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O quarto parecia envolto numa bolha de silêncio e calor. O tempo parecia se arrastar o dia inteiro, desde o café da manhã conturbado, os olhares trocados, os toques interrompidos… como se tudo estivesse apenas sendo adiado. Até agora.

Tae fechou a porta atrás de si devagar, os olhos fixos nela como se finalmente tivesse permissão para sentir tudo o que havia guardado por tanto tempo. SN estava sentada na beira da cama, os joelhos dobrados e o coração disparado, como se soubesse exatamente o que viria.

Ele foi até ela, ajoelhando-se no chão, ficando na altura dos olhos. As mãos pousaram em suas coxas com leveza, mas firmeza.

— A gente já esperou demais — ele disse, rouco.

Ela assentiu, quase sem voz.

— Já passou da hora.

Tae subiu a mão até o rosto dela, acariciando com o polegar a linha do maxilar antes de inclinar o corpo. O beijo começou lento, como um reencontro de almas — as bocas se encaixando com familiaridade, com desejo contido. Mas em segundos, a tensão acumulada explodiu. O beijo ganhou urgência, os dedos dele apertando sua cintura, puxando-a para mais perto. SN deslizou as mãos pelos braços dele, sentindo os músculos tensionados, até alcançar a nuca, os dedos se perdendo nos fios castanhos escuros.

Tae a deitou na cama com cuidado, o corpo colado ao dela, os beijos se espalhando pelo pescoço, pela clavícula. SN puxou a barra da camisa dele, e ele a ajudou a tirá-la, jogando a peça em algum canto do quarto. Ela mordeu o lábio ao vê-lo sem camisa, os olhos percorrendo cada centímetro de pele como se quisesse memorizar.

Ele a olhou com intensidade.

— Me diz se é demais. Se eu for longe demais, você me para.

— Não tem nada que eu queira mais — ela respondeu, e a voz saiu baixa, mas firme.

As mãos dele encontraram a barra da blusa dela e a ergueram devagar, os olhos atentos ao rosto dela enquanto revelava cada pedaço de pele. Quando ela estava apenas de lingerie, Tae parou por um segundo, apenas a olhando, com admiração pura nos olhos.

— Você é linda minha ursinha.

Ela sorriu, puxando-o de volta para si, os corpos se encaixando, as peles em contato pela primeira vez sem nenhuma barreira. O calor entre eles era palpável, os suspiros se misturavam enquanto as mãos exploravam, reconheciam, marcavam território com carinho e desejo.

Ele a deitou com cuidado, como se estivesse com algo precioso. Os beijos ficaram mais lentos, mais profundos, alternando entre paixão e ternura. As pernas dela se entrelaçaram às dele, o tempo desaparecendo por completo.

As mãos dele deslizaram pela cintura dela com mais firmeza agora, explorando cada curva com olhos escuros e atentos, como se estivesse decorando tudo. Tae se moveu para cima dela, os joelhos de cada lado do corpo dela, dominando o espaço com naturalidade, como se soubesse que ela era dele. Só dele.

— Você não faz ideia do quanto eu esperei por isso hoje — ele murmurou, a voz rouca, quente, com um sorriso de canto nos lábios. — E agora que eu tenho aqui… não vou dividir. Não com mais ninguém.

SN mordeu o lábio, os olhos presos nos dele, sentindo o corpo inteiro reagir à forma como ele falava, ao jeito como ele a olhava.

— Está com ciúmes? — ela provocou, os dedos passeando pelo abdômen definido dele.

Ele riu, mas não respondeu de imediato. Em vez disso, inclinou-se para beijar a curva do pescoço dela com mais intensidade, sugando levemente a pele até deixá-la sensível. SN soltou um suspiro, arqueando o corpo por reflexo. Tae subiu a mão pela coxa dela, puxando a perna dela para enroscar em sua cintura.

— Eu tô avisando — ele sussurrou contra a pele dela. — Se você continuar me provocando desse jeito… eu não vou conseguir ser gentil.

Ela arfou, os olhos se arregalando com a ousadia no tom dele. Mas em vez de recuar, ela sorriu de volta, desafiadora.

— Quem disse que eu quero gentileza?

Em um movimento firme, ele virou os corpos, fazendo com que ela ficasse por cima dele agora, sentada em seu colo, com as mãos em seu peito nu. SN respirou fundo, sentindo a pulsação dele forte sob seus dedos.

— Sabe o que mais me irrita? — ele disse, com as mãos firmes nos quadris dela. — O Yoongi sabia. Ele sabia que eu amava você. Eu disse a ele anos atrás. E mesmo assim… — os dedos apertaram com mais força — ele te beijou. Te quis.

SN se inclinou, os rostos colados, os narizes se tocando.

— Eu contei pra ele. Que era você quem eu amava. Desde sempre. E ele ignorou.

