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Jungkook não perdeu tempo. O beijo urgente que começara nos lábios dela foi descendo pelo pescoço, deixando marcas quentes na pele sensível. Cada mordida curta era seguida por uma lambida lenta, como se estivesse apagando o fogo que ele mesmo acendia.

 Cada mordida curta era seguida por uma lambida lenta, como se estivesse apagando o fogo que ele mesmo acendia

Ela se arqueava contra ele, o corpo reagindo de imediato, e isso apenas o instigava mais.

— Você não faz ideia do que me provoca… — sussurrou contra a curva do ombro dela, a respiração quente arrepiando sua pele.

As mãos dele deslizaram pelos seios, firmes, massageando e beliscando os mamilos com o polegar até arrancar dela um gemido agudo. Ele sorriu satisfeito, levando um dos bicos à boca e sugando com intensidade. O calor da língua misturado à sucção enlouquecia, e ele alternava entre um seio e outro, deixando-os úmidos e sensíveis.

— Ah… Jungkook… — ela gemeu, enfiando as mãos nos cabelos molhados dele, puxando-o para mais perto.

Mas ele não parou aí. Continuou descendo, traçando o abdômen dela com a ponta da língua, até alcançar o limite da intimidade. Ele se afastou um segundo, apenas para admirá-la aberta diante dele, vulnerável e excitada. O olhar dele ardeu — escuro, possessivo, faminto.

— Linda… — murmurou, antes de se inclinar.

A primeira lambida foi lenta, extensa, fazendo-a arfar alto, as costas arqueando de imediato. Ele sustentava suas coxas abertas com as mãos fortes, impedindo qualquer movimento de fuga. Depois começou a alternar entre movimentos suaves e sucções firmes, explorando cada parte, cada dobra, cada reação.

Ela gemia alto, perdida, tentando segurar o lençol com força. A língua dele mergulhava fundo, depois subia para o ponto mais sensível, brincando com o clitóris em círculos molhados e provocadores.

— Isso… — ele sussurrou contra ela, a voz abafada pelo contato íntimo. — Geme pra mim…

Um dedo deslizou para dentro, depois outro, entrando devagar, sentindo como ela já estava molhada e quente. Ele começou a penetrá-la com ritmo firme, enquanto a boca não abandonava o ponto mais sensível, sugando com intensidade.

O corpo dela reagia com tremores, cada vez mais intensos. As pernas ameaçaram se fechar, mas ele as manteve abertas, prendendo-a com firmeza.

— Não foge… me dá tudo… — murmurou, acelerando os movimentos.

Ela gritou o nome dele, a respiração descompassada, a pele vermelha de excitação. O ritmo dos dedos dele aumentou, a língua pressionava com precisão, e a cada segundo o prazer crescia, incontrolável.

— Jungkook… eu vou… — ela arfou, quase chorando de prazer.

Foi o bastante para ele intensificar tudo, sugando com mais força, penetrando-a mais fundo, até que o corpo dela explodiu em espasmos.

O orgasmo veio como uma onda violenta, arrancando dela um gemido alto e prolongado. O corpo arqueou inteiro, as mãos puxaram com força os cabelos dele, e lágrimas se acumularam nos cantos dos olhos pela intensidade do prazer.

Ele não parou até sentir cada contração dela em torno dos dedos, até ela perder as forças e desmoronar na cama, ofegante, tremendo, completamente entregue.

Somente então ele subiu devagar, beijando a pele dela pelo caminho, até alcançar novamente seus lábios. O beijo foi suave, como se quisesse selar o que havia acabado de arrancar dela.

— Agora sim… — murmurou contra sua boca, sorrindo com um misto de ternura e desejo ainda vivo. — Te quero inteira.

Ela sorriu com os olhos ainda semicerrados, o corpo completamente mole de prazer. Puxou-o para si, colando os lábios nos dele em um beijo lento, doce, mas carregado de exaustão satisfeita.

— Droga, Jeon… isso foi perfeito… — murmurou quase sem fôlego, o sorriso preguiçoso escapando enquanto suas mãos ainda tremiam levemente.

