantes, mas não conseguiu deixar de notar Namjoon parado alguns metros atrás, os olhos escuros fixos nela, observando cada movimento. Um arrepio percorreu sua espinha.

Ela suspirou baixinho, uma decisão nascendo. Se ele estava observando, então era hora de jogar o jogo. Com um sorriso leve, virou-se para o francês:
— Ah, c’est vrai? J’étais occupée. (Ah, é verdade? Estava ocupada.) — disse, inclinando-se de leve, um gesto sutil que deixava espaço para interpretação.

O francês arregalou os olhos, surpreso com o flerte dela, e continuou:
— Vraiment? Vous me manquez! (Sério? Senti sua falta!)

SN tocou levemente o braço dele, rindo baixinho, o corpo todo irradiando confiança e provocação. Seu olhar, entretanto, não podia evitar se voltar para Namjoon a cada passo do flerte. Ele permaneceu estático, a expressão fria, mas os olhos — os olhos — estavam chamando toda a atenção.

Mesmo sem entender francês, Namjoon sabia. Sabia que cada gesto dela era intencional, que cada sorriso, cada toque, cada olhar direcionado ao outro homem era calculado para testar sua paciência. Um leve aperto nos punhos denunciava sua tensão.

“Ela me provoca,” pensou Namjoon. “Mesmo sem falar, mesmo sem me olhar direto… ela quer ver até onde posso suportar.”

Ele percebeu o toque do francês, percebeu o sorriso dela, mas em seu interior, uma chama sombria queimava. Não era apenas possessão; era uma mistura de fascínio, desejo e uma raiva controlada. Cada segundo que ela flertava, seu cérebro arquitetava como reclamar aquilo que era dele — sem palavras, apenas com olhares e gestos sutis.

SN riu novamente, de forma provocante, e a mente dele recuou um instante — mas apenas para avançar logo em seguida.
“Se ela pensa que pode brincar comigo assim…”, murmurou internamente. “Vai aprender rápido o que significa ultrapassar os limites.”

A conversa com o francês terminou, ele finalmente se afastou com um sorriso nervoso, e SN se recostou levemente, sentindo a tensão no ar. Namjoon aproximou-se dela, cada passo carregado de controle e imponência silenciosa, como se pudesse tocar sua mente sem precisar de palavras.

Mais tarde, no carro a caminho do hotel, o silêncio era quase palpável. SN sentou-se ao lado de Namjoon no banco de trás, o corpo ainda vibrando com a adrenalina do flerte. O motorista à frente parecia ignorar a tensão carregada.

SN lançou olhares discretos para ele, esperando algum comentário, algum sinal de ciúmes, alguma reação que lhe mostrasse que o jogo tinha funcionado. Mas Namjoon permanecia imóvel, os olhos fixos na estrada à frente, mãos entrelaçadas sobre o colo. Nada. Nenhum sinal de que a provocação dela tivesse surtido efeito.

Ela soltou um suspiro baixo, decepcionada consigo mesma.
“Eu pensei que ia surtir efeito… que ele ia reagir,” murmurou em pensamentos. “Mas ele parece intocado… frio… inabalável. Talvez ele seja impossível.”

Namjoon, por dentro, estava em tormento. Cada gesto dela naquela sala, cada risada contida, cada toque com o francês tinha gravado-se profundamente na mente dele. O silêncio no carro não significava indiferença; era contenção. Um controle absoluto sobre o próprio corpo e emoções para não explodir ali mesmo.

“Ela me testa de propósito,” pensou, o coração disparando só de imaginar o que faria se não tivesse cuidado. “E mesmo assim… cada gesto dela me deixa louco. Cada sorriso… cada provocação… eu não posso ignorar. Ela é minha, e eu vou mostrar isso de um jeito que nunca vai esquecer.”

SN, ao perceber a frieza dele, começou a mexer no cabelo nervosamente, mordendo o lábio, imaginando se havia realmente feito efeito. Mas enquanto ela se questionava, Namjoon observava o reflexo dela no vidro, sentindo cada detalhe — a tensão nos ombros, a mordida no lábio, a curva da nuca. Ele sabia que aquela frustração, aquele jogo, só aumentava o desejo que sentia.

O silêncio no carro era ensurdecedor. Não precisavam de palavras. Ele sabia exatamente o que sentia, e ela, inconscientemente, também sabia. Mas a mente racional dela ainda lutava para ignorar o que o corpo não podia negar.

Assim que a porta do quarto bateu atrás deles, Namjoon girou a chave sem hesitar. O clique seco ecoou como uma sentença. Ela mal teve tempo de reagir antes de sentir o corpo erguido, jogado sobre o ombro largo dele, como se fosse apenas dele.

O coração dela batia acelerado, mas nos lábios um sorrisinho teimoso se formou — provocação pura. O suficiente para incendiar ainda mais o que já queimava dentro dele.

