Capítulo 2 – Um Toque que Queima
por FanfiqueiraOs segundos seguintes se estenderam como se o tempo tivesse decidido pausar apenas para eles. O ar carregava a eletricidade do beijo inesperado, e SN não conseguia desviar o olhar. Jungkook, ainda segurando sua cintura, parecia preso no mesmo transe silencioso.
Sem pensar, como se seu corpo tivesse tomado decisões antes da mente, SN levou a mão ao rosto dele. Os dedos roçaram delicadamente a pele quente até encontrarem o ponto que a deixava obcecada desde sempre: a pequena pinta abaixo do lábio inferior.
Jungkook prendeu a respiração.
Seus olhos se estreitaram, confusos, mas fascinados pelo toque. Era como se ele tivesse compreendido, de repente, que aquilo não era apenas um gesto qualquer, mas uma confissão muda.
SN mordeu o próprio lábio, nervosa, os olhos brilhando de hesitação e desejo.
— Se arrepende? — sussurrou, quase temendo a resposta.
O coração dela batia tão alto que parecia ecoar por toda a varanda. Uma parte de si temia, enquanto outra implorava por aquilo.
Ele piscou devagar, os lábios entreabertos, soltando uma risada curta, rouca, nervosa. Aproximou o rosto, mantendo os olhos fixos nos dela.
— Não… — murmurou, firme, grave. — E você?
A pergunta pairou no ar como um desafio silencioso. SN engoliu em seco, os dedos ainda sobre aquela pinta que sempre a deixava sem fôlego. Tremendo por dentro, conseguiu esboçar um sorriso pequeno.
— Nem um pouco.
Jungkook suspirou, como se soltasse algo que vinha segurando há tempos, e encostou a testa na dela. A respiração quente dele misturou-se à dela, fazendo-lhe sentir que as pernas poderiam falhar.
Por alguns segundos, não houve palavras. Apenas o calor de corpos próximos demais e a sensação arrebatadora de que algo havia mudado para sempre naquela varanda. A testa dele repousava contra a sua, os dedos ainda pousados na pequena pinta, eletrizando cada célula do seu corpo.
O silêncio durou apenas segundos, mas a tensão parecia quase insuportável. Jungkook ergueu o olhar lentamente, os olhos escuros brilhando com uma mistura de nervosismo e desejo.
Então, ele se moveu.
As mãos que antes seguravam sua cintura a puxaram com firmeza, aproximando-a contra o peito. Os lábios dele buscaram os seus de novo, desta vez sem hesitar — intencional e intenso.
O beijo começou profundo, quente, como se tivesse sido guardado por tempo demais. O contraste entre suavidade e intensidade fez SN estremecer inteira.
Ela gemeu baixinho, surpresa pela própria reação, e sentiu Jungkook sorrir no meio do beijo, aprofundando ainda mais. As mãos dele deslizaram pelas suas costas, como se quisessem memorizar cada curva, cada detalhe.
SN passou os dedos pelo maxilar dele, subindo até os cabelos, puxando suavemente. A resposta veio imediata: Jungkook pressionou os lábios com mais urgência, soltando um suspiro rouco que percorreu cada centímetro dela.
O mundo lá fora desapareceu. Não havia festa, música ou olhares curiosos. Apenas eles, encostados na varanda, consumidos por um beijo que parecia parar o tempo.
Quando finalmente se afastaram um pouco, ofegantes, SN fechou os olhos por um instante, tentando recompor-se.
Jungkook mordia o lábio inferior — o mesmo que ela sempre admirou — ainda respirando com dificuldade. Ele parecia lutar entre sorrir ou falar, mas apenas balançou a cabeça, soltando uma risada curta, nasal.
— Isso… não devia estar acontecendo aqui… — murmurou, a voz rouca. — Mas eu não consigo parar.
SN sentiu o coração derreter, os lábios ainda ardendo. No fundo, sabia que ele não era o único.
— Nem eu… — murmurou, quase sem fôlego, puxando-o de volta com urgência.