Tae grunhiu baixo, puxando-a para um beijo mais forte, cheio de frustração, de desejo, de posse. As mãos dele subiram pelas costas dela, desabotoando o sutiã com precisão. Quando a peça deslizou pelos braços dela, ele a encarou com um olhar devoto e ao mesmo tempo selvagem.

— Agora você é minha. E ninguém mais toca. Nunca mais.

Ela apenas o puxou para outro beijo, a pele contra a pele queimando, os corpos se movimentando com cada vez mais sincronia. As mãos dele exploravam com mais ousadia, sem hesitação. Os lábios desciam pelo colo dela, pelas costelas, deixando um rastro quente, como se marcasse território.

O mundo inteiro parecia desaparecer enquanto os dois se entregavam, sem medo, sem barreiras, como se aquele momento fosse o único que importasse.

Ele a virou novamente, deitando-a com cuidado, os corpos colados, ofegantes. E quando Tae sussurrou no ouvido dela um “você é minha” cheio de desejo e promessa… ela soube que nunca mais ia pertencer a mais ninguém.

Os movimentos foram se intensificando num compasso íntimo e caótico, quase como se eles dançassem um ritmo só deles. Tae se perdeu nela sem freio, sem vergonha, com uma intensidade possessiva, mas sempre atento ao que ela sentia — ao som que ela fazia quando ele acelerava, ao jeito como ela apertava suas costas quando estava prestes a ceder.

SN cravou os dedos nos ombros dele, o corpo estremecendo junto ao dele em uma explosão mútua que quase os fez perder o ar. Tae gemeu contra o pescoço dela, rouco, abafado, com os músculos tensionados e a respiração falhando.

Por um tempo, ficaram apenas ali — ofegantes, colados, abraçados como se nenhum dos dois quisesse soltar o outro nunca mais.

Ele rolou para o lado, trazendo-a consigo, para que ficassem ainda mais próximos, a perna dela por cima da dele, o peito dele contra o dela, as mãos grandes e ainda um pouco trêmulas passeando devagar pela cintura dela, como se quisesse acalmá-la e se acalmar também.

— Tá tudo bem? — ele murmurou, com a voz baixa, rouca, tão diferente da intensidade de minutos atrás.

Ela assentiu, os olhos fechados, com um sorriso preguiçoso nos lábios. — Uhum… mais do que bem.

Tae sorriu também, um daqueles sorrisos pequenos e doces que ele só usava com ela. Ele a abraçou mais forte, apoiando o queixo na cabeça dela, e por um instante, só ouviram o coração um do outro.

— Eu não acredito que isso tá mesmo acontecendo — ele confessou, quase num sussurro. — Você aqui, desse jeito. Comigo. Depois de tudo.

— Parece um sonho — ela respondeu, aconchegando-se no peito dele.

Tae ficou em silêncio por alguns segundos. Depois, com uma voz tão suave que quase parecia um pensamento alto, ele disse:

— Eu vou fazer valer a pena. Cada segundo com você. Juro.

SN ergueu o rosto, encarando os olhos escuros dele, que agora pareciam tão ternos quanto o toque de seus dedos. Ela o beijou leve, como um selo silencioso daquela promessa.

— Eu confio em você, Tae.

Ele fechou os olhos com aquele sorriso meio tímido, e murmurou ainda mais baixo:

— Eu te amo, ursinha.

Ela sorriu contra o peito dele, sentindo o coração aquecer e a calma tomando conta do corpo já cansado.

O sono veio rápido, como se os dois finalmente tivessem encontrado um lugar seguro, um ninho só deles. Tae ficou ali, com os braços envolvendo ela por completo, os dedos ainda acariciando levemente os fios do cabelo dela, mesmo quase adormecido.

[Domingo de manhã – Casa silenciosa, sol filtrando pelas cortinas]

O quarto de SN os lençóis estavam bagunçados, revelando parte dos corpos entrelaçados. Tae ainda dormia profundamente, os cabelos em desalinho e o rosto tranquilo, enquanto SN repousava com a cabeça em seu peito, um leve sorriso nos lábios mesmo dormindo. Estavam cobertos apenas pelo lençol, suas roupas espalhadas discretamente pelo chão.

Lá embaixo…

A porta da frente se abre com um clique. A mãe de Tae entra primeiro com duas sacolas de café da manhã.

— Aish, tomara que não estejam dormindo até agora… — ela comenta baixinho, tirando os sapatos na entrada.

O pai de SN entra logo atrás, mais sério, e pendura o casaco no cabide ao lado da porta.

— Quero conversar com ela. Ainda não digeri aquele café da manhã de ontem.

A mãe de Tae lança um olhar preocupado. — Vamos com calma. Foi muita coisa de uma vez só. Deixa eu ver se o Taehyung está acordado primeiro.