Sem uma palavra, Namjoon a lançou sobre a cama. O colchão cedeu sob o impacto, mas ela permaneceu imóvel, deitada de costas, deixando aquele sorriso fraco escapar. Uma vitória silenciosa.

Ele se virou para a mala, puxando de dentro dela uma bolsa pesada. Quando abriu, revelou uma coleção de brinquedos que fez o ar da suíte pesar: vibradores, plugs, óleo, tiras de couro. Havia de tudo — e o olhar dele, carregado de posse, deixou claro que cada peça tinha um destino: ela.

— Esse sorriso… — ele murmurou, a voz baixa, mas cheia de raiva contida. — Vai me pagar por cada olhar, por cada palavra doce que deu para outro homem.

Ela engoliu seco, mas não tirou o sorriso dos lábios. Queria provocá-lo. Queria vê-lo perder o controle.

Namjoon se aproximou devagar, o olhar preso nela como uma sombra que a engolia inteira. Uma das mãos deslizou pelo rosto dela, firme, até segurar seu queixo e obrigá-la a encará-lo. O polegar pressionou levemente seus lábios, forçando-os a se abrir.

— Aqui dentro — ele rosnou — é só meu.

Ele a prendeu pelos pulsos com tiras de couro, imobilizando-a contra a cabeceira. O couro frio apertando sua pele contrastava com o calor latejante que já dominava seu corpo. Namjoon se inclinou, o rosto colado ao dela, e sussurrou em um tom grave:

— Quero ver até onde você aguenta, pequena.

A primeira vez veio rápida, quase cruel. Ele deslizou dois dedos dentro dela, fundo, certeiros, curvando-os em busca do ponto que a fazia perder o controle. Ao mesmo tempo, o polegar pressionava o clitóris em círculos firmes. O contraste entre a penetração profunda e a pressão constante fez o corpo dela estremecer em segundos. Ela tentou conter o gemido, mordendo os lábios, mas Namjoon agarrou seu queixo e obrigou-a a soltar a voz.

— Não ouse se calar. Eu quero ouvir. — A ordem retumbou, e quando ela finalmente gemeu alto, ele sorriu satisfeito.

O orgasmo a atravessou como uma onda quente, deixando suas pernas tremendo contra os lençóis. Mas Namjoon não deu tempo para respirar.

— Uma. — Ele contou em voz baixa, sem parar o movimento dos dedos. — Agora faltam duas.

A segunda foi tortura deliciosa. Ele retirou os dedos lentamente, lambendo-os diante dela, provocando um rubor quente em seu rosto. Depois pegou um pequeno vibrador da bolsa, pressionando direto contra o clitóris já sensível. O choque inicial fez o corpo dela se arquear violentamente.

— É demais… — ela arfou, tentando se afastar, mas presa pelas amarras, só conseguia se contorcer.

Namjoon riu baixo, inclinando-se para morder o lóbulo da orelha dela.
— Você aguenta. Vai me dar mais.

Ele alternava entre intensidades, aumentando e diminuindo a vibração, até que ela não sabia mais se implorava por alívio ou por mais estímulo. A cada súplica, ele a castigava segurando o vibrador contra ela até que o clímax explodisse.

— Isso… deixa eu sentir você tremer pra mim. — As palavras dele vieram graves, possessivas, enquanto a segunda onda de prazer tomou conta dela, fazendo-a soluçar entre lágrimas e gemidos.

O corpo dela mal havia se recuperado e já implorava por descanso. Mas Namjoon estava longe de satisfeito.

— Duas. — Ele sorriu, deslizando a ponta do vibrador pela pele suada dela. — Agora a última. Vai ser a pior… ou a melhor.

A terceira foi devastadora. Ele colocou um plug pequeno, introduzindo-o lentamente, observando cada reação dela — o desconforto inicial, a respiração falha, e depois, aos poucos, o prazer que se misturava ao choque. Namjoon manteve a outra mão trabalhando dentro dela com intensidade, os dedos indo e vindo em estocadas rápidas, enquanto o vibrador voltava a pressionar o clitóris.

O corpo dela se arqueava sem controle, os lençóis já ensopados de suor. O prazer a atravessava em todas as direções, sufocante, quase doloroso de tão intenso. Namjoon a observava, fascinado, os olhos sombrios e famintos.

— Olha pra mim. — A voz dele saiu áspera. Quando ela abriu os olhos turvos, ele pressionou ainda mais, aumentando o ritmo. — Quero ver você quebrar inteira só pra mim.

E foi o que aconteceu. O terceiro orgasmo veio violento, arrasador, arrancando dela um grito sufocado. O corpo inteiro tremia, como se estivesse à beira do desmaio, e lágrimas quentes escorriam pelo rosto.