Jungkook deixou escapar uma risada baixa, orgulhosa, o olhar escuro fixo nela. Passou os dedos pelo rosto dela, afastando os fios úmidos que grudavam na pele.

— Eu disse que te queria, não disse? — provocou, a voz grave, rouca de desejo ainda queimando.

Mas antes que pudesse afastar o corpo, ela sentiu — o peso dele contra sua coxa, a ereção firme, latejante, pressionando-a de novo. Seu sorriso se alargou, e ela mordeu o lábio inferior devagar, virando-se para ele com malícia.

— Você me quer tanto assim, é? — sussurrou enquanto a mão deslizava por sua barriga, descendo até envolver seu membro rijo. Apertou devagar, subindo e descendo em movimentos lentos, provocando.

O corpo de Jungkook reagiu de imediato, os olhos semicerrados, a respiração falhando em um gemido baixo. Ele fechou a mão ao redor do pulso dela, como se tentasse controlar a intensidade daquilo, mas falhou.

— Não faço ideia de como ainda consigo te desejar mais… — murmurou contra sua boca, arfando, deixando claro o quanto estava no limite.

Ele inclinou a testa na dela, os quadris avançando involuntariamente contra a mão dela, pedindo mais. O olhar dele queimava, entre ternura e um desejo bruto impossível de disfarçar.

— Continua… ou eu perco a cabeça de vez… — confessou em tom baixo, os lábios quase roçando os dela.

Ela não pensou duas vezes. Montou sobre ele devagar. As mãos firmaram-se no peitoral dele, os dedos deslizando pela pele úmida, sentindo os músculos tensos sob a palma. Jungkook a observava em silêncio, a língua umedecendo os lábios enquanto mordia o inferior, quase em frustração por não se lançar sobre ela de uma vez.

— Droga… — ele murmurou, a voz rouca, os olhos cravados nela. — Vai acabar comigo assim.

Ela sorriu pequena, maliciosa, e posicionou a entrada úmida sobre a ponta dele, deixando-o sentir o calor escorrendo já na base. Moveu o quadril devagar, só para provocar, sentindo o membro dele deslizar, mas sem deixá-lo entrar de imediato.

— Quem disse que eu quero te poupar, Jeon? — sussurrou, arrastando as palavras.

A respiração dele falhou em um gemido baixo e gutural. Ele tentou segurar a cintura dela, mas ela afastou as mãos dele com um olhar firme e desafiador. Dessa vez seria do jeito dela.

Quando afundou lentamente, centímetro por centímetro, Jungkook deixou escapar um gemido pesado, a cabeça batendo contra a parede. Os olhos se fecharam, a boca se abriu em puro êxtase.

— Puta merda… você… — a voz falhou, embargada pelo prazer. — É quente demais…

Ela apoiou as duas mãos no peitoral dele, as unhas arranhando devagar enquanto começava a rebolar, explorando a sensação de estar completamente cheia dele. Os movimentos eram lentos, provocativos, cada descida a fazia gemer mais alto, e cada subida arrancava um grunhido dele.

Jungkook abriu os olhos e a fitou, o olhar escuro como a noite. As mãos subiram pela cintura dela e apertaram com força, incentivando-a a ir mais rápido.

— Isso… me mostra como você me quer — ele murmurou, a respiração entrecortada.

Ela começou a quicar, aumentando a velocidade, e o som molhado ecoava pelo quarto junto dos gemidos dos dois. Seu corpo rebolava com intensidade, os seios saltando diante dele, e Jungkook não resistiu: inclinou-se para frente e abocanhou um deles, sugando forte, mordendo o mamilo até ela soltar um grito rouco de prazer.

 Seu corpo rebolava com intensidade, os seios saltando diante dele, e Jungkook não resistiu: inclinou-se para frente e abocanhou um deles, sugando forte, mordendo o mamilo até ela soltar um grito rouco de prazer

— Ah… Jungkook… — gemeu, apoiando-se mais forte no peito dele.

Ele desceu a mão, deu um tapa firme na bunda dela, o estalo ecoando pelo quarto.

— Isso… rebola mais… — ordenou em voz grave. — Eu quero ouvir o barulho de você me cavalgando.