Ela sobe as escadas, indo direto para o quarto do filho. Bate duas vezes e empurra a porta devagar, mas encontra a cama dele vazia. Franze a testa.

— Hmm… estranho.

Ela observa o estado do quarto: bagunça mínima, cama arrumada, sem sinal dele. Foi então que seus olhos se estreitaram com desconfiança, como se uma ficha caísse. Lentamente, ela se vira em direção ao quarto da SN.

— Não… será que…?

Quando ela desce um degrau, vê que o pai da SN já estava subindo também, decidido, andando direto para o quarto da filha com passos firmes.

— Amor! — ela chama num sussurro esganiçado, descendo correndo o resto dos degraus e subindo rápido na frente dele.

— Só quero conversar — ele diz, já com a mão na maçaneta.

— Espera! — ela segura o braço dele com mais força do que pretendia. — Talvez ela ainda esteja dormindo. Melhor esperar um pouco… por prudência.

— Prudência?

— Uhum — ela diz rápido, o rosto ficando levemente pálido. — O Taehyung… ele não está no quarto dele.

— Como é? — ele franze o cenho.

Ela dá um meio sorriso nervoso, puxando ele pelo braço.

— Vamos descer. Tomar um café. Pensar com calma. Vai que… eles estão conversando. Só conversando, claro.

Ele a encara por um longo segundo.

— Você acha que…?

— Eu não acho nada! Mas também não quero ver o que eu acho que talvez esteja acontecendo.

Ele suspira, hesitante.

— Eu não gosto disso. Isso tá me cheirando a problema.

Ela então se inclina um pouco, falando num tom mais íntimo.

— A gente deixou a casa sozinhos com eles. Depois de tudo que rolou. Você sabe que tem sentimento envolvido ali, sempre teve. Melhor dar espaço agora do que fazer uma cena que nenhum de nós quer presenciar.

Ele reluta, respira fundo… e então concorda com um aceno de cabeça.

— Vamos tomar café.

— Ótimo. Eu… coloco um pouco a mais de açúcar no seu. Vai precisar.

Eles voltam para a cozinha.

Enquanto isso, no quarto da SN…

Tae se mexe primeiro, ainda meio sonolento. Abre os olhos devagar, encara o teto e depois vira o rosto para o lado. Sorri.

Ela ainda dormia ali, nos braços dele. Ele passa os dedos de leve pelo cabelo dela, beijando o topo da cabeça.

— Bom dia, ursinha… — ele sussurra, ainda num tom de quem está encantado com o que aconteceu.

Ela se mexe, sussurra algo entre o sono e o sorriso e se aninha mais nele, sem saber que, por muito pouco, a manhã deles não teria sido completamente interrompida.

 Ele a segurava pela cintura, o queixo apoiado no ombro dela enquanto desenhava círculos preguiçosos na pele de sua barriga.

— A gente devia levantar… — ela sussurrou, sorrindo.

— Só mais um pouco. — Tae murmurou contra o pescoço dela. — Tá tão bom assim… você assim.

Ela riu baixinho, virando o rosto para ele. Tae roubou um beijo, demorado, até ela suspirar contra os lábios dele.

— Se a gente continuar, não vai sair da cama nunca.

— E isso seria tão ruim assim?

Ela deu um tapa leve no peito dele, rindo. — Anda, preguiçoso.

[Pouco depois – descendo as escadas]

Já vestidos, SN com uma blusa do Tae e shorts, Tae sem camisa e calça de moletom, eles desciam abraçados, ainda despreocupados, sorrindo um para o outro.

Tae estava logo atrás dela, os braços envolvendo sua cintura enquanto desciam os degraus devagar. Ele beijava e mordiscava a lateral da nuca dela com desejo, atrevido, o rosto enterrado no pescoço dela.

— Yah… Tae… — ela sussurrou com uma risadinha, sentindo um arrepio quando ele mordeu levemente a orelha dela. — Tá querendo começar tudo de novo aqui embaixo? Você já não acabou o suficiente comigo lá em cima?

Tae riu contra a pele dela, rouco e divertido.

— Nunca é suficiente. Ainda tem muito de você que eu quero descobrir…

Ela sorriu, virando o rosto para ele, prestes a responder algo, mas então—

— HMM-HMM!
Um pigarro seco e muito audível cortou o ar como uma lâmina.

Os dois congelaram.

Parados no último degrau, viraram lentamente para a direção do som e…

Lá estavam eles.

O pai da SN, de braços cruzados, sobrancelha arqueada com uma expressão de puro julgamento e silêncio ensurdecedor.

Ao lado dele, a mãe do Tae segurava uma xícara de café, os olhos arregalados, como se não soubesse se ria ou gritava com os filhos. Ela olhou de SN para Tae, depois virou de costas de repente, cobrindo a boca com a mão.