Namjoon segurou o pescoço dela com firmeza — sem machucar, apenas marcando o poder — e sorriu satisfeito, ofegante, enquanto ela se despedaçava de prazer embaixo dele.

— Três. — Ele contou, lambendo os lábios. — Agora você sabe que não pertence a mais ninguém.

Namjoon não parecia satisfeito, mesmo depois de vê-la despedaçada em três orgasmos. O olhar dele era sombrio, faminto, como se cada tremor dela fosse apenas combustível para querer mais.

— Acha que acabou, pequena? — a voz grave cortou o ar, e ele segurou firme no queixo dela. — Eu disse três… mas agora quero quebrar você de verdade.

Ele abriu as pernas dela com brutalidade calculada, encaixando-se entre elas. O plug ainda estava no lugar, e o desconforto misturado ao prazer a fazia morder os lábios com força. Namjoon passou a glande pela entrada molhada, provocando, até que ela arqueou os quadris em busca dele.

— Implora. — O comando veio frio.

— Por favor… me fode, Namjoon. — a voz dela saiu trêmula, quase um soluço.

Foi o que ele queria. Num único movimento, ele a penetrou fundo, preenchendo-a por inteiro. O contraste do pênis dele dentro e o plug pressionando por trás arrancou dela um grito alto, quase histérico. Namjoon riu baixo, sádico, inclinando-se para morder o ombro dela.

— É isso que você queria? Ser fodida até perder o ar?

Ele começou a estocar com força, sem piedade, cada estocada fazendo o plug mexer junto, intensificando a pressão. A sensação era insuportavelmente prazerosa, como se o corpo não tivesse onde fugir. Ela tremia, os pulsos amarrados puxando contra as tiras de couro, a boca aberta em gemidos que ecoavam pelo quarto.

Namjoon não parava. Uma das mãos segurava firme no quadril dela, mantendo-a imóvel para receber cada estocada profunda; a outra deslizou para o clitóris, pressionando-o com movimentos circulares rápidos, quase cruéis.

— Olha como você tá apertando, tão molhada… — Ele sussurrava no ouvido dela, enquanto o ritmo aumentava, cada vez mais selvagem. — Vou te destruir aqui, vou te fazer gozar tão forte que vai implorar pra eu parar.

Ela já estava à beira, o corpo inteiro ardendo, sem saber se chorava de prazer ou de desespero. O choque de ser penetrada, pressionada pelo plug e ainda ter o clitóris massageado a deixava sem ar, a mente nublada.

Namjoon, tomado pelo desejo e pela raiva acumulada, enroscou a mão livre no cabelo dela, puxando a cabeça para trás, expondo o pescoço. Roçou os dentes pela pele úmida de suor e cravou um beijo mordido, dominador, enquanto a estocava ainda mais fundo.

— Goza pra mim. Agora. — Ele ordenou, a voz grave, autoritária.

E o corpo dela obedeceu. O orgasmo explodiu como um choque elétrico, devastador, fazendo-a arquear inteira contra ele. A sensação da penetração combinada ao plug e à estimulação no clitóris a fez perder o controle, gemidos altos e trêmulos ecoando, lágrimas escorrendo pelo rosto.

Namjoon sentiu cada espasmo apertando ao redor dele, e em vez de diminuir, acelerou ainda mais, prolongando o prazer até que ela quase desabasse inconsciente.

— Isso… deixa eu ver você se desfazer só pra mim… — Ele rosnou, os olhos escuros fixos nela, possessivos, como se quisesse gravar aquela cena para sempre.

Quando o corpo dela finalmente cedeu, mole, ainda tremendo em ondas de prazer, Namjoon a envolveu com o braço, ofegante, mas com um sorriso satisfeito.

— Quatro. — murmurou no ouvido dela. — Agora sim você sabe o que é ser minha de verdade.

O corpo dela desabou contra o dele, mole, completamente entregue e sem forças. Namjoon a segurou com firmeza, sentindo a respiração dela falhar antes de cair em inconsciência nos braços dele. Por um instante, o coração dele vacilou. Havia algo estranho em vê-la assim — não apenas satisfeita, não apenas fodida até o limite, mas vulnerável, exposta, entregue como se confiasse nele mais do que deveria.

Namjoon ficou parado, olhando para o rosto dela adormecido, marcado de suor, lágrimas secas e vermelhidão no pescoço. A mão dele, por instinto, afastou uma mecha de cabelo grudada na testa dela. E foi aí que o pensamento que ele mais temia lhe atravessou:

“Merda… eu tô me apegando.”

Ele fechou os olhos com força, inspirando fundo, tentando afastar a ideia. Não podia. Não agora. Isso não era amor, não era carinho. Ele precisava acreditar nisso.

“É só química. É só desejo. Ela me provoca, eu desconto. É só isso.”

