Capítulo 11 – O Mapa na Pele
por FanfiqueiraCerca de quarenta minutos depois, o carro reduziu a velocidade e entrou na garagem subterrânea de um edifício de arquitetura moderna e imponente no distrito de Hanam-dong, longe da agitação de Yeouido. O elevador privativo subiu direto para a cobertura.
Quando as portas de vidro fosco se abriram, revelando a entrada de um apartamento amplo, de pé-direito alto e decoração minimalista em tons de cinza e madeira, S/N deu um passo à frente e franziu a testa.
— Taehyung… Esse não é o meu hotel. Eu preciso fazer o check-in na recepção para liberar o meu contrato de trabalho.
Taehyung deixou as malas no piso de porcelanato e caminhou até ela com as mãos nos bolsos da calça, uma expressão de pura serenidade no rosto.
— Check-in? Você não precisa de check-in nenhum — ele disse, com uma autoridade tranquila. — Você está na minha casa.
S/N soltou uma risada nervosa, dando meio passo para trás.
— Como assim? Não, Taehyung! Eu não posso simplesmente me hospedar aqui. Eu tenho uma reserva confirmada, o pessoal da agência organizou tudo.
— Você não vai ficar em hotel nenhum em Seul — ele a interrompeu, a voz baixa e firme, aproximando-se. — Você vai ficar aqui. Comigo.
— Taehyung, seja razoável! — ela insistiu, tentando manter a firmeza. — O que o pessoal da empresa vai achar? Eu vim a trabalho!
Taehyung apenas sorriu, ignorando completamente as objeções dela. Ele virou-se de costas, pegou as malas dela pelo puxador e caminhou em direção ao hall interno do apartamento.
— Você vem? — ele perguntou, parando na entrada do corredor e olhando por cima do ombro. — Ou eu vou ter que levar essas malas para dentro, voltar aqui, te carregar no colo e te levar à força?
S/N fingiu cruzar os braços e olhar para o teto, como se estivesse considerando a proposta de forma muito séria.
— Hum… Parece uma tentação ver você me carregar.
Taehyung fez menção de largar as malas no chão e dar um passo na direção dela com um olhar malicioso. Ao ver a ameaça, S/N soltou uma risada alta e correu pelo hall na direção dele.
No segundo em que ela cruzou o limite do corredor, Taehyung largou as alças das malas com um estrondo no piso. Ele a segurou pela cintura, girou-a de costas e a prensou suavemente contra a folha da porta de madeira maciça que acabara de se fechar.
A boca dele encontrou a dela antes mesmo que ela pudesse puxar o ar.
— Eu estava morrendo de saudade… — ele sussurrou entre os beijos, a voz rasgada por uma necessidade sufocada por meses. As mãos dele passeavam com urgência pelas costas dela, apertando sua cintura sob o sobretudo. — Eu não aguentava mais um segundo longe de você…
Ele desceu os beijos para a mandíbula dela, mordiscando a pele macia de seu pescoço.
— Me desculpa… — ele implorou, a respiração quente queimando a pele dela. — Me desculpa por ter deixado você naquele hotel… Eu não queria ter ido embora… Eu tive que voltar… O meu pai…
S/N levou as duas mãos ao rosto dele, segurando as bochechas dele e obrigando-o a olhar para ela. Os olhos dele estavam escuros, vulneráveis, pedindo absolvição.
— Eu sei — ela disse, a voz suave, encarando-o com absoluta certeza. — Eu entendi tudo depois. Mas escuta bem, Kim Taehyung: se você sumir de novo sem me avisar, eu juro que você vai ver do que eu sou capaz.
Taehyung soltou um sorriso de canto entre um beijo rápido no queixo dela.
— Nem se você quisesse você ia se livrar de mim agora — ele declarou, selando os lábios dela novamente.
O beijo foi se intensificando. A calma inicial evaporou, dando lugar a uma eletricidade pesada que tomou conta do hall. S/N enfiou as mãos nos cabelos castanhos dele, puxando-o para mais perto, e soltou um pequeno gemido abafado quando as mãos dele subiram por baixo do seu sobretudo, apertando sua cintura com força.
Taehyung parou o beijo de estalo. Ele afastou o rosto alguns centímetros, os olhos brilhando com uma chama travessa.
— Me deixa te mostrar o apartamento? — ele perguntou, com a respiração curta.
S/N piscou, confusa. Ela estava pronta para que as roupas voassem ali mesmo na entrada. A interrupção abrupta a deixou sem reação por um segundo.
— O quê? Agora?
Sem responder, Taehyung pegou-a pela mão e começou a puxá-la pelo corredor com um sorriso divertido no rosto.
— Essa é a sala de estar — ele disse, apontando vagamente para a imensa área iluminada com móveis italianos, sem sequer diminuir o passo. — Ali no fundo é a cozinha americana…
— Aquele ali é o meu escritório — ele continuou, apontando para a madeira escura sem nem tocar na maçaneta, e este aqui…
Ele abriu a porta do último cômodo do corredor e a puxou para dentro.
— …este é o meu quarto.