Ela gemeu alto, obedecendo, e os movimentos se tornaram frenéticos. O quadril dela batia contra o dele em um ritmo desesperado, os dois corpos colados, vibrando de desejo.

Jungkook, incapaz de se conter mais, segurou firme sua cintura e começou a guiar os movimentos, aumentando a força das investidas. Agora não era mais ela quem o cavalgava, era ele quem a penetrava com cada estocada, fazendo seu corpo tremer, a voz dela se desfazer em gemidos incontroláveis.

— Sente isso… sente… — ele rosnou contra o pescoço dela, sugando a pele até marcar. — Eu vou te foder até você implorar.

Ela não conseguia responder, apenas gemer, arranhar o peito dele, o corpo já perto do limite.

Ele a virou de repente, jogando-a contra a cama, mas sem sair de dentro dela. A penetração se manteve firme, e ele começou socando dentro dela com força, a mão apertando seu quadril com brutalidade.

— Olha pra mim… — ordenou, segurando o rosto dela para que encarasse seus olhos. — Eu quero ver a sua cara quando gozar.

Ela gemeu alto, completamente perdida, as pernas tremendo, mas manteve os olhos nos dele, o corpo cedendo a cada movimento.

As estocadas ficaram mais rápidas, mais intensas, os corpos colidindo sem ritmo, apenas a necessidade crua de explodir juntos. Ele dava tapas na bunda dela, apertava seus seios, mordia o pescoço, murmurando palavras sujas entre gemidos roucos.

— Isso, assim… geme pra mim… deixa eu sentir tudo…

Ela arqueou o corpo, as unhas cravando nas costas dele, e o orgasmo a atingiu como uma onda avassaladora. O grito escapou forte, ecoando no quarto, o corpo inteiro tremendo contra ele.

Jungkook não parou, pelo contrário, acelerou ainda mais, o som das estocadas preenchendo o ambiente. Ele mordeu o ombro dela, os gemidos baixos se transformando em rosnados desesperados.

— Eu vou gozar dentro de você… — avisou, a voz embargada. — Vou te encher toda…

Com um último movimento profundo, ele enterrou-se até o limite e gozou forte, um gemido grave escapando de sua garganta enquanto o corpo inteiro estremecia.

Os dois permaneceram colados, ofegantes, a respiração se misturando, o coração acelerado batendo contra o peito. O suor e o vapor do banheiro se misturavam à intensidade do momento, como se o mundo tivesse parado ali.

Jungkook a segurou pelo rosto, ofegante, e beijou sua boca com fome, ainda dentro dela, sem vontade de deixá-la escapar.

— Você… vai me matar assim… — murmurou contra seus lábios, ainda arfando, o corpo exausto mas pronto para mais.

O peso da decisão

O tempo parecia ter se dissolvido entre os dois. Entre beijos lentos, pausas para respirar e conversas sussurradas que os faziam rir baixinho, eles perderam completamente a noção da hora. O cansaço chegava em ondas, mas sempre era vencido pela fome que tinham um do outro.

Quando o relógio marcava quatro da manhã, a respiração dela já vinha entrecortada, o corpo curvado à frente, apoiada nos braços contra o colchão. Estava de quatro, os cabelos desgrenhados caindo sobre o rosto, a pele ainda úmida de suor. Jungkook, atrás dela, segurava firme em sua cintura, o corpo colado ao dela a cada estocada.

O som das estocadas ecoava pelo quarto abafado, junto ao ranger da cama e os gemidos dela que se misturavam às palavras dele, roucas, entrecortadas pela intensidade.

— Isso… rebola desse jeito… — ele arfava, a mão firme na curva da cintura, a outra descendo para apertar a bunda dela. — Você é perfeita assim…

Ela gemeu alto quando sentiu o tapa dele, a pele queimando sob a palma quente. O corpo dela vibrava a cada movimento, a cada puxada brusca em seus cabelos, obrigando-a a inclinar mais a cabeça para trás.
— Assim… isso… ah, droga… continua…

Quando percebeu que ela estava prestes a desmoronar, Jungkook acelerou, socando fundo, puxando os cabelos dela e colando o corpo àquele movimento frenético.
— Goza pra mim… agora… — ordenou, a voz carregada de desejo e urgência.

