Capítulo 10 – Assim, amor?
por FanfiqueiraO primeiro toque dos lábios foi doce, hesitante, como se ambos quisessem apenas provar a lembrança um do outro. Mas em segundos o beijo se incendiou — urgente, faminto, como se o tempo afastados tivesse se acumulado em forma de saudade reprimida.
Jungkook segurou o rosto dela com força, inclinando a cabeça e aprofundando o beijo até roubar todo o ar de seus pulmões. A língua dele invadia e recuava em movimentos possessivos, arrancando gemidos baixos que só o deixavam mais ousado.
Ele a puxou e a encostou contra a parede, o corpo musculoso prensando o dela sem dar espaço para fuga. As mãos deslizaram pela cintura, apertando, explorando cada curva até alcançar a barra da blusa. Num gesto impaciente, puxou o tecido por cima da cabeça dela e jogou ao chão.
— Caralho… como eu senti falta desse corpo — murmurou, a voz rouca, os olhos escuros devorando cada detalhe.
Ela sorriu de canto, provocando, e rebolou de leve contra a rigidez que já sentia crescer sob a calça dele.
— Assim, amor? É isso que você queria?
O rosnado que escapou da garganta dele foi quase animal. Jungkook a ergueu nos braços com facilidade, colando as costas dela à parede. As pernas dela se enrolaram na cintura dele por instinto. Ele mordeu seu lábio inferior, depois desceu a boca até os seios, chupando com força um dos mamilos enquanto a outra mão apertava o segundo com desejo bruto.
— Ahhh… — ela gemeu alto, puxando os cabelos dele.
Ele revezava entre sugar, morder e lamber, deixando marcas vermelhas na pele sensível.
— Gosta quando eu te marco? — perguntou entre chupadas, a respiração descontrolada. — Quero que olhe amanhã no espelho e lembre que é minha.
Os dedos dele já estavam dentro da calcinha, escorregando com facilidade pela intimidade dela toda molhada. Enfiou dois de uma vez, curvando-os lá dentro até fazê-la arquear. O som molhado ecoava no quarto, cada estocada de dedos acompanhada dos gemidos arfados dela.
— Tão molhada pra mim… já aberta… implorando pelo meu pau.
Ela mordeu os lábios, tentando resistir à provocação, mas gemeu ainda mais alto quando ele acelerou os movimentos. Jungkook riu baixo, sádico, sem dar trégua.
— Pede. Quero ouvir da sua boca.
— Eu quero… — ela arfou. — Eu quero você dentro de mim. Amor, por favor…
Ele não esperou mais. Com uma rapidez desesperada, abriu o zíper, libertou o membro rígido e grosso e, sem aviso, deslizou contra a entrada molhada, esfregando apenas a glande.
— Gosta assim amor? — ela gemeu, rebolando contra ele, maliciosa.
O controle dele se rompeu. Num estalo seco, penetrou de uma vez, fundo, arrancando um grito dela.
— Ahhh, porra! — Jungkook gemeu, cravando as unhas em sua cintura.
A cada estocada, a parede tremia atrás deles. Ele a estocava com força, estalos ecoando pelo quarto, gemidos se misturando a respirações ofegantes.
As mãos dele se alternavam entre apertar os quadris dela, puxar seus cabelos para trás e estapear a bunda com força, deixando a pele vermelha.
— Isso… rebola minha gostosa… mostra o quanto você sentiu falta.
Ela obedeceu, movendo o quadril em círculos contra ele, provocando ainda mais. A sensação era tão intensa que o corpo dela não conseguia escolher entre prazer e desespero.
— Vai gozar pra mim, não vai? — Jungkook sussurrou contra seu ouvido, mordendo o lóbulo. — Quero sentir você se apertando toda em mim.
O clímax veio rápido, avassalador. O corpo dela estremeceu inteiro, contraindo ao redor dele, arrancando-lhe um gemido grave.
— Isso… se aperta todinha pra mim… — ele arfou, o ritmo ficando desordenado.
Ela caiu sobre ele, exausta, mas Jungkook não parou. Continuou estocando fundo, até ele próprio perder o controle. Com um grito rouco, quase selvagem, se derramou dentro dela, enfiando até o fim, como se quisesse deixá-la cheia de si.
Ofegante, manteve o corpo colado ao dela, beijando-a devagar, mordiscando seus lábios inchados.
A madrugada havia sido um misto de exaustão e entrega. O corpo dela ainda guardava o calor das mãos dele, o cheiro de pele misturado ao suor, o gosto do beijo que parecia nunca ser suficiente. Antes de o sono vencer, ela se aproximou, aninhando-se no peito dele, e sussurrou com a voz embargada, quase num pedido desesperado:
— Promete estar aqui do meu lado quando eu acordar amanhã?… Eu não sei se aguentaria passar por isso de novo…
Os olhos dela se encheram de lágrimas, mas o sono finalmente a arrastou. Jungkook já estava completamente adormecido, o braço pesado envolvendo-a sem consciência.
Não Quero Perder Você
Na manhã seguinte, a claridade atravessava as frestas da cortina. Ela abriu os olhos devagar, sentindo o vazio ao seu lado. O lençol ainda guardava o cheiro dele, mas o espaço estava frio.