Assim que os pés de S/N cruzaram o limiar do quarto espaçoso, dominado por uma cama king size centralizada sob uma iluminação suave, Taehyung a puxou pela cintura, trazendo-a de volta para seus braços e beijando-a com uma avidez renovada enquanto a guiava de costas na direção do colchão.
S/N sorriu contra os lábios dele, a respiração falha: — E o resto do apartamento? Você não ia me mostrar tudo?
Taehyung riu baixo contra a boca dela, o som rouco e vibrante descendo pela garganta de S/N.
— Você já está no único lugar que precisa estar — ele sussurrou, a voz caindo para uma oitava mais grave enquanto suas mãos encontravam os botões do sobretudo dela. — Não precisa conhecer mais nada agora.
Ele parou por um segundo, os olhos escuros cravados nos dela, transbordando uma devoção absoluta.
— Mas eu posso te mostrar outras coisas…
S/N franziu os sobrancelhas levemente, sorrindo com os lábios entreabertos: — O quê?
Taehyung a puxou para ainda mais perto, eliminando qualquer espaço entre seus corpos. Ele colou a boca na curva do pescoço dela, distribuindo beijos lentos e queimantes pela pele sensível, fazendo um arrepio percorrer a espinha de S/N.
— O meu corpo — ele murmurou contra a pele dela, a voz aveludada e pausada.
Ele pegou a mão direita de S/N e a conduziu devagar até o centro de seu próprio peito, espalmando os dedos dela sobre o tecido fino da camisa de seda, onde o coração dele martelava de forma selvagem.
— Posso fazer um mapa nele… te indicando onde você pode colocar a mão… — ele subiu a mão dela até os seus ombros, antes de inclinar a cabeça e selar os lábios dela em um beijo profundo que a fez perder o chão. Quando se separaram, ele sussurrou rente à boca dela: — …onde você pode colocar a boca…
Taehyung deu meio passo para trás, sentou-se na beira da cama espaçosa e pegou S/N pelas coxas, acomodando-a sentada em seu colo, de frente para ele, com as pernas abraçando sua cintura. As mãos dele subiram rapidamente pelas laterais do sobretudo dela, deslizando o tecido pesado pelos ombros dela até que o casaco caísse no chão do quarto.
S/N segurou o rosto dele com paixão, os dedos cravados em sua nuca, e o puxou para um beijo desesperado. Ela própria começou a abrir os botões da camisa social dele, impaciente, expondo o tórax largo e definido que ela só conhecera sob a iluminação fraca dos hotéis de Paris.
Taehyung soltou um gemido baixo contra a boca dela ao sentir as mãos frias de S/N tateando sua pele quente. Ele ergueu as mãos, puxou a blusa dela pela cabeça em um movimento rápido e soltou o fecho do sutiã, deixando os ombros dela nus sob a luz fraca que vinha do corredor.
Ele interrompeu o beijo por um segundo, descendo a boca pelo queixo dela, pela clavícula, distribuindo beijos quentes e mordidas suaves pelo peito de S/N, arrancando dela um suspiro alto que ecoou pelo quarto silencioso.
Com o peito arfando, Taehyung esticou o braço até a parede ao lado da cabeceira e bateu duas palmas firmes.
O sistema de automação do apartamento respondeu instantaneamente. As luzes centrais do quarto se apagaram de vez, mergulhando o ambiente em uma penumbra acolhedora, iluminada apenas pelos reflexos azuis e suaves das luzes da cidade de Seul que atravessavam a imensa janela de vidro do chão ao teto.
Na penumbra, o som da respiração descontrolada de ambos e o estalido suave dos beijos preencheram todo o espaço, enquanto o mapa daquela nova história começava a ser escrito na pele.
[quote]O sistema de automação do apartamento respondeu instantaneamente. As luzes centrais do quarto se apagaram de vez, mergulhando o ambiente em uma penumbra acolhedora, iluminada apenas pelos reflexos azuis e suaves das luzes da cidade de Seul que atravessavam a imensa janela de vidro do chão ao teto.
Ativado modo acasalamento, agora é pra CIMAAA
[quote]— Mas eu posso te mostrar outras coisas…
AAAAA isso é maldade, só ela pode ver ?? E eu Tae?? Fico como??
[quote]— Me deixa te mostrar o apartamento? — ele perguntou, com a respiração curta.
Rpz, tenho uma leve impressão,que ela vai conhecer cada canto dele, rapidinho ( cama, banheiro, sofá, cozinha ) kkkkkk
[quote]— Eu estava morrendo de saudade… — ele sussurrou entre os beijos, a voz rasgada por uma necessidade sufocada por meses. As mãos dele passeavam com urgência pelas costas dela, apertando sua cintura sob o sobretudo. — Eu não aguentava mais um segundo longe de você…
AAA agora é só alegria AAA
[quote]— Você não vai ficar em hotel nenhum em Seul — ele a interrompeu, a voz baixa e firme, aproximando-se. — Você vai ficar aqui. Comigo.
Que homem meus amigos, QUE HOMEM
Que isso Tete seu safadinho kkkkkkk vc não era assim ein
Vou te apresentar meu ap.. então é a sala, cozinha, escritório e aqui é onde EU VO TI CUME
ele assim: que mané hotel, você vai ficar aqui a base de pau e água
Uiiiiii na casa dele… esse homem não perde tempo