Ele não hesitou. Os lábios se encontraram novamente, desta vez mais vorazes, mais urgentes. As mãos dele deslizaram da cintura para as costas dela, fundindo seus corpos como se não houvesse espaço para mais nada. O coração de SN martelava, as pernas fraquejavam, mas seu instinto a mantinha ali, presa naquele momento perigoso e irresistível.
Era arriscado. Qualquer um poderia abrir a porta, qualquer olhar curioso poderia ver. Mas isso somente alimentava o fogo entre eles.
Ela deslizou os dedos pelo peito dele, sentindo o tecido da camisa esticar sobre os músculos, até agarrar o colarinho. Puxou-o mais para si, como se o mundo pudesse ruir ali e nada mais importasse.
O pensamento desapareceu a cada mordida leve, a cada suspiro rouco que escapava entre os beijos.
Por trás da timidez habitual, Jungkook se mostrava entregue, vulnerável, faminto. O jeito que a segurava dizia tudo: não era somente atração, era espera inconsciente, desejo contido por tempo demais.
Quando finalmente quebraram o beijo, estavam sem fôlego, testas coladas, respirações entrecortadas.
Ele a encarou por um instante, olhos brilhando com intensidade, o peito subindo e descendo rápido. Abriu a boca para falar, mas parou, respirando fundo. Somente roçou o polegar no rosto dela, devastador.
— Você… vai me deixar maluco — sussurrou, rouco, uma confissão involuntária.
SN sorriu, ainda ofegante, lábios inchados.
— Então… já somos dois.
O pequeno sorriso dele trouxe alívio, mas os olhos ainda guardavam a faísca de quem queria mais, mesmo sabendo do risco.
Por um instante, ficaram ali, respirando juntos, conscientes de que a linha havia sido cruzada — e não havia retorno.
O Segredo da Varanda
Jungkook ainda a encarava como se tentasse se convencer de que aquilo era real, de que ela estava mesmo ali, quente, entregue, mordendo o lábio diante dele. Mas SN não lhe deu tempo para dúvidas — agarrou o colarinho de sua camisa e colou os lábios nos dele com uma urgência que fez o ar entre os dois desaparecer.
Ele correspondeu de imediato, como se estivesse esperando apenas aquele sinal para perder o controle. Guiou-a até o canto mais escuro da varanda, protegido pelas colunas de mármore e pelas sombras suaves da noite. Ali, sem testemunhas, Jungkook a prendeu contra a parede.
O beijo se incendiou: molhado, intenso, faminto, um choque de respirações e gemidos abafados. O mundo deixou de existir. Só havia a pele quente, o roçar dos corpos, o coração disparado batendo no mesmo ritmo.
As mãos dela deslizaram pelo peito firme dele, os dedos trêmulos pela excitação, até se infiltrarem por baixo da camisa. O calor da pele nua arrepiou cada centímetro dela. SN suspirou contra os lábios dele, sentindo-se perdida, embriagada.
Jungkook ardia sob o toque. Ela está me tocando… não é fantasia. É real.
Uma onda de calor percorreu seu corpo, e ele cedeu ao instinto: percorreu as curvas dela com as mãos até alcançar a coxa, subindo devagar, explorando. O gemido baixo que ela deixou escapar foi como gasolina jogada no fogo.
Ele apertou a carne com firmeza, depois puxou-a pela curva da bunda contra si. O encaixe dos corpos arrancou suspiros roucos de ambos.
— Merda… — ele arfou baixo, os olhos cerrados. Isso é perigoso. Mas eu não consigo parar.
A boca de Jungkook esmagou a dela outra vez, e o beijo já não tinha nada de hesitante. Era puro desejo reprimido, urgente, voraz. Um som grave escapou da garganta dele quando ela arranhou sua pele por baixo da blusa. O gemido involuntário fez SN estremecer inteira.
Os olhos dele se abriram por um segundo e a imagem ficou gravada: ela de cabelos bagunçados, olhos semicerrados, entregue… linda demais. Estou perdido.