Ela gritou seu nome, o corpo inteiro estremecendo, apertando-o dentro dela em ondas intensas de prazer. Ele não resistiu — os gemidos graves se transformaram em um rosnado abafado, o corpo dele se arqueando contra o dela, gozo quente explodindo em seu interior enquanto perdia o controle por completo.

Foram alguns segundos de pura intensidade, até que os dois desabaram sobre o colchão, exaustos. Jungkook a puxou para perto, colando-a contra seu peito, o braço forte envolvendo sua cintura como se tivesse medo de deixá-la escapar.

O suor escorria pela pele, os corpos ainda tremiam com os resquícios do prazer. Ela fechou os olhos, exausta, a respiração mansa agora, entregue ao calor dos braços dele. Pouco depois, adormeceu, completamente rendida.

Jungkook ficou acordado por alguns minutos, o coração ainda disparado. Seus olhos percorriam o rosto dela, relaxado pelo sono, a boca entreaberta, os cabelos bagunçados colados à testa.

Ele suspirou, pressionando um beijo suave em sua têmpora.
“Droga… eu nunca quis ninguém assim.”

Sentia-se vivo, inteiro, e ao mesmo tempo vulnerável como nunca. Havia algo nela que quebrava todas as suas defesas, que o fazia desejar não apenas o corpo, mas cada detalhe, cada expressão, cada respiro.

Foi então que o celular dela vibrou no criado-mudo. Uma, duas vezes. Cinco. Sete.

Ele estreitou os olhos, estranhando a insistência em plena madrugada. O relógio marcava um pouco mais de quatro da manhã. O impulso inicial foi ignorar, mas a vibração constante parecia engolir o silêncio do quarto. Movido por preocupação, esticou o braço e pegou o aparelho.

Na tela, uma série de notificações brilhava. O nome que aparecia nas mensagens fez seu estômago revirar: Halsey.

Ele já ia colocar o celular de volta, quando outra mensagem chegou, e a prévia apareceu bem na frente de seus olhos.

“Eu sabia que você ia conseguir ficar com ele, só não sabia que ia levar ele pra cama no primeiro dia. Finalmente conseguiu um dos homens mais desejados da Coreia.”

O coração de Jungkook gelou.

O ar sumiu dos seus pulmões.

Era como se todas as lembranças amargas que ele guardava — pessoas que só queria usar ele, intenções disfarçadas de carinho, vozes que diziam amar mas escondiam obsessão — tivessem voltado de uma vez, rasgando o peito.

A respiração acelerou. As mãos tremiam ao segurar o celular. Ele fechou os olhos, como se pudesse afastar as palavras da tela, mas elas continuavam queimando, imprimindo-se em sua mente.

Não era a primeira vez que era usado.

Ele já tinha vivido isso antes: mulheres que o desejavam não pelo que ele era, mas pelo que representava. O ídolo inalcançável, a conquista máxima. O homem no pedestal. Um prêmio.

Um arrepio desconfortável percorreu sua espinha.

“Droga…”, pensou, tentando controlar o nó na garganta.

A cena de minutos atrás — ela dormindo nos braços dele, o rosto sereno, a confiança silenciosa que parecia tão verdadeira — agora se misturava ao veneno das palavras na mensagem.

Ele se levantou devagar, sem fazer barulho, e passou as mãos pelo cabelo molhado de suor. O quarto estava abafado, e ainda assim ele sentia frio por dentro.

Seus olhos caíram sobre ela. A blusa dele cobria o corpo pequeno e vulnerável, o tecido largo escorregando pelo ombro nu. Ela parecia frágil, entregue. Inocente.

Por um instante, uma parte dele quis acreditar que era apenas um mal-entendido, que Halsey estava exagerando, que talvez houvesse outro contexto

Por um instante, uma parte dele quis acreditar que era apenas um mal-entendido, que Halsey estava exagerando, que talvez houvesse outro contexto. Mas a memória dos rostos, das mentiras e das perseguições pesava mais que a esperança.

Ele sabia reconhecer sinais.

Sabia o gosto amargo de ser apenas um troféu.