— Eu… — SN começou, a voz um pouco mais aguda que o normal. Tae ainda estava colado nela, como se o cérebro não tivesse processado rápido o suficiente o nível de “ferrou” da situação.

— Bom dia… — Tae tentou, com um meio sorriso totalmente sem graça, se afastando um passo.

A mãe dele não se aguentou e deu uma risadinha abafada.

— Acho que… foi um bom dia mesmo, né?

— Amor! — o pai da SN falou, incrédulo.

— Desculpa, desculpa! — ela levantou as mãos. — Mas olha, pelo menos agora a gente tem certeza que… sentimentos antigos ainda existem, né?

SN enterrou o rosto nas mãos. Tae apenas suspirou e murmurou:

— A gente devia ter ficado na cama…

— TAEHYUNG! — a mãe dele exclamou, virando para ele com os olhos arregalados. — Não fala isso!

— Desculpa, omma…

SN ainda sem olhar para cima, murmurou:

— Eu quero sumir agora.

O pai cruzou os braços de novo, olhando entre os dois.

— Acho que a gente precisa ter uma conversa depois. Mas… — ele olhou para a cozinha — vou tomar meu café primeiro. E espero que o de vocês já esteja… resolvido.

Ele virou e foi para a cozinha sem dizer mais nada.

Tae sussurrou no ouvido dela, enquanto a guiava devagar até a mesa:

— Olha o lado bom… a parte difícil já passou.

Ela olhou para ele de canto, sussurrando com um sorriso nervoso:

— Tae, meu pai acabou de ver você mordendo meu pescoço. A parte difícil só começou.

11 Comentários

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  1. Marcela
    Feb 22, '26 at 5:41 am

    [quote]— Sabe o que mais me irrita? — ele disse, com as mãos firmes nos quadris dela. — O Yoongi sabia. Ele sabia que eu amava você. Eu disse a ele anos atrás. E mesmo assim… — os dedos apertaram com mais força — ele te beijou. Te quis.

    Talarico nível master esse kkkkkkkk

  2. Marcela
    Feb 22, '26 at 5:48 am

    — Eu não acho nada! Mas também não quero ver o que eu acho que talvez esteja acontecendo.

    Kkkkkkkkk a coitada não quer crer, que já esteja nesse nível de intimidade

  3. Marcela
    Feb 22, '26 at 5:53 am

    — A gente devia ter ficado na cama…

    Só tava piorando a situação kkk

  4. Iasmine
    Feb 23, '26 at 10:49 pm

    Tae subiu a mão até o rosto dela, acariciando com o polegar a linha do maxilar antes de inclinar o corpo. O beijo começou lento, como um reencontro de almas — as bocas se encaixando com familiaridade, com desejo contido. Mas em segundos, a tensão acumulada explodiu. O beijo ganhou urgência, os dedos dele apertando sua cintura, puxando-a para mais perto. SN deslizou as mãos pelos braços dele, sentindo os músculos tensionados, até alcançar a nuca, os dedos se perdendo nos fios castanhos escuros.

    5 centavos de conversa e o resto pura safadeza

  5. Iasmine
    Feb 23, '26 at 10:50 pm

    — Uhum — ela diz rápido, o rosto ficando levemente pálido. — O Taehyung… ele não está no quarto dele.

    Misericórdia mais um pouco o pai pegava eles pelados kkkkk

  6. Iasmine
    Feb 23, '26 at 10:51 pm

    — Yah… Tae… — ela sussurrou com uma risadinha, sentindo um arrepio quando ele mordeu levemente a orelha dela. — Tá querendo começar tudo de novo aqui embaixo? Você já não acabou o suficiente comigo lá em cima?

    Eles esqueceram completamente dos pais kkkkkk

  7. Iasmine
    Feb 23, '26 at 10:52 pm

    — Tae, meu pai acabou de ver você mordendo meu pescoço. A parte difícil só começou.

    Com certeza, a princesinha do pai fazendo safadeza logo cedo é de lascar

  8. Thamiris
    Apr 24, '26 at 8:58 pm

    — Não… será que…?

    Oxxi,pq não. Se você sairam de casa para dar essa liberdade

  9. Thamiris
    Apr 24, '26 at 9:00 pm

    — A gente deixou a casa sozinhos com eles. Depois de tudo que rolou. Você sabe que tem sentimento envolvido ali, sempre teve. Melhor dar espaço agora do que fazer uma cena que nenhum de nós quer presenciar.

    Isso não é uma mãe é uma prefeita

  10. Thamiris
    Apr 24, '26 at 9:03 pm

    Os dois congelaram.

    Misericórdia, onde é que tá o buraco mais perto para enfiar a cara

  11. Thamiris
    Apr 24, '26 at 9:05 pm

    — A gente devia ter ficado na cama…

    Perdeu a noção do perigo

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