Quando a mão dela desceu pela calça, pressionando o volume latejante e impossível de disfarçar, Jungkook quase cedeu por completo.
— SN… — a voz dele saiu arranhada, rouca, como um gemido.
O pau latejava duro contra o tecido, cada toque dela fazia o corpo dele implorar. Ela apertou de novo, lenta, provocadora. Eles respiravam o mesmo ar, testas coladas, os olhos dele ardentes, semicerrados de prazer.
Outro gemido escapou dele. Jungkook segurou firme sua cintura, descendo até a bunda, apertando com força como se quisesse fundi-la ao próprio corpo.
— Você vai me deixar louco… — rosnou contra a boca dela, entre dentes.
O quadril dele se moveu instintivamente, encaixando-se no dela num movimento quase desesperado. A palma grande deslizou de novo pela curva da bunda, e então veio o tapa firme, o estalo abafado pela noite. Ela gemeu surpresa, o som vibrando contra a boca dele, e Jungkook sorriu de canto, excitado demais para recuar.
— Gosta, não é? — sussurrou quente no ouvido dela, mordendo o lóbulo antes de voltar a devorá-la num beijo áspero.
Ela arqueou contra ele, sem disfarces, e a mão voltou a acariciar o volume pulsante. O controle de Jungkook se esfarelava.
SN sorriu contra os lábios dele e sussurrou, maliciosa:
— Deixa eu te mostrar o quanto gosto.
Antes que ele pudesse responder, ela desceu os beijos pelo pescoço dele, arrancando arquejos pesados. Jungkook mordeu o lábio, surpreso com a intensidade dela. Cada toque era um convite e uma provocação. Os dedos dela brincavam com a barra da camisa, e ele mal conseguia segurar os suspiros.
O olhar dela subiu, provocante, e sem quebrar o contato visual, ajoelhou-se diante dele. Beijou por cima da calça, roçando os lábios sobre o volume rígido. Jungkook fechou os olhos, sentindo o corpo tremer.
Ela mordeu de leve o tecido, arranhando a pele dele com o olhar.
Ele arfou, a respiração falhando.
Estava prestes a ceder completamente quando —
— SN! — a voz de Halsey ecoou, alta, vinda da porta de vidro.
SN congelou. O coração dela disparou, a adrenalina se misturando ao medo de terem sido flagrados. Num reflexo, ela recuou, levantando-se rapidamente, o rosto em chamas.
Jungkook pressionou as mãos contra a parede, tentando recuperar o fôlego. O desejo ainda impregnava o ar entre eles.
Namjoon apareceu primeiro, encostando o ombro no batente da porta da varanda, o copo ainda pela metade na mão.
— Ei, vocês dois… — disse com a voz grave, um sorriso descontraído que contrastava com a curiosidade nos olhos. — Vão ficar escondidos aqui a noite inteira? Todo mundo está perguntando por você, Jungkook.
Halsey surgiu logo atrás, rindo suavemente e deslizando para o lado, como quem queria abafar a situação.
— Dá um tempo, Joon… — ela sussurrou, passando a mão pelo braço dele. — Eles só estão respirando um pouco de ar fresco. — A frase veio leve, mas os olhos dela diziam o contrário: ela sabia. Sabia o que estava pairando no ar, e, por delicadeza, não diria nada.
Namjoon arqueou uma sobrancelha, mas não saiu dali. Continuou encostado à porta, trocando palavras soltas com Halsey, como se nada mais importasse.
Do lado de fora, o mundo parecia suspenso.
O coração de SN ainda batia descompassado, o corpo vibrando com a eletricidade dos minutos anteriores. O ar tinha cheiro de perigo, promessas e desejo contido. Jungkook desviou o olhar por um instante, respirando fundo, e quando voltou a encará-la, havia um fogo silencioso em seus olhos.
Um sorriso pequeno, quase imperceptível, curvou seus lábios. Um sorriso que prometia mais do que qualquer palavra poderia ousar.