Um aperto sufocante tomou conta de seu peito. O coração disparou. Ela não ousou procurar no banheiro, não chamou por ele. Apenas encolheu-se na cama, abraçando os próprios joelhos. As lágrimas vieram rápidas, descontroladas, e ela chorou como uma criança perdida, soluçando contra o lençol amarrotado.
— Eu não acredito… não de novo… — murmurou entre lágrimas, sentindo-se quebrar por dentro.
Foi nesse instante que a porta se abriu. Jungkook entrou carregando uma bandeja grande, repleta de frutas, torradas, café quente, ovos e até flores improvisadas em um copo. Mas a visão dela desmoronando na cama o fez largar tudo num sofazinho do quarto, quase derrubando parte do café.
— Amor?! — a voz dele saiu aflita. Em três passos, já estava ao lado dela, caindo de joelhos no chão e tentando afastar os braços que ela usava para se proteger. — Ei, olha pra mim… o que houve?
Ela ergueu o rosto molhado, os olhos vermelhos, e soluçou:
— Eu achei… eu achei que você tinha me deixado de novo…
O peito dele se contraiu de culpa. Jungkook a puxou para o colo com força, abraçando-a como se fosse a única coisa que importava no mundo.
— Não, não, não… eu nunca faria isso. — Ele beijava o cabelo dela, o rosto, o pescoço, tentando secar as lágrimas com os lábios. — Eu só… eu só fui buscar o café da manhã. Queria que acordasse e me visse cuidando de você.
Ela ainda tremia, mas o calor dele e a firmeza dos braços foram desfazendo o medo pouco a pouco.
— Você é tão boba… — ele sussurrou, acariciando suas costas. — Eu tô aqui. Eu vou estar aqui.
Ela respirou fundo, a cabeça encostada no peito dele, sentindo o coração dele bater acelerado. Pouco a pouco, os soluços cessaram. Jungkook afagou seu rosto com carinho e, ao vê-la finalmente sorrir de leve, suspirou aliviado.
— Agora eu vou ter que refazer todo aquele café da manhã… — ele resmungou, divertido, erguendo uma sobrancelha. — Aposto que a torrada já esfriou.
Ela riu entre lágrimas, um som frágil, e o clima pesado se desfez. O riso dele acompanhou o dela, até que ela se mexeu, sentando-se no colo dele, de frente, segurando seu rosto entre as mãos.
Os olhos dela ardiam de emoção, mas havia também firmeza na voz quando, pela primeira vez, disse:
— Eu te amo.
Jungkook congelou por um instante, os lábios entreabertos, como se não tivesse certeza se tinha ouvido direito. Mas então sorriu, aquele sorriso pequeno e sincero que só aparecia em momentos raros.
— Repete… — pediu baixinho, tocando a ponta do nariz dela com o próprio.
Ela sorriu de volta, com lágrimas ainda brilhando nos olhos.
— Eu te amo.
Ele a beijou com fome, mas quando se afastou os olhos estavam diferentes. A respiração dele ainda era acelerada, mas havia algo mais profundo ali — como se estivesse travando uma luta silenciosa dentro de si.
Jungkook passou a mão pelo cabelo, nervoso, baixando o olhar por alguns segundos. O maxilar trincado denunciava o conflito.
— Eu… — a voz falhou. Ele fechou os olhos, inspirou fundo e tentou de novo, mais baixo, quase num sussurro. — Eu nunca fui bom em falar o que sinto. Sempre acho que vou estragar tudo…
Ela o observava em silêncio, esperando, o coração disparado.
Ele ergueu os olhos lentamente, fixando-os nos dela. A intensidade daquele olhar era avassaladora.
— Mas quando você disse que me ama… eu percebi que não posso mais esconder. — Engoliu em seco, a voz falhando levemente. — Eu também te amo. Mais do que eu deveria… mais do que eu sei lidar.
As lágrimas que ainda restavam nos olhos dela voltaram a escorrer, mas agora eram carregadas de alívio e felicidade. Ela apertou o rosto dele entre as mãos, beijando-o de novo, com carinho e paixão misturados.
Jungkook sorriu no meio do beijo, quase incrédulo, e apoiou a testa na dela.
— Você me deixa com medo… — confessou baixinho. — Medo de perder, medo de não ser bom o suficiente. Mas eu juro… vou lutar contra isso todos os dias, se for pra ficar com você.
Ela soluçou um riso choroso, encostando o nariz no dele.
— Não precisa lutar sozinho.
Ele a abraçou forte, tão apertado que parecia querer fundir os corpos num só. O silêncio do quarto foi preenchido apenas pelas batidas rápidas dos dois corações, ritmadas, cúmplices.
Por fim, Jungkook murmurou com a voz firme, decidida:
— Você é a única coisa que eu não quero perder na minha vida.
Isso que não era pra fazer barulho kkkkkkk
Mas que drama da porra vei kakakakakakak
Mas ja? Que isso gente kkkkkkkk ja ama?
Que isso juku kkkkkkk ja ama tb?
Ai ai ai… minha cabeça a mil aqui!!!
Escritora aqui não deu pra mim…. Jk desgramado… kkkk
Se vc não for nem a metade que a escritora te define, eu matooo vc!!! Kkkkk
Olha o trauma aí Jk?! Daí não dá né!?