E não podia… não suportaria mais uma vez ser ferido desse jeito.

Com um suspiro carregado de frustração, Jungkook desbloqueou o próprio celular, deslizando pelos arquivos até encontrar o documento que mantinha salvo ali, quase como uma defesa automática. Um contrato de confidencialidade. Algo que sempre esteve à mão, para protegê-lo.

Ele hesitou. Olhou de novo para ela, tão tranquila, respirando fundo, sem a menor ideia da tempestade que o devorava por dentro.

Mas sua mente não conseguia se livrar daquelas palavras: “finalmente conseguiu um dos homens mais desejados da Coreia…”

O rancor, a dor antiga, a sensação de estar sempre sendo caçado — tudo voltou. E junto, a certeza de que precisava se proteger antes de ser destruído de novo.

Jungkook se levantou da cama. Vestiu a calça rapidamente e pegou o celular dela, colocando de volta no criado-mudo, exatamente onde estava.

Cada movimento era silencioso, calculado. Ele não queria acordá-la. Não agora.

Caminhou até a porta e saiu do quarto, o coração batendo pesado, como se cada passo fosse um soco contra o chão.

O corredor estava escuro, iluminado apenas pela luz azulada que vinha de uma das janelas. O silêncio era cortado pelo som distante do relógio da sala marcando o tempo.

Ele seguiu em direção ao escritório de Halsey, um cômodo que conhecia bem por já ter usado em outras ocasiões. Sentou-se diante do computador, conectou o celular e puxou o documento.

Enquanto a impressora ganhava vida, o barulho do papel sendo cuspido preencheu o espaço, soando quase como uma sentença.

Jungkook pegou as folhas ainda quentes, sentindo a textura lisa sob os dedos. Leu cada linha, confirmando o que já sabia de cor. Uma barreira. Um limite. Um escudo.

Dobrou o contrato com precisão e voltou para o quarto em silêncio.

Ao entrar, seu olhar caiu novamente sobre ela.

Ainda dormia, enrolada na blusa dele, os cabelos caindo pelo rosto. Um contraste doloroso com a avalanche de desconfiança que corroía sua mente.

Ele colocou o contrato no travesseiro, do lado dele da cama. Um lembrete de que nada seria igual dali em diante.

Ficou parado por alguns segundos, apenas olhando.

“Eu queria confiar em você… Queria acreditar.”

Mas em vez de voltar para a cama, Jungkook se virou e saiu do quarto. Caminhou até o outro quarto da casa de Halsey, aquele que havia sido preparado para ele desde o início.

Fechou a porta atrás de si, o coração em pedaços.

Deitou-se na cama fria, mas o sono não veio. Apenas o peso sufocante das dúvidas e o medo de ter, mais uma vez, se tornado apenas um troféu na prateleira de alguém.

4 Comentários

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  1. Marcela
    Apr 29, '26 at 7:51 pm

    ]As mãos dele deslizaram pelos seios, firmes, massageando e beliscando os mamilos com o polegar até arrancar dela um gemido agudo. Ele sorriu satisfeito, levando um dos bicos à boca e sugando com intensidade. O calor da língua misturado à sucção enlouquecia, e ele alternava entre um seio e outro, deixando-os úmidos e sensíveis.

    Esse sabe beeeem o que faz

  2. Marcela
    Apr 29, '26 at 8:02 pm

    “Eu sabia que você ia conseguir ficar com ele, só não sabia que ia levar ele pra cama no primeiro dia. Finalmente conseguiu um dos homens mais desejados da Coreia.” .

    Pqp, a mensagem chegando na hora errada

  3. Marcela
    Apr 29, '26 at 8:03 pm

    [quote]Ele suspirou, pressionando um beijo suave em sua têmpora. “Droga… eu nunca quis ninguém assim.”

    Sempre tem a primeira vez

  4. Marcela
    Apr 29, '26 at 8:05 pm

    [quote]Por um instante, uma parte dele quis acreditar que era apenas um mal-entendido, que Halsey estava exagerando, que talvez houvesse outro contexto. Mas a memória dos rostos, das mentiras e das perseguições pesava mais que a esperança.

    Essa mensagem fudeu foi tudo

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