Mas mesmo enquanto se repetia, não conseguia parar de encarar a maneira como ela se aninhava instintivamente contra o peito dele, como se buscasse proteção. Isso o fez sentir um peso estranho na boca do estômago, quase um medo.

— Não. — murmurou para si mesmo, com a voz baixa e áspera. — Isso não pode ser mais do que é.

Com cuidado, ele a deitou na cama, ajeitando o lençol para cobri-la. Ficou de pé por alguns segundos, observando a calma no rosto dela, como se cada traço estivesse gravado em sua mente. Então se forçou a virar as costas.

Pegou a calça jeans jogada no chão, vestiu sem pressa, buscando no movimento uma forma de distrair os próprios pensamentos. Depois pegou a camiseta, passando-a pela cabeça, e soltou um suspiro pesado. O quarto parecia abafado, carregado demais com tudo o que tinha acabado de acontecer.

Namjoon abriu a porta e saiu, caminhando até a sala. Jogou-se no sofá, o corpo ainda em chamas pelo sexo brutal, mas a mente distante, em guerra consigo mesmo.

“Não é amor. Não é apego. É só prazer. É só isso.”

Repetiu de novo, como se pudesse enganar o próprio coração. Fechou os olhos, virando-se de lado, e deixou o sono vir devagar, pesado, carregado de pensamentos que ele não queria admitir.

A última coisa que lhe passou pela mente antes de apagar foi o rosto dela, mordendo os lábios enquanto implorava por ele. E isso o fez se odiar um pouco mais.

9 Comentários

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  1. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 25, '26 at 7:13 pm

    A última coisa que lhe passou pela mente antes de apagar foi o rosto dela, mordendo os lábios enquanto implorava por ele. E isso o fez se odiar um pouco mais.

    Eu aluguei uma kitinet na sua mente, baby

  2. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 25, '26 at 7:11 pm

    “Merda… eu tô me apegando.”

    Issooo, vc n vai escapar das minhas garras, RM

    1. SNdoNamjoon(YrysV)♡
      @SNdoNamjoon(YrysV)♡Mar 26, '26 at 11:44 am

      Repetiu de novo, como se pudesse enganar o próprio coração. Fechou os olhos, virando-se de lado, e deixou o sono vir devagar, pesado, carregado de pensamentos que ele não queria admitir.

      Apenas aceite, Nam

  3. SNdoNamjoon(YrysV)♡
    Mar 25, '26 at 7:10 pm

    O francês arregalou os olhos, surpreso com o flerte dela, e continuou: — Vraiment? Vous me manquez! (Sério? Senti sua falta!)

    Qm é você mesmo?

  4. Marcela
    Mar 22, '26 at 4:27 pm

    [quote]— Esse sorriso… — ele murmurou, a voz baixa, mas cheia de raiva contida. — Vai me pagar por cada olhar, por cada palavra doce que deu para outro homem.

    Eita poha, AGR ele tá mostrando pra que veio.

    1. SNdoNamjoon(YrysV)♡
      @MarcelaMar 25, '26 at 7:08 pm

      Ele sorriu largo, inclinando o corpo em sua direção, a mão gesticulando próxima dela, o olhar carregado de flerte aberto. — Vous avez disparu! (Você desapareceu!) — continuou, aproximando-se, como se fosse impossível que Namjoon estivesse ali.

      Um “Oi, sumida!” versão francesa bm na frente do RM

  5. Marcela
    Mar 22, '26 at 4:24 pm

    [quote]SN lançou olhares discretos para ele, esperando algum comentário, algum sinal de ciúmes, alguma reação que lhe mostrasse que o jogo tinha funcionado. Mas Namjoon permanecia imóvel, os olhos fixos na estrada à frente, mãos entrelaçadas sobre o colo. Nada. Nenhum sinal de que a provocação dela tivesse surtido efeito.

    Ele se controlando ao máximo haha

  6. Marcela
    Mar 22, '26 at 4:19 pm

    [quote]SN tocou levemente o braço dele, rindo baixinho, o corpo todo irradiando confiança e provocação. Seu olhar, entretanto, não podia evitar se voltar para Namjoon a cada passo do flerte. Ele permaneceu estático, a expressão fria, mas os olhos — os olhos — estavam chamando toda a atenção.

    Sn tá brincando com fogo kkkkkkk sabe que esse homem é doido

  7. Marcela
    Mar 22, '26 at 4:15 pm

    [quote]Ele sorriu largo, inclinando o corpo em sua direção, a mão gesticulando próxima dela, o olhar carregado de flerte aberto. — Vous avez disparu! (Você desapareceu!) — continuou, aproximando-se, como se fosse impossível que Namjoon estivesse ali.

    Agora o Namjoon surta de ciúmes kkkk

Nota

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