Ele se afastou um passo, a respiração ainda irregular, como se controlasse a custo o instinto de puxá-la de volta para si ali mesmo. A tensão marcava o contorno do maxilar, os dedos fechados em punho ao lado do corpo.
— É melhor voltarmos para a festa — murmurou, a voz rouca, carregada daquilo que ele tentava esconder. — Vamos… eu e os membros vamos dormir aqui na casa da Halsey… — os olhos escuros prenderam os dela, cheios de intensidade — …podemos nos ver amanhã.
Foi a vez dela sentir as pernas tremerem. O rosto ardia, e cada batida do coração parecia ecoar no silêncio. Não conseguiu responder de imediato; apenas assentiu, os lábios entreabertos, como se as palavras estivessem presas junto com a respiração.
— Amanhã, então… — murmurou, quase num sussurro, sentindo o peso daquela promessa.
Ele se inclinou de leve, o suficiente para que os dedos dele roçassem nos dela, prendendo-os por um instante. Um toque breve, íntimo, quente — que dizia tudo o que as circunstâncias não permitiam.
— Amanhã — repetiu ele, firme, a voz baixa como uma confissão.
Halsey ria de algo que Namjoon dizia, distraindo-o sem se afastar da porta. Nenhum dos dois notava o silêncio carregado que pairava sobre o casal.
SN sentiu a garganta seca quando Jungkook, com um último olhar cúmplice, virou-se e atravessou a varanda, cada passo dele carregando a promessa do que ainda estava por vir.
Ela ficou para trás, sozinha, respirando fundo e tentando controlar o coração que ainda martelava. Sabia, com absoluta certeza, que aquela noite era apenas o começo.
[quote]A pergunta pairou no ar como um desafio silencioso. SN engoliu em seco, os dedos ainda sobre aquela pinta que sempre a deixava sem fôlego. Tremendo por dentro, conseguiu esboçar um sorriso pequeno. — Nem um pouco.
Como que se arrepende? Tem nem como
[quote]Jungkook mordia o lábio inferior — o mesmo que ela sempre admirou — ainda respirando com dificuldade. Ele parecia lutar entre sorrir ou falar, mas apenas balançou a cabeça, soltando uma risada curta, nasal. — Isso… não devia estar acontecendo aqui… — murmurou, a voz rouca. — Mas eu não consigo parar.
Quando n consegue mais se controlar, fudeu
[quote]— Ei, vocês dois… — disse com a voz grave, um sorriso descontraído que contrastava com a curiosidade nos olhos. — Vão ficar escondidos aqui a noite inteira? Todo mundo está perguntando por você, Jungkook.
Nam velhoooo, esperava só mais um pouquinho né? Klkkkkkkkkkkk
[quote]Ele se afastou um passo, a respiração ainda irregular, como se controlasse a custo o instinto de puxá-la de volta para si ali mesmo. A tensão marcava o contorno do maxilar, os dedos fechados em punho ao lado do corpo.
Respirando mil vezes, tentando “acalmar” a mente e o fogo kkkkkkkkkkk
https://clubefanfiqueira.com.br/story/alem-da-varanda/capitulo-2-um-toque-que-queima/#paragraph-53
Sempre tem que chegar um pra atrapalhar
Que isso gentee
Gente??? A sn safadaaa
Manoo e não é que ela mostrou kkkkkk
É sim.. tão respirando sim.. inclusive a sn tava ate fazendo uma oração
Pq amanhã e não hj?
A inveja me matou aqui!!! Juroooo l!!!
Eu gritei de inveja!!! Querooooo muito tocar na pinta abaixo da boca desse homem…
Esses beijos incrivelmente entregues…
Socorro!!!
Eu desmaiaria se ele falasse assim…
Que sortuda essa SN..kkkk
Imagino a cena direitinho… kkkk
Ela quer, que quer devora-lo!!!
Muita fic né SN?! Kkkk
Tímido é o cassete, ele é um safado gostoso!!! Kkkk
E nessa hora que a filha chora e não é pelos olhos kkkkkkkkkkkkk